Ressuscitar em Cristo (1Ts 4:15, 16)

Lições da Bíblia.

“Em 1 Tessalonicenses 4:13–5:11, Paulo se fundamentou nos ensinamentos de Jesus. Há mais de uma dúzia de paralelos entre essa passagem acerca do tempo do fim e as declarações de Jesus registradas em Mateus, Marcos e Lucas. Mas quando Paulo falou sobre a ‘palavra do Senhor’, em 1 Tessalonicenses 4:15, estava se referindo a uma declaração de Jesus que não foi incluída nos quatro evangelhos, mas que o apóstolo preservou para nós (outro exemplo claro desse procedimento é visto em Atos 20:35).”

“5. De acordo com Paulo, o que acontecerá quando Cristo voltar?” “Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro;” (1 Ts 4:15-16). “Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém!” (Apoc. 1:7). “E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.” (Mat. 24:31). “Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.” (João 5:28-29). “Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos. E, estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto Jesus subia, eis que dois varões vestidos de branco se puseram ao lado deles e lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir.” (Atos 1:9-11). “Os mortos em Cristo ressuscitarão; Seu povo será reunido; todo olho O verá; Ele voltará de modo literal e corporal; todas as tribos se lamentarão.”

“A segunda vinda de Jesus será um evento estrondoso, acompanhada pelo brado de comando de um arcanjo e pela trombeta de Deus. Todos a ouvirão e verão (Ap 1:7; Mt 24:31; Jo 5:28, 29; At 1:9-11).”

“Mas o ponto-chave para Paulo era a ordem dos eventos quando Jesus vier. Os tessalonicenses haviam chegado a acreditar que morrer antes da volta de Jesus implicaria em algum tipo de desvantagem na eternidade, provavelmente eterna separação física dos que vivessem até a segunda vinda de Cristo.”

“Nesse texto, Paulo assegurou aos tessalonicenses que os crentes vivos não precederão nem terão vantagem sobre os mortos. Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro (Ap 20:4-6). Isso acontecerá antes que os vivos subam ao encontro de Jesus nos ares (1Ts 4:17). Os justos mortos serão ressuscitados e receberão a imortalidade com os que estiverem vivos quando Ele voltar.”

“Essa passagem não ensina que os crentes vão para o Céu quando morrem. Se Paulo tivesse ensinado aos crentes de Tessalônica que seus entes queridos falecidos estavam no Céu, por que eles estariam tristes? Ele se havia esquecido de lhes dar essa esperança? Em vez disso, o conforto que Paulo ofereceu foi o conhecimento de que a ressurreição iria reuni-los com seus amados.”

“Pense em tudo o que acontecerá na segunda vinda de Cristo: Jesus virá no céu, todos O verão, os mortos serão trazidos à vida, os justos vivos receberão a imortalidade e todos serão levados juntos para o Céu. Em certo sentido, isso é muito irracional e totalmente contra o que o senso comum, a experiência e até mesmo a ciência nos ensinam. No entanto, é nisso que devemos acreditar; caso contrário, não temos esperança. Se você pode confiar no Senhor em uma coisa assim, como pode não confiar nEle nas as coisas ‘menores’ com as quais está lutando?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 22 de agosto de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Morte e ressurreição (1Ts 4:14)

Lições da Bíblia.

“3. Que esperança Paulo oferece em relação aos que já morreram?” “Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem.” (1 Ts 4:14). “Se Jesus ressuscitou, Deus trará os que dormem na companhia de Jesus.”

“No verso 14, Paulo oferece a solução para o problema da tristeza desesperada. Na língua original, ele descreveu os crentes que morreram como tendo dormido em Jesus. Embora, nos tempos do Novo Testamento, dormir tenha sido uma metáfora comum para a morte, a expressão normal para a morte de um crente é ‘dormir em Jesus’ ou ‘em Cristo’. Um bom exemplo disso é a expressão ‘os mortos em Cristo’, do verso 16.”

“Uma segunda questão com o texto é a ideia de que Deus ‘trará, em Sua companhia, os que dormem.’ Alguns leem essa frase como significando que os que morreram em Cristo (e se presume que foram para o Céu no momento da morte) retornarão com Jesus quando Ele vier. Mas essa interpretação contradiz o próprio ensino de Paulo no verso 16, de que a ressurreição dos cristãos mortos ocorrerá na segunda vinda e não antes.”

“4. Como 1 Coríntios 15:20-23, 51-58 nos ajuda a entender a ideia de 1 Tessalonicenses 4:14?” “Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. […] Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade. E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão. ” (1 Cor. 15:20-23, 51-58). “Jesus foi as primícias da ressurreição; na Sua volta, o restante dos mortos ressurgirão; a ressurreição de Cristo abriu o caminho da vitória sobre a morte; quando a trombeta soar, os mortos ressuscitarão incorruptíveis.”

“Podemos entender o que ele estava dizendo se prestarmos muita atenção ao ponto principal que Paulo estava apresentando. Ele estava traçando um paralelo entre a morte e a ressurreição de Jesus e a morte e ressurreição do crente. Para Paulo, a ressurreição de Jesus, ainda recente em seus dias, era a garantia de que todos os crentes também seriam ressuscitados na segunda vinda de Cristo (1Co 15:20-23). A teologia de Paulo é consistente. ‘Se cremos’ (1Ts 4:14) na morte e ressurreição de Jesus, devemos também acreditar na ressurreição dos que morreram como verdadeiros seguidores de Jesus.”

“Assim, ele usou a expressão ‘mediante Jesus’ da mesma forma que utilizou as palavras ‘em Cristo’ no verso 16. Com isso, estava dizendo aos tessalonicenses que seus irmãos e irmãs mortos não permaneceriam na Terra quando os crentes vivos subissem ao Céu. Todos subirão juntos (Jo 14:1-3). Deus não ‘trará’ os cristãos ressuscitados para a Terra quando Jesus voltar; em vez disso (como Ele fez com Jesus), o Senhor os ‘tirará’ do sepulcro e, juntamente com os vivos, os levará para o Céu. Assim como a ressurreição de Jesus precedeu Sua ascensão ao Céu, igualmente ocorrerá com os Seus seguidores fiéis.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 21 de agosto de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A situação em Tessalônica

Lições da Bíblia.

“1. Leia 1 Tessalonicenses 4:13-18. Com base nos indícios dessa passagem, que falsas crenças na igreja de Tessalônica trouxeram sofrimento desnecessário àqueles que as sustentavam?” “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.” (1 Ts 4:13-18). “Pensavam que os que morriam antes da vinda de Jesus, teriam alguma desvantagem na vinda de Jesus ou não ressuscitariam.”

“Dentro do judaísmo dos dias de Paulo, prevalecia uma variedade de pontos de vista em relação ao tempo do fim. Um desses pontos de vista foi, de alguma forma, introduzido na igreja de Tessalônica. Apesar de não termos certeza de qual tenha sido exatamente esse ponto de vista, parece ter sido a ideia de que todos os fiéis de Deus teriam participação no ‘mundo por vir’, mas somente os que estivessem vivos no fim seriam levados para o Céu. Os que morreram antes do fim seriam ressuscitados e permaneceriam na Terra.”

“Em tal sistema de crenças, morrer antes do fim seria uma séria desvantagem. Mas isso também significaria uma separação entre os que fossem levados para o Céu e os que fossem deixados na Terra. Se os tessalonicenses a quem Paulo escreveu vivessem até o fim, eles realmente subiriam ao Céu na segunda vinda de Jesus, mas teriam que deixar seus entes queridos falecidos na Terra (1Ts 4:13, 14).”

“Não é de admirar, portanto, que Paulo tenha começado 1 Tessalonicenses 4:13-18 com um comentário sobre a ignorância da igreja, e não com a expressão ‘vós mesmos sabeis muito bem’, que aparece em outros lugares (1Ts 5:2; 4:2). Em relação à profecia sobre a segunda vinda de Cristo, havia coisas importantes que a igreja não sabia e outras que ela precisaria desaprender.”

“Ao pensarmos na profecia, devemos lembrar que ela não é dada para satisfazer nossa curiosidade sobre o tempo dos acontecimentos e sobre detalhes dos eventos do tempo do fim. A profecia tem um propósito ético e moral. Deus a designou para nos ensinar a viver. Ela foi planejada para nos dar incentivo e propósito, especialmente em meio ao sofrimento e perda. Corretamente compreendidas, as profecias da Bíblia têm o poder de mudar a vida. Em outras palavras, embora seja importante crer como adventistas (o que significa crer na profecia bíblica), é ainda mais importante viver como adventistas.”

“O que significa ‘viver como um adventista?’ Comente sua resposta com a classe.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – domingo 19 de agosto de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Os mortos em Cristo (1Ts 413-18)

Lições da Bíblia.

“Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts 4:16).

“Pensamento-chave: Paulo apresentou aos tessalonicenses (e a nós) uma poderosa esperança para o futuro, a promessa da segunda vinda de Cristo.”

“Os cristãos devem encorajar uns aos outros com a esperança de que a volta de Jesus trará um fim à separação causada pela morte e marcará o começo de um reencontro glorioso de todos os seguidores de Cristo na manhã da ressurreição.”

“Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.” (1 Ts 4:13-18).

“No texto para esta semana (1Ts 4:13-18), Paulo estava reagindo a uma incompreensão teológica entre os tessalonicenses. Embora não estejamos inteiramente certos sobre qual tenha sido o erro, alguns membros estavam definitivamente angustiados a respeito do destino dos crentes que morreram antes da volta de Jesus. A questão parece ter sido sobre a diferença entre os que morressem antes desse evento e os que estivessem vivos quando ele acontecesse.”

“Nesta semana, examinaremos o que sabemos sobre a situação que levou Paulo a escrever 1 Tessalonicenses 4:13-18. Nessa passagem, ele não apenas corrigiu os equívocos do primeiro século, mas estabeleceu um fundamento seguro para os cristãos do século 21. ‘Certamente, o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas’ (Am 3:7). E por meio do ministério profético do apóstolo Paulo, o Senhor nos revelou verdades maravilhosas sobre a natureza da segunda vinda de Jesus. Ao estudar esses versos, com atitude de oração, reflitamos sobre a esperança incrível que neles encontramos.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 18 de agosto de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Mais evidências da fé (1Ts 1:8-10)

Lições da Bíblia.

“8. Que evidências adicionais da fé dos tessalonicenses foram apresentadas por Paulo?” “Porque de vós repercutiu a palavra do Senhor não só na Macedônia e Acaia, mas também por toda parte se divulgou a vossa fé para com Deus, a tal ponto de não termos necessidade de acrescentar coisa alguma; pois eles mesmos, no tocante a nós, proclamam que repercussão teve o nosso ingresso no vosso meio, e como, deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro e para aguardardes dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura.” (1 Ts 1:8-10). “Deixaram os ídolos, se converteram a Deus, serviam o Deus vivo e verdadeiro e aguardavam a volta do Filho de Deus, que havia ressuscitado e salva da ira vindoura.”

“Paulo continuou a sentença iniciada no verso 2, explicando como sabia que os tessalonicenses se tornaram modelo ou exemplo para os outros crentes na Macedônia (onde Tessalônica estava localizada) e Acaia (onde Corinto estava localizada).”

“Primeiro, eles eram modelo de esforço evangelístico e sucesso. Partindo deles, a Palavra de Deus ‘propagou-se’ (NVI) nessas províncias e além delas. Paulo também considerava que eles tinham uma fé exemplar por causa de sua receptividade a ele e ao evangelho. Eles estavam dispostos a ser ensinados. Também estavam dispostos a fazer mudanças radicais na vida, como abandonar ídolos e outras formas populares de adoração.”

“A comunicação era relativamente rápida no antigo mundo romano, graças às estradas romanas bem construídas e às frequentes viagens. Assim, a alegação de que a fé que eles tinham era conhecida ‘por toda parte’ pode indicar que as pessoas em lugares como Roma e Antioquia já a haviam mencionado em suas comunicações com Paulo.”

“Também é verdade que as pessoas querem viver de acordo com as expectativas dos outros. O elogio contém uma expectativa implícita. Elogiando a sua fé de maneira tão irresistível, Paulo os estava incentivando a crescer mais e mais nessa fé.”

“Parece que havia algo especialmente notável sobre a conversão deles. Sendo pagãos idólatras, eles tiveram que superar duas grandes barreiras. Primeiro foi a ‘mensagem louca’ sobre um Homem que havia sido morto e voltara à vida. E havia o fato de que essa ‘mensagem louca’ era judaica. Muitos gentios provavelmente riram quando ouviram a mensagem cristã. Os tessalonicenses, não. Em vez disso, eles reorganizaram completamente a vida à luz do evangelho.”

“Os crentes de Tessalônica eram verdadeiros missionários. Seu coração estava inflamado de zelo pelo seu Salvador, que os livrara do temor da ‘ira futura’ (1Ts 1:10, RC). Mediante a graça de Cristo, uma transformação maravilhosa se havia operado na vida deles; e a Palavra do Senhor, pregada por eles, era acompanhada de poder. Por intermédio das verdades apresentadas, corações foram alcançados e pessoas, acrescentadas ao número dos cristãos” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 256).

“Leia novamente 1 Tessalonicenses 1:10. Sobre o que Paulo estava falando ali? O que é a ‘ira vindoura’? O que a ressurreição de Jesus tem a ver com essa questão? Por que essa promessa é tão importante para os que creem?” “Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.” (1 Cor. 15:12-17). “Eu sei, replicou Marta, que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia. Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá;” (João 11:24-25). “Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno.” (Dan. 12:2).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 26 de julho de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Nossa grande certeza

Lições da Bíblia.

“Como cristãos adventistas do sétimo dia, vivemos com a esperança da vinda literal de Cristo à Terra. Alguns grupos cristãos abandonaram a esperança desse ensino. Colocaram-no de lado, o diluíram e assim espiritualizaram essa verdade, de modo que a segunda vinda de Jesus se tornou, essencialmente, apenas algo pessoal. Eles podem dizer: A segunda vinda de Jesus ocorre em nosso coração, quando aprendemos a cumprir nosso papel na comunidade, ou quando aprendemos a amar os outros como devemos. Assim, a segunda vinda de Cristo se realiza em nossa vida. Embora, naturalmente, devamos amar os outros e ser membros produtivos da comunidade, nenhuma dessas coisas é o mesmo que a segunda vinda de Jesus.”

“De nossa perspectiva, especialmente com nossa compreensão do estado dos mortos, é difícil imaginar o que nossa fé significaria sem a vinda física e literal de Cristo, quando Ele ressuscitará os que morreram nEle. Essa esperança é tão fundamental para o que acreditamos que, sem ela, todo o nosso sistema de fé desabaria! (Lembre-se: nosso próprio nome reflete a importância dessa crença). Por isso, o clímax de tudo em que acreditamos e esperamos está na vinda literal de Cristo ‘nas nuvens do céu’ (Mt 24:30, NVI); remova isso e nossos ensinamentos nos levarão a um beco sem saída.”

“4. De todas as coisas que nos dão certeza da segunda vinda de Jesus, qual é a mais importante? Que evento, mais do que qualquer outro, garante Sua vinda, e por quê?” “assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação.” (Heb. 9:28). “Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder. Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. O último inimigo a ser destruído é a morte. Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente, exclui aquele que tudo lhe subordinou.” (1 Cor. 15:12-27). “A primeira vinda de Cristo, Sua morte e ressurreição; na segunda vinda Cristo completará a obra iniciada em Seu ministério terrestre.”

“Claro, a grande esperança da segunda vinda repousa no que Cristo realizou por nós na primeira vinda. Afinal, qual é o proveito da primeira vinda sem a segunda? Em certo sentido, é possível dizer que a primeira vinda, e tudo o que Jesus realizou por nós nesse tempo, é incompleto sem a segunda vinda. Às vezes, a Bíblia usa a metáfora do resgate para se referir à cruz. O próprio Jesus disse que ‘o Filho do homem… não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos’ (Mt 20:28). Na cruz, Jesus, por Sua morte, pagou o resgate de nossa vida, um resgate que foi pleno, completo, e de uma vez por todas. Ao mesmo tempo, de que adianta pagar um resgate, se você não vem para buscar o que foi resgatado? O pagamento do resgate não é o fim da história. Assim como um pai humano iria buscar o filho pelo qual tivesse pago o resgate, igualmente Jesus voltará para buscar aqueles por quem Ele pagou um preço tão grande. Portanto, a primeira vinda de Cristo nos dá a maior garantia possível para Sua segunda vinda.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 27 de março de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Num piscar de olhos

Lições da Bíblia.

“Inquestionavelmente, estar alguém revestido de Cristo é ser uma nova pessoa em Jesus. É ser restaurado, pelo menos em alguma coisa, ‘segundo a imagem dAquele que o criou’ (Cl 3:10). Incontável número de pessoas têm nascido e ainda hoje ostentam o testemunho da realidade do que o Senhor tem feito nelas e por elas. Muitos de nós, independentemente de nossas faltas, lutas e quedas, testemunhamos a realidade do que significa estar revestidos de Jesus.”

“Todavia, sejamos honestos: Se o que Cristo fez por nós findasse com esta vida aqui, no fim – quer estivéssemos revestidos de Cristo ou não – a sepultura ainda nos esperaria. Nesta vida, muitos têm sofrido bastante por Jesus e pela fé que abraçaram. Quaisquer que sejam as recompensas imediatas, o que são elas, em contraste com a verdadeira recompensa que nos aguarda na segunda vinda de Cristo?”

Em 1 Coríntios 15:49-55, Paulo apresenta a grande esperança: “Os seres humanos corruptíveis e mortais serão revestidos de incorruptibilidade e imortalidade; não haverá pecado.” “E, assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos trazer também a imagem do celestial. Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção. Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade. E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (1 Cor. 15:49-55).

“Nos versos 53 e 54, o verbo (frequentemente traduzido como ‘vestido’) é o mesmo que nós já vimos. Aqui, porém, o apóstolo o toma a um nível totalmente novo. Estar revestido de Cristo não significa apenas ostentar a imagem moral de Jesus, refletir Seu caráter e viver os princípios que Ele nos ensinou. Em outras palavras, não é apenas uma mudança legal ou moral. Também inclui uma radical mudança física. Nossa carne mortal, dolorida, ferida e agonizante, será revestida com o mesmo tipo de corpo imortal que Jesus teve ao ressurgir. Trata-se de uma mudança de vestimentas e de vestir um novo traje! Essa é a esperança reservada para nós, a última esperança que realmente torna valiosa nossa fé.

“Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.” (1 Cor. 15:12-19).

“A maioria de nós (particularmente enquanto envelhecemos) compreende a fragilidade e instabilidade da carne, em nós mesmos ou nos outros. Tendo a esperança revelada nesses versos, o que o mundo poderia oferecer, para nos convencer de que vale a pena perder essas promessas?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 22 de junho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF