Adorando o Senhor

“Cantavam alternadamente, louvando e rendendo graças ao Senhor, com estas palavras: Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre sobre Israel” (Ed 3:11).1

“O Verso para Memorizar desta semana apresenta uma percepção sobre as práticas de adoração dos hebreus e como sua gratidão ao Senhor tinha transbordado em louvor a Ele. Em 515 a.C. eles celebraram a dedicação do novo templo (Ed 6:15-18) e então, cerca de 60 anos depois, fizeram a dedicação do muro de Jerusalém (Ne 6:15-19 – Ne 7:1-3; Ne 12:27 em diante).” 1

“Após a listagem das genealogias em Neemias 11 e Neemias 12, o autor passou a falar da celebração da dedicação do muro da cidade. Era costume da nação dedicar coisas a Deus: o templo, o muro da cidade ou até as casas e os edifícios públicos. Essa dedicação era cuidadosamente preparada e acompanhada por canto, música, festividades, sacrifícios, celebração, alegria e purificação do povo. Davi estabeleceu a prática dos sacrifícios durante a dedicação, e depois os líderes de Israel seguiram seu exemplo, começando com Salomão quando a arca foi trazida para o templo (1Rs 8:5).”1

“Nesta semana examinaremos como os israelitas adoraram o Senhor durante a dedicação e veremos o que nós, que adoramos o mesmo Deus, podemos aplicar à nossa vida.”1

O encerramento do Mutirão de Natal será no dia 14 de dezembro. Que sua igreja viva a experiência de demonstrar ‘Mais Amor no Natal’!

Sábado, 30 de novembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

_______________
1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 

Louvor e petição

Lições da Bíblia

5. Leia Neemias 9:32-38. Qual é o foco da conclusão dessa oração de confissão?

Neemias (9:32-38 ARA)2: “32 Agora, pois, ó Deus nosso, ó Deus grande, poderoso e temível, que guardas a aliança e a misericórdia, não menosprezes toda a aflição que nos sobreveio, a nós, aos nossos reis, aos nossos príncipes, aos nossos sacerdotes, aos nossos profetas, aos nossos pais e a todo o teu povo, desde os dias dos reis da Assíria até ao dia de hoje. 33 Porque tu és justo em tudo quanto tem vindo sobre nós; pois tu fielmente procedeste, e nós, perversamente. 34 Os nossos reis, os nossos príncipes, os nossos sacerdotes e os nossos pais não guardaram a tua lei, nem deram ouvidos aos teus mandamentos e aos teus testemunhos, que testificaste contra eles. 35 Pois eles no seu reino, na muita abundância de bens que lhes deste, na terra espaçosa e fértil que puseste diante deles não te serviram, nem se converteram de suas más obras. 36 Eis que hoje somos servos; e até na terra que deste a nossos pais, para comerem o seu fruto e o seu bem, eis que somos servos nela. 37 Seus abundantes produtos são para os reis que puseste sobre nós por causa dos nossos pecados; e, segundo a sua vontade, dominam sobre o nosso corpo e sobre o nosso gado; estamos em grande angústia. 38 Por causa de tudo isso, estabelecemos aliança fiel e o escrevemos; e selaram-na os nossos príncipes, os nossos levitas e os nossos sacerdotes.”

“Novamente, a oração se volta para o louvor a Deus, exaltando Suas qualidades: Ele é grande, poderoso e temível, Aquele que guarda a aliança e a misericórdia. O povo parecia sincero em seu reconhecimento da bondade de Deus para com ele. Também apresentou uma petição que consistia em uma aliança estabelecida com Deus, que foi descrita em detalhes no capítulo 10. Qual era a petição do povo?”1

“Agora, pois, ó Deus nosso, ó Deus grande, poderoso e temível, que guardas a aliança e a misericórdia, não menosprezes toda a aflição que nos sobreveio” (Ne 9:32).1

“A comunidade tinha que pagar tributos aos reis que a dominavam. A opressão de todos os lados estava atormentando o pequeno grupo de israelitas, e eles estavam cansados disso. Tinham suportado uma tirania após a outra e esperavam alívio.”1

“Curiosamente, eles se chamaram de ‘servos’. Após destacarem a infidelidade de sua nação, concluíram a oração referindo-se a si mesmos por meio dessa palavra. Servos evidentemente obedecem aos seus superiores. O uso desse termo, então, sugere que eles percebiam que precisavam obedecer ao Senhor de uma forma que seus antepassados não haviam feito. Essa era a expressão do desejo de serem fiéis ao Senhor e aos Seus mandamentos. Como servos de Deus, eles estavam Lhe pedindo que agisse em seu favor.”1

“A comunidade de Esdras e Neemias descreveu sua experiência naquele momento como uma “grande angústia” (Ne 9:37), que pode ser comparada à aflição que os israelitas viveram no Egito (Ne 9:9). A oração deles louvava a Deus porque Ele tinha visto sua aflição no Egito e não a havia ignorado. A comunidade pedia a Deus que interviesse, como Ele havia feito no passado, mesmo que eles não merecessem. Reconheciam que, entre reis, príncipes, sacerdotes, profetas e ancestrais, ninguém era fiel; portanto, confiavam somente na graça e na misericórdia de Deus para com eles, não em si mesmos nem nas obras de seus antepassados.”1

“Leia Romanos 5:6-8 [‘6 Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. 7 Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. 8 Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.’].

Como esse texto reflete o que os israelitas estavam pedindo a Deus? Que consolo encontramos na petição dos israelitas e nas declarações de Paulo em Romanos?”1

Quinta-feira, 14 de novembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

_______________
1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Cântico de Maria

Lições da Bíblia

“Imagine a cena: Maria tinha recebido uma mensagem do anjo Gabriel alguns dias antes. Ele havia dito que ela seria a mãe de Jesus, o Filho do Altíssimo. Ela ainda não havia contado a ninguém, mas foi visitar Isabel, sua parente mais velha, que também estava esperando um bebê. Com discernimento espiritual, Isabel reconheceu a novidade de Maria antes mesmo que ela tivesse a chance de dizer qualquer coisa e, juntas, elas celebraram as promessas e a bondade de Deus.”1

“1. Leia Lucas 1:46-55. Observe a mistura de louvores entre o que se referia apenas a Maria – ‘o Poderoso me fez grandes coisas’ (Lc 1:49) – até o aspecto mais geral. Por que nosso louvor e adoração a Deus devem incluir uma ênfase tanto pessoal quanto geral?”1

Lucas (1:46-55 ARA)2: (46-48) “46 Então, disse Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, 47 e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador, 48 porque contemplou na humildade da sua serva. Pois, desde agora, todas as gerações me considerarão bem-aventurada,” (49-55) “49 porque o Poderoso me fez grandes coisas. Santo é o seu nome. 50 A sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem. 51 Agiu com o seu braço valorosamente; dispersou os que, no coração, alimentavam pensamentos soberbos. 52 Derribou do seu trono os poderosos e exaltou os humildes. 53 Encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos. 54 Amparou a Israel, seu servo, a fim de lembrar-se da sua misericórdia 55 a favor de Abraão e de sua descendência, para sempre, como prometera aos nossos pais.

“Essa notável canção poderia se encaixar bem entre os salmos ou escritos dos profetas hebreus. Maria estava transbordando com um sentimento de admiração e gratidão a Deus. Ela evidentemente via a atuação de Deus em sua vida, mas também estava bem ciente das implicações maiores do plano de Deus para sua nação e para a humanidade.”1

“Porém, no entendimento de Maria, Deus não era somente poderoso e digno de louvor, mas também misericordioso e, aparentemente, revelava uma consideração especial pelos humildes, oprimidos e pobres. O anjo havia acabado de ir embora após anunciar as ‘boas-novas’ do iminente nascimento de Jesus a Maria, e ela já estava cantando o seguinte: ‘[O Senhor] derribou do seu trono os poderosos e exaltou os humildes. Encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos’ (Lc 1:52, 53).”1

“Logo no início da história da vida de Jesus na Terra, Ele foi apresentado como um governante

veja Lc 1:43 [‘E de onde me provém que me venha visitar a mãe do meu Senhor?’]),

mas um governante de um reino diferente. Conforme muitos comentaristas descreveram, o reino de Deus a ser inaugurado e estabelecido por Jesus era um ‘reino invertido’ quando comparado à ordem social comum dos reinos deste mundo. Nas descrições do reino de Jesus, os poderosos e ricos deste mundo eram os menores, e os pobres e oprimidos eram libertados, satisfeitos e elevados.”1

“Se a igreja deve ser uma expressão do reino de Deus, ela desempenha bem sua função de exemplificar o ‘reino invertido’ descrito por Maria? Como algo assim poderia ser manifestado, sem que sejamos injustos com os ricos e poderosos, que também são recebedores do amor de Cristo?”1

Domingo, 11 de agosto de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

_______________
1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A caixa de ferramentas essenciais do cristão

Lições da Bíblia

“1. Que contraste interessante encontramos em Tiago 5:13? Como podemos aplicar essas exortações à nossa experiência?”1Está alguém entre vós sofrendo? Faça oração. Está alguém alegre? Cante louvores.” (Tiago 5:13 RA)2. “O contraste entre a alegria e o sofrimento. Somos exortados a experimentar essas duas situações na presença de Deus. Nas tristezas, devemos orar, alcançar paz e vitória, e reencontrar a alegria no Senhor. Na alegria, devemos orar na forma de louvor a Deus.1

“Apesar de ter lidado com duas coisas diferentes (sofrimento e alegria), Tiago ligou as duas com oração e louvor: orar quando se está sofrendo e cantar louvores quando se está alegre. No entanto, as duas práticas não são muito diferentes uma da outra, porque muitos salmos bíblicos de louvor também são orações, e Tiago começou a carta exortando os leitores a considerar ‘motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois […] sabem que a prova da sua fé produz perseverança’ (Tg 1:2, 3). O tempo para orar e o tempo para louvar podem ser mais interligados do que geralmente pensamos.”1

“A palavra traduzida como ‘sofrendo’ em Tiago 5:13 vem da mesma raiz da qual procede a palavra ‘sofrimento’, usada anteriormente para se referir ao sofrimento dos profetas (Tg 5:10). Ela se refere tanto ao sofrimento físico quanto mental, ‘em primeiro lugar ao perigo e dificuldade da guerra’ (Ceslas Spicq, Theological Lexicon of the New Testament [Dicionário Teológico do Novo Testamento], v. 2, p. 239), mas também ao exaustivo trabalho manual e esforço significativo. É usada também em 2 Timóteo 2:9 e 4:5, para descrever ‘o difícil trabalho apostólico que não é detido por qualquer dificuldade ou sofrimento’ (Ibidem, p. 240). Como cristãos, instintivamente nos voltamos para Deus quando surgem problemas. A oração é essencial, especialmente diante de dificuldades, mas cantar ou tocar música sacra também é útil (a palavra usada, psalletō, pode significar as duas coisas).”1

“‘O canto é um ato de adoração tanto como a oração. Efetivamente, muitos hinos são orações’ (Ellen G. White, Educação, p. 168). Quantas vezes já estivemos deprimidos ou solitários e, ao relembrarmos as palavras de um hino, nosso coração ficou animado? Há muitos entre nós sofrendo ou precisando de incentivo, que seriam encorajados por uma visita repleta de oração e louvor. ‘Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram’ (Rm 12:15). Isso também pode levantar nosso ânimo, como nada mais pode fazê-lo.”1

“O livro de Salmos especialmente é um tesouro de orações e cânticos que oferecem inspiração, encorajamento e orientação quando não sabemos aonde ir em busca de ajuda.”1

“O sofrimento pode nos aproximar do Senhor e pode nos levar à oração. No entanto, quais são os perigos espirituais quando as coisas estão indo bem para nós? Por que, especialmente nesses tempos, o louvor é tão importante? O que ele nos ajuda a lembrar?”1

Participe do projeto “Reavivados por Sua Palavra”: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/

Domingo, 14 de dezembro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Carta de Tiago. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 478, Out. Nov. Dez. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Lembrando a glória divina

Lições da Bíblia.

“5. Leia Habacuque 3. O que o profeta estava fazendo ali, e por que isso é tão importante, especialmente levando em conta as circunstâncias e perguntas difíceis que ele estava enfrentando?” Esta é uma oração do profeta Habacuque. Ó SENHOR, ouvi falar do que tens feito e estou cheio de temor. Faze agora, em nosso tempo, as coisas maravilhosas que fizeste no passado, para que nós também as vejamos. Mesmo que estejas irado, tem compaixão de nós! Deus vem vindo da terra de Edom, o Santo Deus vem do monte Parã. A sua glória cobre os céus, e na terra todos o louvam. Ele brilha como a luz, e raios de luz saltam da sua mão, onde se esconde o seu poder. Na frente dele vão pragas terríveis, e atrás vêm doenças mortais. Ele pára, e a terra treme; ele olha para as nações, e elas ficam com medo. Os montes antigos se abalam, caem as velhas montanhas por onde ele tem andado desde a eternidade. Vi que os povos de Cuchã estão aflitos e que os moradores de Midiã estão com medo. É contra os rios, ó SENHOR, que estás irado? É contra o mar que estás furioso? É por isso que montas os teus cavalos e vens vitorioso no teu carro de guerra? Pegas o teu arco e te preparas para atirar as tuas flechas. Tu cavas a terra com enchentes. As montanhas te viram e tremeram; uma tromba-d’água caiu do céu. As águas debaixo da terra rugiram; as suas ondas imensas se levantaram. O sol e a lua deixaram de brilhar quando viram o brilho das tuas flechas e a luz brilhante da tua lança. Na tua ira, marchaste pela terra inteira, na tua fúria, pisaste as nações. Saíste para salvar o teu povo, para salvar o rei que escolheste. Feriste o chefe dos maus e acabaste completamente com o seu exército. Com as tuas flechas, mataste o comandante dos soldados quando avançavam como uma tempestade para nos atacar; eles vinham orgulhosos, querendo nos destruir como quem mata um pobre em segredo. Montado nos teus cavalos marchaste pelo mar, pelas ondas furiosas do mar. Quando ouvi tudo isso, fiquei assustado, e os meus lábios tremeram de medo. Perdi todas as forças e não pude ficar de pé. Portanto, vou esperar, tranqüilo, o dia em que Deus castigará aqueles que nos atacam. Ainda que as figueiras não produzam frutas, e as parreiras não dêem uvas; ainda que não haja azeitonas para apanhar nem trigo para colher; ainda que não haja mais ovelhas nos campos nem gado nos currais, mesmo assim eu darei graças ao SENHOR e louvarei a Deus, o meu Salvador. O SENHOR Deus é a minha força. Ele torna o meu andar firme como o de uma corça e me leva para as montanhas, onde estarei seguro.” (Habacuque 3:1-19 NTLH). ”Entoando um cântico, no qual expressou sua angústia, orou a Deus suplicando ajuda, descreveu a atuação de Deus como Guerreiro e louvou ao Senhor por Sua atuação contra os inimigos de Seu povo e pela salvação de Seus fiéis.”

“Habacuque expressou sua aceitação dos caminhos de Deus em uma oração cantada (Hc 3:19). Tendo plena consciência do poder de Deus, ele pediu que o Senhor Se lembrasse de Sua misericórdia quando o juízo começasse. O profeta lembrou reverentemente os relatos dos grandes atos de Deus no passado e orou para que Ele trouxesse redenção em seus dias. Parecia que ele estava entre dois tempos. Com um olho olhava para trás, para o evento do Êxodo, enquanto com o outro, olhava adiante, para o dia do Senhor. Ele esperava uma revelação do poder de Deus em sua situação atual.”

“O hino do capítulo 3 descreve poeticamente a libertação de Israel da escravidão egípcia. O que havia acontecido na época do Êxodo era um prenúncio do grande dia do juízo. O piedoso não devia ficar ansioso a respeito do dia do Senhor, mas devia esperar, perseverar e se alegrar na esperança que lhe pertencia.”

“O hino era também uma celebração do poder, glória e natureza vitoriosa de Deus. O Senhor é descrito como soberano sobre toda a Terra. A revelação de Sua glória é comparável ao esplendor do nascer do Sol (Hc 3:4).”

“Deus julga as nações opressoras. No entanto, ao mesmo tempo, Ele operou a redenção do Seu povo em Seus ‘carros de vitória’ (Hc 3:8). O poder de Deus nem sempre é visível superficialmente, mas a pessoa de fé sabe que Deus está ali, não importa o que aconteça.”

“Habacuque nos convida a olhar com expectativa para a salvação do Senhor, quando Ele estabelecerá Sua justiça sobre a Terra e encherá o mundo com Sua glória. Ao cantar louvores ao Senhor, o povo de Deus encoraja uns aos outros a meditar sobre os atos passados de Deus e sobre a esperança para o futuro glorioso (Ef 5:19, 20; Cl 3:16). O próprio exemplo de Habacuque demonstra como se pode perseverar ao viver tendo essa visão da salvação.”

“Pense na liderança do Senhor sobre sua vida no passado. Isso o ajuda a confiar mais nEle e em Sua bondade, não importando o que o futuro trará? Por que é sempre tão importante olhar para o futuro final e eterno que nos espera?”

Terça-feira, 21 de maio de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O cântico de louvor e adoração de Maria

Lições da Bíblia.

“Embora Maria, mãe de Jesus, tenha sido motivo de muito interesse religioso ao longo dos séculos, a maior parte desse interesse é tradição proveniente da multidão de fontes que não estão enraizadas nas Escrituras.”

“No entanto, na questão da vinda de Cristo à Terra, Maria desempenhou um papel fundamental e essencial: em seu ventre, o Salvador do mundo foi miraculosamente concebido; em seu ventre, Ele Se tornou o menino Jesus. Olhando para o passado, com toda a retrospectiva e luz recebidas no Novo Testamento, só podemos nos maravilhar com o milagre. Ainda que ela certamente soubesse que fazia parte de um evento incrível, que devia ter consequências importantes para seu povo, a jovem Maria mais provavelmente não tinha uma ideia real da história da qual seria parte. Porém, ela sabia o suficiente para se maravilhar com as circunstâncias extraordinárias que haviam mudado tão radicalmente sua vida.”

“1. Leia Lucas 1:46-55, conhecido como o cântico de Maria. Qual é o contexto desse cântico? Por que ela estava cantando? Que elementos de louvor e adoração são revelados nessas palavras? Que assunto abordado ao longo do trimestre aparece nessa canção?” “Então, disse Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador, porque contemplou na humildade da sua serva. Pois, desde agora, todas as gerações me considerarão bem-aventurada, porque o Poderoso me fez grandes coisas. Santo é o seu nome. A sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem. Agiu com o seu braço valorosamente; dispersou os que, no coração, alimentavam pensamentos soberbos. Derribou do seu trono os poderosos e exaltou os humildes. Encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos. Amparou a Israel, seu servo, a fim de lembrar-se da sua misericórdia a favor de Abraão e de sua descendência, para sempre, como prometera aos nossos pais.” (Luc. 1:46-55). “Alegria de Maria, ao ser reconhecida como a mãe do Salvador; ela adorou a Deus por Sua aliança com Israel, confirmada na vida de Maria.”

“Esse cântico de louvor e adoração está repleto de alusões e imagens tiradas do Antigo Testamento, as únicas Escrituras que ela conhecia. Podemos vê-la dando glória ao Senhor e reconhecendo Sua liderança, não apenas em sua vida, mas igualmente entre seu povo. Sua alusão a Abraão é claramente uma referência à aliança que o Senhor fez com Seu povo; ela estava louvando a Deus por Suas promessas ao Seu povo e via essas promessas como a esperança para ela e para seu povo no futuro.”

“Mais uma vez, o pouco que ela sabia era suficiente para ver a atuação do Senhor. Por isso, ela demonstrou gratidão e adoração.”

“Quantas obras ‘miraculosas’ você vê em sua vida? Podem estar acontecendo muitas, mas, mesmo assim, você não percebe, porque continua endurecido, fechado e envolvido em si mesmo?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – domingo 04 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

“Cantai ao Senhor um cântico novo”

Lições da Bíblia.

“Infelizmente, embora tenhamos acesso a alguns dos temas e letras das canções divinamente inspiradas, não temos as músicas. Assim, usando nossos talentos dados por Deus (pelo menos os que têm esses dons), escrevemos nossa própria música, mesmo que nem sempre façamos as letras. Mas, como sabemos, não fazemos isso em um vácuo. Adoramos em conexão com a cultura na qual vivemos, que em certa medida exerce influência sobre nós e nossa música. Essa pode ser uma coisa boa, ou pode ser algo ruim. O difícil é saber a diferença.”

Os textos a seguir nos dão princípios que devem nos guiar no tipo de música utilizada em nossa adoração. “A música deve glorificar a Deus; deve ser verdadeira, respeitável, justa, pura, amável e de boa fama; Jesus deve ter a primazia.” “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.” (1 Cor. 10:31). “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.” (Filip. 4:8).Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia,” (Col. 1:18).

“Ao longo dos anos, a questão da música na adoração tem surgido em nossa igreja. Em alguns casos, as músicas do hinário têm recebido muitas classificações, exceto a atribuição de santidade; em outros, é difícil dizer a diferença entre o que está sendo tocado na igreja e o que está sendo tocado como música secular (porque, francamente, não há diferença!).”

“O importante na música de adoração é que ela nos conduza ao mais nobre e melhor, que é o Senhor. Ela deve apelar, não aos elementos mais baixos de nosso ser, mas aos mais nobres. A música não é moralmente neutra: ela pode nos levar a algumas das experiências espirituais mais elevadas, ou pode ser usada pelo inimigo para nos degenerar e degradar, para revelar desejos e paixão, desespero e ira. É preciso apenas olhar para o que alguns profissionais da indústria da música produzem hoje, para ver exemplos fortes de como Satanás tem pervertido outro dos dons maravilhosos de Deus para a humanidade.”

“A música em nossos cultos de adoração deve ter um equilíbrio entre os elementos espirituais, intelectuais e emocionais. As letras, em harmonia com a música, devem nos elevar, enobrecer nossos pensamentos e nos fazer desejar mais o Senhor, que tanto tem feito por nós. O tipo de música de que precisamos para a nossa adoração é aquele que pode nos levar ao pé da cruz e que pode nos ajudar a perceber o que nos foi dado em Cristo.”

“É bom lembrar que as várias culturas têm diferentes gostos, e que a música e os instrumentos musicais variam em nossa família mundial. O que é edificante e encorajador para pessoas de uma cultura, pode soar estranho a indivíduos de outra. De toda maneira, é importante que procuremos a orientação do Senhor quanto à música apropriada para nossos cultos!”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 04 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Davi: uma canção de louvor e adoração

Lições da Bíblia.

“A compreensão que Davi tinha de Deus e da salvação que Ele ofereceu moldou não somente sua própria vida, mas sua liderança espiritual e sua influência sobre o povo. Suas canções e orações refletem profundo sentimento de temor pelo Deus que ele amava e conhecia como amigo pessoal e Salvador.”

“De acordo com 1 Crônicas 16:7, Davi apresentou a Asafe, seu dirigente de música, uma nova canção de gratidão e louvor, no dia em que a arca foi transferida para Jerusalém. Esse salmo de louvor consiste em dois aspectos importantes da adoração: a revelação de Deus como um ser digno de adoração e a resposta adequada do adorador. Nesse cântico, Davi primeiramente chama os adoradores para a participação ativa na adoração. Leia todo o cântico em 1 Crônicas 16:8-36. Observe com que frequência são utilizadas as seguintes palavras e expressões, especialmente na primeira parte do cântico: render graças, cantar, invocar o Seu nome, buscar o Senhor, fazer conhecidos, narrar, anunciar, tributar glória, proclamar, lembrar e trazer ofertas. Davi, em seguida, apresentou alguns dos motivos pelos quais Deus é digno de nosso louvor e adoração.”

(O povo de Israel devia tornar conhecido os feitos do Senhor a outros povos) Rendei graças ao SENHOR, invocai o seu nome, fazei conhecidos, entre os povos, os seus feitos. Cantai-lhe, cantai-lhe salmos; narrai todas as suas maravilhas. Gloriai-vos no seu santo nome; alegre-se o coração dos que buscam o SENHOR. Buscai o SENHOR e o seu poder, buscai perpetuamente a sua presença. (Deveria lembrar os atos especiais do Senhor) Lembrai-vos das maravilhas que fez, dos seus prodígios e dos juízos dos seus lábios, vós, descendentes de Israel, seu servo, vós, filhos de Jacó, seus escolhidos. Ele é o SENHOR, nosso Deus; os seus juízos permeiam toda a terra. Lembra-se perpetuamente da sua aliança, da palavra que empenhou para mil gerações; da aliança que fez com Abraão e do juramento que fez a Isaque; o qual confirmou a Jacó por decreto e a Israel, por aliança perpétua, dizendo: Dar-vos-ei a terra de Canaã como quinhão da vossa herança. Então, eram eles em pequeno número, pouquíssimos e forasteiros nela; andavam de nação em nação, de um reino para um povo. A ninguém permitiu que os oprimisse; antes, por amor deles, repreendeu a reis, dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas. Cantai ao SENHOR, todas as terras; proclamai a sua salvação, dia após dia. Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos, as suas maravilhas, porque grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado, temível mais do que todos os deuses. Porque todos os deuses dos povos são ídolos; o SENHOR, porém, fez os céus. Glória e majestade estão diante dele, força e formosura, no seu santuário. Tributai ao SENHOR, ó famílias dos povos, tributai ao SENHOR glória e força. Tributai ao SENHOR a glória devida ao seu nome; trazei oferendas e entrai nos seus átrios; adorai o SENHOR na beleza da sua santidade. Tremei diante dele, todas as terras, pois ele firmou o mundo para que não se abale. Alegrem-se os céus, e a terra exulte; diga-se entre as nações: Reina o SENHOR. Ruja o mar e a sua plenitude; folgue o campo e tudo o que nele há. Regozijem-se as árvores do bosque na presença do SENHOR, porque vem a julgar a terra. Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom; porque a sua misericórdia dura para sempre. E dizei: Salva-nos, ó Deus da nossa salvação, ajunta-nos e livra-nos das nações, para que rendamos graças ao teu santo nome e nos gloriemos no teu louvor. Bendito seja o SENHOR, Deus de Israel, desde a eternidade até a eternidade. E todo o povo disse: Amém! E louvou ao SENHOR.” (1 Crôn. 16:8-36).

“A repetição da aliança, feita pelo salmista, ocupa quase um terço desse hino de gratidão. Nessa aliança “[…] o compromisso de Deus era proteger, guiar e salvar Israel. O compromisso de Israel era amar, obedecer e adorar o Senhor.” A aliança que Deus fez com Abraão, Isaque e Jacó foi baseada em Sua capacidade, como governante deles, para fazer deles uma grande nação, abençoá-los e levá-­los para a terra prometida. A parte deles era amar, obedecer e adorar ao Senhor, como seu Pai e Deus. Por mais diferente que seja nosso contexto hoje, o mesmo princípio ainda permanece.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 01 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF