A divindade de Cristo

Lições da Bíblia.

“Adivindade do Pai raramente é discutida, se é que isso acontece. Os que questionam a Trindade geralmente desafiam a divindade de Cristo. Fosse Cristo qualquer outra coisa, exceto eterno e totalmente divino, o plano da salvação teria sido profundamente prejudicado (veja a lição de quinta-feira).”

“4. Paulo havia sido um rígido fariseu. O que ele falou sobre a divindade de Cristo?” pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus;” (Filip. 2:6). “Embora sempre tenha sido Deus e nunca tenha perdido a divindade, Jesus Se tornou humano e não se apegou à igualdade com Deus.”

“Para um fariseu alicerçado no ensino do Antigo Testamento acerca da unicidade de Deus, essa foi uma afirmação surpreendente, porque revelou o profundo compromisso de Paulo com o conceito da divindade de Cristo.”

“O livro de Hebreus, escrito para judeus que eram vigorosos monoteístas, assim como Paulo, contém fortes declarações ressaltando a divindade do Filho de Deus. Em Hebreus 1:8, 9 a natureza divina de Cristo é revelada poderosa e explicitamente.” “mas acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; e: Cetro de equidade é o cetro do seu reino. Amaste a justiça e odiaste a iniquidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria como a nenhum dos teus companheiros.” (Heb. 1:8-9).

“O aspecto mais importante na revelação da divindade de Cristo é a autoconsciência de Jesus. Ele não marchava pelas ruas de Jerusalém com um coro triunfal proclamando Sua divindade. No entanto, os quatro evangelhos incluem muitos fios de evidências que revelam que era assim que Ele reconhecia a Si mesmo. Repetidamente, Jesus afirmava possuir o que corretamente pertencia apenas a Deus: Ele falava dos anjos de Deus como Seus anjos (Mt 13:41); alegava perdoar pecados (Mc 2:5-10) e reivindicava o poder de julgar o mundo (Mt 25:31-46). Quem, senão Deus, poderia legitimamente fazer isso?”

“5. Por que Jesus aceitou a adoração de várias pessoas, conforme o registro dos evangelhos? O que isso significa com relação à Sua divindade?” E os que estavam no barco o adoraram, dizendo: Verdadeiramente és Filho de Deus!” (Mt. 14:33). “E eis que Jesus veio ao encontro delas e disse: Salve! E elas, aproximando-se, abraçaram-lhe os pés e o adoraram.” (Mt. 28:9). “Então, os levou para Betânia e, erguendo as mãos, os abençoou. Aconteceu que, enquanto os abençoava, ia-se retirando deles, sendo elevado para o céu. Então, eles, adorando-o, voltaram para Jerusalém, tomados de grande júbilo;” (Lc. 24:50-52). “Ouvindo Jesus que o tinham expulsado, encontrando-o, lhe perguntou: Crês tu no Filho do Homem? Ele respondeu e disse: Quem é, Senhor, para que eu nele creia? E Jesus lhe disse: Já o tens visto, e é o que fala contigo. Então, afirmou ele: Creio, Senhor; e o adorou.” (João 9:35-38). (Compare suas ações com as de Paulo em Atos 14:8-18). ”Em Listra, costumava estar assentado certo homem aleijado, paralítico desde o seu nascimento, o qual jamais pudera andar. Esse homem ouviu falar Paulo, que, fixando nele os olhos e vendo que possuía fé para ser curado, disse-lhe em alta voz: Apruma-te direito sobre os pés! Ele saltou e andava. Quando as multidões viram o que Paulo fizera, gritaram em língua licaônica, dizendo: Os deuses, em forma de homens, baixaram até nós. A Barnabé chamavam Júpiter, e a Paulo, Mercúrio, porque era este o principal portador da palavra. O sacerdote de Júpiter, cujo templo estava em frente da cidade, trazendo para junto das portas touros e grinaldas, queria sacrificar juntamente com as multidões. Porém, ouvindo isto, os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgando as suas vestes, saltaram para o meio da multidão, clamando: Senhores, por que fazeis isto? Nós também somos homens como vós, sujeitos aos mesmos sentimentos, e vos anunciamos o evangelho para que destas coisas vãs vos convertais ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles; o qual, nas gerações passadas, permitiu que todos os povos andassem nos seus próprios caminhos; contudo, não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria. Dizendo isto, foi ainda com dificuldade que impediram as multidões de lhes oferecerem sacrifícios.” (Atos 14:8-18). “Aceitou a adoração porque entendia que era correta. “No entanto, Paulo, que realizou obras semelhantes às de Jesus, não se considerou digno de adoração.”

“Em Seu julgamento, uma acusação contra Jesus foi que Ele afirmava ser o Filho de Deus (‘Responderam-lhe os judeus: Temos uma lei, e, de conformidade com a lei, ele deve morrer, porque a si mesmo se fez Filho de Deus.’ Jo 19:7; ‘Jesus, porém, guardou silêncio. E o sumo sacerdote lhe disse: Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste; entretanto, eu vos declaro que, desde agora, vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu. Então, o sumo sacerdote rasgou as suas vestes, dizendo: Blasfemou! Que necessidade mais temos de testemunhas? Eis que ouvistes agora a blasfêmia!’ Mt. 26:63-65). Se Jesus não considerasse a Si mesmo como Deus, essa teria sido a oportunidade crucial para corrigir essa ideia ‘equivocada’. No entanto, Ele não o fez. Na verdade, foi em Seu julgamento, diante de Caifás, que Ele afirmou Sua própria divindade sob juramento. Assim, temos poderosa evidência bíblica da divindade de Cristo.”

“Separe algum tempo para meditar sobre a vida de Jesus e, ao fazer isso, focalize o fato de que Ele era Deus, o Criador do Universo. O que isso nos diz sobre o amor de Deus pelo mundo? Por que você deve obter muito conforto e esperança dessa maravilhosa verdade?”

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Crescimento em Cristo

Lições da Bíblia.

“A transformação do coração, pela qual nos tornamos filhos de Deus, é na Bíblia chamada nascimento. É também comparada à germinação da boa semente lançada pelo lavrador. De igual maneira, os que acabam de converter-se a Cristo, devem, ‘como meninos novamente nascidos’ (I Ped. 2:2), crescer (Efés. 4:15) até à estatura de homens e mulheres em Cristo Jesus. Ou, como a boa semente lançada no campo, devem crescer e produzir fruto. Isaías diz que serão chamados ‘árvores de justiça, plantação do Senhor, para que Ele seja glorificado’. Isa. 61:3. Assim, da vida natural tiram-se ilustrações que nos ajudam a melhor compreender as misteriosas verdades da vida espiritual.

Toda a Ciência e habilidade do homem não são capazes de produzir vida no menor objeto da natureza. É unicamente mediante a vida que o próprio Deus comunicou, que a planta ou o animal vivem. Assim é unicamente mediante a vida de Deus, que se gera no coração dos homens a vida espiritual. A menos que o homem nasça ‘de novo’ (João 3:3) [ou ‘do alto’, como dizem outras versões], não pode ser participante da vida que Cristo veio trazer.

Como se dá com a vida, assim com o crescimento. É Deus quem faz o botão tornar-se flor e a flor fruto. É por Seu poder que a semente se desenvolve, ‘primeiro, a erva, depois, a espiga, e por último, o grão cheio na espiga’. Mar. 4:28. E o profeta Oséias diz, referindo-se a Israel, que ele ‘florescerá como o lírio. … Serão vivificados como o trigo e florescerão como a vide.’ Osé. 14:5 e 7. E Jesus nos diz: ‘Considerai os lírios, como eles crescem.’ Luc. 12:27. As plantas e flores não crescem em virtude de seu próprio cuidado, ansiedade ou esforço, mas pelo recebimento daquilo que Deus forneceu para lhes servir à vida. A criança não pode, por qualquer ansiedade ou poder próprio, aumentar sua estatura. Do mesmo modo não podeis vós, por vossa própria ansiedade ou esforço, conseguir crescimento espiritual. A planta e a criança crescem recebendo do seu ambiente aquilo que lhes serve à vida – ar, luz do Sol e alimento. O que esses dons da natureza são para o animal e a planta, é Cristo para os que nEle confiam. É-lhes ‘luz perpétua’ (Isa. 60:19), ‘Sol e Escudo’ (Sal. 84:11). Será ‘para Israel, como orvalho’. Osé. 14:5. ‘Descerá como a chuva sobre a erva ceifada.’ Sal. 72:6. É Ele a água viva, ‘o pão de Deus… que desce do Céu e dá vida ao mundo’. João 6:33.

No dom incomparável de Seu Filho, Deus envolveu o mundo todo numa atmosfera de graça, tão real como o ar que circula ao redor do globo. Todos os que respirarem esta atmosfera vivificante hão de viver e crescer até à estatura completa de homens e mulheres em Cristo Jesus.

Como a flor se volve para o Sol, para que os seus brilhantes raios a ajudem a desenvolver a beleza e simetria, assim devemos nós volver-nos para o Sol da justiça, a fim de que a luz do Céu incida sobre nós e nosso caráter seja desenvolvido à semelhança de Cristo.” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 67-68).

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Os privilégios da adoção (Gl 4:5-7)

Lições da Bíblia.

“Em Gálatas 4:5-7, Paulo desenvolveu o assunto, salientando que Cristo veio ao mundo para ‘resgatar os que estavam sob a lei’ (v. 4, 5). A palavra resgatar significa ‘comprar de volta’. Referia-se ao preço pago para comprar a liberdade de um refém ou escravo. Como este contexto indica, a redenção implica em um passado negativo: precisamos ser libertados.”

“Do que, no entanto, precisamos ser libertados? O Novo Testamento apresenta quatro coisas, entre outras: (1) do diabo e de suas artimanhas [‘Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida.’ (Hb. 2:14-15]; (2) da morte [O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.’ 1 Cr. 15:56-57]; (3) do poder do pecado que nos escraviza por natureza [‘Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna;’ Rm. 6:22] e (4) da condenação da lei [‘Ora, sabemos que tudo o que a lei diz, aos que vivem na lei o diz para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culpável perante Deus, visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado. Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus,’ Rm. 3:19-24; Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)’ Gl 3:13; ‘para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos.’ Gl 4:5].”

“5. Que propósito positivo Cristo alcançou para nós através da redenção que temos nEle?” “para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos. E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai! De sorte que já não és escravo, porém filho; e, sendo filho, também herdeiro por Deus. (Gl 4:5-7). nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade,” (Ef 1:5). “Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.” (Rm 8:15-16). “E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo.” (Rm 8:23). “Em Cristo Deus nos adotou como filhos, restaurando o relacionamento quebrado pelo pecado; o Espírito confirma a adoção e a promessa da herança futura.”

“Muitas vezes falamos sobre o que Cristo realizou por nós como ‘salvação’. Embora verdadeira, essa palavra não é tão vívida e descritiva como a palavra adoção (huiothesia), usada unicamente por Paulo. Embora Paulo seja o único autor do Novo Testamento a usar essa palavra, a adoção era um procedimento legal bem conhecido no mundo greco-romano. Durante a vida de Paulo, vários imperadores romanos utilizaram a adoção como meio de escolher um sucessor quando não tinham nenhum herdeiro legal. A adoção garantia, e ainda garante, uma série de privilégios: ‘(1) o filho adotivo se torna filho verdadeiro… do seu adotante…; (2) o adotante concorda em educar a criança de forma adequada e suprir as necessidades de alimento e roupa; (3) o adotante não pode repudiar seu filho adotivo; (4) a criança não pode ser submetida à escravidão; (5) os pais naturais da criança não têm direito de reivindicá-la; (6) a adoção estabelece o direito à herança’ (Derek R. Moore-Crispin, Galatians 4:1-9: “The Use and Abuse of Parallels” [Gálatas 4:1-9: O Uso e o Abuso dos Paralelos], The Evangelical Quarterly [O Trimestral Evangélico], v. 61/nº 3, 1989, p. 216).”

“Se esses direitos são garantidos em nível terrestre, imagine quanto maiores são os privilégios que temos como filhos adotivos de Deus!”

“Leia Gálatas 4:6, percebendo que a palavra hebraica Abba era a palavra íntima que os filhos utilizavam para se dirigir a seu pai, como as palavras papai ou paizinho hoje. Jesus a usou em oração (Mc 14:36) e, como filhos de Deus, temos também o privilégio de chamar Deus de Abba. Você gosta desse tipo de proximidade íntima com Deus? Se não, qual é o problema? O que você pode mudar para ocasionar essa proximidade?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 16 de novembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

“Deus enviou Seu Filho” (Gl 4:4)

Lições da Bíblia.

“Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou Seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (Gl 4:4).

“Paulo escolheu a plenitude para indicar o papel ativo de Deus na realização de Seu propósito na história humana. Jesus não veio simplesmente em qualquer tempo, mas veio no momento exato que Deus tinha preparado. Sob a perspectiva histórica, esse tempo é conhecido como a Pax Romana (a paz romana), o período de dois séculos de relativa estabilidade e paz em todo o Império Romano.”

“A conquista romana do mundo mediterrâneo trouxe paz, uma linguagem comum, favoráveis meios de transporte e uma cultura comum que facilitaram a rápida propagação do evangelho. Da perspectiva bíblica, ela também marcou o tempo que Deus havia estabelecido para a vinda do Messias prometido (Dan. 9:24-27).”

“4. Por que Cristo teve que assumir nossa humanidade, a fim de nos redimir?” E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.” (João 1:14). “vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos. (Gál. 4:4-5). Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado, a fim de que o preceito da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.” (Rom. 8:3-4). “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.” (2 Cor. 5:21). “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. (Filip. 2:5-8). “Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida. Pois ele, evidentemente, não socorre anjos, mas socorre a descendência de Abraão. Por isso mesmo, convinha que, em todas as coisas, se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo. Pois, naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados.” (Heb. 2:14-18). “Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão. Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. (Heb. 4:14-15).

“Gálatas 4:4, 5 contém um dos relatos mais sucintos do evangelho nas Escrituras. A entrada de Jesus na história humana não foi acidente. ‘Deus enviou Seu Filho.’ Em outras palavras, Deus ‘tomou a iniciativa da nossa salvação’.”

“Nessas palavras também está implícita a crença cristã fundamental da eterna divindade de Cristo (Jo 1:1-3, 18; Fp 2:5-9; Cl 1:15-17). Deus não enviou um mensageiro celestial. Ele veio pessoalmente.”

“Embora fosse o divino e preexistente Filho de Deus, Jesus também foi ‘nascido de mulher’. Mesmo estando implícito nessa frase o nascimento virginal, mais especificamente ela afirma Sua genuína humanidade.”

“A frase ‘nascido sob a lei’ aponta não apenas para a herança judaica de Jesus, mas também inclui o fato de que Ele sofreu a nossa condenação.”

“Era necessário que Cristo assumisse nossa humanidade, porque não poderíamos nos salvar por nós mesmos. Unindo Sua natureza divina à nossa natureza humana caída, Cristo Se qualificou legalmente para ser nosso substituto, Salvador e Sumo sacerdote. Como o segundo Adão, Ele veio ao mundo para reivindicar tudo o que o primeiro Adão havia perdido por sua desobediência (Rm 5:12-21). Por Sua obediência, Ele cumpriu perfeitamente as exigências da lei, redimindo assim o trágico fracasso de Adão. E por Sua morte na cruz, Ele cumpriu a justiça da lei, que exigia a morte do pecador, ganhando assim o direito de resgatar todos os que vão a Ele em verdadeira fé e submissão.

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 15 de novembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Cristo, nosso substituto e penhor.

Lições da Bíblia.

“Sobre Cristo como nosso substituto e penhor, foi posta a iniquidade de nós todos. Foi contado como transgressor, a fim de que nos redimisse da condenação da lei. A culpa de todo descendente de Adão pesava-Lhe sobre a alma. A ira de Deus contra o pecado, a terrível manifestação de Seu desagrado por causa da iniquidade, encheram de consternação a alma de Seu Filho. Toda a Sua vida anunciara Cristo ao mundo caído as boas novas da misericórdia do Pai, de Seu amor cheio de perdão. A salvação para o maior pecador, fora Seu tema. Mas agora, com o terrível peso de culpas que carrega, não pode ver a face reconciliadora do Pai. O afastamento do semblante divino, do Salvador, nessa hora de suprema angústia, penetrou-Lhe o coração com uma dor que nunca poderá ser bem compreendida pelo homem. Tão grande era essa agonia, que Ele mal sentia a dor física.

Satanás torturava com cruéis tentações o coração de Jesus. O Salvador não podia enxergar para além dos portais do sepulcro. A esperança não Lhe apresentava Sua saída da sepultura como vencedor, nem Lhe falava da aceitação do sacrifício por parte do Pai. Temia que o pecado fosse tão ofensivo a Deus, que Sua separação houvesse de ser eterna. Cristo sentiu a angústia que há de experimentar o pecador quando não mais a misericórdia interceder pela raça culpada. Foi o sentimento do pecado, trazendo a ira divina sobre Ele, como substituto do homem, que tão amargo tornou o cálice que sorveu, e quebrantou o coração do Filho de Deus.

Com assombro presenciara os anjos a desesperada agonia do Salvador. As hostes do Céu velaram o rosto, do terrível espetáculo. A inanimada Natureza exprimiu sua simpatia para com seu insultado e moribundo Autor. O Sol recusou contemplar a espantosa cena. Seus raios plenos, brilhantes, iluminavam a Terra ao meio-dia, quando, de súbito, pareceu apagar-se. Completa escuridão, qual um sudário, envolveu a cruz. ‘Houve trevas em toda a Terra até à hora nona.’ Mar. 15:33. Não houve eclipse ou outra qualquer causa natural para essa escuridão, tão espessa como a da meia-noite sem luar nem estrelas. Foi miraculoso testemunho dado por Deus, para que se pudesse confirmar a fé das vindouras gerações.” (Ellen G. White, O desejado de todas as nações, p. 753).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 28 de outubro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Adorando aos Seus pés

Lições da Bíblia.

“Durante os longos anos da história cristã, a igreja ficou dividida sobre a questão da divindade de Cristo. Seria Ele verdadeiramente o Deus eterno, um com o Pai desde a eternidade? Ou Ele teria sido criado mais tarde, vindo à existência através do poder criativo do Pai?”

“Embora, no início de nossa igreja, tenha existido certa confusão sobre esse assunto, Ellen G. White deixou muito claro, anos atrás, qual era sua posição. Como igreja hoje, temos aceitado plenamente essa posição.”

‘Ele será chamado pelo nome de Emanuel [que quer dizer: Deus conosco]’” (Mt 1:23). O brilho do ‘conhecimento da glória de Deus’ vê-se ‘na face de Jesus Cristo’ (2Co 4:6). Desde os dias da eternidade o Senhor Jesus Cristo era um com o Pai; era ‘a imagem de Deus’, a imagem de Sua grandeza e majestade, ‘o resplendor de Sua glória’ (Hb 1:3). Foi para manifestar essa glória que Ele veio ao mundo. Veio à Terra entenebrecida pelo pecado, para revelar a luz do amor de Deus, para ser ‘Deus conosco’. Portanto, a Seu respeito foi profetizado: ‘Será o Seu nome Emanuel’” (Is 7:14; O Desejado de Todas as Nações, p. 19).

“5. O que os seguintes textos nos dizem sobre a divindade de Cristo?” “Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra.” (Mat. 2:11). ”Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto.” (Mateus 4:10). “Enquanto estas coisas lhes dizia, eis que um chefe, aproximando-se, o adorou e disse: Minha filha faleceu agora mesmo; mas vem, impõe a mão sobre ela, e viverá.” (Mat. 9:18). “Então, se chegou a ele a mulher de Zebedeu, com seus filhos, e, adorando-o, pediu-lhe um favor.” (Mat. 20:20). “E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens.” (Mar. 7:7). “Então, eles, adorando-o, voltaram para Jerusalém, tomados de grande júbilo;” (Luc. 24:52). “Então, afirmou ele: Creio, Senhor; e o adorou.” (João 9:38). “Os magos e os discípulos adoraram Jesus, reconhecendo Sua divindade; Jesus aceitou essa honra.”

“Em Sua resposta a Satanás (Mt 4:10), Jesus deixou muito claro que só o Senhor deve ser adorado. O que nos leva à importante questão apresentada nos textos acima: Cristo nunca recusou a adoração das pessoas. Nas várias vezes em que as pessoas O adoraram, nenhum exemplo é dado, no qual Ele tivesse dito: Não Me adorem, dirijam sua adoração somente ao Pai. De fato, o oposto é o caso.”

“6. Leia Lucas 19:37-40. O que a resposta de Jesus aos fariseus diz sobre Sua atitude para com aqueles que O adoravam?” “E, quando se aproximava da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos passou, jubilosa, a louvar a Deus em alta voz, por todos os milagres que tinham visto, dizendo: Bendito é o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas maiores alturas! Ora, alguns dos fariseus lhe disseram em meio à multidão: Mestre, repreende os teus discípulos! Mas ele lhes respondeu: Asseguro-vos que, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão.” (Luc. 19:37-40) “Ele defendeu os que O adoraram, dizendo que se eles não fizessem isso, as pedras o fariam.”

“Precisamos reafirmar um tema abordado neste trimestre: é muito importante que Jesus seja o centro e o foco de toda a nossa adoração. Cada música, cada oração, cada sermão, tudo o que fazemos deve, de uma forma ou de outra, em última análise, dirigir nossa mente para Cristo, o Deus encarnado que Se ofereceu como sacrifício pelos nossos pecados. A adoração que nos deixa com um sentimento de admiração, amor e reverência para com nosso Senhor é a única, sem dúvida, agradável aos Seus olhos.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 08 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O Salvador venceu para mostrar ao homem como ele pode vencer.

Lições da Bíblia.

“O Salvador venceu para mostrar ao homem como ele pode vencer. Todas as tentações de Satanás, Cristo enfrentava com a Palavra de Deus. Confiando nas promessas divinas, recebia poder para obedecer aos mandamentos de Deus, e o tentador não podia alcançar vantagem. A toda tentação, Sua resposta era: ‘Está escrito.’ Assim Deus nos tem dado Sua Palavra para com ela resistirmos ao mal. Pertencem-nos grandíssimas e preciosas promessas, a fim de que por elas fiquemos "participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que, pela concupiscência, há no mundo". II Ped. 1:4.

Dizei ao tentado que não olhe às circunstâncias, à fraqueza do próprio eu, ou ao poder da tentação, mas ao poder da Palavra de Deus. Toda a sua força nos pertence. "Escondi a Tua palavra no meu coração", diz o salmista, "para eu não pecar contra Ti." Sal. 119:11. ‘Pela palavra dos Teus lábios me guardei das veredas do destruidor.’ Sal. 17:4.

Falai ao povo de maneira a incutir ânimo; erguei-os a Deus em oração. Muitos dos que têm sido vencidos pela tentação são humilhados por seus fracassos, e sentem ser vão buscar aproximar-se de Deus; mas esse pensamento é sugestão do inimigo. Quando pecaram, e sentem que não podem orar, dizei-lhes que é então o momento de orar. Talvez se encontrem envergonhados, e profundamente humilhados; ao confessarem, ‘Posso todas as coisas nAquele que me fortalece. O meu Deus, segundo as Suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória por Cristo Jesus.’ Filip. 4:13 e 19.” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 181).

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Que Pregar e que não Pregar.

Lições da Bíblia.

Deixar Cristo Aparecer

O objetivo de todo o ministério é conservar o eu fora de vistas, e deixar que Cristo apareça. A exaltação de Cristo é a grande verdade que todos os que trabalham por palavra e doutrina devem revelar. Manuscrito 109, 1897.

Satanás está determinado a que os homens não vejam o amor de Deus, que O levou a dar Seu Filho unigênito para salvar a raça perdida; pois é a bondade de Deus que leva os homens ao arrependimento. Oh! como havemos de ser bem-sucedidos em pôr diante do mundo o profundo, precioso amor divino? De nenhuma outra maneira podemos abrangê-lo a não ser exclamando: ‘Vede quão grande caridade nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus.’ I João 3:1. Digamos aos pecadores: ‘Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.’ João 1:29. Mediante o apresentar a Jesus como representante do Pai, seremos habilitados a dissipar as sombras que Satanás tem lançado em nosso caminho, a fim de não podermos ver a misericórdia e o inexprimível amor de Deus tal como se manifesta em Jesus Cristo. Olhai à cruz do Calvário. Ela é permanente penhor do amor infinito, da incomensurável misericórdia do Pai celestial. Manuscrito 154, 1897.” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 555 – 556).

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