Jesus e as crianças

Lições da Bíblia1:

2. O que Jesus fez pelos que levaram as crianças até Ele? Mc 10:13-16

Mc 10:13-16 (NAA)2: “13 Então trouxeram algumas crianças a Jesus para que as abençoasse, mas os discípulos os repreendiam. 14 Jesus, porém, vendo isto, indignou-se e disse-lhes: — Deixem que os pequeninos venham a mim; não os impeçam, porque dos tais é o Reino de Deus. 15 Em verdade lhes digo: Quem não receber o Reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele. 16 Então, tomando as crianças nos braços e impondo-lhes as mãos, as abençoava.

Embora as crianças fossem desejadas no mundo antigo (especialmente os meninos, na cultura predominantemente masculina), o nascimento e a infância não eram fáceis. Os riscos de morte eram elevados: para as mães durante o parto e para os recém-nascidos, bebês e crianças. Muitas culturas usavam medicamentos tradicionais e amuletos para proteger essas pessoas vulneráveis contra supostas forças malévolas.

As crianças ocupavam uma posição social inferior, semelhante à dos escravos (Gl 4:1, 2). No mundo greco-romano, crianças com deficiências físicas ou que fossem indesejáveis eram expostas, ou jogadas em um rio. Os meninos eram mais valorizados que as meninas; às vezes, meninas eram deixadas para morrer na natureza. Algumas vezes bebês abandonados eram “resgatados” para serem criados e vendidos como escravos.

Os discípulos não entenderam o conceito de receber o Reino de Deus como uma criança (Mc 9:33-37). Então, repreendiam os que levavam crianças a Jesus para serem abençoadas, talvez pensando que Ele não tivesse tempo para uma tarefa tão simples.

Eles estavam errados. Jesus ficou indignado. No Evangelho de Marcos, Jesus tem reações surpreendentes em relação às pessoas, e é interessante que uma de Suas fortes reações tenha sido em relação às pessoas que queriam afastar Dele as crianças.

Jesus insistiu que os discípulos não deveriam impedir as crianças. Por quê? Porque o Reino de Deus pertence a elas, e devemos recebê-lo na atitude de uma criança – provavelmente uma referência à confiança simples e irrestrita em Deus.

“Não deixem que seu caráter não cristão represente mal a Jesus. Não mantenham os pequeninos afastados Dele por sua frieza e aspereza. Nunca lhes deem motivo de pensar que o Céu não seria um lugar aprazível para eles, se lá estivessem.

“Não falem de religião como de uma coisa que as crianças não possam compreender, nem procedam como se não se esperasse delas que aceitassem a Cristo […]. Não lhes deem a falsa impressão de que […] elas devem renunciar a tudo quanto faz a vida agradável” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver [CPB, 2021], p. 21).

Como você pode revelar melhor Jesus às crianças que estão ao seu redor?

Segunda-feira, 19 de agosto de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O Evangelho de Marcos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 517, jul. ago. set. 2024. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Discipulado das crianças – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Leia, de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 511-517: "Deixai Vir a Mim os Pequeninos"; p. 592: "O Templo Novamente Purificado"; Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 93-95: "O Batismo"; Educação, p. 185, 186: "Ensino e Estudo da Bíblia".1

“É ainda verdade que as crianças são as pessoas mais susceptíveis aos ensinos do evangelho; seu coração acha-se aberto às influências divinas, e forte para reter as lições recebidas. Os pequeninos podem ser cristãos, tendo uma experiência em harmonia com seus anos. Precisam ser educados nas coisas espirituais, e os pais devem proporcionar-lhes todas as vantagens, para que formem caráter segundo a semelhança do de Cristo.”2

"Os pais e as mães devem considerar os filhos como os membros mais novos da família do Senhor, a eles confiados para que os eduquem para o Céu. As lições que nós mesmos aprendemos de Cristo, devemos transmitir aos nossos filhos"2

Sexta-feira, 24 de Janeiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 48

2 WHITE, Ellen Gould. O desejado de todas as nações. Tradução de Isolina A Waldvogel. 22. ed. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2004. p. 515

Aceitando os pequenos

Lições da Bíblia.

“5. Leia Marcos 10:13-16. O fato de que Cristo aceitou as crianças facilitou a aceitação dEle? Como devemos entender Sua repreensão aos discípulos? O que devemos aprender com esse relato sobre o relacionamento com as crianças?”1 “Então, lhe trouxeram algumas crianças para que as tocasse, mas os discípulos os repreendiam. Jesus, porém, vendo isto, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir a mim os pequeninos, não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus. Em verdade vos digo: Quem não receber o reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele. Então, tomando-as nos braços e impondo-lhes as mãos, as abençoava.” (Marcos 10:13-16 RA)2. Embora as crianças naquela época fossem pouco consideradas a atitude de Jesus de inclui-las em sua atenção deve ter enchido o coração de seus ouvintes de ternura e aceitação de Sua palavra. Ao repreender seus discípulos, Jesus demostrou o mal que se pode fazer ao desprezar as crianças, elas representam o tipo de atitude que devemos ter em nosso relacionamento com Deus, sinceridade e humilde. O cuidado que dedicamos as crianças hoje se reflete na igreja de amanhã, crianças bem cuidadas representa um a igreja forte e atuante no cumprimento da missão.

"Nos meninos que foram postos em contato com Ele, viu Jesus os homens e mulheres que seriam herdeiros de Sua graça e súditos do Seu reino, e alguns dos quais se tornariam mártires por Seu amor. Sabia que essas crianças haviam de ouvi-Lo e aceitá-Lo como seu Redentor muito mais facilmente do que o fariam os adultos, muitos dos quais eram sábios segundo o mundo e endurecidos. Em Seus ensinos, descia ao nível delas. Ele, a Majestade do Céu, não desdenhava responder-lhes às perguntas e simplificar Suas importantes lições, para alcançar sua compreensão infantil. Implantava na mente delas as sementes da verdade, que haveriam de brotar nos anos vindouros, dando frutos para a vida eterna"3

“Quantas vezes encontramos adultos que sofrem tanta dor, tanta confusão, tanta mágoa sobre coisas que aconteceram com eles na infância? O que isso deve nos dizer sobre a maneira gentil, carinhosa, piedosa e amorosa pela qual devemos tratar as crianças?”1

Quinta-feira, 23 de Janeiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 47

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

3 WHITE, Ellen Gould. O desejado de todas as nações. Tradução de Isolina A Waldvogel. 22. ed. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2004. p. 512, 515

Uma terrível advertência

Lições da Bíblia.

“4. Leia Mateus 11:25, 26; 18:1-6, 10-14. Que verdades, não apenas sobre os filhos, mas sobre a fé em geral, podemos aprender com esses textos? Pense na seriedade da advertência de Jesus. Por que deveríamos tremer diante dela?”1 “Por aquele tempo, exclamou Jesus: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.” (Mateus 11:25-26 RA)2; “Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discípulos, perguntando: Quem é, porventura, o maior no reino dos céus? E Jesus, chamando uma criança, colocou-a no meio deles. E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus. Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. E quem receber uma criança, tal como esta, em meu nome, a mim me recebe. Qualquer, porém, que fizer tropeçar a um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse afogado na profundeza do mar.” (Mateus 18:1-6 RA)2; Vede, não desprezeis a qualquer destes pequeninos; porque eu vos afirmo que os seus anjos nos céus veem incessantemente a face de meu Pai celeste. [Porque o Filho do Homem veio salvar o que estava perdido.] Que vos parece? Se um homem tiver cem ovelhas, e uma delas se extraviar, não deixará ele nos montes as noventa e nove, indo procurar a que se extraviou? E, se porventura a encontra, em verdade vos digo que maior prazer sentirá por causa desta do que pelas noventa e nove que não se extraviaram. Assim, pois, não é da vontade de vosso Pai celeste que pereça um só destes pequeninos.” (Mateus 18:10-14 RA)2; Deus se revela a aos humildes, aqueles tidos por sábios seu orgulhoso o impede de compreender as verdades celestiais. E ai daqueles que fizer tropeçar um pequenino sequer, sobre ele sobrevirá a ira divina.

Jesus “[…] sabia que essas crianças aceitariam Seus conselhos e O receberiam como seu Redentor, ao passo que os que eram sábios segundo o mundo e de coração endurecido estariam menos dispostos a segui-Lo e encontrar um lugar no reino de Deus. Esses pequenos, vindo a Cristo e recebendo Seu conselho e bênção, tiveram Sua imagem e Suas graciosas palavras estampadas na mente plástica, para serem jamais apagadas. Devemos aprender uma lição deste ato de Cristo, de que o coração dos jovens é mais suscetível aos ensinos do cristianismo, fácil de ser influenciado para a piedade e a virtude, e forte para reter as impressões recebidas.”3

“Jesus frequentemente recorreu à sinceridade das crianças para ilustrar Seu reino. A autenticidade, humildade, dependência e inocência das crianças de alguma forma captam a essência da vida cristã. Ao viver nossa fé, devemos almejar intensamente essa simplicidade e confiança. Os modernos formadores de discípulos precisam aprender outra lição: as crianças nunca devem deixar para trás sua dependência infantil. Devidamente instruídas, elas podem levar sua confiante inocência para a idade adulta. Certamente, quando as crianças amadurecerem e envelhecerem, elas questionarão coisas e terão lutas, dúvidas e perguntas sem resposta, como acontece com todos nós. Mas uma fé infantil nunca fica fora de moda. Como pais, ou como adultos em geral, devemos fazer todo o possível para incutir nas crianças o conhecimento de Deus e do Seu amor. A melhor maneira de fazer isso é revelar esse amor em nossa vida, em nossa bondade, compaixão e cuidado. Podemos pregar sermões e exortar o tanto que quisermos, mas, no fim, como acontece com os adultos, a melhor maneira de discipular as crianças é viver diante delas o amor de Deus em nossa vida.”1

Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 46

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

3WHITE, Ellen Gould. O lar adventista: concelhos a famílias Adventistas do Sétimo Dia. Tradução de Carlos Alberto Trezza. 14. ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2011. p. 158

Curando as crianças

Lições da Bíblia.

“3. Leia Mateus 9:18-26; Marcos 7:24-30; Lucas 9:37-43; João 4:46-54. Quais são as semelhanças e diferenças no contexto de vida dessas crianças? Que lições podemos aprender com esses textos que podem nos ajudar hoje?”1 “Enquanto estas coisas lhes dizia, eis que um chefe, aproximando-se, o adorou e disse: Minha filha faleceu agora mesmo; mas vem, impõe a mão sobre ela, e viverá. E Jesus, levantando-se, o seguia, e também os seus discípulos. E eis que uma mulher, que durante doze anos vinha padecendo de uma hemorragia, veio por trás dele e lhe tocou na orla da veste; porque dizia consigo mesma: Se eu apenas lhe tocar a veste, ficarei curada. E Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: Tem bom ânimo, filha, a tua fé te salvou. E, desde aquele instante, a mulher ficou sã. Tendo Jesus chegado à casa do chefe e vendo os tocadores de flauta e o povo em alvoroço, disse: Retirai-vos, porque não está morta a menina, mas dorme. E riam-se dele. Mas, afastado o povo, entrou Jesus, tomou a menina pela mão, e ela se levantou. E a fama deste acontecimento correu por toda aquela terra.” (Mateus 9:18-26 RA)2; “Levantando-se, partiu dali para as terras de Tiro [e Sidom]. Tendo entrado numa casa, queria que ninguém o soubesse; no entanto, não pôde ocultar-se, porque uma mulher, cuja filhinha estava possessa de espírito imundo, tendo ouvido a respeito dele, veio e prostrou-se-lhe aos pés. Esta mulher era grega, de origem siro-fenícia, e rogava-lhe que expelisse de sua filha o demônio. Mas Jesus lhe disse: Deixa primeiro que se fartem os filhos, porque não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. Ela, porém, lhe respondeu: Sim, Senhor; mas os cachorrinhos, debaixo da mesa, comem das migalhas das crianças. Então, lhe disse: Por causa desta palavra, podes ir; o demônio já saiu de tua filha. Voltando ela para casa, achou a menina sobre a cama, pois o demônio a deixara.” (Marcos 7:24-30 RA)2; “No dia seguinte, ao descerem eles do monte, veio ao encontro de Jesus grande multidão. E eis que, dentre a multidão, surgiu um homem, dizendo em alta voz: Mestre, suplico-te que vejas meu filho, porque é o único; um espírito se apodera dele, e, de repente, o menino grita, e o espírito o atira por terra, convulsiona-o até espumar; e dificilmente o deixa, depois de o ter quebrantado. Roguei aos teus discípulos que o expelissem, mas eles não puderam. Respondeu Jesus: Ó geração incrédula e perversa! Até quando estarei convosco e vos sofrerei? Traze o teu filho. Quando se ia aproximando, o demônio o atirou no chão e o convulsionou; mas Jesus repreendeu o espírito imundo, curou o menino e o entregou a seu pai. E todos ficaram maravilhados ante a majestade de Deus. Como todos se maravilhassem de quanto Jesus fazia, disse aos seus discípulos:” (Lucas 9:37-43 RA)2; “Dirigiu-se, de novo, a Caná da Galiléia, onde da água fizera vinho. Ora, havia um oficial do rei, cujo filho estava doente em Cafarnaum. Tendo ouvido dizer que Jesus viera da Judéia para a Galiléia, foi ter com ele e lhe rogou que descesse para curar seu filho, que estava à morte. Então, Jesus lhe disse: Se, porventura, não virdes sinais e prodígios, de modo nenhum crereis. Rogou-lhe o oficial: Senhor, desce, antes que meu filho morra. Vai, disse-lhe Jesus; teu filho vive. O homem creu na palavra de Jesus e partiu. Já ele descia, quando os seus servos lhe vieram ao encontro, anunciando-lhe que o seu filho vivia. Então, indagou deles a que hora o seu filho se sentira melhor. Informaram: Ontem, à hora sétima a febre o deixou. Com isto, reconheceu o pai ser aquela precisamente a hora em que Jesus lhe dissera: Teu filho vive; e creu ele e toda a sua casa. Foi este o segundo sinal que fez Jesus, depois de vir da Judéia para a Galiléia.” (João 4:46-54 RA)2. Os relatos apresentam pais em busca de socorro para seus filhos, alguns credo que seriam atendidos e outros ainda que incertos que receberiam a cura. Em todas as circunstancias Jesus foi sensível e atendeu as solicitações.

“Uma semelhança impressionante é que, em todas essas histórias, pais desesperados foram a Jesus buscando ajuda para os filhos. Qual pai não pode se identificar com esses relatos? Qual pai já não sentiu dor, angústia, medo e horror quando um filho estava muito doente ou até mesmo morrendo? Para os que passaram por isso, não há nada pior. Embora Jesus não tenha sido pai, em Sua humanidade, Ele Se identificava com os pais o suficiente para curar seus filhos. Em cada caso ocorreu a cura. Ele não desprezou ninguém. Assim, Seu amor, não apenas pelos pais, mas pelos filhos, foi claramente manifestado.”1

[…]

“O luto pela morte física e a observação da decadência espiritual podem ser igualmente dolorosos. Quantos pais têm agonizado por causa de filhos destruídos pela dependência de drogas, pornografia, ou indiferença dos próprios filhos? Seja qual for a aflição, devemos aprender a confiar no Senhor, em Sua bondade e em Seu amor, mesmo quando não alcançamos resultados tão felizes quanto os das histórias bíblicas listadas acima. Ellen G. White, uma profetisa, enterrou dois filhos. Nosso mundo é um lugar difícil. Nosso Deus, porém, é amoroso. Custe o que custar, devemos nos apegar a essa verdade.”1

Terça-feira, 21 de Janeiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 44

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Vantagem da criança hebreia

Lições da Bíblia.

“As crianças hebreias desfrutavam um tratamento especial quando comparadas às crianças das antigas nações vizinhas. Em muitas culturas eram difundidos sacrifícios de crianças para apaziguar os deuses. Do contrário, o valor das crianças frequentemente era medido por sua contribuição econômica à sociedade. Produtividade do trabalho, não valor intrínseco, definia seu relacionamento com o mundo adulto. É triste dizer, mas algumas dessas atitudes, especialmente quando se trata de valor econômico, são encontradas em nosso mundo atual. Verdadeiramente, o dia da ira precisa vir. Evidentemente, a apostasia de Israel afetou o valor dado pela população às crianças. O envolvimento de Manassés com a feitiçaria e as religiões de outras nações induziu ao sacrifício de crianças (2Cr 33:6). No entanto, o reinado de Manassés foi exceção e não regra. Sob liderança mais espiritual, os israelitas valorizavam muito seus descendentes.”1

“1. Leia o Salmo 127:3-5; 128:3-6; Jeremias 7:31; Deuteronômio 6:6, 7. Que valor Deus dá aos filhos? De que maneira uma compreensão adequada das Escrituras pode afetar nosso relacionamento com eles?” Herança do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão. Como flechas na mão do guerreiro, assim os filhos da mocidade. Feliz o homem que enche deles a sua aljava; não será envergonhado, quando pleitear com os inimigos à porta.” (Salmos 127:3-5 RA)2; “Tua esposa, no interior de tua casa, será como a videira frutífera; teus filhos, como rebentos da oliveira, à roda da tua mesa. Eis como será abençoado o homem que teme ao SENHOR! O SENHOR te abençoe desde Sião, para que vejas a prosperidade de Jerusalém durante os dias de tua vida, vejas os filhos de teus filhos. Paz sobre Israel!” (Salmos 128:3-6 RA)2; Edificaram os altos de Tofete, que está no vale do filho de Hinom, para queimarem a seus filhos e a suas filhas; o que nunca ordenei, nem me passou pela mente.” (Jeremias 7:31 RA)2; Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te.” (Deuteronômio 6:6-7 RA)2. As crianças são a herança do Senhor, uma benção de Deus para a humanidade. Os filhos trazem felicidade e prosperidade para um povo e devem ser educados na Bíblia a temer o Senhor.

“Todas as vezes que em Israel foi posto em prática o plano divino de educação, seus resultados testificaram de seu Autor. Mas em muitíssimos lares o ensino designado pelo Céu bem como os caracteres por ele desenvolvidos, eram igualmente raros. O plano de Deus não se cumpriu senão parcial e imperfeitamente. Pela incredulidade e desconsideração às orientações do Senhor, os israelitas cercaram-se de tentações que poucos tinham poder para resistir. Estabelecendo-se em Canaã, ‘não destruíram os povos, como o Senhor lhes dissera. Antes, se misturaram com as nações e aprenderam as suas obras. E serviram os seus ídolos, que vieram a ser-lhes um laço’. Sal. 106:34-36. ‘O seu coração não era reto para com Ele, nem foram fiéis ao Seu concerto. Mas Ele, que é misericordioso, perdoou a sua iniquidade e não os destruiu; antes, muitas vezes desviou deles a Sua cólera, … porque Se lembrou de que eram carne, um vento que passa e não volta.’ Sal. 78:37-39. Pais e mães em Israel tornaram-se indiferentes às obrigações para com Deus, indiferentes às obrigações para com os filhos. Pela infidelidade no lar, influências idólatras fora, muitos dos jovens hebreus recebiam uma educação que diferia grandemente da que Deus projetara para eles. Aprenderam os caminhos dos gentios.”3

Domingo, 19 de Janeiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 43

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

3 WHITE, Ellen Gould. Educação. Tradução de Flavio Lopes Monteiro. 9. ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2013. p. 45

Discipulado das crianças

Lições da Bíblia.

"Vendo os principais sacerdotes e os escribas as maravilhas que Jesus fazia e os meninos clamando: Hosana ao Filho de Davi!, indignaram-se e perguntaram-­Lhe: Ouves o que estes estão dizendo? Respondeu-lhes Jesus: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor?" (Mt 21:15, 16 RA).1

“Em nosso desejo de pregar ao mundo e fazer discípulos de todas as nações, não devemos esquecer uma classe de pessoas: as crianças. Estudos cristãos sobre crianças e jovens divergem em muitos aspectos. No entanto, através das linhas denominacionais algo parece constante: a maioria dos cristãos entregou a vida a Cristo em uma idade relativamente jovem. Um número menor de convertidos vem da população mais idosa. Muitas igrejas, aparentemente, ignoram esse fato importante em seu planejamento evangelístico, direcionando a maior parte de seus recursos para a população adulta. Os primeiros discípulos de Cristo também parecem ter subestimado o valor do ministério das crianças. Jesus rejeitou essa atitude e abriu espaço para as crianças, até mesmo dando prioridade a elas.”

“Cristo é nosso exemplo em todas as coisas. Na providência de Deus, a primeira parte de Sua vida foi passada em Nazaré, onde os habitantes tinham um caráter tal que Ele Se achava continuamente exposto às tentações, e era-Lhe necessário guardar-Se, a fim de permanecer puro e imaculado entre tanto pecado e impiedade. Cristo não escolheu por Si mesmo este lugar. O mesmo foi escolhido por Seu Pai celeste – um lugar em que o caráter ser-Lhe-ia experimentado e provado por vários modos. Os primeiros anos de Cristo foram sujeitos a rigorosas provas, durezas e conflitos, para que desenvolvesse o caráter perfeito que O torna um perfeito exemplo para as crianças, os jovens e os adultos.”3

Sábado, 18 de Janeiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 35

3 WHITE, Ellen Gould. Mensagens aos jovens. Tradução de Isolina A Waldvogel. 13. ed. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2009. p. 78