A vida na nova aliança

Lições da Bíblia1

“Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10:10).

O estudo deste trimestre foi sobre a aliança que, para simplificar, é Deus dizendo, basicamente: E assim que salvarei vocês do pecado. Ponto final. Embora o resultado, o grandioso final da promessa da aliança, seja evidentemente a vida eterna em um mundo renovado, não precisamos esperar a chegada desse dia para desfrutar das bênçãos da aliança. O Senhor Se interessa pela nossa vida hoje; Ele deseja o melhor para nós agora. A aliança não é um negócio em que você faz uma série de coisas e então, muito tempo depois, receberá sua retribuição. Os que entram pela fé na relação de aliança podem desfrutar das bênçãos, recompensas e dons aqui e agora.

A lição desta semana, a última da nossa série sobre a aliança, analisa algumas dessas bênçãos imediatas, algumas promessas que vêm pela graça de Deus derramada em nosso coração porque, ao ouvirmos o Senhor bater, abrimos a porta. Evidentemente, há muito mais bênçãos do que poderemos abordar nesta semana. Mas isso é apenas o começo de algo que realmente jamais terá fim.

Resumo da semana: Por que devemos sentir alegria? Com base em que podemos reivindicar essa promessa? Por que a aliança deve nos libertar do fardo da culpa? O que significa ter um novo coração?

Sábado, 19 de junho de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 

Fé da aliança – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

“A única maneira pela qual [o pecador] pode alcançar a justiça é a fé. Pela fé ele pode apresentar a Deus os méritos de Cristo, e o Senhor lança a obediência de Seu Filho a crédito do pecador. A justiça de Cristo é aceita em lugar do fracasso do homem, e Deus recebe, perdoa, justifica a pessoa arrependida e crente, trata-a como se fosse justa e a ama tal qual ama Seu Filho. É assim que a fé é imputada como justiça” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 367).

“Quando por meio de arrependimento e fé aceitamos a Cristo como nosso Salvador, o senhor perdoa nossos pecados e suspende a punição prescrita para a transgressão da lei. O pecador se encontra, então, diante de Deus como uma pessoa justa; desfruta o favor do Céu e, por meio do Espírito, tem comunhão com o Pai e o Filho. Então há ainda outra obra a ser realizada, e esta é de natureza progressiva. A pessoa deve ser santificada pela verdade. E isso também é realizado pela fé. Pois é somente pela graça de Cristo, a qual recebemos pela fé, que o caráter pode ser transformado” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 191).

Perguntas para consideração

1. Qual é a diferença entre fé viva e fé morta? (Tg 2:17, 18 [“17 Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta. 18 Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé.”]). Como Paulo descreveu a fé viva? (Rm 16:26 [“e que, agora, se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações,”]). Qual palavra nos revela o que envolve a fé?

2. “Se somos salvos unicamente por uma justiça creditada, e não por uma justiça que existe em nós, não importa o que fazemos nem como agimos”. Você concorda com esse argumento?

3. “Nossa aceitação por Deus só é segura por meio de Seu Filho amado, e as boas obras são apenas o resultado da atuação de Seu amor que perdoa o pecado. Não constituem um crédito para nós, e nada nos é atribuído pelas nossas boas obras que possamos usar para reivindicar uma parte em nossa salvação […]. [O crente] não pode apresentar suas boas obras como argumento para sua salvação” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 199). Por que as boas obras são tão essenciais na experiência cristã?

Sexta-feira, 18 de junho de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A aliança e o sacrifício

Lições da Bíblia1

“Sabendo que não foi mediante coisas perecíveis, como prata ou ouro, que vocês foram resgatados da vida inútil que seus pais lhes legaram, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem defeito e sem mácula” (1Pe 1:18, 19).

1. O que Pedro quis dizer ao declarar que fomos resgatados? Como isso ocorreu?

Quando Pedro falou sobre a morte expiatória de Cristo na cruz, a ideia de “resgate” ou de preço a que ele se referiu nos faz lembrar da antiga prática em que um escravo era libertado da escravidão após o pagamento de determinado valor (pagamento feito geralmente por um parente). Em contraste, Cristo nos resgatou da escravidão do pecado e de seu resultado final, a morte, mas Ele o fez por meio de Seu “precioso sangue”, de Sua morte substitutiva e voluntária no Calvário. Esse é o fundamento de todas alianças: sem a morte de Cristo, a aliança se tornaria nula e sem efeito, porque Deus não poderia ter cumprido com justiça Sua parte do acordo, que é o dom da vida eterna, concedido a todo o que crê.

2. Examine os seguintes versos: Rm 6:23; 1Jo 5:11, 13. Que mensagem eles têm em comum?

Rm 6:23 (ARA)2: “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.

1Jo 5:11, 13 (ARA)2: “E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no seu Filho. […] Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus.”

Temos essa promessa de vida eterna, pois só Jesus podia reparar a brecha que nos privou da vida eterna. Por quê? Porque só a justiça e o valor infinito do Criador poderiam cancelar nossa dívida para com a lei transgredida – essa é a amplitude da ruptura causada pelo pecado. Afinal, o que se poderia dizer sobre a seriedade da eterna lei moral de Deus se uma criatura finita e temporal pudesse pagar a penalidade por sua transgressão? Só Alguém igual a Deus, em quem existia vida não emprestada, não derivada e eterna, poderia ter pago o resgate exigido para nos livrar da dívida para com a lei. Assim todas as promessas da aliança são cumpridas e temos vida eterna, mesmo agora; assim fomos resgatados do pecado e da morte.

Imagine que uma criança, em um museu, jogasse tinta sobre uma valiosa pintura de Rembrandt e a estragasse. Os pais, mesmo vendendo todos os seus bens, não conseguiriam pagar a dívida. Essa imagem nos ajuda a entender a gravidade da ruptura causada pelo pecado, nossa incapacidade para repará-la e por que só Deus podia pagar a dívida?

Segunda-feira, 14 de junho de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Fé da aliança

Lições da Bíblia1

“E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque ‘o justo viverá pela fé’” (Gl 3:11).

Cerca de sete séculos antes de Cristo, o poeta Homero escreveu a Odisseia, a história de Odisseu, o grande guerreiro que, após saquear a cidade de Troia na guerra de Troia, começou uma viagem de dez anos de retorno à sua terra natal, Ítaca. A viagem demorou tanto porque ele enfrentou naufrágios, motins, tempestades, monstros e outros obstáculos que o impediam de alcançar seu objetivo. Finalmente, depois de decidir que Odisseu já havia sofrido bastante, os deuses concordaram em permitir que o cansado guerreiro voltasse para sua casa e sua família. Eles concordaram que as provações dele já haviam sido suficientes para expiar seus erros.

Em certo sentido, somos como Odisseu, em uma longa jornada para casa. No entanto, a diferença crucial é que, ao contrário de Odisseu, nunca poderemos “sofrer o suficiente” a ponto de merecer o direito de voltar. A distância entre o Céu e a Terra é grande demais para que possamos pagar pelos nossos erros. Se voltarmos para casa, terá que ser somente pela graça de Deus.

Resumo da semana: Por que a salvação é um dom? Por que somente Alguém igual a Deus poderia nos resgatar? O que tornou Abraão um excelente representante da fé? O que significa o fato de a justiça ser “imputada” ou “creditada” a nós? Como tornar nossas as promessas e a esperança encontradas na cruz?

Sábado, 12 de junho de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 

A antiga e a nova aliança

Lições da Bíblia1

“Aos estrangeiros que se chegam ao Senhor, para o servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos Seus, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a minha aliança, também os levarei ao meu santo monte e os alegrarei na minha Casa de Oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos” (Is 56:6,7).

Jeremias afirmou que a nova aliança devia ser feita com “a casa de Israel” (Jr 31:33). Isso significa, então, que somente a descendência literal de Abraão, os judeus de sangue e nascimento, deviam receber as promessas da aliança?

Não! Não acontecia assim nem mesmo nos tempos do Antigo Testamento. A nação hebraica, como um todo, tinha recebido as promessas da aliança. No entanto, os outros povos não estavam excluídos. Ao contrário, judeus e gentios foram convidados a participar das promessas, mas eles tinham que concordar em entrar naquela aliança. Hoje não é diferente.

5. Leia Isaías 56:6, 7. Quais condições eram colocadas aos que desejavam servir ao Senhor? Existe diferença entre o que Deus pediu a eles e o que Ele pede de nós hoje?

Isaías 56:6, 7 (ARA)2: “6 Aos estrangeiros que se chegam ao Senhor, para o servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos seus, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a minha aliança,também os levarei ao meu santo monte e os alegrarei na minha Casa de Oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos.”

Embora a nova aliança seja chamada de “superior”, não há diferença nos fundamentos da antiga e da nova aliança. É o mesmo Deus que oferece salvação do mesmo modo, pela graça (Êx 34:6; Rm 3:24); é o mesmo que busca um povo que, pela fé, reivindique Suas promessas de perdão (Jr 31:34, Hb 8:12); o mesmo que busca escrever a lei no coração dos que Lhe obedecem em uma relação de fé (Jr 31:33, Hb 8:10), sejam judeus ou gentios.

No Novo Testamento, quando os judeus aceitavam a eleição da graça, recebiam Jesus Cristo e Seu evangelho. Por algum tempo eles foram o coração da igreja, “um remanescente segundo a eleição da graça” (Rm 11:5) em contraste com os que “foram endurecidos” (Rm 11:7). Ao mesmo tempo, os gentios, que anteriormente não criam, aceitaram o evangelho e foram enxertados no verdadeiro povo de Deus, não importando o povo nem a etnia a que pertenciam (Rm 11:13-24). Portanto, os gentios, que “naquele tempo […] estavam sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa” (Ef 2:12), foram aproximados no sangue de Cristo. Jesus está mediando a “nova aliança” (Hb 9:15) para todos os que creem, independentemente da nacionalidade ou etnia.

Terça-feira, 01 de junho de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Sinal da aliança

Lições da Bíblia1

“Os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua de geração em geração. Entre Mim e os filhos de Israel é sinal para sempre; porque, em seis dias, o Senhor fez os céus e a terra e, no sétimo dia, descansou e tomou alento” (Êx 31:16, 17).

O sábado é designado como um “sinal” em quatro ocasiões nas Escrituras (Êx 31:13, 17; Ez 20:12, 20). Um “sinal” não é um “símbolo”, no sentido de algo que simboliza, representa ou lembra naturalmente outra coisa qualquer, em virtude de ambas compartilharem qualidades semelhantes (por exemplo, o símbolo de um punho geralmente denota “poder” ou “força”). Na Bíblia, o sábado como um “sinal” funciona como uma marca, objeto ou condição exterior cuja intenção é transmitir uma mensagem especial.

Nada no próprio sinal o ligava particularmente à aliança. O sábado era um sinal da aliança entre Deus e o povo “de geração em geração” (Êx 31:13), apenas porque Deus disse que era.

4. Por que o Senhor usou o sábado como sinal da aliança? Por que o sábado é um símbolo tão apropriado do relacionamento salvífico com Deus? Considerando que um aspecto crucial da aliança é que somos salvos pela graça e que as obras não nos salvam, por que o sábado é um símbolo tão adequado desse relacionamento? Gn 2:3; Hb 4:1-4

Gn 2:3 (ARA)2: “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.”

Hb 4:1-4 (ARA)2: “1 Temamos, portanto, que, sendo-nos deixada a promessa de entrar no descanso de Deus, suceda parecer que algum de vós tenha falhado.Porque também a nós foram anunciadas as boas-novas, como se deu com eles; mas a palavra que ouviram não lhes aproveitou, visto não ter sido acompanhada pela fé naqueles que a ouviram. 3 Nós, porém, que cremos, entramos no descanso, conforme Deus tem dito: Assim, jurei na minha ira: Não entrarão no meu descanso. Embora, certamente, as obras estivessem concluídas desde a fundação do mundo. 4 Porque, em certo lugar, assim disse, no tocante ao sétimo dia: E descansou Deus, no sétimo dia, de todas as obras que fizera.”

O que impressiona no conceito do sábado como sinal da aliança da graça é que, por séculos, os judeus entenderam esse dia como o sinal da redenção messiânica. Eles viam no sábado uma prévia da salvação no Messias. Visto que entendemos que a redenção vem somente da graça, e que a aliança é da graça, a relação entre o sábado, a redenção e a aliança se torna clara (Dt 5:13-15). Portanto, ao contrário da opinião comum, o sábado é um sinal da graça salvífica de Deus; não é um sinal de salvação pelas obras.

Para você, o que significa “descansar” no sábado? Como você descansa no sábado? O que você faz de diferente nesse dia para torná-lo um “sinal”? Ao observar sua vida, os seus amigos e conhecidos percebem que o sábado é realmente um dia especial para você?

Terça-feira, 25 de maio de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O sinal da aliança

Lições da Bíblia1

“Os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua de geração em geração” (Êx 31:16).

O sábado é como um prego martelado que, com regularidade constante, nos faz voltar cada semana ao fundamento de tudo o que somos ou podemos ser. Estamos sempre tão ocupados, correndo atrás de nossos afazeres, ganhando e gastando dinheiro, correndo para lá e para cá, indo a todos os lugares. Mas então chega o sábado, que nos conduz novamente ao nosso fundamento, o ponto de partida de tudo, pois o que tem significado para nós existe unicamente porque Deus o criou e a nós também.

Com incessante regularidade e sem exceções, o sábado surge silenciosamente no horizonte e em cada fresta e fissura da nossa vida. Ele nos lembra de que tudo pertence ao Criador, Aquele que nos colocou aqui, o Deus que “no princípio” criou os Céus e a Terra, um ato que continua sendo o fundamento de toda a fé cristã e do qual o sábado é o sinal irrefutável e insubstituível.

Nesta semana, examinaremos esse sinal no contexto da aliança do Sinai.

Resumo da semana: Qual é a origem do sábado? Quais evidências provam que o sábado existia antes do Sinai? O que torna o sábado um sinal da aliança tão apropriado?

Sábado, 22 de maio de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 

A lei da aliança – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Textos de Ellen G. White: O Desejado de Todas as Nações, p. 607, 608 (“Fogo cruzado”); Patriarcas e Profetas, p. 363-373 (“A aliança da graça”).

Como Mateus 22:34-40 [“34 Entretanto, os fariseus, sabendo que ele fizera calar os saduceus, reuniram-se em conselho. 35 E um deles, intérprete da Lei, experimentando-o, lhe perguntou: 36 Mestre, qual é o grande mandamento na Lei? 37 Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. 38 Este é o grande e primeiro mandamento. 39 O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. 40 Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.”] nos ajuda a compreender melhor (1) a função e o significado da lei de Deus dentro da aliança e (2) o conceito de que a aliança é sinônimo de relacionamento?

“Primeiramente deve haver amor no coração antes que uma pessoa possa, na força e na graça de Cristo, começar a observar os preceitos da lei de Deus (cf. Rm 8:3, 4 [“3 Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado, 4 a fim de que o preceito da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.”]). Obediência sem amor é tão impossível quanto inútil. Porém, onde o amor estiver presente a pessoa ordenará sua vida naturalmente em harmonia com a vontade de Deus expressa em Seus mandamentos” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 5, p. 515).

“Nos preceitos de Sua santa lei, Deus concedeu uma regra perfeita de vida; e Ele declarou que até o fim dos tempos essa lei, imutável em cada detalhe, deve manter suas exigências sobre os seres humanos (Mt 5:18). Cristo veio para engrandecer a lei e torná-la gloriosa. Mostrou que ela tem por base o amplo fundamento do amor a Deus e ao próximo, e que a obediência aos seus preceitos compreende todo o dever do ser humano. Em Sua própria vida, Ele deu exemplo de obediência à lei divina. No sermão da montanha, mostrou como seus requisitos vão além dos atos exteriores, atingindo os pensamentos e as intenções do coração” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 505).

Perguntas para consideração

1. Por que o amor é mais forte que o medo para atrair as pessoas a Deus?

2. Por que amar o Senhor (Mt 22:37) é o primeiro e maior mandamento?

3. Simone Weil escreveu que a “ordem é a primeira de todas as necessidades” (Citado em Russell Kirk, The Roots of American Order [Washington, DC: Regnery Gateway, 1992], p. 3). Como entender essas palavras no contexto da lição desta semana, em relação à lei?

Resumo: A lei de Deus era parte integrante da aliança. E ainda assim a aliança era fundamentada na graça. No entanto, isso jamais invalida a necessidade da lei. Ao contrário, a lei é um meio pelo qual a graça é manifestada e expressa na vida dos que recebem a graça.

Sexta-feira, 21 de maio de 2021. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. A promessa: a aliança eterna de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 504, abr. maio. jun. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.