A vida de oração de Jesus

Lições da Bíblia

“Entre as muitas vezes que Jesus orou, algumas estão registradas apenas em Lucas. Note os seguintes incidentes que mostram Jesus em oração durante momentos importantes de Sua vida.”1

“1. Jesus orou em Seu batismo [‘E aconteceu que, ao ser todo o povo batizado, também o foi Jesus; e, estando ele a orar, o céu se abriu,’ (Lunas 3:21 ARA)2.] ‘Nova e importante fase se abria diante dEle. Entrava então, em mais amplo círculo, no conflito de Sua vida’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 111). Ele não ousou começar sem oração aquele estágio mais amplo de Seu ministério público, que acabaria levando-­­O à cruz do Calvário.”1

“2. Jesus orou antes de escolher Seus 12 discípulos [‘12 Naqueles dias, retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. 13 E, quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome de apóstolos:’ (Lucas 6:12, 13 ARA). Nenhum líder escolhe seus seguidores ao acaso. Mas Jesus não estava apenas escolhendo seguidores; estava escolhendo aqueles que entenderiam Sua pessoa e Sua missão e se identificariam completamente com elas. ‘Seu encargo era o mais importante a que já haviam sido chamados seres humanos, sendo-lhe superior apenas o do próprio Cristo’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 291).”1

“3. Jesus orou por Seus discípulos [‘Estando ele orando à parte, achavam-se presentes os discípulos, a quem perguntou: Quem dizem as multidões que sou eu?’ (Lucas 9:18 ARA)2]. O discipulado exige dedicação absoluta a Jesus e compreensão de Sua identidade. A fim de que os Doze pudessem saber quem Ele era, Jesus esteve ‘orando à parte’ e, depois disso, os desafiou com a pergunta crucial: ‘Mas vós, […] quem dizeis que Eu sou?’ (Lc 9:20).”1

“4. Jesus orou antes de Sua transfiguração [‘28 Cerca de oito dias depois de proferidas estas palavras, tomando consigo a Pedro, João e Tiago, subiu ao monte com o propósito de orar. 29 E aconteceu que, enquanto ele orava, a aparência do seu rosto se transfigurou e suas vestes resplandeceram de brancura. 30 Eis que dois varões falavam com ele: Moisés e Elias, 31 os quais apareceram em glória e falavam da sua partida, que ele estava para cumprir em Jerusalém. 32 Pedro e seus companheiros achavam-se premidos de sono; mas, conservando-se acordados, viram a sua glória e os dois varões que com ele estavam. 33 Ao se retirarem estes de Jesus, disse-lhe Pedro: Mestre, bom é estarmos aqui; então, façamos três tendas: uma será tua, outra, de Moisés, e outra, de Elias, não sabendo, porém, o que dizia. 34 Enquanto assim falava, veio uma nuvem e os envolveu; e encheram-se de medo ao entrarem na nuvem. 35 E dela veio uma voz, dizendo: Este é o meu Filho, o meu eleito; a ele ouvi. 36 Depois daquela voz, achou-se Jesus sozinho. Eles calaram-se e, naqueles dias, a ninguém contaram coisa alguma do que tinham visto.’ (Lucas 9:28-36 ARA)2], e obteve para Si o segundo endosso do Céu de ser o ‘Filho amado’ de Deus. As provações até então, e as que viriam, não podiam mudar a íntima afinidade que existia entre o Pai e o Filho. A oração também resultou no fato de os discípulos se tornarem ‘testemunhas oculares da Sua majestade’ (2Pe 1:16).”1

“5. Jesus orou no Getsêmani [‘39 E, saindo, foi, como de costume, para o monte das Oliveiras; e os discípulos o acompanharam. 40 Chegando ao lugar escolhido, Jesus lhes disse: Orai, para que não entreis em tentação. 41 Ele, por sua vez, se afastou, cerca de um tiro de pedra, e, de joelhos, orava, 42 dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua. 43 [Então, lhe apareceu um anjo do céu que o confortava. 44 E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra.] 45 Levantando-se da oração, foi ter com os discípulos, e os achou dormindo de tristeza, 46 e disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação.’ (Lucas 22:39-46 ARA). Essa talvez seja a oração mais importante da história da salvação. Aqui temos o Salvador ligando o Céu e a Terra. Ao fazê-lo, Ele estabeleceu três princípios fundamentais: a primazia da vontade e do propósito de Deus; o compromisso de Se submeter a essa primazia, mesmo com o risco de sangue e morte; e a força para vencer todas as tentações ao longo da senda do cumprimento do propósito de Deus.”1

“6. Jesus orou, entregando Sua vida nas mãos de Deus [‘Então, Jesus clamou em alta voz: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito! E, dito isto, expirou.’ (Lucas 23:46 ARA)2]. Em Suas palavras finais na cruz: ‘Pai, nas Tuas mãos entrego o Meu espírito!’ Jesus nos mostra o propósito supremo da oração. No nascimento ou na morte, diante de inimigos ou de amigos, enquanto estamos dormindo ou acordados, a oração deve nos manter em permanente união com Deus.”1

“O que esses exemplos dizem a você sobre sua própria vida de oração?”1

Segunda-feira, 11 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Jesus, o Espírito Santo e a oração

Lições da Bíblia

Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta.” (Lc 11:9, 10, NVI).

“Dos três evangelhos sinóticos, Lucas é o que fala com mais frequência sobre o relacionamento de Jesus com o Espírito Santo. Enquanto Mateus se refere ao Espírito 12 vezes e Marcos, seis vezes, Lucas tem 17 referências a Ele no evangelho e 57 no livro de Atos. Desde a concepção de Jesus como ser humano (Lc 1:35) até as orientações que Ele deu para o estabelecimento de Sua missão global (Lc 24:44-49), Lucas via um elo operativo entre Jesus e o Espírito Santo. Esse elo é fundamental para a compreensão do ministério do Salvador. Semelhantemente, Lucas mostra a importância da oração na vida e na missão de Jesus. Sendo plenamente divino, igual ao Pai e ao Espírito, Jesus, em Sua humanidade, deixou-­nos um exemplo com respeito à oração.”1

“Se Jesus via a necessidade de oração, quanto mais devemos nós precisar dela?”1

“‘Sem oração constante e diligente vigilância, estamos em perigo de nos tornar descuidosos e nos desviar do caminho verdadeiro. O adversário procura continuamente obstruir o caminho para o trono da graça, para que não obtenhamos, pela súplica fervorosa e fé, graça e poder para resistir à tentação’ (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 95).”1

Promova em sua igreja a leitura do livro Viva com Esperança.
Planeje reuniões para leitura do livro em pequenos grupos.
Participe do projeto “Reavivados por Sua Palavra”: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/

Sábado, 09 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

Persistem na oração, sacrificam-se na doação

Lições da Bíblia

“Lucas mostra como Jesus Se voltou para duas viúvas a fim de ensinar importantes lições espirituais.”1

“1 Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer: 2 Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum. 3 Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que vinha ter com ele, dizendo: Julga a minha causa contra o meu adversário. 4 Ele, por algum tempo, não a quis atender; mas, depois, disse consigo: Bem que eu não temo a Deus, nem respeito a homem algum; 5 todavia, como esta viúva me importuna, julgarei a sua causa, para não suceder que, por fim, venha a molestar-me. 6 Então, disse o Senhor: Considerai no que diz este juiz iníquo. 7 Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? 8 Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (Lucas 18:1-8 ARA)2.

“No primeiro caso (Lc 18:1-8), Jesus Se compadeceu de uma pobre e indefesa viúva que estava tendo sérios problemas em sua luta por justiça com um juiz injusto e poderoso. Ela havia sido vítima de injustiça e fraude, mas acreditava na regra da lei e na justiça. O juiz, porém, não se importava com Deus nem com as pessoas; portanto, não estava interessado em ajudar a viúva. Cuidar das viúvas é um requisito bíblico (Êx 22:22-24; Sl 68:5; Is 1:17), mas o juiz tinha prazer em ignorar a lei. Contudo, a viúva tinha uma arma: a perseverança, e com essa arma ela conseguiu que o juiz se cansasse e lhe fizesse justiça.”1

“A parábola ensina três importantes lições: (1) orar sempre e nunca desanimar (Lc 18:1), (2) a oração muda as coisas – até mesmo o coração de um juiz mau, e (3) a fé persistente vence. A verdadeira fé tem um conselho eterno para todo cristão: nunca desista, mesmo que isso signifique ter que esperar pela vindicação somente no fim, quando ‘o Filho do Homem vier’ (v. 8).”1

“No segundo caso (Lc 21:1-4; Mc 12:41-44), Jesus tinha acabado de denunciar a hipocrisia e o fingimento religioso dos escribas e dos líderes do templo, quando lhes mostrou um flagrante contraste: uma viúva pobre que revelava a natureza da genuína religião.”1

“Jesus descreveu alguns dos líderes religiosos como aqueles que ‘devoram as casas das viúvas’ (Lc 20:47) e que infringem a ordem bíblica para que se cuide das viúvas e dos pobres. Como ocorre hoje em dia, muitos levavam donativos apenas para parecer piedosos; e, pior ainda: o que doavam era do que lhes sobrava. Suas doações na realidade não envolviam sacrifício pessoal. Em contraste com isso, Jesus pediu que Seus discípulos olhassem para a viúva como modelo da verdadeira religião, pois ela deu tudo o que tinha. A motivação do primeiro grupo era a exibição; a motivação da viúva era o sacrifício, bem como a glória de Deus. A força que impeliu a viúva a doar suas duas moedinhas foi o reconhecimento de que Deus era o dono de tudo o que ela possuía e a disposição de servi-Lo com tudo o que tinha. O que conta aos olhos do Criador, que tudo vê, não é o que doamos, mas por que doamos; não quanto damos, mas qual é a medida de nosso sacrifício.”1

“O que, como e quanto você está disposto a sacrificar para a causa de Deus e pelo bem de outros?”

Quinta-feira, 07 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Oração, cura e restauração

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Leia, de Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 225-233: ‘Oração Pelos Doentes’; O Grande Conflito, p. 518-523: ‘Os Ardis de Satanás’.”1

“Cristo […] pede-nos que nos identifiquemos com Ele em prol da salvação [da humanidade]. Ele diz: ‘De graça recebestes, de graça dai’ (Mt 10:8). O pecado é o maior de todos os males, e cumpre-nos apiedar-nos do pecador e ajudá-lo. Muitos há que erram, e sentem sua vergonha e loucura. Estão sedentos de palavras de ânimo. Pensam em suas faltas e erros a ponto de ser quase arrastados ao desespero. Não devemos negligenciar essas pessoas. […] Digam palavras de fé e de ânimo, que serão como bálsamo eficaz para os quebrantados e feridos (O Desejado de Todas as Nações, p. 504).”1

Perguntas para reflexão

“1. Você já feriu a si mesmo, aos outros e ao Senhor por causa do seu pecado? O que significou para você o fato de que pessoas que poderiam ter ficado chocadas diante de seus erros, acabaram incentivando e erguendo você, ainda que não tenham aprovado seus erros? A lembrança desses fatos o ajuda a fazer o mesmo por alguém que cometeu grandes erros?”1

“2. Leia Tiago 5:16 com atitude de oração. Que importantes lições espirituais encontramos nesse verso? Qual é a importância da oração para nossa vida espiritual? Embora possa e deva ser uma questão muito pessoal, comente com a classe sobre o que ela pode fazer por você, que respostas você obteve, e como aprendeu a confiar no Senhor quando as orações não são respondidas da forma que deseja.”1

“Qual é o principal benefício prático da súplica eficaz?”1

Sexta-feira, 19 de dezembro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Carta de Tiago. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 478, Out. Nov. Dez. 2014. Adulto, Professor.

Modelos de oração

“4. Leia Tiago 5:17, 18. O que aprendemos sobre oração com o exemplo de Elias? Como isso está ligado à cura, perdão e restauração?”1 “17 Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e orou, com instância, para que não chovesse sobre a terra, e, por três anos e seis meses, não choveu. 18 E orou, de novo, e o céu deu chuva, e a terra fez germinar seus frutos.” (Tiago 5:17, 18 RA)2. Elias orou fervorosamente. Ao pedirmos a cura devemos pedir com fé e decidida devoção, temos que, a semelhança de Elias, nos apegar a graça divina vivendo em harmonia com a Sua vontade.

“Esses versos ilustram a certeza dada no fim de Tiago 5:16: ‘Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.’ Elias foi um homem ‘justo’ e até mesmo foi transladado para o Céu, mas não era um super-homem. Ele tinha as mesmas paixões e sentimentos que temos. O fato de que Deus ouviu sua oração deve nos dar esperança de que nossas orações serão ouvidas também. Tiago diz que Elias ‘orou fervorosamente’ (NVI) para que não chovesse (um detalhe não mencionado no Antigo Testamento), pedindo aparentemente o cumprimento de Deuteronômio 11:13-17 (Tiago 5:17, 18 faz alusão a isso).”1

“Com base na profecia de Deuteronômio, a adoração israelita a Baal, deus da tempestade e do relâmpago, não poderia ficar sem resposta. Embora não saibamos quanto tempo Elias orou antes que fosse atendido, suas petições foram fundamentadas em cuidadoso estudo e reflexão sobre a Palavra de Deus à luz de suas circunstâncias naquele momento. Pode ser que ele citasse a profecia de Deuteronômio como parte de sua oração, assim como a oração de Daniel por Jerusalém teve como base seu estudo da profecia de Jeremias (ver Dn 9:2, 3). Nossas orações também serão mais eficazes quando brotarem de cuidadoso exame de nossas circunstâncias à luz da Palavra de Deus.”1

“O fato de que o período em que não houve chuva tenha durado três anos e meio (também mencionado em Lucas 4:25) é um tempo significativo de prova nas Escrituras (como o período profético de meia semana, ou três anos e meio do ministério de Jesus em Daniel 9:27, e os três tempos e meio [um tempo, dois tempos e metade de um tempo] da apostasia no cristianismo em Daniel 7:25 e Apocalipse 12:14). No fim desse período, Deus usou Elias para começar uma obra de reavivamento e reforma a fim de despertar Israel para o reconhecimento de sua apostasia. Essa obra foi um símbolo tanto da obra que João Batista faria por Israel no primeiro século, a fim de preparar o caminho para o primeiro advento de Cristo, quanto da obra que Deus confiou à Sua Igreja remanescente hoje, quanto ao preparo de pessoas para a segunda vinda de Jesus (ver Ml 4:5, 6; Mt 11:13, 14).”1 “5 Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do SENHOR; 6 ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que eu não venha e fira a terra com maldição.” (Malaquias 4:5-6 RA)2. “13 Porque todos os Profetas e a Lei profetizaram até João. 14 E, se o quereis reconhecer, ele mesmo é Elias, que estava para vir.” (Mateus 11:13-14 RA)2.

“Como igreja, estamos buscando reavivamento e reforma. Mas isso deve começar em nossa vida, de forma pessoal e a cada dia. Que escolhas só você pode fazer que determinarão a direção e, finalmente, o destino de sua vida?”1

Qurta-feira, 17 de dezembro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Carta de Tiago. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 478, Out. Nov. Dez. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Oração pelos doentes

Lições da Bíblia

“2. Leia Tiago 5:14, 15. Quais são os elementos essenciais que Tiago prescreve para a unção dos enfermos, e que importantes componentes espirituais são encontrados nesse texto?”114 Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor. 15 E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.” (Tiago 5:14-15 RA)2. “Igreja unida para fazer oração pelo enfermo; oração feita com fé para salvação da pessoa; azeite, que simboliza o Espírito Santo; confiança de que o Senhor levantará o doente, nesta vida ou na ressurreição; arrependimento dos pecados, confissão e perdão divino.1

“O fato de que a pessoa doente chame os anciãos da igreja para ungi-la ‘com óleo, em nome do Senhor’, e orar, expressa o desejo espiritual do indivíduo e a convicção coletiva de que a intervenção divina é necessária para a cura (Mc 6:13). A referência ao perdão dos pecados mostra que Deus não irá, por meio de um ritual, restaurar fisicamente alguém que não deseja também a cura espiritual. ‘Deve-se tornar claro aos que desejam orações por seu restabelecimento que a transgressão da Lei de Deus, quer natural, quer espiritual, é pecado, e que, a fim de receber Suas bênçãos, o pecado deve ser confessado e abandonado’ (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 228).”1

“O pedido de intervenção divina e o chamado aos anciãos da igreja sugerem uma doença incapacitante e, talvez, um problema muito urgente para que o procedimento seja feito em conexão com uma reunião regular da igreja. Duas palavras gregas diferentes são usadas para o doente aqui: a primeira (astheneō, no verso 14) é usada também em relação à Dorcas, que ‘adoeceu e veio a morrer’ (At 9:37); a segunda (Kamnō, no verso 15) geralmente se refere ao paciente, mas é usada também para os que estão morrendo. Nesse contexto, parece significar alguém esgotado fisicamente ou definhando. A cura miraculosa pode acontecer em resposta à ‘oração da fé’, o que implica submissão à vontade de Deus (1Jo 5:14), quer isso inclua a cura ou não. No entanto, as referências a salvar e levantar o doente (compare com ‘salvará da morte’, em Tiago 5:20) apontam inequivocamente para a ressurreição como representando a única cura completa, momento em que ‘este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade’ (1Co 15:54).”1

“Muitas vezes somos informados ou presenciamos cerimônias de unção nas quais o doente não é curado. Por que, então, a esperança da ressurreição, implícita nesses textos, é tudo que temos?”1

Segunda-feira, 15 de dezembro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Carta de Tiago. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 478, Out. Nov. Dez. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A caixa de ferramentas essenciais do cristão

Lições da Bíblia

“1. Que contraste interessante encontramos em Tiago 5:13? Como podemos aplicar essas exortações à nossa experiência?”1Está alguém entre vós sofrendo? Faça oração. Está alguém alegre? Cante louvores.” (Tiago 5:13 RA)2. “O contraste entre a alegria e o sofrimento. Somos exortados a experimentar essas duas situações na presença de Deus. Nas tristezas, devemos orar, alcançar paz e vitória, e reencontrar a alegria no Senhor. Na alegria, devemos orar na forma de louvor a Deus.1

“Apesar de ter lidado com duas coisas diferentes (sofrimento e alegria), Tiago ligou as duas com oração e louvor: orar quando se está sofrendo e cantar louvores quando se está alegre. No entanto, as duas práticas não são muito diferentes uma da outra, porque muitos salmos bíblicos de louvor também são orações, e Tiago começou a carta exortando os leitores a considerar ‘motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois […] sabem que a prova da sua fé produz perseverança’ (Tg 1:2, 3). O tempo para orar e o tempo para louvar podem ser mais interligados do que geralmente pensamos.”1

“A palavra traduzida como ‘sofrendo’ em Tiago 5:13 vem da mesma raiz da qual procede a palavra ‘sofrimento’, usada anteriormente para se referir ao sofrimento dos profetas (Tg 5:10). Ela se refere tanto ao sofrimento físico quanto mental, ‘em primeiro lugar ao perigo e dificuldade da guerra’ (Ceslas Spicq, Theological Lexicon of the New Testament [Dicionário Teológico do Novo Testamento], v. 2, p. 239), mas também ao exaustivo trabalho manual e esforço significativo. É usada também em 2 Timóteo 2:9 e 4:5, para descrever ‘o difícil trabalho apostólico que não é detido por qualquer dificuldade ou sofrimento’ (Ibidem, p. 240). Como cristãos, instintivamente nos voltamos para Deus quando surgem problemas. A oração é essencial, especialmente diante de dificuldades, mas cantar ou tocar música sacra também é útil (a palavra usada, psalletō, pode significar as duas coisas).”1

“‘O canto é um ato de adoração tanto como a oração. Efetivamente, muitos hinos são orações’ (Ellen G. White, Educação, p. 168). Quantas vezes já estivemos deprimidos ou solitários e, ao relembrarmos as palavras de um hino, nosso coração ficou animado? Há muitos entre nós sofrendo ou precisando de incentivo, que seriam encorajados por uma visita repleta de oração e louvor. ‘Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram’ (Rm 12:15). Isso também pode levantar nosso ânimo, como nada mais pode fazê-lo.”1

“O livro de Salmos especialmente é um tesouro de orações e cânticos que oferecem inspiração, encorajamento e orientação quando não sabemos aonde ir em busca de ajuda.”1

“O sofrimento pode nos aproximar do Senhor e pode nos levar à oração. No entanto, quais são os perigos espirituais quando as coisas estão indo bem para nós? Por que, especialmente nesses tempos, o louvor é tão importante? O que ele nos ajuda a lembrar?”1

Participe do projeto “Reavivados por Sua Palavra”: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/

Domingo, 14 de dezembro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Carta de Tiago. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 478, Out. Nov. Dez. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Oração, cura e restauração

Lições da Bíblia

Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tg 5:16).1

“As pessoas são fascinadas pelo que é miraculoso e mágico. Muitas vezes, elas são atraídas para essas coisas, como a um espetáculo, ou por questão de curiosidade. Por isso, quando Jesus foi solicitado a realizar um milagre apenas para entretenimento (Lc 23:8, 9) ou como sinal de Sua messianidade (Mt 12:38-41), ou para satisfazer Sua própria necessidade legítima (Mt 4:2-4), Ele Se recusou a fazê-­lo. O Espírito, pelo qual Jesus ensinou com autoridade e efetuou curas miraculosas, não é simplesmente um poder a ser manipulado. Devemos ser instrumentos em Suas mãos. Deus ficaria feliz em curar todos os doentes, mas Ele está interessado numa cura mais significativa e duradoura.”1

“Portanto, nesse contexto estudaremos algumas questões cruciais: Como podemos entender as palavras de Tiago sobre a cura dos doentes? Existe relação entre a cura e o perdão em resposta à oração? Elias é apresentado como importante modelo de oração em uma época de apostasia generalizada. O que podemos aprender com sua vida de oração e sua obra de chamar Israel de volta para Deus e para a verdadeira adoração?”1

“O que você pode fazer para ter mais comunhão com Deus e relacionamento com as pessoas em 2015? O que você pode fazer para melhorar a vida espiritual de sua família?”1

Sábado, 13 de dezembro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Carta de Tiago. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 478, Out. Nov. Dez. 2014. Adulto, Professor.