Frutos de um ministério autêntico

Lições da Bíblia1

1. Leia 2 Coríntios 3:1-9. Em que sentido podemos ser uma “carta de Cristo”?

2 Coríntios 3:1-9 (NAA)2: 1 Estamos começando outra vez a recomendar a nós mesmos? Ou será que temos necessidade, como alguns, de entregar cartas de recomendação para vocês ou pedi-las a vocês? 2 Vocês são a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos. 3 Vocês manifestam que são carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações. 4 E é por meio de Cristo que temos tal confiança em Deus. 5 Não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa capacidade vem de Deus, 6 o qual nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata, mas o Espírito vivifica. 7 E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fixar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que fosse uma glória que estava desaparecendo, 8 como não será de maior glória o ministério do Espírito? 9 Porque, se o ministério da condenação teve glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça.

Cartas de recomendação eram comuns no mundo grego-romano. Paulo, porém, não trazia consigo esse tipo de carta. O poder transformador do Espírito Santo na vida dos coríntios era a prova da autenticidade de seu ministério. Ainda assim, ele tinha plena consciência de que não era por sua inteligência ou esforço que a igreja de Corinto havia surgido (2Co 3:4-6). Paulo, não buscava autopromoção (2Co 3:5; 1Co 2:2).

Ao falar de seu ministério, o apóstolo menciona brevemente as duas alianças: a antiga, representada por Moisés, e a nova, representada por ele e seus colaboradores. Uma leitura apressada poderia levar a concluir que a antiga aliança não oferecia esperança de salvação, mas isso não é verdade. A salvação estava disponível tanto na antiga quanto na nova aliança. A antiga aliança é o evangelho antecipado: “Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria os gentios pela fé, preanunciou o evangelho a Abraão, dizendo: ‘Em você serão abençoados todos os povos’” (Gl 3:8).

Em 2 Coríntios 3:1 a 4:6, a antiga aliança é usada para simbolizar a experiência legalista de quem confia nas próprias obras de obediência como meio de agradar a Deus. A nova aliança, por sua vez, representa a experiência dos que dependem inteiramente da graça divina para que Deus faça por eles e neles tudo o que prometeu.

Paulo está tratando de duas reações distintas – de crentes e descrentes – ao evangelho. Ele não apresenta dois evangelhos diferentes, um no Antigo Testamento e outro no Novo, pois há um único evangelho, oferecido por Deus, que “nos salvou e nos chamou com santa vocação, não segundo as nossas obras, mas conforme a Sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos” (2Tm 1:9).

Isso não significa negar que 2 Coríntios 2:14 a 4:6 contenha elementos históricos. Paulo os utiliza para mostrar que alguns “estão sendo salvos” e outros “estão se perdendo” (2Co 2:15). Pela reação de incredulidade e falta de fé em relação ao ministério de Moisés, esse ministério pode ser visto como de condenação e morte. Já entre os coríntios, por terem crido, o ministério de Paulo se evidenciou como ministério de justiça – o ministério do Espírito que dá vida.

A salvação experimentada pela igreja de Corinto é, portanto, a evidência do ministério autêntico de Paulo.

Domingo, 30 de agosto de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Ministério movido pelo amor – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Leia, de Ellen G. White, Atos dos Apóstolos [CPB, 2021], “A mensagem atendida” (p. 206-213).

“Os que têm suportado as maiores tristezas são frequentemente os que transmitem aos outros o maior conforto, levando a luz do Sol aonde quer que vão. Essas pessoas foram purificadas e sensibilizadas por suas aflições; não perderam a confiança em Deus quando assaltadas pelas dificuldades, mas se apegaram mais intimamente ao Seu protetor amor. São uma prova viva do terno cuidado de Deus” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas [CPB, 2023], v. 2, p. 228).

“Uma vida cristã consagrada está sempre derramando luz, consolo e paz. Caracteriza-se pelo tato, pela pureza, simplicidade e utilidade. É dirigida por aquele amor abnegado que santifica a influência. Está repleta de Cristo e deixa um rasto de luz por onde quer que passe seu possuidor” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas [CPB, 2022], p. 594).

“O apóstolo Paulo achou necessário reprovar o erro na igreja, mas não perdeu o domínio próprio ao reprovar o erro. Explica ansiosamente a razão para sua atitude. Quão cuidadosamente ele se esforçava para deixar a impressão de que era amigo dos faltosos! Fazia-os entender que lhe era doloroso causar-lhes dor. Deixava-lhes na mente a impressão de que seu interesse estava identificado com o deles” (“Comentários de Ellen G. White”, em Comentário Bíblico Adventista, v. 6, p. 1.219).

Perguntas para consideração

1. Em 2 Coríntios 2:1 a 14, Paulo reafirma a integridade de seu ministério. Por que essa qualidade é tão essencial?

2. Paulo mudou seus planos de viagem. Que lições esse fato traz sobre a necessidade de flexibilidade no ministério cristão? Por que é importante permanecer aberto a ajustes quando as circunstâncias exigem? 3. Paulo enfrentou angústia e ansiedade no exercício do ministério, mostrando que líderes de igreja são tão humanos quanto qualquer um. O que os membros da igreja podem fazer para aliviar a carga deles.

Sexta-feira, 28 de agosto de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

Ministério movido pelo amor

Lições da Bíblia1

Verso para memorizar: “Porque lhes escrevi no meio de muitos sofrimentos e angústia de coração, com muitas lágrimas, não para que vocês ficassem tristes, mas para que soubessem do amor que tenho por vocês” (2Co 2:4).

Leituras da semana: 2Co 1:3-14; 2:17; 2:5-17; 4:2; 7:5-13; 1Co 16:5-7

O apóstolo Paulo esteve longe de ter uma vida fácil. Além das prisões e situações de risco que enfrentou, ele escreveu: “Cinco vezes recebi dos judeus trinta e nove açoites. Três vezes fui golpeado com varas, uma vez apedrejado, três vezes sofri naufrágio, passei uma noite e um dia exposto à fúria do mar. Estive continuamente viajando de uma parte a outra, enfrentei perigos nos rios, perigos de assaltantes, perigos dos meus compatriotas, perigos dos gentios; perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar, e perigos dos falsos irmãos. Trabalhei arduamente; muitas vezes fiquei sem dormir, passei fome e sede, e muitas vezes fiquei em jejum; suportei frio e nudez. Além disso, enfrento diariamente uma pressão interior, a saber, a minha preocupação com todas as igrejas” (2Co 11:24-28, NVI).

Nas cartas aos coríntios, percebemos parte dessa preocupação profunda que Paulo nutria por aquela igreja. Ainda assim, no meio de tudo isso, ele não deixou de amá-los – assim como o amor de Cristo por nós nunca falha. Com o próprio Jesus, Paulo aprendeu a amar as igrejas à semelhança de Cristo (2Co 5:14; veja 1Co 11:1 [Sejam meus imitadores, como também eu sou imitador de Cristo.]2).

Sábado, 22 de agosto de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

O ministério de cura de Jesus: parte 2

Lições da Bíblia

“5. Leia Mateus 4:23-25; 9:35. Que tríplice abordagem formava a base do ministério de Cristo? Como Ele atendeu às necessidades das pessoas e que impacto isso teve na vida delas? Assinale a alternativa correta:”1

Mateus 4:23-25 (ARA)2: “23 Percorria Jesus toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo. 24 E a sua fama correu por toda a Síria; trouxeram-lhe, então, todos os doentes, acometidos de várias enfermidades e tormentos: endemoninhados, lunáticos e paralíticos. E ele os curou. 25 E da Galileia, Decápolis, Jerusalém, Judeia e dalém do Jordão numerosas multidões o seguiam.”

Mateus 9:35 (ARA)2: “E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades.”

A.(  ) Pregação, ensino e cura.
B.(  ) Discussão, prosperidade e tradição.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

“Jesus reuniu três aspectos do ministério, isto é, o ensino, a pregação e a cura. Ele compartilhou princípios eternos para que todos pudéssemos viver com significado e propósito. Ele disse: ‘Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância’ (Jo 10:10). Seu ministério revelou uma superabundância de graça. Ele veio para nos habilitar a viver com ‘superabundância’ agora e para sempre.”1

“6. Leia Marcos 1:32-39. Jesus passou o dia todo curando os doentes e expulsando demônios. Na manhã seguinte, depois de passar um tempo em oração, quando multidões buscavam ainda mais cura, Ele partiu para outra cidade. Por que Ele não as curou? Observe a razão nos versos 38 e 39. Assinale a alternativa correta:”1

Marcos 1:32-39 (ARA)2: “32 À tarde, ao cair do sol, trouxeram a Jesus todos os enfermos e endemoninhados. 33 Toda a cidade estava reunida à porta. 34 E ele curou muitos doentes de toda sorte de enfermidades; também expeliu muitos demônios, não lhes permitindo que falassem, porque sabiam quem ele era. 35 Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava. 36 Procuravam-no diligentemente Simão e os que com ele estavam. 37 Tendo-o encontrado, lhe disseram: Todos te buscam. 38 Jesus, porém, lhes disse: Vamos a outros lugares, às povoações vizinhas, a fim de que eu pregue também ali, pois para isso é que eu vim. 39 Então, foi por toda a Galileia, pregando nas sinagogas deles e expelindo os demônios.”

A.(  ) Porque Ele estava cansado e precisava repousar.
B.(  ) Porque Ele desejava pregar em outros lugares, já que viera também por isso.

Reposta sugestiva: Alternativa B.

“Essa história é esclarecedora. Depois de curar multidões no dia anterior, no dia seguinte Jesus abandonou as multidões, que O buscavam e ainda precisavam de cura. Sua explicação é que o propósito de Sua vinda ao mundo era pregar o evangelho. Cristo não era apenas um milagreiro espetacular. Ele era o divino Filho de Deus, que veio com uma missão redentiva. Ele não estava contente apenas em curar doenças físicas, mas desejava que as pessoas recebessem o dom da vida eterna que Ele tinha a oferecer. Jesus declarou o propósito de Sua vinda à Terra com estas palavras: ‘O Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido’ (Lc 19:10). Cada ato de cura era uma oportunidade de revelar o caráter de Deus, aliviar o sofrimento e proporcionar uma oportunidade de vida eterna.”1

“É possível ter a vida abundante que Jesus oferece vivendo em situação de pobreza ou doença? Jesus ofereceu algo mais profundo que a cura física? Na prática, de que maneira podemos levar as pessoas a verdades espirituais quando ministramos às suas necessidades físicas e emocionais?”1

Quarta-feira, 19 de agosto de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Fazendo amigos para Deus: A alegria de participar de Sua missão. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 501, jul. ago. set. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O ministério na igreja do Novo Testamento – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Textos de Ellen G. White: Beneficência Social, p. 66, 67 (“Dorcas – Seu Ministério e Influência”) e p. 35-41 (“Eis a Religião Pura”); Atos dos Apóstolos, p. 335-345 (“Uma Igreja Liberal”).

“O Salvador deu Sua preciosa vida a fim de estabelecer uma igreja capaz de cuidar de pessoas aflitas e tentadas. Um grupo de crentes pode ser pobre, sem instrução, desconhecido; entretanto, estando em Cristo, pode fazer no lar, na vizinhança, na igreja, e mesmo nas regiões distantes, uma obra cujos resultados serão de alcance eterno” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 640).1

“Abnegada liberalidade levou a primeira igreja a um sentimento de alegria; pois os crentes sabiam que seus esforços estavam ajudando a levar o evangelho aos que estavam em trevas. Sua beneficência testificava que não haviam recebido a graça de Deus em vão. O que teria produzido tal liberalidade senão a santificação do Espírito? Aos olhos de crentes e incrédulos foi um milagre da graça” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 344).1

Perguntas para discussão

“1. Que medidas a liderança de sua igreja pode tomar para se tornar mais parecida com a comunidade descrita no livro de Atos?”1

“2. A Igreja Adventista do Sétimo Dia utiliza alguns princípios discutidos no estudo desta semana para definir como os dízimos e ofertas são compartilhados entre diferentes partes do mundo. Quais são os benefícios desse sistema que distribui mundialmente os recursos?”1

“3. As instruções resumidas em Romanos 12 são práticas e realistas ou se parecem mais com imagens idealizadas?”1

“4. A linguagem forte usada por Tiago, que ecoa as advertências severas dos profetas do Antigo Testamento, é apropriada e necessária?”1

Resumo:

“Impelidos pela comissão de Jesus e pelo poder do Espírito Santo, os discípulos e os primeiros cristãos partiram a fim de compartilhar a mensagem o mais amplamente possível. Fundamentada nos ensinamentos de Jesus e nas Escrituras hebraicas, a igreja primitiva compartilhava o que tinha com os necessitados dentro e fora de sua comunidade. Por meio de seu exemplo e ensino registrado em suas cartas, os primeiros líderes exortaram os cristãos a uma vida de fidelidade e serviço, especialmente para com os necessitados.”1

Sexta-feira, 30 de agosto de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 

O ministério na igreja do Novo Testamento

Lições da Bíblia

“A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo” (Tg 1:27).

“Os versos que conhecemos como a Grande Comissão (Mt 28:18-20) estão entre os mais conhecidos da Bíblia, ao menos pelos cristãos. Muitas vezes esses versos foram descritos como nossa ‘declaração de missão’ e inspiraram todos os tipos de projetos missionários e evangelísticos. De fato, inspirados por essa passagem bíblica, os cristãos têm percorrido o mundo todo para espalhar o evangelho, às vezes a um grande custo pessoal.”1

“Quais foram as instruções de Jesus na Grande Comissão? Fazer discípulos, batizando e ensinando as pessoas ‘a guardar todas as coisas que’ Ele nos ordenou (Mt 28:20). E, como vimos, grande parte das determinações de Cristo tem a ver com o cuidado dos necessitados, dos sofredores, dos que são incapazes de cuidar de si mesmos. Sendo assim, precisamos nos lembrar de que as ordens de Jesus aos Seus primeiros discípulos não eram incumbências novas, algo que eles jamais tivessem ouvido ou visto antes, mas uma continuação da missão que Jesus já vinha desenvolvendo entre eles. Por isso, esse aspecto do ensino de Cristo pode ser visto claramente na vida da nova igreja como parte do cumprimento da Grande Comissão.”1

Sábado, 24 de agosto de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 

O início do ministério de Paulo

Lições da Bíblia

“Em Atos 9:19-25, temos a impressão de que Paulo, após a conversão, permaneceu em Damasco por algum tempo antes de retornar a Jerusalém (At 9:26). Em Gálatas 1:17, porém, Paulo acrescenta que, antes de ir a Jerusalém, foi para a Arábia, onde aparentemente viveu em isolamento por um certo período. ‘Ali, na solidão do deserto, Paulo teve ampla oportunidade para sossegado estudo e meditação’ (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 125).”1

“4. Leia Atos 9:20-25. Como Lucas descreve o ministério de Paulo em Damasco? Ele teve sucesso?”1

Atos (9:20-25 ARA): “20 E logo pregava, nas sinagogas, a Jesus, afirmando que este é o Filho de Deus. 21 Ora, todos os que o ouviam estavam atônitos e diziam: Não é este o que exterminava em Jerusalém os que invocavam o nome de Jesus e para aqui veio precisamente com o fim de os levar amarrados aos principais sacerdotes? 22 Saulo, porém, mais e mais se fortalecia e confundia os judeus que moravam em Damasco, demonstrando que Jesus é o Cristo. 23 Decorridos muitos dias, os judeus deliberaram entre si tirar-lhe a vida; 24 porém o plano deles chegou ao conhecimento de Saulo. Dia e noite guardavam também as portas, para o matarem. 25 Mas os seus discípulos tomaram-no de noite e, colocando-o num cesto, desceram-no pela muralha.”

“Quando Paulo partiu de Jerusalém com as cartas do sumo sacerdote, seu alvo inicial era os cristãos judeus que provavelmente tinham se refugiado nas sinagogas de Damasco (At 9:2). Então, depois de retornar da Arábia, ele finalmente chegou às sinagogas, porém, não para prender os cristãos, mas para aumentar seu número; não para difamar Jesus como um impostor, mas para apresentá-Lo como o Messias de Israel. O que será que deve ter se passado na mente daqueles que, tendo ouvido falar de Saulo apenas como um dos seus perseguidores, agora o ouviam testemunhar de Cristo? O que eles poderiam fazer, a não ser ficar maravilhados com o que Saulo de Tarso se tornara e com o que ele estava fazendo pela igreja? (Provavelmente eles não faziam ideia da influência que esse novo converso, afinal, viria a ter.)”1

“Sendo incapazes de contradizer Paulo, alguns de seus oponentes conspiraram para lhe tirar a vida. O relato de Paulo sobre esse episódio (2Co 11:32, 33) sugere que seus adversários o denunciaram às autoridades locais para alcançarem seu objetivo. No entanto, com a ajuda dos fiéis, Paulo conseguiu escapar em um cesto, possivelmente através da janela de uma casa construída no muro da cidade.”1

“Paulo sabia, desde o início, que enfrentaria desafios (At 9:16). Oposição, perseguição e sofrimento de diversas fontes seriam frequentes em seu ministério, mas nada abalaria a sua fé nem o seu senso de dever, apesar das dificuldades e provações que enfrentaria praticamente a cada passo de sua nova vida em Cristo (2Co 4:8, 9).”1

“Apesar das lutas e da oposição, Paulo não desistiu. Como podemos fazer o mesmo quando se trata da fé, isto é, como perseverar em meio ao desânimo e oposição?”1

Quarta-feira, 01 de agosto de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro de Atos dos Apóstolos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 493, jul. ago. set. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Mistérios

Lições da Bíblia

“Os Meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os Meus caminhos, diz o Senhor, porque, assim como os céus são mais altos do que a Terra, assim são os Meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os Meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos” (Is 55:8, 9).1

“3. Leia Romanos 9:17-24. Considerando o que temos lido até agora, como devemos entender o argumento de Paulo nesse texto?”1

17 Porque a Escritura diz a Faraó: Para isto mesmo te levantei, para mostrar em ti o meu poder e para que o meu nome seja anunciado por toda a terra. 18 Logo, tem ele misericórdia de quem quer e também endurece a quem lhe apraz. 19 Tu, porém, me dirás: De que se queixa ele ainda? Pois quem jamais resistiu à sua vontade? 20 Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim? 21 Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra? 22 Que diremos, pois, se Deus, querendo mostrar a sua ira e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita longanimidade os vasos de ira, preparados para a perdição, 23 a fim de que também desse a conhecer as riquezas da sua glória em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão, 24 os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios? 25 Assim como também diz em Oséias: Chamarei povo meu ao que não era meu povo; e amada, à que não era amada; 26 e no lugar em que se lhes disse: Vós não sois meu povo, ali mesmo serão chamados filhos do Deus vivo. 27 Mas, relativamente a Israel, dele clama Isaías: Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo.”

“Por Sua maneira de lidar com o Egito na época do Êxodo, Deus estava trabalhando em prol da salvação da humanidade. Ao revelar a Si mesmo nas pragas do Egito e na libertação de Seu povo, o Senhor tinha o propósito de mostrar aos egípcios, bem como às outras nações, que o Deus de Israel era, de fato, a verdadeira divindade. O objetivo dessa revelação era fazer com que os povos e as nações abandonassem seus deuses e adorassem o Senhor.”1

“Obviamente, Faraó já havia feito sua escolha em oposição a Deus, de modo que, ao endurecer seu coração, Deus não o estava excluindo da oportunidade de salvação. O ‘endurecimento’ foi contra o apelo de libertar Israel, não contra o apelo de Deus para que Faraó aceitasse a salvação pessoal. Cristo morreu por Faraó assim como por Moisés, Arão e os demais filhos de Israel.”1

“A questão fundamental é que, como seres humanos caídos, temos uma visão muito estreita do mundo, da realidade, de Deus e de como Ele age. Como podemos esperar entender todos os Seus caminhos, quando o mundo natural e tudo ao nosso redor contêm mistérios que não podemos compreender? Afinal de contas, apenas nos últimos 171 anos os médicos descobriram que seria uma boa ideia lavar as mãos antes de realizar uma cirurgia! Veja quanto temos estado imersos na ignorância. E se o tempo permitir, quem sabe quais coisas descobriremos no futuro, revelando assim que muitas informações e verdades ainda estão longe do nosso alcance?”1

“Nem sempre entendemos os caminhos do Senhor, mas Jesus veio para nos revelar o caráter de Deus (Jo 14:9). Por que é essencial pensar no caráter de Cristo e no que Ele revelou sobre Deus e Seu amor por nós? Conhecer o caráter de Deus nos ajuda a permanecer fiéis em meio às provações e injustiças?”1

Terça-feira, 05 de dezembro de 2017. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da escola sabatina. Salvação somente pela fé: o livro de Romanos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 490, Out. Nov. Dez. 2017. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.