Demônios e porcos

Lições da Bíblia

“3. Leia Mateus 8:25-34. O que esses dois relatos ensinam sobre o poder de Deus? Que conforto encontramos nesses episódios, especialmente quando estamos lutando com coisas mais fortes do que nós?”1

“25 Mas os discípulos vieram acordá-lo, clamando: Senhor, salva-nos! Perecemos! 26 Perguntou-lhes, então, Jesus: Por que sois tímidos, homens de pequena fé? E, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar; e fez-se grande bonança. 27 E maravilharam-se os homens, dizendo: Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem? 28 Tendo ele chegado à outra margem, à terra dos gadarenos, vieram-lhe ao encontro dois endemoninhados, saindo dentre os sepulcros, e a tal ponto furiosos, que ninguém podia passar por aquele caminho. 29 E eis que gritaram: Que temos nós contigo, ó Filho de Deus! Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo? 30 Ora, andava pastando, não longe deles, uma grande manada de porcos. 31 Então, os demônios lhe rogavam: Se nos expeles, manda-nos para a manada de porcos. 32 Pois ide, ordenou-lhes Jesus. E eles, saindo, passaram para os porcos; e eis que toda a manada se precipitou, despenhadeiro abaixo, para dentro do mar, e nas águas pereceram. 33 Fugiram os porqueiros e, chegando à cidade, contaram todas estas coisas e o que acontecera aos endemoninhados. 34 Então, a cidade toda saiu para encontrar-se com Jesus; e, vendo-o, lhe rogaram que se retirasse da terra deles.” (Mateus 8:25-34 ARA).

“O poder divino controla a natureza e até os demônios. Em meio às tempestades da vida e aos ataques do inimigo, Em Cristo encontramos proteção e libertação.”1

“No pensamento judaico, governar a natureza e os demônios era prerrogativa de Deus. Depois de ter acalmado uma violenta tempestade com uma simples palavra (Mt 8:23-27), Jesus desceu na praia oriental do Mar da Galileia, num território que, além de ser pagão, era habitado por homens endemoninhados.”1

“Marcos 5:1-20 e Lucas 8:26-39 acrescentam detalhes à história desses endemoninhados. Eles se identificaram como ‘legião’. Uma legião do exército romano tinha seis mil soldados. Os demônios foram enviados para dois mil porcos.”1

“Muitos têm indagado por que eles pediram permissão para ser enviados aos porcos. Uma tradição dizia que os demônios detestavam ficar vagando em vão; preferiam uma casa de qualquer tipo, mesmo que fosse um porco imundo. Outra tradição dizia que eles tinham medo da água. O próprio Jesus fez referências a demônios andando por lugares áridos procurando repouso (ver Mt 12:43, NTLH). Também havia tradições judaicas que ensinavam que os demônios poderiam ser destruídos antes do último dia apocalíptico do Senhor.”1

“Contudo, o ponto mais importante é o seguinte: a condição destrutiva dos homens nessa história é exatamente a condição destrutiva que Satanás deseja para os filhos de Deus. Mas Jesus transformou completamente a vida deles. Se escolhermos nos entregar a Jesus, Ele pode e irá desfazer tudo o que Satanás procura fazer em nossa vida. Sem Cristo, somos impotentes contra ele.”1

“Ou estamos de um lado ou do outro no grande conflito. Não importa quanto essa verdade pareça severa e inflexível, Jesus não a poderia ter expressado de maneira mais clara do que fez quando disse: ‘Quem não é por Mim é contra Mim; e quem comigo não ajunta espalha’ (Lc 11:23). Precisamos escolher de que lado ficaremos.”1

“Leia João 10:10. ‘O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.’ Como isso se aplica não só aos endemoninhados, mas à nossa vida? De que maneira devemos experimentar essa promessa?”1

Terça-feira, 19 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A tentação

Lições da Bíblia

“4. Leia Mateus 4:1-11. Por que Jesus teve que passar por essa situação? O que essa história tem que ver com a nossa salvação? Como Jesus resistiu a tentações tão poderosas, sob circunstâncias tão difíceis, e o que isso nos diz a respeito de como resistir às tentações?”1 “1 A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. 2 E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. 3 Então, o tentador, aproximando-se, lhe disse: Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães. 4 Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. 5 Então, o diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo 6 e lhe disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; e: Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. 7 Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus. 8 Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles 9 e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. 10 Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto. 11 Com isto, o deixou o diabo, e eis que vieram anjos e o serviram.” (Mateus 4:1-11 ARA)2. “Porque precisava vencer o inimigo, desmascarar sua estratégia e nos deixar o exemplo da vitória; queria mostrar que podemos vencer por meio da Palavra e da abnegação.”1

“Mateus 4:1 inicia com o que parece ser uma ideia estranha: foi o Espírito que levou Jesus ao deserto para ser tentado pelo diabo. Supõe-se que devemos orar para não ser levados à tentação do diabo: ‘Não deixes que sejamos tentados, mas livra-nos do mal’ (Mt 6:13, NTLH). Por que, então, o Espírito Santo conduziria Jesus dessa forma?”1

“A chave se encontra no capítulo anterior, quando Jesus foi a João para ser batizado. Vendo a resistência de João, Jesus disse: ‘Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça’ (Mt 3:15). Embora não tivesse pecado, Jesus teve que ser batizado para cumprir toda a justiça, isto é, fazer o que era necessário a fim de ser um exemplo perfeito para os seres humanos e ser o representante perfeito deles.”1

“Na tentação no deserto, Jesus tinha que passar pelo mesmo terreno pelo qual Adão passou. Precisava da vitória contra a tentação que todos nós, de Adão em diante, deixamos de alcançar. E assim, ao fazer isso, ‘Cristo devia reparar […] a falha de Adão’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 117), só que Ele o fez em condições diferentes de qualquer coisa que Adão tivesse enfrentado. Por Sua vitória, Jesus mostrou que não há desculpa para o pecado, que não há justificativa para ele e que, quando tentados, não temos que cair, mas podemos vencer por meio da fé e submissão. Devemos seguir a orientação de Tiago: ‘Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e Ele Se chegará a vós’ (Tg 4:7, 8).”1

“Ao nos mostrar de maneira tão enfática que não há desculpa para o pecado, como esse relato mostra nossa necessidade da justiça de Cristo? Imagine se tivéssemos que nos apresentar em nossa própria justiça, sem essa cobertura e sem a justificação para os nossos pecados! Que esperança teríamos?”1

Terça-feira, 05 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se prefir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A tentação

Lições da Bíblia

“4. Leia Mateus 4:1-11. Por que Jesus teve que passar por essa situação? O que essa história tem que ver com a nossa salvação? Como Jesus resistiu a tentações tão poderosas, sob circunstâncias tão difíceis, e o que isso nos diz a respeito de como resistir às tentações?”1 “1 A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. 2 E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. 3 Então, o tentador, aproximando-se, lhe disse: Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães. 4 Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. 5 Então, o diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo 6 e lhe disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; e: Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. 7 Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus. 8 Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles 9 e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. 10 Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto. 11 Com isto, o deixou o diabo, e eis que vieram anjos e o serviram.” (Mateus 4:1-11 ARA)2. “Porque precisava vencer o inimigo, desmascarar sua estratégia e nos deixar o exemplo da vitória; queria mostrar que podemos vencer por meio da Palavra e da abnegação.”1

“Mateus 4:1 inicia com o que parece ser uma ideia estranha: foi o Espírito que levou Jesus ao deserto para ser tentado pelo diabo. Supõe-se que devemos orar para não ser levados à tentação do diabo: ‘Não deixes que sejamos tentados, mas livra-nos do mal’ (Mt 6:13, NTLH). Por que, então, o Espírito Santo conduziria Jesus dessa forma?”1

“A chave se encontra no capítulo anterior, quando Jesus foi a João para ser batizado. Vendo a resistência de João, Jesus disse: ‘Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça’ (Mt 3:15). Embora não tivesse pecado, Jesus teve que ser batizado para cumprir toda a justiça, isto é, fazer o que era necessário a fim de ser um exemplo perfeito para os seres humanos e ser o representante perfeito deles.”1

“Na tentação no deserto, Jesus tinha que passar pelo mesmo terreno pelo qual Adão passou. Precisava da vitória contra a tentação que todos nós, de Adão em diante, deixamos de alcançar. E assim, ao fazer isso, ‘Cristo devia reparar […] a falha de Adão’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 117), só que Ele o fez em condições diferentes de qualquer coisa que Adão tivesse enfrentado. Por Sua vitória, Jesus mostrou que não há desculpa para o pecado, que não há justificativa para ele e que, quando tentados, não temos que cair, mas podemos vencer por meio da fé e submissão. Devemos seguir a orientação de Tiago: ‘Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e Ele Se chegará a vós’ (Tg 4:7, 8).”1

“Ao nos mostrar de maneira tão enfática que não há desculpa para o pecado, como esse relato mostra nossa necessidade da justiça de Cristo? Imagine se tivéssemos que nos apresentar em nossa própria justiça, sem essa cobertura e sem a justificação para os nossos pecados! Que esperança teríamos?”1

Terça-feira, 05 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se prefir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O nascimento do divino Filho de Davi

Lições da Bíblia

“Os dois primeiros capítulos de Mateus relatam o nascimento de Jesus numa noite fria e úmida. Provavelmente, não tenha sido em 25 de dezembro. Com base na escala de serviço do sacerdote Zacarias no templo, os eruditos sugerem que Jesus tenha nascido provavelmente no outono, quando as ovelhas ainda estavam nos campos, talvez no final de setembro ou em outubro.”1

“É uma grande ironia que alguns dos primeiros a procurar e adorar o Messias judaico foram gentios. Enquanto a maioria do próprio povo de Jesus (e um meio-judeu paranoico, o rei Herodes) achava que sabia que tipo de Messias esperar, havia nesses viajantes vindos do Oriente a mente e o coração abertos. Os magos, ou sábios, eram respeitados filósofos da Pérsia que devotavam a vida a procurar a verdade, de onde quer que ela viesse. Não é de admirar, então, que estivessem adorando Aquele que era ‘a Verdade’. Embora o contexto seja diferente, vemos aqui um exemplo da veracidade das palavras faladas séculos antes: ‘Vocês Me procurarão e Me acharão quando Me procurarem de todo o coração’ (Jr 29:13, NVI).”1

“7. Leia Mateus 2:1-14. Que contraste é visto entre a atitude desses sábios e a do rei Herodes?”1 “1 Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia, em dias do rei Herodes, eis que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém. 2 E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo. 3 Tendo ouvido isso, alarmou-se o rei Herodes, e, com ele, toda a Jerusalém; 4 então, convocando todos os principais sacerdotes e escribas do povo, indagava deles onde o Cristo deveria nascer. 5 Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta: 6 E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar a meu povo, Israel. 7 Com isto, Herodes, tendo chamado secretamente os magos, inquiriu deles com precisão quanto ao tempo em que a estrela aparecera. 8 E, enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide informar-vos cuidadosamente a respeito do menino; e, quando o tiverdes encontrado, avisai-me, para eu também ir adorá-lo. 9 Depois de ouvirem o rei, partiram; e eis que a estrela que viram no Oriente os precedia, até que, chegando, parou sobre onde estava o menino. 10 E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo. 11 Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra. 12 Sendo por divina advertência prevenidos em sonho para não voltarem à presença de Herodes, regressaram por outro caminho a sua terra. 13 Tendo eles partido, eis que apareceu um anjo do Senhor a José, em sonho, e disse: Dispõe-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito e permanece lá até que eu te avise; porque Herodes há de procurar o menino para o matar. 14 Dispondo-se ele, tomou de noite o menino e sua mãe e partiu para o Egito;” (Mateus 2:1-14 ARA)2. “Os magos adoraram Jesus, enquanto Herodes tentou matá-Lo”1

“Esses pagãos caíram de joelhos e adoraram Jesus, em contraste com o rei da nação, que, em vez disso, procurou matá-Lo.”1

“Essa história deve servir como poderoso lembrete de que pertencer a uma igreja não é garantia de estar num relacionamento correto com Deus. Deve também ser um lembrete de que é muito importante uma correta compreensão da verdade. Se Herodes e os sacerdotes tivessem compreendido as profecias referentes ao Messias, ele saberia que Jesus não era o tipo de ameaça que devesse temer. Teria entendido que esse ‘Rei dos judeus’ não era alguém com quem precisava se preocupar, pelo menos em termos de resguardar seu próprio poder político imediato.”1

“Como adventistas do sétimo dia, abençoados com muita luz, como podemos nos proteger do engano de que essa luz significa que estamos automaticamente num relacionamento correto com Deus? Ao mesmo tempo, como a verdade pode nos ajudar a ter uma experiência mais profunda com Deus e a apreciar mais Seu caráter?”1

Quinta-feira, 31 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A árvore genealógica de Jesus

Lições da Bíblia

“3. Além de Davi, quem mais encontramos na árvore genealógica de Jesus? Mt 1:2, 3” “2 Abraão gerou a Isaque; Isaque, a Jacó; Jacó, a Judá e a seus irmãos; 3 Judá gerou de Tamar a Perez e a Zera; Perez gerou a Esrom; Esrom, a Arão;” (Mateus 1:2-3 ARA)2. “Abraão, Isaque, Jacó e seus descendentes.”1

“Não era comum sequer mencionar mulheres em genealogias. Então, por que uma mulher chamada Tamar seria colocada nessa lista? Para começar, quem era ela?”1

“Tamar era uma mulher cananeia que havia se casado, em sequência, com dois filhos de Judá. Os dois haviam morrido na prática de coisas perversas, enquanto Tamar continuava sem filhos. Seu sogro, Judá, prometeu a Tamar que lhe daria seu terceiro filho em casamento quando ele tivesse idade suficiente. Mas isso não aconteceu.”1

“Então, o que Tamar fez? Disfarçou-se de prostituta e teve relações com o próprio Judá, embora ele não fizesse a menor ideia de que aquela mulher era Tamar. Meses depois, quando a gravidez de Tamar ficou evidente, Judá procurou tomar medidas para que ela, pela conduta imoral, fosse morta; mas a atitude dele mudou quando ela lhe revelou que ele era o pai do bebê.”1

“Embora isso possa ter semelhança com uma novela vulgar, faz parte da ascendência humana de Jesus.”1

“4. Leia Mateus 1:4, 5. Quem mais é mencionada na lista de Mateus? Por que isso é um tanto surpreendente?”1 “4 Arão gerou a Aminadabe; Aminadabe, a Naassom; Naassom, a Salmom; 5 Salmom gerou de Raabe a Boaz; este, de Rute, gerou a Obede; e Obede, a Jessé;” (Mateus 1:4-5 ARA)2. “Foi surpreendente porque Raabe havia sido prostituta e Rute era estrangeira.”1

“Raabe seria a prostituta cananeia mencionada no livro de Josué? Parece que sim. Depois de ajudar a proteger os espias israelitas em Canaã, ela se uniu ao povo de Deus e, ao que parece, casou-se com um dos ancestrais de Jesus.”1

“5. Quem mais está na linhagem de Cristo? Mt 1:5, 6”1 “5 Salmom gerou de Raabe a Boaz; este, de Rute, gerou a Obede; e Obede, a Jessé; 6 Jessé gerou ao rei Davi; e o rei Davi, a Salomão, da que fora mulher de Urias;”1 “Bate-Seba, a mulher de Urias, que havia adulterado com Davi.”1

“Rute, uma mulher virtuosa, não tinha culpa pelo fato de proceder dos odiados moabitas (produto de uma relação incestuosa de Ló, que estava embriagado, com uma de suas filhas). A esposa de Urias, Bate-Seba, foi a mulher que o rei Davi egoisticamente mandou buscar enquanto o marido dela estava em batalha. O rei também era um pecador que precisava de um Salvador. Davi teve muitas qualidades destacadas, mas certamente não foi um modelo como pai de família.”1

“Se Deus nos aceita apesar de nossas faltas e falhas, como podemos aprender a fazer o mesmo com os outros, apesar das faltas e falhas deles?”1

Terça-feira, 29 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Uma linhagem real

Lições da Bíblia

“Quaisquer que fossem os diversos conceitos dos judeus a respeito da vinda do Messias, uma coisa era certa: o Cristo seria da linhagem de Davi. (Até hoje, muitos judeus religiosos que aguardam o Messias acreditam que Ele deve vir da casa de Davi.) Foi por isso que Mateus começou seu evangelho com a linhagem de Cristo; ele desejava estabelecer Sua identidade como o Messias. Devido ao fato de que o Cristo devia ser descendente de Abraão (Gn 22:18; Gl 3:16), o pai da nação judaica, e da linhagem de Davi, Mateus logo no início procurou mostrar a linhagem de Jesus e como Ele estava diretamente ligado não só a Abraão (como a maioria dos israelitas estava), mas ao rei Davi. Muitos comentaristas acreditam que Mateus tinha em mente, primariamente, um público judeu; daí sua forte ênfase em estabelecer as credenciais messiânicas de Jesus de Nazaré.”1

“2. Leia os textos seguintes. Como eles nos ajudam a compreender a ideia que Mateus procurou transmitir?”1

2Sm 7:16, 17 – “16 Porém a tua casa e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será estabelecido para sempre. 17 Segundo todas estas palavras e conforme toda esta visão, assim falou Natã a Davi.”2

Is 9:6, 7 – “6 Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz; 7 para que se aumente o seu governo, e venha paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para o estabelecer e o firmar mediante o juízo e a justiça, desde agora e para sempre. O zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto.”2

Is 11:1, 2 – “1 Do tronco de Jessé sairá um rebento, e das suas raízes, um renovo. 2 Repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do SENHOR.”2

At 2:29, 30 – “29 Irmãos, seja-me permitido dizer-vos claramente a respeito do patriarca Davi que ele morreu e foi sepultado, e o seu túmulo permanece entre nós até hoje. 30 Sendo, pois, profeta e sabendo que Deus lhe havia jurado que um dos seus descendentes se assentaria no seu trono,”2

“A) 2Sm 7:16, 17: Em Cristo, o reino de Davi seria eterno. B) Is 9:6, 7: O menino Jesus seria o Rei eterno sobre o trono de Davi. C) Is 11:1, 2: Jesus, filho de Davi, seria cheio do Espírito do Senhor. D) At 2:29, 30: O reinado de Davi simbolizou o reinado de Cristo.”1

“Tudo isso nos ajuda a entender a forma pela qual Mateus iniciou seu evangelho: ‘Livro da genealogia de Jesus Cristo, Filho de Davi’ (Mt 1:1). No início do Novo Testamento, Jesus Cristo é descrito como ‘Filho de Davi’. Perto do final do Novo Testamento, o próprio Jesus disse as seguintes palavras: ‘Eu, Jesus, enviei o Meu anjo para vos testificar estas coisas às igrejas. Eu sou a Raiz e a geração de Davi, a brilhante Estrela da manhã’ (Ap 22:16). Além de tudo o mais que Jesus é, Ele continua sendo ‘a Raiz e a geração de Davi’.”1

“Que poderoso testemunho da natureza humana de Jesus e de Sua humanidade essencial! Nosso Criador Se ligou a nós de um modo que mal conseguimos imaginar.”1

Segunda-feira, 28 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Um livro das origens

Lições da Bíblia

“‘Livro da genealogia de Jesus Cristo, Filho de Davi’ (Mt 1:1). Desde o começo, Mateus chama sua obra um ‘livro’ (da palavra grega biblos, que pode significar um ‘escrito sagrado’), um ‘livro da genealogia’, ou seja, dos ascendentes de Jesus. Na verdade, a palavra grega traduzida como ‘genealogia’ vem de um termo que pode ser traduzido como ‘origens’. Portanto, pode-se dizer que Mateus iniciou seu evangelho com uma espécie de ‘livro de Gênesis’. Assim como o Antigo Testamento começou com um livro sobre a criação do mundo, Mateus (e, portanto, o Novo Testamento) começa com um livro sobre o próprio Criador e sobre a obra de redenção que somente Ele poderia efetuar.”

“1. O que estas passagens dizem sobre Jesus? Jo 1:1-3; Hb 1:1-3; Mq 5:2; Mc 12:35-37.” “1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.” (João 1:1-3 ARA)2. “1 Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, 2 nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. 3 Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas,” (Hebreus 1:1-3 ARA)2. “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.” (Miquéias 5:2 ARA)2. “35 Jesus, ensinando no templo, perguntou: Como dizem os escribas que o Cristo é filho de Davi? 36 O próprio Davi falou, pelo Espírito Santo: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés. 37 O mesmo Davi chama-lhe Senhor; como, pois, é ele seu filho? E a grande multidão o ouvia com prazer.” Marcos 12:35-37 ARA)2. “Ele é Deus eterno; criou todas as coisas, veio ao mundo e tornou-Se homem para salvar os pecadores. Está assentado à direita de Deus. Nasceu em Belém, sendo ao mesmo tempo filho e Senhor de Davi.”1

“‘Desde os dias da eternidade o Senhor Jesus Cristo era um com o Pai; era ‘a imagem de Deus’, a imagem de Sua grandeza e majestade, ‘o resplendor de Sua glória’. […] Vindo habitar conosco, Jesus devia revelar Deus tanto aos homens como aos anjos. Ele era a Palavra de Deus: o pensamento de Deus tornado audível’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 19).”1

“A divindade de Cristo, contudo, não era o mais importante na mente de Mateus, em contraste com João (ver Jo 1:1-3), que começou escrevendo sobre a divindade de Cristo antes de passar para o aspecto humano dEle (Jo 1:14). Em vez disso, Mateus se concentrou muito na humanidade de Cristo, ou seja, o Messias como ‘filho de Davi, filho de Abraão’. Então passou a traçar, a partir de Abraão, a linhagem dos ancestrais humanos de Jesus até Seu nascimento, no desejo de mostrar a seus leitores que, de fato, Jesus de Nazaré era o Messias predito nas profecias do Antigo Testamento.”1

“Família e ascendência são importantes. Ao mesmo tempo, no que diz respeito ao evangelho, nossos pais, avós, ou ascendentes são irrelevantes. O que está acima de tudo isso e por quê? Ver Gálatas 3:29[‘E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa.’].”

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Domingo, 27 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Filho de Davi

Lições da Bíblia

“Ele salvará o Seu povo dos pecados deles” (Mt 1:21).

“Inspirado pelo Espírito Santo, Mateus iniciou seu livro com uma genealogia. Porém, não foi uma genealogia qualquer, mas a de Jesus Cristo. Além de começar seu evangelho com uma genealogia, Mateus apresentou nela alguns ancestrais que a maioria das pessoas certamente não gostaria de reivindicar como parte de sua linhagem.”1

“Talvez Mateus tivesse sentido empatia por esses ancestrais pelo fato de ele mesmo ter sido, em certo grau, marginalizado. Afinal de contas, ele era um judeu coletor de impostos; havia se vendido ao inimigo e, na verdade, pagava a Roma pela oportunidade de sentar-se na coletoria e cobrar impostos de seu povo. Certamente, ele não era amado por sua nação.”1

“Porém, ainda que os seres humanos olhem para a aparência exterior, Deus olha para o coração. Embora Mateus fosse um desprezado, o Senhor olhou para o coração dele e o escolheu para ser discípulo. Mateus aceitou o chamado, renunciando à vida que tinha antes, em troca de uma nova vida em Jesus.”1

“Assim, Mateus passou a seguir seu Senhor, preservou um registro dos acontecimentos, e um dia daria algo valioso ao seu povo e ao mundo: sua dádiva não seria um recibo de impostos, mas um precioso relato da vida de Jesus.”1

Para professores: O esboço da lição

Realize uma bela classe bíblica em sua igreja, a partir de 3 de abril. Convide os amigos que participaram da Semana Santa.

Sexta-feira, 25 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.