Culpa

Lições da Bíblia

Se Tu, soberano Senhor, registrasses os pecados, quem escaparia? Mas contigo está o perdão para que sejas temido” (Salmo 130:3, 4, NVI).

“O sentimento de culpa surge de um pecado não confessado, mas o reconhecimento e o perdão do pecado traz liberdade, paz, alegria e vida abundante que começa agora e se estende para a eternidade. A culpa é uma parte inevitável da condição humana, mas isso não deve ser o fim da história. E é por isso que Deus tem provido o remédio.”

“O senso de culpa é uma das experiências emocionais mais dolorosas e incapacitadoras. Pode provocar vergonha, medo, tristeza, raiva, angústia e até enfermidade física. Embora frequentemente sejam desagradáveis, esses sentimentos podem ser usados por Deus para levar os pecadores ao arrependimento e ao pé da cruz, onde podem achar o perdão tão desejado. Às vezes, porém, o mecanismo da culpa faz com que as pessoas assumam a culpa por algo pelo que não são responsáveis, como no caso de alguns sobreviventes de acidentes ou filhos de pais divorciados.”

“Mas quando o senso de culpa é justificado, serve como boa consciência. A culpa produz desconforto suficiente para levar a pessoa a fazer algo sobre ela. Dependendo das escolhas pessoais, a culpa pode ser altamente destrutiva, como no caso de Judas, ou altamente positiva, como no caso de Pedro.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sábado 22 de janeiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Somos membros uns dos outros

Lições da Bíblia

Leia Efésios 4:25-32 e destaque as palavras que tocam mais diretamente seu coração. Reflita em todas as coisas que você pode fazer, com a ajuda de Deus, para melhorar seu relacionamento com outras pessoas. “Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros. Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo. Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado. Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem. E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.” (Efés. 4:25-32)

“Expressões ásperas, despóticas, não se harmonizam com a sagrada obra que Cristo deu a Seus ministros. Quando a experiência diária é olhar a Jesus e dEle aprender, haveis de revelar caráter são e harmônico. Abrandai vossas manifestações, e não vos permitais proferir palavras condenatórias. Aprendei do grande Mestre. As expressões de bondade e simpatia farão bem como um remédio, e curarão almas em desespero. O conhecimento da Palavra de Deus, introduzido na vida prática, terá uma força saneadora e suavizante. A aspereza no falar nunca há de produzir bênçãos para vós, nem a nenhuma outra alma.” (Ellen G. White, Obreiros evangélicos, p. 163-164).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sexta-feira 21 de janeiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Edificando uns aos outros

Lições da Bíblia

Devemos usar palavras edificantes, cheias de graça, e aplica-las a nossa própria vida e nos relacionamentos interpessoais. Disse o apóstolo Paulo: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem.” (Efés. 4:29). “Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente, como também estais fazendo.” (1 Tess. 5:11). “Assim, pois, seguimos as coisas da paz e também as da edificação de uns para com os outros.” (Rom. 14:19).

“Paulo aconselhou as comunidades da primeira igreja a evitar a deterioração dos relacionamentos pessoais no ‘corpo de Cristo’. Muitas dificuldades interpessoais vêm de tentar destruir uns aos outros e, no processo, ofender toda a comunidade. Aqueles que tomam parte em fofocas e calúnias tendem eles próprios a ter problemas — sentimentos de inferioridade, necessidade de ser notado, desejo de controlar ou ter poder e outras inseguranças. Essas pessoas precisam de ajuda para abandonar esse modo nocivo de lidar com seus conflitos internos.”

“Sentir-se realmente bem sobre si mesmo ajuda a evitar se envolver em fofoca e calúnia. Os membros do corpo de Cristo precisam considerar-se privilegiados por ter recebido o dom da salvação “Guarda-me como a menina dos olhos, esconde-me à sombra das tuas asas,” (Sal. 17:8) “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;” (1 Ped. 2:9). Com essa compreensão, a ênfase passa a ser a edificação mútua. Palavras de encorajamento e aprovação, ênfase no lado positivo das coisas, humildade e uma atitude alegre são modos de sustentar aqueles que têm problemas pessoais.”

“Outra forma de ajudar é servir como mediadores de relacionamentos. Jesus chamou os pacificadores de ‘bem-aventurados’ e ‘filhos Deus’ (Mt 5:9), e Tiago diz que os pacificadores colherão ‘o fruto da justiça’(Tg 3:18).”

A regra básica para todos os relacionamentos é bem clara nas palavras de Jesus: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas.” (Mat. 7:12).

“Esse princípio pode ser considerado uma joia inestimável para os relacionamentos sociais. É positivo, está baseado no amor, é universal e estende a lei acima e além da lei humana. A ‘regra áurea’ também traz benefícios práticos a todos os envolvidos.”

“Um agricultor chinês estava cuidando de seu arrozal nos terraços de uma montanha com vista para o vale e o mar. Um dia, ele viu o início de um tsunami – o mar retrocedeu, deixando uma larga porção da baía exposta, e ele sabia que a água voltaria com força, destruindo tudo no vale. Ele pensou em seus amigos que trabalhavam no vale e decidiu atear fogo a seu campo de arroz. Imediatamente, seus amigos subiram a montanha para apagar o fogo e, assim, escaparam da morte na onda assassina. Como resultado desse espírito de ajuda mútua, a vida deles foi salva. A lição é clara.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – quinta-feira 20 de janeiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Confessai… os vossos pecados uns aos outros

Lições da Bíblia

Tiago nos aconselha a confessarmos uns aos outros os nossos pecados, àqueles a quem ofendemos. Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.” (Tia. 5:16)

“O pecado contra meu próximo requer que eu confesse a ele a fim de obter perdão e para restabelecer o relacionamento. Também mostra que estou disposto a assumir a responsabilidade pelo que fiz e que espero aceitação e perdão e neles confio. Pela graça de Deus, uma pessoa nobre concederá perdão, não importando o tamanho da ofensa.”

“Existe ainda uma interpretação adicional do texto de Tiago, que oferece grandes possibilidades de cura. A confissão de pecados, erros e transgressões a alguém em quem você confia traz cura emocional. O ato de abrir a própria imperfeição a um amigo cristão piedoso ajuda a aliviar o fardo do pecado. Além disso, a confissão mútua aprofunda os relacionamentos interpessoais. Confiar e ser objeto de confiança provê o elo que torna a amizade genuína e duradoura. De fato, toda a profissão de aconselhamento está fundada no princípio de que a exposição dos problemas faz bem. Embora haja doenças mentais que necessitem de tratamento profissional, muitos sentimentos de angústia podem ser aliviados no nível da igreja e da comunidade. E isso é especialmente verdade com os problemas criados pela deterioração dos relacionamentos interpessoais – desentendimentos, calúnia, ciúmes, etc. Seguir o conselho de Tiago não só alivia o fardo psicológico como também traz força renovada para mudar o comportamento destrutivo.”

“Agora, uma palavra de precaução. Embora a revelação dos pecados cometidos a um amigo próximo possa trazer muito alívio, também deixa a pessoa vulnerável. Sempre existe o risco de que o amigo revele a outros a confidência, e isso é destrutivo para as partes envolvidas.”

“Mais importante é que sempre podemos confessar nossas transgressões ao Senhor, em plena confiança e com a certeza segura do perdão. ‘lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.’ (1 Ped. 5:7). Os relacionamentos defeituosos podem trazer incerteza e até temor e ansiedade. Outros podem ajudar, mas a ajuda mais segura vem do Senhor Jesus, que, a qualquer momento, está disposto a tomar todos os nossos cuidados, deixando-nos com um senso genuíno de alívio por ter deixado nossos fardos em Suas mãos.

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – quarta-feira 19 de janeiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Perdão

Lições da Bíblia

“É possível manter as aparências de uma vida religiosa rica e significativa, mas ter sérios problemas de relacionamento. É um fato da vida que, como seres humanos, frequentemente atingimos as pessoas e causamos dor uns aos outros , mesmo – e às vezes especialmente – na igreja. Consequentemente, é importante aprender a arte do perdão.”

O apóstolo Paulo nos dá alguns conselhos a respeito do trato interpessoal? “Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.” (Efés. 4:32).

”Só recentemente a profissão de aconselhamento começou a considerar mais positivamente a importância dos princípios espirituais sobre a saúde mental. Por décadas, religião e espiritualidade foram consideradas por muitos psicólogos e conselheiros a fonte fundamental de culpa e medo. Hoje, nem tanto. Muitos utilizam os efeitos protetores de um ponto de vista cristão comprometido. ‘Terapias’ como oração, jornadas espirituais, memorização de textos bíblicos-chave e protocolos de perdão hoje têm sua eficácia reconhecida por ajudar muitos a vencer variadas perturbações emocionais. O perdão é reconhecido como uma das estratégias mais confortantes, embora a habilidade de perdoar e ser perdoado verdadeiramente venha só de Deus em um coração transformado por Ele ‘Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne.’ (Ez 36:26).”

Jesus ensinou muito a respeito do perdão: “Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta. Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz, ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão.” (Mat. 5:23-25). “Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se, por sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe.” (Luc. 17:3-4). “Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes.” (Luc. 23:34)

“Às vezes, pode-se pensar que é virtualmente impossível conceder perdão. Mas nenhum ser humano já alcançou a extensão do que Jesus sofreu no caminho da dor e humilhação: o Rei e Criador do Universo foi injustamente degradado e crucificado por Suas criaturas. Mas, em completa humildade, Jesus tanto Se importou com elas que implorou ao Pai por seu perdão.”

“Às vezes, as pessoas fazem mal a outras sem compreender totalmente a dor que estão provocando. Em outras ocasiões, as pessoas ofendem as outras porque são inseguras ou têm problemas pessoais, e tentam obter alívio ferindo os outros. Como a percepção dos problemas dos outros pode nos ajudar a oferecer perdão? Como você pode aprender a perdoar os que estão tentando feri-lo(a) propositalmente?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – terça-feira 18 de janeiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Pagando o mal com o bem

Lições da Bíblia

O apóstolo Pedro descreve alguns traços de caráter cristão: “Finalmente, sede todos de igual ânimo, compadecidos, fraternalmente amigos, misericordiosos, humildes, não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo, pois para isto mesmo fostes chamados, a fim de receberdes bênção por herança. Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente; aparte-se do mal, pratique o que é bom, busque a paz e empenhe-se por alcançá-la. Porque os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas, mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males.” (1 Ped. 3:8-12)

“Jesus modernizou a regra ‘olho por olho’ pela norma de voltar a outra face (Mt 5:38, 39). Esse era um conceito revolucionário na época, e ainda é hoje em muitas culturas e tradições. Infelizmente, até mesmo os cristãos raramente pagam o mal com o bem. Mas Jesus continua dizendo: ‘Aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração’ (Mt 11:29).”

“Um casal com filhos pequenos estava tendo sérios problemas com os vizinhos. Em várias ocasiões, e em tom desagradável, os vizinhos disseram aos jovens pais como era desagradável ver o play-ground instalado no quintal e ouvir as crianças brincando nele. Eles reclamaram de certas áreas do quintal da jovem família e como estavam aborrecidos por isso e por aquilo. O jovem par não gostava que outros se dirigissem a eles em tom tão severo e indelicado. Afinal, eles não estavam fazendo nada contra as regras do bairro. Um dia, quando a família estava colhendo maçãs das macieiras no quintal, a mãe decidiu dar aos vizinhos duas tortas de maçã recém-assadas. Os vizinhos aceitaram alegremente as tortas. Aquele ato simples fez diferença em seu relacionamento, provavelmente porque eles nunca teriam esperado nada parecido com aquilo de pessoas a quem eles haviam hostilizado constantemente.”

Davi devolveu os constantes ataques de Saul contra sua vida cuidando da Saul. “Então, os homens de Davi lhe disseram: Hoje é o dia do qual o SENHOR te disse: Eis que te entrego nas mãos o teu inimigo, e far-lhe-ás o que bem te parecer. Levantou-se Davi e, furtivamente, cortou a orla do manto de Saul. Sucedeu, porém, que, depois, sentiu Davi bater-lhe o coração, por ter cortado a orla do manto de Saul; e disse aos seus homens: O SENHOR me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, isto é, que eu estenda a mão contra ele, pois é o ungido do SENHOR.” (1 Sam. 24:4-6)

“O livro de 1 Samuel registra quatro ocasiões em que Davi expressou temor de erguer a mão contra ‘o ungido do Senhor’. Embora ele tivesse oportunidades de se vingar, tentou repetidamente se aproximar e perdoar o rei. Davi escolheu uma forma humilde e piedosa em seus procedimentos com alguém que não era bondoso para com ele. Não deveríamos todos, em qualquer situação que estivermos enfrentando, procurar fazer o mesmo?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – segunda-feira 17 de janeiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Completamente humilde e manso

Lições da Bíblia

Paulo associa traços de caráter (humildade, mansidão, longanimidade, amor) com os bons relacionamentos e a unidade. “Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz;” (Ef 4:1-3)

Podemos aprender de Abigail e Davi, quanto ao comportamento apropriado nas situações difíceis e tensas. Abigail se humilhou, assumiu sobre si a culpa de Nabal e implorou perdão. Davi reconheceu a sabedoria das providências de Abigail e permitiu ser apaziguado. “Chegando, pois, os moços de Davi e tendo falado a Nabal todas essas palavras em nome de Davi, aguardaram. Respondeu Nabal aos moços de Davi e disse: Quem é Davi, e quem é o filho de Jessé? Muitos são, hoje em dia, os servos que fogem ao seu senhor. Tomaria eu, pois, o meu pão, e a minha água, e a carne das minhas reses que degolei para os meus tosquiadores e o daria a homens que eu não sei donde vêm? […] Pelo que disse Davi aos seus homens: Cada um cinja a sua espada. E cada um cingiu a sua espada, e também Davi, a sua; subiram após Davi uns quatrocentos homens, e duzentos ficaram com a bagagem.” (1 Sm 25:9-13). “Vendo, pois, Abigail a Davi, apressou-se, desceu do jumento e prostrou-se sobre o rosto diante de Davi, inclinando-se até à terra. Lançou-se-lhe aos pés e disse: Ah! Senhor meu, caia a culpa sobre mim; permite falar a tua serva contigo e ouve as palavras da tua serva. Não se importe o meu senhor com este homem de Belial, a saber, com Nabal; porque o que significa o seu nome ele é. Nabal é o seu nome, e a loucura está com ele; eu, porém, tua serva, não vi os moços de meu senhor, que enviaste.” (1 Sm. 25:23-25).

“A história de Davi, Nabal e Abigail fornece excelente exemplo de interação social bem-sucedida. Os resultados variam, dependendo significativamente de como as pessoas se apresentam – como superiores, como iguais ou como humildes amigos ou associados.”

“Davi enviou seus soldados a Nabal com um pedido justo. ‘Nós protegemos seus homens e sua propriedade; dê-nos qualquer coisa que puder achar’ (1Sm 25:7, 8, paráfrase do autor). Mas Nabal não conhecia generosidade nem diplomacia. Somos informados de que ele era severo e mau. Outras traduções usam condições como grosseiro, mesquinho, estúpido, violento, desonesto, avarento e rude. […] Em contraste, note a atitude inicial de Davi: embora detivesse o poder militar, sua mensagem foi cheia de cuidado e humildade, desejando a Nabal e à sua casa vida longa e boa saúde, apresentando-se como ‘Davi, teu filho’ (v. 8).”

“Quanto a Abigail, a Bíblia nos diz que ela era inteligente e bela. Note seu comportamento: ela providenciou alimento abundante de boa qualidade; correu para satisfazer Davi, curvando-se diante dele, tratou a si mesma como “tua serva” e a Davi como “meu senhor” e pediu perdão. Ela também lembrou a Davi que, como homem de Deus, ele precisava evitar desnecessário derramamento de sangue.”

“O resultado da ação diplomática e humilde de Abigail provocou uma reviravolta completa nas intenções de Davi. Ele louvou o Senhor por tê-la enviado e a elogiou por seu bom julgamento. Essa mediação eficaz, cheia de espírito religioso, salvou a vida de muitos inocentes. Quanto a Nabal, Davi não precisou derramar sangue, porque o homem morreu – provavelmente de infarto – vítima do próprio medo.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – domingo 16 de janeiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Relacionamentos

Lições da Bíblia

“Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas” (Mateus 7:12).

“À medida que procurarmos ser uma benção, confessaremos nossas faltas e perdoaremos, seremos atenciosos e encorajadores, e sempre procuraremos edificar uns aos outros.”

“Um experiente evangelista urbano costumava organizar seminários de administração do estresse como introdução às reuniões evangelísticas nas cidades. Ele criou uma pesquisa simples em que pedia ao público que mencionasse quatro ou cinco coisas que mais lhes provocavam estresse. Os trabalhadores agrupavam as respostas em categorias gerais (dinheiro, saúde, trabalho, relacionamentos, etc.). Antes que a contagem fosse completada, um trabalhador viu que o pregador já tinha preparado um conjunto de transparências para discutir os “relacionamentos” como a fonte número um. Quando questionado, o pastor explicou que os resultados eram sempre os mesmos: relacionamentos prejudicados sempre surgiam como a primeira causa de estresse.”

“Sejam problemas com o cônjuge, filhos, chefe, colegas de trabalho, vizinhos, amigos ou inimigos, as pessoas tendem a ser o principal motivo de estresse. Em contraste, quando os relacionamentos são positivos, são uma poderosa fonte de satisfação. Esse fator parece ser o mesmo em todos os lugares e em todas as culturas. As pessoas determinam se seremos felizes ou infelizes.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sábado 15 de janeiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF