É a lei pecado? “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! […]”

Lições da Bíblia.

“Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás.” (Rom. 7:7).

“A resposta é: Não! Novamente, devemos ter em mente que a palavra lei, para Paulo, é todo o sistema introduzido no Sinai, o que incluía a lei moral mas não estava limitado a ela. Consequentemente, Paulo podia citar um dos Dez Mandamentos, como também qualquer outra parte de todo o sistema judaico, a fim de demonstrar seus argumentos. Porém, quando o sistema findou, na morte de Cristo, a lei moral, que existia mesmo antes do Sinai e existe depois do Calvário, não estava incluída.”

“Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda sorte de concupiscência; porque, sem lei, está morto o pecado. Outrora, sem a lei, eu vivia; mas, sobrevindo o preceito, reviveu o pecado, e eu morri. E o mandamento que me fora para vida, verifiquei que este mesmo se me tornou para morte. Porque o pecado, prevalecendo-se do mandamento, pelo mesmo mandamento, me enganou e me matou.” (Rom. 7:8-11)

“O apóstolo Paulo, relatando sua experiência, apresenta uma verdade importante quanto ao que acontece na conversão. Ele diz: ‘sem a lei, eu vivia’ – e ele não sentia nenhuma condenação; ‘mas, sobrevindo o preceito’, quando a lei de Deus foi apresentada a sua consciência, ‘reviveu o pecado, e eu morri’. Então, ele se viu como pecador, condenado pela lei divina. Note isto: foi Paulo, e não a lei, que morreu” (Comentários de Ellen G. White, The SDA Bible Commentary, v. 6, p. 1.076).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Segunda-feira, 16 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Sujeitos à lei? “Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo […]” (Rm 7:4).

Lições da Bíblia.

“Porventura, ignorais, irmãos (pois falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem toda a sua vida? Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias. Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus. Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei operavam em nossos membros, a fim de frutificarem para a morte. Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra.” (Rom. 7:1-6).

“Em essência, a ilustração de Paulo é a seguinte: uma mulher está casada com um homem. A lei a liga a ele enquanto ele viver. Durante a vida dele, ela não pode se casar com outro homem. Mas, quando ele morrer, ela estará livre da lei que a prendia a ele (v. 3).”

“Assim como a morte do marido libera a mulher da lei de seu marido, a morte da antiga vida na carne, por intermédio de Jesus Cristo, libera os judeus da lei que se esperava que guardassem até que o Messias, o antítipo, cumprisse os tipos ali estabelecidos.”

“Então, os judeus estavam livres para se “recasar”. Eles estavam convidados a se casar com o Messias ressuscitado e, assim, produzir fruto para Deus. Essa ilustração foi mais um recurso que Paulo usou para convencer os judeus de que agora estavam livres para abandonar o antigo sistema.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Domingo, 15 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Sujeitos à lei? “Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo […]” (Rm 7:4).

Lições da Bíblia.

“Porventura, ignorais, irmãos (pois falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem toda a sua vida? Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias. Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus. Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei operavam em nossos membros, a fim de frutificarem para a morte. Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra.” (Rom. 7:1-6).

“Em essência, a ilustração de Paulo é a seguinte: uma mulher está casada com um homem. A lei a liga a ele enquanto ele viver. Durante a vida dele, ela não pode se casar com outro homem. Mas, quando ele morrer, ela estará livre da lei que a prendia a ele (v. 3).”

“Assim como a morte do marido libera a mulher da lei de seu marido, a morte da antiga vida na carne, por intermédio de Jesus Cristo, libera os judeus da lei que se esperava que guardassem até que o Messias, o antítipo, cumprisse os tipos ali estabelecidos.”

“Então, os judeus estavam livres para se “recasar”. Eles estavam convidados a se casar com o Messias ressuscitado e, assim, produzir fruto para Deus. Essa ilustração foi mais um recurso que Paulo usou para convencer os judeus de que agora estavam livres para abandonar o antigo sistema.”

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Cristo, o Centro da Mensagem.

Lições da Bíblia.

“O […] grande centro de atração, Jesus Cristo, não deve ser deixado fora da mensagem do terceiro anjo. Por muitos que se têm empenhado na obra para este tempo, Cristo foi feito secundário, e deram o primeiro lugar a teorias e argumentos. A glória de Deus, revelada a Moisés, acerca do caráter divino, não tem sido feita preeminente. Disse o Senhor a Moisés: ‘Eu farei passar toda a Minha bondade por diante de ti.’ Êxo. 33:19. ‘Passando pois o Senhor perante a sua face, clamou: Jeová, o Senhor, Deus misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade; que guarda a beneficência em milhares; que perdoa a iniqüidade, e a transgressão, e o pecado; que ao culpado não tem por inocente.’ Êxo. 34:6 e 7.

Parece que tem havido um véu diante dos olhos de muitos que têm trabalhado na causa, de modo que, ao apresentarem a lei, não tinham uma visão de Jesus, e não proclamavam o fato de que, onde o pecado abundou, superabundou a graça. É junto à cruz do Calvário que a misericórdia e a verdade se encontram, que a justiça e a paz se beijam. O pecador tem de sempre olhar ao Calvário; e com a fé simples de uma criancinha, tem de descansar nos méritos de Cristo, aceitando Sua justiça e crendo em Sua misericórdia. Os obreiros na causa da verdade devem apresentar a justiça de Cristo, não como luz nova, mas como uma luz preciosa que por algum tempo o povo perdeu de vista. Devemos aceitar a Cristo como nosso Salvador pessoal, e Ele nos imputa a justiça de Deus em Cristo. Repitamos e tornemos preeminente a verdade descrita por João: ‘Nisto está a caridade, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou a nós, e enviou Seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.’ I João 4:10.” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 383-384).

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O segundo Adão. “[…] por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos” (Rm 5: 19).

Lições da Bíblia.

“Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida. Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos” (Rm 5:18, 19).

“Como seres humanos, não recebemos de Adão nada a não ser a sentença de morte. Mas Cristo Se adiantou e passou pelo terreno em que Adão caiu, superando cada prova em lugar do ser humano. Ele redimiu o vergonhoso fracasso e a queda de Adão e, assim, como nosso substituto, nos apresentou em condições vantajosas diante de Deus. Consequentemente, Jesus é o ‘segundo Adão’”.

“Todavia, não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos. O dom, entretanto, não é como no caso em que somente um pecou; porque o julgamento derivou de uma só ofensa, para a condenação; mas a graça transcorre de muitas ofensas, para a justificação. Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo.” (Rom. 5:15-17).

A “[…] palavra dom ocorre quatro vezes nos versos 15 a 17 (a palavra dádiva ocorre 5 vezes na NVI). Quatro vezes! A lição é simples: Paulo enfatiza que a justificação não é comprada; ela vem como um presente. É algo que não merecemos, de que não somos dignos. Como todos os presentes, temos que aceitá-la e, no caso deste dom, nós o buscamos pela fé.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Quinta-feira, 05 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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A lei desperta a necessidade.

Lições da Bíblia.

"Antes de ser dada a lei, o pecado já estava no mundo. Mas o pecado não é levado em conta quando não existe lei. Todavia, a morte reinou desde o tempo de Adão até o de Moisés, mesmo sobre aqueles que não cometeram pecado semelhante à transgressão de Adão, o qual era um tipo daquele que haveria de vir” (Rm 5:13, 14, NVI).

“É verdade que, antes do Sinai, a humanidade geralmente só tinha uma revelação limitada de Deus, mas obviamente conhecia o suficiente para ser considerada responsável. Deus é justo, e não vai punir ninguém incorretamente. No mundo anterior ao Sinai, as pessoas morriam, como Paulo assinala aqui. A morte passou a todos os homens. Embora não tivessem pecado contra um mandamento expressamente revelado, ainda assim, eles haviam pecado. Eles tinham as revelações de Deus por meio da natureza, às quais não haviam atendido e, deste modo, eram considerados culpados. ‘Desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus… têm sido vistos claramente…; de forma que tais homens são indesculpáveis’ (Rm 1:20).”

“Sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça, a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.” (Rom. 5:20-21)

“O propósito dessa revelação (do mandamento expressamente revelado, era ajudar os israelitas) […] a ver sua necessidade de um Salvador e induzi-los a aceitar a graça livremente oferecida por Deus.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Quarta-feira, 04 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Justificados, pois…

Lições da Bíblia.

“Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus. E não somente isto, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança. Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado.” (Rom. 5:1-5)

“A declaração “justificados” significa literalmente “tendo sido justificados”. O verbo grego representa a ação completa. Fomos declarados, ou considerados, justos não por qualquer ato da lei mas por havermos aceitado Jesus Cristo. A vida perfeita de Jesus aqui na Terra, Sua perfeita observância da lei, foi creditada a nós.”

“Justificação significa perdão. Quer dizer que o coração, purificado de obras mortas, está preparado para receber a bênção da santificação. Deus nos disse o que precisamos fazer para receber esta bênção. ‘Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade. Fazei tudo sem murmurações nem contendas; para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo.’ Filip. 2:12-15.” (Ellen G. White, E Recebereis Poder – Meditação Matinal, p. 98).

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Expondo a fé. “[…] gloriamo-nos na esperança da glória de Deus” (Romanos 5:2).

Lições da Bíblia.

“Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus” (Romanos 5:1, 2).

“Embora todos sofram as consequências do pecado, podemos escolher um conjunto diferente de consequências, as da paz, esperança e amor que são resultados da justiça de Cristo. […] Deus nos aceitou em Sua família. Portanto, temos acesso aos recursos inesgotáveis do Céu, disponíveis a todos os cristãos que desejam ser semelhantes a Jesus.”

“Paulo demonstrou que a justificação, ou a aceitação diante de Deus, só vem pela fé em Jesus Cristo, pois unicamente Sua justiça é suficiente para nos dar a correta posição diante do Senhor. Construindo sobre essa grande verdade, Paulo expõe algo mais sobre esse tema. Após demonstrar que a salvação precisa ser pela fé e não pelas obras, nem mesmo de alguém que seja tão justo quanto Abraão, de certo modo Paulo retorna um pouco, olha para o grande quadro – o que provocou o pecado, sofrimento e morte e como a solução pode ser achada em Cristo e no que Ele fez pela humanidade.”

“Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida. Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos. Sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça, a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.” (Rm 5:18-21).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Sábado, 31 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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