Lições do passado

Lições da Bíblia

“3. Leia Neemias 9:9-22. Qual é a diferença entre essa parte da oração e a anterior?”1

Neemias (9:9-22 ARA)2: “9 Viste a aflição de nossos pais no Egito, e lhes ouviste o clamor junto ao mar Vermelho. 10 Fizeste sinais e milagres contra Faraó e seus servos e contra todo o povo da sua terra, porque soubeste que os trataram com soberba; e, assim, adquiriste renome, como hoje se vê. 11 Dividiste o mar perante eles, de maneira que o atravessaram em seco; lançaste os seus perseguidores nas profundezas, como uma pedra nas águas impetuosas. 12 Guiaste-os, de dia, por uma coluna de nuvem e, de noite, por uma coluna de fogo, para lhes alumiar o caminho por onde haviam de ir. 13 Desceste sobre o monte Sinai, do céu falaste com eles e lhes deste juízos retos, leis verdadeiras, estatutos e mandamentos bons. 14 O teu santo sábado lhes fizeste conhecer; preceitos, estatutos e lei, por intermédio de Moisés, teu servo, lhes mandaste. 15 Pão dos céus lhes deste na sua fome e água da rocha lhes fizeste brotar na sua sede; e lhes disseste que entrassem para possuírem a terra que, com mão levantada, lhes juraste dar. 16 Porém eles, nossos pais, se houveram soberbamente, e endureceram a sua cerviz, e não deram ouvidos aos teus mandamentos. 17 Recusaram ouvir-te e não se lembraram das tuas maravilhas, que lhes fizeste; endureceram a sua cerviz e na sua rebelião levantaram um chefe, com o propósito de voltarem para a sua servidão no Egito. Porém tu, ó Deus perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-te e grande em bondade, tu não os desamparaste, 18 ainda mesmo quando fizeram para si um bezerro de fundição e disseram: Este é o teu Deus, que te tirou do Egito; e cometeram grandes blasfêmias. 19 Todavia, tu, pela multidão das tuas misericórdias, não os deixaste no deserto. A coluna de nuvem nunca se apartou deles de dia, para os guiar pelo caminho, nem a coluna de fogo de noite, para lhes alumiar o caminho por onde haviam de ir. 20 E lhes concedeste o teu bom Espírito, para os ensinar; não lhes negaste para a boca o teu maná; e água lhes deste na sua sede. 21 Desse modo os sustentaste quarenta anos no deserto, e nada lhes faltou; as suas vestes não envelheceram, e os seus pés não se incharam. 22 Também lhes deste reinos e povos, que lhes repartiste em porções; assim, possuíram a terra de Seom, a saber, a terra do rei de Hesbom e a terra de Ogue, rei de Basã.”

“A oração passa dos louvores a Deus, por Sua fidelidade, ao relato da contrastante infidelidade dos israelitas em sua experiência no Egito e no deserto. Nela, Neemias menciona todas as diferentes coisas que Deus deu aos israelitas; mas, infelizmente, a resposta dos ‘pais’ a essas dádivas foi orgulho e teimosia, além do desprezo pelas ações graciosas de Deus entre eles.”1

“O reconhecimento do fracasso humano e da falta de verdadeira devoção a Deus é um passo importante no arrependimento e na confissão. E mesmo que o texto esteja falando de pessoas que há muito nos deixaram, ninguém pode negar que todos temos problemas com as mesmas questões que elas enfrentaram.”1

“Aqui entra o evangelho tanto para nós quanto para elas. Confessar nossos pecados não nos salva, somente o sacrifício de Cristo pode fazer isso em nosso favor. O arrependimento, juntamente com a confissão, é central para o nosso reconhecimento de que devemos ser justificados somente por Jesus. ‘Quando por meio do arrependimento e fé aceitamos a Cristo como nosso Salvador, o Senhor perdoa nossos pecados e suspende a punição prescrita para a transgressão da Lei. Então, o pecador se encontra diante de Deus como uma pessoa justa; desfruta o favor do Céu e, por meio do Espírito, tem comunhão com o Pai e o Filho’ (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 191).”1

“Ao mesmo tempo, visto que Sua bondade faz com que nos arrependamos dos pecados e os confessemos, devemos estar decididos, pelo poder de Deus, a abandoná-los.”1

“A conclusão é que Israel tinha sido obstinado, e Deus, amoroso. Ao refletir sobre as ações do Senhor em favor dos israelitas, eles se lembraram de que, visto que Deus havia feito muito por eles no passado, Ele continuaria cuidando deles no presente e no futuro. Por isso era tão importante que o povo sempre se lembrasse das ações de Deus em sua história. Quando eles se esqueciam delas, envolviam-se em problemas.”1

“Pense num momento em que você teve certeza de que Deus estava atuando em sua vida. Como essa lembrança pode confortá-lo da próxima vez que enfrentar lutas? Como pode confiar mais na bondade divina ao enfrentar sentimentos de desânimo, abatimento e temor quanto ao futuro?”1

Terça-feira, 12 de novembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Esperança: ser firme e inabalável

Lições da Bíblia.

“4. Leia os textos abaixo. O que há em comum entre eles? A que os cristãos devem se apegar?” “Cristo, porém, como Filho, em sua casa; a qual casa somos nós, se guardarmos firme, até ao fim, a ousadia e a exultação da esperança. (Hebreus 3:6 RA); “Porque nos temos tornado participantes de Cristo, se, de fato, guardarmos firme, até ao fim, a confiança que, desde o princípio, tivemos.” (Hebreus 3:14 RA); “Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão.” (Hebreus 4:14 RA); “para que, mediante duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, forte alento tenhamos nós que já corremos para o refúgio, a fim de lançar mão da esperança proposta;” (Hebreus 6:18 RA); Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel.” (Hebreus 10:23 RA). “Todos esses textos falam sobre nossa necessidade de estar firmes e nos apegarmos à esperança oferecida por Cristo. É necessário perseverar na fé, na confiança e manter nossa crença.”

“Além de ter certeza da salvação, é importante perseverar e manter a esperança que nos é oferecida. Em Hebreus, apegar-se (‘guardar firme’) é um apelo solene. Tem-se a impressão de que alguns cristãos estavam se afastando da fé e da esperança cristã. O apóstolo precisou encorajá-los a não desistir. O texto expressa de modo muito semelhante as coisas que valem a pena ser mantidas: esperança, confiança, certeza e confissão. Em um sentido objetivo, todos esses termos se referem à crença cristã. Podemos fazer essas coisas porque nossa esperança não está em nós mesmos, mas em Jesus e no que Ele fez por nós. No momento em que nos esquecermos dessa verdade fundamental, certamente perderemos a confiança.”

“Estes textos nos desafiam a ser firmes desde o ‘princípio’ (Hb 3:14) ‘até ao fim’ (Hb 3:6, 14; 6:11). Fazer isso ‘sem vacilar’ (Hb 10:23) é uma indicação de fé imutável e inabalável. Sejam quais forem as circunstâncias, nossa esperança permanece a mesma, nosso compromisso com Deus não muda, porque podemos crer que Ele é fiel e fará o que prometeu.”

“Não há dúvida de que Deus é fiel à Sua Palavra. Ele cumpriu a promessa que tinha feito a Abraão e Sara (Rm 4:19-21); cumpriu a promessa da primeira vinda de Cristo (Gl 3:19) e cumprirá a promessa de Sua segunda vinda (Hb 12:26). No entanto, a última promessa de Deus é a vida eterna, a qual Ele prometeu mesmo antes do princípio do tempo (Tt 1:2; 1Jo 2:25).”

“A fidelidade de Deus é imutável. Mesmo que sejamos ‘infiéis, Ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-Se a Si mesmo’ (2Tm 2:13). Nossa infidelidade ou descrença não mudará a intenção divina para conosco. Suas promessas não são abaladas pelas nossas falhas morais. As promessas ainda estarão disponíveis para nós, porque fidelidade é parte da natureza divina.”

“É muito fácil ficar desanimado por causa dos nossos pecados. Como podemos vencer esses pecados e, ao mesmo tempo, não desistir da fé quando erramos? Por que devemos nos apegar a essas promessas, especialmente quando falhamos?”

Quarta-feira, 25 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES, veja sua versão original no site da Casa Publicadora Brasileira (CPB).

Confissão e arrependimento: as condições do reavivamento – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“A confissão não será aceitável a Deus sem sincero arrependimento e reforma. É preciso haver decisivas mudanças na vida. Tudo que seja ofensivo a Deus tem de ser renunciado. Esse será o resultado da genuína tristeza pelo pecado. A obra que nos cumpre fazer é apresentada claramente: ‘Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos Meus olhos e cessai de fazer mal. Aprendei a fazer bem; praticai o que é reto; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas’ (Is 1:16, 17, RC). ‘Restituindo esse ímpio o penhor, pagando o furtado, andando nos estatutos da vida e não praticando iniquidade, certamente viverá, não morrerá’” (Ez 33:15, RC; Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 39).

Perguntas para reflexão

“1. Que lição fundamental sobre o perdão podemos aprender com o perdão oferecido por Jesus aos que O pregaram na cruz? O que isso nos diz sobre nós e nossos ofensores?”

“2. A confissão do pecado tem sido uma bênção para você? De que forma ela o ajudou no relacionamento com o Senhor e com outras pessoas?”

“3. Embora necessitemos confessar nossas faltas às pessoas a quem ofendemos, que cuidado devemos ter para não dizer mais do que é conveniente?”

“4. O verdadeiro arrependimento inclui abandono do pecado. No entanto, o que acontece se caímos novamente em um pecado contra o qual estamos lutando? Quer dizer que nosso arrependimento não foi sincero e que não podemos ser perdoados mais uma vez acerca desse pecado? Se isso fosse verdade, que esperança teríamos? Como devemos entender a natureza do arrependimento bíblico, tendo em mente a realidade de nossa natureza pecaminosa?”

“5. Por que o arrependimento é um componente vital na questão do reavivamento e reforma? Como os termos reavivamento e reforma contêm a ideia de que precisamos do arrependimento?”

Sexta-feira, 09 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Poder de cura da confissão

Lições da Bíblia.

“A confissão perfura a ferida da culpa e permite que o pus venenoso do pecado seja drenado. A confissão é curativa. Ela abre nosso coração para receber a graça de Deus. Por meio da confissão aceitamos o perdão que Cristo nos oferece livremente a partir da cruz. A confissão também quebra as barreiras entre nós e as outras pessoas. Ela cura os relacionamentos.”

“6. Leia o Salmo 32:1-8. O que isso nos ensina sobre confissão e arrependimento?” “Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não atribui iniquidade e em cujo espírito não há dolo. Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado. Sendo assim, todo homem piedoso te fará súplicas em tempo de poder encontrar-te. Com efeito, quando transbordarem muitas águas, não o atingirão. Tu és o meu esconderijo; tu me preservas da tribulação e me cercas de alegres cantos de livramento. Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho.” (Salmos 32:1-8 RA). “Arrependimento sincero traz perdão e perdão traz felicidade. Falta de confissão traz sofrimento físico e emocional. Ao orarmos, Deus nos protege em meio às crises e nos guia.”

“7. Leia Atos 24:16. O apóstolo Paulo se esforçou para ter uma ‘consciência pura diante de Deus e dos homens’. O que isso significa?” Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens.” (Atos 24:16 RA). “Consciência pura é a certeza de que Deus já nos livrou da culpa e das ofensas em relação a Ele e aos semelhantes, e de que somos fiéis ao Senhor.”

“A culpa é boa ou ruim? Depende. Se o Espírito Santo nos convence do pecado e a culpa do pecado nos leva a Jesus, a culpa é boa. Se já confessamos o pecado e continuamos nos sentindo culpados, a culpa pode se tornar destrutiva. ‘Esse sentimento de culpa tem que ser deposto ao pé da cruz do Calvário. O senso de pecaminosidade envenenou as fontes da vida e da verdadeira felicidade. Jesus diz: ‘Depõe tudo sobre Mim. Eu levarei teu pecado. Darei paz a ti. Não destruas por mais tempo teu respeito próprio, pois Eu te comprei com o preço do Meu próprio sangue. Tu és Meu. Tua vontade enfraquecida Eu a fortalecerei; teu remorso pelo pecado Eu removerei’ (Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, v. 2, p. 451). A resposta para a culpa é Jesus. Sua graça elimina a culpa destrutiva que o pecado impõe sobre nós.”

“Há momentos em que podemos confessar os pecados e ainda nos sentirmos culpados. Por quê? Uma razão pode ser que o diabo esteja tentando roubar nossa certeza do perdão e da salvação que temos em Jesus. Em segundo lugar, o Espírito Santo pode estar apontando algo entre nós e outra pessoa. Se ofendemos alguém, nossa consciência perturbada será aliviada quando confessarmos o erro à pessoa a quem ferimos.”

“Como a culpa afetou seu relacionamento com o Senhor e com as pessoas? O que você pode fazer para ajudar a suavizar seu fardo de culpa? Mesmo que você tenha errado e a culpa seja, em certo sentido, justificada, que promessas bíblicas você pode suplicar para ajudá-lo a seguir em frente?”

Quinta-feira, 08 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Verdadeiro arrependimento e confissão

Lições da Bíblia.

“4. Que princípios aprendemos na Bíblia a respeito da natureza do verdadeiro arrependimento e confissão?” “Será, pois, que, sendo culpado numa destas coisas, confessará aquilo em que pecou.” (Levítico 5:5 RA); Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1:9 RA); “Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas. Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.” (Isaías 1:16-18 RA); “Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial, mas anunciei primeiramente aos de Damasco e em Jerusalém, por toda a região da Judéia, e aos gentios, que se arrependessem e se convertessem a Deus, praticando obras dignas de arrependimento.” (Atos 26:19-20 RA). “Devemos confessar pecados específicos. Quando confessamos, Deus perdoa e purifica. Os atos injustos são corrigidos e praticamos obras dignas de arrependimento. Anunciamos o evangelho de Cristo.”

“Arrependimento genuíno é sempre acompanhado pela confissão de pecados específicos. O Espírito Santo não produz vagos sentimentos de culpa. Ele nos convence de falhas específicas.”

“A confissão verdadeira tem sempre caráter específico e faz distinção de pecados. Estes podem ser de tal natureza que devam ser apresentados a Deus unicamente. Podem ser faltas que devam ser confessadas a pessoas que por elas foram ofendidas, ou podem ser de caráter público, devendo então ser confessados com a mesma publicidade. Toda confissão, porém, deve ser definida e sem rodeios, reconhecendo justamente os pecados dos quais vocês são culpados” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 38).

“O objetivo do poder de convicção do Espírito Santo é revelar nossa necessidade da graça salvadora de Cristo. O arrependimento não faz com que Deus nos ame mais, mas nos permite apreciar mais Seu amor. A confissão não nos torna merecedores do perdão de Deus, mas nos permite receber o perdão originado em Sua misericórdia. Deus não nos ama mais quando nos arrependemos nem nos ama menos quando não nos arrependemos. Seu amor por nós é constante. A única variável é nossa resposta à ação do Espírito Santo em nossa vida.”

“A verdade é que nosso coração é impedido de receber as abundantes bênçãos que Deus tem para nós enquanto nossas artérias espirituais estão entupidas com a sujeira do pecado. O pecado nos torna insensíveis aos apelos do Espírito Santo e dificulta nossa resposta a Ele. O arrependimento e a confissão abrem os canais entupidos do nosso coração para que sejamos cheios da presença e do poder do Espírito Santo.”

“Por mais que desejemos o perdão é preciso lembrar que essa é uma via de mão dupla, isto é, somos perdoados e devemos perdoar. A quem hoje precisamos perdoar? Por que é tão importante que perdoemos?”

Terça-feira, 06 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Confissão e arrependimento: as condições do reavivamento

Lições da Bíblia.

“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28:13).

“Ao longo das Escrituras, o arrependimento e a confissão prepararam o caminho para o reavivamento espiritual. Deus sempre preparou Seu povo para fazer uma grande obra para Ele, levando-o ao sincero arrependimento por seus pecados. Uma vez que reconhecemos nossos pecados e os confessamos, estamos no caminho certo para obter a vitória sobre eles.”

’Não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento’ (2Pe 3:9). Arrependimento e confissão são dois pré-requisitos necessários para que recebamos o poder do Espírito Santo em abundância.”

“Na lição desta semana, descobriremos a importância do verdadeiro arrependimento no derramamento do Espírito Santo, como é revelado no livro de Atos. Também contrastaremos o verdadeiro arrependimento com o falso arrependimento. Acima de tudo, veremos que o arrependimento é um dom do Espírito Santo para nos ajudar a refletir o amor de Jesus aos que nos cercam.”

Sábado, 03 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Adoração: do exílio à restauração

Lições da Bíblia.

“Vocês têm plantado muito, e colhido pouco. Vocês comem, mas não se fartam. Bebem, mas não se satisfazem. Vestem-se, mas não se aquecem. Aquele que recebe salário, recebe-o para colocá-lo numa bolsa furada” (Ageu 1:6, NVI).

“Deus realiza a restauração e transformação dos seres humanos, reconciliando-os consigo por meio de Cristo. Os exilados que retornaram a Jerusalém enfrentaram a tentação de negligenciar sua vigilância no serviço de Deus e de se conformar com os costumes do mundo. Enfrentamos tentações semelhantes hoje. Confissão, arrependimento e obediência ainda são requisitos para que a presença de Deus se manifeste entre Seu povo.”

“De nossa perspectiva atual, mais de mil e novecentos anos após a destruição final do templo de Jerusalém, é muito difícil entender a importância do templo na vida política e religiosa da nação judaica. O templo era o ponto alto da adoração, o centro de sua identidade étnica e religiosa. Era o lugar em que o Senhor disse que habitaria, e do qual reinaria em Israel. Ali o seguidor do Senhor encontrava purificação, perdão, graça e reconciliação.”

“Muitas pessoas não acreditaram nas advertências proféticas de que o templo seria destruído por Babilônia, exatamente porque ele era, verdadeiramente, a casa do Senhor. Como o Senhor poderia permitir que Seu templo sagrado fosse destruído? Só podemos imaginar o choque que eles tiveram quando, de fato, como os profetas haviam advertido, os babilônios o devastaram. E ainda, mesmo em meio a toda a devastação, o Senhor prometeu que a nação seria restaurada, o templo, reconstruído, e Israel receberia outra oportunidade para cumprir seu destino profético.”

“Nesta semana, estudaremos algumas questões relacionadas à adoração durante o tempo do exílio e, então, a restauração prometida.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 27 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Entre Saul e Davi

Lições da Bíblia.

A bíblia revela algumas aspectos significativos da vida de Davi antes de tornar-se rei. “Foi ungido pelo Espírito Santo; confiava em Deus; era corajoso; temia a Deus; era leal; recebia comunicação direta do Senhor.” “Assim, fez passar Jessé os seus sete filhos diante de Samuel; porém Samuel disse a Jessé: O SENHOR não escolheu estes. Perguntou Samuel a Jessé: Acabaram-se os teus filhos? Ele respondeu: Ainda falta o mais moço, que está apascentando as ovelhas. Disse, pois, Samuel a Jessé: Manda chamá-lo, pois não nos assentaremos à mesa sem que ele venha. Então, mandou chamá-lo e fê-lo entrar. Era ele ruivo, de belos olhos e boa aparência. Disse o SENHOR: Levanta-te e unge-o, pois este é ele.” (1 Sam. 16:10-12). “Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens contra mim com espada, e com lança, e com escudo; eu, porém, vou contra ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado. Hoje mesmo, o SENHOR te entregará nas minhas mãos; ferir-te-ei, tirar-te-ei a cabeça e os cadáveres do arraial dos filisteus darei, hoje mesmo, às aves dos céus e às bestas-feras da terra; e toda a terra saberá que há Deus em Israel. Saberá toda esta multidão que o SENHOR salva, não com espada, nem com lança; porque do SENHOR é a guerra, e ele vos entregará nas nossas mãos.” (1 Sam. 17:45-47). “Davi lograva bom êxito em todos os seus empreendimentos, pois o SENHOR era com ele.” (1 Sam. 18:14). “Davi, porém, respondeu a Abisai: Não o mates, pois quem haverá que estenda a mão contra o ungido do SENHOR e fique inocente? (1 Sam. 26:9). “Disse Davi a Abiatar, o sacerdote, filho de Aimeleque: Traze-me aqui a estola sacerdotal. E Abiatar a trouxe a Davi. Então, consultou Davi ao SENHOR, dizendo: Perseguirei eu o bando? Alcançá-lo-ei? Respondeu-lhe o SENHOR: Persegue-o, porque, de fato, o alcançarás e tudo libertarás.” (1 Sam. 30:7-8).

“Deus escolheu Saul como o primeiro rei de Israel, porque ele tinha as características que o povo havia requerido. Mas, quando Deus escolheu Davi para ser o rei de Israel, Ele lembrou a Samuel que o Senhor olha para o coração (1Sm 16:7). Davi estava longe de ser perfeito. De fato, alguns poderiam argumentar que as últimas falhas morais de Davi foram muito mais graves do que os pecados de Saul. No entanto, o Senhor rejeitou Saul, mas perdoou os piores erros de Davi, permitindo que ele continuasse sendo rei. O que fez a diferença?”

Há um conceito fundamental para a fé expresso por Davi: “Esconder os pecados acaba com a paz e a saúde; quando abrimos o coração em arrependimento e confissão, Deus perdoa e cura.” Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado. (Sal. 32:3-5). Eis que te comprazes na verdade no íntimo e no recôndito me fazes conhecer a sabedoria.” (Sal. 51:6).

“Deus trata das questões do coração. Ele não apenas lê os sentimentos, o centro do pensamento, atitudes íntimas e motivos, mas pode tocar e mudar os corações abertos à Sua influência. O coração de Davi se rendeu à convicção do pecado. Ele se arrependeu e aceitou pacientemente as consequências de seus pecados. Em contraste com Davi, ficou claro que o coração de Saul não foi entregue ao Senhor, não importando as confissões exteriores que ele tivesse feito. ‘Contudo, tendo o Senhor posto sobre Saul a responsabilidade do reino, não o deixou entregue a si mesmo. Fez com que o Espírito Santo repousasse sobre Saul para revelar-lhe suas fraquezas, e sua necessidade de graça divina; e, se Saul tivesse depositado confiança em Deus, o Senhor teria estado com ele. Enquanto sua vontade foi dirigida pela vontade de Deus, enquanto se entregou à disciplina de Seu Espírito, Deus pôde coroar de êxito seus esforços. Mas, quando Saul preferiu agir independentemente de Deus, o Senhor não mais pôde ser seu guia, e foi obrigado a pô-lo de parte’ (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 636). Pense nisto: O que se passa dentro do seu coração é diferente do que as pessoas veem em sua vida exterior? O que sua resposta diz sobre você?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – domingo 31 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF