Verdadeiro arrependimento e confissão

Lições da Bíblia.

“4. Que princípios aprendemos na Bíblia a respeito da natureza do verdadeiro arrependimento e confissão?” “Será, pois, que, sendo culpado numa destas coisas, confessará aquilo em que pecou.” (Levítico 5:5 RA); Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1:9 RA); “Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas. Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.” (Isaías 1:16-18 RA); “Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial, mas anunciei primeiramente aos de Damasco e em Jerusalém, por toda a região da Judéia, e aos gentios, que se arrependessem e se convertessem a Deus, praticando obras dignas de arrependimento.” (Atos 26:19-20 RA). “Devemos confessar pecados específicos. Quando confessamos, Deus perdoa e purifica. Os atos injustos são corrigidos e praticamos obras dignas de arrependimento. Anunciamos o evangelho de Cristo.”

“Arrependimento genuíno é sempre acompanhado pela confissão de pecados específicos. O Espírito Santo não produz vagos sentimentos de culpa. Ele nos convence de falhas específicas.”

“A confissão verdadeira tem sempre caráter específico e faz distinção de pecados. Estes podem ser de tal natureza que devam ser apresentados a Deus unicamente. Podem ser faltas que devam ser confessadas a pessoas que por elas foram ofendidas, ou podem ser de caráter público, devendo então ser confessados com a mesma publicidade. Toda confissão, porém, deve ser definida e sem rodeios, reconhecendo justamente os pecados dos quais vocês são culpados” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 38).

“O objetivo do poder de convicção do Espírito Santo é revelar nossa necessidade da graça salvadora de Cristo. O arrependimento não faz com que Deus nos ame mais, mas nos permite apreciar mais Seu amor. A confissão não nos torna merecedores do perdão de Deus, mas nos permite receber o perdão originado em Sua misericórdia. Deus não nos ama mais quando nos arrependemos nem nos ama menos quando não nos arrependemos. Seu amor por nós é constante. A única variável é nossa resposta à ação do Espírito Santo em nossa vida.”

“A verdade é que nosso coração é impedido de receber as abundantes bênçãos que Deus tem para nós enquanto nossas artérias espirituais estão entupidas com a sujeira do pecado. O pecado nos torna insensíveis aos apelos do Espírito Santo e dificulta nossa resposta a Ele. O arrependimento e a confissão abrem os canais entupidos do nosso coração para que sejamos cheios da presença e do poder do Espírito Santo.”

“Por mais que desejemos o perdão é preciso lembrar que essa é uma via de mão dupla, isto é, somos perdoados e devemos perdoar. A quem hoje precisamos perdoar? Por que é tão importante que perdoemos?”

Terça-feira, 06 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Definição do verdadeiro arrependimento

Lições da Bíblia.

“2. Como o apóstolo Paulo descreve o verdadeiro arrependimento?” “agora, me alegro não porque fostes contristados, mas porque fostes contristados para arrependimento; pois fostes contristados segundo Deus, para que, de nossa parte, nenhum dano sofrêsseis. Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte. Porque quanto cuidado não produziu isto mesmo em vós que, segundo Deus, fostes contristados! Que defesa, que indignação, que temor, que saudades, que zelo, que vindita! Em tudo destes prova de estardes inocentes neste assunto.” (2 Coríntios 7:9-11 RA). “O verdadeiro arrependimento conduz à salvação. Outros efeitos: dedicação, desculpas, indignação, temor, saudade, preocupação e desejo de ver a justiça feita.”

“Arrependimento é uma tristeza pelo pecado iniciada por Deus. Também inclui a decisão de abandonar os pecados específicos que o Espírito Santo traz à mente (Ez 14:6; Zc 1:4). O arrependimento genuíno não leva os cristãos a um estado de depressão profunda por causa de sua natureza e ações pecaminosas. ‘A tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação’ (2Co 7:10). O arrependimento nos leva a focalizar a justiça de Jesus, não a nossa pecaminosidade. Ele produz uma ‘dedicação’ em olhar para Jesus, ‘Autor e Consumador da fé’ (2Co 7:11; Hb 12:2).”

“No Novo Testamento, a enormidade do nosso pecado nunca é maior do que a imensidão da Sua graça, porque ‘onde abundou o pecado, superabundou a graça’ (Rm 5:20). Certamente isso foi verdade na experiência do apóstolo Paulo.”

“3. Leia 1 Timóteo 1:14-17 e Atos 26:10-16. O que essas passagens falam sobre a pecaminosidade de Paulo e a justiça de Jesus?” “Transbordou, porém, a graça de nosso Senhor com a fé e o amor que há em Cristo Jesus. Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. Mas, por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna. Assim, ao Rei eterno, imortal, invisível, Deus único, honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém!” (1 Timóteo 1:14-17 RA); “e assim procedi em Jerusalém. Havendo eu recebido autorização dos principais sacerdotes, encerrei muitos dos santos nas prisões; e contra estes dava o meu voto, quando os matavam. Muitas vezes, os castiguei por todas as sinagogas, obrigando-os até a blasfemar. E, demasiadamente enfurecido contra eles, mesmo por cidades estranhas os perseguia. Com estes intuitos, parti para Damasco, levando autorização dos principais sacerdotes e por eles comissionado. Ao meio-dia, ó rei, indo eu caminho fora, vi uma luz no céu, mais resplandecente que o sol, que brilhou ao redor de mim e dos que iam comigo. E, caindo todos nós por terra, ouvi uma voz que me falava em língua hebraica: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa é recalcitrares contra os aguilhões. Então, eu perguntei: Quem és tu, Senhor? Ao que o Senhor respondeu: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Mas levanta-te e firma-te sobre teus pés, porque por isto te apareci, para te constituir ministro e testemunha, tanto das coisas em que me viste como daquelas pelas quais te aparecerei ainda,” (Atos 26:10-16 RA). “Paulo se considerava o principal dos pecadores. No entanto, foi alcançado pela justiça e perdão de Jesus Cristo, que nos salva e purifica.”

“Quando o apóstolo Paulo percebeu que estava perseguindo o Senhor da glória, foi impelido a se ajoelhar em sincero arrependimento e confissão. Ao longo de toda a sua vida ele nunca se cansou de contar a história de seus próprios pecados e da graça de Deus. Seu arrependimento não o deixou em estado de depressão. Em vez disso, o levou aos braços de um Salvador amoroso e perdoador. A confissão de seu pecado não o deixou se sentindo mais culpado do que antes. Seu foco não era o quanto ele era injusto, mas o quanto Jesus é justo.”

“Você já se sentiu o ‘principal’ dos pecadores? Ou tão pecador que não pudesse ser salvo? Como você pode aprender a descansar na certeza de que a justiça de Cristo é suficiente para salvá-lo?”

Segunda-feira, 05 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Arrependimento: um dom de Deus

Lições da Bíblia.

“Nas semanas anteriores ao Pentecostes, os discípulos buscaram a Deus fervorosamente em oração. Atos 1:14 diz que eles ‘perseveravam unanimemente em oração e súplicas’. Essa experiência de unanimidade revela uma forte unidade e harmonia entre os seguidores de Cristo, que não teria sido possível sem arrependimento e confissão. Oração e confissão os prepararam para o que estava por vir.”

“1. Leia Atos 5:30-32. Que lições importantes podemos tirar das palavras de Pedro?” “O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-o num madeiro. Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados. Ora, nós somos testemunhas destes fatos, e bem assim o Espírito Santo, que Deus outorgou aos que lhe obedecem.” (Atos 5:30-32 RA) ”O Cristo morto pagou o preço dos nossos pecados; o Cristo ressuscitado nos concede arrependimento e perdão; o arrependimento é dom do Espírito Santo e nos leva a obedecer.”

“Pedro apresentou duas lições importantes. Primeira, o arrependimento é um dom. Enquanto abrimos o coração às sugestões do Espírito Santo, Jesus nos concede o dom do arrependimento. Segunda, os discípulos testemunharam em sua própria vida a realidade do arrependimento. Eles não apenas pregaram o arrependimento, mas o experimentaram.”

“Ao esperarem os discípulos pelo cumprimento da promessa, humilharam o coração em verdadeiro arrependimento e confessaram sua incredulidade. Ao trazerem à lembrança as palavras que Cristo lhes havia dito antes de Sua morte, entenderam mais amplamente seu significado. […] Meditando sobre Sua vida pura, santa, sentiram que nenhum trabalho seria árduo demais, nenhum sacrifício demasiado grande, contanto que pudessem testemunhar na própria vida, da amabilidade do caráter de Cristo” (Ellen G. White, Atos do Apóstolos, p. 36).

“Arrependimento e confissão permeiam o livro de Atos (‘Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam; porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos.,’ At 17:30, 31; ‘Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial, mas anunciei primeiramente aos de Damasco e em Jerusalém, por toda a região da Judéia, e aos gentios, que se arrependessem e se convertessem a Deus, praticando obras dignas de arrependimento.’ At 26:19, 20). É ‘a bondade de Deus’ que nos leva ao arrependimento. É o poder de convencimento do Espírito Santo que nos conscientiza da necessidade de um Salvador que perdoa os pecados. Ao mesmo tempo, devemos lembrar que o Espírito Santo não enche corações impenitentes (‘mas ira e indignação aos facciosos, que desobedecem à verdade e obedecem à injustiça.’ Rm 2:8; ‘Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Pois para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar.’ At 2:38, 39; ‘Também muitos dos que haviam praticado artes mágicas, reunindo os seus livros, os queimaram diante de todos. Calculados os seus preços, achou-se que montavam a cinquenta mil denários.’ At 3:19). O Espírito Santo enche corações esvaziados da ambição egoísta, do desejo de reconhecimento pessoal e do esforço para alcançar glória pessoal.”

“Por que é tão difícil reconhecer nossos pecados e nos arrependermos deles? Por que é tão fácil permitir que o ‘eu’ impeça o verdadeiro arrependimento?”

Domingo, 04 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Confissão e arrependimento: as condições do reavivamento

Lições da Bíblia.

“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28:13).

“Ao longo das Escrituras, o arrependimento e a confissão prepararam o caminho para o reavivamento espiritual. Deus sempre preparou Seu povo para fazer uma grande obra para Ele, levando-o ao sincero arrependimento por seus pecados. Uma vez que reconhecemos nossos pecados e os confessamos, estamos no caminho certo para obter a vitória sobre eles.”

’Não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento’ (2Pe 3:9). Arrependimento e confissão são dois pré-requisitos necessários para que recebamos o poder do Espírito Santo em abundância.”

“Na lição desta semana, descobriremos a importância do verdadeiro arrependimento no derramamento do Espírito Santo, como é revelado no livro de Atos. Também contrastaremos o verdadeiro arrependimento com o falso arrependimento. Acima de tudo, veremos que o arrependimento é um dom do Espírito Santo para nos ajudar a refletir o amor de Jesus aos que nos cercam.”

Sábado, 03 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Missão vitoriosa

Lições da Bíblia.

“Depois de um livramento tão miraculoso, quando Deus o mandou pela segunda vez a pregar em Nínive, Jonas obedeceu imediatamente. Em sua pregação (‘Pela segunda vez, o SENHOR Deus disse a Jonas: —Apronte-se, vá à grande cidade de Nínive e anuncie ao povo de lá a mensagem que eu vou dar a você. Jonas se aprontou e foi a Nínive, como o SENHOR Deus havia ordenado. Nínive era tão grande, que uma pessoa levava três dias para atravessá-la a pé. Jonas entrou na cidade, andou um dia inteiro e então começou a anunciar: —Dentro de quarenta dias, Nínive será destruída!’ Jonas 3:1-4 NTLH), Jonas usou uma linguagem que lembrava a destruição de Sodoma e Gomorra (Gn 19). Mas, no original hebraico, a palavra para ‘subverter’ ou ‘destruir’ (Gn 19:21, 29; Jn 3:4), usada na pregação de Jonas, também pode ter o significado de ‘mudar a direção’ ou ‘transformar’ (Êx 7:17, 20; 1Sm 10:6). A pregação da mensagem divina não foi em vão.”

“A maior conquista da carreira profética de Jonas foi o arrependimento da cidade de Nínive. Depois dos marinheiros, os ninivitas foram o segundo grupo de não hebreus do livro de Jonas a se voltar para Deus, e tudo por causa da interação com o imperfeito mensageiro do Senhor. Os resultados foram surpreendentes! Para se humilhar diante de Deus, o povo de Nínive vestiu roupas de panos de saco, colocou cinzas sobre a cabeça e jejuou. Todos esses foram sinais exteriores de tristeza e arrependimento.”

“4. Leia Mateus 12:39-41 e 2 Crônicas 36:15-17. O que esses versos nos ensinam sobre a importância do arrependimento?” “Jesus respondeu: —Como as pessoas de hoje são más e sem fé! Vocês estão me pedindo que faça um milagre, mas o milagre do profeta Jonas é o único sinal que lhes será dado. Porque assim como Jonas ficou três dias e três noites dentro de um grande peixe, assim também o Filho do Homem ficará três dias e três noites no fundo da terra. No Dia do Juízo o povo de Nínive vai se levantar e acusar vocês, pois eles se arrependeram dos seus pecados quando ouviram a pregação de Jonas. E eu afirmo que o que está aqui é mais importante do que Jonas.” (Mateus 12:39-41 NTLH), “O SENHOR, o Deus dos seus antepassados, continuou a avisá-los por meio dos seus profetas porque tinha pena do seu povo e do Templo, a sua casa. Mas eles riram desses mensageiros de Deus, rejeitaram as suas mensagens e zombaram deles. Finalmente, Deus ficou tão irado com o seu povo, que não houve mais remédio. Então Deus fez com que o rei da Babilônia marchasse com o seu exército contra eles. Ele matou os moços à espada, até mesmo no Templo, e não teve dó de ninguém, nem dos moços nem das moças, nem dos adultos nem dos velhinhos. Deus entregou todos nas mãos do rei da Babilônia.” (2 Crônicas 36:15-17 NTLH). “O milagre mais importante é o arrependimento. Por isso, muitos ninivitas serão salvos, ao contrário de muitos israelitas. O povo de Deus foi levado em cativeiro porque não se arrependeu de seus pecados.”

“A imagem de um poderoso monarca assírio se humilhando em cinzas diante de Deus é uma forte censura a muitos dos orgulhosos governantes e do povo de Israel, pelo menos os que rejeitaram persistentemente o chamado profético ao arrependimento. Por causa da ênfase do livro de Jonas na graça e no perdão de Deus, o povo judeu o lia todos os anos, no ponto culminante do Dia da Expiação, que celebrava o perdão de Deus para seus pecados.”

“Nosso Deus é um Deus de compaixão. Ele trata os transgressores da Sua lei com longanimidade e terna misericórdia. E ainda, em nossos dias, quando homens e mulheres têm tantas oportunidades de se familiarizar com a lei divina, revelada nas Sagradas Escrituras, o grande Governador do Universo não pode olhar com satisfação para as ímpias cidades, onde reina a violência e o crime. Se as pessoas dessas cidades se arrependessem, como fizeram os habitantes de Nínive, muito mais mensagens como a de Jonas seriam anunciadas” (Ellen G. White, The Advent Review e Sabbath Herald [A Revista do Advento e o Arauto do Sábado], 18 de outubro de 1906).

“Leia Jonas 3:5-10. O que esses versos revelam sobre a natureza do verdadeiro arrependimento? Como podemos aplicar esses mesmos princípios à nossa vida?” “Então os moradores de Nínive creram em Deus e resolveram que cada um devia jejuar. E todos, desde os mais importantes até os mais humildes, vestiram roupa feita de pano grosseiro a fim de mostrar que estavam arrependidos. Quando o rei de Nínive soube disso, levantou-se do trono, tirou o manto, vestiu uma roupa feita de pano grosseiro e sentou-se sobre cinzas. Mandou também anunciar ao povo da cidade o seguinte: ‘Esta é uma ordem do rei e dos seus ministros. Ninguém pode comer nada. Todas as pessoas e também os animais, o gado e as ovelhas estão proibidos de comer e beber. Que todas as pessoas e animais vistam roupas feitas de pano grosseiro! Que cada pessoa ore a Deus com fervor e abandone os seus maus caminhos e as suas maldades! Talvez assim Deus mude de idéia. Talvez o seu furor passe, e assim não morreremos!’ Deus viu o que eles fizeram e como abandonaram os seus maus caminhos. Então mudou de idéia e não castigou a cidade como tinha dito que faria.” (Jonas 3:5-10 NTLH)

Quarta-feira, 08 de maio de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Chamado ao arrependimento

Lições da Bíblia.

“A vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17:3).

“O nome Oseias em hebraico significa ‘o Senhor salva’, e está relacionado com os nomes Josué, Isaías e até mesmo Jesus. O profeta chama o povo a rejeitar o pecado e encontrar refúgio no Senhor seu Deus, porque Ele é seu Criador e Redentor. O propósito do juízo divino era lembrar aos pecadores que sua vida e força provinham dAquele a quem eles deviam voltar. Por isso, mesmo em meio a todas as advertências e pronunciamentos de juízo, o livro de Oseias apresenta os temas do arrependimento humano e do perdão divino.”

“O profeta exortou a nação, que estava perecendo no pecado por ‘falta [do] conhecimento’ (Os 4:6), a continuar conhecendo plenamente a Deus e a viver em harmonia com Seus princípios eternos. Foi a falta de conhecimento de Deus que levou o povo à rebelião e acabou resultando no juízo.”

“Em contrapartida, por meio da fé e obediência eles poderiam conhecer o Senhor. Esse conhecimento pode ser próximo e íntimo. É precisamente por isso que o casamento é um símbolo do tipo de relacionamento que o Senhor deseja ter conosco.”

“Por isso também a vida cristã é principalmente um relacionamento com o Deus vivo. Por essa razão, o Senhor chama as pessoas para conhecê-Lo e seguir Sua vontade.”

“O problema do pecado trouxe uma terrível separação entre Deus e a humanidade. Mas, pela morte de Jesus na cruz, um caminho foi feito para que caminhemos lado a lado com o Senhor. Podemos, de fato, conhecê-Lo por nós mesmos.”

“6. Qual é a diferença entre saber coisas a respeito de Deus e conhecer a Deus? Como essa diferença se reflete na nossa vida prática? Se alguém lhe perguntasse: ‘Como posso conhecer a Deus?’, o que você responderia? O que as seguintes passagens ensinam sobre a importância de ‘conhecer o Senhor’?” “Disse Moisés ao SENHOR: Tu me dizes: Faze subir este povo, porém não me deste saber a quem hás de enviar comigo; contudo, disseste: Conheço-te pelo teu nome; também achaste graça aos meus olhos. Agora, pois, se achei graça aos teus olhos, rogo-te que me faças saber neste momento o teu caminho, para que eu te conheça e ache graça aos teus olhos; e considera que esta nação é teu povo.” (Êxodo 33:12-13 RA); “Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte, na sua força, nem o rico, nas suas riquezas; mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR.” (Jeremias 9:23-24 RA); “Aos violadores da aliança, ele, com lisonjas, perverterá, mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo.” (Daniel 11:32 RA); Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.” (1 João 2:4 RA). “A diferença está na comunhão com Deus, que nos leva a cumprir Sua vontade. Podemos conhecer a Deus pelo estudo da Bíblia, oração e testemunho. Essa foi a experiência de Moisés, João, Daniel e Jeremias.”

Quinta-feira, 04 de abril de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A experiência da salvação: parte 1

Lições da Bíblia.

“O pecador é justificado e reconciliado na base objetiva do sacrifício expiatório de Cristo por todos (‘Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida;’ Rom. 5:6-10). A provisão que Deus fez para a justificação e reconciliação da humanidade consigo mesmo por meio da morte de Cristo necessita, no entanto, ser aplicada à experiência do crente. Não basta apenas ter um conhecimento teórico da justificação. Precisamos experimentar o que ela significa.”

“4. Atos 2:36-38 e Atos 3:19 apresentam o arrependimento como o início da experiência de salvação dos pecadores. Como a natureza do arrependimento como um sentimento de tristeza nos ajuda a conectar a experiência de justificação com a morte de Cristo?” “Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo. Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.” (Atos 2:36-38). Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados,(Atos 3:19). ”Quando pensamos no sofrimento e morte de Cristo, por causa dos nossos pecados, nos arrependemos, confessamos nossas faltas e recebemos a justiça de Deus.”

“Considere o seguinte comentário: ‘Coisa alguma atinge tão profundamente a alma quanto a sensação do amor perdoador de Cristo. Quando os pecadores contemplam esse insondável amor divino, exposto na cruz, recebem a mais poderosa motivação possível para arrepender-se. Essa é a bondade de Deus que nos conduz ao arrependimento (‘Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento?’ Rom. 2:4)’ (Associação Ministerial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, Nisto Cremos, Casa Publicadora Brasileira, 2010, p. 152).”

“5. Qual é o papel da fé na experiência da justificação?” “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos;” (Rom. 3:23-25). Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus;” (Efés. 2:8). “Somos justificados pela graça e pelo sangue de Cristo, mediante a fé.”

“A Bíblia diz que a fé vem pelo ouvir e o ouvir pela Palavra de Deus (Rm 10:17). Vimos também que, contemplar o amor de Cristo motiva a pessoa ao arrependimento. Portanto, o arrependimento não é prerrogativa especial de uns poucos privilegiados. Em vista desses fatos, a importância do estudo e da contemplação da Palavra de Deus na experiência da justificação deve ser enfatizada.”

“É a bondade de Deus que conduz ao arrependimento e à justificação. Assim, se eu me arrepender do pecado e experimentar a justificação, Deus é o único que deve receber o crédito. Salvação, portanto, é verdadeiramente um dom da graça divina, pois, na verdade, é pela graça mediante a fé que somos salvos (Ef 2:8).”

“Quais são algumas maneiras tangíveis e práticas pelas quais você pode encher seu coração e mente com a bondade de Deus, especialmente quando você pensa no que Ele fez por você e nas coisas das quais Ele o poupou?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 24 de outubro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Arrepender-se no pó e na cinza

Lições da Bíblia.

“Depois de suportar sofrimento desumano nas mãos de Satanás, Jó clamou: ‘Meus ouvidos já tinham ouvido a Teu respeito, mas agora os meus olhos Te viram. Por isso menosprezo a mim mesmo e me arrependo no pó e na cinza’ (Jó 42:5, 6, NVI).”

“5. Como Jó percebeu a santidade de Deus, em contraste com a pecaminosidade humana? Que aspecto do evangelho pode ser visto na reação de Jó ao encontro com Deus? O que mudou na visão dele acerca de si mesmo?” “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza.” (Jó 42:5-6). “Ao ver a santidade de Deus, Jó desprezou sua impureza; diante da grandeza de Deus, se arrependeu, se humilhou e mudou de atitude.”

“O profeta Ezequiel, a quem Deus graciosamente enviou aos israelitas (embora eles estivessem cativos em Babilônia como resultado de sua infidelidade), também experimentou a impressionante presença de Deus. O que aconteceu?” “Como o aspecto do arco que aparece na nuvem em dia de chuva, assim era o resplendor em redor. Esta era a aparência da glória do SENHOR; vendo isto, caí com o rosto em terra e ouvi a voz de quem falava.” (Ezeq. 1:28).

“Jacó teve que fugir de casa após enganar seu pai Isaque e seu irmão gêmeo Esaú. Qual foi a resposta de Jacó depois de sua visão noturna da escada para o Céu e de Deus falando com Ele?” “Despertado Jacó do seu sono, disse: Na verdade, o SENHOR está neste lugar, e eu não o sabia. E, temendo, disse: Quão temível é este lugar! É a Casa de Deus, a porta dos céus.” (Gên. 28:16-17).

“Enquanto Israel permanecia acampado no Sinai, o Senhor novamente desceu na nuvem sobre o monte e Se manifestou a Moisés. Como Moisés reagiu?” “E, imediatamente, curvando-se Moisés para a terra, o adorou;” (Êxo. 34:8).

“Daniel, outro profeta durante o cativeiro babilônico de Israel, também recebeu importantes visões de Deus, enquanto servia como alto funcionário do governo.”

“6. Embora repetidamente ouvisse que era amado no Céu, como Daniel reagiu quando recebeu uma visão de Deus? Por que você acha que ele teve essa reação?” “levantei os olhos e olhei, e eis um homem vestido de linho, cujos ombros estavam cingidos de ouro puro de Ufaz; o seu corpo era como o berilo, o seu rosto, como um relâmpago, os seus olhos, como tochas de fogo, os seus braços e os seus pés brilhavam como bronze polido; e a voz das suas palavras era como o estrondo de muita gente. Só eu, Daniel, tive aquela visão; os omens que estavam comigo nada viram; não obstante, caiu sobre eles grande temor, e fugiram e se esconderam. Fiquei, pois, eu só e contemplei esta grande visão, e não restou força em mim; o meu rosto mudou de cor e se desfigurou, e não retive força alguma.” (Dan. 10:5-8). “Diante da visão da santidade de Cristo, em contraste com sua indignidade, Daniel ficou sem forças, muito pálido e quase desfaleceu.”

“Embora esses homens fossem fiéis, piedosos e justos (eles eram até mesmo profetas!), suas reações à presença de Deus foram de medo, tremor e adoração. Sem dúvida isso ocorreu porque, entre outras coisas, eles tiveram um senso da própria indignidade e pecaminosidade, em contraste com a santidade de Deus. Em sua própria maneira, essas passagens sugerem a necessidade de um Salvador, um substituto, alguém para transpor o abismo entre o Deus Santo e criaturas pecaminosas como nós. Graças ao Senhor, temos essa ponte em Jesus.”

“Imagine você tendo uma experiência semelhante à de um desses homens mencionados acima. Como você reagiria, e por quê?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 31 de janeiro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF