A túnica de várias cores

Lições da Bíblia.

“E Israel amava a José mais do que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnica de várias cores” (Gn 37:3, RC).

“Como seres livres, podemos optar por ignorar Deus e colocá-Lo na periferia. Mas isso pode trazer consequências desastrosas, a maioria das quais resulta do curso da natureza e destino humanos. Assim, devemos fazer da sabedoria de Deus a principal influência em nossas decisões. Entre os muitos desafios que Jacó enfrentou em suas relações familiares, seu pesar pela perda do filho foi um dos mais dolorosos. No entanto, Deus usou essa situação para salvar muitos durante uma fome generalizada e trouxe também cura para a família de Jacó.”

“A semente, por assim dizer, dessa história toda, começou em Gênesis 29, com Jacó e suas esposas e concubinas. Um pai, quatro mães, doze filhos e uma filha: Não era preciso ser profeta para saber de antemão que essa família se tornaria desajustada e infeliz.”

“Teria sido muito melhor se Jacó houvesse seguido aquele primeiro exemplo típico do Éden: um marido, uma esposa. E ninguém mais. Esse foi o modelo ideal para todos os lares, para todos os tempos.”

“Mas, como vimos, Deus nos criou como seres livres, e essa liberdade inclui a liberdade para fazer o mal. A famosa túnica de várias cores, que talvez foi o símbolo dos erros cometidos por Jacó, revela como um erro pode levar a outros e outros, com consequências muito além do nosso controle.”

“Então, é muito melhor sufocar o pecado logo no começo, antes que ele devore a nós e aqueles a quem amamos.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 16 de abril de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O Plano da Redenção

Lições da Bíblia.

“A queda do homem encheu o Céu todo de tristeza. O mundo que Deus fizera estava manchado pela maldição do pecado, e habitado por seres condenados à miséria e morte. Não parecia haver meio pelo qual pudessem escapar os que tinham transgredido a lei. Os anjos cessaram os seus cânticos de louvor. Por toda a corte celestial havia pranto pela ruína que o pecado ocasionara.

O Filho de Deus, o glorioso Comandante do Céu, ficou tocado de piedade pela raça decaída. Seu coração moveu-se de infinita compaixão ao erguerem-se diante dEle os ais do mundo perdido. Entretanto o amor divino havia concebido um plano pelo qual o homem poderia ser remido. A lei de Deus, quebrantada, exigia a vida do pecador. Em todo o Universo não havia senão um Ser que, em favor do homem, poderia satisfazer as suas reivindicações. Visto que a lei divina é tão sagrada como o próprio Deus, unicamente um Ser igual a Deus poderia fazer expiação por sua transgressão. Ninguém, a não ser Cristo, poderia redimir da maldição da lei o homem decaído, e levá-lo novamente à harmonia com o Céu. Cristo tomaria sobre Si a culpa e a ignomínia do pecado – pecado tão ofensivo para um Deus santo que deveria separar entre Si o Pai e o Filho. Cristo atingiria as profundidades da miséria para libertar a raça que fora arruinada.

Perante o Pai pleiteou Ele em prol do pecador, enquanto a hoste celestial aguardava o resultado com um interesse de tal intensidade que palavras não o poderão exprimir. Mui prolongada foi aquela comunhão misteriosa – o ‘conselho de paz’ (Zac. 6:13) em prol dos decaídos filhos dos homens. O plano da salvação fora estabelecido antes da criação da Terra; pois Cristo é ‘o Cordeiro morto desde a fundação do mundo’ (Apoc. 13:8); foi, contudo, uma luta, mesmo para o Rei do Universo, entregar Seu Filho para morrer pela raça culposa. Mas ‘Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna’. João 3:16. Oh, que mistério da redenção! o amor de Deus por um mundo que O não amou! Quem pode conhecer as profundidades daquele amor que ‘excede todo o entendimento?’ Durante séculos eternos, mentes imortais, procurando entender o mistério daquele amor incompreensível, maravilhar-se-ão e adorarão.” (Ellen G. White, Patriarcas e profetas, p. 63-64).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 15 de abril de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Vestes de pele

Lições da Bíblia.

“Fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu” (Gn 3:21).

“Ontem vimos a resposta de Adão e Eva ao seu pecado; hoje veremos a resposta de Deus. No texto acima, temos a mensagem do evangelho prefigurada. Primeiro, podemos ver que a cobertura de folhas de figueira de Adão e Eva não foi adequada. Se fosse, não teria havido necessidade de matar animais inocentes para vestir o casal caído. Se fosse suficiente operarmos nossa salvação, Cristo não precisaria ter morrido por nós. Assim como folhas de figueira teriam sido menos dispendiosas e traumáticas que a morte de animais inocentes, também, nossas obras teriam sido menos dispendiosas do que a morte de Jesus. Por isso Ele teve que morrer por nós; por isso animais inocentes foram mortos. Não havia outro caminho.” “É, porventura, a lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum! Porque, se fosse promulgada uma lei que pudesse dar vida, a justiça, na verdade, seria procedente de lei.” (Gál. 3:21). “Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus. Onde, pois, a jactância? Foi de todo excluída. Por que lei? Das obras? Não; pelo contrário, pela lei da fé. Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei. (Rom. 3:21-28)

“Em segundo lugar, qual é a principal diferença entre as folhas de figueira e as peles de animais? O que, inevitavelmente, vem destas últimas e que não vem das primeiras? Evidentemente, a resposta é: sangue. Somente isso deveria nos dizer como o evangelho aparece em Gênesis 3:21.” Porque a vida da carne está no sangue. Eu vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pela vossa alma, porquanto é o sangue que fará expiação em virtude da vida.(Lev. 17:11). Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida.” (Apoc. 12:11). “sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo,” (1 Ped. 1:18-19). “Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão. (Heb. 9:22).

“Em terceiro lugar, talvez a parte mais significativa do texto seja a última, que diz: ‘[Ele] os vestiu’ (Gn 3:21). O original hebraico é claro: foi o Senhor que colocou as peles de animais em Adão e Eva. Foi Seu ato em favor deles que cobriu a vergonha de sua nudez. O texto diz apenas que uma ‘pele’ os cobria, mas não nos diz de que tipo. No entanto, não seria difícil fazer uma suposição correta, não é mesmo? ”Respondeu Abraão: Deus proverá para si, meu filho, o cordeiro para o holocausto; e seguiam ambos juntos.” (Gên. 22:8). “e, vendo Jesus passar, disse: Eis o Cordeiro de Deus!” (João 1:36). “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 14 de abril de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Roupas novas

Lições da Bíblia.

“Como sabemos muito bem, mesmo submetidos a um teste muito simples, Adão e Eva falharam. Dizer que os resultados foram trágicos seria, certamente, o maior eufemismo da história humana. O termo ‘trágico’ não comunica plenamente os resultados horríveis da desobediência de nossos pais.”

A primeira coisa que aconteceu depois que Adão e Eva caíram foi percepção de que estavam nus, seus olhos se abriram e tiveram medo. “Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu. Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si. Quando ouviram a voz do SENHOR Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do SENHOR Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim. E chamou o SENHOR Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás? Ele respondeu: Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi. Perguntou-lhe Deus: Quem te fez saber que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?” (Gên. 3:6-11).

“Seus olhos foram abertos, exatamente como Satanás disse que seriam, (‘Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos […]’ Gên. 3:5) só que agora passaram a ver de modo diferente o mundo e a realidade, e não como sempre haviam visto. Ao longo desses versos, o tema da nudez se repete. É o tema predominante na seção. Sua perda da inocência, sua transgressão, sua nova relação com Deus e entre si se manifestaram na sua compreensão de que estavam nus.”

“Observe, também, a pergunta do Senhor para eles: ‘Quem te fez saber que estavas nu?’ (Gn 3:11). Isso implica que, em sua inocência, eles nunca haviam percebido sua nudez. Parecia que esse era um jeito natural de ser, e assim eles nem pensavam nisso. Depois, porém, não só pensavam nisso, mas eram dominados pela vergonha causada pela situação.”

A reação de Adão e Eva à própria nudez ao tentarem se cobrir com folhas de figueira, simbolizava que a salvação pelas obras foi e é inútil; diante de Deus se sentiam nus. “Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si. (Gên. 3:7).

“Imagine Adão e Eva se escondendo atrás de alguns arbustos, olhando-se com a boca aberta e tentando se cobrir diante do Senhor. Olhando para as possibilidades de coberturas, devem ter decidido que as folhas de figueira eram as melhores. Assim, temos ali a primeira lição de salvação pelas obras, de seres humanos tentando resolver o problema do pecado por suas próprias obras e ações. Mas a tentativa deles então, não foi mais inútil do que são as nossas tentativas hoje.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 13 de abril de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O teste

Lições da Bíblia.

“A lição da semana passada falou sobre uma verdade fundamental: a liberdade que Deus concede aos seres morais. Novamente, sem essa liberdade, eles poderiam fazer coisas ‘morais’, da mesma forma que o alarme de uma casa, que protege as pessoas do crime, faz algo ‘moral’; mas, quem consideraria o alarme ‘moral’? Da mesma forma, seres que não têm nenhuma escolha, exceto fazer o que é certo, também não são ‘morais’. Somente os seres livres podem ser morais.”

“Um teste simples foi dado a Adão e Eva, para ver se, em sua liberdade, eles obedeceriam ao Senhor. Em certo sentido, foi um tempo de prova para essas criaturas livres. Liberdade significa exatamente isto: liberdade. E eles teriam que provar que fariam a coisa certa com a liberdade que lhes foi dada.”

O ambiente tornou sua transgressão muito mais notória, “Éden era um paraíso perfeito; Deus alertou sobre o teste; podiam desfrutar de tudo, exceto de uma árvore.” “Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. E o SENHOR Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás. (Gên. 2:15-17)

Observe que Satanás distorceu a ordem divina misturando-a com suas mentiras. A ordem de Deus era para comer de todas as árvores, menos uma; além do mais, Satanás desmentiu a Lei de Deus, quanto aos efeitos da desobediência. “Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o SENHOR Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? Respondeu-lhe a mulher: Do fruto das árvores do jardim podemos comer, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais. Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis. (Gên. 3:1-4).

“É interessante que a árvore era do ‘bem e do mal’. Deus, obviamente, não queria negar o bem a Adão e Eva. Na verdade, todo o mundo que Deus criou, incluindo eles, era bom, aliás ‘muito bom’ (Gn 1:31). O Senhor queria preservá-los do conhecimento do mal.”

“Isso não é difícil de entender, certo? Mesmo em nosso mundo caído, qual pai não quer proteger seus filhos do conhecimento do mal? Quanto mais, então, Deus desejava também proteger Adão e Eva do mal, do conhecimento daquilo que os levaria a perder suas vestes de luz, e os faria conhecer a vergonha, o sofrimento e morte?”

“O mal nem sempre vem em manifestações gritantes, fáceis de ver e detectar e, muitas vezes, evitar (afinal de contas, quantas pessoas são assassinas em série e coisas afins?). Há, no entanto, manifestações muito sutis do mal. Quais poderiam ser essas? Como podemos aprender a identificar essas formas do mal e nos proteger delas?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 12 de abril de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Despidos, mas não envergonhados

Lições da Bíblia.

“Para nós, cujos conceitos do mundo, da realidade e de tudo, na verdade, são filtrados, contaminados e distorcidos pelo pecado, é muito difícil imaginar plenamente a condição moral de Adão e Eva no Éden. Eles não conheciam dor, sofrimento, engano, traição, morte, perda, vergonha, especialmente a vergonha sexual (que é talvez a mais prevalecente hoje, em um mundo tão envolvido nas consequências do pecado).”

O primeiro casal gozava de íntima relação, “Deus criou Eva, da costela de Adão, para ajudá-lo e estar ao seu lado. Quando se uniram, eram uma só carne.” “Deu nome o homem a todos os animais domésticos, às aves dos céus e a todos os animais selváticos; para o homem, todavia, não se achava uma auxiliadora que lhe fosse idônea. Então, o SENHOR Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma das suas costelas e fechou o lugar com carne. E a costela que o SENHOR Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe. E disse o homem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada. Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam.” (Gên. 2:20-25)

“Como ‘uma só carne’ (Gn 2:24), Adão e Eva eram próximos então, não só de Deus, mas um do outro. O texto é muito claro, muito definido: eles estavam nus e não se envergonhavam (v. 25). Isso demonstra pureza e inocência!”

“Esse casal, que não tinha pecados, não fazia uso de vestes artificiais; estavam revestidos de uma cobertura de luz e glória, idêntica à dos anjos. Enquanto viveram em obediência a Deus, essa veste de luz continuou a envolvê-los” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 45).

“Não nos é dito como essa luz se parecia exatamente, como funcionava, nem qual era seu propósito. Apenas que, mesmo com essa luz, eles ainda eram considerados ‘nus’. O fato de que eles não tinham vergonha deve ter significado que essa cobertura de luz não escondia completamente sua nudez, mas, naquele ambiente sem pecado, isso não importava, pois havia inocência.”

“Em certo sentido, a ênfase na nudez parece revelar a condição de proximidade física desfrutada pelo casal sem pecado. Havia uma sinceridade, uma transparência, uma inocência sobre eles e sobre tudo que faziam, que tornava possível esse estado de coisas. Eles viviam em completa honestidade, franqueza e liberdade entre si e diante de Deus. Afinal de contas, foi assim que o Senhor ordenou. Como isso deve ter sido agradável!”

“Quanta sinceridade e transparência existem em sua vida? Ou você está constantemente escondendo as coisas, pegando atalhos morais, disfarçando-se em capas que não revelam o que realmente está acontecendo? (‘Portanto, não os temais; pois nada há encoberto, que não venha a ser revelado; nem oculto, que não venha a ser conhecido.’ Mat. 10:26). Nesse último caso, que aspectos de sua vida você deve começar a mudar?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 11 de abril de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Os primeiros dias

Lições da Bíblia.

“Leia os dois primeiros capítulos de Gênesis. Tente imaginar como deve ter sido a Terra, recém-saída das mãos do Criador, um mundo não contaminado pelo pecado. De que maneiras nosso mundo hoje se mostra diferente de como era naquela época?”

“Adão e Eva foram colocados em um ambiente além de nossa imaginação mais fantástica, um lar impressionante em um lindo jardim com animais e outras criaturas leais. Eles se deleitavam no cenário espetacular, nas flores perfumadas, nos pássaros, nos animais, no amor de Deus e em seu mútuo amor. Não queriam nem precisavam de nada mais, e cuidavam do jardim conforme seu Criador havia ordenado. Adão e Eva certamente esperavam a visita de seu Mestre quando passeavam juntos no jardim e ativamente se comunicavam com Ele. Sabiam que Ele os amava e, em contrapartida, seu amor por Ele aumentava a cada dia.”

“A ligação de Adão e Eva com seu Criador e Mestre se desenvolveu e cresceu através desses estimados contatos diários, em um mundo que não conhecia pecado nem a decadência e devastação que o pecado sempre traz.” Podemos ter uma relação semelhante com nosso Criador hoje, para tanto necessitamos: “ler a Bíblia.” Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.” (2 Tim. 3:16-17). “Orar sem cessar.” ”Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem.” (Luc. 21:36). “Buscar primeiro a Deus, confiando em Seu sustento.” “Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes? Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves? Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida? E por que andais ansiosos quanto ao vestuário? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham, nem fiam. Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé? Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.” (Mat. 6:25-34). “Conhecer a Deus, que é vida eterna.” E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. (João 17:3).

“Adão e Eva entretinham comunhão direta com o Senhor, um privilégio que não temos agora. No entanto, assim como ocorria com Adão e Eva, temos o privilégio de viver em constante ligação com o mesmo Deus. Com certeza, o pecado atrapalhou, mas por meio de Jesus, que ligou o Céu à Terra com laços que nunca poderão ser quebrados, um caminho foi pavimentado para que vivamos de forma tão próxima e íntima do nosso Criador, quanto é possível hoje. Em que grau de intimidade e proximidade você anda com Deus? Enquanto reflete em sua resposta, pergunte a si mesmo: O que estou fazendo para reforçar essa intimidade ou para destruí-la?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – domingo 10 de abril de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Vestes de inocência

Lições da Bíblia.

“Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1:27).

“Quando Adão e Eva, nossos primeiros pais, pecaram, foi perdida a inocência que lhes tornava possível comungar face a face com Deus. Nada podemos fazer por nós mesmos para restaurar essa condição. Devemos depender de Cristo para substituir nossas vestes de inocência por Seu manto de justiça.”

“Como temos estudado, a queda de Lúcifer não se limitou ao Céu. Ele trouxe seus ardis e enganos para a Terra. Igualmente impressionante tem sido seu êxito em perverter as verdades mais evidentes da Palavra de Deus e fazer com que milhões acreditem no oposto a essas verdades.”

“Por exemplo, Gênesis é muito claro: os seres humanos começaram no topo da ‘cadeia alimentar’ terrestre. Eles foram criados, de imediato, ‘à imagem de Deus’. Essa imagem não foi algo que evoluiu ao longo de bilhões de anos de processos naturais. A evolução ensina, ao contrário, que os seres humanos começaram no nível mais baixo (como micróbios) e, finalmente, através de um processo brutal de violência e morte, com garra, conseguiram chegar no alto da cadeia alimentar. As Escrituras, de forma diferente, ensinam que os humanos começaram no topo, à imagem de Deus, e pelo pecado começaram um constante declínio.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 9 de abril de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF