Consolem uns aos outros (1Ts 4:13, 17, 18)

Lições da Bíblia.

“6. Leia 1 Tessalonicenses 4:13, 17, 18. Qual é o objetivo final dessa passagem sobre a segunda vinda de Jesus?” ”Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. […] depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.” (1 Ts 4:13,17-18). “Instruir, alegrar e trazer esperança de vida eterna e consolo.”

“Como dissemos anteriormente, o propósito da profecia não é satisfazer nossa curiosidade sobre o futuro, mas nos ensinar a viver hoje. Para Paulo, a ordem dos eventos finais tinha implicações práticas para a vida cristã cotidiana. A profecia é valiosa na medida em que influencia nosso relacionamento com Deus e com os outros. Nesse caso, Paulo quis usar os eventos dos últimos dias para trazer conforto àqueles que perderam entes queridos.”

“7. Que aspectos importantes da segunda vinda de Jesus não são abrangidos em 1 Tessalonicenses 4:16, 17? Jo 14:1-3; Mt 24:31; At 1:9-11” “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.” (1 Ts 4:16-17). “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também.” (João 14:1-3).E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.” (Mat. 24:31). “Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos. E, estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto Jesus subia, eis que dois varões vestidos de branco se puseram ao lado deles e lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir.” (Atos 1:9-11). ”Na segunda vinda, Jesus não ficará na Terra, mas levará Seu povo para a casa do Pai; os anjos serão enviados a todos os lugares da Terra para reunir os salvos; Jesus voltará assim como foi visto subir.”

“Esse texto diz que os crentes se unirão a Jesus nos ares para estar com Ele para sempre. O tema principal é o ato de se reunir uns com os outros e estar com Jesus. O texto não explica para onde eles irão após o encontro inicial nos ares, embora Paulo não tenha dito claramente que, na segunda vinda, Jesus e os crentes descerão do Céu para a Terra e reinarão ali. Na verdade, dentro da própria passagem, o movimento dos santos é apenas para cima. Os crentes mortos primeiro se erguem de seus túmulos. Em seguida, eles e os crentes vivos sobem juntos para encontrar seu Senhor nos ares.”

“Paulo provê informações adicionais em 1 Coríntios 15:23, 24. Ali, ele traça um forte paralelo entre a experiência de Jesus e dos que estão ‘em Cristo.’ Jesus ressuscitou e subiu ao Céu como as ‘primícias’, o que implica que os que estão nEle terão uma experiência similar.”

“O destino imediato dos santos é esclarecido fora dos escritos de Paulo, em João 14:1-3. Quando Jesus vier, levará Seus discípulos para estar onde Ele está (Céu). Ele não virá para Se unir a eles onde eles estão (na Terra). Por isso, os adventistas creem que, durante os mil anos após a volta de Jesus (Ap 20:4-6), os justos estarão com Ele no Céu, os maus estarão mortos e Satanás estará confinado à Terra, sem ninguém para tentar nem aborrecer. Somente após todos os eventos associados com o milênio, os fiéis voltarão a habitar na Terra (‘Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça.’ 2 Ped. 3:13; ’Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá; gravarei também sobre ele o nome do meu Deus, o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém que desce do céu, vinda da parte do meu Deus, e o meu novo nome.’ (Apoc. 3:12).”

“Considere como a nossa grande esperança é uma coisa do ‘outro mundo’. Entretanto, como poderia ser diferente? Afinal, que esperança real este mundo nos oferece em longo prazo? Como podemos aprender a não ficar tão envolvidos naquilo que não nos traz nenhuma esperança?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 23 de agosto de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Tristeza e falta de esperança (1Ts 4:13)

Lições da Bíblia.

“2. De acordo com 1 Tessalonicenses 4:13, qual foi o propósito de Paulo ao escrever os versos 13-18? Por que esse texto deve significar tanto para nós?” Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança.” (1 Ts 4:13). “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.” (1 Ts 4:13-18). “Explicar a verdade a respeito dos que dormem; colocar no coração dos cristãos a esperança em lugar da tristeza.”

“Por que os cristãos tessalonicenses estavam tristes, como se não tivessem esperança? Um fator importante foi, provavelmente, o curto período em que Paulo esteve com eles. Sabemos que Paulo falou sobre a morte e ressurreição de Jesus (At 17:3). Há também evidência de que ele falou sobre os eventos finais, ainda que sua instrução tenha sido mal compreendida. Mas ele pode não ter tido tempo para esclarecer questões relacionadas com a ressurreição dos crentes.”

“Outro elemento era a origem pagã da maioria dos cristãos a quem Paulo escreveu (1Ts 1:9). Embora as religiões misteriosas da época mostrassem uma imagem da vida após a morte, a maioria dos pagãos não tinha esperança quanto a isso. Um exemplo disso é encontrado em uma carta do segundo século: ‘Irene para Taonnophris e Philo: bom ânimo. Estou tão triste e angustiada por causa dos que morreram quanto chorei por Didymas. E todas as coisas, tudo que fosse apropriado, eu tenho feito, e todos os meus, Epafrodito, Thermuthion, Philion, Apolônio e Plantas. No entanto, contra tais coisas não se pode fazer nada. Portanto, consolem uns aos outros. Passem bem’ (Citado em Adolf Deissmann, Light From the Ancient East [Luz do Antigo Oriente]; New York: George H. Doran Company, 1927, p. 176).”

“É irônico que essa carta a uma mãe que perdera seu filho termine com as mesmas palavras de 1 Tessalonicenses 4:18, ainda que tenham um toque radicalmente diferente. Confortar uns aos outros, mesmo que não haja esperança? Era isso que ela estava dizendo. Que contraste com o que Paulo expressou aos tessalonicenses!”

“O propósito de Paulo para a passagem é descrito nas frases contrastantes no início e no fim. Paulo escreveu para que eles não se entristecessem como os que não têm esperança (1Ts 4:13). E ele pretendia que a verdade sobre a natureza da segunda vinda de Jesus desse a eles razões gloriosas para confortar uns aos outros em tempos de perda (1Ts 4:18).”

“Alguém uma vez disse: ‘Com o passar do tempo, estaremos todos mortos.’ Da perspectiva totalmente humana, isso está correto. Da perspectiva bíblica, no entanto, essa visão é muito estreita. Que grande esperança temos em Jesus e como podemos aprender a ter conforto nessa esperança agora?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 20 de agosto de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A esperança e a alegria de Paulo (1Ts 2:17-20)

Lições da Bíblia.

“Nos catorze versos que se estendem de 1 Tessalonicenses 2:17 até o capítulo 3:10, Paulo apresentou um relato cronológico de sua separação dos crentes de Tessalônica. O tema da amizade percorre a passagem. Esses tessalonicenses não eram apenas membros da comunidade de Paulo, mas verdadeiros amigos. Toda a passagem pulsa com profunda emoção.”

“Paulo desejava que todos os seus conselhos e advertências posteriores (apresentados em 1Ts 4; 5) fossem compreendidos à luz do seu amor e preocupação por eles. E por causa desse amor, ele havia obtido o direito de aconselhar a igreja ali. Os conselhos são mais bem recebidos quando são fundamentados no amor.”

“2. Por que Paulo desejava rever os tessalonicenses? O que o impedia? O que podemos aprender com o relato?” “Ora, nós, irmãos, orfanados, por breve tempo, de vossa presença, não, porém, do coração, com tanto mais empenho diligenciamos, com grande desejo, ir ver-vos pessoalmente. Por isso, quisemos ir até vós (pelo menos eu, Paulo, não somente uma vez, mas duas); contudo, Satanás nos barrou o caminho. Pois quem é a nossa esperança, ou alegria, ou coroa em que exultamos, na presença de nosso Senhor Jesus em sua vinda? Não sois vós? Sim, vós sois realmente a nossa glória e a nossa alegria! (1 Ts 2:17-20). ”Ele amava os irmãos; os tessalonicenses eram sua esperança, alegria e glória; Satanás impediu o caminho do apóstolo; os líderes devem lutar para estar perto da igreja amada; essa união não é do interesse do inimigo.”

“O verbo principal do verso 17 (normalmente traduzido com a ideia de ‘privar’ ou ‘separar’) tem suas raízes no conceito de se tornar órfão (‘orfanado’, RA). Quando Paulo foi forçado a deixar Tessalônica repentinamente, sentiu tão profundamente a perda do relacionamento como se seus pais tivessem falecido. Ele queria muito visitar aqueles irmãos porque sentia muita saudade deles. Eles estavam ausentes em pessoa, mas não no coração. Ele culpou a Satanás por seu atraso. Suas palavras aqui são outro texto na Bíblia que mostra a realidade do grande conflito.”

“O desejo que Paulo tinha de ver os crentes de Tessalônica, no entanto, estava enraizado em algo mais do que apenas relacionamento cotidiano. O foco estava no fim dos tempos. Paulo aguardava para ‘apresentá-los’ a Jesus após em Sua segunda vinda. Eles eram a validação do seu ministério por Cristo, sua alegria escatológica e motivo de satisfação! Paulo queria que no fim houvesse evidência de que sua vida tinha feito diferença na vida dos outros.”

“O que essa passagem também deve nos mostrar é que precisamos manter nossas prioridades em ordem. Nossa existência aqui é apenas uma ‘neblina’ [‘Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa.’ Tia. 4:14], mas é uma neblina de alcance eterno. A prioridade de Paulo estava no que é eterno, no que tem valor e importância duradouros. Afinal, se você realmente pensar sobre o destino deste mundo, o que realmente importa, a não ser a salvação dos perdidos?”

“Como tudo o que fazemos nesta vida afeta, de alguma forma, a salvação dos perdidos? Por mais agradável que seja falar sobre esse ideal, como podemos viver de acordo com ele?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 06 de agosto de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O manto de Eliseu

Lições da Bíblia.

“Então, [Eliseu] levantou o manto que Elias lhe deixara cair e, voltando-se, pôs-se à borda do Jordão. Tomou o manto que Elias lhe deixara cair, feriu as águas e disse: Onde está o Senhor, Deus de Elias? Quando feriu ele as águas, elas se dividiram para um e outro lado, e Eliseu passou” (2Rs 2:13, 14).

A passagem de 2 Reis 2:13,14, nos faz pensar na “travessia do Jordão e do Mar Vermelho” e simboliza a que “na volta de Jesus, atravessaremos o “Jordão”.

Após a ascensão do profeta Elias os profetas de Jericó tentaram encontra-lo em algum lugar nas redondezas, talvez esse atitude tenha sido por não terem visto a ascensão do profeta Elias, que o milagre tivesse sido grande demais para crê, faltou fé. “Vendo-o, pois, os discípulos dos profetas que estavam defronte, em Jericó, disseram: O espírito de Elias repousa sobre Eliseu. Vieram-lhe ao encontro e se prostraram diante dele em terra. E lhe disseram: Eis que entre os teus servos há cinquenta homens valentes; ora, deixa-os ir em procura do teu senhor; pode ser que o Espírito do SENHOR o tenha levado e lançado nalgum dos montes ou nalgum dos vales. Porém ele respondeu: Não os envieis. Mas eles apertaram com ele, até que, constrangido, lhes disse: Enviai. E enviaram cinquenta homens, que o procuraram três dias, porém não o acharam. Então, voltaram para ele, pois permanecera em Jericó; e ele lhes disse: Não vos disse que não fôsseis?” (2 Reis 2:15-18).

“A partir dos versos anteriores, é evidente que os profetas sabiam que Elias seria arrebatado. O texto não diz se eles próprios viram o evento. Em certo sentido, isso não importa muito, porque eles sabiam que o ‘Espírito do Senhor’ o havia levado. Para onde, entretanto, era outra questão. Por alguma razão eles acreditaram que Elias ainda podia ser encontrado ‘em algum monte ou em algum vale’ (v. 16, NVI). Talvez, despreparados para a ideia de alguém ser levado para o Céu dessa forma, eles imaginaram que o Senhor tivesse feito algo diferente com Elias. E apesar das palavras de Eliseu para que não se preocupassem tentando encontrá-lo, eles insistiram nisso, de todas as formas. Só então, possivelmente, depois que o procuraram e não encontraram, eles tenham percebido o que aconteceu. No entanto, mesmo assim, houve espaço para dúvidas. Será que o Senhor o colocou em algum monte ou vale que eles ainda não tinham verificado?”

“No fim, não importam as experiências nem os milagres que temos visto, ainda precisamos exercer fé, ou então, mais cedo ou mais tarde, a dúvida irá se insinuar e desafiar seriamente nossa experiência cristã.”

“Pense sobre alguma experiência poderosa que você teve com o Senhor. Sem dúvida, no momento e logo após, sua fé estava forte. Com o tempo, no entanto, o que aconteceu, especialmente à medida que a própria experiência começou a desaparecer no fluxo do tempo? Assim, por que é importante que você, diariamente, faça as coisas que podem ajudá-lo a a fortalecer sua fé?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 05 de maio de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O Santuário Celestial, Centro de Nossa Esperança.

Lições da Bíblia.

“No templo celestial, morada de Deus, acha-se o Seu trono, estabelecido em justiça e juízo. No lugar santíssimo está a Sua lei, a grande regra da justiça, pela qual a humanidade toda é provada. A arca que encerra as tábuas da lei se encontra coberta pelo propiciatório, diante do qual Cristo, pelo Seu sangue, pleiteia em prol do pecador. Assim se representa a união da justiça com a misericórdia no plano da redenção humana. Somente a sabedoria infinita poderia conceber esta união, e o poder infinito realizá-la; é uma união que enche o Céu todo de admiração e adoração. Os querubins do santuário terrestre, olhando reverentemente para o propiciatório, representam o interesse com que a hoste celestial contempla a obra da redenção. Este é o mistério da misericórdia a que os anjos desejam atentar: que Deus pode ser justo, ao mesmo tempo em que justifica o pecador arrependido e renova Suas relações com a raça decaída; que Cristo pode humilhar-Se para erguer inumeráveis multidões do abismo da ruína e vesti-las com as vestes imaculadas de Sua própria justiça, a fim de se unirem aos anjos que jamais caíram e habitarem para sempre na presença de Deus.

A obra de Cristo como intercessor do homem é apresentada na bela profecia de Zacarias, relativa Aquele, ‘cujo nome é Renovo’. Diz o profeta: ‘Ele mesmo edificará o templo do Senhor, e levará a glória, e assentar-Se-á, e dominará no Seu trono, e será sacerdote no Seu trono, e conselho de paz haverá entre Eles ambos.’ Zac. 6:13.

‘Ele mesmo edificará o templo do Senhor.’ Pelo Seu sacrifício e mediação, Cristo é tanto o fundamento como o edificador da igreja de Deus. O apóstolo Paulo indica-O como ‘a principal pedra de esquina; no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor. No qual também vós’, diz ele, "juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito’. Efés. 2:20-22.

Ele ‘levará a glória’. A Cristo pertence a glória da redenção da raça decaída. Através das eras eternas, o cântico dos resgatados será: ‘Àquele que nos ama, e em Seu sangue nos lavou dos nossos pecados, … a Ele glória e poder para todo o sempre.’ Apoc. 1:5 e 6.

‘E assentar-Se-á, e dominará no Seu trono, e será sacerdote no Seu trono.’ Agora não está ‘no trono de Sua glória’; o reino de glória ainda não foi inaugurado. Só depois que termine a Sua obra como mediador, Lhe dará Deus ‘o trono de Davi, Seu pai’, reino que ‘não terá fim’. Luc. 1:32 e 33. Como sacerdote, Cristo está agora assentado com o Pai em Seu trono (Apoc. 3:21). No trono, com o Ser eterno e existente por Si mesmo, é Ele o que ‘tomou sobre Si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre Si’; que ‘em tudo foi tentado, mas sem pecado’; para que possa ‘socorrer aos que são tentados’. ‘Se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai.’ Isa. 53:4; Heb. 4:15; 2:18; I João 2:1. Sua intercessão é a de um corpo ferido e quebrantado, de uma vida imaculada. As mãos feridas, o lado traspassado, os pés cravejados, pleiteiam pelo homem decaído, cuja redenção foi comprada com tão infinito preço.” (Ellen G. White, O grade conflito, p. 415-416).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 29 de abril de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Satanás na Terra

Lições da Bíblia.

“E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz” (2Co 11:14).

“Como todos sabemos muito bem, a queda de Satanás não afetou o Céu apenas, mas a Terra também, e sua queda e rebelião no Céu se manifestam aqui na Terra no que chamamos de ‘grande conflito’. Ele é real, amargo e envolve todos nós.”

O relato de Apocalipse 12:7-12 nos adverte e nos inspira esperança. “O conflito entre Cristo e Satanás, que começou no Céu, foi definido na cruz. Nessa guerra, devemos confiar no sangue do Cordeiro.” Houve peleja no céu. Miguel e os seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos; todavia, não prevaleceram; nem mais se achou no céu o lugar deles. E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, sim, foi atirado para a terra, e, com ele, os seus anjos. Então, ouvi grande voz do céu, proclamando: Agora, veio a salvação, o poder, o reino do nosso Deus e a autoridade do seu Cristo, pois foi expulso o acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus. Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida. Por isso, festejai, ó céus, e vós, os que neles habitais. Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta.” (Apoc. 12:7-12).

“Felizmente, por causa da cruz, por causa do que Jesus fez por nós ali, sabemos como tudo terminará. A vitória está garantida para todos os que estão cobertos pelo manto da perfeição de Cristo. Por isso, Satanás trabalha arduamente para impedir que o maior número possível de pessoas encontrem a justiça salvadora, que lhes garante um lugar na eternidade.”

“Assim como Satanás se transforma em anjo de luz, seus seguidores tentam nos atrair para uma falsa luz.” “E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz.” (2 Cor. 11:14).

“Satanás atua de várias formas para nos enganar, para nos afastar de um relacionamento de salvação com Cristo, e ele não reluta em usar outros professos cristãos para fazer exatamente isso. Na verdade, muitas vezes essa pode ser sua estratégia mais eficaz.”

“Perigos espirituais espreitam ao nosso redor (‘Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar;’ 1 Ped. 5:8). É importante lembrarmos, entretanto, que estamos lidando com um inimigo derrotado: o diabo perdeu, sua ruína é certa, seu domínio acabará. No entanto, de nós mesmos, não podemos lutar com ele e vencer. Nossa única esperança e força são encontradas nAquele que já o derrotou, e esse é Jesus. Sua vitória é nossa, desde que a supliquemos para nós mesmos, com fé e obediência.”

“Quais são as maneiras sutis pelas quais o diabo pode, lenta mas seguramente, passo a passo, minar nossa fé, se não formos cuidadosos? Que escolhas do dia a dia podemos fazer para garantir que ele não tenha sucesso?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 7 de abril de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Esperança e confiança em Deus

Lições da Bíblia.

“Sejam fortes e corajosos, todos vocês que esperam no Senhor!” (Sl 31:24, NVI). Que motivos temos para esperar no Senhor?

Estudos mostram que a esperança é um fator crítico para a saúde mental. Os reféns que mantêm a atitude de esperança apresentam maior probabilidade de sobrevivência. A esperança é um grande motivador e fonte de resistência mental e física. A maior parte dos tratamentos de depressão têm bons resultados em pacientes convencidos de que sua disposição pode melhorar significativamente e que podem ser ajudados. Realmente, a depressão e a ansiedade afligem frequentemente os que mantêm uma perspectiva pessimista, catastrófica e desesperada sobre a vida. Uma atitude esperançosa pode fazer enorme diferença em toda a nossa perspectiva mental.”

“Mas existe mais do que a esperança geral, a esperança de que, quaisquer que sejam suas provas no presente, tudo terminará bem. A esperança religiosa transcende o finito e se fixa no eterno. Aponta-nos realidades, verdades e promessas que o mundo, de si mesmo, nunca pode oferecer. É uma esperança encontrada no Deus Criador, o único que pode nos dar aquilo que o mundo jamais poderá nos oferecer.”

A confiança de Jesus no Pai, nos ensina que a esperança O susteve nas horas mais difíceis. “Em seguida, foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar; e, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo. Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres. E, voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. E, voltando, achou-os outra vez dormindo; porque os seus olhos estavam pesados. Deixando-os novamente, foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras.” (Mat. 26:36-44).

“A passagem nos fala sobre o estado abatido do Salvador. Palavras cuidadosamente escolhidas foram usadas para descrever as emoções angustiosas de Jesus: entristecer-Se, angustiar-Se (triste até à morte). De coração partido e tratado com desatenção por Seus amigos, Ele caiu não só sobre os joelhos, mas sobre o rosto e pediu socorro a Seu Pai. Quando não veio o socorro, Ele pediu novamente. E outra vez. Note que, cada vez que Ele apresentou Seu pedido, Ele pediu que fosse feita a vontade de Deus. Por fim, Jesus pôs toda a confiança no Pai. Não importava o que acontecesse, Ele buscou ser submisso ao Pai. Era assim que Ele agia, e é assim que devemos agir, também.”

“Uma coisa é confiar no Senhor quando tudo vai bem. Mas como podemos aprender a confiar nEle em circunstâncias adversas? Como podemos aprender a confiar quando as orações não são respondidas como desejamos?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – quinta-feira 24 de março de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Esperar pacientemente com esperança

Lições da Bíblia.

“Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando. (1 Ped. 4:12-13)

“Os poderes das trevas se adensam em torno da mente e excluem Jesus ao nosso olhar e, por vezes, só nos é possível, em espanto e aflição, esperar até que as nuvens passem. Há ocasiões em que esses períodos são terríveis. A esperança parece falhar, e o desespero, se apoderar de nós. Nessas horas tremendas, precisamos aprender a confiar, a depender unicamente dos méritos da expiação e, em toda a nossa impotente indignidade, nos lançar sobre os méritos do Salvador crucificado e ressurgido. Enquanto assim fizermos, nunca pereceremos – nunca! Quando resplandece a luz em nossa estrada, não é grande coisa ser forte no poder da graça. Mas esperar pacientemente com esperança quando nos achamos rodeados de nuvens e tudo parece escuro, requer fé e submissão que fazem com que nossa vontade seja absorvida pela vontade de Deus. Mui facilmente, ficamos desanimados e clamamos ansiosamente para que seja removida de nós a provação, quando devemos pedir paciência para resistir e graça para vencer” (Ellen G. White, Maravilhosa Graça, p. 114).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sexta-feira 18 de fevereiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF