A natureza missionária de Deus

Lições da Bíblia

Vejam, Eu O fiz uma testemunha aos povos, um líder e governante dos povos” (Is 55:4, NVI).

“Nosso mundo está uma confusão e, como seres humanos, somos o grande motivo para essa confusão. Isso ocorre porque somos pecadores, criaturas caídas cuja natureza, em sua essência, é má. Por mais que gostemos de pensar que estamos avançando e melhorando, a história do século passado não é nada animadora. Ainda não chegamos ao fim do primeiro quarto deste século, e as coisas também não parecem muito favoráveis neste momento. Se o passado é o precursor do futuro, tudo o que podemos esperar, para citar as palavras de Winston Churchill, antigo político britânico, é ‘sangue, labuta, lágrimas e suor’.”1

“No entanto, nem tudo está perdido. Ao contrário, Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados e, por meio de Sua morte, temos a promessa de salvação, restauração e renovação de todas as coisas. ‘Vi novo céu e nova Terra, pois o primeiro céu e a primeira Terra passaram, e o mar já não existe’ (Ap 21:1).”1

“Não fomos deixados sozinhos, abandonados na expansão infinita de um Universo frio e aparentemente indiferente, para nos arranjarmos como pudéssemos. Jamais conseguiríamos fazer isso; as forças arregimentadas contra nós são muito superiores. É por isso que, antes do início do mundo, Deus formulou o plano da salvação, a fim de fazer por nós o que jamais poderíamos fazer por nós mesmos.”1

Sua igreja está preparada para a semana de oração jovem, a ser realizada no mês de julho?
Ore por uma pessoa e convide-a para que participe.

Sábado, 27 de junho de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Missionários. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 481, Jul. Ago. Set. 2015. Adulto, Professor.

Crucificado e ressurreto – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“‘O significado da morte de Cristo será percebido por santos e anjos. Seres humanos caídos não teriam um lar no paraíso de Deus sem o Cordeiro morto desde a fundação do mundo. Não exaltaremos, então, a cruz de Cristo? Os anjos atribuem honra e glória a Cristo, pois nem mesmo eles se encontram seguros, a não ser olhando para os sofrimentos do Filho de Deus. É pela eficácia da cruz que os anjos do Céu são protegidos contra a apostasia. Sem a cruz, não mais estariam seguros contra o mal do que os anjos estavam antes da queda de Satanás. A perfeição angélica fracassou no Céu. A perfeição humana fracassou no Éden, o paraíso da bem-aventurança. Todos os que desejam segurança na Terra ou no Céu precisam olhar para o Cordeiro de Deus’ (Comentários de Ellen G. White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 5, p. 1265).”

Perguntas para reflexão

“1. No contexto da ciência, um autor escreveu: ‘Em resumo, temos evidências diretas para um número surpreendentemente pequeno de crenças que defendemos’ (Richard DeWitt, Worldviews: An Introduction to the History and Philosophy of Science, segunda edição. Chichester, West Sussex, Reino Unido: John Wiley and Sons, Ltd., 2010, p. 15). Contudo, temos muitas razões muito boas para nossa fé. Olhe para o que Jesus disse aos discípulos: ‘E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim’ (Mt 24:14). Agora, pense no tempo em que Jesus disse essas palavras. Quantos seguidores Ele tinha nessa época? Quantas pessoas haviam acreditado nEle? Pense, também, em toda a oposição que a igreja primitiva iria enfrentar, durante séculos, no Império Romano. Essa predição nos ajuda a confiar na Palavra de Deus?”1

“2. O texto de Ellen G. White mostra a universalidade das questões relativas ao pecado. Nem os anjos estão seguros se não olharem para Jesus. O que isso significa?”

Sexta-feira, 26 de junho de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

“Importava que se cumprisse tudo”

Lições da Bíblia

“5. Leia Lucas 24:13-49. Nos vários encontros que Jesus teve com as pessoas, o que Ele destacou a fim de ajudá-las a compreender o que aconteceu com Ele? Por que isso é tão importante hoje em nosso testemunho ao mundo?”1 “13 Naquele mesmo dia, dois deles estavam de caminho para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios. 14 E iam conversando a respeito de todas as coisas sucedidas. 15 Aconteceu que, enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e ia com eles. 16 Os seus olhos, porém, estavam como que impedidos de o reconhecer. 17 Então, lhes perguntou Jesus: Que é isso que vos preocupa e de que ides tratando à medida que caminhais? E eles pararam entristecidos. 18 Um, porém, chamado Cleopas, respondeu, dizendo: És o único, porventura, que, tendo estado em Jerusalém, ignoras as ocorrências destes últimos dias? 19 Ele lhes perguntou: Quais? E explicaram: O que aconteceu a Jesus, o Nazareno, que era varão profeta, poderoso em obras e palavras, diante de Deus e de todo o povo, 20 e como os principais sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. 21 Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam. 22 É verdade também que algumas mulheres, das que conosco estavam, nos surpreenderam, tendo ido de madrugada ao túmulo; 23 e, não achando o corpo de Jesus, voltaram dizendo terem tido uma visão de anjos, os quais afirmam que ele vive. 24 De fato, alguns dos nossos foram ao sepulcro e verificaram a exatidão do que disseram as mulheres; mas não o viram. 25 Então, lhes disse Jesus: Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! 26 Porventura, não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua glória? 27 E, começando por Moisés, discorrendo por todos os Profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras. 28 Quando se aproximavam da aldeia para onde iam, fez ele menção de passar adiante. 29 Mas eles o constrangeram, dizendo: Fica conosco, porque é tarde, e o dia já declina. E entrou para ficar com eles. 30 E aconteceu que, quando estavam à mesa, tomando ele o pão, abençoou-o e, tendo-o partido, lhes deu; 31 então, se lhes abriram os olhos, e o reconheceram; mas ele desapareceu da presença deles. 32 E disseram um ao outro: Porventura, não nos ardia o coração, quando ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras? 33 E, na mesma hora, levantando-se, voltaram para Jerusalém, onde acharam reunidos os onze e outros com eles, 34 os quais diziam: O Senhor ressuscitou e já apareceu a Simão! 35 Então, os dois contaram o que lhes acontecera no caminho e como fora por eles reconhecido no partir do pão. 36 Falavam ainda estas coisas quando Jesus apareceu no meio deles e lhes disse: Paz seja convosco! 37 Eles, porém, surpresos e atemorizados, acreditavam estarem vendo um espírito. 38 Mas ele lhes disse: Por que estais perturbados? E por que sobem dúvidas ao vosso coração? 39 Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e verificai, porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. 40 Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. 41 E, por não acreditarem eles ainda, por causa da alegria, e estando admirados, Jesus lhes disse: Tendes aqui alguma coisa que comer? 42 Então, lhe apresentaram um pedaço de peixe assado [e um favo de mel]. 43 E ele comeu na presença deles. 44 A seguir, Jesus lhes disse: São estas as palavras que eu vos falei, estando ainda convosco: importava se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos. 45 Então, lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras; 46 e lhes disse: Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia 47 e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém. 48 Vós sois testemunhas destas coisas. 49 Eis que envio sobre vós a promessa de meu Pai; permanecei, pois, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder.” (Lucas 24:13-49 ARA)2. “Jesus enfatiza que tudo o que aconteceu com Ele havia sido predito pelas Escrituras e, portanto, que o plano da salvação está fundamentado na Bíblia. Isso é importante para nós porque, sem a Bíblia, não saberíamos nada sobre o evangelho nem sobre nossa missão de levá-lo ao mundo.1

“A ressurreição de Jesus devia ter sido evidência suficiente para provar Sua messianidade. Surrado e brutalizado antes de ser crucificado e, finalmente, atravessado por uma lança, Jesus foi, então, envolvido em panos e colocado numa tumba. Mesmo que, como alguns têm ridiculamente sugerido, Ele tivesse sobrevivido à cruz e ao sepultamento, um Jesus ensanguentado, machucado e enfraquecido, que de alguma forma saísse cambaleando da tumba não teria representado para ninguém a ideia de um Messias vitorioso. Contudo, ali estava Jesus, vivo e suficientemente bem para andar pelo menos alguns quilômetros com dois homens na estrada de Emaús. E, mesmo então, antes de revelar quem era, Jesus lhes indicou as Escrituras, dando-lhes um firme alicerce bíblico para sua fé nEle.”1

“Depois, quando apareceu aos discípulos, mostrou-lhes Seu corpo e comeu com eles. E fez mais: apontou-lhes a Palavra de Deus: ‘Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em Seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém. Vós sois testemunhas destas coisas’ (Lc 24:46-48)2.”1

“Nesse caso, também, Jesus não só apontou para as Escrituras (além das evidências de que Ele estava realmente vivo e entre eles), mas usou as Escrituras para ajudá-los a entender exatamente o que Lhe havia acontecido. E mais: associou diretamente Sua ressurreição à missão de pregar o evangelho a todas as nações.”1

“Portanto, mesmo com todas as poderosas evidências que provavam quem era Jesus, Ele sempre dirigia Seus seguidores de volta à Palavra de Deus. Afinal de contas, sem a Palavra de Deus entre nós hoje, como saberíamos a respeito de nosso chamado e missão de pregar o evangelho ao mundo? Como saberíamos até mesmo o que é o evangelho? Portanto, a Bíblia é tão central para nós hoje quanto foi para Jesus e Seus discípulos.”1

“Quanto tempo você passa com a Bíblia? Como isso afeta sua maneira de viver, as escolhas que faz e sua maneira de tratar os outros?”1

Quinta-feira, 25 de junho de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Ele ressuscitou

Lições da Bíblia

“No domingo de manhã, bem cedo, as mulheres foram ao túmulo com um único propósito – completar o ritual do sepultamento. Apesar do tempo que elas haviam passado com Jesus, não haviam compreendido verdadeiramente o que iria acontecer. Certamente, não estavam esperando encontrar um túmulo vazio, nem que lhes fosse dito pelos mensageiros celestiais: ‘Ele não está aqui, mas ressuscitou’ (Lc 24:6).”1

“4. Só nos primeiros capítulos de Atos há pelo menos oito referências à ressurreição de Jesus: Atos 1:22; 2:14-36; 3:14, 15; 4:1, 2, 10, 12, 33; 5:30-32. Por que a ressurreição era tão central na pregação apostólica e na fé da igreja primitiva? Por que ela ainda é tão crucial também para nós, hoje?”1 começando no batismo de João, até ao dia em que dentre nós foi levado às alturas, um destes se torne testemunha conosco da sua ressurreição.” (Atos 1:22 ARA)2. “14 Então, se levantou Pedro, com os onze; e, erguendo a voz, advertiu-os nestes termos: Varões judeus e todos os habitantes de Jerusalém, tomai conhecimento disto e atentai nas minhas palavras. 15 Estes homens não estão embriagados, como vindes pensando, sendo esta a terceira hora do dia. 16 Mas o que ocorre é o que foi dito por intermédio do profeta Joel: 17 E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos; 18 até sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e profetizarão. 19 Mostrarei prodígios em cima no céu e sinais embaixo na terra: sangue, fogo e vapor de fumaça. 20 O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e glorioso Dia do Senhor. 21 E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. 22 Varões israelitas, atendei a estas palavras: Jesus, o Nazareno, varão aprovado por Deus diante de vós com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus realizou por intermédio dele entre vós, como vós mesmos sabeis; 23 sendo este entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos; 24 ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela. 25 Porque a respeito dele diz Davi: Diante de mim via sempre o Senhor, porque está à minha direita, para que eu não seja abalado. 26 Por isso, se alegrou o meu coração, e a minha língua exultou; além disto, também a minha própria carne repousará em esperança, 27 porque não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção. 28 Fizeste-me conhecer os caminhos da vida, encher-me-ás de alegria na tua presença. 29 Irmãos, seja-me permitido dizer-vos claramente a respeito do patriarca Davi que ele morreu e foi sepultado, e o seu túmulo permanece entre nós até hoje. 30 Sendo, pois, profeta e sabendo que Deus lhe havia jurado que um dos seus descendentes se assentaria no seu trono, 31 prevendo isto, referiu-se à ressurreição de Cristo, que nem foi deixado na morte, nem o seu corpo experimentou corrupção. 32 A este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas. 33 Exaltado, pois, à destra de Deus, tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vedes e ouvis. 34 Porque Davi não subiu aos céus, mas ele mesmo declara: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, 35 até que eu ponha os teus inimigos por estrado dos teus pés. 36 Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo.” (Atos 2:14-36 ARA)2. “14 Vós, porém, negastes o Santo e o Justo e pedistes que vos concedessem um homicida. 15 Dessarte, matastes o Autor da vida, a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas.” (Atos 3:14-15 ARA)2. “1 Falavam eles ainda ao povo quando sobrevieram os sacerdotes, o capitão do templo e os saduceus, 2 ressentidos por ensinarem eles o povo e anunciarem, em Jesus, a ressurreição dentre os mortos; […] 10 tomai conhecimento, vós todos e todo o povo de Israel, de que, em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem vós crucificastes, e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, sim, em seu nome é que este está curado perante vós. […] 12 E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos. […] 33 Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.” (Atos 4:1, 2, 10, 12, 33 ARA)2. “30 O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-o num madeiro. 31 Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados. 32 Ora, nós somos testemunhas destes fatos, e bem assim o Espírito Santo, que Deus outorgou aos que lhe obedecem.” (Atos 5:30-32 ARA)2. “A ressurreição era fundamental para a pregação apostólica e o é igualmente para nós hoje porque não é possível haver um Salvador morto; se Cristo tivesse permanecido sob o poder da morte, como poderia nos livrar desse poder?1

“As mulheres foram testemunhas oculares em primeira mão da ressurreição de Jesus. Apressaram-se a compartilhar a boa notícia com outros, mas ninguém acreditou nelas (Lc 24:11). Ao contrário, os apóstolos consideraram esse grande fato da história da redenção como um ‘delírio’ de mulheres exaustas e tristes (v. 10, 11). Logo eles descobririam o quanto estavam errados!”1

“A ressurreição de Cristo é fundamental para o ato redentor de Deus e para a totalidade da fé e da existência cristã. O apóstolo Paulo torna isso muito claro: ‘Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé’ (1Co 15:14). Ela é vã, ou vazia, porque somente na ressurreição de Cristo podemos encontrar a esperança que temos. Sem essa esperança, nossa vida termina aqui, e termina eternamente. A vida de Cristo não terminou numa tumba, e a grande promessa que temos não terminará também.”1

“‘Se Cristo não ressuscitou dos mortos, o longo curso dos atos redentores de Deus para salvar Seu povo termina numa rua sem saída, numa tumba. Se a ressurreição de Cristo não é uma realidade, então não temos nenhuma segurança de que Deus é o Deus vivo, pois a morte tem a última palavra. A fé é fútil porque o objeto dessa fé não vindicou a Si mesmo como o Senhor da vida. Se Cristo está, de fato, morto, a fé cristã, então, está encarcerada numa tumba juntamente com a suprema e mais elevada autorrevelação de Deus em Cristo’ (George Eldon Ladd, A Theology of the New Testament. Grand Rapids: Wm. B. Eerdmans, 1974, p. 318).”1

Quarta-feira, 24 de junho de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Com Ele ou contra Ele

Lições da Bíblia

“Por tudo o mais que ela envolve, a cruz é também o grande divisor da História: o divisor entre fé e incredulidade, entre traição e aceitação, e entre vida eterna e morte. Não há meio-termo para nenhum ser humano no que diz respeito à cruz. No fim das contas, ou estamos de um lado ou do outro. ‘Quem não é por Mim é contra Mim; e quem comigo não ajunta espalha’ (Mt 12:30). Essas são palavras fortes, e podem nos deixar pouco à vontade, mas Jesus está simplesmente expressando a realidade e o que a verdade implica para aqueles que estão envolvidos no grande conflito. Ou estamos com Jesus ou com Satanás.”1

“É radical mesmo!”1

3. Como as seguintes pessoas estão relacionadas a Jesus, e que lições podemos aprender do exemplo delas que possam nos ajudar em nosso próprio relacionamento com Deus e em nossa maneira de nos relacionarmos com a cruz?1

Os membros do sinédrio (Lc 22:53). Que erros essas pessoas cometeram? Por que os cometeram? Com relação ao conceito que tinham de Jesus, como podemos nos precaver para não cometer o mesmo erro?”1 Diariamente, estando eu convosco no templo, não pusestes as mãos sobre mim. Esta, porém, é a vossa hora e o poder das trevas.” (Lucas 22:53 ARA)2. “Os membros do Sinédrio: ouviram Cristo muitas vezes ensinando no templo, mas endureceram o coração contra Ele até que tramaram Sua morte e, por fim, conseguiram concretizá-la. Podemos nos precaver contra isso não endurecendo o coração contra Cristo.1

Pilatos (Lc 23:1-7, 13-25). O que levou Pilatos a dizer: ‘Não acho nEle crime algum’ (Jo 19:4) e, ao mesmo tempo, sentenciá-Lo a ser crucificado? O que podemos aprender com seu erro quando deixou de fazer o que sabia ser o certo?”1 “1 Levantando-se toda a assembléia, levaram Jesus a Pilatos. 2 E ali passaram a acusá-lo, dizendo: Encontramos este homem pervertendo a nossa nação, vedando pagar tributo a César e afirmando ser ele o Cristo, o Rei. 3 Então, lhe perguntou Pilatos: És tu o rei dos judeus? Respondeu Jesus: Tu o dizes. 4 Disse Pilatos aos principais sacerdotes e às multidões: Não vejo neste homem crime algum. 5 Insistiam, porém, cada vez mais, dizendo: Ele alvoroça o povo, ensinando por toda a Judéia, desde a Galiléia, onde começou, até aqui. 6 Tendo Pilatos ouvido isto, perguntou se aquele homem era galileu. 7 Ao saber que era da jurisdição de Herodes, estando este, naqueles dias, em Jerusalém, lho remeteu. […] 13 Então, reunindo Pilatos os principais sacerdotes, as autoridades e o povo, 14 disse-lhes: Apresentastes-me este homem como agitador do povo; mas, tendo-o interrogado na vossa presença, nada verifiquei contra ele dos crimes de que o acusais. 15 Nem tampouco Herodes, pois no-lo tornou a enviar. É, pois, claro que nada contra ele se verificou digno de morte. 16 Portanto, após castigá-lo, soltá-lo-ei. 17 [E era-lhe forçoso soltar-lhes um detento por ocasião da festa.] 18 Toda a multidão, porém, gritava: Fora com este! Solta-nos Barrabás! 19 Barrabás estava no cárcere por causa de uma sedição na cidade e também por homicídio. 20 Desejando Pilatos soltar a Jesus, insistiu ainda. 21 Eles, porém, mais gritavam: Crucifica-o! Crucifica-o! 22 Então, pela terceira vez, lhes perguntou: Que mal fez este? De fato, nada achei contra ele para condená-lo à morte; portanto, depois de o castigar, soltá-lo-ei. 23 Mas eles instavam com grandes gritos, pedindo que fosse crucificado. E o seu clamor prevaleceu. 24 Então, Pilatos decidiu atender-lhes o pedido. 25 Soltou aquele que estava encarcerado por causa da sedição e do homicídio, a quem eles pediam; e, quanto a Jesus, entregou-o à vontade deles.” (Lucas 23:1-7, 13-25 ARA)2. “Pilatos: viu que não podia libertar Jesus e ao mesmo tempo conservar sua posição e honra. O que podemos aprender com seu erro é que todos os que transigem com o pecado conseguirão só tristeza e ruína.1

“Herodes (Lc 23:6-12). Qual foi o grande erro de Herodes, e o que podemos aprender desse erro?”1 “6 Tendo Pilatos ouvido isto, perguntou se aquele homem era galileu. 7 Ao saber que era da jurisdição de Herodes, estando este, naqueles dias, em Jerusalém, lho remeteu. 8 Herodes, vendo a Jesus, sobremaneira se alegrou, pois havia muito queria vê-lo, por ter ouvido falar a seu respeito; esperava também vê-lo fazer algum sinal. 9 E de muitos modos o interrogava; Jesus, porém, nada lhe respondia. 10 Os principais sacerdotes e os escribas ali presentes o acusavam com grande veemência. 11 Mas Herodes, juntamente com os da sua guarda, tratou-o com desprezo, e, escarnecendo dele, fê-lo vestir-se de um manto aparatoso, e o devolveu a Pilatos. 12 Naquele mesmo dia, Herodes e Pilatos se reconciliaram, pois, antes, viviam inimizados um com o outro.” (Lucas 23:6-12 ARA)2. “Herodes: rejeitou a verdade que lhe tinha sido anunciada por João Batista, endureceu o coração e se tornou tão insensível que rejeitou a Cristo. O que podemos aprender é que é perigoso resistir à verdade, pois isso leva à insensibilidade espiritual.”1

Os dois ladrões (Lc 23:39-43). Dois pecadores olham para a mesma cruz e têm duas reações diferentes. Como essa cena revela o aspecto alternativo da salvação, isto é, ou estamos de um lado do grande conflito ou do outro?”1 “39 Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele, dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também. 40 Respondendo-lhe, porém, o outro, repreendeu-o, dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? 41 Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez. 42 E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. 43 Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.”(Lucas 23:39-43 ARA)2. “Os dois ladrões: o fato de que os dois ladrões tiveram a mesma oportunidade de salvação, mas apresentaram reações diferentes, mostra que temos o livre-arbítrio para escolher o lado em que queremos ficar no grande conflito.1

Terça-feira, 23 de junho de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Judas

Lições da Bíblia

“2. ‘Então Satanás entrou em Judas, chamado Iscariotes, um dos Doze’ (Lc 22:3). Sem dúvida, Satanás trabalhou arduamente para conseguir o domínio de todos os discípulos. Porém, o que havia com Judas, em contraste com os outros, que fez com que o adversário tivesse tanto sucesso em relação a ele?”1 Judas cultivou um pecado até que esse pecado tomou conta de toda a sua vida e o colocou inteiramente nas mãos de Satanás.1

“Lucas conta como Jesus orou sozinho a noite toda nas montanhas antes de escolher Seus discípulos (Lc 6:12-16). Jesus acreditava que os Doze eram um presente de Deus para Ele (Jo 17:6-9). Judas realmente foi uma resposta à oração? Como devemos entender o que se passou ali, senão concluir que, mesmo na traição e na apostasia de Judas o propósito de Deus devia se cumprir? (Ver 2Co 13:8 [‘Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade.’]2).”1

“Judas, que tinha tanto potencial, que podia ter sido outro Paulo, tomou uma direção completamente errada. O que poderia ter sido como uma experiência do Getsêmani para ele foi, em vez disso, como a queda do Éden. ‘Havia alimentado o mau espírito da avareza até que se lhe tornou o motivo dominante na vida. O amor de Mamom sobrepujou o amor de Cristo’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 716).”1

“Quando Jesus alimentou cinco mil pessoas com cinco pães e dois peixes (Lc 9:10-17), Judas foi o primeiro a perceber o valor político do milagre e ‘foi ele que arquitetou o plano de apoderar-se de Cristo à força e fazê-Lo rei’ (Ibid., p. 718, 719). Mas Jesus censurou essa tentativa, e ali começou o desencanto de Judas: ‘Altas eram suas esperanças. Amarga foi sua decepção’ (Ibid., p. 719). Obviamente Judas, como os outros, acreditava que Jesus usaria Seus extraordinários poderes para estabelecer um reino mundial, e Judas desejava claramente um lugar nesse reino. Que tragédia! Seu desejo de um lugar num reino temporal que nunca viria fez com que ele perdesse o lugar num reino eterno que certamente virá!”1

“Em outra ocasião, quando uma devota seguidora de Jesus resolveu ungir-Lhe os pés com um bálsamo muito caro, Judas condenou o ato dela como um desperdício econômico (Jo 12:1-8). Tudo o que Judas conseguia ver era dinheiro, e seu amor ao dinheiro ofuscou seu amor por Jesus. Essa fixação em dinheiro e no poder levou Judas a colocar uma ‘etiqueta de preço’ no inestimável dom do Céu (Mt 26:15). Daí em diante, ‘Satanás entrou em Judas (Lc 22:3). E Judas se perdeu.”1

“Não há nada de errado com status, poder ou dinheiro. O problema surge quando essas coisas ofuscam nossa fidelidade a Deus. Por que é sempre importante fazermos uma autoavaliação para que não nos enganemos a respeito de nós mesmos, como ocorreu com Judas?”1

Segunda-feira, 22 de junho de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Getsêmani: a luta terrível

Lições da Bíblia

“No princípio da História, Deus criou Adão e Eva e os colocou num belo jardim dotado de tudo o que eles precisavam para uma vida feliz. Logo, algo extraordinário aconteceu: Satanás apareceu (Gn 3). Ele tentou o primeiro casal e depois mergulhou o jovem planeta num grande conflito entre o bem e o mal, entre Deus e Satanás.”1

“Então, no tempo de Deus, outro jardim (Lc 22:39-46) se tornou um grande campo de batalha onde se travou a guerra entre a verdade e a mentira, entre a justiça e o pecado, e entre o plano de Deus para a salvação humana e o alvo de Satanás de destruir a humanidade.”1

“No Éden o mundo foi mergulhado no desastre do pecado; no Getsêmani foi assegurada a vitória final do mundo. O Éden viu o trágico triunfo do eu colocando-se contra Deus; o Getsêmani mostrou o eu rendendo-se a Deus e revelando a vitória sobre o pecado.”1

“1. Compare o que aconteceu no Éden (Gn 3:1-6) com o que aconteceu no Getsêmani (Lc 22:39-46). Qual é a grande diferença entre o que aconteceu nos dois jardins?”1 “1 Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o SENHOR Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? 2 Respondeu-lhe a mulher: Do fruto das árvores do jardim podemos comer, 3 mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais. 4 Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis. 5 Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal. 6 Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu.” (Gênesis 3:1-6 ARA)2; “39 E, saindo, foi, como de costume, para o monte das Oliveiras; e os discípulos o acompanharam. 40 Chegando ao lugar escolhido, Jesus lhes disse: Orai, para que não entreis em tentação. 41 Ele, por sua vez, se afastou, cerca de um tiro de pedra, e, de joelhos, orava, 42 dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua. 43 [Então, lhe apareceu um anjo do céu que o confortava. 44 E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra.] 45 Levantando-se da oração, foi ter com os discípulos, e os achou dormindo de tristeza, 46 e disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação.” (Lucas 22:39-46 ARA)2. “No Éden, o primeiro Adão renunciou à vontade de Deus para fazer a sua própria vontade; no Getsêmani o segundo Adão renunciou à Sua própria vontade para fazer a vontade de Deus.”1

“O Getsêmani representa dois fatos fundamentais: primeiro, uma tentativa violentíssima de Satanás de desviar Jesus de Sua missão e propósito; e, em segundo lugar, o mais nobre exemplo de confiança na força de Deus para que Sua vontade e propósito fossem realizados. O Getsêmani mostra que, por mais forte que a batalha seja e por mais fraco que alguém seja, a vitória é certa para aquele que experimentou a força da oração. Como diz a famosa oração de Jesus: ‘Contudo, não seja feita a Minha vontade, mas a Tua’ (Lc 22:42).”1

“Todas as hostes de Satanás estavam arregimentadas contra Jesus; os discípulos, a quem Ele tanto amava, estavam insensíveis ao Seu sofrimento. O sangue pingava de Seus poros gota a gota; o beijo do traidor era iminente; e os sacerdotes e a guarda do templo estavam prontos para atacar. Contudo, Jesus nos mostrou que a oração e a submissão à vontade de Deus dão à alma a força necessária para suportar os grandes fardos da vida.”1

“Da próxima vez que você for severamente tentado, como poderá ter o tipo de experiência que Jesus teve no Getsêmani, em vez da que Adão e Eva tiveram no Éden? Qual é o fator crucial que faz toda a diferença entre esses dois tipos de experiência?”1

Domingo, 20 de junho de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Crucificado e ressurreto

Importa que o Filho do Homem seja entregue nas mãos de pecadores, e seja crucificado, e ressuscite no terceiro dia” (Lc 24:7).

Lições da Bíblia

“Desde a infância, Jesus tinha consciência de que viera à Terra para cumprir a vontade de Seu Pai (Lc 2:41-50). Ele ensinou, curou e ministrou tendo o compromisso inabalável de obedecer ao Pai. Então, depois de celebrar a última Ceia, chegou o momento de andar sozinho, de confirmar a vontade de Deus, de ser traído e negado, de ser julgado e crucificado, e de ressuscitar vitorioso sobre a morte.”1

“Ao longo de toda a Sua vida, Jesus soube que a cruz era inevitável. Muitas vezes, nos evangelhos, é usada a expressão ‘importa que’ ou ‘é necessário que’ em conexão com os sofrimentos e a morte de Jesus (Lc 17:25; 22:37; 24:7; Mt 16:21; Mc 8:31; 9:12; Jo 3:14); ou seja: é necessário que Ele vá a Jerusalém; importa que Ele sofra; importa que seja rejeitado; importa que seja levantado; e assim por diante. Nada impediria o Filho de Deus de ir até o Gólgota. Ele classificava como vinda de Satanás (Mt 16:22, 23) qualquer sugestão para que rejeitasse a cruz. Estava convencido de que precisava ‘seguir […] sofrer […] ser morto e ressuscitado’ (v. 21). Para Jesus, a jornada rumo à cruz não era uma opção; era uma necessidade (Lc 24:25, 26, 46), uma parte do divino ‘mistério que esteve oculto durante épocas e gerações, mas que agora foi manifestado a Seus santos’ (Cl 1:26, NVI).”1

Prepare seu coração para a Semana de Oração Jovem, a ser realizada no mês de julho. Ore pelas pessoas que participarão desse importante evento.
Participe do projeto “Reavivados por Sua Palavra”: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/

Sábado, 20 de junho de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.