Um instrumento incomum. (1Rs 17:7-12)

Lições da Bíblia.

“Mas, passados dias, a torrente secou, porque não chovia sobre a terra. Então, lhe veio a palavra do SENHOR, dizendo: Dispõe-te, e vai a Sarepta, que pertence a Sidom, e demora-te ali, onde ordenei a uma mulher viúva que te dê comida. Então, ele se levantou e se foi a Sarepta; chegando à porta da cidade, estava ali uma mulher viúva apanhando lenha; ele a chamou e lhe disse: Traze-me, peço-te, uma vasilha de água para eu beber. Indo ela a buscá-la, ele a chamou e lhe disse: Traze-me também um bocado de pão na tua mão. Porém ela respondeu: Tão certo como vive o SENHOR, teu Deus, nada tenho cozido; há somente um punhado de farinha numa panela e um pouco de azeite numa botija; e, vês aqui, apanhei dois cavacos e vou preparar esse resto de comida para mim e para o meu filho; comê-lo-emos e morreremos.” (1 Reis 17:7-12).

“A viúva, lá fora, ajuntando lenha para fazer uma última refeição para si mesma e para o filho, imediatamente reconheceu Elias como um crente em Deus. O texto não diz o que foi, mas algo a fez saber que Elias era um adorador do Senhor.”

“A viúva havia chegado ao extremo de sua carência.” A frase: “Para que a comamos e depois morramos” (NVI) 1Rs 17:12, é uma evidência do limite humano.

“Deus cuidava da vida de Seu profeta, que estava em Suas mãos.” “Retira-te daqui, vai para o lado oriental e esconde-te junto à torrente de Querite, fronteira ao Jordão. Beberás da torrente; e ordenei aos corvos que ali mesmo te sustentem.” (1 Reis 17:3-4) ”Então, lhe veio a palavra do SENHOR, dizendo: Dispõe-te, e vai a Sarepta, que pertence a Sidom, e demora-te ali, onde ordenei a uma mulher viúva que te dê comida.” (1 Reis 17:8-9)

“Deus dirigiu e guiou Seu profeta Elias a fim de salvar sua vida. Primeiramente, ordenou-lhe que se escondesse junto ao ribeiro de Querite. Os corvos tiveram ordens de alimentá-lo. Em seguida, Deus ordenou novamente e enviou Elias a Sarepta, onde ordenou que uma viúva (v. 9) o alimentasse. Essa viúva parecia ser um instrumento incomum para Deus. Ela não era israelita. Era uma viúva sem posição social e sem influência nem poder. Ela mesma estava quase morrendo de fome. Que lição incrível podemos aprender observando essa estratégia divina! Na maioria das vezes, Deus nos escolhe, não por qualquer habilidade em particular que tenhamos, mas apesar de nossas debilidades (2Co 12:9).”

“[…] Deus não tem as mesmas limitações humanas. É Deus quem ordena nesta história. Ao longo da narrativa, está claro que Deus está no controle, algo também muito importante no contexto maior do ministério de Elias na grande batalha entre o Senhor e Baal. Nada e ninguém pode impedir o cumprimento da vontade de Deus. Mais tarde, na história, veremos que nem mesmo a morte pode interferir nos propósitos de Deus. Embora sejam lançados sobre nós coisas e eventos nocivos ou prejudiciais à nossa vida, os propósitos de Deus para nós sempre são bons (Jr 29:11), embora não possamos ver isso imediatamente. Precisamos aprender a confiar nEle em todas as situações, tanto nas boas como nas más, pois inevitavelmente nos encontraremos em ambas.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – segunda-feira 06 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A fé e as curas miraculosas.

Lições da Bíblia

“Até uma leitura superficial dos Evangelhos mostra que grande parte do ministério de Jesus envolveu a cura miraculosa: doentes, cegos, agonizantes e até mortos eram restaurados pelo poder sobrenatural do Senhor. Em muitos casos, também, a fé foi considerada como condição prévia para a cura.”

“E Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: Tem bom ânimo, filha, a tua fé te salvou. E, desde aquele instante, a mulher ficou sã.” (Mat. 9:22)

“Tendo ele entrado em casa, aproximaram-se os cegos, e Jesus lhes perguntou: Credes que eu posso fazer isso? Responderam-lhe: Sim, Senhor! Então, lhes tocou os olhos, dizendo: Faça-se-vos conforme a vossa fé.” (Mat. 9:28-29).

“Em contraste, em alguns casos, a descrença foi fator que impediu a cura, como em Nazaré.”

“E não fez ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles.” (Mat. 13:58).

“Não pôde fazer ali nenhum milagre, senão curar uns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos. Admirou-se da incredulidade deles. Contudo, percorria as aldeias circunvizinhas, a ensinar.” (Mar. 6:5-6).

“Mas o fato de a fé ser um componente muito importante dessas curas miraculosas levou alguns a crer que, se falhar uma tentativa de cura pela de oração, será por falta de fé por parte da pessoa que está doente. No entanto, essa é uma compreensão muito superficial e falsa da fé e da cura. […] O fato é que não entendemos por que em alguns casos podemos ver o que obviamente é uma intervenção sobrenatural do Senhor para curar. Em outros casos, a cura vem mediante processos naturais, em que podemos crer apropriadamente que a mão do Senhor trabalhou em favor do doente por meio desses meios. E sempre existem aqueles casos em que, por razões que não entendemos, as curas não vêm como pedimos e desejamos.”

"Em Seus milagres, o Salvador revela o poder que está continuamente operando em favor do homem, para manter e curar. Por intermédio de agentes naturais, Deus está operando dia a dia, hora a hora, momento a momento, para nos conservar em vida, construir e restaurar-nos. Quando qualquer parte do corpo sofre um dano, principia imediatamente um processo de cura; os agentes da natureza põem-se em operação para restaurar a saúde. Mas o poder que opera por intermédio seu é o poder de Deus. Todo poder comunicador de vida tem nEle sua origem. Quando alguém se restabelece de uma enfermidade, é Deus que o restaura." (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 112-113)

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