O selo de Deus e a marca da besta: parte 2 – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

“Quando o protestantismo estender os braços por sobre o abismo a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança os Estados Unidos forem induzidos a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram deles um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das ações sobrenaturais de Satanás e que o fim está próximo” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja [CPB, 2021], v. 5, p. 385).

“Tendemos a ignorar o fato de que o domingo é o dia de adoração das forças oponentes […] no Apocalipse. O domingo é um símbolo extremamente importante, que revela a astúcia inacreditável e o sofisma do dragão. […] Essa […] mudança da lei de Deus expressa em uma simples ação a essência do ódio do dragão contra Deus no conflito cósmico. Sua simplicidade é altamente enganosa. O dragão tem procurado usurpar o lugar de Deus no cosmos, se autodescrevendo como o verdadeiro objeto de adoração e argumentando que a lei de Deus é injusta – que deve ser mudada. O dragão mudou a lei no ponto em que Deus é identificado como Criador e Redentor, o único digno de adoração (Êx 20:8-11; Dt 5; Ap 4:11; 5:9, 13, 14). A mudança manifesta não apenas o ódio da vontade do Senhor (a lei), como também a tentativa de usurpar o lugar de Deus, tornando-se o objeto de adoração. […] A universalização dessa mudança na lei lhe garantiria a vitória” (Ángel Manuel Rodríguez, The Closing of the Cosmic Conflict: Role of the Three Angels’ Messages, manuscrito não publicado, p. 53, 54).

Perguntas para consideração

Na expectativa dos eventos finais, por que devemos evitar fanatismo, marcação de datas e especulações além do que foi revelado por Deus? Quais foram os resultados quando eventos esperados não ocorreram quando e como as pessoas previram?

Como responder aos que dizem que o enredo bíblico sobre a marca da besta e a perseguição parece impossível, dado o estado atual do mundo? Por que esse raciocínio é insensato, considerando as mudanças rápidas que ocorrem no mundo?

Sexta-feira, 16 de junho de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. As três mensagens do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 512, abr. maio jun. 2023. Adulto, Professor. 

O teste do sábado

Lições da Bíblia1

Talvez o palco esteja sendo montado para a perseguição futura. Em 6 de junho de 2012, Bento XVI apelou a mais de 15 mil pessoas reunidas na Praça de São Pedro, em Roma, afirmando que o domingo devia ser um dia de descanso, a fim de que todos estivessem livres para ficar com a família e com Deus. “Ao defender o domingo, defende-se a liberdade do ser humano”. Isso não significaria exigir que se observe esse dia, em lugar do sábado bíblico, mas mostra que o conceito do domingo como o “dia de descanso” é algo real. Leis serão aprovadas, e aqueles que seguirem a Bíblia e guardarem o sábado serão rotulados como inimigos dos melhores interesses da sociedade.

Nessa crise, pela graça de Deus, os seguidores de Cristo não cederão à pressão. Em contraste com a marca da besta, receberão o selo de Deus. Selos eram usados antigamente para atestar a autenticidade de documentos oficiais. Espera-se, então, que o selo de Deus esteja inserido na Sua lei. Os selos eram uma marca individualizada distinta. “Guarde bem o testemunho e sele a lei entre os meus discípulos” (Is 8:16).

5. Leia Êxodo 20:8-11. Que elementos de um selo bíblico encontramos no mandamento do sábado? Em que o mandamento do sábado é diferente de todos os demais?

Êxodo 20:8-11 (ARA)2: “8 Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. 9 Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. 10 Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; 11 porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou.

O quarto mandamento contém três elementos de um selo autêntico. Primeiro, o nome de quem o selou: “o Senhor, seu Deus” (Êx 20:10). Segundo, o título de quem o selou: o Senhor que “fez” (Êx 20:11), o Criador. E, terceiro, o território em que Ele reina: “os céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx 20:11). O selo de Deus será colocado apenas em nossa testa, símbolo da mente (Ap 7:1-3). Jesus respeita nossa liberdade de escolha. Ele nos convida a deixá-Lo moldar nossa mente por meio do Seu Espírito para que não nos afastemos da segurança da fé na Palavra (Ef 4:30). Os fiéis são os que “guardam os mandamentos de Deus e [têm] a fé de Jesus” (Ap 14:12, ARC). Nos mandamentos está incluso o quarto, que o poder da besta pensou em alterar.

Que condições vemos em desenvolvimento e que podem levar às restrições de nossa liberdade religiosa? Que obstáculos também permanecem?

Quinta-feira, 15 de junho de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. As três mensagens do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 512, abr. maio jun. 2023. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil,

A marca da besta

Lições da Bíblia1

Um grupo adora a besta, e outro guarda os mandamentos de Deus (que incluem o quarto, que o poder da besta pensou em mudar) e tem a fé de Jesus. Essa é a diferença. Atuando por meio das bestas do mar e da terra, o diabo tenta minar a autoridade de Deus atacando o ponto central da adoração, ou seja, o sábado. A marca da besta é colocada na testa ou na mão. A testa é um símbolo da mente, onde estão a consciência, a razão e o discernimento; a mão, por outro lado, é um símbolo de ação e realização.

Um dia serão aprovadas leis anulando a liberdade religiosa. Os que são fiéis à Bíblia e ao sábado serão rotulados como inimigos da união e do bem da sociedade.

“Os que honram o sábado bíblico serão denunciados como inimigos da lei e da ordem, como se estivessem comprometendo as restrições morais da sociedade, causando anarquia e corrupção e atraindo os juízos de Deus sobre a Terra. Será declarado que suas objeções são teimosia, obstinação e desprezo à autoridade. Serão acusados de deslealdade ao governo” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 492).

A Igreja de Roma afirma que o domingo é a “marca” de sua autoridade eclesiástica. “Claro que a Igreja Católica afirma que a mudança foi ato dela […]. E o ato é uma marca de seu poder e autoridade eclesiástica em questões religiosas” (The American Catholic Quarterly Review, janeiro de 1883).

No futuro, numa crise internacional, o mundo enfrentará uma transformação política, social, religiosa e moral radical, em que a observância do domingo será imposta e, em seguida, se tornará “a marca da besta”. A Bíblia não diz como tudo vai acontecer, mas apresenta esboços que mostram que o clímax do conflito se dará em torno da adoração à besta ou ao Criador, e que o sábado terá um papel fundamental.

4. Leia Apocalipse 14:9 e 12. Onde é colocada a marca da besta? (Ver Dt 6:8; 11:18). Quais duas características distinguem o povo de Deus dos que recebem a marca da besta?

Apocalipse 14:9 e 12 (ARA)2: “9 Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, […] 12 Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

Dt 6:8 (ARA)2: “Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos.

Dt 11:18 (ARA)2: “Ponde, pois, estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma; atai-as por sinal na vossa mão, para que estejam por frontal entre os olhos.

Quarta-feira, 14 de junho de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. As três mensagens do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 512, abr. maio jun. 2023. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil,

A estratégia final de Satanás

Lições da Bíblia1

Pesquisas revelam uma profunda falta de confiança em instituições e governos. Milhões se perguntam: “Onde há alguém moralmente apto para liderar o mundo?” As profecias do Apocalipse identificam o poder da besta como aquele que, sob a proteção de uma união religiosa/política, assumirá esse papel

3. Leia Apocalipse 17:12-14. Como João descreveu as cenas finais da história da Terra? Que grande contraste observamos?

Apocalipse 17:12-14 (ARA)2: “12 Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora. 13 Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem. 14 Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele.”

João destaca três pontos importantes. Primeiro, os poderes políticos têm “um mesmo propósito” e “oferecem à besta o poder e a autoridade”. Segundo, esse conglomerado de erro lutará contra Jesus, o Cordeiro. Terceiro, na última batalha da Terra, Cristo e Seus seguidores serão triunfantes. A besta perde; Jesus vence.

Você já se perguntou que estratégia o diabo pode usar para unir as nações? A história muitas vezes se repete. Tiramos lições valiosas do colapso do Império Romano. Quando as invasões germânicas do Norte ameaçaram a Europa Ocidental, Constantino se voltou para a religião. A autoridade da igreja, combinada com o poder do Estado, tornou-se o instrumento de que ele precisava. O contínuo fortalecimento da santidade do domingo no 4º século foi um movimento político e religioso calculado para unir o império em um momento de crise. Constantino queria seu império unido, e a Igreja Romana queria o império “convertido”. O historiador Arthur Weigall afirmou: “A igreja tornou o domingo um dia sagrado […] em grande parte porque era a celebração semanal do Sol; pois era uma política cristã clara assumir pela tradição os festivais pagãos estimados pelo povo e conferir-lhes significado cristão” (The Paganism in Our Christianity [Nova York: G. P. Putnam’s Sons, 1928], p. 145).

Em um momento de crise, quando o mundo está assustado, sofrendo e com medo, as pessoas estarão desesperadas por alguém que traga estabilidade e proteção. Foi assim que a tirania surgiu no passado, e não há razão para pensar que isso não poderia acontecer novamente.

Embora não saibamos detalhes sobre o que virá, como nos prepararmos para tudo isso?

Terça-feira, 13 de junho de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. As três mensagens do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 512, abr. maio jun. 2023. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A apostasia

Lições da Bíblia1

2. Leia 2 Tessalonicenses 2:3, 4, 9-12. O que Paulo prevê sobre os últimos dias? Quais são as marcas distintivas da besta, o poder do anticristo?

2 Tessalonicenses 2:3, 4, 9-12 (ARA)2: “3 Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição, 4 o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus. […] 9 Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, 10 e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. 11 É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, 12 a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça.

O apóstolo Paulo advertiu a comunidade cristã de uma “apostasia”, um afastamento da verdade da Palavra de Deus. Ele estava preocupado com as sementes dessa apostasia já presentes na igreja do NT, e que floresceriam nos próximos séculos antes da segunda vinda de Cristo. Um evangelho falso entraria na igreja, distorcendo a Palavra de Deus.

Satanás é quem está por trás disso. Ele é o verdadeiro “homem da iniquidade”, que “se levanta contra tudo o que se chama Deus” e se assenta “no santuário de Deus” (2Ts 2:4). Mas o grande enganador trabalha através de influências humanas para realizar seus propósitos. As características distintivas em Daniel e Apocalipse revelam que o chifre pequeno de Daniel 7, a besta de Apocalipse 13 e 14 e o “homem da iniquidade” de 2 Tessalonicenses 2 representam a mesma entidade.

O Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia afirma: “Uma comparação com a profecia de Daniel sobre o poder blasfemo que sucedeu a Roma pagã […] e com a descrição de João sobre a besta semelhante a um leopardo […] revela muitas similaridades entre os três relatos [o chifre pequeno, o poder da besta e o homem da iniquidade]. Isso leva à conclusão de que Daniel, Paulo e João falam do mesmo poder, […] o papado” (v. 7, p. 275).

A profecia descreve um sistema religioso que fez concessões em relação à Palavra de Deus, substituiu o evangelho por tradições humanas e se afastou da verdade bíblica. Essas profecias são dadas por um Deus de amor a fim de preparar um povo para a vinda de Jesus. Elas reprovam as organizações religiosas apóstatas que se afastaram das Escrituras, embora não necessariamente as pessoas que estão nelas (Ap 18:4). Nossa mensagem é sobre um sistema que tem enganado milhões. Embora enganadas, essas pessoas são amadas por Cristo. Por isso, devemos tratá-las com amor.

“Portanto, tudo o que vocês querem que os outros façam a vocês, façam também vocês a eles; porque esta é a Lei e os Profetas” (Mt 7:12). Como devemos aplicar esse princípio ao lidar com o tema dos poderes das bestas em Apocalipse 13 e 14?

Segunda-feira, 12 de junho de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. As três mensagens do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 512, abr. maio jun. 2023. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A ferida mortal

Lições da Bíblia1

Como já estudamos, os poderes das bestas de Apocalipse 13 e 14 representam um sistema mundial de adoração falsa. Porém, há mais que isso.

1. Leia Apocalipse 13:5; 12:6, 14 e Daniel 7:25. Por quanto tempo esse poder dominaria o panorama religioso ao longo dos séculos?

Apocalipse 13:5 (ARA)2: “Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses;”

Apocalipse 12:6, 14 (ARA)2: “A mulher, porém, fugiu para o deserto, onde lhe havia Deus preparado lugar para que nele a sustentem durante mil duzentos e sessenta dias. […] 14 e foram dadas à mulher as duas asas da grande águia, para que voasse até ao deserto, ao seu lugar, aí onde é sustentada durante um tempo, tempos e metade de um tempo, fora da vista da serpente.”

Daniel 7:25 (ARA)2: “Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.”

A besta continuaria por um período de tempo específico na história. Em profecias temporais simbólicas, um dia profético equivale a um ano literal. Em Números 14:34 lemos: “cada dia representando um ano”. Aqui é aplicado o princípio bíblico de contar um dia por um ano. “Um dia para cada ano” (Ez 4:6). Esse princípio tem se mostrado preciso na interpretação de profecias bíblicas de tempo, como a das 70 semanas de Daniel 9:24-27. Calculando o período de tempo mencionado em Apocalipse 13:5 de 42 meses, com meses de 30 dias, chegamos a 1.260 dias proféticos ou anos literais. Os calendários antigos tinham regularmente 360 dias por ano.

No 4º século, o imperador romano Constantino legitimou o cristianismo em todo o império. Em 330 d.C., quando mudou sua capital para Bizâncio a fim de unir as partes oriental e ocidental do império, deixou um vácuo de liderança em Roma. O papa, então, preencheu esse vazio. Tornou-se não apenas um poderoso líder religioso, mas também uma força política a se levar em conta na Europa. Em 538 d.C., Justiniano, o imperador romano, concedeu oficialmente ao bispo romano o papel de defensor da fé. A igreja medieval exerceu grande influência de 538 d.C. a 1798 d.C., incluindo a terrível perseguição mencionada na introdução da lição. Berthier, o general de Napoleão, levou o papa cativo em 1798, em cumprimento exato da profecia.

Berthier e seu exército capturaram o Papa Pio VI e o removeram sem cerimônia do trono papal. O golpe no papado foi grave, mas, de acordo com Apocalipse 13:12, a ferida mortal seria curada, e o mundo ouviria mais desse poder, muito mais.

A profecia bíblica nos revela o conhecimento de Deus sobre os eventos futuros. Por que podemos confiar nas promessas do Senhor, mesmo nas que ainda não se cumpriram?

Domingo, 11 de junho de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O selo de Deus e a marca da besta: parte 2

Lições da Bíblia1

“‘Se alguém tiver de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá. Se alguém tiver de ser morto pela espada, pela espada morto será.’ Aqui está a perseverança e a fi delidade dos santos” (Ap 13:10).

No século 15, os vales do Piemonte, no alto dos Alpes ao norte da Itália, eram o lar dos Valdenses, um povo determinado a permanecer fiel à compreensão que tinham da Bíblia. Como resultado de sua resoluta lealdade a Cristo, foram ferozmente perseguidos. Em 1488 d.C., exércitos da Igreja Romana assassinaram brutalmente os Valdenses no Vale de Loyse devido à fé que professavam.

Outra onda de perseguição se deu no século 17, quando o duque de Saboia enviou 8 mil soldados para o território deles e exigiu que a população local abrigasse as tropas em suas casas. Eles fizeram o que o duque pediu, porém essa foi uma estratégia para dar aos soldados acesso às vítimas. Em 24 de abril de 1655, às 4 da manhã, o sinal foi dado para o massacre. Esse ataque matou mais de 4 mil fiéis.

Infelizmente, a história se repete muitas vezes. A “marca da besta” será o último elo de uma cadeia ímpia de perseguição religiosa que remonta ao passado. Como as perseguições antigas, tem o objetivo de impor um conjunto de crenças e um sistema de adoração. Entretanto, como sempre, Deus terá um povo que não se renderá.

Sábado, 10 de junho de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. As três mensagens do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 512, abr. maio jun. 2023. Adulto, Professor. 

O selo de Deus e a marca da besta: parte 1 – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

“Desde a origem do grande conflito no Céu, o propósito de Satanás tem consistido em destruir a lei de Deus. Para cumprir esse objetivo, ele se rebelou contra o Criador e, embora tenha sido expulso do Céu, continuou a mesma luta na Terra. Sua constante meta tem sido enganar os seres humanos para induzi-los a transgredir a lei de Deus. Se isso é feito rejeitando toda a lei ou apenas um de seus preceitos, não importa: no fim, o resultado será o mesmo. […] Em seu empenho para desacreditar os preceitos divinos, Satanás perverteu as doutrinas da Bíblia, e assim se incorporaram erros na fé nutrida por milhares dos que professam crer nas Escrituras Sagradas. O último grande conflito entre a verdade e o erro será nada mais que a batalha final da prolongada controvérsia relativa à lei de Deus. Estamos agora entrando nessa batalha – uma luta entre as leis dos homens e os preceitos de Jeová, entre a religião da Bíblia e a religião das fábulas e da tradição” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 485).

Adoração e criação estão ligadas. O conflito e as questões que envolvem a marca da besta giram em torno da adoração a Deus. É Ele digno de ser adorado?

O conceito de Cristo como Criador está no centro da observância do sábado. Jesus enfatizou a importância do dia do qual Se autodenominou “Senhor” (Mt 12:8; Mc 2:28; Lc 6:5). O sábado é um memorial eterno de nossa identidade. Ele nos lembra de que somos humanos, nos confere valor, reforça a ideia de que somos criados, e que o Criador é digno de adoração. Por isso, o diabo odeia o sábado, pois é o elo dourado que nos une ao Criador. Por isso, ele terá papel tão relevante na crise final.

Perguntas para consideração

Quais são os princípios básicos por trás da reivindicação de autoridade da besta? Como essas atitudes podem se alojar em nosso coração de forma imperceptível?

Seria Satanás apenas uma superstição primitiva? Qual seria a sua resposta a alguém que insiste em negar a existência do inimigo?

Sexta-feira, 09 de junho de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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