A viúva de Sarepta – O salto de fé.

Lições da Bíblia.

“Estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês, vai completá-la até o dia de Cristo Jesus” (Filipenses 1:6).

“A viúva de Sarepta cuidou das necessidades de Elias, pela fé, embora estivesse no limite de seus recursos, e Deus abençoou ricamente a ela, seu filho e Elias. Hoje, Deus está tão interessado em planejar para nós um salto de fé em nossa jornada para o Céu como estava em relação à viúva de Sarepta.”

“Para ela, a morte não era novidade. Ela vira o marido morrer. E agora, observava, sem ajuda, como tudo ao seu redor morria. A grama secava completamente, as árvores perdiam as folhas, as vacas estavam esqueléticas e magras, e as cabras baliam lamentosamente. Cada dia, ela esquadrinhava o céu sem nuvens, esperando contra a esperança por uma nuvem de chuva. Havia racionado a farinha e o óleo, tentando fazê-los durar até o fim da seca. O pequeno pão redondo e chato diário era dividido desigualmente. Seu filho precisava de toda a nutrição que ela podia lhe dar. Era-lhe doloroso ver o rapaz tão magro e sem forças. Mas seu sacrifício parecia sem sentido, pois ela temia que os dois logo sofreriam a fome da morte. Só havia o suficiente para uma última refeição. Segurando a mão do filho, a viúva saiu da empoeirada cidade de Sarepta para buscar lenha a fim de cozer sua última refeição. E aqui, a mulher sem nome entra na narrativa bíblica e na história sagrada, ensinando-nos lições que, milhares de anos mais tarde, podemos aplicar a nós mesmos.

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sábado 04 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A verdade em nós.

Lições da Bíblia.

“Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.” (2 Cor. 13:5)

“Devemos não só nos apoderar da verdade, mas permitir que ela se apodere de nós; e assim a verdade estará em nós, e nós, na verdade. Se for esse o caso, nossa vida e nosso caráter revelarão o fato de que a verdade está operando algo por nós; que nos está santificando e dando a aptidão moral para a companhia dos anjos celestiais no reino de glória. A verdade que defendemos provém do Céu; e quando essa religião tem abrigo no coração, começa sua obra de refinar e depurar; pois a religião de Jesus Cristo nunca torna um homem áspero nem rude; nunca o torna descuidado nem desumano; mas a verdade de origem celestial, que vem de Deus, eleva e santifica o cristão; torna-o cortês, bondoso, afetuoso e puro; tira seu coração duro, seu egoísmo e amor ao mundo, e o purifica do orgulho e da ambição pecaminosa” (Ellen G. White, Signs of the Times, v. 1, p. 66).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sexta-feira, 19 de novembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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A revolta de Absalão.

Lições da Bíblia.

“Segundo Samuel 15–18 conta a triste história de Absalão, o filho de Davi que se rebelou contra o governo de seu pai. Em determinada ocasião, o exército de Absalão marchava sobre Jerusalém. Isso deve ter sido um pesadelo para Abiatar. Davi decidiu fugir para não transformar Jerusalém em um campo de batalha e provocar um banho de sangue. Todos os seguidores fiéis de Davi se prepararam para fugir com ele. Abiatar deve ter se lembrado de sua fuga após o massacre de sua família e aldeia pelo rei Saul. Ele se preparou para partir com Davi.”

Então, veio um mensageiro a Davi, dizendo: Todo o povo de Israel segue decididamente a Absalão. Disse, pois, Davi a todos os seus homens que estavam com ele em Jerusalém: Levantai-vos, e fujamos, porque não poderemos salvar-nos de Absalão. Dai-vos pressa a sair, para que não nos alcance de súbito, lance sobre nós algum mal e fira a cidade a fio de espada. Então, os homens do rei lhe disseram: Eis aqui os teus servos, para tudo quanto determinar o rei, nosso senhor. […] Eis que Abiatar subiu, e também Zadoque, e com este todos os levitas que levavam a arca da Aliança de Deus; puseram ali a arca de Deus, até que todo o povo acabou de sair da cidade. Então, disse o rei a Zadoque: Torna a levar a arca de Deus à cidade. Se achar eu graça aos olhos do SENHOR, ele me fará voltar para lá e me deixará ver assim a arca como a sua habitação. Se ele, porém, disser: Não tenho prazer em ti, eis-me aqui; faça de mim como melhor lhe parecer. Disse mais o rei a Zadoque, o sacerdote: Ó vidente, tu e Abiatar, voltai em paz para a cidade, e convosco também vossos dois filhos, Aimaás, teu filho, e Jônatas, filho de Abiatar. Olhai que me demorarei nos vaus do deserto até que me venham informações vossas. Zadoque, pois, e Abiatar levaram a arca de Deus para Jerusalém e lá ficaram.” (2 Sam. 15:13-29)

“Levando a arca de Deus, Abiatar e outros sacerdotes se preparavam para deixar a cidade, mas Davi pediu que a arca ficasse. Davi aprendera que o ato de levar o símbolo da presença de Deus não significava necessariamente que Deus estaria com ele. O uso de uma cruz, a exibição de um slogan religioso ou o respeito a um conjunto de regras não garante a presença nem a misericórdia de Deus. O Senhor não pode ser manipulado. A arca deveria ficar no lugar a que pertencia. Deixando para trás a arca, Davi também mostrava fé. Ele acreditava que Deus o salvaria e o faria retornar a Jerusalém, uma vez mais.”

“A arca de Deus foi deixada, e Abiatar ofereceu sacrifícios (2Sm 15:24) até que todos deixaram a cidade. Nesse momento particular, os sacerdotes Abiatar e Zadoque se tornaram intercessores em favor de Davi e seu povo.”

“Em nosso próprio contexto, igualmente, nem sempre as coisas são o que parecem. Muito coração dolorido se esconde atrás de um sorriso. Como seguidores de Cristo, somos chamados para ser Seus representantes. Somos as mãos de Deus para alcançar os que nos rodeiam. Devemos estar alertas e sensíveis a fim de enxergar além das aparências e ver as pessoas e situações como realmente são, e devemos estar dispostos a nos sacrificar para ajudar.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – terça-feira, 09 de novembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Urias: Um estrangeiro de fé.

Lições da Bíblia.

“Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças.” (Dt 6:5).

“A preocupação de Urias estava intimamente em seu dever para com Deus. Todo o poder de persuasão de um poderoso rei não foi suficiente para levá-lo a violar sua consciência e, por causa disso, Davi o entregou à morte. O rei havia perdido sua integridade e cometido grandes pecados. Porém, em humildade e arrependimento, procurou o perdão de Deus, e o Senhor o salvou.”

“Hoje em dia, o tipo mais popular de ética é a situacional, que sugere que não existem absolutos moais. Frequentemente, significa fazer aquilo que seja mais vantajoso para a pessoa em uma situação particular.”

“Por mais horríveis que tenham sido as ações de Davi, elas aparecem ainda piores em contraste com as de Urias. Embora não nos seja dito muito sobre Urias, o que descobrimos dele e de seu destino infeliz pode nos ensinar o que significa viver a fé na prática, ao invés de simplesmente falar sobre ela.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sábado, 30 de outubro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Uma grande vitória.

Lições da Bíblia.

“Israel vivia um momento de extrema crise. Os filisteus se haviam ajuntado para lutar contra Israel com carros e soldados que pareciam tão numerosos quanto os grãos de areia numa praia. O exército israelita era numericamente inferior e muito mal equipado. Só Saul e Jônatas pareciam ter espadas ou lanças de ferro, pois os filisteus controlavam firmemente a indústria de ferreiro. Realmente, todos os israelitas tinham que levar as ferramentas para ser consertadas ou afiadas por ferreiros filisteus (1Sm 13:19-22). Você pode imaginar um bando israelita equipado com varas, machados e fundas, enfrentando um vasto exército filisteu com armas de última geração? Não é de admirar que o exército de Saul tivesse uma taxa recorde de deserção.”

“Jônatas não se intimidava pelo que os outros pensavam. Não lamentava a falta de fé e confiança de Israel. Em vez disso, decidiu fazer algo. Jônatas não confiou nas próprias forças. Ele sabia que Deus é muito maior que o problema que Israel enfrentava. Ele não se considerava nenhum tipo de salvador ou herói. Sabia que Deus pode salvar por qualquer meio que escolher, e então, colocou-se à disposição de Deus. E o Senhor escolheu usá-lo e ao seu escudeiro, seguindo-se uma vitória incrível.”

“Disse, pois, Jônatas ao seu escudeiro: Vem, passemos à guarnição destes incircuncisos; porventura, o SENHOR nos ajudará nisto, porque para o SENHOR nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos. Então, o seu escudeiro lhe disse: Faze tudo segundo inclinar o teu coração; eis-me aqui contigo, a tua disposição será a minha. Disse, pois, Jônatas: Eis que passaremos àqueles homens e nos daremos a conhecer a eles. Se nos disserem assim: Parai até que cheguemos a vós outros; então, ficaremos onde estamos e não subiremos a eles. Porém se disserem: Subi a nós; então, subiremos, pois o SENHOR no-los entregou nas mãos. Isto nos servirá de sinal. Dando-se, pois, ambos a conhecer à guarnição dos filisteus, disseram estes: Eis que já os hebreus estão saindo dos buracos em que se tinham escondido. Os homens da guarnição responderam a Jônatas e ao seu escudeiro e disseram: Subi a nós, e nós vos daremos uma lição. Disse Jônatas ao escudeiro: Sobe atrás de mim, porque o SENHOR os entregou nas mãos de Israel. Então, trepou Jônatas de gatinhas, e o seu escudeiro, atrás; e os filisteus caíram diante de Jônatas, e o seu escudeiro os matava atrás dele.” (1 Sam. 14:6-13)

Às vezes, a linha que separa a fé da presunção pode parecer muito clara. Jônatas não dependia só de suas impressões. Ele consultou outras pessoas tementes a Deus e partilhou com elas seus planos e ideias. Jônatas entendia que Deus não está limitado, e não tentou manipulá-Lo. Ofereceu-se para ficar ou ir, conforme Deus lhe revelasse por meio do sinal que ele propôs. Finalmente, quando obteve a resposta “vá em frente”, ele não vacilou, mas se empenhou imediatamente em vencer o desafio.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Segunda-feira, 18 de outubro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Cantando louvores. “[…] O meu coração se regozija no SENHOR […]” (1 Sam. 2:1).

Lições da Bíblia.

“Você é alguém que canta quando está feliz? A Bíblia registra frequentemente pessoas irrompendo em cânticos em momentos-chave de sua vida. Miriam e as mulheres de Israel cantaram nas margens do Mar Vermelho depois de testemunhar a poderosa salvação de Deus (Êx 15:20, 21). Em maravilhosa linguagem poética, Débora e Baraque exaltaram o poder de Deus sobre os reis e exércitos humanos (Jz 5:1-31). Quando Maria visitou a prima, Isabel, ela prorrompeu em um cântico de louvor sobre Deus e Seu incrível plano de salvação (Lc 1:46-55). Todos esses cânticos têm um denominador comum, embora apareçam em contextos históricos diferentes e sob circunstâncias distintas: todos descrevem o que acontece quando Deus intervém na história humana e responde aos apelos de Seus filhos.”

“Então, orou Ana e disse: O meu coração se regozija no SENHOR, a minha força está exaltada no SENHOR; a minha boca se ri dos meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação. Não há santo como o SENHOR; porque não há outro além de ti; e Rocha não há, nenhuma, como o nosso Deus. Não multipliqueis palavras de orgulho, nem saiam coisas arrogantes da vossa boca; porque o SENHOR é o Deus da sabedoria e pesa todos os feitos na balança. O arco dos fortes é quebrado, porém os débeis, cingidos de força. Os que antes eram fartos hoje se alugam por pão, mas os que andavam famintos não sofrem mais fome; até a estéril tem sete filhos, e a que tinha muitos filhos perde o vigor. O SENHOR é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz subir. O SENHOR empobrece e enriquece; abaixa e também exalta. Levanta o pobre do pó e, desde o monturo, exalta o necessitado, para o fazer assentar entre os príncipes, para o fazer herdar o trono de glória; porque do SENHOR são as colunas da terra, e assentou sobre elas o mundo. Ele guarda os pés dos seus santos, porém os perversos emudecem nas trevas da morte; porque o homem não prevalece pela força. Os que contendem com o SENHOR são quebrantados; dos céus troveja contra eles. O SENHOR julga as extremidades da terra, dá força ao seu rei e exalta o poder do seu ungido. Então, Elcana foi-se a Ramá, a sua casa; porém o menino ficou servindo ao SENHOR, perante o sacerdote Eli.” (1 Sam. 2:1-11)

“Ana […] Ela passou a ver a vida de uma perspectiva totalmente nova. As coisas que os outros se esforçam para obter e consideram absolutas são, na realidade, muito insignificantes e podem não existir amanhã. Em sua canção, Ana fez surpreendentes contrastes para destacar o fato de que as circunstâncias da vida nem sempre são como parecem. O arco dos fortes é quebrado, enquanto os fracos são “cingidos de força” (1Sm 2:4). […] Ana achava que a verdadeira segurança não depende das circunstâncias mas de conhecer a Deus, que não muda. É Ele que nos diz que cada um de nós é especial. É Ele que nos dá valor.”

A fim de entender esses versos, precisamos nos lembrar da premissa básica do Antigo Testamento sobre a vida. É muito diferente da moderna visão de mundo: Deus é o Criador da vida e, como Criador, Ele tem direito de fazer o que quiser com Sua criação. Em outras palavras, nada neste planeta está além de Seu controle. Isso significa que, na visão bíblica de mundo, até as coisas negativas estão sujeitas ao controle de Deus. Frequentemente, os autores bíblicos descrevem essa perspectiva de modo a sugerir que Deus esteja ativamente envolvido na execução das coisas más que acontecem à humanidade. Em outras palavras, aquilo que Deus permite, Ele “faz”.

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – quarta-feira, 13 de outubro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Ana – Aprendendo a ser alguém. ”[…] O meu coração se regozija no Senhor, a minha força está exaltada no Senhor; […]” (1Sam 2:1).

Lições da Bíblia.

“Então, orou Ana e disse: O meu coração se regozija no Senhor, a minha força está exaltada no Senhor; a minha boca se ri dos meus inimigos, porquanto me alegro na Tua salvação. Não há santo como o Senhor; porque não há outro além de Ti; e Rocha não há, nenhuma, como o nosso Deus” (1 Samuel 2:1, 2).

"Deus encheu de bênçãos a vida de uma mulher infeliz, em resposta à oração. Por sua vez, ela respondeu com louvor e, pela fé, devolveu o filho como oferta a Deus. Não importando como a sociedade ou outras pessoas nos veem, para Deus, temos muito valor."

“Uma das grandes dificuldades que muitas pessoas enfrentam é o senso de valor próprio. Qual é nosso valor neste mundo? Qual é o significado de uma vida entre tantos bilhões? Lemos a respeito de guerras em que pereceram milhões de pessoas, frequentemente sem deixar vestígio. A cada dia, milhares nascem e milhares morrem. Sentimos forças poderosas sobre as quais não temos nenhum controle, que podem nos atropelar e aos nossos sonhos tão depressa quanto um caminhão provoca um defeito na estrada. Em meio a uma agitação tão poderosa e opressiva, como podemos obter um senso de nosso significado e propósito? E temos algo assim?

“Evidentemente, a Bíblia ensina que isso é verdade, que somos seres criados à imagem de Deus. Temos valor porque somos importantes para Deus. Quem se importa com o que os outros pensam de você, se Deus, que segura o mundo inteiro em Suas mãos, lhe tem amor? Acima de tudo, é Seu amor o que importa.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sábado, 09 de outubro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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A fé de Calebe.

Lições da Bíblia.

“A fé que Calebe tinha era agora precisamente o que fora quando seu testemunho havia contradito o mau relato dos espias. Acreditara na promessa de Deus de que Ele poria Seu povo na posse de Canaã, e nisto seguira inteiramente ao Senhor. Suportara juntamente com Seu povo a longa peregrinação no deserto, participando assim dos desapontamentos e trabalhos dos culpados; contudo, não apresentou queixa contra isso, mas exaltou a misericórdia de Deus que o preservara em vida no deserto, quando seus irmãos foram eliminados. Entre todas as dificuldades, perigos e pragas, nas vagueações pelo deserto, e durante os anos de guerra desde que entraram em Canaã, o Senhor o preservara; e agora, passados os oitenta anos, seu vigor não se encontrava abatido. Ele não pedia para si uma terra já conquistada, mas o lugar que, mais do que todos, os outros espias haviam julgado impossível subjugar. Com a ajuda de Deus, ele arrancaria essa fortaleza daqueles mesmos gigantes cujo poder fizera abalar a fé dos israelitas. Não foram o desejo de honras nem o engrandecimento próprio que determinaram o pedido de Calebe. O bravo e velho guerreiro estava desejoso de dar ao povo um exemplo que honrasse a Deus e incentivasse as tribos a subjugar completamente a terra que seus pais haviam imaginado ser invencível

Calebe obteve a herança na qual tinha o coração durante quarenta anos; e, confiando em que Deus estava consigo, ‘expeliu Calebe dali os três filhos de Enaque’. Jos. 15:14. Havendo assim conseguido posse para si e sua casa, o zelo não se lhe abateu; não se estabeleceu a fim de desfrutar a herança, mas levou avante novas conquistas para o benefício da nação e para a glória de Deus.” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 512, 513).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sexta-feira, 08 de outubro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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