Você é feliz, ó Israel

Lições da Bíblia.

“Toma o bordão, ajunta o povo, tu e Arão, teu irmão, e, diante dele, falai à rocha, e dará a sua água; assim lhe tirareis água da rocha e dareis a beber à congregação e aos seus animais. Então, Moisés tomou o bordão de diante do SENHOR, como lhe tinha ordenado. Moisés e Arão reuniram o povo diante da rocha, e Moisés lhe disse: Ouvi, agora, rebeldes: porventura, faremos sair água desta rocha para vós outros? Moisés levantou a mão e feriu a rocha duas vezes com o seu bordão, e saíram muitas águas; e bebeu a congregação e os seus animais. Mas o SENHOR disse a Moisés e a Arão: Visto que não crestes em mim, para me santificardes diante dos filhos de Israel, por isso, não fareis entrar este povo na terra que lhe dei.” (Núm. 20:8-12).

“Imagine a cena: Moisés, o servo fiel, repreendido pelo Senhor por sua explosão de ira, estava diante da nação de Israel.”

“Tempos depois, Moisés soube que estava prestes a morrer. Quão facilmente ele poderia ter se afundado na autopiedade e frustração! No entanto, mesmo nessa ocasião, os pensamentos dele estavam no futuro que seria enfrentado pelo povo. Diante do povo como seu líder, pela última vez, sob a inspiração do Espírito Santo, ele pronunciou uma bênção sobre cada tribo. Moisés então, concluiu com uma bênção.”

As palavras de Moisés em Deuteronômio 33:26-29, podem nos ajudar a entender melhor o que significa adorar o Senhor, pois adorar “é reconhecer que não há outro semelhante a Deus, que nos concede felicidade. É lembrar-se do que Deus tem feito por nós.” Não há outro, ó amado, semelhante a Deus, que cavalga sobre os céus para a tua ajuda e com a sua alteza sobre as nuvens. O Deus eterno é a tua habitação e, por baixo de ti, estende os braços eternos; ele expulsou o inimigo de diante de ti e disse: Destrói-o. Israel, pois, habitará seguro, a fonte de Jacó habitará a sós numa terra de cereal e de vinho; e os seus céus destilarão orvalho. Feliz és tu, ó Israel! Quem é como tu? Povo salvo pelo SENHOR, escudo que te socorre, espada que te dá alteza. Assim, os teus inimigos te serão sujeitos, e tu pisarás os seus altos.” (Deut. 33:26-29)

“A palavra Yeshurun é um termo poético para Israel (Dt 33:5, 26). Vem de uma raiz (yashar) que significa ‘justo’ ou ‘reto’, não apenas fisicamente mas também moralmente. Jó foi descrito (Jó 1:1) como ‘íntegro e reto’ (do original yashar); veja também os Salmos 32:11, 97:11 e Provérbios 15:8. Assim, Moisés estava falando a respeito de como deveria ser o povo de Deus, aqueles que haviam entrado em um relacionamento de aliança com Ele.”

“Como sempre, o foco principal está nos atos de Deus em favor do Seu povo. Todas as coisas que iriam acontecer a Israel – vitória sobre os inimigos, salvação, segurança e o fruto da terra – seriam deles por causa daquilo que o Senhor havia feito por eles. Era crucial que eles nunca se esquecessem dessas importantes verdades. Entre as muitas coisas que a adoração pode fazer por nós, está a lembrança constante do que ‘o Deus de Jesurum’ tem feito por nós. Louvor, culto e adoração, seja saindo verbalmente de nossos lábios ou expressos nos pensamentos do coração e mente, são muito oportunos em nos ajudar a manter o foco em Deus e não em nós mesmos e nossos problemas.”

“Pense em todas as razões que você tem para louvar e adorar o Senhor. Por que é tão importante manter sempre diante de você todas essas bênçãos, tudo o que Ele tem feito em seu favor? Caso contrário, é fácil ficar desanimado?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 26 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Fogo do Senhor

Lições da Bíblia.

“’Auxiliado por seus filhos, Arão ofereceu os sacrifícios que Deus ordenara, e levantou as mãos e abençoou o povo. Tudo havia sido feito conforme Deus indicara, Ele aceitou o sacrifício e revelou Sua glória de maneira notável: fogo veio do Senhor e consumiu a oferta sobre o altar. O povo olhou para aquela maravilhosa manifestação de poder divino. Com espanto e intenso interesse, nela viram o sinal da glória e favor de Deus, e alçaram uma aclamação geral de louvor e adoração, caindo sobre seu rosto como se estivessem na presença imediata de Jeová’ (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 359). É difícil acreditar que, depois de algo tão dramático, uma queda terrível se seguiria imediatamente. Poderíamos pensar que, com tal demonstração do poder de Deus, todo o povo, particularmente os sacerdotes (especialmente sacerdotes tão grandemente honrados como aqueles), se manteriam estritamente fiéis. Quão tolos somos, sempre que subestimamos a corrupção do coração humano, especialmente o nosso coração!”

Ao ler a história de Nadabe e Abiú em Levítico 10:1-11, é surpreendente que dois sacerdotes, filhos de Arão, trouxessem fogo estranho perante o Senhor. Eles haviam visto a manifestação da glória de Deus e, no entanto, caíram em apostasia. Nadabe e Abiú, filhos de Arão, tomaram cada um o seu incensário, e puseram neles fogo, e sobre este, incenso, e trouxeram fogo estranho perante a face do SENHOR, o que lhes não ordenara. Então, saiu fogo de diante do SENHOR e os consumiu; e morreram perante o SENHOR. E falou Moisés a Arão: Isto é o que o SENHOR disse: Mostrarei a minha santidade naqueles que se cheguem a mim e serei glorificado diante de todo o povo. Porém Arão se calou. Então, Moisés chamou a Misael e a Elzafã, filhos de Uziel, tio de Arão, e disse-lhes: Chegai, tirai vossos irmãos de diante do santuário, para fora do arraial. Chegaram-se, pois, e os levaram nas suas túnicas para fora do arraial, como Moisés tinha dito. Moisés disse a Arão e a seus filhos Eleazar e Itamar: Não desgrenheis os cabelos, nem rasgueis as vossas vestes, para que não morrais, nem venha grande ira sobre toda a congregação; mas vossos irmãos, toda a casa de Israel, lamentem o incêndio que o SENHOR suscitou. Não saireis da porta da tenda da congregação, para que não morrais; porque está sobre vós o óleo da unção do SENHOR. E fizeram conforme a palavra de Moisés. Falou também o SENHOR a Arão, dizendo: Vinho ou bebida forte tu e teus filhos não bebereis quando entrardes na tenda da congregação, para que não morrais; estatuto perpétuo será isso entre as vossas gerações, para fazerdes diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo e para ensinardes aos filhos de Israel todos os estatutos que o SENHOR lhes tem falado por intermédio de Moisés.” (Lev. 10:1-11). Tomará também, de sobre o altar, o incensário cheio de brasas de fogo, diante do SENHOR, e dois punhados de incenso aromático bem moído e o trará para dentro do véu.” (Lev. 16:12). Vinho ou bebida forte tu e teus filhos não bebereis quando entrardes na tenda da congregação, para que não morrais; estatuto perpétuo será isso entre as vossas gerações,” (Lev. 10:9).

“A expressão hebraica nas passagens de Levítico 9:24 e 10:2 era igual: ‘Saindo fogo de diante do Senhor, consumiu…’ Consumiu o quê? No primeiro caso, a oferta; no outro, os pecadores. Que representação poderosa do plano da salvação! Na cruz, o ‘fogo de Deus,’ na ira divina, ‘consumiu’ a oferta, e essa era Jesus. Assim, todos que nEle depositam sua fé, nunca têm que enfrentar esse fogo, essa ira, porque um substituto os enfrentou por eles. Os que, no entanto, como aqueles sacerdotes, rejeitam o caminho de Deus em favor dos seus, terão que enfrentar esse fogo (Ap 20:9). A mesma glória revelada na cruz será a glória que, no fim, destruirá o pecado. Que escolha difícil e inequívoca está diante de nós!”

“Em certo sentido, pensando a esse respeito, fogo é fogo. Qual é a diferença? Obviamente, nesse caso, foi uma grande diferença. Pense não apenas na sua maneira de adorar, mas em sua vida em geral. Existem ‘fogos estranhos’ que você precisa apagar em sua vida?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 25 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A consagração

Lições da Bíblia.

“Sete dias de consagração haviam passado (Lv 8). No oitavo dia, os sacerdotes começaram seu ministério sagrado no santuário. Eles estavam iniciando uma obra que continuaria (embora não sem interrupção) por mais de 1.400 anos, algo que prefigurava a obra de Cristo no santuário celestial, o verdadeiro tabernáculo onde Cristo ministra agora em nosso favor.”

Os rituais em Levítico nos ajudam a compreender a obra da expiação e as razões que temos para adorar a Deus. “No encerramento da consagração, sacrifícios e ofertas foram oferecidos em favor de Arão e do povo. A glória de Deus trouxe alegria.” “Ao oitavo dia, chamou Moisés a Arão, e a seus filhos, e aos anciãos de Israel e disse a Arão: Toma um bezerro, para oferta pelo pecado, e um carneiro, para holocausto, ambos sem defeito, e traze-os perante o SENHOR. Depois, dirás aos filhos de Israel: Tomai um bode, para oferta pelo pecado, um bezerro e um cordeiro, ambos de um ano e sem defeito, como holocausto; e um boi e um carneiro, por oferta pacífica, para sacrificar perante o SENHOR, e oferta de manjares amassada com azeite; porquanto, hoje, o SENHOR vos aparecerá. […] Depois, Arão levantou as mãos para o povo e o abençoou; e desceu, havendo feito a oferta pelo pecado, e o holocausto, e a oferta pacífica. Então, entraram Moisés e Arão na tenda da congregação; e, saindo, abençoaram o povo; e a glória do SENHOR apareceu a todo o povo. E eis que, saindo fogo de diante do SENHOR, consumiu o holocausto e a gordura sobre o altar; o que vendo o povo, jubilou e prostrou-se sobre o rosto.” (Lev. 9:1-6,22-24).

“Os versos 22-24 são especialmente fascinantes. É difícil imaginar o que deve ter passado na mente e coração de Moisés e Arão, quando entraram no santuário e depois saíram, simplesmente para ver a manifestação da ‘glória do Senhor’ diante do povo. Embora o texto não diga exatamente o que aconteceu, havia muita gente no acampamento, naquela ocasião, e o fato de que todos tenham visto isso significa que a cena deve ter sido algo espetacular. Talvez a glória tivesse sido manifestada pelo que aconteceu em seguida: ‘E eis que, saindo fogo de diante do Senhor, consumiu o holocausto e a gordura sobre o altar; o que vendo o povo, jubilou e prostrou-se sobre o rosto’ (Lv 9:24).”

“O tabernáculo tinha sido dedicado, e os sacerdotes, consagrados ao serviço de adoração divina. O fogo santo apareceu como sinal de que o sacrifício havia sido aceito. O povo respondeu em uníssono com uma exclamação de louvor, e depois todos se prostraram sobre seus rostos em humildade, diante da glória da santa presença de Deus. Percebemos intensa reverência, temor e obediência; todos os detalhes dos mandamentos de Deus foram seguidos, e o Senhor mostrou Sua aceitação do que eles haviam feito.”

“Observe a reação dos israelitas: exclamaram e também se prostraram sobre seus rostos. Por mais intenso que fosse todo o ritual, sua reação foi de reverência, alegria e temor, tudo ao mesmo tempo. Como podemos aprender a manifestar em nossos cultos esse tipo de reverência e alegria?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – domingo 24 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Você é feliz, ó Israel!

Lições da Bíblia.

“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo! Ai dos que são sábios a seus próprios olhos e prudentes em seu próprio conceito!” (Is 5:20, 21).

“Deus não é um ser imaginário que podemos moldar de acordo com nossos caprichos e opinião. Existe uma forma dinâmica, satisfatória de adorar e servir a Deus, e uma forma interesseira. […] Quando os israelitas seguiram as claras orientações de Deus na adoração, eles foram recompensados com Sua presença. Os que substituíram os requisitos de Deus por seus próprios caminhos e formas sofreram sérias consequências.”

“Em culturas voltadas para a individualidade, é muito fácil esquecer aquilo que deve ser sempre o ponto de partida de toda a adoração: a ação de Deus na história. A adoração autêntica deve ser a resposta sincera do cristão aos atos poderosos de Deus, tanto na criação quanto na redenção (mais uma vez, o tema da mensagem do primeiro anjo). A verdadeira adoração emana de nossa resposta ao amor de Deus e deve afetar todas as áreas de nossa vida. No fim, a adoração genuína não é somente o que fazemos no sábado; ela deve permear todos os assuntos de nossa vida, não apenas na igreja.”

“Especialmente em nosso desejo de ser relevantes, é muito fácil mudar o foco da adoração, unicamente para nós mesmos, nossas necessidades, desejos e anseios. E embora a adoração deva ser pessoalmente satisfatória, o perigo surge na forma pela qual buscamos experimentar essa satisfação. Somente no Senhor, somente naquele que nos criou e redimiu, podemos encontrar verdadeira satisfação, tanto quanto possível neste mundo pecaminoso e caído.”

“Nesta semana, analisaremos um pouco mais a história de Israel, tanto as coisas boas que aconteceram quanto as ruins, tirando algumas lições sobre a verdadeira adoração.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 23 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Shekinah, manifestação da presença divina.

Lições da Bíblia.

“Além do véu interior estava o santo dos santos, onde se centralizava a cerimônia simbólica da expiação e intercessão, e que formava o elo de ligação entre o Céu e a Terra. Nesse compartimento estava a arca, uma caixa feita de acácia, coberta de ouro por dentro e por fora, e tendo uma coroa de ouro em redor de sua parte superior. Fora feita para ser o receptáculo das tábuas de pedra, sobre as quais o próprio Deus escrevera os Dez Mandamentos. Daí o ser ela chamada a arca do testemunho de Deus, ou a arca do concerto, visto que os Dez Mandamentos foram a base do concerto feito entre Deus e Israel.

A cobertura da caixa sagrada chamava-se propiciatório. Este era feito de uma peça inteiriça de ouro, e encimado por querubins do mesmo metal, ficando um de cada lado. Uma asa de cada anjo estendia-se ao alto, enquanto a outra estava fechada sobre o corpo em sinal de reverência e humildade. Ezeq. 1:11. A posição dos querubins, tendo o rosto voltado um para o outro, e olhando reverentemente abaixo para a arca, representava a reverência com que a hoste celestial considera a lei de Deus, e seu interesse no plano da redenção.

Acima do propiciatório estava o shekinah, manifestação da presença divina; e dentre os querubins Deus tornava conhecida a Sua vontade. Mensagens divinas às vezes eram comunicadas ao sumo sacerdote por uma voz da nuvem. Algumas vezes uma luz caía sobre o anjo à direita, para significar aprovação ou aceitação; ou uma sombra ou nuvem repousava sobre o que ficava ao lado esquerdo, para revelar reprovação ou rejeição.

A lei de Deus, encerrada na arca, era a grande regra de justiça e juízo. Aquela lei sentenciava a morte ao transgressor; mas acima da lei estava o propiciatório, sobre o qual se revelava a presença de Deus, e do qual, em virtude da obra expiatória, se concedia o perdão ao pecador arrependido. Assim na obra de Cristo pela nossa redenção simbolizada pelo ritual do santuário, ‘a misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram’. Sal. 85:10.

Nenhuma linguagem pode descrever a glória do cenário apresentado dentro do santuário – as paredes chapeadas de ouro que refletiam a luz do áureo castiçal, os brilhantes matizes das cortinas ricamente bordadas com seus resplendentes anjos, a mesa e o altar de incenso, brilhante pelo ouro; além do segundo véu a arca sagrada, com os seus querubins, e acima dela o santo shekinah, manifestação visível da presença de Jeová; tudo não era senão um pálido reflexo dos esplendores do templo de Deus no Céu, o grande centro da obra pela redenção do homem.

Aproximadamente meio ano foi ocupado na construção do tabernáculo. Quando este se completou, Moisés examinou toda a obra dos construtores, comparando-a com o modelo a ele mostrado no monte, e com as instruções que de Deus recebera. ‘Como o Senhor a ordenara, assim a fizeram; então Moisés os abençoou.’ Êxo. 39:43. Com ávido interesse as multidões de Israel juntaram-se em redor para ver a estrutura sagrada. Enquanto estavam a contemplar aquela cena com satisfação reverente, a coluna de nuvem pairou sobre o santuário e, descendo, envolveu-o. ‘E a glória do Senhor encheu o tabernáculo.’ Êxo. 40:34. Houve uma revelação da majestade divina, e por algum tempo mesmo Moisés não pôde entrar ali. Com profunda emoção o povo viu a indicação de que a obra de suas mãos fora aceita. Não houve ruidosas manifestações de regozijo. Temor solene repousava sobre todos. Mas sua alegria de coração transbordou em lágrimas de regozijo, e murmuravam em voz baixa ardorosas palavras de gratidão de que Deus houvesse condescendido em habitar com eles.” (Ellen G. White, Patriarcas e profetas, p. 349-350).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 22 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Alegrar-se diante do Senhor

Lições da Bíblia.

“Grande parte dos livros de Êxodo, Levítico e Números está concentrada nos serviços do santuário: sua construção, suas cerimônias, os sacrifícios e as ofertas apresentadas ali, e o ministério dos sacerdotes. Era um lugar muito santo e consagrado. Afinal, não era apenas o lugar em que Deus habitava, era o lugar em que Israel se tornava perdoado e purificado do pecado. Era o lugar em que Israel descobria e experimentava o evangelho.”

“Ao mesmo tempo, não devemos ter a ideia de que a adoração israelita fosse fria, infrutífera e formal. O Senhor tinha estabelecido regras muito estritas sobre o que devia ser feito, mas essas diretrizes não eram fins em si mesmas. Ao contrário, eram meios para um fim, e a finalidade era que Seu povo fosse a santa, alegre e fiel nação da aliança, que ensinaria ao mundo sobre o verdadeiro Deus.” vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. […]” (Êxo. 19:6). Eis que vos tenho ensinado estatutos e juízos, como me mandou o SENHOR, meu Deus, para que assim façais no meio da terra que passais a possuir. Guardai-os, pois, e cumpri-os, porque isto será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que, ouvindo todos estes estatutos, dirão: Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente. Pois que grande nação há que tenha deuses tão chegados a si como o SENHOR, nosso Deus, todas as vezes que o invocamos?” (Deut. 4:5-7). “Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Naquele dia, sucederá que pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla da veste de um judeu e lhe dirão: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco.” (Zac. 8:23).

Os textos a seguir relatam como era a adoração israelita no santuário: “Três vezes a cada ano, todo o povo devia se reunir no santuário para oferecer sacrifícios e ofertas e para celebrar as bênçãos do Senhor.” “mas buscareis o lugar que o SENHOR, vosso Deus, escolher de todas as vossas tribos, para ali pôr o seu nome e sua habitação; e para lá ireis. A esse lugar fareis chegar os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e a oferta das vossas mãos, e as ofertas votivas, e as ofertas voluntárias, e os primogênitos das vossas vacas e das vossas ovelhas. Lá, comereis perante o SENHOR, vosso Deus, e vos alegrareis em tudo o que fizerdes, vós e as vossas casas, no que vos tiver abençoado o SENHOR, vosso Deus.” (Deut. 12:5-7). e vos alegrareis perante o SENHOR, vosso Deus, vós, os vossos filhos, as vossas filhas, os vossos servos, as vossas servas e o levita que mora dentro das vossas cidades e que não tem porção nem herança convosco.” (Deut. 12:12). “mas o comerás perante o SENHOR, teu Deus, no lugar que o SENHOR, teu Deus, escolher, tu, e teu filho, e tua filha, e teu servo, e tua serva, e o levita que mora na tua cidade; e perante o SENHOR, teu Deus, te alegrarás em tudo o que fizeres. (Deut. 12:18). “A Festa dos Tabernáculos, celebrá-la-ás por sete dias, quando houveres recolhido da tua eira e do teu lagar. Alegrar-te-ás, na tua festa, tu, e o teu filho, e a tua filha, e o teu servo, e a tua serva, e o levita, e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão dentro das tuas cidades. Sete dias celebrarás a festa ao SENHOR, teu Deus, no lugar que o SENHOR escolher, porque o SENHOR, teu Deus, há de abençoar-te em toda a tua colheita e em toda obra das tuas mãos, pelo que de todo te alegrarás. Três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o SENHOR, teu Deus, no lugar que escolher, na Festa dos Pães Asmos, e na Festa das Semanas, e na Festa dos Tabernáculos; porém não aparecerá de mãos vazias perante o SENHOR;” (Deut. 16:13-16).

“Uma das grandes lutas que a igreja enfrenta em nosso tempo tem que ver com adoração e estilos de culto. De um lado, os cultos da igreja podem ser frios, formais, obsoletos, e definitivamente sem alegria. O outro perigo é que as emoções se tornem o fator dominante: tudo o que as pessoas querem é ter momentos agradáveis, ‘se alegrando’ no Senhor, em detrimento de todo tipo de fidelidade estrita às verdades bíblicas. […] Qual é sua experiência em se alegrar diante do Senhor? O que isso significa para você? Como você pode ter uma experiência de adoração mais feliz? Como você pode ter certeza de que sua experiência de adoração não é semelhante à do homem da história na introdução da lição desta semana, contada por Tolstoi?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 21 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Comunhão com Deus

Lições da Bíblia.

“Um dos aspectos fundamentais de ser cristão e de ter uma relação salvadora com Cristo, é conhecer o Senhor. O próprio Jesus disse: ‘A vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste’ (Jo 17:3). Como em qualquer tipo de relacionamento, a comunicação é a chave.”

Em Êxodo 25:10-22, o que o povo é orientado a fazer a “[…] arca e o propiciatório com os dois querubins. Sobre a tampa da arca, a presença de Deus se manifestaria ao povo.” Também farão uma arca de madeira de acácia; de dois côvados e meio será o seu comprimento, de um côvado e meio, a largura, e de um côvado e meio, a altura. De ouro puro a cobrirás; por dentro e por fora a cobrirás e farás sobre ela uma bordadura de ouro ao redor. […] Farás também um propiciatório de ouro puro; de dois côvados e meio será o seu comprimento, e a largura, de um côvado e meio. Farás dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório; um querubim, na extremidade de uma parte, e o outro, na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; estarão eles de faces voltadas uma para a outra, olhando para o propiciatório. Porás o propiciatório em cima da arca; e dentro dela porás o Testemunho, que eu te darei. Ali, virei a ti e, de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins que estão sobre a arca do Testemunho, falarei contigo acerca de tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.” (Êxo. 25:10-11,17-22).

“A presença de Deus habitava na glória da Shekinah, sobre o propiciatório, acima da arca sagrada, que continha a santa lei de Deus. Ali, ‘encontraram-se a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijaram’ (Sl 85:10). Ali, do altar de incenso, no lugar santo, a fumaça subia, representando as orações do povo de Deus misturadas com os méritos e intercessão de Cristo.”

“No meio de tudo isso está a promessa: ‘Ali, virei a ti e, de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins que estão sobre a arca do Testemunho, falarei contigo acerca de tudo o que Eu te ordenar para os filhos de Israel’ (Êx 25:22). Deus prometeu ao povo não apenas Sua presença; prometeu Se comunicar com as pessoas, falar com elas, para guiá-las nos caminhos que elas deviam seguir.”

Em Salmo 37:23, 48:14, Provérbios 3:6 e João 16:13 encontramos as promessas: “O SENHOR firma os passos do homem bom e no seu caminho se compraz;” (Sal. 37:23). “que este é Deus, o nosso Deus para todo o sempre; ele será nosso guia até à morte.” (Sal. 48:14). “Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.” (Prov. 3:6). “quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir.” (João 16:13).

“Hoje, é claro, não temos um santuário terrestre, mas temos as promessas da orientação e da presença de Deus em nossa vida, se nos entregarmos a Ele. Qual cristão não tem visto a direção do Senhor em algum momento de sua vida?”

“É aqui, também, que entra a adoração. Devemos adorar o Senhor em uma atitude de submissão, entrega, e boa vontade em ser conduzidos. Um coração submisso ao Senhor em oração, reverência e renúncia; um coração que sinta sua própria necessidade de salvação, graça e arrependimento, estará cheio de louvor e adoração a Deus, e será orientado no caminho que o Senhor deseja. No fim, a verdadeira adoração deve nos ajudar a ser mais abertos à liderança de Deus, porque a reverência deve nos ensinar a atitude de fé e submissão. Não há nada vazio nesse tipo de adoração.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 20 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O holocausto contínuo

Lições da Bíblia.

“’Isto é o que oferecerás sobre o altar: dois cordeiros de um ano, cada dia, continuamente. Um cordeiro… pela manhã e o outro, ao pôr-do-sol’” (Êx 29:38, 39).

“O sacrifício diário de cordeiros, o ‘holocausto contínuo’ (v. 42), devia ensinar ao povo sua constante necessidade de Deus e a dependência dEle para o perdão e aceitação. O fogo sobre o altar devia continuar queimando dia e noite (Lv 6:8-13). Esse fogo poderia servir como lembrete permanente de sua necessidade de um Salvador.”

“Nunca foi intenção de Deus que a oferta diária de um cordeiro se tornasse simplesmente um ato ritual ou rotina. Devia ser um momento de ‘intenso interesse para os adoradores’, um tempo de preparação para a adoração, em oração silenciosa e com ‘ardoroso exame de coração e confissão de pecado’. Sua fé precisava se apegar às promessas de um Salvador vindouro, o verdadeiro Cordeiro de Deus que derramaria Seu sangue pelos pecados de todo o mundo (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 353).”

A relação entre a morte de Cristo e os sacrifícios de animais no sistema do Antigo Testamento é simbólica, o “sangue de animais não podia remover pecados, mas representava o sangue do imaculado Cordeiro de Deus, que pode nos purificar.” “Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, perpetuamente, eles oferecem. Doutra sorte, não teriam cessado de ser oferecidos, porquanto os que prestam culto, tendo sido purificados uma vez por todas, não mais teriam consciência de pecados? Entretanto, nesses sacrifícios faz-se recordação de pecados todos os anos, porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados.” (Heb. 10:1-4). “sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo,” (1 Ped. 1:18-19). “Por isso, ao entrar no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste; antes, um corpo me formaste; não te deleitaste com holocaustos e ofertas pelo pecado. Então, eu disse: Eis aqui estou (no rolo do livro está escrito a meu respeito), para fazer, ó Deus, a tua vontade. Depois de dizer, como acima: Sacrifícios e ofertas não quiseste, nem holocaustos e oblações pelo pecado, nem com isto te deleitaste (coisas que se oferecem segundo a lei), então, acrescentou: Eis aqui estou para fazer, ó Deus, a tua vontade. Remove o primeiro para estabelecer o segundo. Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas.” (Hb. 10:5-10).

“Em Hebreus 10:5-10, Paulo cita o Salmo 40:6-8, mostrando que Cristo cumpriu o verdadeiro significado das ofertas sacrificais. Ele sugere que Deus não tinha prazer em tais sacrifícios, mas que eles haviam sido planejados para ser um momento de tristeza, arrependimento e afastamento do pecado. Da mesma forma, a dádiva de Seu Filho como sacrifício final seria um tempo de terrível agonia e tristeza de cortar o coração, tanto para o Pai quanto para o Filho. Paulo também destacou que a verdadeira adoração precisa sempre brotar de um coração perdoado, purificado e santificado, que se deleita em obedecer a quem tornou tudo isso possível. ‘Rogo-vos, pois, irmãos… que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional’ (Rm 12:1).”

“Adoração significa, em primeiro lugar, entregar-se total e completamente a Deus como sacrifício vivo. Quando nos entregamos primeiramente, em seguida dedicamos nosso coração, dons e louvores. Essa atitude é uma proteção segura contra rituais vazios e sem sentido. Pense nisto: Entreguei tudo a Cristo, que morreu por meus pecados? Existe alguma coisa no meu coração ou na vida, que eu me recuso a submeter a Ele? Como posso estar disposto a abrir mão disso?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 19 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF