Promessa da oração

Lições da Bíblia.

“À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e Ele ouvirá a minha voz” (Sl 55:17).

“Pensamento-chave: Em muitos lugares na Bíblia o Senhor nos chama a orar porque a oração é um componente essencial da nossa caminhada com Ele.”

“A oração é o dom mais íntimo que Deus deu à humanidade. No entanto, é muito mais do que um meio de comunicação. É a oportunidade de se aproximar do Senhor de maneira especial.”

“Ellen White apresentou estas palavras sobre a questão da oração: ‘Nosso Pai celestial está desejoso de derramar sobre nós a plenitude de Suas bênçãos. É nosso privilégio beber livremente da fonte de Seu ilimitado amor. Como é de admirar, pois, que oremos tão pouco! Deus está pronto para ouvir a oração sincera do mais humilde de Seus filhos, e contudo há tanta relutância de nossa parte, para tornar conhecidas a Deus nossas necessidades! Que pensarão os anjos do Céu, a respeito dos pobres e desamparados seres humanos, sujeitos à tentação, quando o coração de Deus, pleno de infinito amor, se inclina anelante para eles, pronto para lhes dar mais do que sabem pedir ou pensar e, contudo, oram tão pouco, e tão pequena fé exercem! Os anjos têm prazer em se prostrar perante Deus; deleitam-se em estar em Sua presença. Consideram a comunhão com Deus sua mais alta alegria; e, contudo, os filhos da Terra, que tanto precisam do auxílio que só Deus pode dar, parecem satisfeitos em andar sem a luz de Seu Espírito, a companhia de Sua presença’ (Caminho a Cristo, p. 94).”

“Isso resume tudo, não é mesmo?”

“Prepare-se! No dia 10 de março vamos orar e jejuar por nossos amigos e parentes em toda a América do Sul.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 03 de março de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A oração de Neemias

Lições da Bíblia.

“Apesar de todas as promessas de restauração, havia problemas em Jerusalém. O povo enfrentava um obstáculo após outro, muitos deles como resultado de sua própria desobediência. O profeta Neemias, enquanto servia o rei persa, recebeu notícia sobre a situação ali e respondeu com jejum, pranto e oração. Seu entusiasmo e preocupação diante das dificuldades são claramente revelados no primeiro capítulo do livro que leva seu nome.”

“7. Leia a oração de Neemias 1, em resposta ao que ele ouviu, e comente:” “1:3 Eles me responderam: Os restantes que ficaram do cativeiro, lá na província estão em grande aflição e opróbrio; também está derribado o muro de Jerusalém, e as suas portas queimadas a fogo. 1:4 Tendo eu ouvido estas palavras, sentei-me e chorei, e lamentei por alguns dias; e continuei a jejuar e orar perante o Deus do céu, 1:5 e disse: Ó Senhor, Deus do céu, Deus grande e temível, que guardas o pacto e usas de misericórdia para com aqueles que te amam e guardam os teus mandamentos: 1:6 Estejam atentos os teus ouvidos e abertos os teus olhos, para ouvires a oração do teu servo, que eu hoje faço perante ti, dia e noite, pelos filhos de Israel, teus servos, confessando eu os pecados dos filhos de Israel, que temos cometido contra ti; sim, eu e a casa de meu pai pecamos; 1:7 na verdade temos procedido perversamente contra ti, e não temos guardado os mandamentos, nem os estatutos, nem os juízos, que ordenaste a teu servo Moisés. 1:8 Lembra-te, pois, da palavra que ordenaste a teu servo Moisés, dizendo: Se vós transgredirdes, eu vos espalharei por entre os povos; :9 mas se vos converterdes a mim, e guardardes os meus mandamentos e os cumprirdes, ainda que os vossos rejeitados estejam na extremidade do céu, de lá os ajuntarei e os trarei para o lugar que tenho escolhido para ali fazer habitar o meu nome. 1:10 Eles são os teus servos e o teu povo, que resgataste com o teu grande poder e com a tua mão poderosa. 1:11 Ó Senhor, que estejam atentos os teus ouvidos à oração do teu servo, e à oração dos teus servos que se deleitam em temer o teu nome; e faze prosperar hoje o teu servo, e dá-lhe graça perante este homem. (Era eu então copeiro do rei.).”

“(1) Por que Neemias, que, tanto quanto sabemos, foi fiel, incluiria a si mesmo entre os que haviam pecado contra o Senhor?” temos pecado e cometido iniquidades, procedemos perversamente e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos; e não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, nossos príncipes e nossos pais, como também a todo o povo da terra.” (Dan. 9:5-6) “Neemias intercedeu pelo povo e se sentiu identificado com seus pecados.”

“(2) Que tipo de oração é esse, e por que é tão importante?” “Tornou Moisés ao SENHOR e disse: Ora, o povo cometeu grande pecado, fazendo para si deuses de ouro. Agora, pois, perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste. Então, disse o SENHOR a Moisés: Riscarei do meu livro todo aquele que pecar contra mim. Vai, pois, agora, e conduze o povo para onde te disse; eis que o meu Anjo irá adiante de ti; porém, no dia da minha visitação, vingarei, neles, o seu pecado.” (Êxo. 32:31-34) “Moisés orou pelo povo e ofereceu a própria vida para que fossem perdoados.”

“(3) De que modo a condicionalidade da profecia está revelada nessa oração?” “Se o povo transgredisse a lei, seria castigado; se confessassem e se arrependessem seriam restaurados.”

“(4) Com base em que ele fez seu apelo ao Senhor, em favor do povo? Em outras palavras, por que o Senhor devia ouvir essa súplica?” “Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra.(Gên. 12:1-3). “Com base na aliança entre Deus e Abraão, que se estendeu a Israel. Eles ainda eram o povo de Deus.”

“Escreva uma oração de intercessão pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, partilhe com a classe, e compare com a oração dos colegas. O que nossas orações dizem sobre nossa maneira de perceber as diversas necessidades espirituais da igreja? […]”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 01 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

“Uma voz tranquila e suave”

Lições da Bíblia.

“A vida de Elias, registrada em 1 Reis e 2 Reis, inclui exemplos em que ele enfrentou corajosamente as ameaças dos reis contra sua vida. Houve, contudo, uma notável exceção, o momento em que, assustado com as ameaças de uma sórdida rainha, ele fugiu para salvar a vida. Em 1 Reis 18, ele pediu que descesse fogo do Céu sobre o Monte Carmelo, fez com que os profetas de Baal fossem mortos e advertiu Acabe sobre a chuva que se aproximava. O poder do Senhor veio sobre ele, e depois que ele prendeu seu manto no cinto, correu a distância de 32 quilômetros à frente de Acabe, até Jezreel.”

“No capítulo seguinte, todavia, esse mesmo homem de Deus aparece sob uma luz inteiramente nova. O texto de 1 Reis 19:1-4, nos ensina a lição que os servos de Deus têm momentos de decepção.” “Acabe fez saber a Jezabel tudo quanto Elias havia feito e como matara todos os profetas à espada. Então, Jezabel mandou um mensageiro a Elias a dizer-lhe: Façam-me os deuses como lhes aprouver se amanhã a estas horas não fizer eu à tua vida como fizeste a cada um deles. Temendo, pois, Elias, levantou-se, e, para salvar sua vida, se foi, e chegou a Berseba, que pertence a Judá; e ali deixou o seu moço. Ele mesmo, porém, se foi ao deserto, caminho de um dia, e veio, e se assentou debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte e disse: Basta; toma agora, ó SENHOR, a minha alma, pois não sou melhor do que meus pais. (1 Reis 19:1-4).

“O Senhor, porém, não havia rejeitado Elias, nem mesmo depois de sua oração bastante desesperada e triste. Ele ainda deu a Elias poderosa evidência de Seu amor por ele e de Seu interesse na vida do profeta.”

Após distintas manifestações da natureza ocasionadas por Deus, “Elias envolveu seu rosto com o manto porque reconheceu na brisa suave a voz do Deus que lhe havia provido alimento, água e força, e que acalmou seu coração.” ”Disse-lhe Deus: Sai e põe-te neste monte perante o SENHOR. Eis que passava o SENHOR; e um grande e forte vento fendia os montes e despedaçava as penhas diante do SENHOR, porém o SENHOR não estava no vento; depois do vento, um terremoto, mas o SENHOR não estava no terremoto; depois do terremoto, um fogo, mas o SENHOR não estava no fogo; e, depois do fogo, um cicio tranqüilo e suave. Ouvindo-o Elias, envolveu o rosto no seu manto e, saindo, pôs-se à entrada da caverna. Eis que lhe veio uma voz e lhe disse: Que fazes aqui, Elias? Ele respondeu: Tenho sido em extremo zeloso pelo SENHOR, Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram a tua aliança, derribaram os teus altares e mataram os teus profetas à espada; e eu fiquei só, e procuram tirar-me a vida. Disse-lhe o SENHOR: Vai, volta ao teu caminho para o deserto de Damasco e, em chegando lá, unge a Hazael rei sobre a Síria. A Jeú, filho de Ninsi, ungirás rei sobre Israel e também Eliseu, filho de Safate, de Abel-Meolá, ungirás profeta em teu lugar. […] Partiu, pois, Elias dali e achou a Eliseu, filho de Safate, que andava lavrando com doze juntas de bois adiante dele; ele estava com a duodécima. Elias passou por ele e lançou o seu manto sobre ele.” (1 Reis 19:11-16,19).

“É fascinante que, embora Elias tenha visto o grande vento, o terremoto e o fogo, nenhuma dessas coisas fez com que ele envolvesse o rosto no manto. Somente a presença do Senhor em uma voz ‘tranquila e suave’, trouxe a ele essa resposta, uma resposta de temor, respeito e autoproteção. Elias precisava aprender que, embora aquelas forças fossem poderosas e impressionantes, elas não retratavam em si mesmas a verdadeira imagem do Espírito de Deus. Elias ouviu a voz do Senhor de forma calma e delicada, lhe dizendo o que fazer, e foi a essa voz que ele obedeceu.”

“Como podemos aprender a reconhecer a voz do Senhor falando conosco? Mais importante, porém, é esta pergunta: Você obedece ao que ouve, ou você abafa essa ‘voz tranquila e suave’ que fala ao seu coração? O que sua resposta diz sobre você?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – domingo 01 de maio de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Jesus – Homem de oração

Lições da Bíblia.

Jesus costumava orar em público e em particular, mesmo quando as circunstâncias eram desfavoráveis para a comunhão com o Pai. “Depois, entraram em Cafarnaum, e, logo no sábado, foi ele ensinar na sinagoga. Maravilhavam-se da sua doutrina, porque os ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas. Não tardou que aparecesse na sinagoga um homem possesso de espírito imundo, o qual bradou: Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste para perder-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus! Mas Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te e sai desse homem. Então, o espírito imundo, agitando-o violentamente e bradando em alta voz, saiu dele. Todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si: Que vem a ser isto? Uma nova doutrina! Com autoridade ele ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem! Então, correu célere a fama de Jesus em todas as direções, por toda a circunvizinhança da Galiléia. E, saindo eles da sinagoga, foram, com Tiago e João, diretamente para a casa de Simão e André. A sogra de Simão achava-se acamada, com febre; e logo lhe falaram a respeito dela. Então, aproximando-se, tomou-a pela mão; e a febre a deixou, passando ela a servi-los. À tarde, ao cair do sol, trouxeram a Jesus todos os enfermos e endemoninhados. Toda a cidade estava reunida à porta. E ele curou muitos doentes de toda sorte de enfermidades; também expeliu muitos demônios, não lhes permitindo que falassem, porque sabiam quem ele era. Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava.” (Mar. 1:21-35).

“Jesus foi para a sinagoga naquele sábado em Cafarnaum e ensinou as Escrituras a um grupo grandemente admirado que reconheceu Sua autoridade, e curou um homem endemoninhado. Depois da reunião, Jesus e Seus discípulos foram para a casa de Pedro e André, e lá, Ele curou a sogra de Pedro. Ao pôr do sol, muitos (‘toda a cidade’ [Mc 1:33]) se reuniram ao redor de Jesus e Lhe levaram todos os tipos de doentes e endemoninhados para ser curados.”

“Nunca antes testemunhara Cafarnaum um dia semelhante a esse. O ar estava cheio de vozes de triunfo e de exclamações de livramento. Enquanto o último sofredor não foi socorrido, Jesus não cessou Seu trabalho. Era tarde da noite quando a multidão partiu e se fez silêncio na casa de Simão” (Ellen G. White, Exaltai-O [MM 1992], p. 86).

Esse deve ter sido um dia exaustivo para Jesus. Porém, Ele não dormiu até tarde na manhã seguinte. Precisava estar em comunhão com o Pai; então, ergueu-Se antes do amanhecer, foi a um lugar solitário e passou tempo em oração. Jesus, o Filho de Deus, aquele que tinha estado com o Pai antes que fosse criado o mundo (Jo 17:5), aquele que criou o Universo inteiro (Jo 1:3), ainda assim sentia necessidade de oração. O conceito é notável.”

“Depois de um dia cansativo, tendemos a adiar a oração e comunhão com Deus. Mas é justamente nesses momentos de esgotamento psicológico que a maioria de nós precisa do bálsamo calmante da oração e de tempo com a Palavra de Deus. Jesus sabia disso e costumava manter constante proximidade com o Pai. Se isso era necessário para Jesus, quanto mais deve ser para nós?”

“A oração é um fator positivo para o bem-estar e a saúde mental. Embora não entendamos como a oração atua nem por que atua, somos aconselhados a orar: ‘Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer (Lc 18:1) ‘regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes;’ (Rom. 12:12).”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – domingo 20 de março de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Alívio da depressão

Lições da Bíblia.

Quando Davi permaneceu em silêncio a dor se agravou, no entanto ao se expressar em voz alta encontrou esperança em Deus. Emudeci em silêncio, calei acerca do bem, e a minha dor se agravou. Esbraseou-se-me no peito o coração; enquanto eu meditava, ateou-se o fogo; então, disse eu com a própria língua: Dá-me a conhecer, SENHOR, o meu fim e qual a soma dos meus dias, para que eu reconheça a minha fragilidade. Deste aos meus dias o comprimento de alguns palmos; à tua presença, o prazo da minha vida é nada. Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade. Com efeito, passa o homem como uma sombra; em vão se inquieta; amontoa tesouros e não sabe quem os levará. E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança.” (Sal. 39:2-7).

“Como a maioria das doenças emocionais, o paciente de depressão necessita falar sobre suas dificuldades. Por si só, esse ato pode dar início à cura. Aproximar-se do Senhor em oração fervente e sincera é um caminho seguro para liberar o estresse e a dor psicológica. Frequentemente, precisa haver mais tratamento, mas pode ser um bom começo.”

“A estratégia básica para lidar com a depressão consiste em falar com um amigo (ou um terapeuta) que saiba ouvir e, muito melhor, que saiba como ajudar a obter recursos mais intensivos, se necessário. Existe um efeito curativo na verbalização dos pensamentos e sentimentos. A comunidade da igreja pode prover um excelente contexto para ajudar o desencorajado, mas, frequentemente, isso é insuficiente, especialmente quando se requer cuidado profissional. Não obstante, é importante que quem esteja passando por tempos difíceis e que esteja se sentindo desencorajado ou mesmo deprimido tenha alguém de confiança com quem falar. Às vezes, só o ato de falar com alguém pode ser uma grande ajuda para que a pessoa se sinta melhor.”

Existe uma promessa no Salmo 55:17, Deus ouve nossa voz. “À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e ele ouvirá a minha voz.” (Sal. 55:17)

“O encontro com o conselheiro, mesmo que seja possível, pode não estar agendado até a semana que vem, mas, como Davi – que aprendeu a obter ajuda a qualquer hora do dia ou qualquer dia da semana – também nós podemos nos voltar para o Senhor em qualquer momento. Davi sabia que o Senhor ouvia sua voz, e isso o encorajava muito.”

“Até mesmo os psicólogos seculares estão recomendando que os pacientes que creem na oração, orem. Todos nós, mesmo quando não sofremos de depressão clínica, podemos experimentar o efeito saudável da oração ao Senhor para nos ajudar. Não importa quem somos nós nem qual a profundeza de nosso desânimo, um relacionamento com Deus pode ajudar muito a trazer esperança, encorajamento e cura.”

“Certa vez, Ellen G. White descreveu a oração como ‘o abrir do coração a Deus como a um amigo’ (Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 533). Embora nem sempre a oração resolva todos os nossos problemas, como nos ajuda a lidar com eles?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – terça-feira 08 de fevereiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Que recompensa teve Ana!

Lições da Bíblia.

“De Silo, Ana voltou silenciosamente para o seu lar em Ramá, deixando o menino Samuel para ser educado para o serviço da casa de Deus, sob a instrução do sumo sacerdote. Desde o primeiro despontar da inteligência do filho ela lhe ensinara a amar e reverenciar a Deus, e a considerar-se como sendo do Senhor. Por meio de todas as coisas conhecidas que o cercavam, procurou ela elevar seus pensamentos ao Criador. Depois de separada de seu filho, a solicitude da fiel mãe não cessou. Cada dia ele era objeto de suas orações. Cada ano ela lhe fazia, com suas próprias mãos, uma túnica para o serviço; e, subindo com o esposo para adorar em Silo, dava ao menino esta lembrança de seu amor. Cada fibra da pequena veste era tecida com uma oração para que ele fosse puro, nobre e verdadeiro. Não pedia para o filho grandezas mundanas, mas rogava fervorosamente que ele pudesse alcançar aquela grandeza a que o Céu dá valor – que honrasse a Deus e abençoasse a seus semelhantes.

Que recompensa teve Ana! e que estímulo para a fidelidade é o seu exemplo! Há oportunidades de inestimável valor, interesses infinitamente preciosos, confiados a toda mãe. A humilde rotina dos deveres que as mulheres têm considerado como uma fastidiosa tarefa, deve ser encarada como obra grandiosa e nobre. É privilégio da mãe abençoar o mundo pela sua influência, e fazendo isto trará alegria a seu próprio coração. Ela pode fazer retas veredas para os pés de seus filhos, através de claridade e sombra, em direção às alturas gloriosas do Céu. Mas, unicamente quando procura em sua vida seguir os ensinos de Cristo, é que a mãe pode esperar formar o caráter de seus filhos segundo o modelo divino. O mundo está repleto de influências corruptoras. A moda e os costumes exercem forte poder sobre os jovens. Se a mãe falta em seu dever de instruir, guiar e restringir, os filhos naturalmente aceitarão o mal, e se desviarão do bem. Que toda mãe vá muitas vezes ao seu Salvador com a oração: ‘Ensina-nos o que faremos pela criança.’ Atenda ela à instrução que Deus dá em Sua Palavra, e ser-lhe-á dada sabedoria conforme a necessitar.” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 572, 573).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sexta-feira, 15 de outubro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Derramando o coração. “[…] levantou-se Ana, e, com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente.” (1 Sam 1:10).

Lições da Bíblia.

“A natureza humana só pode aguentar até determinado ponto. A certa altura, precisa tomar providências. Para alguns, essa ação pode ser irracional e até perigosa.”

Assim relata à bíblia a maneira como Ana lidou com a dor: “Após terem comido e bebido em Siló, estando Eli, o sacerdote, assentado numa cadeira, junto a um pilar do templo do SENHOR, levantou-se Ana, e, com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente. E fez um voto, dizendo: SENHOR dos Exércitos, se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva te não esqueceres, e lhe deres um filho varão, ao SENHOR o darei por todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha. Demorando-se ela no orar perante o SENHOR, passou Eli a observar-lhe o movimento dos lábios, porquanto Ana só no coração falava; seus lábios se moviam, porém não se lhe ouvia voz nenhuma; por isso, Eli a teve por embriagada e lhe disse: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti esse vinho! Porém Ana respondeu: Não, senhor meu! Eu sou mulher atribulada de espírito; não bebi nem vinho nem bebida forte; porém venho derramando a minha alma perante o SENHOR. Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial; porque pelo excesso da minha ansiedade e da minha aflição é que tenho falado até agora. (1 Sam. 1:9-16)”

“Essa oração não foi uma petição formal ou um tipo de oração geral ‘por favor, ajuda-me’. O autor bíblico descreve a oração de Ana como ‘derramando a alma perante o Senhor’ (1Sm 1:15). O verbo derramar normalmente é associado ao despejo de líquidos, particularmente sangue e água com relação aos sacrifícios (cf. Lv 4:7, 12, 18, 25, etc.). Frequentemente, é usado para se referir às ações de Deus. O Senhor pode derramar juízos ou bênçãos (Sl 69:24; 79:6; Is 42:25; etc.). Tem conotações de abundância e plenitude. Em algumas passagens do Antigo Testamento, o verbo é usado com relação à oração (Sl 42:4, 5; 62:8, 9; Lm 2:19). Essa oração derramada é talvez o tipo mais íntimo de oração. Envolve ser absolutamente honesto para com Deus, expressando nossa dor e nossos temores mais profundos. Ana estava tão absorvida em sua oração que ficou inconsciente das pessoas ao seu redor e do que poderiam pensar dela. Estava, de fato, se apegando a Deus como Jacó se apegou a seu assaltante noturno (Gn 32:26, 27).”

Como resposta imediata a sua oração Ana ouviu de Eli: “[…] Vai-te em paz, e o Deus de Israel te conceda a petição que lhe fizeste. E disse ela: Ache a tua serva mercê diante de ti. Assim, a mulher se foi seu caminho e comeu, e o seu semblante já não era triste.” (1 Sam. 1:17-18).

“Embora nem sempre Deus responda imediatamente às nossas orações, quando derramamos o coração diante dEle, podemos estar seguros de que Ele nos ouve e responde (Sl 37:4) a Seu próprio tempo e à Sua maneira. Isso pode nos dar esperança e confiança enquanto esperamos para ver a guia de Deus em nosso futuro.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – terça-feira, 12 de outubro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Descanso na presença de Deus. “[…] e achareis descanso para a vossa alma. […]” (Mat. 11:29).

Lições da Bíblia

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.” (Mat. 11:28-30).

“O descanso que Jesus oferece é mais que apenas físico. É descanso para o ser. Precisamos experimentar o descanso completo que Cristo nos oferece. Um sono profundo basta para o descanso físico. Umas férias podem nos dar descanso emocional. Mas onde podemos encontrar descanso espiritual, alívio dos assuntos mais profundos do coração? Jesus está pronto a dar descanso espiritual a todos os que vierem a Ele.”

"A permanente paz, o verdadeiro descanso do espírito, não têm senão uma Fonte. Foi desta que Cristo falou quando disse: "Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei." Mat. 11:28. "Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize." João 14:27. Essa paz não é qualquer coisa que Ele dê à parte de Si mesmo. Ela está em Cristo, e só a podemos receber recebendo a Cristo." (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 247).

“Todos precisamos de um tempo e lugar em que possamos dirigir a mente a Deus. A oração, leitura da Bíblia, e meditação centrada em Cristo traz consigo um senso de paz e restauração.”

"Era nas horas de oração solitária que Jesus, em Sua vida terrestre, recebia sabedoria e poder. Sigam os jovens o Seu exemplo, procurando, na aurora e ao crepúsculo, uns momentos tranquilos para a comunhão com seu Pai celestial. E durante o dia todo levantem eles o coração a Deus. A cada passo em nosso caminho, diz Ele: ‘Eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita. … Não temas, que Eu te ajudo.’ Isa. 41:13. Aprendessem nossos filhos estas lições na manhã de seus anos, e que vigor e poder, que alegria e doçura lhes penetrariam a vida!" (Ellen G. White, Educação, p. 259).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Terça-feira, 11 de maio de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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