Proclamação pública

Lições da Bíblia.

3. Leia Mateus 5:17-39. De que forma Cristo utilizava as Escrituras para o ministério público? Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra. Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus. Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus. Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará sujeito a julgamento. Eu, porém, vos digo que todo aquele que [sem motivo] se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo. Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta. Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz, ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão. Em verdade te digo que não sairás dali, enquanto não pagares o último centavo. Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela. Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lança-a de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não vá todo o teu corpo para o inferno. Também foi dito: Aquele que repudiar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio. Eu, porém, vos digo: qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada comete adultério. Também ouvistes que foi dito aos antigos: Não jurarás falso, mas cumprirás rigorosamente para com o Senhor os teus juramentos. Eu, porém, vos digo: de modo algum jureis; nem pelo céu, por ser o trono de Deus; nem pela terra, por ser estrado de seus pés; nem por Jerusalém, por ser cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno. Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra;” (Mateus 5:17-39 RA)1. Jesus utilizou a Bíblia repetida e sistematicamente. Em sua fala, a diferentes públicos, sempre demostrava o verdadeiro sentido das Escrituras, ampliando a percepção da verdade revelada. Convidava as pessoas a aceita-lo com aquele que pode mudar o coração e proporcionar uma vida em harmonia com a verde bíblica.

“Durante a jornada terrena de Cristo, o relacionamento habitual dos israelitas com as Escrituras era aparentemente muito legalista. Eles as examinavam em busca de regulamentos e orientação ética. A bem-aventurança eterna era considerada o pagamento pelo comportamento justo. No entanto, Jesus derrubou suas noções legalistas e substituiu o sistema de controles externos por uma religião fundamentada no coração.”2

"Como algo estranho e novo, essas palavras caíram nos ouvidos da multidão admirada. Semelhante doutrina era contrária a tudo que tinham ouvido dos sacerdotes e rabinos. Nela não viram coisa alguma que lisonjeasse seu orgulho ou lhes alimentasse as ambiciosas esperanças. Porém, esse novo Mestre tinha um poder que os mantinha encantados. A doçura do amor divino fluía de Sua presença como a fragrância de uma flor. […] Todos sentiam instintivamente que ali estava Aquele que lia os segredos do coração, e não obstante, deles Se aproximava com terna compaixão"3

Terça-feira, 31 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 6

3 WHITE, Ellen Gould. O maior discurso de Cristo: reflexões sobre o sermão da maontanha. Tradução de Isolina A. Waldvogel. São Paulo: Musicasa, 2010. p. 6

Jesus e a Bíblia

Lições da Bíblia.

1 Leia Lucas 4:1-12 e 16-21. O que essas passagens sugerem sobre a atitude de Cristo para com a Bíblia? “Jesus, pois, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão; e era levado pelo Espírito no deserto, durante quarenta dias, sendo tentado pelo Diabo. E naqueles dias não comeu coisa alguma; e terminados eles, teve fome. Disse-lhe então o Diabo: Se tu és Filho de Deus, manda a esta pedra que se torne em pão. Jesus, porém, lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem. Então o Diabo, levando-o a um lugar elevado, mostrou-lhe num relance todos os reinos do mundo. E disse-lhe: Dar-te-ei toda a autoridade e glória destes reinos, porque me foi entregue, e a dou a quem eu quiser; se tu, me adorares, será toda tua. Respondeu-lhe Jesus: Está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o levou a Jerusalém e o colocou sobre o pináculo do templo e lhe disse: Se tu és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito, que te guardem; e: eles te susterão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra. Respondeu-lhe Jesus: Dito está: Não tentarás o Senhor teu Deus.” (Lucas 4:1-12 ARA). Chegando a Nazaré, onde fora criado; entrou na sinagoga no dia de sábado, segundo o seu costume, e levantou-se para ler. Foi-lhe entregue o livro do profeta Isaías; e abrindo-o, achou o lugar em que estava escrito: O Espírito do Senhor está sobre mim, porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos, e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e para proclamar o ano aceitável do Senhor. E fechando o livro, devolveu-o ao assistente e sentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele. Então começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta escritura aos vossos ouvidos.” (Lucas 4:16-21 ARA).[1] Jesus resistiu e venceu aos ataques de satanás usando as Escrituras e apresentou nela os textos que se aplicavam a Ele. Jesus reafirmou a autoridade com a Palavra de Deus. E também a utilizou para mostra que esta apontava para Ele.

“Provavelmente os manuscritos não estivessem disponíveis a Cristo durante Sua permanência de quarenta dias no deserto. Isso indica claramente que ele havia memorizado porções substanciais das Escrituras.”[2]

“Apesar de Cristo estar sofrendo os agudíssimos tormentos da fome, Ele resistiu à tentação. Expulsou a Satanás com a mesma passagem que Ele tinha dado a Moisés para reiterar ao rebelde Israel quando sua alimentação era escassa e eles clamavam por carne, no deserto: ‘Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.’ Mat. 4:4.”[3]

“Satanás foi a Cristo esperando obter a vitória. Pensou ter sobre Ele toda vantagem. Mas foi vencido pela mansidão e humildade do Salvador e por Sua confiança na Palavra de Deus. Manso e humilde, e aparentemente indefeso, Cristo era mais forte do que o mais forte homem armado. Ah, como Satanás se empenhou em fazê-Lo pecar contra Deus! Mas falharam todos os seus esforços para fazer Cristo Se desviar de Sua lealdade. Nosso Salvador pôde receber a revelação celestial sem exaltar a Si mesmo… O inimigo é sutil e muito ousado, mas não invencível. Ele é um ser forte, armado, mas se nos mantivermos junto ao Capitão de nossa salvação, usando a arma que Ele nos deu, seremos vitoriosos”[4]

Domingo, 29 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.


[1] BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

[2] LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 3

[3] WHITE, Ellen G.; SILVA, Horne P. No deserto da tentação: os primeiros e decisivos lances da vitória sobre o pecado. 6. ed. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2012. p. 52

[4] WHITE, Ellen G.; PRADO, Eunice Scheffel. Cristo triunfante. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2002. p. 190

O grande Sumo Sacerdote

Lições da Bíblia.

“4. O que os textos a seguir revelam sobre o ministério de Cristo como Sumo Sacerdote?” “Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo. Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados.” (Hebreus 2:17-18); “mas Cristo o é como Filho sobre a casa de Deus; a qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firmes até o fim a nossa confiança e a glória da esperança.” (Hebreus 3:6); “Tendo, portanto, um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou os céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer- se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.” (Hebreus 4:14-15); “mas este, porque permanece para sempre, tem o seu sacerdócio perpétuo. Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, porquanto vive sempre para interceder por eles. Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime que os céus; que não necessita, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus próprios pecados, e depois pelos do povo; porque isto fez ele, uma vez por todas, quando se ofereceu a si mesmo. Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens que têm fraquezas, mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho, para sempre aperfeiçoado.” (Hebreus 7:24-28); “Ora, do que estamos dizendo, o ponto principal é este: Temos um sumo sacerdote tal, que se assentou nos céus à direita do trono da Majestade, ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, que o Senhor fundou, e não o homem. Porque todo sumo sacerdote é constituído para oferecer dons e sacrifícios; pelo que era necessário que esse sumo sacerdote também tivesse alguma coisa que oferecer.” (Hebreus 8:1-3). “Ele é o Mediador misericordioso e fiel, que Se compadece das nossas fraquezas, pois foi tentado como nós. Ele é santo, inculpável, perfeito, sem mácula e separado dos pecadores.”

“Jesus é o ‘grande Sumo Sacerdote’ (Hb 4:14). Ele é superior a todos os Sumos Sacerdotes e governantes da Terra. A Bíblia atribui uma série de qualidades a Jesus como grande Sumo Sacerdote:”

“Misericordioso e fiel (Hb 2:17). Essas duas características se harmonizam com o papel de Cristo como Mediador, pois Ele nos concede Seus dons (‘misericordioso’) e é leal a Seu Pai e a nós (‘fiel’).”

“Ele Se compadece das nossas fraquezas (Hb 2:18; 5:2, 7). Uma vez que Ele viveu como ser humano, podemos crer que Ele é um compassivo e perfeito Ajudador. No entanto, Ele não está na mesma situação em que nós estamos, porque é ‘sem pecado’ (Hb4:15).”

“Ele está acima de nós. Como Sumo Sacerdote, Jesus não está na comunidade dos cristãos, como Moisés esteve entre os israelitas. Ele está acima de nós, como um Filho que preside a casa de Seu Pai (Hb 3:6). Cristo desfruta de plena autoridade entre os santos.”

“Ele foi tentado como nós somos. A origem divina de Jesus não Lhe deu direitos exclusivos. Ele foi tentado à nossa semelhança (Hb 4:15). As tentações escolhidas no deserto da Judeia mostram que Ele foi tentado nas dimensões física, mental e espiritual (Mt 4:1-11).”

“Ele intercede por nós. Cristo comparece ‘por nós’ no santuário celestial, na presença de Deus (Hb 9:24; Hb 7:25). Graças a Deus que temos um Representante divino para Se apresentar no julgamento em nosso lugar.”

“Jesus está no Céu ‘por nós’. O que significa isso? Que certeza e segurança você encontra nessa maravilhosa verdade?”

Quarta-feira, 20 de novembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Jesus e a Palavra

Lições da Bíblia.

“5. Qual é a semelhança entre a função da Palavra de Deus e do Espírito de Deus?” “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim.” (João 5:39 RA) “Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar. Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso é que vos disse que há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar.” (João 16:14-15 RA). ”A Palavra escrita testifica de Jesus Cristo; o Espírito Santo glorifica a Cristo e anuncia as palavras de Cristo.”

“A Palavra de Deus dá testemunho de Jesus. O Espírito Santo também dá testemunho de Jesus. O Espírito Santo nos leva a uma experiência mais profunda com Jesus por meio da Sua Palavra. O propósito do Espírito Santo no reavivamento não é primeiramente Se manifestar com sinais e maravilhas sobrenaturais, mas exaltar Jesus por Sua Palavra. O batismo do Espírito Santo não está relacionado com nosso poder para realizar grandes milagres. Trata-se do poder de Deus para transformar nossa vida. Esse é o significado de reavivamento e reforma.”

“A Palavra de Deus provê o fundamento ou a base de todo genuíno reavivamento. Nossa experiência flui da compreensão da Palavra de Deus. Nosso louvor e adoração brotam de mentes cheias da Palavra. Uma vida transformada é o maior testemunho do verdadeiro reavivamento.”

“Sentimentos de louvor podem acompanhar o reavivamento, mas não são a base para ele. Qualquer suposto ‘reavivamento’ com base exclusivamente em sentimentos externos ou experiência, na melhor das hipóteses, é superficial. Na pior das hipóteses, é enganoso. É uma ilusão de espiritualidade, não piedade genuína. Quando o reavivamento está enraizado na Palavra de Deus, é uma experiência que perdura e faz a diferença em nossa vida e na de pessoas ao nosso redor.”

“A história da aparição de Jesus aos dois discípulos no caminho de Emaús revela o papel da Bíblia no início do verdadeiro reavivamento. Esses seguidores de Cristo estavam muito confusos. Aos poucos, porém, Ele expôs ‘o que a Seu respeito constava em todas as Escrituras’ (Lc 24:27). Ele repetiu as profecias do Antigo Testamento sobre o Messias. Jesus poderia ter operado um milagre para provar Sua identidade ou mostrado as cicatrizes em Suas mãos. Ele não fez assim. Em vez disso, deu-lhes um estudo bíblico.”

“Observe a resposta deles, quando refletiram sobre o que havia acontecido naquele dia. ‘Disseram um ao outro: Porventura, não nos ardia o coração, quando Ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras?’ (Lc 24:32).”

“Que exemplo de genuíno reavivamento!”

“Por que não podemos confiar em nossos sentimentos? Como nossos sentimentos podem nos enganar? Qual é e qual não é a função deles em nossa caminhada com o Senhor?”

Terça-feira, 16 de julho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A vida de oração de Jesus

Lições da Bíblia.

“2. Quais são as três coisas específicas reveladas na Bíblia sobre a vida de oração de Jesus?” “Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava.” (Marcos 1:35 RA); “Ele, porém, se retirava para lugares solitários e orava.” (Lucas 5:16 RA); Estando ele orando à parte, achavam-se presentes os discípulos, a quem perguntou: Quem dizem as multidões que sou eu?” (Lucas 9:18 RA). “Jesus orava de madrugada, em lugares solitários e com frequência.”

“Cristo estava continuamente recebendo do Pai, para que pudesse comunicar a nós. Ele disse: ‘A palavra que estais ouvindo não é Minha, mas do Pai, que Me enviou’ (Jo 14:24). ‘O Filho do Homem […] não veio para ser servido, mas para servir’ (Mt 20:28). Ele viveu, pensou e orou, não para Si mesmo, mas em favor dos outros. Das horas passadas com Deus Ele saía manhã após manhã, para levar a luz do Céu aos homens. Diariamente Ele recebia um novo batismo do Espírito Santo. Nas primeiras horas do novo dia o Senhor O despertava de Seu sono, e Sua mente e lábios eram ungidos com graça, para que Ele pudesse transmitir aos outros’ (Ellen G. White, The Review and Herald, 11 de agosto de 1910).”

“3. Examine as passagens abaixo. Identifique cada uma das coisas pelas quais Jesus orou. Como as orações de Jesus revelam Suas preocupações mais importantes? Qual é o componente mais característico das orações de Jesus?” “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim. Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo.” (João 17:20-24 RA); “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo! Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos.” (Lucas 22:31-32 RA); “Em seguida, foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar; e, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo. Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres. E, voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. E, voltando, achou-os outra vez dormindo; porque os seus olhos estavam pesados. Deixando-os novamente, foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras.” (Mateus 26:36-44 RA). “Jo 17:20-24: Unidade dos cristãos para que o mundo acreditasse no Salvador do mundo e fosse salvo. Lc 22:31, 32: Conversão de Pedro após o profetizado fracasso espiritual. Mt 26:36-44: Que o cálice do sofrimento fosse retirado dEle, mas que fosse feita a vontade do Pai, ou seja, o sacrifício de Seu Filho para nos Salvar. As orações de Jesus sempre demonstraram preocupação com a felicidade das pessoas.”

“A oração era uma parte vital da vida de Jesus. Era a corda que O ligava ao Pai. Diariamente o Salvador renovava Seu relacionamento com o Pai por meio da oração. A vida de oração de Jesus Lhe dava coragem e força para enfrentar as tentações do inimigo. Ele saía desses momentos de oração com mais profundo compromisso de fazer a vontade do Pai. Eles comunicavam poder e renovação espiritual. Descrevendo um desses momentos, Lucas acrescentou: ‘Estando Ele orando, transfigurou-se a aparência do Seu rosto, e as Suas vestes ficaram brancas e mui resplandecentes’ (Lc 9:29, RC). Por Sua vida de oração, Jesus experimentava a cada dia refrigério espiritual e renovada experiência com o Pai.”

“Gaste alguns momentos refletindo sobre ocasiões específicas em que Deus respondeu poderosamente às suas orações. Lembrar dessas experiências e refletir sobre elas pode aprofundar sua vida de oração?”

Segunda-feira, 08 de julho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Jesus, provedor e mantenedor – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Leia de Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 8, p. 259-261: ‘Leis da Natureza’.”

“Homens de ciência julgam poder compreender a sabedoria de Deus, aquilo que Ele fez ou pode fazer. Prevalece largamente a ideia de que Ele é restrito pelas Suas próprias leis. Os homens ou negam ou ignoram Sua existência, ou julgam explicar tudo, mesmo a atuação de Seu Espírito sobre o coração humano; e não mais reverenciam Seu nome nem temem Seu poder. Não creem no sobrenatural, não compreendem as leis de Deus, nem Seu poder infinito para executar Sua vontade por meio deles. Conforme é usualmente empregada, a expressão ‘leis da natureza’ compreende o que o homem tem podido descobrir com relação às leis que governam o mundo físico. Mas quão limitado é o seu conhecimento, e quão vasto é o campo em que o Criador pode atuar em harmonia com Suas próprias leis e, todavia inteiramente além da compreensão de seres finitos!” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 114).

Perguntas para reflexão

“1. Leia atentamente a citação acima. O que ela está dizendo? Podemos ver os cientistas hoje fazendo exatamente o que foi descrito?”

“2. A ciência de nossos dias é muito melhor do que costumava ser para explicar, através dos meios naturais, por que certas coisas acontecem ou por que deixam de acontecer. O problema não está com os ‘meios naturais’ ou ‘leis naturais’, mas com a ideia de que esses meios e leis são tudo o que existe, e de que não há forças sobrenaturais por trás deles. O que há de errado com essa suposição? Por que, logicamente, isso não faz sentido? (Reflita: De onde surgiram essas leis?) Por que essa ideia é tão contrária aos ensinamentos mais básicos da Bíblia?”

“3. Como a imagem da criação comparada a um instrumento musical oferece um quadro mais preciso do relacionamento de Deus com a criação do que a imagem da criação como máquina?”

“4. Que eventos especiais poderíamos considerar apenas ‘forças da natureza’? Veja, por exemplo, 1 Reis 19:11, 12. [’Disse-lhe Deus: Sai e põe-te neste monte perante o SENHOR. Eis que passava o SENHOR; e um grande e forte vento fendia os montes e despedaçava as penhas diante do SENHOR, porém o SENHOR não estava no vento; depois do vento, um terremoto, mas o SENHOR não estava no terremoto; depois do terremoto, um fogo, mas o SENHOR não estava no fogo; e, depois do fogo, um cicio tranquilo e suave.’]”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 22 de fevereiro de 2013. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Jesus, provedor e mantenedor

Lições da Bíblia.

“O meu Deus, segundo a Sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades” (Fp 4:19).

“A Bíblia ensina que Deus continuamente sustenta o Universo que Ele criou. A divina obra de manutenção não é compatível com todos os pontos de vista sobre Deus, mas requer perspectivas específicas acerca de quem é Deus.”

“Deus mantém a criação de maneira tão regular que, muitas vezes o Universo é comparado a uma máquina que Deus deixou para funcionar por si mesma. No entanto, em lugar de uma máquina, a metáfora melhor é que a criação é como um instrumento musical que Deus usa para produzir a desejada ‘melodia’. Ou seja, Ele está constantemente envolvido na manutenção de tudo que criou.”

“No Universo, nada existe independentemente do Senhor. Ele criou tudo: ‘Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle, e, sem Ele, nada do que foi feito se fez’ (Jo 1:3). Não só isso, mas Ele é quem sustenta tudo. Ainda mais surpreendente é saber que Aquele que criou e tudo mantém foi crucificado por nós.”

“O apóstolo Paulo, escrevendo pelo Espírito Santo, declarou acerca de Cristo: ‘Tudo foi criado por Ele e para Ele. E Ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por Ele’ (Cl 1:16, 17, RC). A mão que sustém os mundos no espaço, a mão que conserva em seu ordenado arranjo e incansável atividade todas as coisas através do Universo de Deus, é a que na cruz foi pregada por nós” (Ellen G. White, Educação, p . 132).”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 16 de fevereiro de 2013. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Jesus, Criador do céu e da Terra – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

“A obra da criação jamais poderá ser explicada pela ciência.”

“A teoria de que Deus não criou a matéria ao trazer à existência o mundo, não tem fundamento. Na formação de nosso mundo, Deus não dependeu de matéria preexistente. Ao contrário, todas as coisas, materiais e espirituais, surgiram perante o Senhor Jeová ao Seu comando, e foram criadas pelo Seu próprio desígnio. Os céus e todas as suas hostes, a Terra e tudo quanto nela há, são não somente obra de Suas mãos, mas vieram à existência pelo sopro de Sua boca” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 8, p. 258, 259).

“Precisamente como Deus realizou a obra da criação, jamais Ele o revelou ao homem; a ciência humana não pode pesquisar os segredos do Altíssimo. Seu poder criador é tão incompreensível quanto Sua existência” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 113).

“Perguntas para reflexão”

“1. Por que somente um Criador sobrenatural pode explicar a criação? Comente com a classe.”

“2. A ciência fala sobre o que ela chama de ‘coincidências antrópicas’ (da palavra grega anthropos [homem]), em referência aos equilíbrios incrivelmente bem ajustados entre as forças da natureza, que tornam possível a vida humana. Observe, no entanto, o preconceito embutido revelado na palavra coincidências. Se você não acredita em Deus, então tem que atribuir esses equilíbrios à mera coincidência. Por que a crença de que eles foram o produto da atuação de um Deus Criador é uma explicação mais razoável do que simplesmente chamá-los de ‘coincidências’?”

“3. Considere o amor do Criador, quando Ele formou Adão e Eva e lhes deu um belo lar no Paraíso, sabendo que Ele mesmo sofreria e morreria no Calvário, nas mãos da humanidade que estava criando. O que aprendemos sobre o amor de Deus a partir da Sua decisão de ir em frente com a criação, mesmo sabendo que sofreria?”

“4. Qual é a diferença entre a teoria do ‘Big Bang’ e a declaração de Gênesis 1:1? O ‘Big Bang’ poderia ser uma descrição da maneira pela qual o Universo passou a existir, por meio da palavra de Deus? Quais questões ou problemas você vê nessa ideia? Por que seria perigoso vincular nossa teologia a qualquer teoria científica, especialmente quando a ciência muda com tanta frequência?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 04 de janeiro de 2013. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF