Amor: incentivando uns aos outros

Lições da Bíblia.

"Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras" (Hb 10:24).

“Considerando que a exortação em Hebreus 10:23 focaliza a atitude individual, a exortação seguinte em Hebreus 10:24 é dirigida à comunidade cristã. Não andamos sozinhos em nosso caminho com Cristo. Devemos cuidar uns dos outros de forma constante.”

“O desafio de amar uns aos outros é um componente tradicional do comportamento cristão (Jo 13:34, 35; Gl 5:13). No entanto, amar uns aos outros não acontece naturalmente. O ato de ‘considerar’ sugere reflexão concentrada e cuidadosa. Somos instados a prestar atenção aos nossos irmãos e considerar como poderíamos encorajá-los a amar os semelhantes e a fazer boas obras. Infelizmente, é mais fácil provocar e hostilizar os outros do que estimulá-los ao amor cristão, não é mesmo?”

“Então, vamos consolidar nossos esforços para trabalhar pelo melhor da comunidade, de modo que, por causa do nosso incentivo ao amor, os outros também não consigam deixar de amar e realizar boas obras.”

“5. Leia Hebreus 10:24, 25. O que ‘amor’ e ‘boas ações’ têm a ver com o ato de congregar com os irmãos?” “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.” (Hebreus 10:24-25 RA). “O amor, a fim de se tornar visível, concreto, precisa ser manifestado na forma de ações. O ambiente mais propício à prática do amor é a igreja (não o edifício, mas os membros que ali congregam). Na igreja, muitos precisam de atos de amor. Podemos e devemos expressar amor uns aos outros e encorajar os irmãos à prática do amor, dentro e fora das paredes da igreja.”

“Um ponto que Hebreus salienta é que podemos expressar amor uns aos outros nas reuniões cristãs. Se alguém não vai ao culto, como pode cumprir a lei do amor de Cristo? Algumas pessoas podem pensar que têm ‘boas’ razões para se ausentar das reuniões cristãs. No entanto, a epístola aos Hebreus aborda a questão sensível de que, no fim, pode ser sua própria apatia que os leva a faltar às reuniões. Se alguém quiser, sempre encontrará razões para deixar de frequentar a igreja e outras reuniões cristãs. Essas razões, entretanto, se tornam pálidas em contraste com a razão para ir às reuniões: ser uma bênção aos outros.”

“Essa prática se torna ainda mais urgente à medida que o dia da volta de Cristo se aproxima. No início de Hebreus 10:19-25, o autor advertiu os cristãos a se aproximarem de Deus no santuário celestial e, em sua conclusão, ele relembrou que o Dia do Senhor se aproximava deles. A vinda de Cristo deve ser sempre a principal motivação para o comportamento cristão.”

“Em sua igreja, quem você deseja incentivar com suas palavras, ações, ou apenas por sua presença? Se você tem esse propósito estabelecido, pode fazer grande diferença na vida das pessoas e, por sua vez, ser igualmente abençoado.”

Quinta-feira, 26 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES, veja sua versão original no site da Casa Publicadora Brasileira (CPB).

Esperança: ser firme e inabalável

Lições da Bíblia.

“4. Leia os textos abaixo. O que há em comum entre eles? A que os cristãos devem se apegar?” “Cristo, porém, como Filho, em sua casa; a qual casa somos nós, se guardarmos firme, até ao fim, a ousadia e a exultação da esperança.” (Hebreus 3:6 RA); “Porque nos temos tornado participantes de Cristo, se, de fato, guardarmos firme, até ao fim, a confiança que, desde o princípio, tivemos.” (Hebreus 3:14 RA); “Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão.” (Hebreus 4:14 RA); “para que, mediante duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, forte alento tenhamos nós que já corremos para o refúgio, a fim de lançar mão da esperança proposta;” (Hebreus 6:18 RA); “Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel.” (Hebreus 10:23 RA). “Todos esses textos falam sobre nossa necessidade de estar firmes e nos apegarmos à esperança oferecida por Cristo. É necessário perseverar na fé, na confiança e manter nossa crença.”

“Além de ter certeza da salvação, é importante perseverar e manter a esperança que nos é oferecida. Em Hebreus, apegar-se (‘guardar firme’) é um apelo solene. Tem-se a impressão de que alguns cristãos estavam se afastando da fé e da esperança cristã. O apóstolo precisou encorajá-los a não desistir. O texto expressa de modo muito semelhante as coisas que valem a pena ser mantidas: esperança, confiança, certeza e confissão. Em um sentido objetivo, todos esses termos se referem à crença cristã. Podemos fazer essas coisas porque nossa esperança não está em nós mesmos, mas em Jesus e no que Ele fez por nós. No momento em que nos esquecermos dessa verdade fundamental, certamente perderemos a confiança.”

“Estes textos nos desafiam a ser firmes desde o ‘princípio’ (Hb 3:14) ‘até ao fim’ (Hb 3:6, 14; 6:11). Fazer isso ‘sem vacilar’ (Hb 10:23) é uma indicação de fé imutável e inabalável. Sejam quais forem as circunstâncias, nossa esperança permanece a mesma, nosso compromisso com Deus não muda, porque podemos crer que Ele é fiel e fará o que prometeu.”

“Não há dúvida de que Deus é fiel à Sua Palavra. Ele cumpriu a promessa que tinha feito a Abraão e Sara (Rm 4:19-21); cumpriu a promessa da primeira vinda de Cristo (Gl 3:19) e cumprirá a promessa de Sua segunda vinda (Hb 12:26). No entanto, a última promessa de Deus é a vida eterna, a qual Ele prometeu mesmo antes do princípio do tempo (Tt 1:2; 1Jo 2:25).”

“A fidelidade de Deus é imutável. Mesmo que sejamos ‘infiéis, Ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-Se a Si mesmo’ (2Tm 2:13). Nossa infidelidade ou descrença não mudará a intenção divina para conosco. Suas promessas não são abaladas pelas nossas falhas morais. As promessas ainda estarão disponíveis para nós, porque fidelidade é parte da natureza divina.”

“É muito fácil ficar desanimado por causa dos nossos pecados. Como podemos vencer esses pecados e, ao mesmo tempo, não desistir da fé quando erramos? Por que devemos nos apegar a essas promessas, especialmente quando falhamos?”

Quarta-feira, 25 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES, veja sua versão original no site da Casa Publicadora Brasileira (CPB).

Fé: seja confiante

Lições da Bíblia.

“Leia Hebreus 10:19-25 novamente. [‘Tendo pois, irmãos, ousadia para entrarmos no santíssimo lugar, pelo sangue de Jesus, pelo caminho que ele nos inaugurou, caminho novo e vivo, através do véu, isto é, da sua carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência, e o corpo lavado com água limpa, retenhamos inabalável a confissão da nossa esperança, porque fiel é aquele que fez a promessa; e consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras,’] Um tema que aparece repetidamente é a ‘confiança’. No Novo Testamento, a palavra grega para ‘confiança’ (Hb 10:19) se refere a ousadia, coragem e intrepidez que descrevem nosso relacionamento com Deus. Originalmente, a palavra se referia à liberdade para falar, que, nesse contexto, poderia significar especificamente que a pessoa podia livremente se aproximar de Deus em oração. Esse tipo de abertura em nosso relacionamento com Deus produz uma alegre confiança. O motivo e objeto da nossa confiança é que temos um Sumo Sacerdote no Céu, mediante o qual podemos ter acesso à presença de Deus. Esse acesso é ilimitado e não é bloqueado por coisa nenhuma, exceto nós mesmos e nossas escolhas erradas. Temos um convite aberto para entrar no santuário celestial.

“De onde vem essa confiança? Ela não é produzida por nós mesmos, mas pelo reconhecimento de que o sangue de Jesus conquistou para nós o acesso à presença de Deus.”

“3. Há outros textos em Hebreus que falam sobre confiança e certeza: Hb 3:6, 14; 4:16; 6:11, 11:1. Que tipo de confiança esses textos descrevem?” “mas Cristo o é como Filho sobre a casa de Deus; a qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firmes até o fim a nossa confiança e a glória da esperança.” (Hebreus 3:6); “porque nos temos tornado participantes de Cristo, se é que guardamos firme até o fim a nossa confiança inicial;” (Hebreus 3:14); “Cheguemo-nos, pois, confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno.” (Hebreus 4:16); “E desejamos que cada um de vós mostre o mesmo zelo até o fim, para completa certeza da esperança;” (Hebreus 6:11); “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.” (Hebreus 11:1). ”Uma confiança firme, que persevera até o fim e se aproxima de Deus; essa confiança se baseia em Deus, e não nas evidências. É uma certeza firmada na Palavra de Deus. A confiança também é uma consequência do serviço diligente aos outros.”

“Certeza e confiança não nos ancoram em nós mesmos, mas unicamente em Cristo. Essas condições não dependem de quem somos, mas de quem é nosso Mediador. Curiosamente, não há nenhuma sugestão de que os cristãos teriam menos do que ‘plena certeza’ (Hb 6:11; 10:22). Obviamente, o novo caminho, que foi aberto para sempre mediante a morte de Jesus, conduzirá sem falta à plena confiança. Nada menos que isso é esperado.”

“Há duas formas de obter a confiança cristã e mantê-la pela fé. Uma delas é pela própria fé (Ef 3:12); a outra é pelo fiel serviço cristão aos outros (1Tm 3:13). Ambos os aspectos são necessários e importantes. Além disso, em Hebreus, a certeza de fé e a exortação para demonstrar a fé cristã andam de mãos dadas. A vida cristã nunca é separada da fé cristã.”

“Quais coisas desafiam sua confiança em Deus ou sua plena certeza da boa vontade divina para com você? O que você pode fazer para se proteger desse perigo espiritual?”

Terça-feira, 24 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES, veja sua versão original no site da Casa Publicadora Brasileira (CPB).

Purificado e sincero

Lições da Bíblia.

“2. Quais são as condições para nos aproximarmos de Deus no santuário celestial?” “aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura.” (Hebreus 10:22 RA) “É preciso que tenhamos um coração sincero e cheio de fé. Precisamos também estar dispostos a ser purificados por Deus, em nossa mente e corpo.”

“De acordo com esse verso, os adoradores devem cumprir quatro condições quando se aproximam de Deus:”

“A) Aproximar-se com um coração sincero. O coração é nosso ser interior, nossos pensamentos, nossas motivações, emoções, nossa vontade e nosso caráter. Deus deseja que sejamos sinceros. No entanto, o coração só pode se tornar sincero se for purificado. Isso não significa que somos perfeitos, mas que estamos nos esforçando para revelar o caráter de Cristo.”

“B) Aproximar-se em plena certeza de fé. Como vimos no estudo de ontem, não há mais razão para duvidar de que teremos acesso a Deus.”

“C) Aproximar-se com o coração purificado de má consciência. A aspersão do coração é uma linguagem do santuário que se refere ao sangue aspergido sobre o povo no tabernáculo do deserto (Êx 24:8; Lv 8:23, 24), o que os purificava ritualmente, mas não podia purificar sua consciência (Hb 9:9, 13). No entanto, a purificação no verdadeiro tabernáculo do Céu é uma purificação da consciência, efetuada pelo sangue de Cristo (Hb 9:14). A justificação do pecador arrependido é simbolizada por essa purificação. Podemos ter uma consciência purificada porque fomos perdoados.”

“D) Aproximar-se com o corpo lavado com água pura. Isso parece referência ao batismo cristão, mas também podemos entender essa expressão em sentido mais espiritual, como a ‘lavagem de água pela Palavra’ (Ef 5:26), quando lemos a Bíblia e aplicamos seus princípios à nossa vida.”

“Em Tiago 4:7, 8, o autor luta contra a atitude da mente dividida de seus leitores. Aparentemente, eles haviam perdido sua dedicação exclusiva a Deus. Haviam feito concessões e estavam em perigo imediato. Ele usa linguagem associada à pureza no santuário. A ideia de que só é possível aproximar-se de Deus se ocorrer a purificação é realmente um conceito relacionado ao santuário.”

“Deve ficar claro que somente Deus pode purificar nosso coração. A questão é: Que escolhas podemos fazer, por mais difíceis que sejam, para permitir que Sua graça opere em nossa vida?”

Segunda-feira, 23 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES, veja sua versão original no site da Casa Publicadora Brasileira (CPB).

Acesso ao santuário celestial

Lições da Bíblia.

“1. Leia Hebreus 4:16; 6:19, 20; 10:19-21. A que os cristãos têm acesso, e o que isso significa para nós? Que esperança é oferecida ali e que impacto essa esperança deve ter sobre nossa vida e fé?” “Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna.” (Hebreus 4:16 RA); “a qual temos por âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu, onde Jesus, como precursor, entrou por nós, tendo-se tornado sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.” (Hebreus 6:19-20 RA); “Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus,” (Hebreus 10:19-21 RA); “Por meio do sangue de Cristo, derramado no Calvário, temos livre acesso ao Lugar Santíssimo do santuário celestial, isto é, à presença do Pai. Junto ao trono de Deus, podemos encontrar misericórdia e graça, e ter a certeza de que seremos auxiliados em tempo de necessidade.”

“Pela fé, os cristãos têm acesso ao santuário celestial, ao próprio trono de Deus. Podemos buscar intimidade com Deus, porque nossa "entrada" se tornou possível pelo sangue de Cristo e porque Ele nos representa como Sumo Sacerdote. Os textos nos asseguram que nossa alma tem uma âncora, Jesus Cristo, que está na presença de Deus (Hb 4:14-16; 6:19, 20). A garantia para nós é de que Cristo obteve pleno acesso a Deus depois de ter sido empossado como Sumo Sacerdote celestial (Hb 6:20). Ao tomar posse, Cristo Se assentou no trono celestial, uma imagem que demonstra Seu status real (Ap 3:21).”

“A boa notícia para nós é que nosso Representante está na presença do Pai. Nenhum mero sacerdote terreno, pecador, ministra em nosso favor. Temos o melhor Sacerdote! Nada separa o Pai do Filho. Visto que Cristo é perfeito e sem pecado, não é preciso haver um véu que proteja Jesus, nosso Sumo Sacerdote, diante da santidade de Deus (Hb 10:20).”

"O que a intercessão envolve? É a cadeia dourada que liga o homem finito ao trono do infinito Deus. O ser humano, para cuja salvação Jesus morreu, se dirige insistentemente ao trono de Deus, e sua petição é levada por Jesus que o comprou com o próprio sangue. Nosso grande Sumo Sacerdote coloca Sua justiça ao lado do suplicante sincero, e a oração de Cristo se mistura com a do suplicante humano" (Ellen G. White, Para Conhecê-Lo, p. 78).

“Temos uma grande certeza de que podemos ter íntima comunhão com o Pai, por causa do que Jesus fez e está fazendo por nós!”

“O que significa o fato de que Jesus está intercedendo por você no Céu? Por que você precisa tanto dessa intercessão?”

Domingo, 22 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES, veja sua versão original no site da Casa Publicadora Brasileira (CPB).

Exortações do santuário

Lições da Bíblia.

"Tendo grande Sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura" (Hb 10:21, 22).

“No livro de Hebreus, passagens sobre a fé cristã se alternam com passagens sobre a vida cristã. Em outras palavras, a teologia tem implicações práticas. O ‘quê’ da fé leva ao ‘como’ do viver a fé. Depois de pintar o magnífico quadro teológico de Cristo como nosso sacrifício e Sumo Sacerdote (Hb 7:1–10:18), o autor de Hebreus encorajou e exortou os cristãos a viver de acordo com as implicações dessas verdades. Essa exortação é especialmente vista em Hebreus 10:19-25.”

“Em grego, essa passagem é uma frase longa e complexa. Ela consiste de dois fatos básicos que levam a três exortações, cada uma delas começando com um apelo especial (aproximemo-nos, guardemos e consideremos). Cada uma das exortações contém um dos elementos da tríade familiar da fé, esperança e amor. Além disso, cada uma das exortações contém outro aspecto da fé cristã.”

“Nesta semana, estudaremos Hebreus 10:19-25 e suas exortações práticas para a vida cristã.”

Sábado, 21 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES, veja sua versão original no site da Casa Publicadora Brasileira (CPB).

O conflito cósmico sobre o caráter de Deus – Vídeo

Lições da Bíblia. Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Leia de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 33-43: ‘Por que Foi Permitido o Pecado?’; Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 737-746: ‘O Caráter de Deus Revelado em Cristo’.”

“Havia no mundo Alguém que foi perfeito Representante do Pai, Alguém cujo caráter e prática refutavam as falsas representações que Satanás fazia de Deus. Satanás atribuiu a Deus as qualidades por ele mesmo possuídas. Em Cristo, ele via Deus revelado em Seu verdadeiro caráter – Pai compassivo e misericordioso, não querendo que ninguém se perca, mas que todos se cheguem a Ele, arrependidos, e tenham vida eterna” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 254).

“A missão de Cristo, compreendida tão vagamente, e tão debilmente assimilada, e que O chamou do trono de Deus para o mistério do altar da cruz do Calvário, se desdobrará mais e mais à mente, e se verá que, no sacrifício de Cristo se encontra a fonte e princípio de todas as outras missões de amor” (Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 319).

Perguntas para reflexão

“1. Pense na ideia de que, no momento em que o grande conflito terminar, todos os seres inteligentes no Universo, incluindo Satanás e os perdidos, reconhecerão a justiça e retidão de Deus em Sua maneira de tratar o pecado e a rebelião. Embora seja difícil entender esse conceito, o que isso nos diz sobre o caráter de Deus? O que nos ensina sobre a realidade da liberdade moral? A liberdade é importante para o Universo criado por Deus?”

“2. Há muitos cristãos que negam a existência de Satanás, vendo-o apenas como uma antiga superstição de povos primitivos que procuravam explicar o mal e o sofrimento no mundo. Pense no grande engano dessa visão. É difícil imaginar que tipo de cristianismo poderia negar a realidade de um poder tantas vezes revelado na Bíblia, especialmente no Novo Testamento, como um ser real. O que isso nos diz sobre a forte influência exercida sobre algumas igrejas pelas incursões do modernismo e secularismo? O que podemos aprender com os erros que vemos outros cometendo a fim de não cairmos no mesmo engano? Sem Satanás como um ser literal, o que aconteceria com o tema do grande conflito?”

Sexta-feira, 20 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES, veja sua versão original no site da Casa Publicadora Brasileira (CPB).

O espetáculo cósmico

Lições da Bíblia.

“Durante o Sermão da Montanha, Jesus proferiu estas palavras surpreendentes: ‘Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos Céus’ (Mt 5:16). Com isso, Ele revelou um princípio que, embora seja facilmente mal-interpretado, ainda assim é visto em toda a Bíblia: o princípio de que, sendo seguidores de Cristo, podemos trazer glória ou vergonha a Deus pelas nossas ações.”

“6. Leia Ezequiel 36:23-27. Como Deus vindicaria Seu nome no antigo Israel?” “Vindicarei a santidade do meu grande nome, que foi profanado entre as nações, o qual profanastes no meio delas; as nações saberão que eu sou o SENHOR, diz o SENHOR Deus, quando eu vindicar a minha santidade perante elas. Tomar-vos-ei de entre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra. Então, aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei. Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis.” (Ezequiel 36:23-27 RA). “Deus iria libertar e trazer Seu povo do cativeiro; iria purificá-lo e transformá-lo. Dessa forma, Seu nome seria santificado e vindicado entre as nações.”

“Esses versos contêm uma das passagens clássicas sobre a nova aliança. Deus deseja operar uma impressionante transformação entre Seu povo. Ele vai purificá-lo (v. 25) e conceder-lhe novo coração e novo espírito (v. 26), de modo que ele se torne um povo santo e siga Seus mandamentos. O que o Senhor deseja realizar é justificar e santificar os fiéis, e, por sua vida, eles honrarão a Deus pelo que Ele é e faz (v. 23).”

“O elemento-chave na vindicação do caráter do Senhor perante o Universo é a cruz. ‘Satanás viu que estava desmascarado. Sua administração foi exposta perante os anjos não caídos e o Universo celestial. Revelara-se um homicida. Derramando o sangue do Filho de Deus, desarraigou-se Satanás das simpatias dos seres celestiais’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 761).”

“Ao mesmo tempo, os seguidores de Cristo do Novo Testamento são chamados de ‘espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens’ (1Co 4:9). Isto é, o que fazemos está sendo visto não apenas por outras pessoas, mas também por seres celestiais. Que tipo de testemunho apresentamos? Por nossa vida, podemos dar a conhecer ‘a multiforme sabedoria de Deus’ diante ‘dos principados e potestades nos lugares celestiais’ (Ef 3:10). Ou nossa vida pode trazer vergonha e desonra ao nome do Senhor a quem professamos servir.”

“Que tipo de espetáculo sua vida apresenta para outras pessoas e aos anjos? Por meio dele, Deus é glorificado, ou Satanás pode exultar, considerando que você professa seguir a Jesus?”

Quinta-feira, 19 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES, veja sua versão original no site da Casa Publicadora Brasileira (CPB).