A primeira mensagem angélica: parte 2

Lições da Bíblia

“O Apocalipse revela que as questões centrais na crise final da história da Terra serão a adoração e a obediência a Deus, revelada na guarda de Seus mandamentos (Ap 14:12). As pessoas acabarão pertencendo a um desses dois grupos: os que temem e adoram a Deus, e os que temem e adoram a besta.”1

“3. Recapitule os quatro primeiros mandamentos do Decálogo (Êx 20:2-11). Em seguida, examine Apocalipse 13. De que maneira a exigência de adoração (Ap 13:7, 8, 15); a formação de uma imagem à besta para ser adorada (Ap 13:14, 15); a blasfêmia contra Deus e Seu nome (Ap 13:5, 6), e o recebimento da marca da besta (Ap 13:16, 17) apontam para os ataques de Satanás aos quatro primeiros mandamentos do Decálogo na crise final?”1

Êxodo (20:2-11 ARA)2: 2 Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. 3 Não terás outros deuses diante de mim. 4 Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. 5 Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem 6 e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos. 7 Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão, porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. 8 Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. 9 Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. 10 Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; 11 porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.

Apocalipse (13:7, 8, 15 ARA)2: 7 Foi-lhe dado, também, que pelejasse contra os santos e os vencesse. Deu-se-lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação; 8 e adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. […] 11 Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão.

Apocalipse (13:5, 6 ARA)2: “5 Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses; 6 e abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para lhe difamar o nome e difamar o tabernáculo, a saber, os que habitam no céu.

Apocalipse (13:16, 17 ARA)2: “16 A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, 17 para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.

“O conceito central dos quatro primeiros mandamentos do Decálogo é adoração. O Apocalipse indica que esses mandamentos se tornarão o padrão de lealdade a Deus na crise final. O conflito final entre Cristo e Satanás claramente girará em torno da adoração e dos quatro primeiros mandamentos.”1

“A questão principal na crise final é enfatizada na segunda exortação da primeira mensagem angélica. O chamado para adorar ‘Aquele que fez o Céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas’ (Ap 14:7) é quase uma citação exata do quarto mandamento do Decálogo (Êx 20:11). Esse fato mostra que o chamado para adorar a Deus, o Criador, é um chamado à observância do sábado.”1

“O descanso e a adoração no sétimo dia, o sábado, é um sinal especial do nosso relacionamento com Deus (Êx 31:13; Ez 20:12). A primeira mensagem angélica é um chamado a adorar o Criador.”1

“Ao passo que a observância do falso sábado de acordo com a lei do Estado, contrária ao quarto mandamento, será uma declaração de fidelidade ao poder que se opõe a Deus, a guarda do verdadeiro sábado, em obediência à lei divina, é uma prova de lealdade para com o Criador. Ao passo que uma classe, aceitando o sinal de submissão aos poderes terrestres, recebe o sinal da besta, a outra, preferindo o sinal da obediência à autoridade divina, recebe o selo de Deus” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 605).1

“Como sua visão da criação e da salvação estão relacionadas? Por que descansar no sábado, como Deus fez, é tão importante?”1

Terça-feira, 05 de fevereiro de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A primeira mensagem angélica

Lições da Bíblia

“Os adventistas do sétimo dia entendem que as três mensagens angélicas de Apocalipse 14:6-12 representam sua missão e o centro de sua mensagem antes da segunda vinda de Jesus (Ap 14:14-20). Essas são as importantes mensagens a ser pregadas ‘em grande voz’ a todos os habitantes da Terra.”1

“4. Leia Apocalipse 14:6, 7. Qual é a mensagem do primeiro anjo e o que ela revela sobre Deus? Por que há uma referência à adoração nessa mensagem?”1

Apocalipse (14:6, 7 ARA)2: “6 Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, 7 dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

“A primeira das três mensagens angélicas é uma proclamação a todo o mundo. É o cumprimento da predição feita por Jesus em Mateus 24:14. Há um senso de urgência e pressa na descrição desses três anjos e de sua missão. A primeira mensagem exorta o povo a se concentrar em Deus, ‘pois é chegada a hora do Seu juízo’ (Ap 14:7). A segunda vinda de Cristo é o elemento catalisador do juízo.”1

“‘Temei a Deus’, disse o anjo (Ap 14:7). Essa mensagem e chamado à ação, de fato, produzirão medo na mente dos que não levam Deus a sério. Mas para os seguidores de Jesus, esse chamado é um convite à admiração e respeito. Eles admiram o Senhor e veem o cumprimento de Suas promessas. Um sentimento de reverência e gratidão a Deus tomará conta deles.”1

“‘E adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas’ (Ap 14:7). Essa linguagem faz uma alusão inconfundível ao mandamento do sábado, com sua referência à criação (veja Êx 20:8-11). O Deus da criação, que instituiu o sábado como memorial de Seu poder criador, deve ser adorado e reverenciado.”1

“É interessante notar que, no tempo do fim, a adoração é identificada como uma questão fundamental no grande conflito pela fidelidade de cada ser humano. Essa proclamação mundial é um chamado para adorar o Criador.”1

“A adoração será o principal ponto de debate na crise final. O Apocalipse deixa claro que a prova não será a negação da adoração, mas quem será adorado. No tempo do fim, somente dois grupos de pessoas estarão no mundo: aquelas que temem e adoram o Deus verdadeiro (Ap 11:1, 18; 14:7) e as que odeiam a verdade e adoram o dragão e a besta (Ap 13:4-8; 14:9-11) […].”1

“‘Se a adoração é o principal ponto de debate no conflito final, não é de admirar que Deus envie Seu evangelho do tempo do fim, exortando os habitantes da Terra a levá-Lo a sério e adorá-Lo como Criador, o único digno de adoração’ (Ranko Stefanovic, Revelation of Jesus Christ: Commentary on the Book of Revelation. Berrien Springs, Mich.: Andrews University Press, 2002, p. 444, 445).”1

Terça-feira, 11 de dezembro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.