A cadeira de Moisés

Lições da Bíblia.

“Embora os ‘escribas e fariseus’ pareçam ser dois grupos distintos, que simplesmente foram colocados no mesmo conjunto, os escribas provavelmente fossem um subgrupo dos fariseus (At 23:9). Os fariseus se tornaram um grupo notável durante o tempo do Império Grego. Acredita-se que fossem os remanescentes de uma seita judaica piedosa, conhecida como Hasidim (Os Piedosos), que ajudaram a combater na revolta dos Macabeus contra a Grécia.”1

“O título fariseu é derivado do hebraico paras, que significa ‘separar’. Numa época em que muitos judeus haviam se tornado muito influenciados pelas culturas pagãs, os fariseus entenderam que seu dever era garantir que a lei fosse ensinada a todos os homens judeus. Para realizar essa tarefa, eles estabeleceram a função do rabino, que significa literalmente ‘meu grande’ ou ‘meu professor’.”1

“Ao dizer que ‘na cadeira de Moisés, se assentaram os escribas e os fariseus’, Jesus reconheceu a posição deles como mestres do povo (Mt 23:2, 3). Afinal, pelo menos eles tinham assumido a responsabilidade de assegurar que o povo fosse instruído no caminho da lei.”1

“1. Leia Mateus 23:1-7. Qual foi um dos maiores problemas de Jesus com os escribas e fariseus?”1 “Então, falou Jesus às multidões e aos seus discípulos: Na cadeira de Moisés, se assentaram os escribas e os fariseus. Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem. Atam fardos pesados [e difíceis de carregar] e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem movê-los. Praticam, porém, todas as suas obras com o fim de serem vistos dos homens; pois alargam os seus filactérios e alongam as suas franjas. Amam o primeiro lugar nos banquetes e as primeiras cadeiras nas sinagogas, as saudações nas praças e o serem chamados mestres pelos homens.” (Mt 23:1-7 RA)2. A hipocrisia dos fariseus, pois ensinavam coisas que não cumpriam e exigiam que os outros fizessem.

“A maioria das referências aos escribas e fariseus nos evangelhos é negativa. Considerando a cumplicidade que muitos deles tiveram na morte de Jesus e na perseguição aos Seus seguidores, esse negativismo foi bem merecido. Membros desses grupos pareciam estar à espreita nas esquinas e se escondendo atrás das árvores, esperando que as pessoas cometessem erros, para que eles pudessem aplicar a lei contra elas. Essa imagem do fariseu é tão frequente nas Escrituras que essa palavra geralmente é usada como sinônimo de legalista.”1

“Ao considerar atentamente esse texto, descobrimos que o grande problema de Jesus com os fariseus não era seu desejo de que os outros guardassem a lei de Moisés, mas o fato de que eles não a estavam guardando. Eles eram hipócritas, pois diziam uma coisa, mas faziam outra, e até mesmo quando faziam as coisas certas, faziam isso pelas razões erradas.”1

“Leia novamente o que Jesus disse sobre os escribas e fariseus. Será que temos as mesmas atitudes dos fariseus? O que precisamos mudar?”1

“Começa hoje o Evangelismo de Semana Santa: ‘Nos Passos do Mestre’. Participe no seu pequeno grupo!”

Domingo, 13 de abril de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Cristo e a lei de Moisés – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

“Leia de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 447-454: ‘Na Festa dos Tabernáculos’; p. 455-462: ‘Por Entre Laços’.”1

“Três vezes por ano era exigido dos judeus que se reunissem em Jerusalém para fins religiosos. Envolto na coluna de nuvem, o invisível Guia de Israel havia dado instruções quanto a essas reuniões. Durante o cativeiro dos judeus, elas não puderam ser observadas; […] Era desígnio de Deus que esses aniversários O trouxessem à mente do povo’.”2

"Era natural que os pais de Jesus O considerassem seu filho, pois Ele estava diariamente com eles. Em muitos aspectos, Sua vida era como a das outras crianças. Era difícil para os pais compreender que Ele era o Filho de Deus. Estavam em risco de deixar de reconhecer a bênção concedida a eles pela presença do Redentor do mundo. A aflição de sua separação dEle, e a branda reprovação contida em Suas palavras, tinham o objetivo de impressioná-los quanto à santidade do que lhes fora confiado"2.

Perguntas para reflexão

“1. Embora Jesus tivesse estabelecido essas leis, quando Ele assumiu a humanidade, submeteu-Se a elas. O que isso nos diz sobre o caráter de Deus?”

“2. Tente se colocar no lugar de José e Maria. É de admirar que eles não entendessem plenamente todos os aspectos que envolviam Jesus? Não há muitas coisas sobre Jesus que nós também não entendemos? Como podemos aprender a confiar e a obedecer, apesar das muitas coisas que não entendemos?”

“3. O que você diria para um cristão que declarasse que devemos cumprir as festas bíblicas? Uma sugestão é perguntar: ‘Como você pretende cumpri-las, uma vez que as festas estavam centralizadas no templo, que foi destruído há muito tempo, e no derramamento de sangue, que foi interrompido?’”

Sexta-feira, 11 de abril de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 WHITE, Ellen Gould. O desejado de todas as nações. Tradução de Isolina A Waldvogel. 22. ed. São Paulo – SP: Casa Publicadora Brasileira, 2004. p. 447, p. 89

Aplicação da lei (Mt 5:17-20)

Lições da Bíblia.

“Como vimos, Jesus foi um cidadão fiel que cumpriu Suas responsabilidades como judeu, mesmo quando Sua vida estava em perigo (leia, por exemplo, João 7:1, 25, 26; 10:31). [‘Passadas estas coisas, Jesus andava pela Galiléia, porque não desejava percorrer a Judéia, visto que os judeus procuravam matá-lo.’ (João 7:1 RA)2; ‘Diziam alguns de Jerusalém: Não é este aquele a quem procuram matar?’ (João 7:25 RA)2; ‘Novamente, pegaram os judeus em pedras para lhe atirar.’ (João 10:31 RA)2.] Na verdade, Jesus deixou claro que não era Seu propósito abolir ‘a Lei ou os Profetas’ (Mt 5:17-20)2.”

“5. Como, então, devemos entender João 8:1-11 e Mateus 19:1-9, à luz de Deuteronômio 22:23, 24 e 24:1-4?” “Jesus, entretanto, foi para o monte das Oliveiras. De madrugada, voltou novamente para o templo, e todo o povo ia ter com ele; e, assentado, os ensinava. Os escribas e fariseus trouxeram à sua presença uma mulher surpreendida em adultério e, fazendo-a ficar de pé no meio de todos, disseram a Jesus: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes? Isto diziam eles tentando-o, para terem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia na terra com o dedo. Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra. E, tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão. Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava. Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.]” (João 8:1-11 RA)2; “E aconteceu que, concluindo Jesus estas palavras, deixou a Galiléia e foi para o território da Judéia, além do Jordão. Seguiram-no muitas multidões, e curou-as ali. Vieram a ele alguns fariseus e o experimentavam, perguntando: É lícito ao marido repudiar a sua mulher por qualquer motivo? Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. Replicaram-lhe: Por que mandou, então, Moisés dar carta de divórcio e repudiar? Respondeu-lhes Jesus: Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossa mulher; entretanto, não foi assim desde o princípio. Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério [e o que casar com a repudiada comete adultério].” (Mateus 19:1-9 RA)2; “Se houver moça virgem, desposada, e um homem a achar na cidade e se deitar com ela,” (Deuteronômio 22:23 RA)2. “então, trareis ambos à porta daquela cidade e os apedrejareis até que morram; a moça, porque não gritou na cidade, e o homem, porque humilhou a mulher do seu próximo; assim, eliminarás o mal do meio de ti.” (Deuteronômio 22:24 RA)2; “Se um homem tomar uma mulher e se casar com ela, e se ela não for agradável aos seus olhos, por ter ele achado coisa indecente nela, e se ele lhe lavrar um termo de divórcio, e lho der na mão, e a despedir de casa; e se ela, saindo da sua casa, for e se casar com outro homem; e se este a aborrecer, e lhe lavrar termo de divórcio, e lho der na mão, e a despedir da sua casa ou se este último homem, que a tomou para si por mulher, vier a morrer, então, seu primeiro marido, que a despediu, não poderá tornar a desposá-la para que seja sua mulher, depois que foi contaminada, pois é abominação perante o SENHOR; assim, não farás pecar a terra que o SENHOR, teu Deus, te dá por herança.” (Deuteronômio 24:1-4 RA)2. Jesus não negligenciou a Lei, Ele a cumpriu fielmente, ao solicitar para aqueles que não tivessem pecado atirassem a primeira pedra, com ninguém ficou para acusar a mulher apanhada em adultério, para que fosse condenada era necessário, segundo a Lei, duas ou três testemunhas. Ao perdoar a mulher Jesus o fez nos méritos de seu sacrifício que ocorria na cruz do Calvário. Quanto ao divórcio, Jesus realçou que Moisés não ordenou que os homens se divorciassem de suas mulheres, no entanto tolerou que em algumas circunstancias isso fosse feito em virtude da dureza do coração humano, não sendo esse o plano original de Deus.

“Alguns dos fariseus estavam sempre tentando expor Jesus como um transgressor da lei (leia, por exemplo, João 8:6 Isto diziam eles tentando-o, para terem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia na terra com o dedo.’). Quando apresentaram a Ele a mulher apanhada no ato de adultério, colocaram a seguinte questão: ‘Na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; Tu, pois, que dizes?’ (Jo 8:5). Curiosamente, Jesus não respondeu diretamente à pergunta. Na verdade, Ele confirmou a lei de Moisés com Sua resposta: ‘Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra’ (Jo 8:7). Ele não disse que ela não deveria ser apedrejada, mas simplesmente obrigou esses homens a pensar em suas próprias transgressões da lei. Mesmo a liberação da mulher estava em harmonia com a lei de Moisés, porque ninguém ficou para apontar um dedo acusador, e pelo menos duas testemunhas eram necessárias para administrar a justiça (Dt 17:6).”

“No incidente sobre divórcio e novo casamento, Jesus parece contradizer a lei de Moisés com Sua insistência em afirmar que originalmente não havia fundamento para o divórcio (Mt 19:4-6). Quando os fariseus mencionaram o mandamento de Moisés em Deuteronômio 24:1-4, Jesus colocou tudo na devida perspectiva. Em nenhuma parte Moisés ordenou o divórcio. No entanto, por causa da obstinação do povo, Moisés estabeleceu uma ‘tolerância’ para o divórcio (Mt 19:8). Assim, vemos que, mesmo quando Jesus avaliou uma lei de Moisés, Ele não a desprezou. Jesus era um judeu fiel em todos os sentidos, obedecendo às leis de Moisés.”

“Como podemos equilibrar justiça e graça para os que caem em pecado? Se é inevitável errar, seria melhor errar ao lado da justiça ou da misericórdia? Por quê?”

Quarta-feira, 10 de abril de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Leis no tempo de Cristo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Leia, de Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p. 201-204: ‘Prestar Juramento’.1

"Se Adão não tivesse transgredido a lei de Deus, nunca teria sido instituída a lei cerimonial. O evangelho das boas-novas foi primeiramente dado a Adão na declaração que lhe foi feita, de que a semente da mulher feriria a cabeça da serpente; e foi transmitido através de sucessivas gerações a Noé, Abraão e Moisés. O conhecimento da lei de Deus e do plano da salvação foi comunicado a Adão e Eva pelo próprio Cristo. Entesouraram cuidadosamente a importante lição, transmitindo-a verbalmente aos filhos e aos filhos dos filhos. Assim foi preservado o conhecimento da lei de Deus"2

Perguntas para reflexão

“1. Antes de Moisés escrever as leis de Israel, os egípcios e babilônios tinham leis civis que eram, em alguns casos, semelhantes às leis de Deus. Até mesmo as sociedades ateístas têm leis que protegem o povo e as propriedades. A lei geralmente é fundamentada em conceitos morais; a lei deve levar as pessoas a evitar o mal e a praticar o bem. Onde as sociedades obtêm esse senso do bem e do mal?”1

“2. Como o conceito do bem e do mal afeta a questão da existência de Deus? Em outras palavras, se Deus não existe, de onde vêm os conceitos do bem e do mal?”1

“3. Falamos sobre diversas leis: Lei da gravidade, lei do movimento, leis internacionais, Constituição Federal e legislação tributária. O que todas essas leis têm em comum? No que elas diferem? Quais são as consequências da violação dessas leis? Quais são os benefícios de se cooperar com elas? Como os princípios dessas leis nos ajudam a entender o propósito dos Dez Mandamentos em relação à vida dos cristãos?”1

“4. Os judeus sobrecarregaram a lei com regras que não foram planejadas por Deus. Como evitar esse erro em nossos dias? Por que é fácil cometer esse erro, ainda que estejamos bem-intencionados?”1

Sexta-feira, 04 de abril de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

4 WHITE, Ellen Gould. Mensagens escolhidas. Tradução de Isolina A Waldvogel, Luiz Waldvogel. 2.ed. Santo André: Casa Publicadora Brasileira, 1985. p. 230

O amor de Deus e Sua lei

Lições da Bíblia.

“Reavivamento é conhecer Jesus. É um despertar das faculdades espirituais da alma. É uma experiência pessoal e vital com o Salvador. Conhecer Jesus como Amigo é a essência de todo reavivamento. Do íntimo de sua experiência com Jesus, o apóstolo Paulo declarou que estava orando para que os efésios conhecessem ‘o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que [fossem] tomados de toda a plenitude de Deus’ (Ef 3:19).”

“Isso está em contraste com a história das virgens do fim dos tempos, das quais cinco tinham a forma exterior de piedade e religião, mas não possuíam experiência íntima com Jesus. Referindo-Se à sua grande necessidade, Jesus disse: ‘Em verdade vos digo que não vos conheço’ (Mt 25:12).”

“Conhecer Deus sempre leva à obediência. A lei de Deus revela Seu amor. Um relacionamento mais profundo com Cristo leva a um maior desejo de agradar a Cristo. A obediência é fruto do amor. Quanto mais O amarmos, mais desejaremos obedecer a Ele. Devemos suspeitar de todo suposto reavivamento que não enfatize o arrependimento pelas deliberadas transgressões da lei. O fervor religioso pode levar a um êxtase religioso temporário, mas faltará a mudança espiritual duradoura.”

“2. Para o apóstolo João, quais são as evidências de que a pessoa realmente conhece Deus?” “Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade. Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele: aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou.” (1 João 2:3-6 RA); “Nisto, veio uma mulher samaritana tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber. Pois seus discípulos tinham ido à cidade para comprar alimentos.” (João 4:7-8 RA); “Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai.” (João 4:20-21 RA). “Obediência aos mandamentos de Deus e à Sua Palavra; amor entre os irmãos.”

“Nesses textos João apresenta dois pontos cruciais. Primeiro, conhecer Deus nos leva a guardar Seus mandamentos. Em segundo lugar, amar Deus nos leva a amar os outros. A mensagem de João é clara. Espiritualidade genuína resulta em vida transformada. O centro do reavivamento não é um caloroso sentimento de proximidade com Jesus. É uma vida transformada, cheia da alegria de servir a Jesus. O grande objetivo de Deus em todos os reavivamentos é nos atrair para perto dEle e aprofundar nossa entrega ao Seu propósito para nossa vida. Além disso, Ele quer nos capacitar para testemunhar e ministrar em favor de Sua causa.”

“Como estão seus relacionamentos? O que esses relacionamentos dizem sobre sua caminhada com o Senhor? De que forma você precisa melhorar em seu relacionamento com Deus e com os outros?”

Segunda-feira, 19 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A lei e o evangelho – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Leia de Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 440-488: ‘Apelo à Igreja’; O Grande Conflito, p. 433-450: ‘A Imutável Lei de Deus’.”

“Deus gostaria que compreendêssemos que Ele tem direito à mente, alma, corpo e espírito – a tudo que possuímos. Somos Seus pela criação e pela redenção. Como nosso Criador, Ele requer nosso inteiro serviço. Como nosso Redentor, tem uma reivindicação tanto de amor como de direito – uma reivindicação de amor sem paralelo. … Nosso corpo, nossa alma, nossa vida, Lhe pertencem, não apenas porque são livre dom de Sua parte, mas porque Ele nos supre constantemente com Seus benefícios e nos dá força para usarmos nossas faculdades. …” (A Maravilhosa Graça de Deus [Meditações Matinais, 1974], p. 243).

“A todos quantos recebem o sábado como sinal do poder criador e redentor de Cristo, ele será um deleite. Vendo nele Cristo, nEle se deleitam. O sábado lhes aponta as obras da criação, como testemunho de Seu grande poder em redimir. Ao passo que evoca a perdida paz edênica, fala da paz restaurada por meio do Salvador. E tudo na natureza repete o Seu convite: ‘Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei’ (Mt 11:28, RC; O Desejado de Todas as Nações, p. 289).”

Perguntas para reflexão

“1. Jeremias 31:33 diz: ‘Esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: Na mente, lhes imprimirei as Minhas leis, também no coração lhas inscreverei; Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo.’ Alguns tentam usar esse texto para mostrar que a lei (ou, realmente, o sábado do sétimo dia) foi revogada sob a nova aliança. O que há de errado com essa linha de raciocínio? De fato, de que modo esse texto reforça a posição adventista do sétimo dia a respeito da lei, incluindo o sábado?”

“2. Visto que acreditamos que a lei, incluindo o sábado, deve ser guardada, por que devemos ter cuidado para não cair na armadilha do legalismo? Pergunte aos alunos o que é legalismo e como podemos evitá-lo.”

“3. Pense no papel da lei no grande conflito. Por que, em seu ataque à lei de Deus, Satanás decidiu combater o mandamento do sábado de modo especial? Por que essa foi uma estratégia ‘brilhante’ de sua parte?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 07 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O sábado e a lei

Lições da Bíblia.

“Como vimos na lição de segunda-feira, muitos cristãos ainda acreditam no caráter obrigatório da lei de Deus. Enquanto aceitarmos a realidade do pecado, será difícil ver como alguém poderia acreditar em algo diferente.”

“No entanto, como sabemos muito bem, a questão do dever cristão para com a lei repentinamente fica muito sombria, quando surge a questão da obediência ao quarto mandamento, especificamente no que diz respeito ao sétimo dia. Na verdade, a ironia é que o juiz que se envolveu em dificuldades por sua insistência em colocar o monumento dos Dez Mandamentos num tribunal do Alabama, estava transgredindo essa lei porque, por mais rigoroso que ele fosse na guarda do domingo, não estava guardando o mandamento bíblico de descansar no sétimo dia. Se aceitarmos o que a Bíblia diz, de acordo com Tiago, ‘qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos’ (Tg 2:10). Portanto, o juiz era culpado de violar todos os preceitos da lei que ele insistia em deixar no tribunal!”

“Êxodo 20:9, 10 [‘Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro;’] explica o mandamento do sábado. O texto é cuidadoso em salientar quando ocorre o sábado (no sétimo dia), e como ele deve ser observado (cessação do trabalho regular de todos sob o mesmo abrigo) a fim de que sua santidade seja mantida. ‘O sábado não é retratado como um dia de recuperação dos muito fracos para continuar trabalhando dia após dia, sem descanso, mas como uma parada boa para todos, com o objetivo de focalizar novamente a santidade (todas as preocupações que decorrem de pertencer a Deus: isso é a essência da santidade), a fim de desfrutar as bênçãos de Deus para esse dia, e o seu potencial’ (Douglas K. Stuart, The New American Commentary, Êxodo, v. 2; Broadman & Holman Publishers, 2006, p. 460).”

“5. O potencial espiritual do sábado está incorporado no que ele simboliza. Qual é o significado espiritual do sábado? Como sua experiência com o sábado o ajudou a apreciar melhor esse significado?” porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.” (Êxo. 20:11); porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito e que o SENHOR, teu Deus, te tirou dali com mão poderosa e braço estendido; pelo que o SENHOR, teu Deus, te ordenou que guardasses o dia de sábado.” (Deut. 5:15); “Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica.” (Êxo. 31:13); santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR, vosso Deus.” (Ezeq. 20:20); Nós, porém, que cremos, entramos no descanso, conforme Deus tem dito: Assim, jurei na minha ira: Não entrarão no meu descanso. Embora, certamente, as obras estivessem concluídas desde a fundação do mundo. Porque, em certo lugar, assim disse, no tocante ao sétimo dia: E descansou Deus, no sétimo dia, de todas as obras que fizera. E novamente, no mesmo lugar: Não entrarão no meu descanso. Visto, portanto, que resta entrarem alguns nele e que, por causa da desobediência, não entraram aqueles aos quais anteriormente foram anunciadas as boas-novas, de novo, determina certo dia, Hoje, falando por Davi, muito tempo depois, segundo antes fora declarado: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração. Ora, se Josué lhes houvesse dado descanso, não falaria, posteriormente, a respeito de outro dia. Portanto, resta um repouso para o povo de Deus.” (Heb. 4:3-9). ”O sábado é um memorial da criação e nos lembra de que temos um Criador; é um sinal da libertação do pecado e de que o Senhor nos santifica; o sábado significa descanso espiritual em Cristo.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 05 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A lei e o evangelho

Lições da Bíblia.

“Embora muitos entendam que os Dez Mandamentos continuam sendo obrigatórios para os cristãos, o papel que eles desempenham no plano da salvação pode se tornar confuso. Se não somos salvos pela obediência à lei, então qual é o seu propósito?”

“4. Qual é o papel da lei na vida dos que são salvos pela graça?” “Ora, sabemos que tudo o que a lei diz, aos que vivem na lei o diz para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culpável perante Deus, visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado.” (Rom. 3:19-20). “Tomara sejam firmes os meus passos, para que eu observe os teus preceitos. Então, não terei de que me envergonhar, quando considerar em todos os teus mandamentos.” (Sal. 119:5-6). “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás.” (Rom. 7:7). “A lei nos faz conhecer o pecado e nos mostra o caminho da vida.”

“A lei nunca foi planejada para ser meio de salvação. Por meio da obra do Espírito Santo, a lei cria no pecador a necessidade da graça (o evangelho) de Cristo. Ao apontar o que é certo, o que é bom, o que é verdade, os que ficam aquém desse padrão (e todos nós ficamos), percebem sua necessidade de salvação. Nesse sentido, a lei aponta para nossa necessidade do evangelho e da graça. Essa graça nos vem por Jesus. Mesmo no Antigo Testamento, a função da lei foi mostrar nossa necessidade de salvação. Ela nunca foi um meio de proporcionar essa salvação.”

“Perguntar se a lei pode trazer salvação é fazer a pergunta errada, no que se refere ao ensino das Escrituras, no Antigo e no Novo Testamentos! A Bíblia nunca afirma, implica e nem mesmo sugere que esse em algum momento tenha sido o caso. […]”

“Outro erro é argumentar que o escritor de Hebreus [‘Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, perpetuamente, eles oferecem. Doutra sorte, não teriam cessado de ser oferecidos, porquanto os que prestam culto, tendo sido purificados uma vez por todas, não mais teriam consciência de pecados? Entretanto, nesses sacrifícios faz-se recordação de pecados todos os anos, porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados.’ Heb. 10:1-4] tenha corrigido a lei, como se ela tivesse ensinado que ‘o sangue de touros e de bodes [pudesse] tirar pecados.’ … Os sacrifícios eram figuras, tipos e modelos do único perfeito sacrifício que havia de vir” (Walter C. Kaiser, Five Views on Law and Gospel [Cinco Opiniões Sobre a Lei e o Evangelho]; Michigan, Zondervan, 1993, p. 394, 395).

“Olhe ao redor o que a violação da lei de Deus causou à humanidade. Sua vida foi afetada pela transgressão da lei de Deus? O que sua resposta diz sobre a relevância da lei ainda hoje?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 04 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF