Uma questão de vida ou morte

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“’Satanás oferece aos homens os reinos do mundo se lhe concederem a supremacia. Muitos fazem isso e perdem o Céu. Antes morrer do que pecar! É melhor passar necessidade do que defraudar; melhor passar fome do que mentir’ (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 495).”1

“’Prefira a pobreza, a ignomínia, a separação dos amigos ou qualquer outro sofrimento, a manchar a vida com o pecado. Antes a morte que a desonra ou a transgressão da lei de Deus — esse deve ser o lema de cada cristão. Como um povo que professa ser reformador, de posse das mais solenes e purificadoras verdades da Palavra de Deus, devemos elevar a norma, muito mais do que está acontecendo agora’ (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 147).”1

Perguntas para reflexão

“1. Como podemos levar a sério a gravidade do pecado sem cair na armadilha do fanatismo? Como podemos ser obedientes à lei de Deus sem cair no legalismo?”1

“2. Leia Êxodo 20:1-17. De que forma os Dez Mandamentos estão relacionados entre si? Por que, se transgredirmos abertamente um dos mandamentos, provavelmente vamos transgredir os outros também? (Ver Tg 2:11.) Que exemplos você pode encontrar nos quais a transgressão de um dos mandamentos levou à transgressão de outros?”1

“3. As pessoas podem usar a religião a fim de justificar atos errôneos. Não é tão difícil fazer isso, especialmente se a pessoa for propensa a defender o ‘amor’ como padrão supremo para o certo e o errado. Afinal de contas, pense em todas as coisas más feitas sob o pretexto do ‘amor’. A lei continua a ser uma forma de proteger as pessoas de si mesmas ou de outros? Sem a lei, as pessoas são levadas a seguir no caminho do pecado?”1

“4. De que forma poderíamos confundir os símbolos com a realidade? Por exemplo, como a idolatria pode ser uma forma de se fazer isso? Quais tradições, que são símbolos de verdades espirituais, podem ser confundidas com as próprias verdades que elas representam?”1

Sexta-feira,  16 de janeiro de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Provébios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 479, Jan. Fev. Mar. 2015. Adulto, Professor.

A ameaça de morte

Lições da Bíblia

“A maioria das pessoas não pensa na morte quando peca, pois tem outras coisas em mente, em geral a gratificação e o prazer imediatos que extraem de seu pecado. Também não ajuda nada o fato de a cultura popular exaltar frequentemente o adultério e outras iniquidades. Em contraste, o livro de Provérbios coloca o pecado na perspectiva correta, e esse conceito foi ecoado por Paulo muitos anos depois: ‘O salário do pecado é a morte’ (Rm 6:23).”

“6. Leia Provérbios 7:22, 23. O que torna o adúltero vulnerável à ameaça de morte?”1 “22 E ele num instante a segue, como o boi que vai ao matadouro; como o cervo que corre para a rede, 23 até que a flecha lhe atravesse o coração; como a ave que se apressa para o laço, sem saber que isto lhe custará a vida.” (Provérbios 7:22, 23 ARA)2. “O fato de seguir ‘num instante’, isto é, sem pensar, aquela (ou aquele) que o seduz.1

“Aquele que ‘segue’ a mulher infiel é descrito como alguém que perdeu sua personalidade e vontade. Já não é capaz de pensar. A expressão ‘num instante’ sugere que ele não concedeu a si mesmo muito tempo para refletir. É comparado a um ‘boi que vai ao matadouro’, e a um louco que vai ‘ao castigo das prisões’ (ARC), ou a uma ‘ave que se apressa para o laço’. Nenhum deles percebe que sua vida está ameaçada.”1

“7. Leia Provérbios 7:26, 27. O que torna mortífera a mulher imoral?”1 “26 porque a muitos feriu e derribou; e são muitos os que por ela foram mortos. 27 A sua casa é caminho para a sepultura e desce para as câmaras da morte.” (Provérbios 7:26, 27 ARA)2. “O fato de que ela representa o pecado, e o pecado leva à morte.1

“É possível que a mulher, aqui, retrate mais do que uma simples adúltera. Na verdade, ela representa valores opostos à sabedoria. Salomão usou essa metáfora para advertir seu aluno contra toda forma de mal. O risco é enorme, pois essa mulher não apenas fere; ela mata, e seu poder é tanto que ela já matou até os mais fortes dentre os homens. Em outras palavras, outros homens antes de você, mais fortes do que você, não conseguiram sobreviver nas mãos dela. A linguagem universal dessa passagem sugere claramente que o autor bíblico estava falando sobre a humanidade em geral. (A palavra hebraica sheol, no texto, não tem nada que ver com o ‘inferno’ segundo a concepção comum; ela designa o lugar em que os mortos estão agora: a sepultura.)”1

“No fim, a ideia principal é que o pecado, quer seja adultério ou alguma outra coisa, leva à aniquilação, o oposto da vida eterna que Deus deseja que todos tenhamos por meio de Cristo Jesus.”1

“Como dissemos na introdução de sábado, não é de admirar que a linguagem seja forte; estamos tratando, literalmente, de questões de vida ou morte.”1

Quinta-feira,  15 de janeiro de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Provébios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 479, Jan. Fev. Mar. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Uma questão de vida ou morte

O mandamento é lâmpada, e a instrução, luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida” (Pv 6:23).

“Dois irmãos foram deixados em casa sozinhos, mas a mãe os advertiu severamente a não comer do bolo que ela havia acabado de assar. Para garantir que os garotos obedeceriam, ela acrescentou a ameaça do castigo.”1

“Depois que ela saiu, os garotos demoraram só alguns minutos para decidir que, de qualquer forma, comeriam o bolo. ‘Esta não é uma questão de vida ou morte’, raciocinaram. ‘Nossa mãe nunca nos mataria. Então, vamos comer!’”1

“No entanto, para o mestre que escreveu Provérbios, o assunto do qual ele falava é uma questão de vida ou morte. Sua linguagem é forte e, às vezes, bem vívida. O próprio Jesus usou linguagem muito forte ao falar sobre assuntos que implicam vida eterna ou morte eterna (ver Mt 5:21-30). E não é de admirar. No fim das contas, nosso destino final e eterno tem sua base nas escolhas que fazemos aqui e agora. Portanto, devemos crer na urgência demonstrada pela forte linguagem utilizada pelo autor de Provérbios.”1

Organize duplas missionárias, pequenos grupos e classes bíblicas em sua igreja. Motive os irmãos a levar muitas pessoas para Cristo em 2015!

Sábado,  10 de janeiro de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Provébios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 479, Jan. Fev. Mar. 2015. Adulto, Professor.

Morte e ressurreição – Vídeo

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

“Leia, de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 524-536: ‘Lázaro, Sai Para Fora’; p. 779-787: ‘O Senhor Ressuscitou’.”1

“’A voz do Filho de Deus chama os santos que dormem. Ele olha para a sepultura dos justos e, levantando as mãos para o céu, brada: ‘Despertai, despertai, despertai, vós que dormis no pó, e surgi!’ Por todo o comprimento e largura da Terra, os mortos ouvirão aquela voz, e os que ouvirem viverão. […] Do cárcere da morte eles vêm, revestidos de glória imortal, clamando: ‘Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?’ (1Co 15:55). E os vivos justos e os santos ressuscitados unem as vozes em prolongada e jubilosa aclamação de vitória’ (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 644).”1

Perguntas para reflexão

“1. Todos nós já lutamos com a realidade da morte, seu suposto caráter definitivo e sua aparente falta de sentido. Se, como muitos acreditam, não há Deus, não há esperança de vida eterna nem ressurreição, então qual é o sentido da vida humana? O que ela significa se, mais cedo ou mais tarde, todos os vivos morrem e a memória de cada um deles desaparece? Como nossa compreensão da ressurreição responde a esse dilema?”1

“2. Quais são alguns dos perigos inerentes à ideia da imortalidade da alma? Por que Satanás está ansioso para divulgar essa crença não bíblica? Qual será o papel desse conceito no cenário religioso do tempo do fim? De quais enganos são poupados os que entendem a morte como um sono até a ressurreição?”1

Sexta-feira, 19 de setembro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

Jesus venceu a morte

Lições da Bíblia

“7. Por que podemos declarar que a ressurreição de Lázaro foi o clímax do ministério terrestre de Cristo?”1 “38 Jesus, agitando-se novamente em si mesmo, encaminhou-se para o túmulo; era este uma gruta a cuja entrada tinham posto uma pedra. 39 Então, ordenou Jesus: Tirai a pedra. Disse-lhe Marta, irmã do morto: Senhor, já cheira mal, porque já é de quatro dias. 40 Respondeu-lhe Jesus: Não te disse eu que, se creres, verás a glória de Deus? 41 Tiraram, então, a pedra. E Jesus, levantando os olhos para o céu, disse: Pai, graças te dou porque me ouviste. 42 Aliás, eu sabia que sempre me ouves, mas assim falei por causa da multidão presente, para que creiam que tu me enviaste. 43 E, tendo dito isto, clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora! 44 Saiu aquele que estivera morto, tendo os pés e as mãos ligados com ataduras e o rosto envolto num lenço. Então, lhes ordenou Jesus: Desatai-o e deixai-o ir.” (João 11:38-44 RA)2. Nesse milagre Jesus demostrou seu poder como aquele que é o autor da vida, embora tenha demostrado publicamente Sua dependência do Pai, ao ressuscitar a Lázaro evidenciou seu poder sobre a vida. Logo após esse episódio os líderes religiosos judeus resolveram matá-Lo.

“Embora Jesus tenha ressuscitado outras duas pessoas, nenhum desses casos foi tão dramático como esse. Lázaro estava morto havia quatro dias, fato que Marta confirmou ao lado da sepultura. Jesus realizou o milagre em plena luz do dia diante de uma multidão de respeitadas testemunhas de Jerusalém. A evidência não podia ser rejeitada.”1

“Contudo, muito mais importante do que a ressurreição de Lázaro, foi a própria ressurreição de Jesus. Uma vez que Ele tem vida em Si mesmo, Ele não somente tem o poder de ressuscitar os mortos e dar vida a quem Ele quer (Jo 5:21), mas também tem o poder de dar a própria vida e reassumi-la (Jo 10:17, 18). Sua ressurreição provou isso de forma convincente.”1

“8. Qual é a relação entre a ressurreição de Cristo e a nossa? Por que Sua ressurreição é tão importante para nossa salvação?”1 “17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. 18 E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. 19 Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. 20 Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.” (1 Coríntios 15:15-20 RA)2. Se Cristo não tivesse ressuscitado seria em vão cremos em nossa salvação, pois estaríamos todos perdidos em nossos pecados.

“O poder de Cristo para quebrar os laços da morte é indiscutível. Ele ressuscitou do sepulcro como as primícias dos que dormiram nEle. Sua ressurreição é a garantia da ressurreição de todos os crentes, pois Ele tem as chaves da morte (Ap 1:17, 18).”1

“‘Para o crente, Cristo é a ressurreição e a vida. Em nosso Salvador é restaurada a vida que se havia perdido mediante o pecado; pois Ele possui vida em Si mesmo, para vivificar a quem quer. Acha-Se investido do direito de conceder a imortalidade. A vida que Ele depôs como homem, Ele reassumiu e concedeu aos homens’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 786, 787).”1

“Depois que Vladimir Lenin morreu, seu corpo foi congelado na crença de que, finalmente, a ciência permitiria que ele fosse trazido de volta à vida. Até agora, as perspectivas não parecem muito boas, não é verdade? A morte é tão poderosa que unicamente Aquele que criou a vida no princípio pode restaurá-la. O que essa verdade nos diz sobre a razão pela qual devemos crer que Jesus pode cumprir, e cumprirá, Sua promessa de nos ressuscitar?”

Quinta-feira, 18 de setembro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O estado dos mortos

Lições da Bíblia

“Os autores do Antigo Testamento afirmaram de forma constante que o ser humano é indivisível. Os vários termos hebraicos geralmente traduzidos como carne, alma e espírito são apenas formas alternativas de descrever, de diferentes pontos de vista, a pessoa humana como um todo. Em harmonia com essa perspectiva, as Escrituras usam diferentes metáforas para descrever a morte. Entre elas, o sono se destaca como símbolo apropriado para refletir a compreensão bíblica da condição dos mortos (Jó 3:11-13; 14:12; Sl 13:3; Jr 51:39; Dn 12:2). A morte é a cessação completa da vida. É um estado de inconsciência em que não há pensamentos, emoções, obras, nem relacionamentos de qualquer tipo (Ec 9:5, 6, 10; Sl 115:17; 146:4).”1

“Na época de Jesus, no entanto, essa compreensão da humanidade e, especialmente, da morte, foi desafiada pelo conceito dualista pagão da imortalidade da alma, que estava rapidamente se propagando por todo o mundo conhecido.”1

“1. Como Jesus descreveu a morte de Seu amigo Lázaro?”1Isto dizia e depois lhes acrescentou: Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo.” (João 11:11 RA)2. Descreve Lázaro como estando dormindo.

“Apesar dessa e de outras passagens, muitos cristãos argumentam que Jesus acreditava na imortalidade da alma, pois Ele disse ao ladrão na cruz: ‘Em verdade, Eu digo a você, hoje estará comigo no paraíso’ (Lc 23:43, NKJV). O significado desse texto muda totalmente, dependendo de onde as vírgulas são colocadas (os mais antigos manuscritos gregos do Novo Testamento não têm sinais de pontuação). Se a vírgula for colocada depois de ‘você’, como a maioria das versões da Bíblia traduz o texto, significa que Jesus e o ladrão foram para o paraíso naquele mesmo dia. Se a vírgula for colocada depois de ‘hoje’, o texto significa que Jesus assegurou ao ladrão sua futura redenção. Na verdade, as palavras de Jesus enfatizam a certeza da salvação, não o momento da entrada do ladrão no Céu. O contexto confirma isso. Para começar, o ladrão não tinha pedido uma transferência imediata para o Céu no momento da morte, mas que fosse lembrado quando o Senhor viesse em Seu reino. Além disso, três dias depois, o próprio Jesus afirmou que Ele ainda não havia subido ao Paraíso (Jo 20:17). Esse texto, portanto, não ensina que as almas dos mortos vão para o Céu após a morte.”1

“Uma vez que entendemos que a morte é um sono inconsciente, por que o ensino da ressurreição é tão fundamental para nós?”1

Participe do projeto “Reavivados por Sua Palavra”: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/

Domingo, 14 de setembro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Morte exigida

Lições da Bíblia

“João Batista descreveu Jesus como ‘o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo’ (Jo 1:29). Para qualquer israelita familiarizado com os sacrifícios oferecidos no templo e com a história sagrada registrada no Antigo Testamento, essa imagem era fácil de entender. Abraão tinha revelado sua fé em que Deus proveria para Si o cordeiro para o holocausto, e o Senhor ofereceu o animal para ser sacrificado no lugar de Isaque (Gn 22:8, 13). No Egito, um cordeiro foi morto pelos israelitas como símbolo de sua libertação divina da escravidão do pecado (Êx 12:1-13). Posteriormente, quando foi estabelecido o serviço do santuário, dois cordeiros deviam ser sacrificados no altar a cada dia, de forma contínua: um de manhã e outro ao pôr do sol (Êx 29:38, 39). Esses sacrifícios eram símbolos do Messias que viria, que ‘foi levado ao matadouro’ porque ‘o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de nós todos’ (Is 53:6, 7). Portanto, ao apresentar Jesus como ‘o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo’ (Jo 1:29), João Batista estava revelando a natureza vicária da morte expiatória de Cristo.”1

“Durante Seu ministério, Jesus anunciou repetidamente Sua morte, embora fosse difícil para os discípulos entender por que Ele tinha que morrer (Mt 16:22). Gradualmente, Jesus explicou o grande propósito de Sua morte.”1

“5. Quais ilustrações Jesus usou para indicar que morreria como nosso Substituto?”1 “tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.” (Mateus 20:28 RA)2; “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.” (João 10:11 RA)2. O Filho do homem veio ao mundo para servir, para dar a Sua vida em resgate de muitos. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.

“’Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos (Jo 15:13). Isso é verdade mesmo que eles não entendam nem aceitem esse sacrifício. Na cruz, Jesus derramou Seu sangue ‘em favor de muitos, para remissão de pecados’ (Mt 26:28).”1

“É importante notar que Jesus morreu voluntariamente. Assim como o Pai deu Seu Filho unigênito, o Filho deu a própria vida para redimir a humanidade. Ninguém O obrigou a fazer isso. Com relação à Sua vida, Jesus declarou: ‘Ninguém a tira de Mim; pelo contrário, Eu espontaneamente a dou’ (Jo 10:18).”1

“Mesmo Caifás, que abertamente rejeitou Jesus e liderou a conspiração para matá-Lo, involuntariamente reconheceu a morte substitutiva de Jesus (Jo 11:49-51).”1

“Como podemos evitar cair na armadilha da ingratidão para com Deus e o que Ele nos deu em Cristo? Por que é tão fácil ceder nesse ponto, especialmente quando passamos por momentos difíceis?”1

Terça-feira, 22 de julho de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A maldição da lei (Gl 3:10-14)

Lições da Bíblia.

“6. O que os textos a seguir dizem sobre a natureza humana? Como podemos ver a realidade dessa verdade a cada dia?”1 Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe.” (Salmos 51:5 RA)2; “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades, como um vento, nos arrebatam.” (Isaías 64:6 RA)2; “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus,” (Romanos 3:23 RA)2. Todos somos pecadores por natureza e a nossa justiça é imprestável.

“Com exceção de Cristo, todos os seres humanos têm uma experiência comum, visto que todos foram infectados pelo pecado de Adão. Consequentemente, nenhum ser humano comum jamais pode alegar ser totalmente justo. Há alguns, como Elias e Enoque, que viveram excepcionalmente perto de Deus, mas nenhum deles foi capaz de viver de modo completamente irrepreensível. Na verdade, foi com essa realidade em mente que Paulo declarou: ‘Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las’ (Gl 3:10). A verdade é que a lei exige total e completa obediência. Quem, a não ser Jesus, algum dia já prestou essa obediência?”1

“7. Como o texto de Romanos 6:23 ajuda a definir o que significa a ‘maldição da lei’? Leia também Gn 2:17; Ez 18:4.”1 “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 6:23 RA)2; mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” (Gênesis 2:17 RA)2; “Eis que todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha; a alma que pecar, essa morrerá.” (Ezequiel 18:4 RA)2. A maldição da lei é a morte como consequência de sua transgressão.

“Todos estão naturalmente sob a maldição da lei. Porque a lei não tem margem nenhuma para erro, é impossível que uma pessoa corrija um pecado passado. Consequentemente, a morte é o destino do indivíduo. Tiago pinta um quadro ainda mais sombrio ao nos lembrar de que a transgressão em um ponto da lei é tão pecaminosa quanto a transgressão em todos os pontos (Tg 2:10). ‘O salário do pecado é a morte’, mas a morte não é proporcional. Ela é total.”1

“Quando reconhecemos a condição desamparada daqueles que estão sob a maldição, é mais fácil avaliar a extensão do amor de Deus: ‘Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores’ (Rm 5:8). Mediante Sua morte, ‘Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-Se Ele próprio maldição em nosso lugar’ (Gl 3:13).1

“Pense no que Paulo disse: ‘Os que se apoiam na prática da lei estão debaixo de maldição’ (Gl 3:10, NVI). Por isso, a lei não pode nos salvar. Assim, somos amaldiçoados com a morte. Como o reconhecimento dessa verdade nos ajuda a valorizar o que recebemos em Jesus? De que forma manifestamos essa valorização em nossa vida? Leia 1 João 5:3.”1 “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos,” (1 João 5:3 RA)2.

Quinta-feira, 08 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.