Apocalipse 13

Lições da Bíblia.

“Desde a introdução, vimos como a crise do tempo do fim estará centralizada na questão da adoração. Esse não é um tema insignificante. O destino eterno das pessoas depende disso. Essa verdade fundamental se torna mais evidente naquilo que se desdobra em Apocalipse 13 e 14.”

“4. Leia Apocalipse 13 e responda às seguintes perguntas:” “13:1 E o dragão parou sobre a areia do mar. Então vi subir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças nomes de blasfêmia. 13:2 E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder e o seu trono e grande autoridade. 13:3 Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte, mas a sua ferida mortal foi curada. Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta, 13:4 e adoraram o dragão, porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? quem poderá batalhar contra ela? 13:5 Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias; e deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses. 13:6 E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu. 13:7 Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação. 13:8 E adora-la-ão todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. 13:9 Se alguém tem ouvidos, ouça. 13:10 Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a perseverança e a fé dos santos. 13:11 E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como dragão. 13:12 Também exercia toda a autoridade da primeira besta na sua presença; e fazia que a terra e os que nela habitavam adorassem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada. 13:13 E operava grandes sinais, de maneira que fazia até descer fogo do céu à terra, à vista dos homens; 13:14 e, por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia. 13:15 Foi-lhe concedido também dar fôlego à imagem da besta, para que a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. 13:16 E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, 13:17 para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. 13:18 Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.”

a) “Qual é o contexto histórico desses versos? Sobre o que eles tratam, histórica e profeticamente? Poderes que perseguiram os cristãos, especialmente o império romano e o papado.

b) “Quantas vezes o tema da adoração aparece nesse capítulo? O que isso nos diz sobre sua importância? Na adoração ao dragão, à primeira besta e à segunda besta; o assunto é muito importante.

c) “Onde, nesse capítulo, é apresentado o evangelho, a salvação que nos é oferecida em Cristo? Apesar da perseguição, existe o livro da vida do Cordeiro morto. Temos esperança.

“Desde o início do grande conflito, Satanás tentou subverter a autoridade e o poder de Deus. A batalha que ele começou no Céu, está agora sendo travada na Terra. Esse capítulo mostra a obra do inimigo através da história, por meio dos poderes apresentados ali, e como ela culminará na crise final, envolvendo a questão da adoração: todos aqueles que não adorarem a besta e a sua imagem enfrentarão a perseguição física e econômica. Apesar de Satanás saber que está derrotado, embora na cruz seu fracasso tenha sido confirmado, o inimigo ainda continua a lutar, ainda tenta enganar tantos quantos seja possível, e ele fará isso até o fim.”

“No entanto, em meio a tudo isso, temos Apocalipse 13:8, que se refere a Jesus como o ‘Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo’; ou seja, antes mesmo que tudo isso começasse na Terra, a ‘eterna aliança’ (Hb 13:20) havia existido, oferecendo aos seres humanos a oportunidade de salvação. Os que realmente aceitam essa salvação, cujos nomes estão no livro da vida, não adorarão a besta nem sua imagem. Ao contrário, eles estão adorando aquele que ‘em Seu sangue nos lavou dos nossos pecados’ (Ap 1:5) e O adorarão igualmente no Céu.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 20 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Santo, Santo, Santo. . .

Lições da Bíblia.

“Embora o livro do Apocalipse ainda contenha muitos mistérios, a adoração é o tema principal, que surge repetidamente. Ao longo do Apocalipse aparecem cenas de vários seres adorando o Senhor.”

“3. O que podemos aprender sobre adoração nos textos a seguir? Que temas estudados durante o trimestre aparecem nestas passagens?”

a) “E os quatro seres viventes, tendo cada um deles, respectivamente, seis asas, estão cheios de olhos, ao redor e por dentro; não têm descanso, nem de dia nem de noite, proclamando: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir. Quando esses seres viventes derem glória, honra e ações de graças ao que se encontra sentado no trono, ao que vive pelos séculos dos séculos, os vinte e quatro anciãos prostrar-se-ão diante daquele que se encontra sentado no trono, adorarão o que vive pelos séculos dos séculos e depositarão as suas coroas diante do trono, proclamando: Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.” (Apoc. 4:8-11) “Deus é adorado pela criação”.

b) “e, quando tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos, e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra. Vi e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono, dos seres viventes e dos anciãos, cujo número era de milhões de milhões e milhares de milhares, proclamando em grande voz: Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor. Então, ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos. E os quatro seres viventes respondiam: Amém! Também os anciãos prostraram-se e adoraram.” (Apoc. 5:8-14). “Adoração ao Cordeiro pelo sacrifício”.

c) “Depois destas coisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos; e clamavam em grande voz, dizendo: Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação. Todos os anjos estavam de pé rodeando o trono, os anciãos e os quatro seres viventes, e ante o trono se prostraram sobre o seu rosto, e adoraram a Deus, dizendo: Amém! O louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graças, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém!” (Apoc. 7:9-12). “Seres humanos farão parte da multidão de adoradores”.

d) “O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos. E os vinte e quatro anciãos que se encontram sentados no seu trono, diante de Deus, prostraram-se sobre o seu rosto e adoraram a Deus, dizendo: Graças te damos, Senhor Deus, Todo-Poderoso, que és e que eras, porque assumiste o teu grande poder e passaste a reinar. Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra. Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada.” (Apoc. 11:15-19). “Os adoradores viverão e os rebeldes serão destruídos”.

e) “Vi no céu outro sinal grande e admirável: sete anjos tendo os sete últimos flagelos, pois com estes se consumou a cólera de Deus. Vi como que um mar de vidro, mesclado de fogo, e os vencedores da besta, da sua imagem e do número do seu nome, que se achavam em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus; e entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações! Quem não temerá e não glorificará o teu nome, ó Senhor? Pois só tu és santo; por isso, todas as nações virão e adorarão diante de ti, porque os teus atos de justiça se fizeram manifestos.” (Apoc. 15:1-4). “Os adoradores de Deus vencerão a besta e estarão no mar de vidro”.

f) “Depois destas coisas, ouvi no céu uma como grande voz de numerosa multidão, dizendo: Aleluia! A salvação, e a glória, e o poder são do nosso Deus, porquanto verdadeiros e justos são os seus juízos, pois julgou a grande meretriz que corrompia a terra com a sua prostituição e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos. Segunda vez disseram: Aleluia! E a sua fumaça sobe pelos séculos dos séculos. Os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus, que se acha sentado no trono, dizendo: Amém! Aleluia! Saiu uma voz do trono, exclamando: Dai louvores ao nosso Deus, todos os seus servos, os que o temeis, os pequenos e os grandes.” (Apoc. 19:1-5). “O juízo final destruirá a meretriz, com sua corrupção e violência; restarão apenas vozes de louvor e adoração eternas”.

“Entre todas as coisas que o Apocalipse pode nos ensinar, uma deve se destacar: o que acontece na Terra afeta o Céu, e o que acontece no Céu afeta a Terra. Céu e Terra estão, como já foi dito, mais perto do que podemos imaginar. O Apocalipse nos mostra o quanto eles estão próximos. Com efeito, frequentemente as criaturas do Céu estão adorando a Deus pelo que Ele tem feito na Terra.”

“Quais são, também, os temas de louvor e adoração vistos nessas passagens, mas que temos estudado em todo o trimestre? O Senhor é o criador, redentor e juiz. Ele é louvado por Sua santidade e pelo derramamento de Seu sangue; Ele é louvado e adorado por Seu poder, Sua força, e por Sua honra. Ele é louvado por Sua justiça, juízo e pela salvação que Ele oferece.”

“Pense novamente no plano da salvação, no que ele significa e no que Deus nos tem dado por meio dele. Não temos muitas razões para louvar? Sejam quais forem suas lutas e provações, separe tempo, a cada dia, para louvar o Senhor por todos os motivos que você tem para ser agradecido. Isso mudará sua vida.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 19 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

“Caí a Seus pés como morto”

Lições da Bíblia.

“Talvez uma das maiores revelações que recebemos da majestade e poder de Deus tenha chegado a nós através da astronomia. A maioria dos antigos não tinha ideia do tamanho nem da expansão do Universo. No século XX, com os avanços incríveis em vários telescópios, tem sido apresentada uma visão do Universo diante da qual a maioria dos antigos teria ficado assombrada. De fato, nós mesmos ficamos desconcertados pelo tamanho, pelas distâncias e pelo incrível número de galáxias e estrelas. Com nossa mente, mal podemos compreender tudo isso.”

“E aqui está algo impressionante: Somente alguém maior do que o Universo poderia tê-lo criado, assim como somente alguém maior do que um quadro artístico poderia tê-lo criado. Assim, o Deus a quem adoramos e a quem servimos é o criador do Universo; portanto, Ele é ‘maior’ do que todas as coisas. Quem, então, somos nós, em contraste com esse Deus?”

“1. Qual foi a reação de João depois de ver Jesus, conforme a descrição de Apocalipse 1:13-18? Por que ele reagiu dessa maneira? Como a cruz apareceu nesse episódio?” “e, no meio dos candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares e cingido, à altura do peito, com uma cinta de ouro. A sua cabeça e cabelos eram brancos como alva lã, como neve; os olhos, como chama de fogo; os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha; a voz, como voz de muitas águas. Tinha na mão direita sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força. Quando o vi, caí a seus pés como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno.” (Apoc. 1:13-18). “Caiu a Seus pés como morto, devido ao espanto diante da glória de Jesus; na cruz Ele passou pela morte, para nos dar a chave da vida.”

“2. Leia Jó 42:1-6. Qual é a semelhança entre a reação de Jó e a de João?” “Então, respondeu Jó ao SENHOR: Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado. Quem é aquele, como disseste, que sem conhecimento encobre o conselho? Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia. Escuta-me, pois, havias dito, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu me ensinarás. Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza.” (Jó 42:1-6). “Jó não conhecia as maravilhas de Deus, mas quando teve uma visão do Senhor, abominou a si mesmo e se arrependeu humildemente.”

“Embora esses dois homens tivessem recebido apenas uma revelação parcial do Senhor, o que eles viram foi suficiente para torná-los muito mais humildes. Havia temor, reverência, admiração e sentimento de arrependimento em suas reações. Como não haveria? Eles tiveram uma visão do criador do Universo; mais ainda, eles eram pecadores recebendo uma visão de um Deus sem pecado e santo. Sem dúvida, uma compreensão de sua própria pecaminosidade, injustiça e imundície lhes veio à mente diante da presença do Senhor.”

“Quais são os segredos para que nossos cultos também nos conduzam à presença de Deus, despertando uma reação de humildade parecida com os exemplos de Jó e Apocalipse? Ao mesmo tempo, é muito importante que a cruz seja erguida diante de nós como nossa única esperança de salvação.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – domingo 18 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Adoração no livro do Apocalipse

Lições da Bíblia.

“Entoavam novo cântico diante do trono, diante dos quatro seres viventes e dos anciãos. E ninguém pôde aprender o cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da Terra” (Apocalipse 14:3).

“Adoração é um tema importante no livro do Apocalipse, e escolher a quem adoramos é vital hoje, amanhã e para a eternidade. Nossa maior alegria é cantar louvores e adorar ao nosso Criador, Rei, Juiz e Salvador.”

“Poucos livros da Bíblia contêm tanto mistério e fascínio como o Apocalipse. Ele está cheio de imagens incríveis de bestas, dragões, fogo, terremotos, pragas, exércitos, rãs, cidades, estrelas cadentes e assim por diante.”

“E, no entanto, em meio a todo o drama, adoração é o tema que aparece repetidamente. Seja tratando da crise final sobre os que adoram a besta e sua imagem, ou revelando seres que cantam louvores a Deus no Céu, o assunto da adoração reaparece muitas vezes no Apocalipse: adoração àquele que ‘vive para todo o sempre’ (Ap 5:14, RC), àquele que é, e que era, e que há de vir, que tomou o Seu grande poder e reinou (Ap 11:17), e adoração àquele que deve receber ‘glória, e honra, e poder’ (Ap 4:11, RC).”

“Em resumo, o Apocalipse revela o que temos estudado em todo o trimestre: Que somente o Senhor, nosso criador, redentor e juiz, é digno de nossa adoração e louvor.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 17 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Os consagrados mensageiros

Lições da Bíblia.

“Os consagrados mensageiros que nos primeiros dias do cristianismo levaram as alegres novas da salvação a um mundo a perecer, não permitiam que pensamentos de exaltação própria viessem empanar sua apresentação de Cristo, e Este crucificado. Não cobiçavam nem autoridade nem preeminência. Ocultando-se no Salvador, exaltavam o grande plano da salvação e a vida de Cristo, o Autor e Consumador deste plano. Cristo, o mesmo ontem, hoje e eternamente, era o seu insistente ensino.

Se os que hoje estão ensinando a Palavra de Deus, exaltassem a cruz de Cristo mais e mais, haveria muito maior sucesso em seu ministério. Se os pecadores forem levados a contemplar com fervor a cruz, se alcançarem visão ampla do Salvador crucificado, reconhecerão a profundeza da compaixão de Deus e a malignidade do pecado.

A morte de Cristo prova o grande amor de Deus pelo homem. É o penhor de nossa salvação. Remover do cristianismo a cruz, seria como apagar do céu o Sol. A cruz nos aproxima de Deus, reconciliando-nos com Ele. Com a enternecedora compaixão do amor de um pai, Jeová considera o sofrimento que Seu Filho teve de suportar para salvar a raça da morte eterna, e nos recebe no Amado.

Sem a cruz não teria o homem nenhuma união com o Pai. Dela depende toda a nossa esperança. Daí brilha a luz do amor do Salvador; e quando ao pé da cruz o pecador contempla Aquele que morreu para salvá-lo, pode rejubilar-se com grande alegria, pois seus pecados estão perdoados. Ao ajoelhar-se em fé junto à cruz, alcançou ele o mais alto lugar que o homem pode atingir.

Por intermédio da cruz aprendemos que o Pai celestial nos ama com amor infinito. Podemos admirar-nos de haver Paulo exclamado: ‘Longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo’? Gál. 6:14. É nosso privilégio também nos gloriar na cruz, nosso privilégio dar-nos inteiramente a Ele, como Ele Se deu por nós. Então, com a luz que jorra do Calvário a brilhar em nossa face, podemos sair para revelar esta luz aos que estão em trevas.” (Ellen G. White, Atos dos apóstolos, p. 208-209).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 16 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O amor supera tudo

Lições da Bíblia.

“De nossa perspectiva atual, é muito fácil considerar a igreja primitiva uma espécie de modelo de harmonia e paz, um exemplo do que significava inteiramente a verdadeira adoração. Infelizmente, a história do Novo Testamento é muito semelhante à do Antigo Testamento, no sentido de que os dois mostram até que ponto todos somos degenerados.”

“Tomemos, por exemplo, a igreja de Corinto, a qual Paulo estabeleceu em sua segunda viagem missionária. Um centro comercial, conhecido por seu luxo e riqueza, Corinto era também o centro de uma das religiões mais sensuais e degradantes da época. Por influência dessa cultura, imoralidade e dissensão haviam invadido a igreja. E ainda assim, por mais que isso fosse ruim, não era o único problema ali. Paulo abordou outras questões que estavam fazendo com que as dissenssões se desenvolvessem na igreja (1Co 8-11), incluindo idolatria (1Co 10:14) e a aparente ênfase exagerada nos dons, especialmente o mau uso do dom de línguas por motivos egoístas (1Co 14).”

“7. No meio de seu discurso aos coríntios acerca dos problemas deles, Paulo apresentou o famoso capítulo de 1 Coríntios 13. Qual é a mensagem essencial ali? Como podemos aplicá-la à nossa vida e à nossa experiência de adoração?” “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará. O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino. Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.” (1 Cor. 13). “Sem amor, não há valor nos dons, no conhecimento, na fé, na distribuição de coisas nem no autosacrifício; sem amor, nossa adoração não tem valor.”

“Paulo sugeriu que nenhuma profissão que fazemos, nem milagres poderosos, nem dons carismáticos, nem piedade ou zelo, nos trarão proveito, a menos que haja um coração cheio de amor por Deus, confirmado pelo amor de uns pelos outros. Isso, diz Paulo, é o dom supremo, o qual devemos procurar, e que não pode ser substituído por nada que seja menos que isso.”

“Os dons espirituais são úteis, e os cristãos devem usar seus dons para honrar a Deus e edificar a Igreja em unidade. Mas nunca nenhum dom deve ser usado para exibição de si mesmo, para ganho pessoal, ou de forma desordenada no culto e assim por diante.”

“No fim, uma igreja cheia de cristãos amorosos e dedicados exercerá uma influência e poder que se estenderá muito além do culto semanal.”

“Até que ponto o amor desinteressado pelos outros afeta sua vida diária? Isto é, quanto de seu próprio tempo e energia você gasta buscando servir aos outros? Quanto de si você está disposto a renunciar, para o bem de outras pessoas? Não é tão fácil, certo?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 15 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Adoração “contrária à lei”

Lições da Bíblia.

“Adoração não é apenas o que você faz na igreja no sábado. Adoração inclui aspectos da nossa fé de modo geral: o que acreditamos, o que proclamamos e nossa maneira de agir. O conceito do Senhor como nosso Criador e Redentor é fundamental para a adoração. Tudo que se relaciona com a adoração deve brotar dessa verdade fundamental e sagrada. Além do mais, o assunto principal da adoração é Deus e Suas ações na história. O culto verdadeiro deve atrair os participantes a andar mais perto do seu Senhor e deve nos levar a um sentimento de temor, reverência, arrependimento e amor por Ele e pelos outros.”

“Embora devamos pensar sempre no Senhor (Lc 21:36; Sl 1:2), o momento do culto de adoração deve ser algo especial, único. Não podemos, contudo, depender da igreja ou dos líderes de culto, para prover esse tipo de experiência para nós, por mais importante que seja o papel deles. No fim, tudo depende de nós mesmos e da atitude que levamos conosco à igreja, no sábado. Ao mesmo tempo, como temos visto ao longo do trimestre, adoração é um meio para um fim, não um fim em si mesma. Nossa adoração não nos salva, mas é uma de nossas respostas à salvação.”

“6. Leia Atos 18:1-16. Que acusação foi apresentada contra Paulo, e o que isso nos diz sobre adoração?” “Depois disto, deixando Paulo Atenas, partiu para Corinto. Lá, encontrou certo judeu chamado Áqüila, natural do Ponto, recentemente chegado da Itália, com Priscila, sua mulher, em vista de ter Cláudio decretado que todos os judeus se retirassem de Roma. Paulo aproximou-se deles. E, posto que eram do mesmo ofício, passou a morar com eles e ali trabalhava, pois a profissão deles era fazer tendas. E todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos. Quando Silas e Timóteo desceram da Macedônia, Paulo se entregou totalmente à palavra, testemunhando aos judeus que o Cristo é Jesus. Opondo-se eles e blasfemando, sacudiu Paulo as vestes e disse-lhes: Sobre a vossa cabeça, o vosso sangue! Eu dele estou limpo e, desde agora, vou para os gentios. Saindo dali, entrou na casa de um homem chamado Tício Justo, que era temente a Deus; a casa era contígua à sinagoga. Mas Crispo, o principal da sinagoga, creu no Senhor, com toda a sua casa; também muitos dos coríntios, ouvindo, criam e eram batizados. Teve Paulo durante a noite uma visão em que o Senhor lhe disse: Não temas; pelo contrário, fala e não te cales; porquanto eu estou contigo, e ninguém ousará fazer-te mal, pois tenho muito povo nesta cidade. E ali permaneceu um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de Deus. Quando, porém, Gálio era procônsul da Acaia, levantaram-se os judeus, concordemente, contra Paulo e o levaram ao tribunal, dizendo: Este persuade os homens a adorar a Deus por modo contrário à lei. Ia Paulo falar, quando Gálio declarou aos judeus: Se fosse, com efeito, alguma injustiça ou crime da maior gravidade, ó judeus, de razão seria atender-vos; mas, se é questão de palavra, de nomes e da vossa lei, tratai disso vós mesmos; eu não quero ser juiz dessas coisas! E os expulsou do tribunal.” (Atos 18:1-16). “O acusaram de persuadir os homens a adorar a Deus por modo contrário à lei. O maior erro é adorar a Deus de acordo com a lei e rejeitar a Cristo, que é o sentido e essência da lei.”

“É interessante que Paulo tivesse sido acusado de persuadir as pessoas para uma forma diferente de adoração, ‘contrária à lei’ (v. 13; mesmo os judeus que acreditavam em Jesus, às vezes, dirigiam uma acusação semelhante contra Paulo). A questão em Atos 18 é que aqueles ouvintes estavam tão presos à tradição, tão envolvidos na maneira pela qual as coisas haviam sido feitas no passado, tão ligados às formas de culto que, quando Paulo lhes apresentou aquele que era todo o sentido do seu culto, aquele a quem eles adoravam sem conhecer, aquele para quem todas as cerimônias realmente apontavam, eles rejeitaram o que ele disse. Estavam tão apegados à lei que não perceberam aquele a quem ela apontava."

“Além disso, embora as circunstâncias de hoje sejam radicalmente diferentes do que eram as de Paulo naquele tempo, precisamos ter cuidado para não permitir que as formas e tradições sirvam de obstáculo ao propósito essencial de nossa fé.” […]

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 14 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Paulo no Areópago

Lições da Bíblia.

“Nos dias da igreja primitiva, vemos outro exemplo da questão da adoração, e do que as pessoas adoram, desta vez no ministério do apóstolo Paulo, quando ele estava em Atenas, o lugar em que viveram três dos filósofos mais influentes do mundo (Sócrates, Platão e Aristóteles).” […]

“5. Leia a pregação de Paulo aos atenienses, em Atos 17:15-34. Qual foi a diferença entre o testemunho de Paulo ao povo de Atenas e a mensagem de Pedro ao seu público, no dia de Pentecostes?” “17:22 Então Paulo, estando de pé no meio do Areópago, disse: Varões atenienses, em tudo vejo que sois excepcionalmente religiosos; 17:23 Porque, passando eu e observando os objetos do vosso culto, encontrei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais sem o conhecer, é o que vos anuncio. 17:23 Porque, passando eu e observando os objetos do vosso culto, encontrei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais sem o conhecer, é o que vos anuncio. 17:24 O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens; 17:25 nem tampouco é servido por mãos humanas, como se necessitasse de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas; 17:26 e de um só fez todas as raças dos homens, para habitarem sobre toda a face da terra, determinando-lhes os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação; 17:27 para que buscassem a Deus, se porventura, tateando, o pudessem achar, o qual, todavia, não está longe de cada um de nós; 17:28 porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois dele também somos geração. 17:29 Sendo nós, pois, geração de Deus, não devemos pensar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida pela arte e imaginação do homem. 17:30 Mas Deus, não levando em conta os tempos da ignorância, manda agora que todos os homens em todo lugar se arrependam; 17:31 porquanto determinou um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão que para isso ordenou; e disso tem dado certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos. 17:32 Mas quando ouviram falar em ressurreição de mortos, uns escarneciam, e outros diziam: Acerca disso te ouviremos ainda outra vez. 17:33 Assim Paulo saiu do meio deles. 17:34 Todavia, alguns homens aderiram a ele, e creram, entre os quais Dionísio, o areopagita, e uma mulher por nome Dâmaris, e com eles outros.” “Pedro foi direto: disse que Jesus era o Messias judaico; Paulo foi indireto: disse que os pagãos procuravam encontrar nos ídolos algo que nem conheciam ainda: o Deus verdadeiro e a esperança da ressurreição.”

“Uma das diferenças mais óbvias é que, ao contrário de Pedro, Paulo não citou a Bíblia. Na verdade, em lugar das Escrituras, ele citou um autor pagão. Ao mesmo tempo, perceba como Paulo apelou à lógica e à razão, quando disse o seguinte: olhem ao redor, para o mundo criado, e vocês verão uma evidência poderosa do Deus Criador. Ele começou usando uma espécie de teologia natural e apontou para o mundo natural como uma razão para acreditar no Deus criador.”

“É interessante notar a questão da adoração nesse caso. Aquelas pessoas adoravam algo que não compreendiam. Paulo procurou desviar o culto e a devoção deles, dos ídolos e outras coisas vãs, para o Deus vivo. Os seres humanos parecem ter uma necessidade inata de adorar alguma coisa, qualquer coisa, e Paulo buscou dirigi-los para a única coisa verdadeiramente digna de adoração.” […]

“No fim, apelar para a lógica, razão e teologia natural, pode nos levar apenas até certo ponto. Paulo, em seu testemunho, tentou então lhes ensinar sobre o arrependimento, juízo e ressurreição, ensinos que devem ser aceitos pela fé. Por isso, não teve tanto sucesso com eles. Embora tivesse conseguido alguns conversos, a maioria parecia ter voltado sua adoração ao que é vão, inútil e incapaz de salvar.” […]

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 13 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF