Graça e verdade (Jo 1:17)

Lições da Bíblia.

“João resumiu a história da salvação em um verso: ‘A lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo’ (Jo 1:17). Como resultado do pecado de Adão, toda a humanidade foi afetada pela maldição da morte. A maldição é intensificada pelo fato de que nenhuma pessoa nascida de pais humanos, com exceção de Jesus, ficou livre das inclinações pecaminosas. Portanto, Deus escolheu um povo ao qual Ele revelou Sua lei, com a intenção de que o povo eleito fosse Sua luz para as outras nações. Deus não deu a lei a Israel como meio de salvação, mas como lembrete constante de sua necessidade de justiça.”1

“5. Que exemplo de vida Jesus nos deixou?”1 “a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.” (Filipenses 2:8 RA)2; “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço.” (João 15:10 RA)2; “Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres.” (Mateus 26:39 RA)2. Jesus não pecou, foi obediente até a morte. Guardou os mandamentos de Seu Pai. Sua vontade sempre foi submissa a de Seu Pai.

“Quando desobedeceu à ordem expressa de Deus, o primeiro Adão mergulhou o mundo inteiro em desordem e escravidão. Por outro lado, mediante Sua vida obediente, o segundo Adão, Jesus, veio para libertar o mundo da escravidão que o primeiro Adão havia trazido. Quando andou nesta Terra, Jesus voluntariamente submeteu Sua vontade à vontade de Seu Pai, e escolheu não pecar. Ao contrário do primeiro Adão, que trouxe condenação e mentira ao mundo, Jesus trouxe a ‘graça e a verdade’. A graça e a verdade não substituíram a lei. Em vez disso, Jesus mostrou por que a lei sozinha não era suficiente para assegurar a salvação. A verdade que Ele trouxe foi uma compreensão mais completa da graça.”1

“6. Qual é a natureza da graça de Jesus? Como Ele concedeu graça aos seres humanos?” “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 6:23 RA)2; Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus;” (Efésios 2:8 RA)2. A graça é um dom gratuito que pela fé recebemos de Deus.

“A palavra grega traduzida como ‘graça’ (charis) também pode significar ‘dom’ e está relacionada ao termo para alegria (chara). O dom que Jesus dá à humanidade é a vida eterna. Além disso, a graça se manifesta como a presença interior de Cristo, que habilita o indivíduo a participar da justiça que a lei promove. Paulo afirmou que, ao condenar o pecado na carne, Jesus tornou possível ‘que as justas exigências da lei fossem plenamente satisfeitas em nós’ (Rm 8:4). A graça não apenas nos livra da condenação da lei, mas nos capacita a guardar a lei da maneira que somos chamados a fazer.”1

“Entregue o livro em lugares em que você nunca esteve. Faça planos com Deus e se una ao exército missionário!”1

Quarta-feira, 28 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

Miserável homem! (Rm 7:21-25)

Miserável homem! (Rm 7:21-25)

Lições da Bíblia.

“3. Leia Romanos 7:13-25. Como devemos entender esses versos? Paulo estava falando de um homem não convertido, ou essa é a experiência de um convertido? Que razões você pode dar para sua resposta?”1 “Acaso o bom se me tornou em morte? De modo nenhum! Pelo contrário, o pecado, para revelar-se como pecado, por meio de uma coisa boa, causou-me a morte, a fim de que, pelo mandamento, se mostrasse sobremaneira maligno. Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado. Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim. Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros. Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado.” (Romanos 7:13-25 RA)2. Esses versos apresentam o conflito da natureza carnal e espiritual do ser humano que enfrenta o dilema de ter a mente consciente do proposito de Deus em confronto com sua inclinação natural contaminada pelo pecado. Fazer o bem é o seu propósito no entanto o desejo de sua carne é fazer o mal. Só há uma alternativa capaz de resolver esse problema, a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o único meio de salvação.

“Se você estava inseguro quanto à definição da pessoa mencionada nesses versos, você não está sozinho. Os teólogos também lutaram com essa questão ao longo dos séculos. A pessoa descrita nesse texto é alguém que tem prazer na lei de Deus (dificilmente daria a impressão de ser incrédulo), mas que parece ser escravo do pecado (o que não faz sentido, porque foi prometido aos cristãos poder sobre o pecado). O SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], depois de considerar os argumentos de ambos os lados, diz: ‘Aparentemente, o propósito principal de Paulo nessa passagem é mostrar a relação entre a lei, o evangelho e a pessoa que foi despertada para intensas lutas contra o pecado, em preparação para a salvação. A mensagem de Paulo é que, embora a lei possa servir para precipitar e intensificar a luta, somente o evangelho de Jesus Cristo pode trazer vitória e alívio’ (v. 6, p. 554).”1

“Não importa como vemos esses versos, devemos sempre lembrar que a pessoa que luta com o pecado ainda é capaz de fazer escolhas certas. Se esse não fosse o caso, todas as promessas paulinas (e também de outros autores) acerca do poder sobre o pecado não teriam sentido. Além disso, como Mateus 5 demonstra, geralmente o pecado começa antes que um ato seja cometido. Consequentemente, uma pessoa transgride a lei simplesmente por pensar em algo pecaminoso. Normalmente, essa realidade poderia ser uma fonte de frustração. No entanto, no contexto de Romanos 7, o indivíduo pode estar desamparado, mas não está desesperado. Para a pessoa que vive no Espírito, a lei sempre presente serve como constante lembrete de que a libertação da condenação é alcançada por meio de Jesus (Rm 7:24–8:2).”1

“Existem semelhanças entre os versos bíblicos para hoje e sua experiência com o Senhor? Apesar de suas lutas, como você pode experimentar a mesma esperança que Paulo expressou?”1

Terça-feira, 13 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Lei e graça (Rm 6:15-23)

Lições da Bíblia.

“Um dos conceitos mais difíceis de compreender é o contínuo papel da lei para a pessoa salva pela graça. Se o cristão alcança a justiça ao aceitar a suficiência da vida e morte de Jesus, por que ainda é necessário guardar a lei? Essa questão oferece outra oportunidade de repetir um ponto-chave: a lei nunca foi destinada a prover salvação. Sua função (após a queda) é definir o pecado. No entanto, a cruz não nega a necessidade de se obedecer à lei de Deus, da mesma forma que uma pessoa perdoada em relação à infração do limite de velocidade não pode continuar a transgredir essa regra.”1

“2. De acordo com Romanos 6:12, 15-23, quais são as implicações de se viver uma vida de graça? Considere especialmente Rm 6:12, 15, 17.” Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; […] E daí? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei, e sim da graça? De modo nenhum! Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça? Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça. Falo como homem, por causa da fraqueza da vossa carne. Assim como oferecestes os vossos membros para a escravidão da impureza e da maldade para a maldade, assim oferecei, agora, os vossos membros para servirem à justiça para a santificação. Porque, quando éreis escravos do pecado, estáveis isentos em relação à justiça. Naquele tempo, que resultados colhestes? Somente as coisas de que, agora, vos envergonhais; porque o fim delas é morte. Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna; porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 6:12, 15-23 RA)2. Viver a vida pela graça é viver em harmonia com a vontade de Deus, ou seja, não há lugar para o pecado, para as velhas paixões da carne. O novo homem, salvo pela graça, vive em obediência a vontade de Deus expressa em Sua lei.

“A graça e a lei não são contrárias. Elas não negam uma à outra. Em vez disso, são fortemente ligadas. A lei, uma vez que não pode nos salvar, mostra por que precisamos da graça. A graça não se opõe à lei, mas à morte. Nosso problema não é a lei em si, mas a morte eterna, que resultou da transgressão da lei.”1

“Paulo advertiu os cristãos para que fossem cuidadosos em não usar o prometido dom da graça para desculpar o pecado (Rm 6:12, 15). Porque o pecado é definido por intermédio da lei, quando Paulo orienta os cristãos a não pecar, está basicamente dizendo-lhes: Guardem a lei, obedeçam aos mandamentos!”1

“Paulo sempre exaltou a lei divina. Ele havia mostrado que não há poder na lei para salvar os homens da penalidade da desobediência; que os pecadores precisam arrepender-se de seus pecados, e humilhar-se perante Deus, em cuja justa ira incorreram pela transgressão de Sua lei, e precisam também exercer fé no sangue de Cristo como o único meio de perdão”3

“Por que é tão fácil ser enganado pelo pensamento de que, se não somos salvos pela lei, já não temos que obedecê-la?”

Segunda-feira, 12 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

3 WHITE, Ellen Gould. Atos dos apóstolos. Tradução de Carlos Alberto Trezza. São Paulo – SP: Casa Publicadora Brasileira, 2007. p. 393

Onde aumentou o pecado (Rm 5:12-21)

Lições da Bíblia.

“Embora aponte pecados, a lei é impotente para livrar-nos deles. No entanto, essa mesma impotência nos mostra nossa necessidade de Jesus, a única solução para o pecado.”1

“1. Leia Romanos 5:12-21. De que forma a mensagem da graça de Deus é revelada nessa passagem?”1 “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram. Porque até ao regime da lei havia pecado no mundo, mas o pecado não é levado em conta quando não há lei. Entretanto, reinou a morte desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir. Todavia, não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos. O dom, entretanto, não é como no caso em que somente um pecou; porque o julgamento derivou de uma só ofensa, para a condenação; mas a graça transcorre de muitas ofensas, para a justificação. Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo. Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida. Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos. Sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça, a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.” (Romanos 5:12-21 RA)2. A graça reinou através de um só, Jesus Cristo, que justifica todo aquele que o aceita pela fé como salvador.

“Observe nessa passagem a constante associação entre o pecado e a morte. Repetidamente eles aparecem em relação imediata um com o outro. Por isso, o pecado, a transgressão da lei de Deus, leva à morte.”1

“Agora leia Romanos 5:20. Quando a lei ‘foi introduzida’ (NVI), abundou o pecado, no sentido de que a lei definiu claramente o que é o pecado. No entanto, em vez de trazer o resultado natural do pecado, que é a morte, Paulo diz o seguinte: ‘Onde abundou o pecado, superabundou a graça’. Em outras palavras, não importa quão perverso seja o pecado, a graça de Deus é suficiente para cobri-lo na vida dos que clamam Suas promessas pela fé.”1

“Influenciados pela tradução de 1 João 3:4, que diz: ‘pecado é a transgressão da lei’, muitos restringem o pecado à transgressão dos Dez Mandamentos apenas. No entanto, uma tradução mais literal é: ‘o pecado é iniquidade’ ([ARC]; anomia). Tudo o que contraria os princípios de Deus é pecado. Assim, embora os Dez Mandamentos ainda não tivessem sido formalmente revelados quando Adão comeu o fruto proibido, ele desobedeceu uma ordem de Deus (Gn 2:17) e se tornou, consequentemente, culpado de pecado. Na verdade, foi por meio do pecado de Adão que a maldição da morte afetou todas as gerações da humanidade (Rm 5:12, 17, 21).”1

“Em contraste com a infidelidade de Adão, a fidelidade de Jesus à lei de Deus resultou na esperança de vida eterna. Embora tentado, Jesus jamais cedeu ao pecado (Hb 4:15). Em Romanos, Paulo exalta a perfeita obediência de Jesus, que resultou em vida eterna (Rm 5:18-21) para os que a aceitam. Como segundo Adão, Jesus obedeceu plenamente à lei e quebrou a maldição da morte. Sua justiça pode se tornar a justiça do cristão. Uma pessoa condenada à morte por herdar o pecado do primeiro Adão pode abraçar o dom da vida, aceitando a justiça de Jesus, o segundo Adão.”1

Domingo, 11 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Cristo, o fim da lei

Lições da Bíblia.

"O fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê" (Rm 10:4 RA)1.

“Uma revista bem conhecida publicou um anúncio de página inteira com um título que dizia: ‘Alcance a imortalidade! (não estamos brincando). ‘Em certo sentido, eles estavam brincando, porque o anúncio continuava dizendo: ‘Para descobrir como deixar um legado de caridade que faça doações em seu nome para sempre, contate-nos e solicite nosso livro gratuito’.”2

“Escritores, estudiosos, filósofos e teólogos, ao longo dos séculos, têm lutado com a questão da morte e do que a morte faz com o sentido da nossa vida. Por isso, o anúncio foi uma forma inteligente de ajudar as pessoas a lidar com sua mortalidade, ainda que, no fim das contas, essa estratégia se mostrasse infrutífera.” 2

“Em contrapartida, o Novo Testamento mostra a única maneira de alcançar a imortalidade, e esta é por intermédio da fé em Jesus. Não é pela observância da lei, ainda que devamos guardar a lei. De fato, a obediência à lei não está em conflito com a graça. Ao contrário, como resultado de ter recebido a graça, devemos obedecer à lei.”

“Nesta semana continuaremos estudando a lei e a graça.” 2

“Participe do projeto ‘Reavivados por Sua Palavra’: acesse o site www.reavivadosporsuapalavra.org/.”2

Sábado, 10 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

Leis no tempo de Cristo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Leia, de Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p. 201-204: ‘Prestar Juramento’.1

"Se Adão não tivesse transgredido a lei de Deus, nunca teria sido instituída a lei cerimonial. O evangelho das boas-novas foi primeiramente dado a Adão na declaração que lhe foi feita, de que a semente da mulher feriria a cabeça da serpente; e foi transmitido através de sucessivas gerações a Noé, Abraão e Moisés. O conhecimento da lei de Deus e do plano da salvação foi comunicado a Adão e Eva pelo próprio Cristo. Entesouraram cuidadosamente a importante lição, transmitindo-a verbalmente aos filhos e aos filhos dos filhos. Assim foi preservado o conhecimento da lei de Deus"2

Perguntas para reflexão

“1. Antes de Moisés escrever as leis de Israel, os egípcios e babilônios tinham leis civis que eram, em alguns casos, semelhantes às leis de Deus. Até mesmo as sociedades ateístas têm leis que protegem o povo e as propriedades. A lei geralmente é fundamentada em conceitos morais; a lei deve levar as pessoas a evitar o mal e a praticar o bem. Onde as sociedades obtêm esse senso do bem e do mal?”1

“2. Como o conceito do bem e do mal afeta a questão da existência de Deus? Em outras palavras, se Deus não existe, de onde vêm os conceitos do bem e do mal?”1

“3. Falamos sobre diversas leis: Lei da gravidade, lei do movimento, leis internacionais, Constituição Federal e legislação tributária. O que todas essas leis têm em comum? No que elas diferem? Quais são as consequências da violação dessas leis? Quais são os benefícios de se cooperar com elas? Como os princípios dessas leis nos ajudam a entender o propósito dos Dez Mandamentos em relação à vida dos cristãos?”1

“4. Os judeus sobrecarregaram a lei com regras que não foram planejadas por Deus. Como evitar esse erro em nossos dias? Por que é fácil cometer esse erro, ainda que estejamos bem-intencionados?”1

Sexta-feira, 04 de abril de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

4 WHITE, Ellen Gould. Mensagens escolhidas. Tradução de Isolina A Waldvogel, Luiz Waldvogel. 2.ed. Santo André: Casa Publicadora Brasileira, 1985. p. 230

Vindicação na cruz

Lições da Bíblia.

“Desde o princípio, Deus não deixou dúvida de que iria invalidar as acusações de Satanás e demonstrar Seu supremo amor e justiça. Sua justiça exige que haja pagamento da penalidade pelo pecado da humanidade. Seu amor procura restaurar a humanidade à comunhão com Ele. Como Deus poderia manifestar as duas coisas?”

“3. Como Deus demonstrou tanto Seu amor quanto Sua justiça?” Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados.” (1 João 4:10 RA). Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus.” (Romanos 3:21-26 RA). ”Sua justiça foi demonstrada no sacrifício de Cristo para pagar o preço do pecado; Seu amor foi demonstrado no perdão oferecido mediante a fé no sacrifício de Cristo.”

“O caráter de amor e justiça de Deus foi revelado em sua mais plena manifestação na morte de Cristo. Deus nos amou e enviou Seu Filho como sacrifício expiatório pelos nossos pecados (1Jo 4:10; Jo 3:16). Ao pagar em Si mesmo a penalidade pela transgressão da lei, Deus mostrou Sua justiça: as exigências da lei tinham que ser cumpridas, e isso ocorreu na cruz, mas na pessoa de Jesus.”

“Ao mesmo tempo, por esse ato de justiça, Deus também pôde revelar Sua graça e amor, porque a morte de Jesus foi substitutiva. Ele morreu por nós, em nosso lugar, para que não tenhamos que enfrentar a morte eterna. Esta é a incrível provisão do evangelho: que Deus suportaria em Si mesmo o castigo que Sua justiça exigia, o castigo que legitimamente pertencia a nós.”

“Romanos 3:21-26 é uma joia bíblica sobre o tema da justiça de Deus e da redenção em Jesus Cristo. A morte sacrifical de Cristo é uma demonstração da justiça de Deus ‘para Ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus’ (Rm 3:26).”

“Mais uma vez, imagens do santuário proveem a moldura para a morte de Cristo. Nas semanas anteriores, vimos que Sua morte foi um sacrifício perfeito e substitutivo e que Cristo é a ‘propiciação’ [ou propiciatório] (Rm 3:25). Em resumo, o Antigo e o Novo Testamentos revelam que a missão de Cristo foi tipificada pelo serviço do santuário terrestre.”

“Com intenso interesse, os mundos não caídos observavam para ver Jeová Se levantar e assolar os habitantes da Terra. […] Em lugar de destruir o mundo, porém, Deus enviou Seu Filho para o salvar. […] Justo no momento da crise, quando Satanás parecia prestes a triunfar, veio o Filho de Deus com a embaixada da graça divina” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 37). O que essa citação fala sobre o caráter de Deus?

Terça-feira, 17 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES, veja sua versão original no site da Casa Publicadora Brasileira (CPB).

Graça para crescer

Lições da Bíblia.

“A vida dos discípulos mostra um constante crescimento espiritual enquanto eles caminhavam com Jesus. Quando Cristo chamou Seus discípulos, as atitudes e ações deles certamente não refletiam a beleza de Seu caráter.”

“1. Leia Lucas 9:51-56 e Mateus 20:20-28. Como essas passagens revelam o pensamento de Tiago e João?” “E aconteceu que, ao se completarem os dias em que devia ele ser assunto ao céu, manifestou, no semblante, a intrépida resolução de ir para Jerusalém e enviou mensageiros que o antecedessem. Indo eles, entraram numa aldeia de samaritanos para lhe preparar pousada. Mas não o receberam, porque o aspecto dele era de quem, decisivamente, ia para Jerusalém. Vendo isto, os discípulos Tiago e João perguntaram: Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para os consumir? Jesus, porém, voltando-se os repreendeu [e disse: Vós não sabeis de que espírito sois]. [Pois o Filho do Homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las.] E seguiram para outra aldeia.” (Lucas 9:51-56 RA) “Então, se chegou a ele a mulher de Zebedeu, com seus filhos, e, adorando-o, pediu-lhe um favor. Perguntou-lhe ele: Que queres? Ela respondeu: Manda que, no teu reino, estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita, e o outro à tua esquerda. Mas Jesus respondeu: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu estou para beber? Responderam-lhe: Podemos. Então, lhes disse: Bebereis o meu cálice; mas o assentar-se à minha direita e à minha esquerda não me compete concedê-lo; é, porém, para aqueles a quem está preparado por meu Pai. Ora, ouvindo isto os dez, indignaram-se contra os dois irmãos. Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles. Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.” (Mateus 20:20-28 RA). “Eles eram vingativos; desejaram destruir os samaritanos porque nãos os acolheram; desejaram os melhores lugares no reino de Deus, à direita e à esquerda de Jesus.”

“Tiago e João tinham graves defeitos de caráter. Eles não estavam preparados para representar o amor de Cristo ao mundo. Não estavam qualificados para proclamar aos outros a mensagem de graça que ainda não havia mudado sua própria vida. Apesar de seus graves defeitos de caráter, Tiago e João desejavam revelar mais plenamente o caráter de Jesus. Eles ansiavam por transformação e reforma em suas próprias atitudes. Crescimento e mudança são parte de nossa experiência cristã.”

“2. Leia 1 João 2:1-9. O que esses versos revelam sobre as grandes mudanças que ocorreram com João depois da morte de Jesus? O que eles nos ensinam sobre o que significa seguir a Jesus?” “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro. Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade. Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele: aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou. Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigo, o qual, desde o princípio, tivestes. Esse mandamento antigo é a palavra que ouvistes. Todavia, vos escrevo novo mandamento, aquilo que é verdadeiro nele e em vós, porque as trevas se vão dissipando, e a verdadeira luz já brilha. Aquele que diz estar na luz e odeia a seu irmão, até agora, está nas trevas.” (1 João 2:1-9 RA). “João se tornou humilde, amoroso, obediente e passou a confiar em Jesus. Anunciou que Jesus havia morrido para salvar pessoas de todo o mundo. Depois de andar com Jesus, João se tornou como Jesus.”

“É muito fácil ficar desanimado com nosso próprio crescimento espiritual, especialmente quando desejamos realmente ter um reavivamento e reforma em nossa vida. Por que nunca devemos desistir, quando desencorajados, sentindo-nos fracassados espiritualmente e pensando que estamos perdidos? Que promessas podemos suplicar e por que, apesar de nossas falhas, podemos ter a certeza da salvação?”

Domingo, 01 de setembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF