Eu Me levantarei – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Leia, de Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 10-15, 24-28 (“As bem-aventuranças”). Os salmos são protestos contra a indiferença à injustiça; são uma recusa em aceitar o mal. Eles não são motivados por desejo de vingança, mas por um zelo em glorificar o nome de Deus. É apropriado que os justos se regozijem quando virem a vingança divina contra o mal, porque assim o nome de Deus e Sua justiça serão restaurados no mundo (Sl 58:10, 11). Os salmos compelem as pessoas a erguer a voz contra o mal e a buscar a vinda do reino de Deus em sua plenitude. Nos salmos, recebemos a certeza do conforto e libertação divinos. O Senhor Se levantará!

“‘Quando, por Minha causa, os insultarem e os perseguirem’, […] ‘alegrem-se e exultem’ (Mt 5:11, 12). E apontou aos Seus ouvintes, ‘como exemplo de sofrimento e de paciência’ (Tg 5:10), os profetas que falaram em nome do Senhor. Abel, o primeiro cristão dos filhos de Adão, morreu como mártir. Enoque andou com Deus, e o mundo não o conheceu. Noé foi escarnecido como fanático e alarmista. ‘Outros, por sua vez, passaram pela prova de zombarias e açoites, [e] até de algemas e prisões’. E ‘alguns foram torturados, não aceitando seu resgate, para obterem superior ressurreição’” (Hb 11:36, 35; Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo [CPB, 2022], p. 27). Perguntas para consideração 1. A existência do mal leva alguns a perguntar se o Senhor realmente reina. Como cultivar a fé que resiste sob a tentação? Em que devemos nos concentrar para manter a fé no amor e no poder de Deus? O que a cruz nos diz sobre o caráter de Deus? 2. Por que é importante não confiar nos meios humanos (líderes, instituições e movimentos sociais) como a sabedoria e a solução definitivas para a justiça no mundo, mas confiar unicamente na Palavra e no juízo divinos? 3. Quais são as implicações práticas da verdade de que o santuário é o lugar do juízo? 4. Como entender a linguagem dura de alguns salmos? Essa linguagem nos ajuda a nos relacionarmos com a humanidade daqueles que os escreveram?

Sexta-feira, 09 de fevereiro de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
_______________
1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro dos Salmos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 515, jan. fev. mar. 2023. Adulto, Professor. 

Eu Me levantarei

Lições da Bíblia1

 “Por causa da opressão dos pobres e do gemido dos necessitados, Eu Me levantarei agora, diz o Senhor, e porei a salvo aquele que anseia por isso” (Sl 12:5).

Em todas as épocas, incluindo a nossa, o mal, a injustiça e a opressão têm assolado a Terra. Os salmistas também viveram tempos assim. Dessa forma, entre outras coisas, os salmos são também protestos de Deus e dos salmistas contra a violência e a opressão no mundo.

Sim, o Senhor é longânimo e retém Sua ira em Sua grande tolerância, não querendo que ninguém pereça, mas que todos se arrependam e mudem seus caminhos (2Pe 3:9-15). E embora o tempo apropriado de Deus para Sua intervenção nem sempre coincida com as expectativas humanas, o dia do juízo está próximo (Sl 96:13; 98:9). Só precisamos confiar Nele e em Suas promessas, até que esse dia chegue.

Somente o Criador, cujo trono é fundado na retidão e na justiça (Sl 89:14; 97:2), pode oferecer, com Seu juízo soberano, estabilidade e prosperidade ao mundo. O aspecto duplo do juízo divino inclui a libertação dos oprimidos e a destruição dos ímpios (Sl 7:6-17).

Essa libertação foi prometida, e isso acontecerá em breve, mas no tempo de Deus, não no nosso, um ponto que o salmista enfatizou.

Sábado, 03 de fevereiro de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
_______________
1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro dos Salmos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 515, jan. fev. mar. 2023. Adulto, Professor. 

Vindicação

Lições da Bíblia

“5. Leia Daniel 6:24-28. Que testemunho o rei deu sobre Deus?”1

Daniel 6:24-28 (ARA)2: “24 Ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova, e já os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos. 25 Então, o rei Dario escreveu aos povos, nações e homens de todas as línguas que habitam em toda a terra: Paz vos seja multiplicada! 26 Faço um decreto pelo qual, em todo o domínio do meu reino, os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel, porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre; o seu reino não será destruído, e o seu domínio não terá fim. 27 Ele livra, e salva, e faz sinais e maravilhas no céu e na terra; foi ele quem livrou a Daniel do poder dos leões. 28 Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario e no reinado de Ciro, o persa.”

“Um ponto importante da narrativa é o fato de Dario ter louvado a Deus e reconhecido Sua soberania. Isso é uma culminação, até mesmo um clímax, dos louvores ou expressões de reconhecimento oferecidos a Ele nos capítulos anteriores (Dn 2:20-23; Dn 3:28,29; Dn 4:1-3,34-37). Como Nabucodonosor, Dario respondeu ao livramento de Daniel louvando o Senhor. Mas ele também fez mais: o rei reverteu seu decreto anterior e ordenou a todos que tremessem e temessem ‘perante o Deus de Daniel’ (Dn 6:26).”

“O profeta foi miraculosamente salvo, sua fidelidade foi recompensada, o mal foi punido e a honra e o poder de Deus foram vindicados. Vemos aqui um pequeno exemplo do que ocorrerá em escala universal: o povo de Deus terá livramento, o mal será punido, e o Senhor será vindicado perante o Universo.”1

“6. Leia Daniel 6:24. O que é um tanto problemático nesse verso? Por quê?”1

Daniel 6:24 (ARA)2: “Ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova, e já os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos.”

“No entanto, há um problema perturbador: as esposas e os filhos que, até onde sabemos, eram inocentes e, contudo, sofreram o mesmo destino dos culpados. Como podemos explicar o que parece ser um mau uso da justiça?”1

“Primeiramente, devemos notar que a ação foi decidida e implementada pelo rei de acordo com a lei persa, que incluía a família na punição do culpado. De acordo com um princípio antigo, toda a família era responsável pela transgressão de um membro da família. Isso não significa que essa prática esteja certa; significa apenas que o relato se encaixa com o que sabemos sobre a lei persa.”1

“Em segundo lugar, devemos observar que a narrativa bíblica relata o evento, mas não endossa a ação do rei. De fato, a Bíblia proíbe claramente que os filhos sejam mortos por causa dos pecados dos pais (Dt 24:16).”1

“Diante de injustiças como essa e tantas outras, como você pode obter conforto de ­textos como 1Cr 4:5? O que esse texto afirma, e por que o argumento que ele defende é tão importante?”1

Dez Dias de Oração e Resgate – 8º dia: hoje vamos orar por novas oportunidades para testemunhar da nossa fé.

Quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

_______________
1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.