Evangelho, juízo, criação

Lições da Bíblia1

Observe a mensagem do primeiro anjo: evangelho eterno, hora do juízo, adoração ao Criador. Veja como esses conceitos estão intimamente relacionados. Quando estivermos diante do Criador no juízo, somente o evangelho nos dará esperança (Rm 8:1, ARC). Agora nenhuma condenação há – e certamente não haverá no juízo.

A mensagem de Deus como Criador é central para a verdade presente, em especial quando a evolução, mesmo vestida em trajes “cristãos”, ameaça destruir todo o fundamento da fé cristã.

No entanto, em meio ao ataque do pensamento evolucionista, Deus suscitou uma igreja, um povo cujo próprio nome é testemunha contra a crença da evolução – um povo que deve proclamar a verdade de Deus como nosso Criador e Redentor.

4. Leia Efésios 3:9; Colossenses 1:13-17; Apocalipse 4:11 e Romanos 5:17-19. O que esses textos ensinam sobre Jesus como Criador e Redentor?

Efésios 3:9 (ARA)2: “9 e manifestar qual seja a dispensação do mistério, desde os séculos, oculto em Deus, que criou todas as coisas,”

Colossenses 1:13-17 (ARA)2: “13 Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, 14 no qual temos a redenção, a remissão dos pecados. 15 Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; 16 pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. 17 Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste.”

Apocalipse 4:11 (ARA)2: “Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.”

Romanos 5:17-19 (ARA)2: “17 Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo. 18 Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida. 19 Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos.

Note o quanto Jesus como Criador está intimamente ligado a Jesus como Redentor. Quando Seu papel como Criador é enfraquecido, o que ocorre inevitavelmente em resultado da teoria da evolução, Seu papel como Redentor também é questionado. Jesus nos redime do pecado, da morte, do sofrimento e da violência, ao contrário do que ensina a ideologia da evolução, que afirma que o pecado, a morte, o sofrimento e a violência são os próprios instrumentos da criação. Deus nos redimiria do processo que Ele teria usado para nos criar? Essa é uma mentira perigosa.

O que piora tudo é que a evolução zomba da crença da morte de Jesus. Por quê? Para Paulo (Rm 5:17-19), a introdução do pecado por Adão está inseparavelmente ligada à morte de Jesus. Há uma ligação entre Adão e Jesus. Contudo, em nenhuma das teorias evolucionistas um Adão sem pecado poderia ter introduzido a morte, pois milhões de anos de morte foram, supostamente, as forças necessárias para criar Adão.

Assim, desde o começo, a evolução destrói o fundamento bíblico da cruz. Por outro lado, os adventistas do sétimo dia, ao chamarem o mundo a adorar o Criador, se posicionam como testemunhas vivas contra esse erro.

Quarta-feira, 10 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. As três mensagens do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 512, abr. maio jun. 2023. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Um Deus que está próximo

Lições da Bíblia1

O Deus da criação, que trouxe à existência o Sol, a Lua e as estrelas, cujo incrível poder criou este planeta e o encheu de seres vivos, também Se interessa por nós. Ele libertou Seu povo da escravidão egípcia, os guiou nas andanças pelo deserto, fez chover maná do céu, derrubou os muros de Jericó e derrotou os inimigos de Israel. Esse Deus que usou Seu poder infinito para criar o Universo, o usa para derrotar as forças do mal que lutam por nossa alma.

3. Leia 2 Coríntios 5:17; Salmo 139:15-18; Atos 17:27 e Colossenses 1:17. O que esses versos nos ensinam sobre a proximidade de Deus conosco?

2 Coríntios 5:17 (ARA)2: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.”

Salmo 139:15-18 (ARA)2: 15 os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. 16 Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda. 17 Que preciosos para mim, ó Deus, são os teus pensamentos! E como é grande a soma deles! 18 Se os contasse, excedem os grãos de areia; contaria, contaria, sem jamais chegar ao fim.”

Atos 17:27 (ARA)2: “para buscarem a Deus se, porventura, tateando, o possam achar, bem que não está longe de cada um de nós;

Colossenses 1:17 (ARA)2: “Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste.

Teólogos falam sobre a transcendência divina. Esse é o conceito de que Deus existe acima e sobre toda a criação. Mas também falam sobre a imanência divina, isto é, que Deus também, de alguma forma, existe dentro do nosso mundo e, como mostra a história bíblica, está envolvido com o planeta de forma profunda e inerente. Embora o Senhor habite “no alto e santo lugar”, Ele também está “com o contrito e abatido de espírito” (Is 57:15). Como o próprio Jesus afirmou, ao falar sobre Seus seguidores fiéis: “Eu neles, e Tu em Mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que Tu Me enviaste e os amaste, como também amaste a Mim” (Jo 17:23). Não há como ser mais íntimo e próximo que isso.

A excelente notícia sobre Deus é que Sua grandeza e poder são tão vastos que alcançam a cada um de nós em todo o cosmos. Ele promete nos recriar, moldar e transformar à semelhança de Sua imagem. Pense no que isso significa. O Deus que criou e sustenta bilhões de galáxias é o mesmo não só em quem “vivemos, nos movemos e existimos” (At 17:28), mas também que atua em nós para nos dar novo coração, para nos limpar do pecado e nos transformar em novas criaturas em Cristo. É reconfortante saber que Deus, que é tão grandioso em poder, ama e cuida de nós.

Como obtemos esperança e conforto com a compreensão da imanência de Deus? Ou saber que Deus conhece nossos segredos mais obscuros pode nos amedrontar? Como o evangelho pode nos dar paz nesse contexto.

Terça-feira, 09 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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Adorem o Criador

Lições da Bíblia1

2. Como termina a mensagem do primeiro anjo? Qual é o apelo final dessa mensagem da hora do juízo? Ap 14:7; Is 40:26; Jo 1:1-3; Rm 1:20

Ap 14:7 (ARA)2: “dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

Is 40:26 (ARA)2: “Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais ele chama pelo nome; por ser ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar.”

Jo 1:1-3 (ARA)2: “1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.

Rm 1:20 (ARA)2: “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;

Apocalipse 14:7 termina com um claro apelo para adorar o Criador. Esse convite é especialmente importante no presente, quando grande parte do mundo científico e até mesmo do mundo cristão aceitou a evolução, um ensino que ataca o cerne de tudo o que é bíblico e cristão. Se a evolução fosse verdade, nossa fé seria uma mentira.

O apelo final do Apocalipse se baseia no primeiro livro da Bíblia, Gênesis. Nunca entenderemos completamente as questões nessa batalha cósmica sobre a adoração, a menos que entendamos o significado da criação. “No princípio, Deus criou os céus e a Terra” (Gn 1:1). Esse verso é a base das Escrituras. “No princípio, Deus criou”. A palavra hebraica para “criar” nessa passagem é bara’, verbo usado apenas e exclusivamente com o próprio Deus como sujeito.

Para termos uma pequena ideia de quão ilimitado é o poder de Deus, consideremos apenas um objeto de Sua criação, o Sol, que produz mais energia em um segundo do que a humanidade produziu por meio do petróleo, gás, carvão ou fogo desde o início dos tempos.

O Sol tem um diâmetro de aproximadamente 1.392.000 km e poderia conter um milhão de planetas do tamanho da Terra. Mas ele é apenas uma das cerca de 100 bilhões de estrelas em nossa galáxia, a Via Láctea. Uma estrela chamada Pistola emite 10 milhões de vezes a energia gerada pelo nosso Sol. Um milhão de estrelas do tamanho do nosso Sol podem facilmente caber dentro da esfera da estrela Pistola. Como pode nossa mente compreender a criação?

A criação revela um Deus de força incrível e de poder ilimitado. Seu poder criativo não só trouxe os céus e a Terra à existência, como também atua em favor do Seu povo através dos séculos. Ele é o Deus que começou este mundo, que está sempre presente nele e que nunca abandonará Seu povo.

A extraordinária criação amplifica o amor de Deus, pois mostra que Cristo morreu por seres pequenos em contraste com a criação. Essa verdade o leva a adorar o Criador?

Segunda-feira, 08 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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Companheiro na tribulação

Lições da Bíblia1

Após Sua ascensão (At 1:9), Jesus visitou o último apóstolo vivo, João, na ilha de Patmos, onde ele havia sido exilado pelo cruel imperador romano Domiciano.

1. Leia Apocalipse 1:9; Mateus 13:21; Atos 14:22 e João 16:33. Qual é a mensagem para todos os que procuram seguir Jesus?

Apocalipse 1:9 (ARA)2: “Eu, João, irmão vosso e companheiro na tribulação, no reino e na perseverança, em Jesus, achei-me na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus.”

Mateus 13:21 (ARA)2: “mas não tem raiz em si mesmo, sendo, antes, de pouca duração; em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza.”

Atos 14:22 (ARA)2: “fortalecendo a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus.”

João 16:33 (ARA)2: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”

Separado do apoio da família, dos amigos e da comunidade cristã, João não foi deixado sozinho nas tribulações e problemas que enfrentava como seguidor de Jesus. O ministério dele não tinha terminado; seu testemunho não estava completo. Um ser angelical de brilho deslumbrante o visitou naquela ilha solitária e lhe trouxe uma mensagem diretamente do trono de Deus. Essa mensagem de Jesus ecoaria pelos corredores do tempo através dos séculos. Era uma mensagem de esperança para todas as gerações, mas especialmente para preparar o povo de Deus nos últimos dias para a volta de Jesus. É uma mensagem séria de advertência, bem como de encorajamento para o tempo do fim, à medida que nos preparamos para enfrentar as provas dos últimos dias (ou mesmo ao enfrentar as provas da atualidade).

Se você entrasse na caverna onde se afirma que João recebeu a visita do anjo com a visão profética, notaria estas palavras inscritas em uma placa à entrada resumindo o Apocalipse: “Temam a Deus e deem glória a Ele, pois é chegada a hora em que Ele vai julgar. E adorem Aquele que fez o céu, a Terra, o mar e as fontes das águas” (Ap 14:7).

A questão central do Apocalipse é a adoração. Fomos criados como adoradores. Cada um de nós adora algo ou alguém. A verdadeira adoração, a adoração ao Criador, nos permite descobrir o real propósito da vida. Ela não só nos dá algo pelo que morrer, mas, mais importante, nos dá algo pelo que viver e, se necessário, suportar tribulações. E, à medida que as crises finais surgirem, entenderemos melhor as palavras: “através de muitas tribulações, nos importa entrar no Reino de Deus” (At 14:22).

Se servos fiéis de Deus, como João, enfrentaram sofrimento e tribulação, o que nos faz pensar que não enfrentaremos problemas? (Veja 1Pe 4:12-15 [“12 Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; 13 pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois coparticipantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando. 14 Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus. 15 Não sofra, porém, nenhum de vós como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outrem;”]).

Domingo, 07 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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Adorando o Criador

Lições da Bíblia1

“Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas e por Tua vontade elas vieram a existir e foram criadas” (Ap 4:11).

É fácil não dar o devido valor a algumas coisas, pincipalmente àquilo que você sempre teve ou experimentou. Por exemplo, para as crianças é fácil não dar o devido valor aos pais, que sempre estiveram com elas durante toda sua breve vida? É muito fácil para nós, também, ser indiferentes ao sol, ao céu, ao ar ou ao chão sob nossos pés.

No entanto, já parou para pensar o quanto somos indiferentes à nossa própria existência? Quantas vezes nos fazemos a famosa pergunta filosófica: por que existe algo em vez de nada?”

Por que existe o Universo com toda a sua majestade e a grandeza de suas criaturas surpreendentes? Que grande contradição lógica haveria se o Universo, e nós que estamos nele, não estivéssemos aqui? De acordo com a mais recente teoria científica (elas tendem a mudar), o Universo não existia antes. Em outras palavras, a nossa existência seria acidental, e seria um milagre estarmos aqui. E apesar de todos os tipos de mitos sobre o surgimento do Universo a partir do nada, ou de algum tipo de equação matemática, o Universo existe porque Deus, o Criador, o fez, bem como tudo o que nele há.

Sábado, 06 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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A hora do Seu juízo – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Aqui está um modo rápido e fácil de visualizar a profecia das 70 semanas de Daniel 9:24-27: primeiro, as 70 semanas (Dn 9:24); em seguida, as sete semanas e 62 semanas, ou 69 semanas (Dn 9:25) das 70 semanas; há a última semana, a septuagésima (Dn 9:27); e, finalmente, essa última semana é dividida – “na metade da semana” (Dn 9:27) – em duas partes de três anos e meio.

É isso. Setenta semanas, compostas de sessenta e nove semanas e uma semana. E essa semana é dividida ao meio. Basta estabelecer o ano 457 a.C. como o início, e, com matemática simples, chegaremos a 1844 na linha do tempo.

Ao falar dos 2.300 dias, Daniel 8 não disse quando o período começaria. “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs. Depois, o santuário será purificado” (Dn 8:14).

Até dois mil e trezentos dias a partir de quando? Por que não a partir de quando Daniel teve a visão, “no terceiro ano do reinado do rei Belsazar” (Dn 8:1)?

A visão de Daniel 8 não incluía Babilônia. Começava com eventos posteriores, ou seja, Média-Pérsia, Grécia, Roma, até “o fim”. Por que datar um evento, a purificação do santuário, que está na visão, a partir de um império, Babilônia, que não aparece? A data de início para o clímax da visão deve vir de dentro da própria visão, que começou com a Média-Pérsia e se estenderia até “o fim”. Seria muito tempo.

Qual seria a data do início? Daniel 8 não diz. Mas Daniel 9 traz a revelação.

Perguntas para consideração

Qual é a estreita relação entre o evangelho e o juízo, conforme a profecia das 70 semanas? Essa é uma boa notícia? Isso alivia o medo em relação ao juízo?

Em favor de quem o Messias foi cortado? (Dn 9:26, ARA) “Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas.”

Por que o santuário era purificado? (Lv 16:16) “Assim, fará expiação pelo santuário por causa das impurezas dos filhos de Israel, e das suas transgressões, e de todos os seus pecados. Da mesma sorte, fará pela tenda da congregação, que está com eles no meio das suas impurezas.”. Como o povo devia agir nessa ocasião? (Lv 23:26-29) “26 Disse mais o Senhor a Moisés: 27 Mas, aos dez deste mês sétimo, será o Dia da Expiação; tereis santa convocação e afligireis a vossa alma; trareis oferta queimada ao Senhor. 28 Nesse mesmo dia, nenhuma obra fareis, porque é o Dia da Expiação, para fazer expiação por vós perante o Senhor, vosso Deus. 29 Porque toda alma que, nesse dia, se não afligir será eliminada do seu povo.”. Que significado isso tem para nós em nossos dias?

Sexta-feira, 05 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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O ano de 1844

Lições da Bíblia1

Os primeiros 490 anos da profecia de 2.300 anos foram designados especialmente para a nação judaica da antiguidade e para a vinda do Messias. A última parte dos 2.300 anos tem a ver com o povo de Deus, tanto judeus quanto gentios, juntamente com a purificação do santuário celestial e, finalmente, a segunda vinda de Cristo.

Os primeiros 490 anos se aplicam ao primeiro advento do Messias e terminaram em 34 d.C. Ao subtrairmos 490 anos dos 2.300 anos nos restam 1.810 anos. Esses 1.810 anos se aplicam ao povo de Deus. Se partirmos de 34 d.C. e somarmos 1.810 anos, chegaremos a 1844 d.C.

À luz da purificação do santuário ou da restauração da verdade sobre o santuário e o juízo celestial no tempo do fim, em Apocalipse 14:6, 7 Deus faz Seu último apelo a toda a humanidade para que responda ao Seu amor, aceite Sua graça e viva de forma piedosa e obediente.

7. Leia Levítico 16:16. Qual foi a razão para a purificação do santuário, e o que isso nos ensina sobre o evangelho?

Levítico 16:16 (ARA)2: “Assim, fará expiação pelo santuário por causa das impurezas dos filhos de Israel, e das suas transgressões, e de todos os seus pecados. Da mesma sorte, fará pela tenda da congregação, que está com eles no meio das suas impurezas.

Por causa dos pecados e das iniquidades do povo, o santuário tinha que ser purificado, o que só acontecia por meio do sangue de animais. Isso também acontece conosco. Precisamos de um Salvador, cuja vida é simbolizada pelos animais mortos no Dia da Expiação, como o único modo de sermos absolvidos no juízo.

8. Leia Levítico 23:26-29. O que Deus ordenou que Seu povo fizesse no dia do juízo, e o que isso significa para nós?

Levítico 23:26-29 (ARA)2: “26 Disse mais o Senhor a Moisés: 27 Mas, aos dez deste mês sétimo, será o Dia da Expiação; tereis santa convocação e afligireis a vossa alma; trareis oferta queimada ao Senhor. 28 Nesse mesmo dia, nenhuma obra fareis, porque é o Dia da Expiação, para fazer expiação por vós perante o Senhor, vosso Deus. 29 Porque toda alma que, nesse dia, se não afligir será eliminada do seu povo.

“Afligireis as vossas almas” (ACF). Essa expressão indica que os israelitas deviam se humilhar, examinar o coração, se arrepender, confessar seus pecados e pedir que Deus os purificasse enquanto o sumo sacerdote purificava o santuário.

Os capítulos de Daniel 7 a 9 e Apocalipse 14 se concentram especialmente nos apelos urgentes de preparação para a hora do juízo. Desde 1844, vivemos na hora do juízo, proclamada na mensagem do primeiro anjo (Ap 14:7). Como afligir nossa alma?

Quinta-feira, 04 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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O Messias morto

Lições da Bíblia1

Gabriel explicou que o ponto de partida para a profecia de 490 anos seria um evento importante para Daniel e para os judeus – a ordem para restaurar e reconstruir Jerusalém. Embora vários decretos tenham sido aprovados em relação a Jerusalém, em Esdras 7 descobrimos que o decreto aprovado no ano 457 a.C. permitiu que os judeus não apenas retornassem à sua terra, mas também se estabelecessem como uma comunidade religiosa (Ed 7:13, 27).

O decreto de Artaxerxes foi emitido no outono de 457 a.C. A partir dele até o Messias seriam 69 semanas, ou 483 anos. Se começarmos o cálculo em 457 a.C. e seguirmos em frente na linha do tempo da história, chegaremos a 27 d.C.

A palavra Messias significa “Ungido”. Em 27 d.C., Jesus Cristo, o Messias, foi batizado (Mt 3:13-17). Daniel previu com séculos de antecedência o ano exato do batismo de Cristo, o tempo em que Ele começaria Seus três anos e meio de ministério.

6. Que grandes verdades são reveladas em Romanos 5:6-9 e Daniel 9:26?

Romanos 5:6-9 (ARA)2: “6 Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. 7 Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. 8 Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. 9 Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.”

Daniel 9:26 (ARA)2: “Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas.”

“E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias” (Dn 9:26, ACF). O Messias seria imolado ou crucificado. O verso acrescenta: “mas não para Si mesmo”. Em outras palavras, a morte de Cristo na cruz foi para nós, não para Ele mesmo. Por isso Paulo escreveu: “Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós quando ainda éramos pecadores” (Rm 5:8).

Em Daniel 9:27, lemos que na metade da semana dos últimos sete anos, Cristo faria “cessar o sacrifício e a oferta”. Na metade dessa sétima semana, em 31 d.C., Cristo confirmou a aliança eterna com Seu sangue ao morrer na cruz, e o sistema de sacrifícios perdeu todo e qualquer significado profético.

Essas profecias revelam que o Messias seria crucificado e, consequentemente, o sistema de sacrifícios perderia seu significado profético na primavera de 31 d.C. Essas previsões se cumpriram em todos os detalhes. Exatamente na Páscoa, quando o sumo sacerdote oferecia o cordeiro pascal, Cristo foi sacrificado por nós.

Tendo em mente o que foi escrito acima, leia Marcos 15:38 [“E o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo.”]  e Mateus 3:15, 16 [“15 Mas Jesus lhe respondeu: Deixa por enquanto, porque, assim, nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o admitiu. 16 Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele.”]. Como esses versos nos ajudam a entender a profecia de Daniel 9:24-27?

Quarta-feira, 03 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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