A Terra se encherá (Habacuque 2)

Lições da Bíblia.

“O capítulo 2 de Habacuque traz a resposta de Deus à pergunta do profeta em Habacuque 1:17. Depois dessa resposta, temos um cântico que zomba do opressor orgulhoso. Nada menos que cinco ais (Hc 2:6, 9, 12, 15, 19) afirmam a mensagem de que a destruição de Babilônia está selada. A punição do inimigo estaria de acordo com o princípio ‘medida por medida’. O que os ímpios fizessem às suas vítimas seria, no fim, feito a eles. Colheriam o que houvessem semeado, porque Deus não pode ser zombado pelos orgulhosos seres humanos (Gl 6:7).”

“Em contraste com o opressor que seria julgado por Deus, o justo tinha a promessa da vida eterna em Cristo, independentemente do que acontecesse com eles nesta vida. Ao descrever o remanescente fiel no tempo do fim, o livro do Apocalipse apresenta a expressão ‘a paciência dos santos’ (Ap 14:12, RC). Na verdade, os justos são persistentes na espera pela intervenção divina, mesmo que a vejam somente na segunda vinda de Cristo.”

“4. Leia Hebreus 11:1-13. Como esses versos nos ajudam em nossa luta com as mesmas questões com as quais Habacuque lutou?” “A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver. Foi pela fé que as pessoas do passado conseguiram a aprovação de Deus. É pela fé que entendemos que o Universo foi criado pela palavra de Deus e que aquilo que pode ser visto foi feito daquilo que não se vê. Foi pela fé que Abel ofereceu a Deus um sacrifício melhor do que o de Caim. Pela fé ele conseguiu a aprovação de Deus como homem correto, tendo o próprio Deus aprovado as suas ofertas. Por meio da sua fé, Abel, mesmo depois de morto, ainda fala. Foi pela fé que Enoque escapou da morte. Ele foi levado para Deus, e ninguém o encontrou porque Deus mesmo o havia levado. As Escrituras Sagradas dizem que antes disso ele já havia agradado a Deus. Sem fé ninguém pode agradar a Deus, porque quem vai a ele precisa crer que ele existe e que recompensa os que procuram conhecê-lo melhor. Foi pela fé que Noé ouviu os avisos de Deus sobre as coisas que iam acontecer e que não podiam ser vistas. Noé obedeceu a Deus e construiu uma barca em que ele e a sua família foram salvos. Assim Noé condenou o mundo e recebeu de Deus a aprovação que vem por meio da fé. Foi pela fé que Abraão, ao ser chamado por Deus, obedeceu e saiu para uma terra que Deus lhe prometeu dar. Ele deixou o seu próprio país, sem saber para onde ia. Pela fé ele morou como estrangeiro na terra que Deus lhe havia prometido. Viveu em barracas com Isaque e Jacó, que também receberam a mesma promessa de Deus. Porque Abraão esperava a cidade que Deus planejou e construiu, a cidade que tem alicerces que não podem ser destruídos. Foi pela fé que Abraão se tornou pai, embora fosse velho demais e a própria Sara não pudesse mais ter filhos. Ele creu que Deus ia cumprir a sua promessa. Assim, de um só homem, que estava praticamente morto, nasceram tantos descendentes como as estrelas do céu, tão numerosos como os grãos de areia da praia do mar. Todos esses morreram cheios de fé. Não receberam as coisas que Deus tinha prometido, mas as viram de longe e ficaram contentes por causa delas. E declararam que eram estrangeiros e refugiados, de passagem por este mundo.” (Hebreus 11:1-13 NTLH). “Pela fé podemos ter certeza do futuro, ver o invisível e entender que Deus é o Criador; Abel, Enoque, Noé, Abraão e Sara aceitaram o chamado de Deus, seguiram o caminho da fé e justiça e enfrentaram dificuldades.”

“A resposta final de Deus às perguntas de Habacuque foi a afirmação de Sua presença permanente. Certeza da presença de Deus e confiança em Seu juízo. Apesar das aparências em contrário, essa é a mensagem do livro de Habacuque, bem como de toda a revelação bíblica. Fé profética é confiança no Senhor e em Seu caráter imutável.”

“A fé que fortaleceu Habacuque e todos os santos e justos naqueles dias de grande provação, é a mesma que sustém o povo de Deus hoje. Nas horas mais escuras, sob as mais proibitivas circunstâncias, o cristão fiel pode firmar-se sobre a fonte de toda luz e poder. Dia a dia, pela fé em Deus, sua esperança e ânimo podem ser renovados” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 386, 387)

Terça-feira, 21 de maio de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Vivendo pela fé

Lições da Bíblia.

“Em Habacuque 1:12-17, a resposta de Deus às perguntas do profeta levanta uma questão ainda mais inquietante: Um Deus justo pode usar o ímpio para punir os que são mais justos do que eles? A pergunta de Habacuque no verso 17 tinha a ver com a justiça divina.”

“Habacuque estava confuso, não apenas pela degeneração de seu próprio povo, mas também pela certeza de que seu povo seria julgado por outro povo, pior que ele. O profeta estava bem ciente dos pecados de Judá, mas sabia que os justos do seu povo não podiam ser comparados com os pagãos babilônios.”

“2. Leia Habacuque 2:2-4.” “E o SENHOR Deus disse: ‘Escreva em tábuas a visão que você vai ter, escreva com clareza o que vou lhe mostrar, para que possa ser lido com facilidade. Ainda não chegou o tempo certo para que a visão se cumpra; porém ela se cumprirá sem falta. O tempo certo vai chegar logo; portanto, espere, ainda que pareça demorar, pois a visão virá no momento exato. A mensagem é esta: Os maus não terão segurança, mas as pessoas corretas viverão por serem fiéis a Deus.’” (Habacuque 2:2-4 NTLH). “Que esperança é apresentada ali?” A esperança trazida pela visão sobre a restauração que ocorrerá no tempo do fim. Os justos viverão pela fé, esperando o cumprimento dessa visão.”

“Habacuque 2:2-4 é uma das passagens mais importantes da Bíblia. O verso 4, em especial, expressa a essência do evangelho, o fundamento do verso que começou a Reforma Protestante. Pela fé em Jesus Cristo, recebemos a justiça de Deus. Essa justiça divina é creditada a nós e se torna nossa. Isso é conhecido como justificação pela fé.”

“3. O texto de Habacuque 2:4 é um resumo do caminho da salvação e do ensino bíblico sobre a justificação pela fé. Como os escritores do Novo Testamento usam esse verso?” “Pois o evangelho mostra como é que Deus nos aceita: é por meio da fé, do começo ao fim. Como dizem as Escrituras Sagradas: ‘Viverá aquele que, por meio da fé, é aceito por Deus.’” (Romanos 1:17 NTLH); “É claro que ninguém é aceito por Deus por meio da lei, pois as Escrituras dizem: ‘Viverá aquele que, por meio da fé, é aceito por Deus.’ (Gálatas 3:11 NTLH); E todos aqueles que eu aceito terão fé em mim e viverão. Mas, se uma pessoa voltar atrás, eu não ficarei contente com ela.” (Hebreus 10:38 NTLH). “Paulo afirmou que o evangelho revela a justiça divina de fé em fé, de acordo com Habacuque, que ninguém será justificado pela lei diante de Deus e que os justos não retrocedem no caminho da fé. Por isso agradam ao Senhor.”

“Em meio a todo esse tumulto e perguntas sobre o mal, a justiça e a salvação, Habacuque 2:4 apresenta forte contraste entre o fiel e o soberbo. A conduta de cada grupo determina seu destino: os arrogantes fracassarão enquanto os justos viverão pela fé. A palavra hebraica para fé (‘emuna’) é melhor traduzida como ‘fidelidade’, ‘constância’ e ‘confiabilidade’. Embora aquele que vive pela fé não seja salvo por suas obras, seus atos mostram que ele vive pela fé. Sua fé é revelada em obras e, assim, a vida eterna é prometida a essa pessoa.”

Segunda-feira, 20 de maio de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Vivendo pela fé

Lições da Bíblia.

“Em Habacuque 1:12-17, a resposta de Deus às perguntas do profeta levanta uma questão ainda mais inquietante: Um Deus justo pode usar o ímpio para punir os que são mais justos do que eles? A pergunta de Habacuque no verso 17 tinha a ver com a justiça divina.”

“Habacuque estava confuso, não apenas pela degeneração de seu próprio povo, mas também pela certeza de que seu povo seria julgado por outro povo, pior que ele. O profeta estava bem ciente dos pecados de Judá, mas sabia que os justos do seu povo não podiam ser comparados com os pagãos babilônios.”

“2. Leia Habacuque 2:2-4.” “E o SENHOR Deus disse: ‘Escreva em tábuas a visão que você vai ter, escreva com clareza o que vou lhe mostrar, para que possa ser lido com facilidade. Ainda não chegou o tempo certo para que a visão se cumpra; porém ela se cumprirá sem falta. O tempo certo vai chegar logo; portanto, espere, ainda que pareça demorar, pois a visão virá no momento exato. A mensagem é esta: Os maus não terão segurança, mas as pessoas corretas viverão por serem fiéis a Deus.’” (Habacuque 2:2-4 NTLH). “Que esperança é apresentada ali?” A esperança trazida pela visão sobre a restauração que ocorrerá no tempo do fim. Os justos viverão pela fé, esperando o cumprimento dessa visão.”

“Habacuque 2:2-4 é uma das passagens mais importantes da Bíblia. O verso 4, em especial, expressa a essência do evangelho, o fundamento do verso que começou a Reforma Protestante. Pela fé em Jesus Cristo, recebemos a justiça de Deus. Essa justiça divina é creditada a nós e se torna nossa. Isso é conhecido como justificação pela fé.”

“3. O texto de Habacuque 2:4 é um resumo do caminho da salvação e do ensino bíblico sobre a justificação pela fé. Como os escritores do Novo Testamento usam esse verso?” “Pois o evangelho mostra como é que Deus nos aceita: é por meio da fé, do começo ao fim. Como dizem as Escrituras Sagradas: ‘Viverá aquele que, por meio da fé, é aceito por Deus.’” (Romanos 1:17 NTLH); “É claro que ninguém é aceito por Deus por meio da lei, pois as Escrituras dizem: ‘Viverá aquele que, por meio da fé, é aceito por Deus.’ (Gálatas 3:11 NTLH); E todos aqueles que eu aceito terão fé em mim e viverão. Mas, se uma pessoa voltar atrás, eu não ficarei contente com ela.” (Hebreus 10:38 NTLH). “Paulo afirmou que o evangelho revela a justiça divina de fé em fé, de acordo com Habacuque, que ninguém será justificado pela lei diante de Deus e que os justos não retrocedem no caminho da fé. Por isso agradam ao Senhor.”

“Em meio a todo esse tumulto e perguntas sobre o mal, a justiça e a salvação, Habacuque 2:4 apresenta forte contraste entre o fiel e o soberbo. A conduta de cada grupo determina seu destino: os arrogantes fracassarão enquanto os justos viverão pela fé. A palavra hebraica para fé (‘emuna’) é melhor traduzida como ‘fidelidade’, ‘constância’ e ‘confiabilidade’. Embora aquele que vive pela fé não seja salvo por suas obras, seus atos mostram que ele vive pela fé. Sua fé é revelada em obras e, assim, a vida eterna é prometida a essa pessoa.”

Segunda-feira, 20 de maio de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Pelos olhos da fé

Lições da Bíblia.

“O Salmo 8 é um dos mais amados. Para Davi, como crente em Deus, a criação falava da majestade e amor do Senhor.”

“5. Que lições específicas Davi contemplava na criação? Além disso, comparando o que sabemos sobre a criação hoje com o que era conhecido naquele tempo, por que as palavras de Davi parecem ainda mais notáveis?” “Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Pois expuseste nos céus a tua majestade. Da boca de pequeninos e crianças de peito suscitaste força, por causa dos teus adversários, para fazeres emudecer o inimigo e o vingador. Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres E o filho do homem, que o visites? Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste. Deste-lhe domínio sobre as obras da tua mão e sob seus pés tudo lhe puseste: ovelhas e bois, todos, e também os animais do campo; as aves do céu, e os peixes do mar, e tudo o que percorre as sendas dos mares. Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!” (Sal. 8). ”A majestade da criação desperta o louvor ao Criador; apesar da grandeza do Universo, Deus valoriza e honra os seres humanos, criados à Sua imagem. O conhecimento da ciência nos deixa ainda mais impressionados com as maravilhas da criação.”

“Somente nos últimos cem anos realmente começamos a compreender a vastidão do cosmos e, em comparação com isso, a nossa pequenez. Não se pode sequer imaginar que alguém como Davi, exceto pela revelação divina, pudesse ter alguma ideia da grandeza dos ‘céus’. Se ele ficou admirado naquela época, quanto mais admirados nós devemos ficar, sabendo que, apesar do tamanho do Universo, Deus nos ama com um amor que não podemos nem mesmo começar a entender?”

“6. O que Davi percebia nos céus?” Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo. Aí, pôs uma tenda para o sol,” (Sal. 19) “A glória de Deus e a obra de Suas mãos. Os dias e as noites proclamam o conhecimento de que existe um Criador por trás das obras do Universo.”

“Muitos já olharam para as estrelas à noite e reconheceram a grandeza de Deus e a pequenez da humanidade, e louvaram a Deus por Seu cuidado. Outros se concentraram no problema do mal na natureza e culparam Deus pelos problemas que, na verdade, são o resultado de suas próprias escolhas ou das atividades do diabo.”

“Para o cristão, a criação fala verdadeiramente do cuidado de Deus, mesmo em meio ao mal introduzido por Satanás. No entanto, por mais poderosos que sejam o testemunho e a evidência do mundo criado, a revelação é incompleta, principalmente devido aos resultados da queda e às maldições que ela trouxe.”

“Leia João 14:9 e pense em Jesus na cruz. Por que a cruz deve ser sempre a principal revelação sobre a natureza e o caráter de Deus?” “Disse-lhe Jesus: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?” (João 14:9).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 14 de fevereiro de 2013. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Preparação e escudo da fé

Lições da Bíblia.

“Os soldados romanos se armavam para garantir que seus passos não fossem impedidos em terrenos acidentados. Por isso, normalmente usavam sapatos cravejados com pregos afiados. Esses sapatos asseguravam boa aderência. Paulo os comparou com a ‘prontidão’, ou ‘preparação’ do evangelho da paz (Ef 6:15).”

“3. Em que sentido o evangelho da paz provê uma ‘boa aderência’ na guerra espiritual?” Que formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!” (Isa. 52:7). “E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas! (Rom. 10:15). Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz;” (Efés. 6:15). “Temos beleza, paz e firmeza, em meio à guerra, porque aceitamos e anunciamos a vitória alcançada na cruz, e que culminará na segunda vinda de Cristo.”

“Efésios 6:15 pode ser traduzido de diversas maneiras: ‘Calçar os pés com a preparação do evangelho da paz’, ‘equipar os pés com a prontidão do evangelho da paz’, ou ‘calçar os pés com o equipamento do evangelho da paz’. A chave é uma palavra grega que pode significar ‘preparação’, como em um fundamento ou base preparados. Assim, o evangelho da paz, como um ‘fundamento preparado’, é a paz que o cristão experimenta como resultado de ter sido reconciliado com Deus por meio do sangue de Cristo. Essa reconciliação lhe dá uma base firme, a partir da qual ele pode se empenhar na batalha espiritual.”

“4. A peça seguinte da armadura é o escudo, que Paulo comparou à fé (Ef 6:16). O apóstolo iniciou seu raciocínio com uma expressão que pode ser traduzida como ‘sobretudo’ (RC), ‘além disso’ (NVI) ou ‘além de tudo’. O que ele quis dizer com essa expressão?” embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno.” (Efés. 6:16). “Além da couraça, do cinto e do capacete (verdade, justiça e salvação), temos grande necessidade do escudo da fé, a fim de nos protegermos contra os ataques do inimigo e avançarmos para a vitória.”

“A palavra traduzida como ‘escudo’ vem da palavra para ‘uma porta’. O escudo, medindo cerca de 1,20 m X 75 cm, e consistindo de duas camadas de madeira coladas, era moldado como uma porta. Visto que as flechas naqueles dias eram mergulhadas em piche e, em seguida, incendiadas, o escudo de madeira era coberto com couro, a fim de apagar as flechas inflamadas e embotar suas pontas. Essa era a arma mais importante entre todas as armas de defesa.”

“A analogia espiritual é clara: entre os ‘dardos inflamados’ de Satanás estão a lascívia, a dúvida, a ganância, a vaidade, e assim por diante. ‘Mas a fé em Deus, segurada no alto como um escudo, detém cada um deles, apaga a chama, e faz com que caiam inofensivos ao chão’ (The SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 6, p. 1045). Esse tipo de fé é demonstrado pelas ações. É uma fé que se manifesta na defesa ativa contra os assaltos do inimigo. Nossa batalha diária é escolher o Senhor e Seus caminhos acima de qualquer coisa que o diabo lance diante de nós.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 13 de novembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Mais evidências da fé (1Ts 1:8-10)

Lições da Bíblia.

“8. Que evidências adicionais da fé dos tessalonicenses foram apresentadas por Paulo?” “Porque de vós repercutiu a palavra do Senhor não só na Macedônia e Acaia, mas também por toda parte se divulgou a vossa fé para com Deus, a tal ponto de não termos necessidade de acrescentar coisa alguma; pois eles mesmos, no tocante a nós, proclamam que repercussão teve o nosso ingresso no vosso meio, e como, deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro e para aguardardes dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura.” (1 Ts 1:8-10). “Deixaram os ídolos, se converteram a Deus, serviam o Deus vivo e verdadeiro e aguardavam a volta do Filho de Deus, que havia ressuscitado e salva da ira vindoura.”

“Paulo continuou a sentença iniciada no verso 2, explicando como sabia que os tessalonicenses se tornaram modelo ou exemplo para os outros crentes na Macedônia (onde Tessalônica estava localizada) e Acaia (onde Corinto estava localizada).”

“Primeiro, eles eram modelo de esforço evangelístico e sucesso. Partindo deles, a Palavra de Deus ‘propagou-se’ (NVI) nessas províncias e além delas. Paulo também considerava que eles tinham uma fé exemplar por causa de sua receptividade a ele e ao evangelho. Eles estavam dispostos a ser ensinados. Também estavam dispostos a fazer mudanças radicais na vida, como abandonar ídolos e outras formas populares de adoração.”

“A comunicação era relativamente rápida no antigo mundo romano, graças às estradas romanas bem construídas e às frequentes viagens. Assim, a alegação de que a fé que eles tinham era conhecida ‘por toda parte’ pode indicar que as pessoas em lugares como Roma e Antioquia já a haviam mencionado em suas comunicações com Paulo.”

“Também é verdade que as pessoas querem viver de acordo com as expectativas dos outros. O elogio contém uma expectativa implícita. Elogiando a sua fé de maneira tão irresistível, Paulo os estava incentivando a crescer mais e mais nessa fé.”

“Parece que havia algo especialmente notável sobre a conversão deles. Sendo pagãos idólatras, eles tiveram que superar duas grandes barreiras. Primeiro foi a ‘mensagem louca’ sobre um Homem que havia sido morto e voltara à vida. E havia o fato de que essa ‘mensagem louca’ era judaica. Muitos gentios provavelmente riram quando ouviram a mensagem cristã. Os tessalonicenses, não. Em vez disso, eles reorganizaram completamente a vida à luz do evangelho.”

“Os crentes de Tessalônica eram verdadeiros missionários. Seu coração estava inflamado de zelo pelo seu Salvador, que os livrara do temor da ‘ira futura’ (1Ts 1:10, RC). Mediante a graça de Cristo, uma transformação maravilhosa se havia operado na vida deles; e a Palavra do Senhor, pregada por eles, era acompanhada de poder. Por intermédio das verdades apresentadas, corações foram alcançados e pessoas, acrescentadas ao número dos cristãos” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 256).

“Leia novamente 1 Tessalonicenses 1:10. Sobre o que Paulo estava falando ali? O que é a ‘ira vindoura’? O que a ressurreição de Jesus tem a ver com essa questão? Por que essa promessa é tão importante para os que creem?” “Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.” (1 Cor. 15:12-17). Eu sei, replicou Marta, que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia. Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá;” (João 11:24-25).Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno.” (Dan. 12:2).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 26 de julho de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A oração da fé

Lições da Bíblia.

3. O que se requer dos que se aproximam de Deus, para que suas orações sejam agradáveis? Quais crenças devem estar relacionadas com a fé? “De fato, sem é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.” (Heb. 11:6). “Aproximar-se de Deus com fé, crendo na Sua existência e em Suas promessas.”

“Em certo sentido, a oração é uma forma de se aproximar de Deus, de se abrir para Ele. Não oramos para que Deus conheça as coisas de que precisamos. Afinal, Jesus mesmo disse, no contexto da oração: ‘Seu Pai sabe do que vocês precisam, antes mesmo de o pedirem’ (Mt 6:8, NVI). Oramos porque a oração é uma forma de exercitar a fé em Deus. É um meio de tornar a fé mais forte, mais real e prática.”

“A oração fervorosa e inabalável, apresentada com um sentimento de dependência e necessidade, aumenta a fé e aprofunda o relacionamento com Deus. Quem já não experimentou essa verdade?”

“A oração é uma forma de ajudar a esvaziar a pessoa de si mesma. É um modo de morrer diariamente; um jeito de restabelecer a ligação com Deus em nível muito pessoal, uma forma de se lembrar de que você não pertence a si mesmo, de que foi comprado por preço, e de que, se fosse deixado por si mesmo, seria arruinado e morto neste mundo cheio de poderes e forças que poderiam, em um instante, esmagar você no pó.”

“4. Muitas vezes ouvimos a frase “buscar o Senhor em oração.” O que isso significa para você?” “Voltei o rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza. Orei ao SENHOR, meu Deus, confessei e disse: ah! Senhor! Deus grande e temível, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos;” (Dan. 9:3-4). “e os habitantes de uma cidade irão à outra, dizendo: Vamos depressa suplicar o favor do SENHOR e buscar ao SENHOR dos Exércitos; eu também irei.” (Zac. 8:21). “Entrar na presença de Deus com o coração arrependido, confessando os pecados, reconhecendo Sua misericórdia e aceitando voltar ao caminho da aliança; nossa busca influenciará a atitudes de outras pessoas.”

“Em grande medida, cada oração é um ato de fé. Quem pode ver suas orações alcançando o Céu? Quem pode ver Deus as recebendo? Muitas vezes oramos sem ver resultados imediatos, mas avançamos acreditando que Deus ouve e responderá da melhor forma possível. A oração é um ato de fé em que vamos além do que vemos, sentimos ou entendemos completamente.”

“Sua vida de oração é mecânica e estática, ou é profunda e sincera? Como você pode sair do primeiro caminho para o último?”

“Jejuar não é apenas evitar alimentos. Significa abrir o coração para receber o Espírito Santo.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 06 de março de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Abraão, Sara e Hagar

Lições da Bíblia.

“5. Por que Paulo tinha uma visão tão depreciativa do incidente com Hagar? Que ponto crucial sobre a salvação foi apresentado através dessa história do Antigo Testamento?” “Dizei-me vós, os que quereis estar sob a lei: acaso, não ouvis a lei? Pois está escrito que Abraão teve dois filhos, um da mulher escrava e outro da livre. Mas o da escrava nasceu segundo a carne; o da livre, mediante a promessa. Estas coisas são alegóricas; porque estas mulheres são duas alianças; uma, na verdade, se refere ao monte Sinai, que gera para escravidão; esta é Agar. Ora, Agar é o monte Sinai, na Arábia, e corresponde à Jerusalém atual, que está em escravidão com seus filhos. Mas a Jerusalém lá de cima é livre, a qual é nossa mãe; porque está escrito: Alegra-te, ó estéril, que não dás à luz, exulta e clama, tu que não estás de parto; porque são mais numerosos os filhos da abandonada que os da que tem marido. Vós, porém, irmãos, sois filhos da promessa, como Isaque. Como, porém, outrora, o que nascera segundo a carne perseguia ao que nasceu segundo o Espírito, assim também agora. Contudo, que diz a Escritura? Lança fora a escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava será herdeiro com o filho da livre. E, assim, irmãos, somos filhos não da escrava, e sim da livre.” (Gál. 4:21-31). “Hagar representava a aliança do Monte Sinai, que gerava filhos para escravidão da salvação pelas obras da lei. A aliança do Monte Calvário estava fundamentada na promessa do Filho de Deus, com base na fé. Isaque e Sara foram símbolos dessa aliança.”

“O lugar de Hagar na história de Gênesis está diretamente relacionado ao fato de Abrão ter deixado de crer na promessa de Deus. Como uma escrava egípcia na casa de Abrão, Hagar provavelmente tivesse se tornado propriedade de Abrão como uma das muitas dádivas que Faraó deu a ele em troca de Sarai. O evento está associado com o primeiro ato de incredulidade de Abrão quanto à promessa de Deus (Gn 12:11-16).”

“Depois de esperar dez anos pelo nascimento do filho prometido, Abrão e Sarai permaneciam sem filhos. Concluindo que Deus precisava da ajuda deles, Sarai deu Hagar a Abrão como concubina. Se bem que estranho para nós hoje, o plano de Sarai foi bastante engenhoso. De acordo com os costumes antigos, uma escrava poderia servir legalmente como mãe de aluguel para sua patroa estéril. Assim, Sarai podia considerar como dela própria qualquer criança nascida de seu marido e Hagar. Embora o plano tenha gerado uma criança, não se tratava do filho que Deus havia prometido.”

“Nessa história, temos um poderoso exemplo de como mesmo um grande homem de Deus falhou em sua fé quando enfrentou circunstâncias assustadoras. Em Gênesis 17:18, 19, Abraão pediu a Deus que aceitasse Ismael como seu herdeiro. O Senhor, naturalmente, rejeitou essa oferta. O único elemento ‘miraculoso’ no nascimento de Ismael foi a disposição de Sarai para compartilhar seu marido com outra mulher! Não houve nada fora do normal com relação ao nascimento de uma criança para essa mulher, uma criança nascida ‘segundo a carne’. Tivesse Abrão confiado no que Deus lhe havia prometido, em vez de permitir que as circunstâncias dominassem essa confiança, nada disso teria acontecido, e muito sofrimento teria sido evitado.”

“6. Em contraste com o nascimento de Ismael, considere as circunstâncias que envolveram o nascimento de Isaque. Por que essas circunstâncias exigiram tanta fé por parte de Abraão e Sara?” “Disse também Deus a Abraão: A Sarai, tua mulher, já não lhe chamarás Sarai, porém Sara. Abençoá-la-ei e dela te darei um filho; sim, eu a abençoarei, e ela se tornará nações; reis de povos procederão dela. Então, se prostrou Abraão, rosto em terra, e se riu, e disse consigo: A um homem de cem anos há de nascer um filho? Dará à luz Sara com seus noventa anos? Disse Abraão a Deus: Tomara que viva Ismael diante de ti. Deus lhe respondeu: De fato, Sara, tua mulher, te dará um filho, e lhe chamarás Isaque; estabelecerei com ele a minha aliança, aliança perpétua para a sua descendência.” (Gên. 17:15-19). “Disse um deles: Certamente voltarei a ti, daqui a um ano; e Sara, tua mulher, dará à luz um filho. Sara o estava escutando, à porta da tenda, atrás dele. Abraão e Sara eram já velhos, avançados em idade; e a Sara já lhe havia cessado o costume das mulheres. Riu-se, pois, Sara no seu íntimo, dizendo consigo mesma: Depois de velha, e velho também o meu senhor, terei ainda prazer? Disse o SENHOR a Abraão: Por que se riu Sara, dizendo: Será verdade que darei ainda à luz, sendo velha?” (Gên. 18:10-13). Pela fé, também, a própria Sara recebeu poder para ser mãe, não obstante o avançado de sua idade, pois teve por fiel aquele que lhe havia feito a promessa. Por isso, também de um, aliás já amortecido, saiu uma posteridade tão numerosa como as estrelas do céu e inumerável como a areia que está na praia do mar.” (Heb. 11:11-12). “Ara era estéreo e já havia ultrapassado a idade adequada para ter filhos. A promessa dependia de um milagre.”

“De que forma sua falta de fé nas promessas de Deus tem lhe causado sofrimento? Como você pode aprender com esses erros e confiar na Palavra de Deus, não importando o que aconteça? Que escolhas podem ajudar você a fortalecer sua capacidade de confiar nas promessas de Deus?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 29 de novembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF