Nossa grande certeza

Lições da Bíblia.

“Como cristãos adventistas do sétimo dia, vivemos com a esperança da vinda literal de Cristo à Terra. Alguns grupos cristãos abandonaram a esperança desse ensino. Colocaram-no de lado, o diluíram e assim espiritualizaram essa verdade, de modo que a segunda vinda de Jesus se tornou, essencialmente, apenas algo pessoal. Eles podem dizer: A segunda vinda de Jesus ocorre em nosso coração, quando aprendemos a cumprir nosso papel na comunidade, ou quando aprendemos a amar os outros como devemos. Assim, a segunda vinda de Cristo se realiza em nossa vida. Embora, naturalmente, devamos amar os outros e ser membros produtivos da comunidade, nenhuma dessas coisas é o mesmo que a segunda vinda de Jesus.”

“De nossa perspectiva, especialmente com nossa compreensão do estado dos mortos, é difícil imaginar o que nossa fé significaria sem a vinda física e literal de Cristo, quando Ele ressuscitará os que morreram nEle. Essa esperança é tão fundamental para o que acreditamos que, sem ela, todo o nosso sistema de fé desabaria! (Lembre-se: nosso próprio nome reflete a importância dessa crença). Por isso, o clímax de tudo em que acreditamos e esperamos está na vinda literal de Cristo ‘nas nuvens do céu’ (Mt 24:30, NVI); remova isso e nossos ensinamentos nos levarão a um beco sem saída.”

“4. De todas as coisas que nos dão certeza da segunda vinda de Jesus, qual é a mais importante? Que evento, mais do que qualquer outro, garante Sua vinda, e por quê?” assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação.” (Heb. 9:28). “Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder. Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. O último inimigo a ser destruído é a morte. Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente, exclui aquele que tudo lhe subordinou.” (1 Cor. 15:12-27). “A primeira vinda de Cristo, Sua morte e ressurreição; na segunda vinda Cristo completará a obra iniciada em Seu ministério terrestre.”

“Claro, a grande esperança da segunda vinda repousa no que Cristo realizou por nós na primeira vinda. Afinal, qual é o proveito da primeira vinda sem a segunda? Em certo sentido, é possível dizer que a primeira vinda, e tudo o que Jesus realizou por nós nesse tempo, é incompleto sem a segunda vinda. Às vezes, a Bíblia usa a metáfora do resgate para se referir à cruz. O próprio Jesus disse que ‘o Filho do homem… não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos’ (Mt 20:28). Na cruz, Jesus, por Sua morte, pagou o resgate de nossa vida, um resgate que foi pleno, completo, e de uma vez por todas. Ao mesmo tempo, de que adianta pagar um resgate, se você não vem para buscar o que foi resgatado? O pagamento do resgate não é o fim da história. Assim como um pai humano iria buscar o filho pelo qual tivesse pago o resgate, igualmente Jesus voltará para buscar aqueles por quem Ele pagou um preço tão grande. Portanto, a primeira vinda de Cristo nos dá a maior garantia possível para Sua segunda vinda.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 27 de março de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Num piscar de olhos

Lições da Bíblia.

“Inquestionavelmente, estar alguém revestido de Cristo é ser uma nova pessoa em Jesus. É ser restaurado, pelo menos em alguma coisa, ‘segundo a imagem dAquele que o criou’ (Cl 3:10). Incontável número de pessoas têm nascido e ainda hoje ostentam o testemunho da realidade do que o Senhor tem feito nelas e por elas. Muitos de nós, independentemente de nossas faltas, lutas e quedas, testemunhamos a realidade do que significa estar revestidos de Jesus.”

“Todavia, sejamos honestos: Se o que Cristo fez por nós findasse com esta vida aqui, no fim – quer estivéssemos revestidos de Cristo ou não – a sepultura ainda nos esperaria. Nesta vida, muitos têm sofrido bastante por Jesus e pela fé que abraçaram. Quaisquer que sejam as recompensas imediatas, o que são elas, em contraste com a verdadeira recompensa que nos aguarda na segunda vinda de Cristo?”

Em 1 Coríntios 15:49-55, Paulo apresenta a grande esperança: “Os seres humanos corruptíveis e mortais serão revestidos de incorruptibilidade e imortalidade; não haverá pecado.” “E, assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos trazer também a imagem do celestial. Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção. Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade. E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (1 Cor. 15:49-55).

“Nos versos 53 e 54, o verbo (frequentemente traduzido como ‘vestido’) é o mesmo que nós já vimos. Aqui, porém, o apóstolo o toma a um nível totalmente novo. Estar revestido de Cristo não significa apenas ostentar a imagem moral de Jesus, refletir Seu caráter e viver os princípios que Ele nos ensinou. Em outras palavras, não é apenas uma mudança legal ou moral. Também inclui uma radical mudança física. Nossa carne mortal, dolorida, ferida e agonizante, será revestida com o mesmo tipo de corpo imortal que Jesus teve ao ressurgir. Trata-se de uma mudança de vestimentas e de vestir um novo traje! Essa é a esperança reservada para nós, a última esperança que realmente torna valiosa nossa fé.

“Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.” (1 Cor. 15:12-19).

“A maioria de nós (particularmente enquanto envelhecemos) compreende a fragilidade e instabilidade da carne, em nós mesmos ou nos outros. Tendo a esperança revelada nesses versos, o que o mundo poderia oferecer, para nos convencer de que vale a pena perder essas promessas?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 22 de junho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF