O ministério de Jesus no santuário celestial

Lições da Bíblia

“No Antigo Testamento, Deus instruiu Moisés a construir um tabernáculo, ou um santuário, para Lhe servir de ‘habitação’ aqui na Terra (Êx 25:8). Por meio de seus serviços, o santuário ensinou ao povo de Israel o plano da salvação. Mais tarde, no tempo do rei Salomão, o tabernáculo transportável foi substituído por um magnífico templo (1Rs 5–8). Tanto o tabernáculo quanto o templo foram modelados segundo o santuário celestial, o ‘verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem’ (Hb 8:2; veja também Êx 25:9, 40).”1

“Ao longo da Bíblia, supõe-se que exista um santuário celestial, que serve como a principal morada de Deus. Os serviços do santuário terrestre eram ‘pequenas profecias’ do plano da salvação e do ministério sacerdotal de Jesus no Céu.”1

“4. Leia Hebreus 8:6; 9:11, 12, 23-28; e 1 João 1:9–2:2. O que essas passagens ensinam sobre o ministério sacerdotal de Jesus no Céu?”1

Hebreus (8:6 ARA): “Agora, com efeito, obteve Jesus ministério tanto mais excelente, quanto é ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas.

Hebreus (9:11, 12, 23-28 ARA): “11 Quando, porém, veio Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, quer dizer, não desta criação, 12 não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção. […] 23 Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos céus se purificassem com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores. 24 Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus; 25 nem ainda para se oferecer a si mesmo muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no Santo dos Santos com sangue alheio. 26 Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado. 27 E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, 28 assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação.

“Desde a ascensão de Jesus, o santuário celestial é o lugar em que Ele conduz Seu ministério sacerdotal em favor da nossa salvação (veja Hb 7:25). Portanto, somos encorajados a nos achegar ‘confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna’ (Hb 4:16).”

“Visto que o tabernáculo terrestre apresentava duas fases do ministério sacerdotal, primeiro o serviço diário no lugar santo, e depois o que ocorria uma vez por ano no lugar santíssimo, as Escrituras também descrevem essas duas fases do ministério de Jesus no Céu. Seu ministério no lugar santo é caracterizado por intercessão, perdão, reconciliação e restauração. Os pecadores arrependidos têm acesso imediato ao Pai por meio de Jesus, o Mediador (1Jo 2:1). Desde 1844, o ministério de Jesus no lugar santíssimo trata dos aspectos do juízo e da purificação que eram feitos uma vez por ano no Dia da Expiação (Lv 16). O ministério da purificação do santuário também é fundamentado no sangue de Jesus. A expiação realizada nesse dia prefigurava a aplicação final dos méritos de Cristo para remover a presença do pecado e realizar a reconciliação completa do Universo em um governo harmonioso, dirigido por Deus. A doutrina desse ministério em duas fases é uma contribuição adventista singular para a compreensão de todo o plano da salvação.”1

Terça-feira, 20 de novembro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

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