Sujeitos à lei? “Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo […]” (Rm 7:4).

Lições da Bíblia.

“Porventura, ignorais, irmãos (pois falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem toda a sua vida? Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias. Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus. Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei operavam em nossos membros, a fim de frutificarem para a morte. Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra.” (Rom. 7:1-6).

“Em essência, a ilustração de Paulo é a seguinte: uma mulher está casada com um homem. A lei a liga a ele enquanto ele viver. Durante a vida dele, ela não pode se casar com outro homem. Mas, quando ele morrer, ela estará livre da lei que a prendia a ele (v. 3).”

“Assim como a morte do marido libera a mulher da lei de seu marido, a morte da antiga vida na carne, por intermédio de Jesus Cristo, libera os judeus da lei que se esperava que guardassem até que o Messias, o antítipo, cumprisse os tipos ali estabelecidos.”

“Então, os judeus estavam livres para se “recasar”. Eles estavam convidados a se casar com o Messias ressuscitado e, assim, produzir fruto para Deus. Essa ilustração foi mais um recurso que Paulo usou para convencer os judeus de que agora estavam livres para abandonar o antigo sistema.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Domingo, 15 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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O homem de Romanos 7. “Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra” (Romanos 7:6).

Lições da Bíblia.

“Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado. Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim. Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros. Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado.” (Rom. 7:14-25).

“O significado dos v. 14-25 tem sido um dos problemas mais discutidos em toda a epístola. As principais questões são quanto a ser ou não autobiográfica a descrição dessa intensa luta moral, e, nesse caso, se a passagem se refere à experiência de Paulo antes ou depois da conversão. Que Paulo estava falando da própria luta pessoal contra o pecado é evidente pelo significado mais simples de suas palavras (cf. v. 7-11; [Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 19; Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 475]). Também é certamente verdade que ele está descrevendo um conflito comum a todos os que são confrontados pelas reivindicações espirituais da santa lei de Deus e despertados por elas” (The SDA Bible Commentary, v. 6, p. 553).

“Unicamente a morte para o eu natural e seus desejos pecaminosos torna possível um novo estilo de vida em Cristo. Dependendo unicamente da lei, não podemos encontrar salvação. É só através de Cristo que podemos ser salvos."

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Sábado, 14 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Debaixo da lei? “[…] pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.” (Rom. 6:14)

Lições da Bíblia.

“Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.” (Rom. 6:14).

“[…] como a lei moral poderia ser revogada e o pecado ainda ser uma realidade? Pois é a lei moral que define o pecado! Se você ler tudo o que veio antes em Romanos, mesmo no capítulo 6, seria difícil ver como, em meio a toda essa discussão sobre a realidade do pecado, de repente, Paulo dissesse: ‘Além disso, a lei moral, dos Dez Mandamentos, que definem o pecado, foi abolida’. Isso não faria nenhum sentido.”

“Paulo estava dizendo aos romanos que a pessoa que vive ‘sob a lei’ – que está sob o regime judaico, de acordo com o que era praticado em seus dias, com todas as suas regras e regulamentos humanos – será governada pelo pecado. Em contraste, aquele que vive sob a graça terá vitória sobre o pecado, porque a lei está escrita em seu coração, e o Espírito de Deus guia seus passos. Aceitando Jesus Cristo como o Messias, sendo justificado por Ele, sendo batizado em Sua morte, tendo o ‘velho homem’ sido destruído, ressuscitando para andar em novidade de vida – essas coisas destronarão o pecado de nossa vida. Lembre-se: esse é todo o contexto em que este verso aparece, o contexto da promessa de vitória sobre o pecado.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Terça-feira, 10 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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A lei desperta a necessidade.

Lições da Bíblia.

"Antes de ser dada a lei, o pecado já estava no mundo. Mas o pecado não é levado em conta quando não existe lei. Todavia, a morte reinou desde o tempo de Adão até o de Moisés, mesmo sobre aqueles que não cometeram pecado semelhante à transgressão de Adão, o qual era um tipo daquele que haveria de vir” (Rm 5:13, 14, NVI).

“É verdade que, antes do Sinai, a humanidade geralmente só tinha uma revelação limitada de Deus, mas obviamente conhecia o suficiente para ser considerada responsável. Deus é justo, e não vai punir ninguém incorretamente. No mundo anterior ao Sinai, as pessoas morriam, como Paulo assinala aqui. A morte passou a todos os homens. Embora não tivessem pecado contra um mandamento expressamente revelado, ainda assim, eles haviam pecado. Eles tinham as revelações de Deus por meio da natureza, às quais não haviam atendido e, deste modo, eram considerados culpados. ‘Desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus… têm sido vistos claramente…; de forma que tais homens são indesculpáveis’ (Rm 1:20).”

“Sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça, a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.” (Rom. 5:20-21)

“O propósito dessa revelação (do mandamento expressamente revelado, era ajudar os israelitas) […] a ver sua necessidade de um Salvador e induzi-los a aceitar a graça livremente oferecida por Deus.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Quarta-feira, 04 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Lei e pecado. “[…] porque o pecado é a transgressão da lei.” (1 Jo 3:4).

Lições da Bíblia.

“Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade. Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele: aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou.” (1 Jo 2:3-6).

“Se […] a lei de Deus foi abolida, por que mentir, matar e roubar ainda são pecados? Se a lei de Deus tivesse sido mudada, a definição de pecado também deveria ser mudada. Ou se a lei de Deus tivesse perdido o valor, o pecado também deveria ter desaparecido.”

“Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei.” (1 Jo 3:4).

“visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado.” (Rm 3:20).

“Frequentemente, ouvimos que a cruz anulou a lei. Isso é um tanto irônico, porque a cruz mostra exatamente que a lei não pode ser anulada nem mudada. Se Deus não revogou nem mudou a lei antes de Cristo morrer na cruz, por que faria isso depois? Por que não Se livrar da lei assim que a humanidade pecasse e, dessa forma, poupar a humanidade da punição provocada pela violação da lei? Assim, Jesus nunca teria precisado morrer. A morte de Jesus mostra que, se a lei pudesse ter sido mudada ou revogada, isso teria sido feito antes, não depois da cruz. Assim, nada mostra mais a validade contínua da lei que a morte de Jesus, ocorrida justamente porque a lei não pode ser mudada. Se a lei pudesse ter sido mudada para nos ajudar em nossa condição caída, não teria sido uma solução melhor para o problema de pecado do que Jesus ter que morrer?”

“Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” (1 Jo 1:7-10).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Quinta-feira, 29 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Lei e fé.

Lições da Bíblia

“É, porventura, a lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum! Porque, se fosse promulgada uma lei que pudesse dar vida, a justiça, na verdade, seria procedente de lei. Mas a Escritura encerrou tudo sob o pecado, para que, mediante a fé em Jesus Cristo, fosse a promessa concedida aos que crêem. Mas, antes que viesse a fé, estávamos sob a tutela da lei e nela encerrados, para essa fé que, de futuro, haveria de revelar-se.” (Gl 3:21-23).

“Se existisse uma lei que pudesse dar vida, essa teria sido certamente a lei de Deus. Ainda assim, Paulo diz que nenhuma lei, nem mesmo a de Deus, pode dar vida, porque todos a violaram e, portanto, todos estão condenados por ela.”

“Mas a promessa da fé, revelada mais completamente em Cristo, livra todos os que creem de estar “sob a tutela da lei”; isto é, de ser condenados e sobrecarregados na tentativa de conseguir a salvação por meio dela. A lei se torna um fardo quando apresentada sem a fé, sem a graça – porque sem a fé, sem a graça, sem a justiça que vem pela fé, estar sob a lei significa estar sob o fardo e a condenação do pecado.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Quarta-feira, 28 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Promessa e lei. “Pois, se os que são da lei são herdeiros, logo a fé é vã e a promessa é anulada. (Rm 4:14).

Lições da Bíblia

“Não foi mediante a lei que Abraão e a sua descendência receberam a promessa de que ele seria herdeiro do mundo, mas mediante a justiça que vem da fé” (Rm 4:13).

“Neste verso, promessa e lei estão contrastadas. Paulo busca estabelecer uma base do Antigo Testamento para seu ensino de justificação pela fé. Ele encontra um exemplo em Abraão, a quem todos os judeus aceitavam como seu antepassado. A aceitação ou justificação vieram a Abraão à parte da lei. Deus fez uma promessa a Abraão de que ele seria “herdeiro do mundo”. Abraão creu nessa promessa; isto é, ele aceitou o papel que lhe cabia. Como resultado, Deus o aceitou e operou através dele para salvar o mundo. Este é um exemplo poderoso de como a graça estava em operação no Antigo Testamento, e não resta dúvida de que foi por isso que Paulo o usou.”

“Pois, se os que são da lei são herdeiros, logo a fé é vã e a promessa é anulada. Porque a lei opera a ira; mas onde não há lei também não há transgressão. Porquanto procede da fé o ser herdeiro, para que seja segundo a graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a descendência, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé que teve Abraão, o qual é pai de todos nós. (como está escrito: Por pai de muitas nações te constituí) perante aquele no qual creu, a saber, Deus, que vivifica os mortos, e chama as coisas que não são, como se já fossem.” (Rm 4:14-17).

“Se Paulo aqui estava se referindo exclusivamente à lei moral, que, em princípio, existia mesmo antes do Sinai, a questão permanece a mesma. Talvez ainda mais! Aquele que procura receber as promessas de Deus através da lei, ele disse, torna a fé nula ou inútil.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Terça-feira, 27 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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A lei confirmada

Lições da Bíblia

“Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei.” (Rom. 3:31)

“Nesta passagem, Paulo declara enfaticamente que a fé não anula a lei de Deus. Mesmo aqueles que guardavam a lei, ou seja, todo o corpo da lei do Antigo Testamento, nunca foram salvos por ela. A religião do Antigo Testamento, tanto como a do Novo, sempre foi da graça de Deus concedida aos pecadores pela fé.”

“Que, pois, diremos ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? Porque, se Abraão foi justificado por obras, tem de que se gloriar, porém não diante de Deus. Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida. Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça. E é assim também que Davi declara ser bem-aventurado o homem a quem Deus atribui justiça, independentemente de obras: Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado.” (Rom. 4:1-8).

“De acordo com esta narrativa do Antigo Testamento, Abraão foi considerado justo porque ‘creu em Deus’. Então, o próprio Antigo Testamento ensina a justificação pela fé.Consequentemente, qualquer sugestão de que a fé ‘anula’ (grego katargeo, torna inútil, invalida) a lei é falsa; a salvação pela fé é parte inseparável do Antigo Testamento. A graça é ensinada ao longo de todo o seu curso.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Domingo, 25 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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