“Tu és o Cristo”

Lições da Bíblia

“Imagine como as coisas devem ter sido para Pedro, que havia estado com Jesus quase desde o início. O que deve ter passado por sua mente enquanto ele testemunhava um acontecimento incrível após outro: curas, expulsão de demônios, alimentação de multidões, surpreendentes ensinos, controle da natureza, ressurreição de mortos e até a experiência de andar com Jesus sobre a água? Que perguntas devem ter voltado à sua mente dia após dia, ao ver coisas que ninguém em toda a História jamais tinha visto? Talvez ele tivesse perguntas como esta: ‘Por que Ele permitiu que João Batista tivesse um fim tão vergonhoso?’ Afinal de contas, Jesus era Deus em forma humana e, como ser humano, viveu e trabalhou pela humanidade (Gl 4:4; Hb 7:26; Is 9:6; Lc 2:10, 11). Assim, aqueles que estavam ao Seu redor, que viviam com Ele e que eram Seus discípulos tiveram muitas experiências singulares.”1

“1. Leia Mateus 16:13-17. Que pergunta Jesus fez aos discípulos? O que significa o fato de Pedro ter sido o único a responder? Por que a resposta dele é tão importante?”1

“13 Indo Jesus para os lados de Cesaréia de Filipe, perguntou a seus discípulos: Quem diz o povo ser o Filho do Homem? 14 E eles responderam: Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros: Jeremias ou algum dos profetas. 15 Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou? 16 Respondendo Simão Pedro, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. 17 Então, Jesus lhe afirmou: Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai, que está nos céus.” (Mateus 16:13-17 ARA).

“‘Quem diz o povo ser o Filho do homem?’ A resposta de Pedro foi inspirada por Deus. Ele tinha convicção de que Jesus era o Messias e Salvador do povo. Pedro foi apenas um instrumento nas mãos do Senhor e ainda precisava amadurecer espiritualmente.1

“A declaração de Pedro a respeito de Jesus ser ‘o Cristo, o Filho do Deus vivo’ (v. 16), é um dos pontos altos da Bíblia. Pedro O chamou de ‘Cristo’, o Ungido, e, com tal confissão, estava dizendo (corretamente, como foi mais tarde demonstrado) que Jesus era o Messias, Aquele que viria em cumprimento das promessas da aliança, feitas a Abraão e depois a Israel (ver Gl 3:16).”1

“Além disso, Pedro proclamou Jesus como o Cristo na região de Cesareia de Filipe. Essa era uma região gentílica. Nos dias anteriores, Pedro havia observado Jesus Se importar não só com os judeus, mas também com os gentios. Com o auxílio do Espírito Santo, Pedro reconheceu que Jesus era muito mais do que um profeta judeu, como outros haviam sugerido. Seu ministério ia muito além da obra de João Batista, Elias ou Jeremias. Na verdade, esse ministério devia abranger a humanidade toda. Portanto, Jesus Se autodenominou ‘Filho do homem’, o que mostra Sua identificação pessoal com todos os seres humanos. Como a Bíblia mostra posteriormente, Pedro ainda tinha muito que aprender sobre Jesus e sobre a plenitude e a universalidade do que Ele tinha vindo fazer.”1

“O que Jesus fez em sua vida que pode ser testemunhado a outros? Por que é sempre bom conservar essas coisas diante de nós e compartilhá-las?”1

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Domingo, 15 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Pedro e a Rocha

Lições da Bíblia

Mas vós, continuou Ele, quem dizeis que Eu sou?(Mt 16:15).

Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a Seus discípulos que Lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia” (Mt 16:21).1

O Novo Testamento é claro: Jesus tinha que morrer. Ao enfrentar a iminente sombra da cruz, Ele orou: ‘Agora, está angustiada a Minha alma, e que direi Eu? Pai, salva-Me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora’ (Jo 12:27). Esse era o plano divino, concebido na mente de Deus, mesmo ‘antes dos tempos eternos’ (Tt 1:2; ver também 2Tm 1:9 [‘que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos,’]).1

“Foi por essa razão que Jesus não disse simplesmente que iria sofrer muitas coisas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia; Ele disse que Lhe era necessário enfrentar tudo isso. Devido à natureza de Deus, à santidade da lei e à realidade do livre-arbítrio, Sua morte era a única maneira de salvar a humanidade da penalidade da transgressão.”1

“‘Embora o estudo desta semana ensine um pouco mais sobre a história de Jesus, nosso foco será Pedro e sua resposta ao ministério de Jesus, enquanto Ele marchava rumo a uma morte planejada ‘antes dos tempos eternos’.”1

Introdução ao tema da Lição desta semana, comentários do autor.

Chegou o dia de impactar sua comunidade. Esperança no coração e livro na mão: Assim você pode alcançar pessoas que precisam viver com esperança!

Sábado, 14 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

Senhor de judeus e gentios – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

 

Estudo adicional

“Um cristão estava falando aos estudantes no campus de uma universidade secular a respeito da existência de Deus. Depois de usar os argumentos comuns, ele partiu para uma tática diferente, dizendo: ‘Sabem, quando eu tinha mais ou menos a idade da maioria de vocês, não acreditava em Deus. Ocasionalmente, quando algo me convencia de que talvez Deus existisse, eu sempre procurava tirar aquela ideia da minha mente. Por quê? Porque algo me dizia que, se de fato Deus existisse, então, considerando minha maneira de viver, eu estaria em grandes apuros.’ A atmosfera mudou instantaneamente. Dezenas de consciências, ao mesmo tempo, começaram a ser despertadas e a entrar em conflito consigo mesmas. No entanto, os cristãos não se sentem incomodados com a existência de Deus porque eles têm as promessas do evangelho. Não importa se somos judeus ou gentios, quando confrontados com nossa pecaminosidade, podemos achar refúgio na justiça de Cristo oferecida pela fé, ‘independentemente das obras da lei’ (Rm 3:28). Podemos reclamar a promessa de que ‘agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito’ (Rm 8:1, ARC). ‘Sem distinção de idade ou categoria, de nacionalidade ou de privilégio religioso, todos são convidados a ir a Ele e viver’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 403).”1

Perguntas para reflexão

“1. Leia Mateus 16:1-12. O que Jesus quis dizer quando declarou: ‘Vede e acautelai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus’ (v. 6). A princípio, os discípulos pensaram que Jesus Se referisse ao fermento literal. Mas Jesus tinha em mente algo muito mais profundo. O que era?”1

“2. O amor de Cristo deve ser a mensagem mais importante do cristianismo. Nenhum de nós tem esperança fora de Jesus Cristo. Infelizmente, às vezes nossa mensagem pode transmitir a ideia de condenação, arrogância e de superioridade. De que forma podemos mostrar mais nossa compaixão por todas as pessoas?”1

Sexta-feira, 13 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

Senhor dos gentios

Lições da Bíblia

“6. Leia Mateus 15:29-39 e compare com Mateus 14:13-21. Quais são as semelhanças e as diferenças entre as duas histórias?”1

“29 Partindo Jesus dali, foi para junto do mar da Galiléia; e, subindo ao monte, assentou-se ali. 30 E vieram a ele muitas multidões trazendo consigo coxos, aleijados, cegos, mudos e outros muitos e os largaram junto aos pés de Jesus; e ele os curou. 31 De modo que o povo se maravilhou ao ver que os mudos falavam, os aleijados recobravam saúde, os coxos andavam e os cegos viam. Então, glorificavam ao Deus de Israel. 32 E, chamando Jesus os seus discípulos, disse: Tenho compaixão desta gente, porque há três dias que permanece comigo e não tem o que comer; e não quero despedi-la em jejum, para que não desfaleça pelo caminho. 33 Mas os discípulos lhe disseram: Onde haverá neste deserto tantos pães para fartar tão grande multidão? 34 Perguntou-lhes Jesus: Quantos pães tendes? Responderam: Sete e alguns peixinhos. 35 Então, tendo mandado o povo assentar-se no chão, 36 tomou os sete pães e os peixes, e, dando graças, partiu, e deu aos discípulos, e estes, ao povo. 37 Todos comeram e se fartaram; e, do que sobejou, recolheram sete cestos cheios. 38 Ora, os que comeram eram quatro mil homens, além de mulheres e crianças. 39 E, tendo despedido as multidões, entrou Jesus no barco e foi para o território de Magadã.” (Mateus 15:29-39 ARA)2.

“13 Jesus, ouvindo isto, retirou-se dali num barco, para um lugar deserto, à parte; sabendo-o as multidões, vieram das cidades seguindo-o por terra. 14 Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-se dela e curou os seus enfermos. 15 Ao cair da tarde, vieram os discípulos a Jesus e lhe disseram: O lugar é deserto, e vai adiantada a hora; despede, pois, as multidões para que, indo pelas aldeias, comprem para si o que comer. 16 Jesus, porém, lhes disse: Não precisam retirar-se; dai-lhes, vós mesmos, de comer. 17 Mas eles responderam: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes. 18 Então, ele disse: Trazei-mos. 19 E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a relva, tomando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos ao céu, os abençoou. Depois, tendo partido os pães, deu-os aos discípulos, e estes, às multidões. 20 Todos comeram e se fartaram; e dos pedaços que sobejaram recolheram ainda doze cestos cheios. 21 E os que comeram foram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças.” (Mateus 14:13-21 ARA)2.

Jesus teve compaixão de judeus e gentios. Ele multiplicou pães e peixes para dois grupos, um de judeus e outro de gentios.1

“Muitas pessoas não percebem que há duas ocasiões nos evangelhos em que as multidões foram alimentadas: a primeira multidão era de judeus; a segunda, de gentios. Em ambos os casos, Jesus teve ‘compaixão’ das pessoas.”1

“É surpreendente essa cena de milhares de gentios vindo para ser ensinados, amados e alimentados pelo jovem Mestre. Hoje, olhando para trás e compreendendo a universalidade do evangelho, podemos facilmente deixar de perceber que algo desse tipo deve ter parecido incrível e inesperado, tanto para judeus quanto gentios. Sem dúvida, Jesus estava tirando todos de sua zona de conforto.”1

“Contudo, este sempre foi o plano de Deus: atrair a Ele todas as pessoas do mundo. Um verso surpreendente das Escrituras Hebraicas testifica dessa verdade: ‘Povo de Israel, Eu amo o povo da Etiópia tanto quanto amo vocês. Assim como Eu trouxe vocês do Egito, Eu também trouxe os filisteus da ilha de Creta e os arameus da terra de Quir’ (Am 9:7, NTLH).”1

“O que Deus estava dizendo ali? Que estava interessado não só na vida de Israel, mas de todos os povos? Que estava interessado nos filisteus? Uma leitura cuidadosa do Antigo Testamento revela essa verdade vez após vez, embora ela tivesse se tornado tão obscura ao longo dos séculos que, na época em que foi formada a igreja do Novo Testamento, muitos dos primeiros crentes tiveram que aprender essa verdade bíblica básica.”1

“7. Leia Romanos 4:1-12. De que forma o evangelho e sua universalidade estão retratados nesses versos?”1

“1 Que, pois, diremos ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? 2 Porque, se Abraão foi justificado por obras, tem de que se gloriar, porém não diante de Deus. 3 Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. 4 Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida. 5 Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça. 6 E é assim também que Davi declara ser bem-aventurado o homem a quem Deus atribui justiça, independentemente de obras: 7 Bem-aventurados aqueles cujas iniqüidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; 8 bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado. 9 Vem, pois, esta bem-aventurança exclusivamente sobre os circuncisos ou também sobre os incircuncisos? Visto que dizemos: a fé foi imputada a Abraão para justiça. 10 Como, pois, lhe foi atribuída? Estando ele já circuncidado ou ainda incircunciso? Não no regime da circuncisão, e sim quando incircunciso. 11 E recebeu o sinal da circuncisão como selo da justiça da fé que teve quando ainda incircunciso; para vir a ser o pai de todos os que crêem, embora não circuncidados, a fim de que lhes fosse imputada a justiça, 12 e pai da circuncisão, isto é, daqueles que não são apenas circuncisos, mas também andam nas pisadas da fé que teve Abraão, nosso pai, antes de ser circuncidado.” (Romanos 4:1-12 ARA).

Pela fé, a justiça de Deus foi atribuída a Abraão, que foi perdoado de seus pecados e recebeu o sinal da circuncisão. Pela fé, todos são justificados, perdoados e selados para a salvação.1

Quinta-feira, 12 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Migalhas da mesa

Lições da Bíblia

“Depois de alimentar e curar Seu próprio povo, e de pregar para ele, Jesus tomou uma decisão dramática. Ele saiu da área dos judeus e entrou na região dos excluídos, os gentios.”1

“5. Leia Mateus 15:21-28. Como devemos entender essa história?”1

“21 Partindo Jesus dali, retirou-se para os lados de Tiro e Sidom. 22 E eis que uma mulher cananéia, que viera daquelas regiões, clamava: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim! Minha filha está horrivelmente endemoninhada. 23 Ele, porém, não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, aproximando-se, rogaram-lhe: Despede-a, pois vem clamando atrás de nós. 24 Mas Jesus respondeu: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. 25 Ela, porém, veio e o adorou, dizendo: Senhor, socorre-me! 26 Então, ele, respondendo, disse: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. 27 Ela, contudo, replicou: Sim, Senhor, porém os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos. 28 Então, lhe disse Jesus: Ó mulher, grande é a tua fé! Faça-se contigo como queres. E, desde aquele momento, sua filha ficou sã.” Mateus 15:21-28 ARA)2.

Jesus veio dar o pão primeiro aos filhos (israelitas) e depois aos cachorrinhos (gentios). Por falta de fé, os filhos podem perder seus privilégios, e pela fé, os cachorrinhos podem ganhar um lugar à mesa de Cristo. Jesus começou tratando a mulher como os judeus tratavam os gentios, e terminou curando sua filha, o que Deus faz com todos os que reconhecem o Filho de Davi. Isso foi uma repreensão para os preconceituosos discípulos.1

“Em muitos aspectos, essa não é uma história fácil de se ler, porque não temos a vantagem de ouvir o tom de voz e ver as expressões faciais das pessoas envolvidas. A princípio parece que Jesus ignorou essa mulher; depois, quando falou com ela, Suas palavras parecem muito rudes: ‘Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos’ (v. 26).”

“Contudo, precisamos considerar algumas coisas.”1

“Primeiro, é verdade que naquela época os judeus se referiam aos gentios como cachorros, o que sugeria a imagem de muitos cachorros correndo pelas ruas. Mas Jesus usou ali o termo grego mais carinhoso, ‘cachorrinho’, o que traria à mente a imagem de cães de estimação alimentados com as coisas que são servidas à mesa.”1

“Segundo, essa mulher cananeia chamou Jesus de ‘Filho de Davi’. Isso mostra a familiaridade dela com o contexto judaico de Jesus. Como um bom mestre, Jesus passou a dialogar com ela e talvez a testá-la. Craig Keener escreveu: ‘Talvez Ele estivesse exigindo que ela entendesse Sua verdadeira missão e identidade, para que não O tratasse como um dos mágicos ambulantes a quem os gentios às vezes apelavam, solicitando que fizessem exorcismos. Porém, Ele certamente a estava convidando a reconhecer a prioridade de Israel no plano divino, um reconhecimento que, para ela, incluía a admissão de sua condição de dependência. […] Podemos comparar isso à exigência de Eliseu de que Naamã mergulhasse no Jordão, apesar da preferência de Naamã pelos rios arameus Abana e Farfar […], o que acabou levando Naamã a reconhecer o Deus e a terra de Israel’ (2Rs 5:17, 18; The Gospel of Matthew: A Socio-Rhetorical Commentary [O evangelho de Mateus: um comentário sócio-retórico], p. 417).”1

“Finalmente, é provável que essa mulher fosse grega de classe alta integrante de um grupo de pessoas que tinham ‘rotineiramente tomado o pão dos judeus pobres que residiam nas imediações de Tiro. […] Então […] Jesus inverteu as relações de poder, pois o ‘pão’ que Jesus oferecia pertencia primeiramente a Israel. […]; essa ‘grega’ devia suplicar ajuda de um judeu itinerante’ (Ibid.).”1

“Esta não é uma passagem fácil, mas devemos confiar em Jesus. Ao dialogar com aquela mulher, Jesus a dignificou, assim como fez com a mulher junto ao poço. No momento em que ela foi embora, Jesus já havia curado sua filha e sua fé no Filho de Davi havia sido despertada.”1

Quarta-feira, 11 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O coração do hipócrita

Lições da Bíblia

“3. “O Senhor disse: […] este povo se aproxima de Mim e com a sua boca e com os seus lábios Me honra, mas o seu coração está longe de Mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens” (Is 29:13). Embora nesse texto Deus estivesse falando ao antigo Israel, que mensagem há para a igreja de hoje? Quais são as duas principais questões a respeito das quais Deus o estava advertindo, e como podemos ter certeza de que não estamos fazendo o mesmo?”1

Devemos ser sinceros para com o Senhor, reconhecer nossas faltas diante dEle e adorá-Lo de modo verdadeiro, de acordo com Sua vontade e Sua lei, e não com base em nossas tradições.1

“Muitos séculos depois que Isaías escreveu essas palavras, Jesus as citou numa controvérsia com os líderes religiosos.”1

“4. Leia Mateus 15:1-20. Qual é a questão específica ali, e como Jesus tratou dela?”1

“1 Então, vieram de Jerusalém a Jesus alguns fariseus e escribas e perguntaram: 2 Por que transgridem os teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos, quando comem. 3 Ele, porém, lhes respondeu: Por que transgredis vós também o mandamento de Deus, por causa da vossa tradição? 4 Porque Deus ordenou: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser a seu pai ou a sua mãe seja punido de morte. 5 Mas vós dizeis: Se alguém disser a seu pai ou a sua mãe: É oferta ao Senhor aquilo que poderias aproveitar de mim; 6 esse jamais honrará a seu pai ou a sua mãe. E, assim, invalidastes a palavra de Deus, por causa da vossa tradição. 7 Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: 8 Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. 9 E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. 10 E, tendo convocado a multidão, lhes disse: Ouvi e entendei: 11 não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem. 12 Então, aproximando-se dele os discípulos, disseram: Sabes que os fariseus, ouvindo a tua palavra, se escandalizaram? 13 Ele, porém, respondeu: Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada. 14 Deixai-os; são cegos, guias de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco. 15 Então, lhe disse Pedro: Explica-nos a parábola. 16 Jesus, porém, disse: Também vós não entendeis ainda? 17 Não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce para o ventre e, depois, é lançado em lugar escuso? 18 Mas o que sai da boca vem do coração, e é isso que contamina o homem. 19 Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias. 20 São estas as coisas que contaminam o homem; mas o comer sem lavar as mãos não o contamina.” (Mateus 15:1-20 ARA)2.

O desrespeito à tradição de lavar as mãos antes de comer, o que acarretava impureza cerimonial. Jesus mostrou que a maldade do coração é pior do que a transgressão das tradições humanas. Muitos que seguiam tais tradições transgrediam o mandamento de Deus, deixando de honrar os pais.1

“Em algum momento após ter voltado de Cafarnaum, Jesus entrou num debate com os líderes judeus sobre o que torna uma pessoa impura. Os mestres haviam acrescentado à lei todos os tipos de regulamentos sobre impureza externa. Por exemplo, era preciso lavar as mãos de uma certa forma, porém os discípulos de Jesus não estavam dando atenção a esse regulamento. Quando os escribas e fariseus de Jerusalém chamaram a atenção sobre isso, Jesus respondeu de maneira enfática.”1

“Em resumo, Ele condenou fortemente aquilo que, com facilidade, se torna uma armadilha para qualquer pessoa: a hipocrisia. Quem, em algum momento, já não foi culpado disso, ao condenar alguém por um ato (verbalmente ou no coração), embora já tivesse feito ou estivesse fazendo a mesma coisa ou algo pior? Todos nós, se não formos cuidadosos, e se não buscarmos a graça de Deus, cairemos na tendência de ver as faltas dos outros e, ao mesmo tempo, ser cegos para as nossas. Portanto, todos temos a tendência de ser hipócritas.”1

“Muitos odeiam a hipocrisia dos outros e têm facilidade de ver esse problema nos outros. Como podemos ter certeza de que nossa capacidade de ver a hipocrisia alheia não seja simplesmente a manifestação dela em nós mesmos?”1

Terça-feira, 10 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Senhor de toda a criação

Lições da Bíblia

“Depois da alimentação miraculosa, Jesus ordenou que Seus discípulos entrassem no barco (Mt 14:22). Ele desejava tirá-los da confusão e da pressão. Um bom mestre protege seus discípulos daquilo que eles ainda não estão prontos para enfrentar. ‘Chamando os discípulos, Jesus ordenou-lhes que tomassem o barco e voltassem imediatamente para Cafarnaum, deixando-O a despedir a multidão. […] [Eles] protestaram contra essa medida, mas Jesus falou com uma autoridade que não havia assumido antes para com eles. Sabiam que seria inútil qualquer oposição de sua parte e, silenciosos, dirigiram-se para o mar’ (O Desejado de Todas as Nações, p. 378).”1

“2. Leia Mateus 14:23-33. O que esses versos revelam sobre quem era Jesus e acerca da natureza da salvação?”1

“23 E, despedidas as multidões, subiu ao monte, a fim de orar sozinho. Em caindo a tarde, lá estava ele, só. 24 Entretanto, o barco já estava longe, a muitos estádios da terra, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário. 25 Na quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando por sobre o mar. 26 E os discípulos, ao verem-no andando sobre as águas, ficaram aterrados e exclamaram: É um fantasma! E, tomados de medo, gritaram. 27 Mas Jesus imediatamente lhes disse: Tende bom ânimo! Sou eu. Não temais! 28 Respondendo-lhe Pedro, disse: Se és tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas. 29 E ele disse: Vem! E Pedro, descendo do barco, andou por sobre as águas e foi ter com Jesus. 30 Reparando, porém, na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: Salva-me, Senhor! 31 E, prontamente, Jesus, estendendo a mão, tomou-o e lhe disse: Homem de pequena fé, por que duvidaste? 32 Subindo ambos para o barco, cessou o vento. 33 E os que estavam no barco o adoraram, dizendo: Verdadeiramente és Filho de Deus!” (Mateus 14:23-33 ARA)2.

Ele é o Deus Eu Sou, que anda sobre as águas e acalma os ventos, que chega no momento da nossa maior necessidade e acalma nosso coração. Quando estamos afundando em meio às ondas, por causa da nossa falta de fé, Ele nos estende a mão, nos salva e acaba com a dúvida.1

“Um momento revelador ocorreu quando os aterrorizados discípulos ficaram imaginando quem estaria andando na água em sua direção. Jesus lhes disse: ‘Tende bom ânimo! Sou Eu. Não temais’ (v. 27). A expressão ‘Sou Eu’ é outra maneira de traduzir a expressão grega ego eimi, que significa ‘Eu Sou’. Esse é o nome do próprio Deus (ver também Êx 3:14 [‘Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros.’]2).”1

“As Escrituras, vez após vez, mostram que o Senhor tem o controle de toda a natureza. O Salmo 104, por exemplo, mostra claramente que Deus não é somente criador, mas também mantenedor, e que é por meio de Seu poder que o mundo continua existindo e que as leis da natureza operam. Não há nada ali que sugira o deus do deísmo, que criou o mundo e depois o abandonou. Sejamos judeus ou gentios, todos devemos nossa contínua existência ao poder sustentador do mesmo Senhor que acalmou o mar (ver também Hb 1:3 [‘Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas,’]2).”1

“O grito de Pedro: ‘Salva-me, Senhor!’ (Mt 14:30) deve ser também o nosso, porque, se o Senhor não nos salvar, quem o fará? O desamparo de Pedro naquela situação se reflete em nossa própria fraqueza diante de tudo o que o mundo pecaminoso lança contra nós.”1

“Pense na sua fraqueza, no sentido de estar à mercê de forças muito maiores que você e que estão além do seu controle. Como essa realidade ajuda a fortalecer sua dependência de Jesus?”1

Segunda-feira, 09 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Alimentar os famintos

Lições da Bíblia

“Um dos atos mais conhecidos de Jesus foi a ocasião em que Ele providenciou alimentação para cinco mil homens, ‘além de mulheres e crianças’ (Mt 14:21). No entanto, como ocorre com tudo o mais no Novo Testamento, essa história não aconteceu sem um contexto que nos ajuda a entender ainda mais profundamente o significado do que Jesus fez.”1

“1. Leia Mateus 14:1-21. O que aconteceu pouco antes da alimentação miraculosa, e que papel esse evento pode ter desempenhado no que ocorreu a seguir?”1

“1 Por aquele tempo, ouviu o tetrarca Herodes a fama de Jesus 2 e disse aos que o serviam: Este é João Batista; ele ressuscitou dos mortos, e, por isso, nele operam forças miraculosas. 3 Porque Herodes, havendo prendido e atado a João, o metera no cárcere, por causa de Herodias, mulher de Filipe, seu irmão; 4 pois João lhe dizia: Não te é lícito possuí-la. 5 E, querendo matá-lo, temia o povo, porque o tinham como profeta. 6 Ora, tendo chegado o dia natalício de Herodes, dançou a filha de Herodias diante de todos e agradou a Herodes. 7 Pelo que prometeu, com juramento, dar-lhe o que pedisse. 8 Então, ela, instigada por sua mãe, disse: Dá-me, aqui, num prato, a cabeça de João Batista. 9 Entristeceu-se o rei, mas, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, determinou que lha dessem; 10 e deu ordens e decapitou a João no cárcere. 11 Foi trazida a cabeça num prato e dada à jovem, que a levou a sua mãe. 12 Então, vieram os seus discípulos, levaram o corpo e o sepultaram; depois, foram e o anunciaram a Jesus. 13 Jesus, ouvindo isto, retirou-se dali num barco, para um lugar deserto, à parte; sabendo-o as multidões, vieram das cidades seguindo-o por terra. 14 Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-se dela e curou os seus enfermos. 15 Ao cair da tarde, vieram os discípulos a Jesus e lhe disseram: O lugar é deserto, e vai adiantada a hora; despede, pois, as multidões para que, indo pelas aldeias, comprem para si o que comer. 16 Jesus, porém, lhes disse: Não precisam retirar-se; dai-lhes, vós mesmos, de comer. 17 Mas eles responderam: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes. 18 Então, ele disse: Trazei-mos. 19 E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a relva, tomando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos ao céu, os abençoou. Depois, tendo partido os pães, deu-os aos discípulos, e estes, às multidões. 20 Todos comeram e se fartaram; e dos pedaços que sobejaram recolheram ainda doze cestos cheios. 21 E os que comeram foram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças.” (Mateus 14:1-21 ARA)2.

Uma aparente derrota com a morte de João Batista, o que trouxe tristeza para Jesus. Apesar desse sofrimento, Jesus Se compadeceu do povo, curou os doentes, pregou o evangelho e multiplicou o alimento. Ele supriu a necessidade do povo, provando que era o Messias e que João havia sido um vitorioso, pelo fato de ter dedicado a vida a anunciar o Cristo.1

“Coloque-se no lugar dos discípulos naquele momento. João Batista, que evidentemente era um homem de Deus, havia acabado de ser decapitado. Eles sabiam disso, porque tinham dado a notícia a Jesus. Embora o texto não revele, isso deve ter sido extremamente desanimador para eles. Sem dúvida, sua fé foi provada. Contudo, depois do que Jesus fez a seguir, a fé dos discípulos deve ter recebido um novo impulso, especialmente após aquele desapontamento.”1

“Há, porém, um significado muito mais profundo nessa história, independentemente de quanto ela tenha aumentado a fé dos discípulos. O ato de Jesus ao alimentar o povo fez com que todos se lembrassem do maná que Deus tinha providenciado para os israelitas no deserto. ‘Surgiu dentro do judaísmo a tradição de que o Messias viria numa Páscoa e que, com Sua vinda, o maná começaria a cair novamente. […] Portanto, quando Jesus alimentou os cinco mil, precisamente antes da Páscoa, ninguém devia ficar surpreso se a multidão começasse a especular se Ele era o Messias e se Ele estava para fazer um milagre ainda maior: alimentar todas as pessoas durante todo o tempo, restaurando o maná’ (Jon Paulien,John: The Abundant Life Bible Amplifier [João: Comentário Bíblico Vida Abundante]. Boise: Pacific Press Publishing Association, 1995; p. 139, 140).”1

“Esse era exatamente o tipo de Messias que o povo desejava: Alguém que cuidasse de suas necessidades exteriores. Naquele momento, as multidões estavam prontas para tornar Jesus rei, mas Ele não tinha vindo para ser rei, e Sua recusa os desapontou grandemente. Eles tinham suas expectativas, e quando estas não foram satisfeitas, muitos abandonaram Jesus, embora o Senhor tivesse vindo para fazer muito mais do que supunham suas expectativas estreitas e mundanas.”1

“Quão estreitas são suas espectativas quanto à maneira de Deus agir?”1

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Domingo, 08 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.