Escravos, viúvas, órfãos e estrangeiros

Lições da Bíblia

“3. Leia Êxodo 23:9. Qual é a mensagem de Deus para Israel nesse verso? Assinale ‘V’ para verdadeiro ou ‘F’ para falso:”1

Êxodo (23:9 ARA)2:

“Também não oprimirás o forasteiro; pois vós conheceis o coração do forasteiro, visto que fostes forasteiros na terra do Egito.”

A. (   ) Oprimam o estrangeiro que vive em Israel.

B. (   ) A essência é: ‘Façam aos outros o que vocês desejam que façam a vocês’.

Resposta sugestiva: F; V.

 “Como escravos recém-libertos, os israelitas sabiam o que era ser oprimido, explorado e marginalizado. Enquanto celebravam a liberdade, a preocupação de Deus era de que eles se esquecessem de onde tinham vindo, o que era ser excluído e o que Ele havia feito para salvá-los. Ele instituiu a Páscoa como um evento memorial e uma oportunidade para recontar a história: ‘O Senhor com mão forte nos tirou da casa da servidão’ (Êx 13:14).”1

“4. Leia Êxodo 22:21-23. Quando Deus instruiu o povo quanto ao modo de tratar os menos afortunados em sua nova sociedade, por que foi importante lembrá-los de sua própria história de escravidão?”1

Êxodo (22:21-23 ARA)2:

“21 Não afligirás o forasteiro, nem o oprimirás; pois forasteiros fostes na terra do Egito. 22 A nenhuma viúva nem órfão afligireis. 23 Se de algum modo os afligirdes, e eles clamarem a mim, eu lhes ouvirei o clamor;”

“Os ecos mal haviam desaparecido, após a promulgação dos Dez Mandamentos, quando Moisés foi chamado a passar mais tempo com Deus. Ele então recebeu instruções detalhadas sobre como esses grandiosos mandamentos deviam ser vividos na sociedade israelita. Mesmo antes das instruções para construir o tabernáculo, Deus concedeu, em três capítulos, leis como, por exemplo, o tratamento apropriado dos escravos – leis que estavam em claro contraste com o tratamento que os israelitas haviam recebido. Havia leis que tratavam de crimes violentos, leis relacionadas à propriedade, leis para a vida cotidiana e princípios para estabelecer tribunais que implementassem essas leis e administrassem a justiça (Leia Êxodo 22:21-23).”1

“Entre essas leis, destacava-se a preocupação com os concidadãos nessa nova sociedade, bem como o cuidado com os estrangeiros e os mais vulneráveis. Essas pessoas não deveriam ser exploradas; elas receberam até direitos de acesso ao alimento de maneira a respeitar sua dignidade, como a possibilidade de recolher as sobras das colheitas. Esse tratamento para com os estrangeiros não era comum no mundo antigo. Ainda hoje alguns parecem esquecer os importantes princípios morais encontrados aqui em relação à maneira de tratar os outros.”1

“Alguma lembrança o tornou mais compassivo e preocupado com o sofrimento ou a injustiça que atinge os outros? Qual?”1

Terça-feira, 09 de julho de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Mesus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Provando a fé.

Lições da Bíblia.

Diante da morte, tanto a viúva de Sarepta como o profeta Elias sentiram seu desamparo e tiveram sua fé provada. “Depois disto, adoeceu o filho da mulher, da dona da casa, e a sua doença se agravou tanto, que ele morreu. Então, disse ela a Elias: Que fiz eu, ó homem de Deus? Vieste a mim para trazeres à memória a minha iniqüidade e matares o meu filho? Ele lhe disse: Dá-me o teu filho; tomou-o dos braços dela, e o levou para cima, ao quarto, onde ele mesmo se hospedava, e o deitou em sua cama; então, clamou ao SENHOR e disse: Ó SENHOR, meu Deus, também até a esta viúva, com quem me hospedo, afligiste, matando-lhe o filho? E, estendendo-se três vezes sobre o menino, clamou ao SENHOR e disse: Ó SENHOR, meu Deus, rogo-te que faças a alma deste menino tornar a entrar nele. O SENHOR atendeu à voz de Elias; e a alma do menino tornou a entrar nele, e reviveu. Elias tomou o menino, e o trouxe do quarto à casa, e o deu a sua mãe, e lhe disse: Vê, teu filho vive. Então, a mulher disse a Elias: Nisto conheço agora que tu és homem de Deus e que a palavra do SENHOR na tua boca é verdade.” (1 Reis 17:17-24).

“Note o conflito que o próprio Elias teve com a morte do menino. Não parece que ele tivesse certeza de que o Senhor o ressuscitaria. Sua oração parece refletir parte da atitude da própria mulher, culpando Deus pela morte. O que isso mostra é que até mesmo profetas podem ter perplexidades para entender certos acontecimentos (Mt 11:1-3).”

“Sem dúvida, por um bom tempo, tanto a viúva como Elias estavam vivendo na presença de um milagre – a provisão ininterrupta de farinha e óleo – que deve ter sido mais que suficiente para manter forte sua fé. Mas, diante de algo tão dramático assim, sua fé foi posta à prova.”

Elias tinha um relacionamento muito íntimo com o Senhor; ele chamava Deus de ‘meu Deus’. Um relacionamento íntimo com Deus não significa ter todas as respostas. Elias não podia entender por que Deus permitira que a criança morresse. Mas é quando temos um relacionamento íntimo com Deus que podemos experimentar melhor Seu poder em nossa vida. O milagre não ocorreu por uma fórmula mágica especial nem mesmo pela tentativa do profeta de manter o menino aquecido. O escritor da história deixa claro que foi Deus que ressuscitou o menino.”

“O próprio Elias ficou emocionado com o resultado. ‘Vê, teu filho vive!’ ele deve ter exclamado para a viúva. Sem dúvida, por mais que esse incidente tenha ajudado a aumentar a fé da mulher, seguramente ele ajudou Elias, também.”

“A resposta da viúva conclui com uma declaração de fé. Ela agora sabia que o Deus de Israel podia sustentar a vida e também dar vida.”

“E prosseguiu: De fato, vos afirmo que nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra. Na verdade vos digo que muitas viúvas havia em Israel no tempo de Elias, quando o céu se fechou por três anos e seis meses, reinando grande fome em toda a terra; e a nenhuma delas foi Elias enviado, senão a uma viúva de Sarepta de Sidom.” (Luc. 4:24-26). “Como as palavras de Cristo nos ajudam a entender melhor essa história como um todo? Que lições podemos tirar desse episódio, nós que fazemos parte de um grupo privilegiado?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – quarta-feira 08 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Lembrando-me de meus pecados.

Lições da Bíblia.

“Depois disto, adoeceu o filho da mulher, da dona da casa, e a sua doença se agravou tanto, que ele morreu. Então, disse ela a Elias: Que fiz eu, ó homem de Deus? Vieste a mim para trazeres à memória a minha iniqüidade e matares o meu filho?” (1 Reis 17:17-18).

“A viúva dera seu último pão, e Deus operou um milagre. Ela e o filho escaparam miraculosamente da fome e tiveram uma fonte constante de comida. É difícil imaginar a surpresa dela ao ver esse milagre incrível acontecer, não uma só vez, mas dia a dia.”

A resposta natural do ser humano ao ter contato com Deus é de reconhecimento da própria indignidade, arrependimento, humilhação. “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza.” (Jó 42:5-6) “Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos!” (Isa. 6:5) Fiquei, pois, eu só e contemplei esta grande visão, e não restou força em mim; o meu rosto mudou de cor e se desfigurou, e não retive força alguma.(Dan. 10:8) Vendo isto, Simão Pedro prostrou-se aos pés de Jesus, dizendo: Senhor, retira-te de mim, porque sou pecador.” (Luc. 5:8) “Quando o vi, caí a seus pés como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último” (Apoc. 1:17)

“Pelo profeta Elias, a viúva entrou em contato com Deus. Quando entramos em contato com um Deus santo, nossos pecados se tornam mais aparentes. E então, quando acontece algo terrível, podemos sentir que o Senhor está nos castigando. Em 1 Reis 17:18, ‘Então, disse ela a Elias: Que fiz eu, ó homem de Deus? Vieste a mim para trazeres à memória a minha iniqüidade e matares o meu filho?(1 Reis 17:18 RA) a viúva culpou o profeta de Deus por estar lá e, consequentemente, levá-la à presença de Deus.”

“Talvez ela visse o tipo de vida fiel e santa que Elias vivia, e ela se sentisse condenada em sua presença quando se comparava com ele. Ou, vivendo dia a dia com um milagre, talvez ela sentisse a presença de Deus e Sua santidade como nunca antes e, assim, sentisse sua pecaminosidade mais que nunca antes. Assim, naquele contexto, ela via seus pecados como a causa dessa tragédia.”

“De muitas formas, essa é uma reação comum. Frequentemente, culpamos a nós mesmos e nossos pecados pelas tragédias que nos atingem ou aos nossos queridos. O que fiz para meu filho ficar doente? Que pecado provocou essa calamidade em minha vida? Embora seja verdade que muitas vezes a dor e o sofrimento são resultado direto das escolhas pecaminosas que fazemos, também é verdade que muitas tragédias vêm por nenhuma razão aparente e certamente não por alguma culpa de nossa parte. Lembre-se da história de Jó. Até Deus admitiu que ele era um homem justo, e veja o que lhe aconteceu. Precisamos ser muito cuidadosos quando buscamos explicar a causa da tragédia em nossa vida. O mais importante é como respondemos a essas tragédias, pois nos demorar na suposta causa muito provavelmente não ajudará.”

“Todos enfrentamos tragédias inesperadas e inexplicáveis, não é mesmo? É parte do que significa sermos seres pecaminosos em um mundo pecaminoso. Como você pode aprender a confiar em Deus e amá-Lo, mesmo em meio a acontecimentos dolorosos?”

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