A segunda mensagem angélica

Lições da Bíblia

“Babilônia é a ‘mãe das prostitutas’”. Suas filhas são as igrejas “que se apegam às suas doutrinas e tradições, seguindo-lhe o exemplo em sacrificar a verdade” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 382, 383).1

“4. Leia Apocalipse 14:8; 18:2 e Isaías 21:9. A repetição da palavra ‘caiu’ indica a progressiva apostasia de Babilônia e a certeza de seu colapso moral. Por que Babilônia foi descrita como se já tivesse caído, embora sua queda também seja apresentada como um evento futuro?”1

Apocalipse (14:8 ARA)2: “Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição.

Apocalipse (18:2 ARA)2: “Então, exclamou com potente voz, dizendo: Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável,

Isaías (21:9 ARA)2: “Eis agora vem uma tropa de homens, cavaleiros de dois a dois. Então, ergueu ele a voz e disse: Caiu, caiu Babilônia; e todas as imagens de escultura dos seus deuses jazem despedaçadas por terra.

“A Babilônia do tempo do fim é uma união de falsos sistemas religiosos que incluem o catolicismo romano e o protestantismo apóstata. Estes se colocarão a serviço de Satanás contra o povo de Deus (veja Ap 13:11-18; 16:13; 17:5).

Apocalipse (13:18 ARA)2: “11 Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão. 12 Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada. 13 Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à terra, diante dos homens. 14 Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu; 15 e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta. 16 A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, 17 para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. 18 Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis.

Apocalipse (16:13 ARA)2: “Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs;

Apocalipse (17:5 ARA)2: “Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA.

Essa união manifestará a arrogância da Babilônia antiga ao se exaltar acima de Deus e buscar tomar Seu lugar no mundo. A segunda mensagem angélica adverte o povo de Deus de que esse sistema perverso se afastará cada vez mais da verdade em consequência de sua rejeição da luz da mensagem do evangelho para o tempo do fim. Somente quando a “união da igreja com o mundo se tiver consumado em toda a cristandade”, “a queda de Babilônia se completará” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 390).1

“5. Leia Apocalipse 14:8; 17:2 e 18:3. Como Babilônia faz o mundo beber do vinho da sua prostituição? O que esse vinho simboliza?”1

Apocalipse (14:8 ARA)2: “Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição.

Apocalipse (17:2 ARA)2: “com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra.

Apocalipse (18:3 ARA)2: “pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria.

“A Babilônia do tempo do fim é uma prostituta que faz com que as pessoas na Terra se embriaguem com o vinho da sua imoralidade (veja Ap 17:2 [‘com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra.’]).”1

“O vinho de Babilônia se refere aos falsos ensinos e ao falso evangelho. Hoje, à medida que muitas igrejas protestantes, em cumprimento da profecia bíblica, rapidamente apagam as diferenças que no passado as separavam da Igreja Católica Romana e abandonam a verdade bíblica, testemunhamos a influência corruptora do vinho de Babilônia em meio ao professo corpo de Cristo: a evolução teísta, que é implicitamente contrastada com a referência à Criação na primeira mensagem angélica; tradições teológicas substituindo o sola Scriptura; uma ética revisada que abandona as definições bíblicas de sexo, casamento e assim por diante.”1

“Pessoas embriagadas não pensam com clareza. À medida que elas se tornam espiritualmente embriagadas com o vinho de Babilônia, são seduzidas a adorar a besta do mar e a receber sua marca, o sinal da autoridade da besta do mar imposto pela besta semelhante ao cordeiro.”1

Quarta-feira, 06 de março de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

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