Promovendo o uso de salmos na oração

Lições da Bíblia1

1. Leia Salmo 105:5; Colossenses 3:16 e Tiago 5:13. Qual é o lugar dos salmos na experiência de adoração do crente?

Salmo 105:5 (NAA)2: “Lembrem-se das maravilhas que ele fez, dos seus prodígios e dos juízos de seus lábios,”

Colossenses 3:16 (NAA)2: “Que a palavra de Cristo habite ricamente em vocês. Instruam e aconselhem-se mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus com salmos, hinos e cânticos espirituais, com gratidão no coração.”

Tiago 5:13 (NAA)2: “Alguém de vocês está sofrendo? Faça oração. Alguém está alegre? Cante louvores.”

Um modo simples de introduzir os salmos na vida é dedicar tempo cada dia à leitura de um salmo, começando com o Salmo 1 e seguindo a ordem do saltério. Outra forma é ler os salmos que correspondam à sua situação atual, conforme os diferentes tipos de salmos: (1) lamento, (2) lamento coletivo, (3) ação de graças, (4) hinos, (5) penitenciais, (6) sabedoria [salmos usados na busca da sabedoria e da orientação de Deus], (7) históricos, (8) salmos de ira e raiva e (9) salmos de peregrinação. Ao longo deste trimestre, veremos muitos salmos e os estudaremos no contexto em que surgiram. Como, então, devemos ler os salmos?

Primeiramente, leia cada salmo fazendo uma reflexão simples e, em seguida, ore. Refletir sobre o salmo envolve analisar diferentes aspectos dele: o modo como o salmista se dirige a Deus e as razões da oração. Considere como sua situação corresponde à do salmista e como o salmo pode ajudá-lo a organizar sua experiência. Você ficará surpreso com a frequência com que será capaz de relacionar suas experiências com o que está escrito ali e vê-las reproduzidas nos salmos.

Se algo no salmo o desafiar, considere, por exemplo, se ele corrige suas falsas esperanças presentes sobre algo que você esteja enfrentando. Contemple a mensagem do salmo à luz de Cristo e de Sua obra salvífica e da esperança que essa obra nos oferece a longo prazo. Somos beneficiados sempre que olhamos para tudo na Bíblia à luz de Cristo e da cruz.

Além disso, procure novos motivos que o salmo apresenta para oração e pense na importância deles para todos nós. Peça que Deus coloque Sua Palavra em seu coração e mente. Se o salmo corresponde à situação de alguém que você conheça, interceda em oração por essa pessoa. Os salmos abrangem tantos aspectos da vida, que podemos ser fortalecidos ao ler e absorver em nosso coração o que eles nos dizem.

O que significa permitir “que a palavra de Cristo habite ricamente em [nós]” (Cl 3:16)? Por que ler a Bíblia é o primeiro e mais crucial passo para essa experiência?

Domingo, 07 de janeiro de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro dos Salmos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 515, jan. fev. mar. 2023. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Ensina-nos a orar

Lições da Bíblia1

“Jesus estava orando em certo lugar e, quando terminou, um dos Seus discípulos Lhe pediu: – Senhor, ensine-nos a orar como também João ensinou os discípulos dele” (Lc 11:1).

Entre os cristãos parece prevalecer uma crença de que apenas a oração espontânea, não aprendida, seja a verdadeira oração. No entanto, os discípulos de Jesus foram imensamente recompensados quando Lhe pediram que os ensinasse a orar. Deus colocou um livro de orações, Salmos, no centro da Bíblia, não apenas para nos mostrar como o antigo povo de Deus orava, mas também para nos ensinar como podemos orar no presente.

Desde as primeiras eras, o Livro dos Salmos tem moldado as orações do povo de Deus, incluindo as orações de Jesus (1Cr 16:7, 9; Ne 12:8; Mt 27:46; Ef 5:19). Nesta semana, veremos como os salmos ajudaram os fiéis a atravessar a jornada da vida e a crescer no relacionamento com Deus. Devemos recordar que o Livro dos Salmos é composto de orações e, assim, é inestimável, não só pela visão teológica, mas também porque pode enriquecer e transformar nossas orações individuais e em comunidade.

Orar com base nos salmos tem ajudado muitos crentes a estabelecer e a manter uma vida de oração regular e gratificante.

Nesta semana, continuaremos a analisar os salmos, especialmente no contexto de tempos em que as coisas não vão muito bem para nós.

Sábado, 06 de janeiro de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro dos Salmos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 515, jan. fev. mar. 2023. Adulto, Professor. 

Orações inspiradas

Lições da Bíblia1

4. Leia 2 Samuel 23:1, 2 e Romanos 8:26, 27. O que esses textos nos ensinam sobre oração?

2 Samuel 23:1, 2 (NAA)2: “1 São estas as últimas palavras de Davi: Palavra de Davi, filho de Jessé; palavra do homem que foi exaltado, do ungido do Deus de Jacó, do suave salmista de Israel. 2 O Espírito do Senhor fala por meio de mim; e a sua palavra está na minha língua.”

Romanos 8:26, 27 (NAA)2: “26 Da mesma maneira, também o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza. Porque não sabemos orar como convém, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. 27 E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus.”  

Os salmos são orações inspiradas e louvores de Israel. Assim, neles a voz de Deus é misturada com a voz de Seu povo. Os salmos assumem a dinâmica de vívidas interações com Deus. Os salmistas se dirigem a Deus pessoalmente como “Deus meu”, “ó Senhor” e “Rei meu” (Sl 5:2; 84:3). Eles muitas vezes imploram: “Dá ouvidos” (Sl 5:1), “ouve, Senhor, a minha oração” (Sl 39:12), “considera” (Sl 25:18), “responde-me” (Sl 102:2) e “salva-me” (Sl 6:4). Essas são expressões de alguém que está orando a Deus.

A beleza e o apelo dos salmos como orações e louvores residem no fato de que eles são a Palavra de Deus na forma de orações piedosas e de louvores dos crentes. Assim, os salmos oferecem aos filhos de Deus momentos de proximidade, como descrito em Romanos 8:26, 27: “O Espírito nos ajuda em nossa fraqueza. Porque não sabemos orar como convém, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus”.

Jesus citou os salmos, como em Lucas 20:42, 43, quando citou do Salmo 110:1: “O próprio Davi afirma no Livro dos Salmos: ‘Disse o Senhor ao Meu Senhor: Sente-Se à Minha direita, até que Eu ponha os Seus inimigos por estrado dos Seus pés’”.

Embora alguns salmos tenham surgido de eventos históricos e de experiências dos salmistas, ou se refiram a essas experiências, bem como às experiências de Israel como nação, sua profundidade espiritual toca diferentes situações da vida e atravessa todas as fronteiras culturais, religiosas, étnicas e de sexo. Em outras palavras, ao ler Salmos, encontramos expressões de esperança, louvor, medo, raiva, pesar e tristeza, coisas que todos experimentam em todos os lugares e épocas, não importam as circunstâncias. Os salmos falam a todos, na linguagem de cada experiência.

Jesus citou os Salmos. O que esse fato nos diz sobre a importância que eles têm em nossa própria experiência de fé?

Quarta-feira, 03 de janeiro de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro dos Salmos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 515, jan. fev. mar. 2023. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Lutando pela paz – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

“Um exército em batalha ficaria confuso e enfraquecido a menos que todos trabalhassem em conjunto. Se os soldados agirem segundo suas próprias ideias impulsivas, sem considerar a posição e a atuação dos outros, seriam átomos independentes; não poderiam fazer o trabalho de um corpo organizado. Portanto, os soldados de Cristo devem agir em harmonia. Não se deve valorizar o trabalho solitário. Se fizerem isso, em lugar de estar em perfeita harmonia, tendo uma só mente, um propósito, e consagrado a um grande objetivo, verão esforços infrutíferos, e terão seu tempo e sua capacidade desperdiçados. União é força. Algumas almas convertidas agindo em harmonia, por um grande propósito, sob uma direção, alcançarão vitórias em cada confronto” (Ellen G. White, Spalding e Magan Collection, p. 121).

Por que Paulo se autodenominou “embaixador em cadeias” (Ef 6:20)? Embaixadores desempenhavam papéis desafiadores na guerra. A autodescrição de Paulo se encaixa no contexto de sua metáfora militar. Os embaixadores deveriam ser tratados com o respeito devido à pessoa ou ao país que os enviava. Portanto, há um forte contraste entre a posição de Paulo como embaixador do Governante supremo do cosmos e o total desrespeito sinalizado por suas cadeias (literalmente, “cadeia”). No entanto, uma vez que os embaixadores usavam um “colar de ofício”, é provável que a menção de uma “cadeia” estivesse “temperada com ironia”, na qual ele considerava sua cadeia como “uma insígnia a ser usada com distinção” (David J. Williams, Paul’s Metaphors: Their Context and Character [Peabody, MA: Hendrickson, 1999], p. 152).

Perguntas para consideração

O que significa “lutar pela paz” num mundo caracterizado pela violência?

Que “dardos inflamados” estão sendo arremessados em sua direção? Como você pode garantir que o “escudo da fé” esteja preparado para apagá-los?

Como podemos conduzir o “ministério da oração” com base em Efésios 6:18-20?

Ef 6:18-20 (NAA)2: “18 Orem em todo tempo no Espírito, com todo tipo de oração e súplica, e para isto vigiem com toda perseverança e súplica por todos os santos. 19 E orem também por mim, para que, no abrir da minha boca, me seja dada a palavra, para com ousadia tornar conhecido o mistério do evangelho, 20 pelo qual sou embaixador em cadeias, para que, em Cristo, eu seja ousado para falar, como me cumpre fazer.”

De que modo devemos tratar os feridos no grande conflito? Como lidar com os crentes que, no calor da batalha, fogem ou passam para o outro lado?

Sexta-feira, 22 de setembro de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Efésios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 513, jul. ago. set. 2023. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Praticando a oração no campo de batalha

Lições da Bíblia1

Ao concluir a exortação de batalha, Paulo instou os crentes à oração contínua “por todos os santos” e por si mesmo como embaixador em cadeias (Ef 6:18-20). Esse chamado à oração pode ser visto como uma extensão das imagens militares, uma vez que clamar a Deus (ou aos deuses) em oração era uma prática comum no antigo campo de batalha. Para citar um exemplo bíblico: após a mensagem de Jaaziel sobre a batalha, Josafá levou “todo o Judá e os moradores de Jerusalém” a se prostrarem “diante do Senhor” e O adorarem (2Cr 20:18). Embora a oração não seja uma sétima peça da armadura, é parte integrante da exortação de batalha e da metáfora militar de Paulo.

No primeiro de dois pedidos de oração, Paulo pediu aos leitores que fizessem oração fervorosa, urgente e perseverante “por todos os santos” (Ef 6:18). Para que a igreja seja bem-sucedida na luta contra os poderes do mal, precisará praticar a dependência de Deus por meio da oração inspirada no Espírito.

O segundo pedido de oração de Paulo foi por si mesmo, para que Deus lhe concedesse a mensagem certa (“me seja dada a palavra”), no tempo devido (“no abrir da minha boca”), para transmiti-la da maneira correta (“com ousadia”) e com um tema muito importante, “o mistério do evangelho” (Ef 6:19). Essa última frase se refere ao que chamamos de “segredo revelado” da intervenção divina em Cristo para resgatar gentios e judeus (Ef 3:1-13), criando “uma nova humanidade” (Ef 2:15; 2:11-22) como sinal do plano maior de “unir todas as coisas” em Cristo (Ef 1:10).

5. Reveja os seguintes “chamados à oração” no NT. Qual deles o inspira mais e por quê? Lc 18:1-8; Fp 4:6; Cl 4:2; 1Ts 5:16-18

Lc 18:1-8 (NAA)2: “1 Jesus lhes contou uma parábola para mostrar que deviam orar sempre e nunca desanimar: 2 — Em certa cidade havia um juiz que não temia a Deus, nem respeitava ninguém. 3 Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que sempre o procurava, dizendo: “Julgue a minha causa contra o meu adversário.” 4 Por algum tempo, ele não a quis atender, mas depois pensou assim: “É bem verdade que eu não temo a Deus, nem respeito ninguém. 5 Porém, como esta viúva fica me incomodando, vou julgar a sua causa, para não acontecer que, por fim, venha a molestar-me.” 6 Então o Senhor disse: — Ouçam bem o que diz este juiz iníquo. 7 Será que Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? 8 Digo a vocês que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando o Filho do Homem vier, será que ainda encontrará fé sobre a terra?

Fp 4:6 (NAA)2: “Não fiquem preocupados com coisa alguma, mas, em tudo, sejam conhecidos diante de Deus os pedidos de vocês, pela oração e pela súplica, com ações de graças.

Cl 4:2 (NAA)2: “Continuem a orar, vigiando em oração com ação de graças.

1Ts 5:16-18 (NAA)2: “16 Estejam sempre alegres. 17 Orem sem cessar. 18 Em tudo, deem graças, porque esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus.”

Por que os crentes são instados com frequência a orar com fervor e perseverança? A metáfora militar de Paulo sugere duas respostas: (1) a ameaça de batalha espiritual contra uma gama de inimigos sobrenaturais é terrível e real; (2) as promessas divinas de força espiritual e vitória são ilustradas por meio das metáforas militares (Ef 6:10-17). A oração fervorosa e constante dá oportunidade para ouvirmos atentamente essas promessas, celebrá-las e agradecer a Deus os recursos de Sua graça.

Quinta-feira, 21 de setembro de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Efésios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 513, jul. ago. set. 2023. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Oração e ações de graça

Lições da Bíblia1

Motivado pelas notícias de que os crentes em Éfeso estavam crescendo na fé em Jesus e no amor uns pelos outros (talvez essas informações tenham sido compartilhadas por Tíquico; Ef 6:21, 22), Paulo contou-lhes o quanto orava por eles.

1. Compare os dois relatos de oração de Paulo em Efésios 1:15-23 e 3:14-21. Que temas os textos têm em comum?

Efésios 1:15-23 (ARA)2: “15 Por isso, também eu, tendo ouvido a fé que há entre vós no Senhor Jesus e o amor para com todos os santos, 16 não cesso de dar graças por vós, fazendo menção de vós nas minhas orações, 17 para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos conceda espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele, 18 iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual é a esperança do seu chamamento, qual a riqueza da glória da sua herança nos santos 19 e qual a suprema grandeza do seu poder para com os que cremos, segundo a eficácia da força do seu poder; 20 o qual exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestiais, 21 acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir não só no presente século, mas também no vindouro. 22 E pôs todas as coisas debaixo dos pés e, para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja, 23 a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas.”

Efésios 3:14-21 (ARA)2: “14 Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai, 15 de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra, 16 para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior; 17 e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, 18 a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade 19 e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus. 20 Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, 21 a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém!”

Às vezes, nosso padrão de oração tem um tom pesaroso, e lamentamos os desafios e problemas. Os relatos de oração de Paulo em Efésios sugerem que a ação de graças é a língua original da oração. Agradecemos as bênçãos divinas. Buscamos discernir Deus em ação em circunstâncias difíceis e O louvamos por Sua presença transformadora em nossa vida. Celebrando a graça e o poder do Jesus exaltado (Ef 1:20-23), somos gratos por abençoar pessoas sob nossa influência. Eis o segredo transformador de Paulo: a oração é a chave do louvor e da ação de graças.

Paulo também disse: “não cesso de dar graças por vocês, mencionando-os nas minhas orações” (Ef 1:16; veja também Fp 1:3, 4; 1Ts 1:2; 5:16-18).

O que significa orar sem cessar (1Ts 5:17)? Não significa que estamos sempre ajoelhados em oração, mas que, abençoados por Deus, vivemos com o coração aberto à presença e ao poder divinos, buscando sinais para demonstrarmos gratidão a Ele. Significa prontidão para processar as questões da vida na presença divina e buscar o conselho divino à medida que experimentamos as reviravoltas da vida. Significa não viver distanciado de Deus, mas comprometido com Ele, sempre aberto à Sua liderança.

Às vezes vemos a oração como uma gentileza, um complemento ao discipulado que deve ser exercido quando for conveniente. Paulo ilustrou uma noção diferente. Ele levava a sério a tarefa de orar pelos efésios e o fazia agradecendo (Ef 1:16; 1:3-14) e intercedendo por eles (Ef 1:17-23; 3:14-21). Para ele, a oração é uma tarefa central da fé cristã. Esses versos apresentam um chamado à oração, um convite para considerar o próprio “ministério de oração” à luz da dedicação de Paulo a ele.

Por que é importante sempre apresentar a Deus, em oração, seus motivos de gratidão?

Domingo, 09 de julho de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Efésios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 513, jul. ago. set. 2023. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Abordagem bíblica e com espírito de oração

Lições da Bíblia

“5. Leia Atos 17:11; 8:35; 15:15, 16. O que os apóstolos e os membros da igreja primitiva fizeram quando foram confrontados com questões difíceis? Por que as Escrituras ainda são a melhor fonte para sua própria interpretação?”1

Atos 17:11 (ARA): “Ora, estes de Bereia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim.”

Atos 8:35 (ARA): “Então, Filipe explicou; e, começando por esta passagem da Escritura, anunciou-lhe a Jesus.”

Atos 15:15, 16 (ARA): “15 Conferem com isto as palavras dos profetas, como está escrito: 16 Cumpridas estas coisas, voltarei e reedificarei o tabernáculo caído de Davi; e, levantando-o de suas ruínas, restaurá-lo-ei.”

“A melhor solução para as dificuldades da Bíblia ainda se encontra na própria Bíblia. Lidamos melhor com os problemas bíblicos quando os estudamos à luz de todas as Escrituras, em vez de apenas lidarmos com um único texto isoladamente dos outros ou de toda a Palavra. Devemos, de fato, usar a Bíblia para compreender a própria Bíblia. Aprender a escavar as grandes verdades encontradas nas Escrituras é uma das coisas mais importantes que podemos fazer.”1

“Se você não entende uma passagem das Escrituras, tente reunir algum conhecimento de outras passagens bíblicas que tratam do mesmo assunto. Sempre busque encontrar declarações claras das Escrituras para esclarecer as passagens que são menos claras. Também é muito importante nunca obscurecer declarações inequívocas das Escrituras, trazendo a elas passagens difíceis de entender. Em vez de usar fontes extrabíblicas, a filosofia ou a ciência para explicar o significado da Bíblia, devemos permitir que o próprio texto das Escrituras nos revele seu significado.”1

“Dizem que, quando estamos ajoelhados, literalmente olhamos para as dificuldades de uma nova perspectiva, pois, em oração, sinalizamos que precisamos de ajuda divina para interpretar e compreender as Escrituras. Em oração, buscamos a iluminação de nossa mente por meio do mesmo Espírito Santo que inspirou os escritores bíblicos a escrever o que escreveram.”1

“Em oração, nossos motivos são revelados e podemos dizer a Deus por que desejamos entender o que lemos. Em oração, pedimos ao Senhor que abra nossos olhos para a Sua Palavra e nos dê um espírito disposto a seguir e praticar a Sua verdade (isso é fundamental!). Quando Deus nos guia mediante Seu Espírito Santo em resposta às nossas orações, Ele não contradiz o que revelou na Bíblia. Deus sempre estará em harmonia com a Bíblia. O Senhor confirmará o que Ele mesmo inspirou os escritores bíblicos a nos comunicar e edificará com base nesses escritos.”1

“Como a oração ajuda você a ter a atitude correta para compreender mais e obedecer à Palavra?”1

Peça a Deus a capacidade de ser fiel com alegria e generosidade.

Quinta-feira, 18 de junho de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Com interpretar as Escrituras Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 500, abr. mai. jun. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Novamente, jejum e oração

Lições da Bíblia

“1. Leia Daniel 10:1-3. O que o profeta estava fazendo novamente?”1

Daniel 10:1-3 (ARA)2: “1 No terceiro ano de Ciro, rei da Pérsia, foi revelada uma palavra a Daniel, cujo nome é Beltessazar; a palavra era verdadeira e envolvia grande conflito; ele entendeu a palavra e teve a inteligência da visão. 2 Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar desejável não comi, nem carne, nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com óleo algum, até que passaram as três semanas inteiras.

“Daniel não explicou as razões de seu prolongado período de luto. Mas uma intercessão tão fervorosa provavelmente tenha sido motivada pela situação dos judeus, que tinham acabado de retornar de Babilônia à Palestina.”1

“2. Leia Esdras 4:1-5. Quais desafios os judeus estavam enfrentando em seu retorno? Assinale ‘V’ para verdadeiro ou ‘F’ para falso:”1

Esdras 4:1-5 (ARA)2: “1 Ouvindo os adversários de Judá e Benjamim que os que voltaram do cativeiro edificavam o templo ao Senhor, Deus de Israel, 2 chegaram-se a Zorobabel e aos cabeças de famílias e lhes disseram: Deixai-nos edificar convosco, porque, como vós, buscaremos a vosso Deus; como também já lhe sacrificamos desde os dias de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos fez subir para aqui. 3 Porém Zorobabel, Jesua e os outros cabeças de famílias lhes responderam: Nada tendes conosco na edificação da casa a nosso Deus; nós mesmos, sozinhos, a edificaremos ao Senhor, Deus de Israel, como nos ordenou Ciro, rei da Pérsia. 4 Então, as gentes da terra desanimaram o povo de Judá, inquietando-o no edificar; alugaram contra eles conselheiros para frustrarem o seu plano, todos os dias de Ciro, rei da Pérsia, até ao reinado de Dario, rei da Pérsia.

A. (   ) Oposição na reconstrução do templo, da parte dos povos ao redor.
B. (   ) Estavam sem condições financeiras para concluir a reconstrução.

Resposta sugestiva: V; F.

“Em Esdras 4:1-5, vemos que, naquele momento, os judeus estavam enfrentando forte oposição ao tentarem reconstruir o templo. Os samaritanos tinham enviado relatórios falsos à corte persa, incitando o rei a interromper a obra. Diante dessa crise, Daniel implorou a Deus por três semanas para que Ele influenciasse Ciro a permitir que a obra continuasse.”1

“Naquele momento, Daniel estava provavelmente perto de noventa anos de idade. Ele não estava pensando em si, mas em seu povo e nos desafios que enfrentava. Ele persistiu em oração por três semanas inteiras antes de receber uma resposta de Deus. Durante esse tempo, o profeta seguiu uma dieta muito modesta, abstendo-se de comida de sua escolha e até mesmo de unguento. Ele estava completamente indiferente ao seu conforto e aparência, mas estava profundamente preocupado com o bem-estar de seus companheiros judeus em Jerusalém a milhares de quilômetros de distância.”1

“Ao observarmos a vida de oração de Daniel, aprendemos algumas lições valiosas. Primeiramente, devemos persistir em oração, mesmo quando nossas petições não são respondidas imediatamente. Em segundo lugar, devemos dedicar tempo para orar por outras pessoas. Há algo especial na oração intercessória. Lembre-se de que ‘mudou o SENHOR a sorte de Jó, quando este orava pelos seus amigos’ (Jó 42:10). Em terceiro lugar, a oração leva Deus a fazer algo concreto e real. Portanto, oremos sempre, todos os tipos de prece. Diante de provações insuportáveis, grandes problemas e desafios esmagadores, levemos nossos fardos a Deus em oração (Ef 6:18).”1

Leia Daniel 10:12 (ARA)2: “Então, me disse: Não temas, Daniel, porque, desde o primeiro dia em que aplicaste o coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram ouvidas as tuas palavras; e, por causa das tuas palavras, é que eu vim.”

O que esse texto revela sobre a oração como uma experiência objetiva que leva Deus a fazer alguma coisa, em vez de ser apenas uma experiência subjetiva que faz com que nos sintamos bem a respeito de Deus?

Peça ao Senhor, cada dia, o batismo do Espírito Santo.

Sábado, 08 de março de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.