Lealdade suprema: adoração em zona de guerra – Estudo adicional

Lições da Bíblia1:

Leia, de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 436-438 (“Bênçãos e maldições”).

“Segundo as instruções dadas por Moisés, um monumento de grandes pedras foi construído no monte Ebal. Sobre essas pedras, previamente preparadas por uma cobertura de argamassa, foi inscrita a lei – não somente os dez preceitos proferidos no Sinai e gravados em tábuas de pedra, mas também as leis comunicadas a Moisés e escritas por ele num livro. Ao lado desse monumento, foi construído um altar de pedras não lavradas, sobre o qual foram oferecidos sacrifícios ao Senhor. O fato de o altar ter sido construído no monte Ebal, sobre o qual fora posta a maldição (Dt 11:29), foi significativo, dando a entender que, por causa de sua transgressão da lei de Deus, Israel merecia receber com justiça Sua ira, e eles a teriam sofrido imediatamente, não fosse pela expiação de Cristo, representada pelo altar de sacrifício” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas [CPB, 2022], p. 437).

“O momento da ceia não deve ser um período de tristeza. […] Ao se reunirem os discípulos do Senhor em torno de Sua mesa, não devem lembrar e lamentar suas deficiências. Não devem se demorar em sua vida religiosa passada, seja para elevar ou deprimir. Não tragam à memória as diferenças existentes entre si e seus irmãos. A cerimônia preparatória já abrangeu tudo isso. O exame próprio, a confissão do pecado, a reconciliação dos desentendimentos – tudo já foi feito. Agora, chegam para se encontrar com Cristo. Não devem permanecer à sombra da cruz, mas à sua luz salvadora. Abram o coração para os brilhantes raios do Sol da Justiça” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações [CPB, 2021], p. 530).

Perguntas para consideração

1. O que é buscar primeiro o reino de Deus? Isso influencia sua vida?

2. Por que é fácil esquecer o Senhor em meio à correria do dia a dia? Quais soluções podem ser propostas?

3. A certeza de que Jesus intercede por nós no santuário celestial (Hb 7:25) pode se tornar uma fonte de esperança e força diárias? Essa verdade é significativa hoje, no tempo do antitípico Dia da Expiação?

Sexta-feira, 14 de novembro de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Lições de fé do livro de Josué. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 522, out. nov. dez. 2025. Adulto, Professor.

Lealdade suprema: adoração em zona de guerra

Lições da Bíblia1:

“Mas busquem em primeiro lugar o Reino de Deus e a Sua justiça, e todas estas coisas lhes serão acrescentadas” (Mt 6:33).

Leituras da semana: Js 5:1-7; Êx 12:6; 1Co 5:7; Js 8:30-35; Dt 8:11, 14; Hb 9:11, 12

Nesta semana, estudaremos alguns momentos importantes durante a conquista da Terra Prometida, nos quais Israel se reconsagrou ao Senhor, às vezes diante de um perigo iminente. Josué tomou a decisão aparentemente irracional de circuncidar os israelitas em território inimigo (Js 5:1-9); celebrar a Páscoa diante de um perigo iminente (Js 5:10-12); construir um altar e adorar o Senhor enquanto a conquista estava a todo vapor (Js 8:30-35); e montar o tabernáculo do Senhor quando sete tribos em Israel ainda não haviam recebido sua herança (Js 18:1, 2).

Em meio à correria da vida, tendemos a focar nas urgências que surgem diariamente. Com frequência, deixamos de lado momentos de qualidade para renovar nosso compromisso com Deus, fazer uma pausa e expressar gratidão por tudo o que Ele tem feito e continua a fazer por nós. O culto matutino e vespertino, assim como o altar da família, parecem fora de lugar em nossa rotina agitada, guiada pela conveniência e pela busca de realizações pessoais. Contudo, no fundo, todos sabemos que os momentos passados com Deus e com nossos entes queridos são o uso mais valioso de nosso tempo limitado.

Sábado, 08 de novembro de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Lições de fé do livro de Josué. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 522, out. nov. dez. 2025. Adulto, Professor.

Vão e adorem o Senhor

Lições da Bíblia1:

Na noite da Páscoa, o juízo divino alcançou os que não estavam cobertos pelo sangue (Êx 12:1-12). Ninguém escapou, independentemente de posição, educação, condição social ou sexo. A punição atingiu todas as famílias, do Faraó aos escravos, e até mesmo os primogênitos dos animais. O orgulho do Egito estava no pó.

Leia Êxodo 12:31-36. Que pedido estranho o Faraó fez e por que, mesmo dando permissão para que todos saíssem?

Êxodo 12:31-36 (NAA): 31 Então, naquela mesma noite, Faraó chamou Moisés e Arão e lhes disse: — Levantem-se e saiam do meio do meu povo, vocês e os filhos de Israel! Vão e adorem o Senhor, como vocês disseram. 32 Levem também com vocês as suas ovelhas e o seu gado, como vocês pediram. Vão embora e abençoem também a mim. 33 Os egípcios insistiram com o povo para que saísse da terra o mais depressa possível, pois diziam: — Todos vamos morrer. 34 O povo pegou a sua massa de pão, antes que levedasse, e as suas amassadeiras atadas em trouxas com as suas roupas, sobre os ombros. 35 Os filhos de Israel fizeram conforme a palavra de Moisés e pediram aos egípcios objetos de prata, objetos de ouro e roupas. 36 E o Senhor fez com que o seu povo encontrasse favor da parte dos egípcios, de maneira que estes lhes davam o que pediam. E despojaram os egípcios.

É bastante intrigante que o Faraó, ao dizer aos hebreus para irem adorar, tenha acrescentado este pedido: “E abençoem também a mim” (Êx 12:32). Por que o rei do Egito, considerado um “deus” no meio de seu povo, pediria isso? Parece que ele finalmente compreendeu o poder do Deus dos hebreus e quis se beneficiar dele. No entanto, como Deus poderia abençoá-lo enquanto ele estava em rebelião, pecado e orgulho? Ele finalmente permitiu que o povo saísse, mas não foi por submissão à vontade de Yahweh. Fez isso porque foi derrotado. Ele não estava arrependido, como suas ações posteriores revelariam. Ele apenas queria interromper a destruição que cobria seu reino.

O Faraó foi humilhado. E, na tragédia da pior de todas as pragas, ele deixou que Israel saísse do Egito. Ele permitiu o que havia se recusado a conceder em todas as vezes anteriores, não importando o sofrimento que suas ações traziam à nação.

Os egípcios estavam ansiosos para que os hebreus saíssem, o que é compreensível. Eles diziam: “Se vocês não saírem, todos nós morreremos!” (Êx 12:33, NTLH).

Enquanto isso, Deus fez provisões para que os israelitas não deixassem o Egito de mãos vazias, mas obtivessem tudo o que precisariam para o que, no fim, acabou sendo uma jornada muito mais longa do que o previsto. Os egípcios deram aos hebreus inúmeros itens valiosos apenas para apressar o povo a sair do país, mas, na verdade, correspondiam ao salário que foi negado aos israelitas por séculos de trabalho escravo. Certamente, para os egípcios, deixar os hebreus em sua terra seria um preço muito mais alto.

Quantas vezes nos “arrependemos” de ações somente por causa de suas consequências e não porque esses atos são errados? Isso é arrependimento verdadeiro? Como nos arrepender dos pecados dos quais ficamos impunes, pelo menos no curto prazo?

Domingo, 03 de agosto de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do êxodo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 521, jul. ago. set. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Adorando a imagem – novamente

Lições da Bíblia1:

Os estudiosos há muito tempo observam uma conexão entre Daniel 3 e o que o Apocalipse ensina sobre os eventos dos últimos dias. E com razão, porque Daniel 3 descreve a ordem para adorar a imagem, e a desobediência a essa ordem seria punida com a morte (Dn 3:15); esse evento é refletido no que o Apocalipse prediz sobre a ordem de adorar outra imagem (Ap 13:15), e a desobediência também será punida com a morte: “E lhe foi concedido poder para dar vida à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse e fizesse morrer todos os que não adorassem a imagem da besta.”

4. Que contraste o Apocalipse apresenta entre os mandamentos de Deus e os mandamentos humanos? Ap 13:11-17; 14:9, 11, 12; 16:2; 19:20; 20:4

Ap 13:11-17 (NAA)2: 11 Vi ainda outra besta emergir da terra. Tinha dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão. 12 Ela exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença e faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal havia sido curada. 13 Também opera grandes sinais, de maneira que até faz descer fogo do céu sobre a terra, diante de todas as pessoas. 14 Seduz aqueles que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi permitido realizar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que foi ferida à espada e sobreviveu. 15 E lhe foi concedido poder para dar vida à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse e fizesse morrer todos os que não adorassem a imagem da besta. 16 A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz com que lhes seja dada certa marca na mão direita ou na testa, 17 para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.

Ap 14:9, 11, 12 (NAA)2:  9 Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo com voz forte: — Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na testa ou na mão, […] 11 A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre. E os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do nome da besta não têm descanso algum, nem de dia nem de noite. 12 Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

Ap 16:2 (NAA)2: O primeiro anjo foi e derramou a sua taça sobre a terra, e apareceram úlceras malignas e dolorosas nas pessoas que tinham a marca da besta e que adoravam a sua imagem.

Ap 19:20 (NAA)2: Mas a besta foi presa, e com ela foi preso o falso profeta que, com os sinais feitos diante da besta, seduziu aqueles que receberam a marca da besta e eram os adoradores da sua imagem. Os dois foram lançados vivos dentro do lago de fogo que queima com enxofre.

Ap 20:4 (NAA)2: Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade para julgar. Vi ainda as almas dos que foram decapitados por terem dado testemunho de Jesus e proclamado a palavra de Deus. Estes são os que não adoraram a besta nem a sua imagem, e não receberam a sua marca na testa e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos.

O povo de Deus é chamado a adorar o Criador (Ap 14:7), em oposição à besta e sua imagem. Os três rapazes hebreus, enfrentando uma ameaça semelhante, recusaram-se a adorar qualquer coisa que não fosse Deus, o Criador. Portanto, por mais diferentes que sejam as circunstâncias entre o que aconteceu na planície de Dura, com a ordem para adorar a imagem, em oposição ao Criador, e o que acontecerá no mundo com o chamado para adorar a imagem também em oposição ao Criador, o princípio é o mesmo.

5. Leia Romanos 1:18-25 e veja a ligação entre Romanos 1:18 e Apocalipse 14:9, 10, acerca da “ira de Deus”. A adoração à imagem seria apenas mais uma manifestação do princípio relacionado com a autoridade a quem realmente adoramos?

Romanos 1:18-25 (NAA)2: 18 A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e injustiça dos seres humanos que, por meio da sua injustiça, suprimem a verdade. 19 Pois o que se pode conhecer a respeito de Deus é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. 20 Porque os atributos invisíveis de Deus, isto é, o seu eterno poder e a sua divindade, claramente se reconhecem, desde a criação do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que Deus fez. Por isso, os seres humanos são indesculpáveis. 21 Porque, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças. Pelo contrário, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, e o coração insensato deles se obscureceu. 22 Dizendo que eram sábios, se tornaram tolos 23 e trocaram a glória do Deus incorruptível por imagens semelhantes ao ser humano corruptível, às aves, aos quadrúpedes e aos répteis.  24 Por isso, Deus os entregou à impureza, pelos desejos do coração deles, para desonrarem o seu corpo entre si. 25 Eles trocaram a verdade de Deus pela mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito para sempre. Amém!

Apocalipse 14:9, 10 (NAA)2: 9 Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo com voz forte: — Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na testa ou na mão, 10 também esse beberá do vinho do furor de Deus, preparado, sem mistura, no cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro.

Adoração não significa necessariamente curvar-se e oferecer incenso, embora possa incluir essas práticas. Adoramos tudo aquilo a quem prestamos lealdade suprema. Quando consideramos quem Deus é, nosso Criador e Redentor, então fica claro que somente Ele deve ser adorado. Adorar outra coisa é idolatria. Talvez isso ajude a explicar as palavras aparentemente duras de Jesus: “Quem não é por Mim é contra Mim; e quem Comigo não ajunta espalha” (Mt 12:30). Os eventos finais são uma manifestação mais intensa dessa verdade.

Terça-feira, 17 de junho de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Alusões, imagens e símbolos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 520, abr. maio. jun. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Adorando a imagem

Lições da Bíblia1:

Por mais leal que o rei tivesse sido a Daniel e ao seu Deus, porque havia ficado impressionado com a revelação do mistério (Dn 2:46-48), isso não durou muito.

2. Leia Daniel 3:1-12. A estátua era toda de ouro e o rei exigiu que ela fosse adorada. Qual é a relevância desses fatos?

Daniel 3:1-12 (NAA)2:  1 O rei Nabucodonosor fez uma imagem de ouro que tinha vinte e sete metros de altura e dois metros e setenta de largura, que ele levantou na planície de Dura, na província da Babilônia. 2 Então o rei Nabucodonosor mandou reunir os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os juízes, os tesoureiros, os magistrados, os conselheiros e todos os oficiais das províncias, para que viessem à cerimônia de inauguração da imagem que o rei Nabucodonosor tinha levantado. 3 Então se reuniram os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os juízes, os tesoureiros, os magistrados, os conselheiros e todos os oficiais das províncias, para a cerimônia de inauguração da imagem que o rei Nabucodonosor tinha levantado. E ficaram em pé diante da imagem que Nabucodonosor tinha levantado. 4 Nisto, o arauto proclamou em alta voz: — Ordena-se a vocês, pessoas de todos os povos, nações e línguas, 5 que, no momento em que ouvirem o som da trombeta, da flauta, da harpa, da cítara, da lira, da gaita de foles e de todo tipo de música, vocês se prostrem e adorem a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor levantou. 6 Quem não se prostrar e não a adorar será, no mesmo instante, lançado na fornalha de fogo ardente. 7 Assim, quando ouviram o som da trombeta, da flauta, da harpa, da cítara, da lira e de todo tipo de música, pessoas de todos os povos, nações e línguas se prostraram e adoraram a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor tinha levantado. 8 No mesmo instante, alguns homens caldeus se aproximaram e acusaram os judeus. 9 Disseram ao rei Nabucodonosor: — Que o rei viva eternamente! 10 O senhor, ó rei, baixou um decreto, ordenando que todo homem que ouvisse o som da trombeta, da flauta, da harpa, da cítara, da lira, da gaita de foles e de todo tipo de música deveria se prostrar e adorar a imagem de ouro, 11 e que todo aquele que não se prostrasse e não adorasse seria lançado na fornalha de fogo ardente. 12 Há uns homens judeus, que o senhor, ó rei, pôs como administradores da província da Babilônia: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Esses homens fizeram pouco caso do senhor, ó rei; não prestam culto aos deuses do rei, nem adoram a imagem de ouro que o senhor levantou.

O rei ressaltou seu desafio à mensagem dada por Deus construindo uma estátua inteiramente de ouro. Que ideia ele queria transmitir com isso? Babilônia jamais cairia, e Nabucodonosor sempre seria rei. E quem ousasse desafiar essa ideia seria morto. Isso é um forte lembrete de que o desejo humano por autodeterminação pode nos cegar para a verdade sobre como o grande conflito se desenrolará.

Nabucodonosor revela características de Lúcifer: ele era ambicioso, presunçoso e orgulhoso o suficiente para se rebelar contra a autoridade de Deus. Naturalmente, existem diferenças marcantes: Nabucodonosor depois expressou fé em Deus, e é provável que o encontremos no reino que ele inicialmente desafiou.

3. Quais palavras dos três rapazes hebreus desafiaram o rei? O que isso nos ensina sobre fé e o que às vezes ela pode exigir de nós? Dn 3:17, 18

Dn 3:17, 18 (NAA)2: 17 Se o nosso Deus, a quem servimos, quiser livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das suas mãos, ó rei. 18 E mesmo que ele não nos livre, fique sabendo, ó rei, que não prestaremos culto aos seus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que o senhor levantou.

Muito facilmente esses três homens poderiam ter apresentado justificativas para sair daquela situação perigosa. Afinal, eles não estavam sendo fanáticos, dispostos a ser queimados vivos simplesmente por causa da questão de se curvarem? Usando uma linguagem atual, eles não poderiam ter simplesmente fingido, curvando-se para amarrar seus cadarços enquanto oravam ao Deus verdadeiro? Realmente valia a pena o que estavam enfrentando? Sem dúvida eles acreditavam que sim, embora suas palavras mostrassem que sabiam que talvez não escapassem vivos.

“Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito” (Lc 16:10). Esse texto ajuda a evitar justificativas fáceis que levam as pessoas a comprometer sua fé?

Segunda-feira, 16 de junho de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Alusões, imagens e símbolos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 520, abr. maio. jun. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Se Você me adorar

Lições da Bíblia1:

O desejo de Satanás de usurpar o trono de Deus também se revela nas narrativas da tentação (Mt 4; Lc 4). No encontro entre Jesus e o tentador, podemos descobrir bastante sobre a natureza desse conflito. Aqui vemos a realidade do grande conflito entre Cristo e Satanás, mas desenrolado de maneira bastante nítida e expressiva.

7. O que a Bíblia revela sobre o conflito entre Cristo e Satanás? Mt 4:1-11

Mt 4:1-11 (NAA)2: 1 A seguir, Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. 2 E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. 3 Então o tentador, aproximando-se, disse a Jesus: — Se você é o Filho de Deus, mande que estas pedras se transformem em pães. 4 Jesus, porém, respondeu: — Está escrito: “O ser humano não viverá só de pão, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.” 5 Então o diabo levou Jesus à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo 6 e disse: — Se você é o Filho de Deus, jogue-se daqui, porque está escrito: “Aos seus anjos ele dará ordens a seu respeito. E eles o sustentarão nas suas mãos, para que você não tropece em alguma pedra.” 7 Jesus respondeu: — Também está escrito: “Não ponha à prova o Senhor, seu Deus.” 8 O diabo ainda levou Jesus a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles 9 e disse:Tudo isso lhe darei se, prostrado, você me adorar. 10 Então Jesus lhe ordenou: — Vá embora, Satanás, porque está escrito: “Adore o Senhor, seu Deus, e preste culto somente a ele.” 11 Com isto, o diabo deixou Jesus, e eis que vieram anjos e o serviram.”

“Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto” com o propósito expresso de “ser tentado pelo diabo” (Mt 4:1). E antes de enfrentar esse desafio, Jesus jejuou durante 40 dias. Então, quando o diabo apareceu, ele tentou Jesus a transformar pedras em pães, zombando da fome extrema de Cristo. Mas Ele confrontou essa tentação usando as Escrituras, e a estratégia de Satanás fracassou.

Então, na tentativa de levar Jesus a agir com presunção, o diabo O tentou a Se atirar do pináculo do templo. Satanás distorceu as Escrituras ao sugerir que, se Jesus fosse verdadeiramente o Filho de Deus, os anjos O protegeriam. Mas novamente Jesus rebate a tentação, apresentando a interpretação correta das Escrituras.

A terceira tentação revela claramente o que o diabo estava tentando fazer: ele queria que Jesus o adorasse. Satanás tenta usurpar a adoração que é exclusiva de Deus.

Para fazer isso, o adversário mostrou a Jesus “todos os reinos do mundo e a glória deles” e então disse: “Tudo isso Lhe darei se, prostrado, Você me adorar” (Mt 4:8, 9). Lucas 4:6, um texto paralelo, é ainda mais detalhado: “Eu Lhe darei todo este poder e a glória destes reinos, porque isso me foi entregue, e posso dar a quem eu quiser” (Lc 4:6).

Mais uma vez, Jesus combate a tentação com as Escrituras, e novamente Satanás fracassa. Nos três casos, Cristo usou a Palavra para Se defender dos ataques.

Efésios 6:12 nos lembra de que “a nossa luta não é contra sangue e carne, mas contra os poderes e as autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas e contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais” (NVI). Mesmo que não precisemos viver com medo, por que devemos sempre nos lembrar da batalha que ocorre ao redor?

Quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O anor e a justiça de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 519, jan. fev. mar. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

A quem adoramos?

Lições da Bíblia1:

Nos últimos dias, o grande conflito se descortinará de forma dramática em torno da adoração. Adoramos o Criador ou adoramos a besta e a sua imagem? Não há meio-termo. O primeiro anjo de Apocalipse 14 exorta que todos adorem o Criador (Ap 14:7). Em apoio adicional ao apelo do céu, o terceiro anjo revelou as terríveis consequências de adorar a besta (Ap 14:10). Em contrapartida, os que adoram o Criador são descritos como os que guardam “os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12).

A criação é a base da verdadeira adoração (Ap 4:11). Uma vez que Deus “criou todas as coisas” (Ef 3:9), Satanás odeia o Criador e tenta, por meio de poderes terrenos, mudar o sábado, o memorial da criação (Dn 7:25). O conflito vindouro sobre a lei de Deus se concentrará na autoridade. Se Satanás puder erradicar a adoração no sábado, declarará que sua autoridade é maior do que a autoridade divina. Para conseguir isso, tentará convencer ou coagir o mundo todo a aceitar um falso sábado.

Por mais difícil que seja imaginar esse evento, o mundo está mudando drasticamente. A crise do Covid-19 mostrou que, da noite para o dia, tudo pode mudar. Embora não saibamos detalhes da execução da marca da besta, não é difícil imaginar. Num mundo instável, a profecia pode se cumprir mais rapidamente do que pensamos.

5. Leia Apocalipse 13:13-17. Que penalidades específicas serão impostas àqueles que não receberem a marca da besta?

Ap 13:13-17 (NAA)2: “13 Também opera grandes sinais, de maneira que até faz descer fogo do céu sobre a terra, diante de todas as pessoas. 14 Seduz aqueles que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi permitido realizar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que foi ferida à espada e sobreviveu. 15 E lhe foi concedido poder para dar vida à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse e fizesse morrer todos os que não adorassem a imagem da besta. 16 A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz com que lhes seja dada certa marca na mão direita ou na testa, 17 para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.”

Os fiéis que não seguirem a besta e a sua imagem sofrerão penalidades econômicas e ameaça de morte. A humanidade continua a ser o que sempre foi: corrupta, sedenta de poder e violenta. Embora não saibamos como os eventos finais se desenrolarão, não é difícil imaginar a perseguição. João escreveu que Jesus “não precisava que alguém lhe desse testemunho a respeito das pessoas, porque Ele mesmo sabia o que era a natureza humana” (Jo 2:25). Apesar de terem sido escritas em outro contexto, essas palavras de João nos ajudam a entender do que o ser humano é capaz.

Pense no que o ser humano é capaz de fazer. Isso mostra a facilidade com que os eventos finais podem acontecer? Como devemos guardar nosso coração?

Terça-feira, 18 de junho de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O grande conflito. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 516, abr. mai. jun. 2024. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

O conflito final do Apocalipse

Lições da Bíblia1:

A mensagem do Apocalipse é muito mais do que símbolos enigmáticos, bestas e imagens estranhas. Fala de verdades eternas para os últimos dias. O conflito entre Cristo e Satanás iniciado no Céu será concluído. O conflito gira em torno da adoração.

1. Compare Apocalipse 14:7, 9 com 4:11. Qual é o tema abrangente do Apocalipse nesse conflito cósmico entre o bem e o mal?

Ap 14:7, 9 (NAA)2: “7 dizendo com voz forte: — Temam a Deus e deem glória a ele, pois é chegada a hora em que ele vai julgar. E adorem aquele que fez o céu, a terra, o mar e as fontes das águas. 8 Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: — Caiu! Caiu a grande Babilônia que fez com que todas as nações bebessem o vinho do furor da sua prostituição. 9 Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo com voz forte: — Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na testa ou na mão,”

Ap 4:11 (NAA)2: “Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.”

No Apocalipse, adoração e criação estão indissoluvelmente ligadas. Apocalipse 14:7 nos chama a adorar o Senhor da criação. Em contraste com a teoria da evolução, que tem conquistado o mundo nos últimos dois séculos, o sábado é um lembrete de nossa identidade, reforçando sempre que somos criados e que o Criador é digno de lealdade e adoração. Essa é uma das razões pelas quais o diabo odeia tanto o sábado.

2. Qual é a expressão final de adoração ao Criador? Ap 12:17; 14:12

Ap 12:17 (NAA)2: “O dragão ficou irado com a mulher e foi travar guerra com o restante da descendência dela, ou seja, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.”

Ap 14:12 (NAA)2: “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.”

Adorar o Criador por meio da observância dos mandamentos divinos está em oposição direta à adoração à besta. No fim dos tempos, Deus terá um povo leal a Ele, apesar da oposição e perseguição mais feroz da história.

“Ao passo que a observância do falso sábado, de acordo com a lei do Estado e de forma contrária ao quarto mandamento, será uma declaração de fidelidade ao poder que está em oposição a Deus, a guarda do verdadeiro sábado […] será uma prova de lealdade ao Criador” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 503).

Apocalipse 14:12 afirma que os fiéis terão “a fé em Jesus”, que é uma fé tão profunda que confia quando não consegue ver e persevera quando não pode entender. É um dom de Jesus recebido pela fé e que nos conduzirá em meio ao conflito iminente.

O sábado é um símbolo tão fundamental do Criador que remonta ao Éden. Assim, procurar usurpá-lo, como fez Roma (Dn 7:25), é tentar usurpar a autoridade divina em seu nível mais fundamental possível: Deus como Criador. Isso nos mostra por que o sábado será um ponto tão controverso nos últimos dias?

Domingo, 09 de junho de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O grande conflito. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 516, abr. mai. jun. 2024. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.