Selados para o Céu

Lições da Bíblia1:

Na crise vindoura em torno da adoração, os fiéis não cederão às pressões do mundo (Ap 14:12). Eles serão selados pelo Espírito Santo (Ef 4:30) e não serão abalados. Antigamente, os selos atestavam a autenticidade de documentos oficiais. Eram uma marca distintiva e individualizada. Uma vez que o conflito final se concentra na adoração a Deus e na Sua autoridade, conforme revelado em Sua lei, é de se esperar que o selo divino esteja integrado à Sua lei (compare com Is 8:16).

3. Que elementos de um selo vemos no quarto mandamento? Êx 20:8-11

Êx 20:8-11 (NAA)2: 8 — Lembre-se do dia de sábado, para o santificar. 9 Durante seis dias você pode trabalhar e fazer toda a sua obra, 10 mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor, seu Deus. Não faça nenhum trabalho nesse dia, nem você, nem o seu filho, nem a sua filha, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu animal, nem o estrangeiro das suas portas para dentro. 11 Porque em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou.”

No mandamento do sábado há três elementos de um selo autêntico: (1) O nome Daquele a quem o selo pertence, “Senhor, seu Deus”; (2) Seu título, Aquele que “fez” – o Criador; (3) Seu território, “os céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há”. A Bíblia algumas vezes chama um selo de sinal (Rm 4:11). As duas palavras são intercambiáveis. Como sinal ou selo de Deus no centro da lei divina, o sábado está no centro do conflito final em torno da adoração (Ez 20:12, 20; Ap 12:17).

4. Compare Apocalipse 7:1-3 e 14:1 com 13:16, 17. Onde são recebidos o selo de Deus e a marca da besta? Por que existe diferença?

Ap 7:1-3 (NAA)2: 1 Depois disso, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, segurando os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma. 2 Vi outro anjo que subia do nascente do sol, tendo o selo do Deus vivo. Ele gritou com voz bem forte aos quatro anjos, aqueles que tinham recebido poder para causar dano à terra e ao mar, 3 dizendo: — Não danifiquem nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até marcarmos com um selo a testa dos servos do nosso Deus.”

Ap 14:1 (NAA)2: “Olhei, e eis que o Cordeiro estava em pé sobre o monte Sião. Com ele estavam cento e quarenta e quatro mil, que tinham escrito na testa o nome do Cordeiro e o nome de seu Pai.”

Ap 13:16, 17 (NAA)2: “16 A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz com que lhes seja dada certa marca na mão direita ou na testa, 17 para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.”

O selo de Deus é colocado na testa, que é um símbolo da mente e representa uma decisão consciente. A marca da besta é recebida na testa ou na mão, indicando que as pessoas estão convencidas mentalmente e por escolha própria aceitam as mentiras de Satanás ou, como alternativa, consentem com a falsa adoração para evitar a morte.

O diabo odeia os que são obedientes a Deus. O grande conflito chega a um clímax quando o dragão (Satanás) trava guerra contra o remanescente, os que “guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12). Eles estão firmados na lealdade a Cristo.

Por que a fidelidade diária ao Senhor é a chave que nos prepara para a crise final?

Segunda-feira, 17 de junho de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O grande conflito. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 516, abr. mai. jun. 2024. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

O selo de Deus e a marca da besta: parte 2

Lições da Bíblia1

“‘Se alguém tiver de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá. Se alguém tiver de ser morto pela espada, pela espada morto será.’ Aqui está a perseverança e a fi delidade dos santos” (Ap 13:10).

No século 15, os vales do Piemonte, no alto dos Alpes ao norte da Itália, eram o lar dos Valdenses, um povo determinado a permanecer fiel à compreensão que tinham da Bíblia. Como resultado de sua resoluta lealdade a Cristo, foram ferozmente perseguidos. Em 1488 d.C., exércitos da Igreja Romana assassinaram brutalmente os Valdenses no Vale de Loyse devido à fé que professavam.

Outra onda de perseguição se deu no século 17, quando o duque de Saboia enviou 8 mil soldados para o território deles e exigiu que a população local abrigasse as tropas em suas casas. Eles fizeram o que o duque pediu, porém essa foi uma estratégia para dar aos soldados acesso às vítimas. Em 24 de abril de 1655, às 4 da manhã, o sinal foi dado para o massacre. Esse ataque matou mais de 4 mil fiéis.

Infelizmente, a história se repete muitas vezes. A “marca da besta” será o último elo de uma cadeia ímpia de perseguição religiosa que remonta ao passado. Como as perseguições antigas, tem o objetivo de impor um conjunto de crenças e um sistema de adoração. Entretanto, como sempre, Deus terá um povo que não se renderá.

Sábado, 10 de junho de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. As três mensagens do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 512, abr. maio jun. 2023. Adulto, Professor. 

O selo de Deus e a marca da besta: parte 1 – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

“Desde a origem do grande conflito no Céu, o propósito de Satanás tem consistido em destruir a lei de Deus. Para cumprir esse objetivo, ele se rebelou contra o Criador e, embora tenha sido expulso do Céu, continuou a mesma luta na Terra. Sua constante meta tem sido enganar os seres humanos para induzi-los a transgredir a lei de Deus. Se isso é feito rejeitando toda a lei ou apenas um de seus preceitos, não importa: no fim, o resultado será o mesmo. […] Em seu empenho para desacreditar os preceitos divinos, Satanás perverteu as doutrinas da Bíblia, e assim se incorporaram erros na fé nutrida por milhares dos que professam crer nas Escrituras Sagradas. O último grande conflito entre a verdade e o erro será nada mais que a batalha final da prolongada controvérsia relativa à lei de Deus. Estamos agora entrando nessa batalha – uma luta entre as leis dos homens e os preceitos de Jeová, entre a religião da Bíblia e a religião das fábulas e da tradição” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 485).

Adoração e criação estão ligadas. O conflito e as questões que envolvem a marca da besta giram em torno da adoração a Deus. É Ele digno de ser adorado?

O conceito de Cristo como Criador está no centro da observância do sábado. Jesus enfatizou a importância do dia do qual Se autodenominou “Senhor” (Mt 12:8; Mc 2:28; Lc 6:5). O sábado é um memorial eterno de nossa identidade. Ele nos lembra de que somos humanos, nos confere valor, reforça a ideia de que somos criados, e que o Criador é digno de adoração. Por isso, o diabo odeia o sábado, pois é o elo dourado que nos une ao Criador. Por isso, ele terá papel tão relevante na crise final.

Perguntas para consideração

Quais são os princípios básicos por trás da reivindicação de autoridade da besta? Como essas atitudes podem se alojar em nosso coração de forma imperceptível?

Seria Satanás apenas uma superstição primitiva? Qual seria a sua resposta a alguém que insiste em negar a existência do inimigo?

Sexta-feira, 09 de junho de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. As três mensagens do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 512, abr. maio jun. 2023. Adulto, Professor. 

O selo de Deus e a marca da besta: parte 1

Liçoes da Bíblia1

“Vi outro anjo que subia do nascente do sol, tendo o selo do Deus vivo. Ele gritou com voz bem forte aos quatro anjos, aqueles que tinham recebido poder para causar dano à Terra e ao mar, dizendo: – Não danifiquem nem a Terra, nem o mar, nem as árvores, até marcarmos com um selo a testa dos servos do nosso Deus” (Ap 7:2, 3).

À medida que estudamos os eventos do tempo do fim em relação à marca da besta, um ponto crucial é a diferença no modo de atuação de Deus e do inimigo das almas.

As questões fundamentais no grande conflito entre Cristo e Satanás se concentram na lealdade, autoridade e adoração. As profecias que descrevem o poder da besta em Apocalipse 13, o chifre pequeno em Daniel 7 e o “homem da iniquidade” em 2 Tessalonicenses 2 falam de um poder que usurpa a autoridade de Deus, ordena lealdade e introduz um falso sistema de adoração. E faz isso através do uso da força, coerção e, às vezes, subornos e recompensas – tudo para obrigar a adoração.

Em contrapartida, o amor é a força motivadora do reino de Deus. Em vez de adorar a besta, o povo de Deus encontra sua alegria em adorar o Senhor. É comprometido com Ele porque sabe que Ele é fiel. Só uma coisa nos impedirá de receber a marca da besta no tempo do fim: um amor tão profundo por Jesus que nada possa abalar nossa confiança Nele. Nesta lição, vamos explorar mais esses temas.

Sábado, 03 de junho de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. As três mensagens do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 512, abr. maio jun. 2023. Adulto, Professor. 

O povo de Deus selado – Estudo adicional

Lições da Bíblia

“Leia o capítulo ‘Impecabilidade e Salvação’, do livro Mensagens Escolhidas, v. 3, de Ellen G. White, p. 353-357. A identidade dos 144 mil é uma questão polêmica. Parece evidente que os 144 mil são a última geração do povo de Deus. Sabemos que eles passarão pelo tempo de angústia e serão protegidos das sete pragas (veja Sl 91:7-16) e que sua lealdade será provada como jamais ocorreu no passado.”1

“A identidade dessas pessoas é um dos segredos que Deus guardou para Si (Dt 29:29). Somente no futuro será revelado quem fará parte desse grupo. Em relação a esse mistério, recebemos uma advertência:”1

“‘Cristo diz que haverá na igreja pessoas que apresentarão fábulas e suposições, quando Deus deu verdades grandes, inspiradoras e de molde a enobrecer, as quais devem ser sempre conservadas no tesouro da memória. Quando as pessoas apanham esta e aquela teoria, quando são curiosas de saber alguma coisa que não lhes é necessário saber, Deus não os está conduzindo. Não é plano Dele que Seu povo apresente alguma coisa que eles supõem, a qual não é ensinada na Palavra de Deus. Não é Sua vontade que eles se metam em discussões acerca de questões que não os ajudam espiritualmente, como: Quais pessoas vão constituir os cento e quarenta e quatro mil? Isto, aqueles que forem os eleitos de Deus hão de, sem dúvida, saber em breve’ (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 174).”

Perguntas para discussão

“1. Pense nesta exortação: ‘Procuremos, com todo o poder que Deus nos tem dado, estar entre os 144 mil’ (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 1084). Como praticar essas palavras?”1

“2. Uma característica dos 144 mil é seu novo cântico. Ninguém mais poderá cantar esse cântico senão os 144 mil, pois é o cântico da experiência – uma experiência que nenhum outro grupo na história teve (Ap 14:3, 4; Ap 15:2, 3). Sua caminhada espiritual reflete um cântico de uma nova experiência com Deus? Ou sua vida reflete suas antigas histórias sem evidência de um compromisso atual?”1

“3. Qual é a diferença entre simplesmente saber sobre Cristo e realmente conhecê-Lo? Você sabe como é Cristo?”1

Sexta-feira, 08 de fevereiro de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.

O povo selado de Deus

Lições da Bíblia

“2. De acordo com Apocalipse 7:4-8, quantas pessoas receberam o selo de Deus? Reflita sobre o significado desse número específico e assinale a alternativa correta:”

Apocalipse (7:4-8 ARA)2: 4 Então, ouvi o número dos que foram selados, que era cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel:da tribo de Judá foram selados doze mil; da tribo de Rúben, doze mil; da tribo de Gade, doze mil;da tribo de Aser, doze mil; da tribo de Naftali, doze mil; da tribo de Manassés, doze mil;da tribo de Simeão, doze mil; da tribo de Levi, doze mil; da tribo de Issacar, doze mil;da tribo de Zebulom, doze mil; da tribo de José, doze mil; da tribo de Benjamim foram selados doze mil.

  1. ( ) 200 milhões.
  2. ( ) 144 mil.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“O anúncio do número dos que foram selados marca a conclusão do selamento. João ouviu que o número deles era 144 mil, das 12 tribos de Israel. Esse texto não se refere a um número literal, mas ao seu significado. O número 144 mil é composto por 12 x 12 x 1.000. O número 12 é um símbolo do povo de Deus: as tribos de Israel e a igreja edificada sobre o fundamento dos 12 apóstolos (Ef 2:20). Portanto, o número 144 mil representa a totalidade do povo de Deus do tempo do fim – ‘todo o Israel’ (judeus e gentios) que estiver preparado para o retorno de Cristo e que será trasladado sem passar pela morte (Rm 11:26; 1Co 15:51-53).”

“As 12 tribos listadas em Apocalipse 7 não são, evidentemente, literais, pois as 12 tribos de Israel, que incluíam tanto o reino do Norte como o do Sul, não existem mais hoje. As 10 tribos do reino do Norte foram levadas ao cativeiro durante a conquista assíria (2Rs 17:6-23), onde se integraram a outras nações. Portanto, as 12 tribos não constituem o judaísmo hoje.”1

“Além disso, a lista das 12 tribos em Apocalipse 7 é diferente de todas as demais encontradas nas Escrituras (compare com Nm 1:5-15; Ez 48:1-29). Judá foi listada como a primeira tribo (Ap 7:5), em lugar da tribo de Rúben (compare com Nm 1:5). A tribo de Dã, incluída nas listas de Números 1 e de Ezequiel 48, foi omitida da lista de Apocalipse 7. Possivelmente Efraim tenha sido referida como José, e Dã foi substituída por Levi.”1

“O motivo aparente da exclusão da tribo de Dã, da lista de Apocalipse 7, é que, no Antigo Testamento, ela é retratada algumas vezes de modo negativo em virtude da apostasia (Gn 49:17; 1Rs 12:29).”1

“A lista das tribos de Apocalipse 7 não é histórica, mas espiritual. A ausência de Dã e a não menção de Efraim nessa lista sugere que a infidelidade dessas 2 tribos não tem lugar entre o povo de Deus selado (Os 4:17). Ademais, o Novo Testamento se refere à igreja como as 12 tribos de Israel (Tg 1:1). As 12 tribos de Apocalipse 7 representam todo o povo de Deus que perseverar até o fim, judeus e gentios.”1

“Quais certezas bíblicas o Senhor concede aos que vivem durante o tempo da angústia?”1

Segunda-feira, 04 de fevereiro de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O selo de Deus ou a marca da besta? – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“‘Assim que o povo de Deus for selado em sua testa – e não se trata de selo ou sinal que se possa ver, mas uma fixação na verdade, tanto intelectual como espiritualmente, de modo que não possa mais mudar – estará também selado e preparado para a sacudidura que virá. Na verdade, ela já começou; os juízos de Deus estão agora sobre a Terra […] a fim de sabermos o que está vindo’ (Ellen G. White, A Fé Pela Qual Eu Vivo [Meditação Matinal, 2006], p. 285).”1

“O sábado será a grande prova de lealdade, pois é o ponto da verdade especialmente controvertido. Quando sobrevier aos homens a prova final, será traçada a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não O servem. Ao passo que a observância do falso sábado em conformidade com a lei do Estado, contrária ao quarto mandamento, será uma declaração de fidelidade ao poder que se acha em oposição a Deus, a guarda do verdadeiro sábado, em obediência à lei divina, é uma prova de lealdade para com o Criador. Ao passo que uma classe, aceitando o sinal de submissão aos poderes terrestres, recebe o sinal da besta, a outra, preferindo o sinal da obediência à autoridade divina, recebe o selo de Deus’ (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 605).”1

Perguntas para discussão

“1. Como podemos revelar aos outros a verdade sobre a marca da besta e o selo de Deus sem causar conflitos desnecessários? Por que devemos enfatizar o fato de que ninguém hoje tem a marca da besta?”1

“2. Qual é a relação entre o sábado e o selamento do Espírito Santo?”1

“3. O que significa a ideia de que o selamento é ‘uma fixação na verdade, tanto intelectual como espiritualmente’?”1

“4. O que caracteriza a Babilônia espiritual, seus valores e métodos? Como eles diferem dos valores do reino de Deus? Os valores de Babilônia estão entrando em nossa igreja? Como reconhecer esses valores e lidar com eles de maneira cristã, refletindo os valores do reino de Deus?”1

Sexta-feira, 15 de junho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Preparação para o tempo do fim. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 492, abr. maio jun. 2018. Adulto, Professor.

O sábado como o selo

Lições da Bíblia

“Como já vimos, o sábado tem sido um sinal do verdadeiro povo de Deus ao longo da história, desde o tempo de Adão e Eva e o período de Israel. Ele também foi perpetuado na igreja do Novo Testamento com a prática de Jesus e dos apóstolos, e aparece como sinal distintivo do povo de Deus nos últimos dias, ‘os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus’ (Ap 14:12).”1

“7. Por que o sábado é tão importante? Que significado especial ele tem para os cristãos? Êx 20:8-11; Hb 4:9, 10”1

Êxodo (20:8-11 ARA)2: “8 Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. 9 Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. 10 Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; 11 porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.”.

Hebreus (4:9, 10 ARA)2: “9 Portanto, resta um repouso para o povo de Deus. 10 Porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das suas.”.

“O sábado aparece no centro dos Dez Mandamentos. Ele foi dado pelo Criador como sinal ou selo de Sua autoridade. Esse mandamento O identifica pelo nome, o Senhor Deus. Identifica o domínio sobre o qual Ele tem jurisdição, ‘os céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há’ (Êx 20:11). Também identifica o fundamento de Sua autoridade: ‘Porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a Terra, […] e, ao sétimo dia, descansou’.”1

“O Novo Testamento identifica Jesus como Aquele por meio de quem Deus fez todas as coisas (Jo 1:1-3; Cl 1:16; Hb 1:1, 2). Cristo criou nosso mundo em seis dias e descansou no sétimo. Portanto, é muito significativo o fato de que, enquanto Jesus estava pendurado na cruz naquela tarde de sexta-feira, Ele bradou: ‘Está consumado!’ (Jo 19:30). Assim como Cristo descansou no sábado depois de concluir Sua obra de criação, Ele também descansou no túmulo durante o sábado, depois de concluir Sua obra sacrifical ao morrer em nosso lugar para nossa redenção. Portanto, o sábado foi duplamente abençoado, primeiramente na criação e depois na cruz. Por essa razão, de acordo com o livro de Hebreus, ao descansar no sábado, o cristão mostra que ‘ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das Suas’ (Hb 4:10). O sábado é um símbolo perfeito de que não podemos nos salvar; de que, do começo ao fim, a salvação é a obra de Cristo, que se torna disponível a nós mediante a fé (compare com Hb 12:2 [‘olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.’]2).”1

“Se o sábado simboliza o descanso de nossas obras, o que representa a guarda do domingo? Como isso se encaixa perfeitamente no caráter essencial de Babilônia?”1

Quinta-feira, 14 de junho de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Preparação para o tempo do fim. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 492, abr. maio jun. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.