Romances bíblicos

Lições da Bíblia.

“A Bíblia abrange uma grande extensão da história. No entanto, ela dedica tempo para retratar alguns romances. Havia uma ligação forte, carinhosa entre Abraão e Sara. Ele não a abandonou durante seus longos anos de esterilidade. Na verdade, foi somente pela insistência de Sara que Abraão tomou Hagar como esposa substituta. Os laços de amor entre Abraão e Sara eram fortes (leia Gn 16).”

“Foi preciso um longo capítulo de Gênesis para registrar a longa viagem do servo de Abraão para encontrar uma esposa para Isaque. O relato inspirado apresenta outra história de amor iniciada no encontro entre Isaque e Rebeca (Gn 24).”

“Outro romance ao qual é dedicado bastante tempo na Bíblia é o amor entre Jacó e Raquel. Em traços rápidos foi pintado o quadro da resposta impulsiva e apaixonada de Jacó para Raquel. Além do Cântico dos Cânticos, certamente não há outro exemplo nas Escrituras de um homem e uma mulher se beijando antes do casamento. E se lembrarmos de que Deus é o principal autor das Escrituras, e de que o livro de Gênesis foi escrito por Sua inspiração, veremos que Deus é romântico, porque incluiu na Bíblia essa história de amor e esse beijo (Gn 29). Se você estivesse escrevendo um livro de história que abrangesse milhares de anos desde a criação da humanidade e sua queda, por que incluiria esse detalhe romântico? No período histórico envolvido no livro de Gênesis, deve haver muitos intervalos de tempo. No entanto, Deus inspirou a inclusão dessas afetuosas histórias de amor.”

“Examine mais uma vez as histórias desses romances. Não importando o tipo de amor que existia, em muitos aspectos esses relatos são semelhantes aos romances e histórias de amor em todo o mundo, ou seja, essas pessoas enfrentavam muitos desafios e sofriam por causa dos erros de uma ou ambas as partes.”

“2. Quais foram alguns dos erros que trouxeram tanta dor e sofrimento a esses relacionamentos? Mais importante ainda, o que podemos aprender com seus erros? Gn 16; 25; 28; 29 (leitura dinâmica).” “Ora, Sarai, mulher de Abrão, não lhe dava filhos; tendo, porém, uma serva egípcia, por nome Agar, disse Sarai a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de dar à luz filhos; toma, pois, a minha serva, e assim me edificarei com filhos por meio dela. E Abrão anuiu ao conselho de Sarai. Então, Sarai, mulher de Abrão, tomou a Agar, egípcia, sua serva, e deu-a por mulher a Abrão, seu marido, depois de ter ele habitado por dez anos na terra de Canaã. Ele a possuiu, e ela concebeu. Vendo ela que havia concebido, foi sua senhora por ela desprezada. Disse Sarai a Abrão: Seja sobre ti a afronta que se me faz a mim. Eu te dei a minha serva para a possuíres; ela, porém, vendo que concebeu, desprezou-me. Julgue o SENHOR entre mim e ti.” (Gên. 16:1-5). Desposou Abraão outra mulher; chamava-se Quetura. Ela lhe deu à luz a Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Suá. Jocsã gerou a Seba e a Dedã; os filhos de Dedã foram: Assurim, Letusim e Leumim. Os filhos de Midiã foram: Efá, Efer, Enoque, Abida e Elda. Todos estes foram filhos de Quetura. Abraão deu tudo o que possuía a Isaque. Porém, aos filhos das concubinas que tinha, deu ele presentes e, ainda em vida, os separou de seu filho Isaque, enviando-os para a terra oriental. Foram os dias da vida de Abraão cento e setenta e cinco anos. Expirou Abraão; morreu em ditosa velhice, avançado em anos; e foi reunido ao seu povo. […] Isaque orou ao SENHOR por sua mulher, porque ela era estéril; e o SENHOR lhe ouviu as orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu. […] Cumpridos os dias para que desse à luz, eis que se achavam gêmeos no seu ventre. Saiu o primeiro, ruivo, todo revestido de pêlo; por isso, lhe chamaram Esaú. Depois, nasceu o irmão; segurava com a mão o calcanhar de Esaú; por isso, lhe chamaram Jacó. […] Isaque amava a Esaú, porque se saboreava de sua caça; Rebeca, porém, amava a Jacó.” (Gên. 25:1-8,21,24-26,28). “Isaque chamou a Jacó e, dando-lhe a sua bênção, lhe ordenou, dizendo: Não tomarás esposa dentre as filhas de Canaã. Levanta-te, vai a Padã-Arã, à casa de Betuel, pai de tua mãe, e toma lá por esposa uma das filhas de Labão, irmão de tua mãe. […] Assim, despediu Isaque a Jacó, que se foi a Padã-Arã, à casa de Labão, filho de Betuel, o arameu, irmão de Rebeca, mãe de Jacó e de Esaú. Vendo, pois, Esaú que Isaque abençoara a Jacó e o enviara a Padã-Arã, para tomar de lá esposa para si; e vendo que, ao abençoá-lo, lhe ordenara, dizendo: Não tomarás mulher dentre as filhas de Canaã; e vendo, ainda, que Jacó, obedecendo a seu pai e a sua mãe, fora a Padã-Arã; sabedor também de que Isaque, seu pai, não via com bons olhos as filhas de Canaã, foi Esaú à casa de Ismael e, além das mulheres que já possuía, tomou por mulher a Maalate, filha de Ismael, filho de Abraão, e irmã de Nebaiote. Partiu Jacó de Berseba e seguiu para Harã. (Gên. 28:1-2,5-10). “Pôs-se Jacó a caminho e se foi à terra do povo do Oriente. Olhou, e eis um poço no campo e três rebanhos de ovelhas deitados junto dele; porque daquele poço davam de beber aos rebanhos; e havia grande pedra que tapava a boca do poço. Ajuntavam-se ali todos os rebanhos, os pastores removiam a pedra da boca do poço, davam de beber às ovelhas e tornavam a colocá-la no seu devido lugar. Perguntou-lhes Jacó: Meus irmãos, donde sois? Responderam: Somos de Harã. Perguntou-lhes: Conheceis a Labão, filho de Naor? Responderam: Conhecemos. Ele está bom? Perguntou ainda Jacó. Responderam: Está bom. Raquel, sua filha, vem vindo aí com as ovelhas. Então, lhes disse: É ainda pleno dia, não é tempo de se recolherem os rebanhos; dai de beber às ovelhas e ide apascentá-las. Não o podemos, responderam eles, enquanto não se ajuntarem todos os rebanhos, e seja removida a pedra da boca do poço, e lhes demos de beber. Falava-lhes ainda, quando chegou Raquel com as ovelhas de seu pai; porque era pastora. Tendo visto Jacó a Raquel, filha de Labão, irmão de sua mãe, e as ovelhas de Labão, chegou-se, removeu a pedra da boca do poço e deu de beber ao rebanho de Labão, irmão de sua mãe. Feito isso, Jacó beijou a Raquel e, erguendo a voz, chorou. Então, contou Jacó a Raquel que ele era parente de seu pai, pois era filho de Rebeca; ela correu e o comunicou a seu pai. Tendo Labão ouvido as novas de Jacó, filho de sua irmã, correu-lhe ao encontro, abraçou-o, beijou-o e o levou para casa. […] Reuniu, pois, Labão todos os homens do lugar e deu um banquete. À noite, conduziu a Lia, sua filha, e a entregou a Jacó. E coabitaram. (Para serva de Lia, sua filha, deu Labão Zilpa, sua serva.) Ao amanhecer, viu que era Lia. Por isso, disse Jacó a Labão: Que é isso que me fizeste? Não te servi eu por amor a Raquel? Por que, pois, me enganaste? Respondeu Labão: Não se faz assim em nossa terra, dar-se a mais nova antes da primogênita. Decorrida a semana desta, dar-te-emos também a outra, pelo trabalho de mais sete anos que ainda me servirás. Concordou Jacó, e se passou a semana desta; então, Labão lhe deu por mulher Raquel, sua filha. (Para serva de Raquel, sua filha, deu Labão a sua serva Bila.) E coabitaram. Mas Jacó amava mais a Raquel do que a Lia; e continuou servindo a Labão por outros sete anos.” (Gên. 29:1-13,22-30). “Não esperaram o cumprimento da promessa de Deus; poligamia (Hagar usada por Sara e Jacó usado por Labão); engano, ciúmes e desavenças no lar.”

“Infelizmente, muitos cometeram erros semelhantes, ou ainda piores. A boa notícia é que Deus não apenas perdoa, mas cura. Quaisquer que tenham sido os erros cometidos nos relacionamentos românticos, como podemos aprender a buscar o perdão e a cura que vêm da cruz?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 19 de março de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O primeiro romance

Lições da Bíblia.

“Disse então o homem: ‘Esta, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada mulher, porque do homem foi tirada’” (Gn 2:23, NVI).

“Precisamos começar com os capítulos iniciais de Gênesis para considerar o primeiro romance nas Escrituras, que envolveu Adão e Eva, criados por Deus de maneira especial. O homem e a mulher refletiam a imagem do Senhor (Gn 1:26, 27). Eles receberam a vida como resultado do incrível poder criativo de Deus. A complexidade do nosso corpo físico continua sendo um dos testemunhos mais poderosos da sabedoria e força de nosso Criador.”

“1. Como a Bíblia descreve a intimidade e o relacionamento entre Adão e Eva?” “Então, o SENHOR Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma das suas costelas e fechou o lugar com carne. E a costela que o SENHOR Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe. E disse o homem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada. Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam.” (Gên. 2:21-25). Uma parte de Adão estava em Eva; os dois eram uma só carne, no sentimento e no relacionamento; não havia vergonha.”

“Talvez, o ponto mais evidente desse relato é que os dois estavam ligados de maneira muito íntima e estreita. Deus criou a mulher a partir do corpo do homem. Eles eram, literalmente, da mesma carne e sangue.”

“Naquele momento Adão irrompeu no que tem sido chamado o primeiro ‘cântico de amor’ ou ‘poema de amor’ da Bíblia, no qual ele reconheceu abertamente que eles estavam ligados um ao outro de maneira muito íntima. Em hebraico, a palavra para ‘homem’ usada por ele no verso 23 é ish. A palavra que ele usou para ‘mulher’ é ishah, mostrando mais uma vez que eles estavam intimamente ligados um ao outro.”

“No verso 24, a Bíblia diz que o homem deixará seus pais e se unirá à sua mulher, e eles serão ‘uma só carne’, outro poderoso indicador da intimidade planejada para eles. (Alguns se perguntam: Sobre que pais a Bíblia está falando aqui, porque não havia nenhum nesse tempo? A questão é que Moisés escreveu esse relato muitos séculos depois que o evento aconteceu, e usou a história da criação deles para explicar com mais detalhes o que o casamento significava.)”

“Finalmente, a nudez deles também revelava a intensa ligação e intimidade entre esse primeiro casal.”

“Qualquer outra coisa que o relacionamento deles implicasse originalmente, o amor romântico certamente era o aspecto mais importante. Deus não é contra o romance. Ao contrário, Ele nos criou como seres capazes de experimentar isso. De fato, esse parece ser um dos elementos básicos que Ele criou em nós.”

“O amor romântico é uma dádiva maravilhosa de Deus à humanidade. Se você está em um relacionamento romântico adequado, o que você pode fazer para protegê-lo de problemas e dificuldades?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – domingo 18 de março de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Histórias de amor

Lições da Bíblia.

“Há muito que o Senhor me apareceu, dizendo: Com amor eterno te amei; também com amável benignidade te atraí” (Jr 31:3, RC).

“Pensamento-chave: Como devemos entender o lado amoroso de Deus?”

“Deus criou os seres humanos com uma imensa capacidade de dar e receber amor.”

“O amor é, talvez, o atributo de Deus lembrado com mais facilidade. De fato, não podemos superestimar o amor de Deus, nem esgotar sua profundidade. Mas talvez haja um aspecto de Seu profundo amor que não é devidamente considerado, isto é, Deus como romântico.”

“Para ter uma perspectiva adequada da natureza romântica de Deus, precisamos lembrar, em primeiro lugar, do período de tempo apresentado na Bíblia. Este livro abrange milhares de anos da história humana, desde o primeiro dia deste mundo até o último, pelo menos antes de sua renovação. E como todos os livros de história, a Bíblia como um todo contém relatos sobre reis e rainhas, guerras, planos de batalha e intriga política.”

“Nenhum livro de história, no entanto, registra tudo que aconteceu. O mesmo é verdade em relação à Bíblia. Não se encontra um registro histórico exaustivo com a ampla extensão de tempo que a Bíblia abrange. Muitas coisas, é claro, foram omitidas. O mais interessante, porém, é que Deus incluiu romances afetuosos no registro histórico que Ele inspirou os profetas a escrever. A pergunta é: Por que o Senhor incluiu esse tipo de histórias de amor, histórias de romance no que é, em grande parte, um livro de história? Isso nos diz algo sobre a natureza de Deus e sobre a importância que Ele dá ao romance? Nesta semana, estudaremos por que essas histórias estão incluídas e o que podemos aprender com elas.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 17 de março de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Moldando o Barro Vivo

Lições da Bíblia.

“Com que zelo e perseverança o artista trabalha a fim de passar para a tela uma perfeita semelhança de seu modelo; e com que diligência talha e cinzela o escultor, tirando da pedra a cópia do modelo que está seguindo! Assim devem os pais trabalhar para formar, educar e aperfeiçoar os filhos segundo o modelo que lhes foi dado em Cristo Jesus. Assim como o paciente artista estuda, trabalha e estabelece planos para tornar mais perfeito o resultado de seus labores, também devem os pais considerar tempo bem gasto o que é ocupado em educar os filhos para uma vida mais útil e prepará-los para o reino imortal. Pequena e sem importância é a obra do artista quando comparada à do pai ou da mãe. Um lida com material inanimado, no qual amolda belas formas; mas o outro trata com um ser humano, cuja vida pode ser amoldada para o bem ou para o mal” (Ellen G. White, Orientação da Criança, p. 476, 477).

“Perguntas para reflexão”

“1. Enquanto desenvolveu algo belo, você teve consciência de que o ato de desenvolver alguma coisa bonita é uma forma de refletir a ‘imagem de Deus’?”

“2. De que modo o mundo criado testemunha poderosamente não apenas do poder criativo de Deus, mas também da Sua maestria artística e amor pela beleza? Que coisas na natureza você acha realmente belas?”

“3. Quais são algumas das armadilhas da arte? Como podemos usar nossos dons artísticos de maneira que glorifique a Deus e faça avançar Seu reino?”

“Resumo: As habilidades de Deus como artista têm sido subestimadas. Seu mundo criado é muitas vezes apreciado, mas a expressão de Suas habilidades artísticas estende Sua grande capacidade muito mais longe. Deus deseja que os cristãos sejam uma fonte de “beleza” em um planeta escuro e agonizante.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 16 de março de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Deus como escultor

Lições da Bíblia.

“Deus é também escultor, mas não está limitado ao granito ou mármore. Em vez disso, Ele esculpe nosso caráter. Ele pode tomar o pecador e moldá-lo, esculpi-lo e trabalhar em seu coração até que ele reflita algo da glória do Céu. Deus tem dado ampla evidência dessas habilidades profundas. De capa a capa na Bíblia, encontramos Deus tomando pessoas que poderíamos desprezar como detestáveis e indignas e transformando-as em nobres seres humanos.”

“8. Jacó, Davi, Pedro e Paulo precisavam, por assim dizer, ser ‘esculpidos’ espiritualmente? Que mudanças foram feitas na vida deles? Que outros personagens bíblicos também precisaram ser ‘esculpidos’?” “Levantou-se naquela mesma noite, tomou suas duas mulheres, suas duas servas e seus onze filhos e transpôs o vau de Jaboque. Tomou-os e fê-los passar o ribeiro; fez passar tudo o que lhe pertencia, ficando ele só; e lutava com ele um homem, até ao romper do dia. Vendo este que não podia com ele, tocou-lhe na articulação da coxa; deslocou-se a junta da coxa de Jacó, na luta com o homem. Disse este: Deixa-me ir, pois já rompeu o dia. Respondeu Jacó: Não te deixarei ir se me não abençoares. Perguntou-lhe, pois: Como te chamas? Ele respondeu: Jacó. Então, disse: Já não te chamarás Jacó, e sim Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste. Tornou Jacó: Dize, rogo-te, como te chamas? Respondeu ele: Por que perguntas pelo meu nome? E o abençoou ali. Àquele lugar chamou Jacó Peniel, pois disse: Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva. (Gên. 32:22-30). “Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões. Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado. Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar. Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe. Eis que te comprazes na verdade no íntimo e no recôndito me fazes conhecer a sabedoria. Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que exultem os ossos que esmagaste. Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável. Não me repulses da tua presença, nem me retires o teu Santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário. Então, ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores se converterão a ti. Livra-me dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação, e a minha língua exaltará a tua justiça. Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca manifestará os teus louvores. Pois não te comprazes em sacrifícios; do contrário, eu tos daria; e não te agradas de holocaustos. Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus. Faze bem a Sião, segundo a tua boa vontade; edifica os muros de Jerusalém. Então, te agradarás dos sacrifícios de justiça, dos holocaustos e das ofertas queimadas; e sobre o teu altar se oferecerão novilhos.” (Sal. 51). “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo! Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos.” (Luc. 22:31-32). “Saulo, respirando ainda ameaças e morte contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote e lhe pediu cartas para as sinagogas de Damasco, a fim de que, caso achasse alguns que eram do Caminho, assim homens como mulheres, os levasse presos para Jerusalém. Seguindo ele estrada fora, ao aproximar-se de Damasco, subitamente uma luz do céu brilhou ao seu redor, e, caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Ele perguntou: Quem és tu, Senhor? E a resposta foi: Eu sou Jesus, a quem tu persegues; mas levanta-te e entra na cidade, onde te dirão o que te convém fazer. Os seus companheiros de viagem pararam emudecidos, ouvindo a voz, não vendo, contudo, ninguém. Então, se levantou Saulo da terra e, abrindo os olhos, nada podia ver. E, guiando-o pela mão, levaram-no para Damasco. Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu, nem bebeu. Ora, havia em Damasco um discípulo chamado Ananias. Disse-lhe o Senhor numa visão: Ananias! Ao que respondeu: Eis-me aqui, Senhor! Então, o Senhor lhe ordenou: Dispõe-te, e vai à rua que se chama Direita, e, na casa de Judas, procura por Saulo, apelidado de Tarso; pois ele está orando e viu entrar um homem, chamado Ananias, e impor-lhe as mãos, para que recuperasse a vista. Ananias, porém, respondeu: Senhor, de muitos tenho ouvido a respeito desse homem, quantos males tem feito aos teus santos em Jerusalém; e para aqui trouxe autorização dos principais sacerdotes para prender a todos os que invocam o teu nome. Mas o Senhor lhe disse: Vai, porque este é para mim um instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel; pois eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu nome. Então, Ananias foi e, entrando na casa, impôs sobre ele as mãos, dizendo: Saulo, irmão, o Senhor me enviou, a saber, o próprio Jesus que te apareceu no caminho por onde vinhas, para que recuperes a vista e fiques cheio do Espírito Santo. Imediatamente, lhe caíram dos olhos como que umas escamas, e tornou a ver. A seguir, levantou-se e foi batizado. E, depois de ter-se alimentado, sentiu-se fortalecido. Então, permaneceu em Damasco alguns dias com os discípulos. E logo pregava, nas sinagogas, a Jesus, afirmando que este é o Filho de Deus. Ora, todos os que o ouviam estavam atônitos e diziam: Não é este o que exterminava em Jerusalém os que invocavam o nome de Jesus e para aqui veio precisamente com o fim de os levar amarrados aos principais sacerdotes? Saulo, porém, mais e mais se fortalecia e confundia os judeus que moravam em Damasco, demonstrando que Jesus é o Cristo.” (Atos 9:1-22). “Sim. Deus transformou Jacó (enganador) em Israel (prevalecer com Deus); Pedro negou a Jesus; Davi adulterou e Saulo perseguia a igreja, mas se arrependeram e permaneceram fiéis.”

“Outro bom exemplo é o de Maria Madalena. ‘Maria fora… grande pecadora, mas Cristo conhecia as circunstâncias que lhe tinham moldado a vida… Fora Ele que a erguera do desespero e da ruína. Sete vezes ela ouvira Sua repreensão aos demônios que lhe dominavam o coração e a mente. Ouvira-Lhe o forte clamor ao Pai em benefício dela. Sabia quão ofensivo é o pecado à Sua imaculada pureza, e em Sua força vencera… Aquela que caíra e cuja mente havia sido a habitação de demônios, chegara bem perto do Salvador em associação e serviço… Ela esteve ao pé da cruz… Foi a primeira junto ao sepulcro, depois da ressurreição. A primeira a proclamar o Salvador ressuscitado’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 568).”

“A história da salvação é abundante na criatividade divina, que restaura nos homens e mulheres caídos a perdida ‘imagem de Deus’. O evangelho não é uma cirurgia plástica para embelezar o exterior, mas uma questão de orientação que transforma a vida, operando de maneira rápida e profunda em seu poder para limpar, moldar, e embelezar. O evangelho de Jesus Cristo edifica com criatividade, integridade e plenitude. Genuína renovação é o resultado da atuação de um poder interior, uma divina criatividade que restaura a beleza de uma vida caída e pecaminosa.”

“Esculpir envolve lapidar, polir e talvez até mesmo quebrar algumas partes. Que áreas em sua vida precisam ser esculpidas um pouco mais? Quanta resistência você apresenta durante o que nem sempre é um processo agradável?”

“O primeiro impacto precisa acontecer na sua vida. Deixe que o Espírito Santo o guie e o prepare para a grande entrega de livros no sábado.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 15 de março de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Deus como autor

Lições da Bíblia.

“Faculdades seculares ministram cursos sobre a Bíblia como literatura. Eles a estudam, não porque acham que ela seja a Palavra de Deus, mas simplesmente por sua beleza literária.”

“Como cristãos, temos a bênção de não apenas desfrutar a beleza literária das Escrituras, mas de aprender as verdades sobre Deus reveladas na Bíblia. Sem dúvida, também a habilidosa construção das narrativas e da poesia, influenciadas pelo Espírito do Senhor (embora escritas por meio das palavras dos profetas de Deus), pode ajudar muito na compreensão da verdade contida na Bíblia.”

“Paulo, por exemplo, com seu complexo discurso teológico, regularmente intercalou sua teologia com poderosos recursos literários. Por exemplo, nos primeiros onze capítulos de Romanos, ele apresentou um abrangente relato do evangelho.”

“7. Qual gênero literário foi usado em Romanos 11:33-36? Que gênero literário foi usado antes desse ponto da carta de Paulo?” “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído? Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!” (Rom. 11:33-36) Poema de louvor e adoração; antes desse ponto Paulo usou o estilo de dissertação sobre a teologia da salvação.”

“Como um alpinista que alcançou o cume de uma alta montanha, o apóstolo, que havia compreendido o vasto panorama da história da salvação, irrompeu em louvor. Antes de continuar a delinear as implicações práticas do evangelho, Paulo adorou o Senhor.”

“Paulo apresentou esse ritmo literário sutil várias vezes em suas epístolas e cartas: raciocínio teológico complexo, entrelaçado com louvor a Deus, antes de concluir com os conselhos práticos.”

“O livro do Apocalipse também está preenchido por um mosaico imponente de recursos literários, através dos quais Deus retrata a história da salvação. Grande parte do livro foi tirada do Antigo Testamento. O último livro da Bíblia tem um estilo muito diferente do que Paulo e os escritores dos evangelhos usaram. Ao contrário, somos dominados pela profunda exibição de estética, cuidadosamente estruturada em torno de sete cenas do santuário celestial, cada uma se iniciando com um acesso mais profundo para as cortes celestiais.”

“O livro do Apocalipse é uma extensa manifestação de estética. Deus poderia ter fornecido a João um documento histórico padrão para apresentar o curso da história da salvação. Em vez disso, encontramos impressionantes panoramas figurados, retratando a realização do grande conflito entre Cristo e Satanás, expandindo a imponente revelação apocalíptica dada anteriormente a Daniel e Ezequiel.”

“Imagine ler a Bíblia apenas como literatura. Realmente seria errar o alvo! O que aprendemos com o fato de que podemos ter a verdade bem diante de nossos olhos e ainda rejeitá-la?”

“Seja você também um soldado de Cristo na entrega do livro A Grande Esperança. O sonho da igreja é entregar um livro em cada casa. Envolva-se!”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 14 de março de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Deus como músico

Lições da Bíblia.

“Quatro mil porteiros, e quatro mil, para louvarem ao Senhor com os instrumentos, que eu fiz para o louvar, disse Davi” (1Cr 23:5, RC).

“Tente imaginar a cena acima: quatro mil pessoas tocando instrumentos musicais em louvor ao Senhor. Esse deve ter sido um culto de adoração impressionante!”

“A expressão artística de Deus não se restringe às artes de representação. Nas Escrituras encontramos que, juntamente com a arquitetura sagrada, a liturgia de Israel foi inspirada pelo Senhor. Deus é também amante da bela música.”

“5. Como Davi descreveu a composição dos salmos que Israel usava na adoração?” “São estas as últimas palavras de Davi: Palavra de Davi, filho de Jessé, palavra do homem que foi exaltado, do ungido do Deus de Jacó, do mavioso salmista de Israel. O Espírito do SENHOR fala por meu intermédio, e a sua palavra está na minha língua.” (2 Sam. 23:1-2). “Por isso seus salmos eram comoventes.”

“Davi deixou claro que foi inspirado pelo Senhor ao escrever seus cânticos. Isso não quer dizer que o Senhor tivesse escrito as palavras e as músicas para ele, mas significa que o Senhor Se importava com o tipo de música que era tocada. Caso contrário, por que Ele Se preocuparia em inspirá-la?”

“6. Qual foi o papel do Senhor na música utilizada nos cultos de adoração?” Também estabeleceu os levitas na Casa do SENHOR com címbalos, alaúdes e harpas, segundo mandado de Davi e de Gade, o vidente do rei, e do profeta Natã; porque este mandado veio do SENHOR, por intermédio de seus profetas.” (2 Crôn. 29:25). “Deus ordenou, por intermédio dos profetas, a organização da música instrumental, executada pelos levitas na Casa do Senhor.”

“No Antigo Testamento, quando a adoração no templo é relatada, a música é evidente e impressionante. Imagine, por exemplo, a atmosfera de adoração na descrição de 1 Crônicas 23:5. Quatro mil instrumentos! Não importando como essa música deve ter soado, certamente não era enfadonha nem árida!”

“É possível argumentar que as dimensões estéticas poderiam ser esperadas na adoração sagrada e que, ao longo da história, todas as nações têm demonstrado isso na adoração aos seus deuses. No entanto, unicamente Israel afirmou que o próprio Deus projetou cada aspecto de Sua adoração, incluindo arquitetura, utensílios, vestes sacerdotais e liturgia. Não pode haver dúvida de que a concepção artística é aprovada na Palavra de Deus. É contra o relato das Escrituras rejeitar a dimensão estética ou negar que ser um artista pode ser uma vocação relevante para o cristão.”

“Embora não tenhamos a música que acompanhava o culto israelita, ela deve ter sido bela e certamente deve ter elevado os corações ao Senhor. Como a música funciona em nossa igreja hoje? Como podemos ter certeza de que ela também conduz nosso coração ao Senhor, em lugar de nos impelir em outra direção?”

“Ore hoje para que você seja motivado a distribuir o livro que explica o destino final do mundo, A Grande Esperança.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 13 de março de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Deus como arquiteto

Lições da Bíblia.

“Depois que Deus libertou os israelitas da escravidão do Egito de maneira dramática, Ele os trouxe ao Monte Sinai. Ali, Ele uniu o povo a Si mesmo, numa aliança sagrada.”

“3. Entre todas as variadas instruções que Ele deu ao povo, como a beleza foi incluída?” “Disse o SENHOR a Moisés: Fala aos filhos de Israel que me tragam oferta; de todo homem cujo coração o mover para isso, dele recebereis a minha oferta. Esta é a oferta que dele recebereis: ouro, e prata, e bronze, e estofo azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino, e pêlos de cabra, e peles de carneiro tintas de vermelho, e peles finas, e madeira de acácia, azeite para a luz, especiarias para o óleo de unção e para o incenso aromático, pedras de ônix e pedras de engaste, para a estola sacerdotal e para o peitoral. E me farão um santuário, para que eu possa habitar no meio deles. Segundo tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis.” (Êxo. 25:1-9). “O modelo para construção do santuário de Deus envolvia materiais de valor, qualidade e beleza, de modo que Deus fosse glorificado.”

“A primeira metade do livro de Êxodo descreve a miraculosa libertação de Israel do Egito. A segunda metade do livro trata de assuntos que incluem a beleza. As instruções divinas de Êxodo 25:1-9 são seguidas por Êxodo 25:10–31:11, com o projeto divino para a tenda do santuário portátil, seus utensílios e as vestes sacerdotais. De Êxodo 35:1 até o fim do livro (Êx 40:38) são encontradas as divinas descrições detalhadas, juntamente com o registro de sua exata execução. Esse registro inclui muitos detalhes ligados à arte.”

“Essa coleção de detalhes é leitura entediante para muitos cristãos modernos. Mas Deus Se agradou não apenas em apresentar essas muitas instruções aos escravos recém-libertados, mas também em incluí-las nas Escrituras.”

“Nos primeiros cinco livros da Bíblia, há quase cinquenta capítulos que registram as precisas orientações divinas a respeito de um belo santuário. Ele não apenas apresentou o projeto arquitetônico, mas também as instruções exatas sobre os utensílios.”

“É significativo que no Monte Sinai, Deus tenha dado não somente o Decálogo, Suas instruções para a obediência na aliança, mas também instruções específicas de como elaborar uma estrutura esplendorosa envolvendo quase todo tipo de habilidade artística.”

“Deus foi o arquiteto de tudo isso, mesmo inspirando os artesãos na elaboração dos detalhes minuciosos de decoração. Nada foi deixado para a imaginação humana. Nos primeiros cinco livros de Moisés, há mais capítulos sobre o planejamento e a consequente edificação do santuário e seus utensílios do que para qualquer outro assunto.”

“4. Qual foi o modelo utilizado para a construção do santuário terrestre? O que isso nos diz sobre o amor de Deus pela beleza?” Segundo tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis.” (Êxo. 25:9). Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se assentou à destra do trono da Majestade nos céus, como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. Pois todo sumo sacerdote é constituído para oferecer tanto dons como sacrifícios; por isso, era necessário que também esse sumo sacerdote tivesse o que oferecer. Ora, se ele estivesse na terra, nem mesmo sacerdote seria, visto existirem aqueles que oferecem os dons segundo a lei, os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que te foi mostrado no monte.” (Heb. 8:1-5) “O santuário apresentado por Deus a Moisés, com base no santuário celestial.”

“Se o santuário terrestre foi apenas uma ‘sombra’ do celestial, é difícil até começar a imaginar o tipo de beleza que deve existir no verdadeiro santuário, feito pelo próprio Deus.”

“Por que era importante que o santuário fosse tão bonito? Talvez para dar ao povo um senso de temor diante do poder e grandeza de Deus? Talvez para ajudá-lo a sentir a própria necessidade diante de tamanha grandeza? Como uma compreensão maior da glória do santuário pode nos ajudar a entender o caráter de Deus em contraste com nossa própria natureza terrena e pecaminosidade?”

“No dia 24, você poderá doar sangue no projeto Vida por Vidas e aproveitar para entregar o livro A Grande Esperança.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 12 de março de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF