Aprendendo de Jesus

Lições da Bíblia

“Não há exemplo melhor e mais inspirador a seguir do que Jesus. Ele estava familiarizado com as Escrituras e disposto a obedecer à Palavra escrita de Deus e a cumpri-la.”1

“2. Leia Lucas 4:4, 8, 10-12. Como Jesus usou as Escrituras para combater as tentações de Satanás? Por que as Escrituras devem ser centrais à nossa fé, especialmente em tempos de tentação?”1

Lucas 4:4, 8, 10-12 (ARA)2: “4 Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem. […] 8 Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: […] 10 porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; 11 e: Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. 12 Respondeu-lhe Jesus: Dito está: Não tentarás o Senhor, teu Deus.”

“Jesus conhecia bem as Escrituras. Ele estava tão intimamente familiarizado com a Palavra de Deus que poderia citá-la de memória. Essa intimidade com a Palavra escrita era resultado de precioso tempo de qualidade com o Senhor no estudo das Escrituras.”1

“Se Ele não conhecesse as palavras exatas das Escrituras e o contexto em que elas aparecem, poderia facilmente ter sido enganado pelo diabo, que citou as Escrituras e as usou para seus propósitos enganadores. Portanto, apenas ser capaz de citar a Bíblia, como o diabo fez, não é suficiente. Além de um texto específico, é preciso saber o que outras passagens das Escrituras têm a dizer sobre um assunto e conhecer seu significado correto. Somente essa familiaridade com a Palavra do Senhor nos ajudará, como ocorreu com Jesus, a não ser enganados pelo adversário de Deus, mas resistir aos ataques de Satanás. Por diversas vezes, vemos Jesus abrindo a mente de Seus seguidores para que compreendessem as Escrituras, dirigindo a atenção deles ao que ‘está escrito’ (Lc 24:45, 46; Mt 11:10; Jo 6:45; etc.). Ele compreendia que os que liam as Escrituras podiam chegar a um entendimento correto de seu significado: ‘Que está escrito na Lei? Como interpretas?’ (Lc 10:26). Para Jesus, o que está escrito na Palavra de Deus é a norma pela qual devemos viver.”1

“Em João 7:38, Jesus, o Verbo de Deus encarnado, encaminhou Seus seguidores às palavras das Escrituras. Unicamente por meio da Bíblia sabemos que Jesus é o Messias prometido. As Escrituras testificam Dele (Jo 5:39). O próprio Jesus estava disposto a cumprir a Bíblia, a Palavra escrita de Deus. Se Ele estava disposto a fazer isso, nós deveríamos fazer algo diferente?”1

“Qual tem sido sua experiência com o uso do Escrituras em sua batalha contra a tentação? Isto é, quando tentado, você começa a ler a Bíblia ou a citar as Escrituras? Qual tem sido o resultado dessa experiência e o que você tem aprendido com ela?”1

Vá para as suas atividades de hoje com a clara convicção de que você é um representante de Cristo na Terra.

Segunda-feira, 22 de junho de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Com interpretar as Escrituras Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 500, abr. mai. jun. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Uma terrível advertência

Lições da Bíblia.

“4. Leia Mateus 11:25, 26; 18:1-6, 10-14. Que verdades, não apenas sobre os filhos, mas sobre a fé em geral, podemos aprender com esses textos? Pense na seriedade da advertência de Jesus. Por que deveríamos tremer diante dela?”1 “Por aquele tempo, exclamou Jesus: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.” (Mateus 11:25-26 RA)2; “Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discípulos, perguntando: Quem é, porventura, o maior no reino dos céus? E Jesus, chamando uma criança, colocou-a no meio deles. E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus. Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. E quem receber uma criança, tal como esta, em meu nome, a mim me recebe. Qualquer, porém, que fizer tropeçar a um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse afogado na profundeza do mar.” (Mateus 18:1-6 RA)2; Vede, não desprezeis a qualquer destes pequeninos; porque eu vos afirmo que os seus anjos nos céus veem incessantemente a face de meu Pai celeste. [Porque o Filho do Homem veio salvar o que estava perdido.] Que vos parece? Se um homem tiver cem ovelhas, e uma delas se extraviar, não deixará ele nos montes as noventa e nove, indo procurar a que se extraviou? E, se porventura a encontra, em verdade vos digo que maior prazer sentirá por causa desta do que pelas noventa e nove que não se extraviaram. Assim, pois, não é da vontade de vosso Pai celeste que pereça um só destes pequeninos.” (Mateus 18:10-14 RA)2; Deus se revela a aos humildes, aqueles tidos por sábios seu orgulhoso o impede de compreender as verdades celestiais. E ai daqueles que fizer tropeçar um pequenino sequer, sobre ele sobrevirá a ira divina.

Jesus “[…] sabia que essas crianças aceitariam Seus conselhos e O receberiam como seu Redentor, ao passo que os que eram sábios segundo o mundo e de coração endurecido estariam menos dispostos a segui-Lo e encontrar um lugar no reino de Deus. Esses pequenos, vindo a Cristo e recebendo Seu conselho e bênção, tiveram Sua imagem e Suas graciosas palavras estampadas na mente plástica, para serem jamais apagadas. Devemos aprender uma lição deste ato de Cristo, de que o coração dos jovens é mais suscetível aos ensinos do cristianismo, fácil de ser influenciado para a piedade e a virtude, e forte para reter as impressões recebidas.”3

“Jesus frequentemente recorreu à sinceridade das crianças para ilustrar Seu reino. A autenticidade, humildade, dependência e inocência das crianças de alguma forma captam a essência da vida cristã. Ao viver nossa fé, devemos almejar intensamente essa simplicidade e confiança. Os modernos formadores de discípulos precisam aprender outra lição: as crianças nunca devem deixar para trás sua dependência infantil. Devidamente instruídas, elas podem levar sua confiante inocência para a idade adulta. Certamente, quando as crianças amadurecerem e envelhecerem, elas questionarão coisas e terão lutas, dúvidas e perguntas sem resposta, como acontece com todos nós. Mas uma fé infantil nunca fica fora de moda. Como pais, ou como adultos em geral, devemos fazer todo o possível para incutir nas crianças o conhecimento de Deus e do Seu amor. A melhor maneira de fazer isso é revelar esse amor em nossa vida, em nossa bondade, compaixão e cuidado. Podemos pregar sermões e exortar o tanto que quisermos, mas, no fim, como acontece com os adultos, a melhor maneira de discipular as crianças é viver diante delas o amor de Deus em nossa vida.”1

Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 46

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

3WHITE, Ellen Gould. O lar adventista: concelhos a famílias Adventistas do Sétimo Dia. Tradução de Carlos Alberto Trezza. 14. ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2011. p. 158

Aprendizado de primeira mão.

Lições da Bíblia.

“Um bom professor ensina por exemplo e dá suficientes oportunidades para que os alunos apliquem o que estão aprendendo. Eliseu era esse tipo de professor.”

“Certo dia, passou Eliseu por Suném, onde se achava uma mulher rica, a qual o constrangeu a comer pão. Daí, todas as vezes que passava por lá, entrava para comer. Ela disse a seu marido: Vejo que este que passa sempre por nós é santo homem de Deus. Façamos-lhe, pois, em cima, um pequeno quarto, obra de pedreiro, e ponhamos-lhe nele uma cama, uma mesa, uma cadeira e um candeeiro; quando ele vier à nossa casa, retirar-se-á para ali. Um dia, vindo ele para ali, retirou-se para o quarto e se deitou. Então, disse ao seu moço Geazi: Chama esta sunamita. Chamando-a ele, ela se pôs diante do profeta. Este dissera ao seu moço: Dize-lhe: Eis que tu nos tens tratado com muita abnegação; que se há de fazer por ti? Haverá alguma coisa de que se fale a teu favor ao rei ou ao comandante do exército? Ela respondeu: Habito no meio do meu povo. Então, disse o profeta: Que se há de fazer por ela? Geazi respondeu: Ora, ela não tem filho, e seu marido é velho. Disse Eliseu: Chama-a. Chamando-a ele, ela se pôs à porta. Disse-lhe o profeta: Por este tempo, daqui a um ano, abraçarás um filho. Ela disse: Não, meu senhor, homem de Deus, não mintas à tua serva. Concebeu a mulher e deu à luz um filho, no tempo determinado, quando fez um ano, segundo Eliseu lhe dissera.” (2 Reis 4:8-17).

“Na primeira parte da história, Eliseu envolveu Geazi ativamente. Ele o enviou a chamar a mulher e incluiu Geazi em sua expressão de gratidão. Pediu a opinião de Geazi e atendeu à sua sugestão. Geazi cresceu na ocasião por ser observador e mostrar sensibilidade às reais necessidades da mulher. Eliseu deu a Geazi a oportunidade de desencadear um milagre. Dentro de um ano, a criança-milagre nasceu.”

“Tendo crescido o menino, saiu, certo dia, a ter com seu pai, que estava com os segadores. Disse a seu pai: Ai! A minha cabeça! Então, o pai disse ao seu moço: Leva-o a sua mãe. Ele o tomou e o levou a sua mãe, sobre cujos joelhos ficou sentado até ao meio-dia, e morreu. Subiu ela e o deitou sobre a cama do homem de Deus; fechou a porta e saiu. Chamou a seu marido e lhe disse: Manda-me um dos moços e uma das jumentas, para que eu corra ao homem de Deus e volte. […] Vendo-a de longe o homem de Deus, disse a Geazi, seu moço: Eis aí a sunamita; corre ao seu encontro e dize-lhe: Vai tudo bem contigo, com teu marido, com o menino? Ela respondeu: Tudo bem. Chegando ela, pois, ao homem de Deus, ao monte, abraçou-lhe os pés. Então, se chegou Geazi para arrancá-la; mas o homem de Deus lhe disse: Deixa-a, porque a sua alma está em amargura, e o SENHOR mo encobriu e não mo manifestou. Disse ela: Pedi eu a meu senhor algum filho? Não disse eu: Não me enganes? Disse o profeta a Geazi: Cinge os lombos, toma o meu bordão contigo e vai. […] Geazi passou adiante deles e pôs o bordão sobre o rosto do menino; porém não houve nele voz nem sinal de vida; então, voltou a encontrar-se com Eliseu, e lhe deu aviso, e disse: O menino não despertou.” (2 Reis 4:18-31)

“A criança-milagre já era um garoto. Geazi ainda era servo de Eliseu, mas parte da sensibilidade que antes possuía parecia ter desaparecido. Quando a mulher chegou e passou correndo por ele para se lançar aos pés de Eliseu, Geazi tentou afastá-la. Ele só via a “rudeza” da mulher sunamita que, em sua ação, rompia toda convenção social (v. 25-27). Ele não parecia ver sua profunda angústia, como Eliseu via.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – segunda-feira 13 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF