Agradar a Deus (1Ts 2:4-6)

Lições da Bíblia.

“3. Qual era a motivação de Paulo para o ministério? Quais eram as alternativas do mundo? Por que muitos não percebem as diferenças e se enganam quanto à pureza dos próprios motivos? Por que é tão fácil alguém se enganar?” "pelo contrário, visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar ele o evangelho, assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração. A verdade é que nunca usamos de linguagem de bajulação, como sabeis, nem de intuitos gananciosos. Deus disto é testemunha. Também jamais andamos buscando glória de homens, nem de vós, nem de outros.” (1 Ts 2:4-6). “Agradar o Senhor, que prova o coração; o mundo busca agradar a homens; quando as pessoas não têm consciência do juízo divino, enganam aos outros e a si mesmos, usando linguagem de bajulação.”

“Apalavra geralmente traduzida como ‘aprovados’ (1Ts 2:4) reflete a ideia de teste ou exame. Os apóstolos permitiram que Deus pusesse à prova a integridade de sua vida e intenções. O objetivo desse teste era garantir que o evangelho que pregavam não seria distorcido pela divergência entre o que eles pregavam e o que praticavam.”

“Os filósofos populares da época escreviam sobre a importância do autoexame. Eles ensinavam que, se você quiser fazer diferença no mundo, precisa examinar constantemente seus motivos e intenções. Paulo leva essa ideia um passo adiante. Além da autoavaliação, ele foi examinado por Deus. O Senhor verificou que a pregação de Paulo era coerente com sua vida interior. Em última instância, somente Deus merece ser agradado.”

“Os seres humanos precisam de um senso de valor para atuar. Muitas vezes procuramos esse valor acumulando bens, por meio de realizações ou das opiniões positivas que os outros expressam sobre nós. Mas todas essas fontes de autoestima são frágeis e muito transitórias. A autoestima genuína e duradoura é encontrada apenas por intermédio do evangelho. Quando compreendemos plenamente que Cristo morreu por nós, começamos a experimentar um senso de valor que nada neste mundo pode abalar.”

“4. Que outras coisas podem motivar os mensageiros?” “A verdade é que nunca usamos de linguagem de bajulação, como sabeis, nem de intuitos gananciosos. Deus disto é testemunha. Também jamais andamos buscando glória de homens, nem de vós, nem de outros.” (1 Ts 2:5-6). “Intuitos gananciosos; a glória dos homens.”

“O conceito de bajulação retoma o tema de agradar pessoas, um fundamento fraco para o evangelismo. Paulo não estava motivado pelo que as outras pessoas pensavam dele. Ele também excluiu outra motivação mundana para o ministério: o dinheiro. Pessoas que foram abençoadas pelo ministério de alguém geralmente ficam ansiosas para dar dinheiro para esse ministério ou para comprar seus produtos. Isso pode tentar os obreiros de Deus a perder o foco da única motivação que realmente importa: agradar a Deus.”

“O que em sua vida agrada a Deus, e por quê? O que não agrada?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 31 de julho de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O caráter dos apóstolos (1Ts 2:3)

Lições da Bíblia.

2. O que Paulo declarou a respeito dos seus motivos para ensinar e exortar? Pois a nossa exortação não procede de engano, nem de impureza, nem se baseia em dolo;” (1 Ts 2:3). “Paulo não queria agradar a homens, mas a Deus; sua exortação não tinha engano, impureza nem dolo.”

“Era muito conhecido no mundo antigo o conceito de que havia três chaves para persuadir as pessoas a mudar suas ideias ou práticas. As pessoas julgam o poder de um argumento com base no caráter (em grego: ethos) do orador, na qualidade ou lógica do argumento (logos), e no poder do apelo do orador sobre as emoções ou interesse (pathos) do ouvinte. Em 1 Tessalonicenses 2:3-6, Paulo focalizou o caráter dos apóstolos como um importante elemento da pregação que promoveu mudanças radicais entre os tessalonicenses.”

“Nesses versos, Paulo traçou um contraste entre ele e os filósofos populares, cuja pregação muitas vezes era motivada pelo benefício pessoal (veja a lição 3). Paulo usou três palavras no verso 3 para descrever possíveis motivações equivocadas para a pregação ou ministério.”

“A primeira é ‘engano’, um erro intelectual. Um pregador podia estar entusiasmado com uma ideia que estivesse simplesmente errada. Poderia estar totalmente sincero, mas iludido. Ele poderia pensar que estivesse fazendo o bem aos outros, mas ser motivado por ideias falsas.”

“A segunda palavra é ‘impureza’, ou ‘imundícia.’ As pessoas são atraídas por indivíduos amplamente conhecidos por seu poder, ideias ou desempenho. Algumas figuras públicas podem ser motivadas pelas oportunidades sexuais que vêm com a fama ou notoriedade.”

“A terceira palavra é mais bem traduzida por ‘dolo’ ou ‘fraudulência’. Nesse caso, o orador estaria ciente de que as ideias apresentadas estavam erradas, mas conscientemente tentaria enganar as pessoas a fim de se beneficiar.”

Paulo e Silas não eram motivados por nenhuma dessas coisas. Se tivessem sido, sua experiência em Filipos provavelmente teria feito com que abandonassem a pregação. A ousadia que eles demonstravam em Tessalônica era possível somente pelo poder de Deus atuando por meio deles. O poder que o evangelho teve em Tessalônica (1Ts 1:5) em parte era devido ao caráter dos apóstolos, que brilhava em suas apresentações. Os argumentos lógicos e apelos emocionais não eram suficientes. O caráter deles estava de acordo com suas declarações. Essa autenticidade tem um poder tremendo no mundo de hoje, como tinha nos tempos antigos.”

“Pense em seus motivos para tudo que faz. Eles são puros, livres de erro, dolo e impureza? Se eles não são o que deveriam ser, como você pode mudar para melhor?” “Circuncidai, pois, o vosso coração e não mais endureçais a vossa cerviz.” (Deut. 10:16). “tudo posso naquele que me fortalece.” (Filip. 4:13). “Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões. Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado. Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar. Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe. Eis que te comprazes na verdade no íntimo e no recôndito me fazes conhecer a sabedoria. Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que exultem os ossos que esmagaste. Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável.” (Sal. 51:1-10).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 30 de julho de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Ousadia no sofrimento (1Ts 2:1, 2) “[…] apesar de maltratados e ultrajados […], tivemos ousada confiança em nosso Deus, para vos anunciar o evangelho […]”

Lições da Bíblia.

1. Leia 1 Tessalonicenses 2:1, 2, à luz de Atos 16. Que conexão Paulo fez entre seu ministério anterior em Filipos e seu ministério em Tessalônica? “Porque vós, irmãos, sabeis, pessoalmente, que a nossa estada entre vós não se tornou infrutífera; mas, apesar de maltratados e ultrajados em Filipos, como é do vosso conhecimento, tivemos ousada confiança em nosso Deus, para vos anunciar o evangelho de Deus, em meio a muita luta.” (1 Ts 2:1-2). Navegando, pois, de Trôade, fomos em direitura a Samotrácia, e no dia seguinte a Neápolis; e dali para Filipos, que é a primeira cidade desse distrito da Macedônia, e colônia romana; e estivemos alguns dias nessa cidade. No sábado saímos portas afora para a beira do rio, onde julgávamos haver um lugar de oração e, sentados, falávamos às mulheres ali reunidas. E certa mulher chamada Lídia, vendedora de púrpura, da cidade de Tiatira, e que temia a Deus, nos escutava e o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia. Depois que foi batizada, ela e a sua casa, rogou-nos, dizendo: Se haveis julgado que eu sou fiel ao Senhor, entrai em minha casa, e ficai ali. E nos constrangeu a isso. Ora, aconteceu que quando íamos ao lugar de oração, nos veio ao encontro uma jovem que tinha um espírito adivinhador, e que, adivinhando, dava grande lucro a seus senhores. Ela, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: São servos do Deus Altíssimo estes homens que vos anunciam um caminho de salvação. E fazia isto por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou- se e disse ao espírito: Eu te ordeno em nome de Jesus Cristo que saias dela. E na mesma hora saiu. Ora, vendo seus senhores que a esperança do seu lucro havia desaparecido, prenderam a Paulo e Silas, e os arrastaram para uma praça à presença dos magistrados. E, apresentando-os aos magistrados, disseram: Estes homens, sendo judeus, estão perturbando muito a nossa cidade. e pregam costumes que não nos é lícito receber nem praticar, sendo nós romanos. A multidão levantou-se à uma contra eles, e os magistrados, rasgando-lhes os vestidos, mandaram açoitá-los com varas. E, havendo-lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança. Ele, tendo recebido tal ordem, os lançou na prisão interior e lhes segurou os pés no tronco. (At 16:11-24). “Paulo foi perseguido em Filipos e também em Tessalônica, mas o evangelho obteve frutos em ambos os lugares, pelo poder de Deus e ousadia dos apóstolos; eles tinham coragem de pregar em meio ao sofrimento.”

“Em 1 Tessalonicenses 2:1 são retomados os temas do capítulo 1. A expressão ‘vós, irmãos, sabeis’ do verso 1 relembra a mesma linguagem de 1 Tessalonicenses 1:5. E a referência de Paulo à ‘estada’ ou ‘visita’ (NVI) à igreja relembra 1 Tessalonicenses 1:9. Assim, Paulo continuou os temas que ele levantou no primeiro capítulo da carta. O fim do capítulo anterior estava relacionado com o que ‘todos’ sabiam sobre os tessalonicenses. Neste capítulo ele considera o que os leitores sabiam acerca dos apóstolos e o comprometimento deles com a fé.”

“Paulo lembrou como ele e Silas foram maltratados de modo vergonhoso em Filipos em virtude da pregação do evangelho. No longo caminho de Filipos a Tessalônica, cada passo era uma lembrança dolorosa desse tratamento cruel. Sem dúvida, eles traziam sinais exteriores da dor, mesmo no momento da chegada a Tessalônica. Nesse ponto, teria sido fácil adotar uma abordagem menos direta para o evangelismo na nova cidade. Depois de tudo que tinham acabado de passar, quem iria censurá-los?”

“Mas os tessalonicenses se mostraram ansiosos por receber a verdade e abertos para ela. A realidade dizia: ‘Jamais pregue o evangelho novamente.’ Mas, no meio da dor e do sofrimento, Deus estava dizendo a Paulo e Silas: ‘Sejam ousados. Sejam fortes!’ Por isso, eles ‘começaram a ser ousados’ (1Ts 2:2, tradução do autor), apesar da probabilidade de que a perseguição se repetisse. Havia um forte e evidente contraste entre sua condição humana (e todas as fragilidades que vêm com ela) e o poder que Deus lhes concedia.”

“No fim, o Senhor usou essas circunstâncias exteriores para Sua glória. As feridas visíveis dos pregadores evidenciavam duas coisas aos tessalonicenses. Primeira, sua pregação do evangelho realmente era o resultado de sua convicção pessoal. Eles não estavam fazendo isso para benefício pessoal (veja 1Ts 2:3-6). Segunda, ficou claro para os ouvintes que Deus estava de uma forma poderosa com Paulo e Silas. O evangelho que eles pregavam não era apenas uma concepção intelectual, mas era acompanhado pela presença viva do Senhor, como revelado na vida dos apóstolos (v. 13).”

“O que você apontaria como evidência de que Deus mudou sua vida? Essa evidência é percebida pelos outros?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – domingo 29 de julho de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O exemplo apostólico (1Ts 21-12)

Lições da Bíblia.

“Visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar Ele o evangelho, assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração” (1Ts 2:4).

“Pensamento-chave: Ao revelar qual deve ser o verdadeiro motivo do ministério, Paulo pode nos ajudar a examinar nosso coração e nossa vida à luz do evangelho.”

“A causa de Cristo é melhor servida quando somos motivados pelo desejo de agradar a Deus em tudo que fazemos e estamos dispostos a colocar as necessidades dos outros realmente antes das nossas.”

“A lição desta semana marca uma importante transição dos argumentos da primeira carta aos Tessalonicenses. Paulo partiu do foco na igreja (1Ts 1:2-10) para o foco nos apóstolos e na experiência deles em Tessalônica (1Ts 2:1-12). No capítulo anterior, Paulo deu graças a Deus porque os cristãos em Tessalônica seguiram o exemplo dele e, por sua vez, tornaram-se modelos de fidelidade. Agora, em 1 Tessalonicenses 2:1-12, ele examinou com mais profundidade o tipo de vida que permite aos apóstolos atuar como exemplos a ser seguidos.”

“Embora existam muitas possíveis motivações para o ensino, pregação e serviço, Paulo apontou a mais importante: que o ministério seja agradável a Deus. Paulo estava menos preocupado com o crescimento numérico da igreja do que com seu crescimento, por meio da graça de Deus, nos princípios espirituais corretos.”

“Nesta lição vislumbramos a vida íntima de Paulo. Ele a expôs de um modo que nos desafia a alinhar nossas esperanças espirituais, sonhos e motivações para que agrademos a Deus e influenciemos os outros de modo correto.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 28 de julho de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Alegria e gratidão 1Ts 1:1-10 (Vídeo)

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana:

 

“A chegada de Silas e Timóteo, vindos da Macedônia enquanto Paulo se encontrava em Corinto, alegrara muito o apóstolo. Eles trouxeram ‘boas notícias’ da ‘fé e caridade’ dos que haviam aceitado a verdade durante a primeira visita dos mensageiros evangélicos a Tessalônica. O coração de Paulo se comoveu com a mais terna simpatia para com esses crentes que, em meio às provações e adversidades, se haviam mantido fiéis a Deus. Desejou muito visitá-los pessoalmente. Como, porém, isso fosse impossível então, escreveu-lhes.”

“Nessa carta à igreja de Tessalônica, o apóstolo expressou sua gratidão a Deus pelas alegres novas do progresso por eles alcançado na fé […]. Muitos dos crentes de Tessalônica se haviam convertido dos ídolos a Deus, ‘para servir o Deus vivo e verdadeiro’… O apóstolo declarou que, em sua fidelidade em seguir ao Senhor, eles haviam sido ‘exemplo para todos os fiéis na Macedônia e Acaia’” (1Ts 1:6-9, RC; Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 255, 256).

Perguntas para reflexão

“1. Pense mais na questão dos modelos, além de Jesus. Que vantagens e desvantagens vêm com eles?”

“2. Se as pessoas ao seu redor estivessem procurando evidências da fé, o que eles achariam em sua igreja? O que poderia, ou deveria, ser diferente?”

“3. Por que é tão importante encorajar os outros? Ao mesmo tempo, por que devemos ter cuidado ao fazer isso?”

“4. Pense na importância da doutrina da volta de Jesus para nossa fé. Que boas razões temos para confiar em algo tão radical, tão diferente de tudo que já aconteceu antes?”

“Resumo: Paulo encontrou muita alegria em oferecer ações de graças a Deus pelas muitas evidências de Sua obra na vida dos crentes de Tessalônica. Ao compartilhar o conteúdo de suas orações com eles, Paulo esperava motivá-los a continuar crescendo na fé e em seus esforços para evangelizar os outros.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 27 de julho de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Mais evidências da fé (1Ts 1:8-10)

Lições da Bíblia.

“8. Que evidências adicionais da fé dos tessalonicenses foram apresentadas por Paulo?” “Porque de vós repercutiu a palavra do Senhor não só na Macedônia e Acaia, mas também por toda parte se divulgou a vossa fé para com Deus, a tal ponto de não termos necessidade de acrescentar coisa alguma; pois eles mesmos, no tocante a nós, proclamam que repercussão teve o nosso ingresso no vosso meio, e como, deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro e para aguardardes dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura.” (1 Ts 1:8-10). “Deixaram os ídolos, se converteram a Deus, serviam o Deus vivo e verdadeiro e aguardavam a volta do Filho de Deus, que havia ressuscitado e salva da ira vindoura.”

“Paulo continuou a sentença iniciada no verso 2, explicando como sabia que os tessalonicenses se tornaram modelo ou exemplo para os outros crentes na Macedônia (onde Tessalônica estava localizada) e Acaia (onde Corinto estava localizada).”

“Primeiro, eles eram modelo de esforço evangelístico e sucesso. Partindo deles, a Palavra de Deus ‘propagou-se’ (NVI) nessas províncias e além delas. Paulo também considerava que eles tinham uma fé exemplar por causa de sua receptividade a ele e ao evangelho. Eles estavam dispostos a ser ensinados. Também estavam dispostos a fazer mudanças radicais na vida, como abandonar ídolos e outras formas populares de adoração.”

“A comunicação era relativamente rápida no antigo mundo romano, graças às estradas romanas bem construídas e às frequentes viagens. Assim, a alegação de que a fé que eles tinham era conhecida ‘por toda parte’ pode indicar que as pessoas em lugares como Roma e Antioquia já a haviam mencionado em suas comunicações com Paulo.”

“Também é verdade que as pessoas querem viver de acordo com as expectativas dos outros. O elogio contém uma expectativa implícita. Elogiando a sua fé de maneira tão irresistível, Paulo os estava incentivando a crescer mais e mais nessa fé.”

“Parece que havia algo especialmente notável sobre a conversão deles. Sendo pagãos idólatras, eles tiveram que superar duas grandes barreiras. Primeiro foi a ‘mensagem louca’ sobre um Homem que havia sido morto e voltara à vida. E havia o fato de que essa ‘mensagem louca’ era judaica. Muitos gentios provavelmente riram quando ouviram a mensagem cristã. Os tessalonicenses, não. Em vez disso, eles reorganizaram completamente a vida à luz do evangelho.”

“Os crentes de Tessalônica eram verdadeiros missionários. Seu coração estava inflamado de zelo pelo seu Salvador, que os livrara do temor da ‘ira futura’ (1Ts 1:10, RC). Mediante a graça de Cristo, uma transformação maravilhosa se havia operado na vida deles; e a Palavra do Senhor, pregada por eles, era acompanhada de poder. Por intermédio das verdades apresentadas, corações foram alcançados e pessoas, acrescentadas ao número dos cristãos” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 256).

“Leia novamente 1 Tessalonicenses 1:10. Sobre o que Paulo estava falando ali? O que é a ‘ira vindoura’? O que a ressurreição de Jesus tem a ver com essa questão? Por que essa promessa é tão importante para os que creem?” “Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.” (1 Cor. 15:12-17). Eu sei, replicou Marta, que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia. Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá;” (João 11:24-25).Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno.” (Dan. 12:2).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 26 de julho de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Fazer o que Paulo faria (1Ts 1:6, 7)

Lições da Bíblia.

“7. Por que os tessalonicenses se tornaram imitadores de Paulo? Como devemos entender isso à luz da ideia de que Cristo é nosso maior exemplo?” “Com efeito, vos tornastes imitadores nossos e do Senhor, tendo recebido a palavra, posto que em meio de muita tribulação, com alegria do Espírito Santo, de sorte que vos tornastes o modelo para todos os crentes na Macedônia e na Acaia.” (1 Ts 1:6-7). ”Paulo recebia e pregava a Palavra com alegria, apesar das perseguições; Paulo imitava a Cristo, os tessalonicenses imitavam Paulo e se tornavam modelo para outras igrejas.”

“A maioria das traduções não mostra isso, mas no verso 6 Paulo continuou a mesma sentença iniciada no verso 2 e estendida até o verso 10. O tema principal dessa longa passagem é a lista dos motivos de Paulo para a gratidão apresentada em suas orações. Os versos 6 e 7 adicionam dois itens a essa ação de graças, com base no ‘porque’ (NIV) do início do verso 5. Paulo dava graças (v. 2) porque (v. 5, NVI) os tessalonicenses o imitavam e aos seus colaboradores, e se haviam tornado um exemplo a imitar (v. 6, 7).”

“Muitas vezes advertimos as pessoas de que é perigoso imitar outras pessoas, a não ser Cristo. Isso é verdade, porque até mesmo as melhores pessoas nos decepcionarão algumas vezes. Mas a realidade é que precisamos de exemplos. As pessoas precisam umas das outras, por vezes, para orientação, conselho e ajuda para lidar com questões específicas e momentos difíceis. Quem nunca experimentou a bênção de um bom conselho e de um bom exemplo?”

“Além disso, queiramos ou não, uma vez que nos tornamos líderes na igreja, as pessoas nos imitarão. Por isso é muito importante que os cristãos ‘veteranos’ vivam o que pregam e exemplifiquem na vida as coisas que dizem.”

“Ao mesmo tempo, Paulo apresentou alguns cuidados. Em primeiro lugar, a imitação (v. 6) segue o recebimento do evangelho (v. 5). O foco central dos tessalonicenses estava em receber a Palavra de Deus e aplicá-la diretamente à vida por meio do Espírito Santo. Sempre podemos confiar na Palavra de Deus. Em segundo lugar, Paulo os encaminhou ao Senhor como principal modelo (v. 6). O que Jesus fez, e faria, é um modelo muito mais seguro do que o que o próprio Paulo faria. Afinal, Paulo não tinha ilusões sobre si mesmo nem sobre seu caráter (1Tm 1:15).”

“Tendo dito isso, no entanto, Paulo afirmou o desejo dos tessalonicenses de imitá-lo como amado professor e conselheiro, e também de se tornarem modelos dignos de imitação. Nesse caso específico, o que estava sendo exemplificado era a alegria no sofrimento. O sofrimento pode tornar alguém mais amargo ou melhor. No contexto do evangelho e do poder do Espírito Santo, os tessalonicenses descobriram a alegria sobrenatural em meio ao sofrimento, assim como Paulo e Silas haviam descoberto antes (At 16:22-25).”

“Que tipo de modelo você apresenta na igreja? Que coisas em sua vida os outros devem seguir? Em que aspectos seu exemplo precisa ser aperfeiçoado?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 25 de julho de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Segurança em Cristo (1Ts 1:5)

Lições da Bíblia.

5. Como podemos obter a certeza de que estamos justificados diante de Deus? Na vida dos tessalonicenses, quais eram as três evidências que indicavam que eles estavam justificados diante de Deus? “porque o nosso evangelho não chegou até vós tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção, assim como sabeis ter sido o nosso procedimento entre vós e por amor de vós.” (1 Ts 1:5). “Por meio da convicção, do poder e da presença do Espírito Santo, que revelam o evangelho em nossa vida; os tessalonicenses manifestavam essa experiência.”

“O verso 5 começa com ‘pois’ ou ‘porque’. Nesse verso Paulo descreveu os motivos para sua convicção de que os tessalonicenses foram ‘escolhidos’ por Deus (1Ts 1:4). Ele também destacou razões adicionais para suas orações tão cheias de gratidão (1Ts 1:2). Paulo se alegrou com as evidências práticas de que os tessalonicenses responderam a Deus e de que Ele os havia aprovado.”

“Paulo começou o verso revelando alegria por causa do sinal visível e exterior da posição dos tessalonicenses diante do Senhor. Sua aceitação do evangelho não foi apenas um assentimento mental aos ensinamentos ou doutrina. Sua vida diária revelava a presença e o poder de Deus. Na vida diária da igreja, aconteciam coisas que só podiam ser explicadas como intervenção divina. Orações eram atendidas e vidas, transformadas. A realidade de sua fé se manifestava em suas obras.”

“6. Como podemos saber se o Espírito Santo está realmente na nossa vida e na igreja?” Por meio da manifestação prática do fruto do Espírito, em oposição às obras da carne; a pessoa que recebe o Espírito, recebe Seus dons e realiza Sua obra, segundo Sua vontade.” Gl 5:19-23; “A respeito dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes. Sabeis que, outrora, quando éreis gentios, deixáveis conduzir-vos aos ídolos mudos, segundo éreis guiados. Por isso, vos faço compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus afirma: Anátema, Jesus! Por outro lado, ninguém pode dizer: Senhor Jesus!, senão pelo Espírito Santo. Ora, os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo. E também há diversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade nas realizações, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em todos. A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso. Porque a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento; a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar; a outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las. Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente.” (1 Cor. 12:1-11). “Por meio da manifestação prática do fruto do Espírito, em oposição às obras da carne; a pessoa que recebe o Espírito, recebe Seus dons e realiza Sua obra, segundo Sua vontade.”

“O ‘fruto’ do Espírito é uma poderosa evidência de que Deus está atuando ativamente. Coisas como amor, alegria e paz podem ser falsificadas somente por algum tempo, mas, nas dificuldades dos relacionamentos diários na igreja, o verdadeiro é finalmente separado do falso. Quando o Espírito Santo é uma presença viva, coisas que não são naturais para os seres humanos pecadores começam a se tornar naturais. Os cristãos acabam praticando atos de graça e bondade que não haviam ocorrido antes. Paulo viu muitas evidências de que a vida dos tessalonicenses havia sido transformada pela operação sobrenatural do Espírito.”

“Para ele, a evidência final de que Deus havia escolhido os tessalonicenses era a profunda convicção e certeza interior que eles demostravam de que o evangelho era verdadeiro e de que Deus estava em sua vida. Embora tais convicções não sejam confirmadas em todos os casos, a firme certeza de que estamos justificados diante de Deus geralmente acompanha o evangelho genuíno.”

“Quanta certeza da salvação você tem? Em que essa certeza deve estar apoiada?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 24 de julho de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF