Um legado de amor

Lições da Bíblia1

7. À luz do desafio de Satanás contra o governo de Deus, o que João revela? O que ele diz sobre a essência do cristianismo? Jo 13:35; 1Jo 4:21

Jo 13:35 (NAA)2: “Nisto todos conhecerão que vocês são meus discípulos: se tiverem amor uns aos outros.”

1Jo 4:21 (NAA)2: “E o mandamento que dele temos é este: quem ama a Deus, que ame também o seu irmão.

O amor era a norma das comunidades cristãs nos primeiros séculos. Tertuliano afirmou: “São principalmente os feitos de um amor tão nobre que levam muitos a colocar uma marca sobre nós. Vejam, dizem, como amam uns aos outros” (Ver Tertullian’s Apology 39, traduzido por S. Thelwall. Disponível em: <bit.ly/3zv7QsP>).

Uma das maiores revelações do amor de Deus aconteceu quando duas pandemias, a Peste Antonina (cerca de 160 d.C.) e a Peste de Cipriano (260 d.C.) devastaram o mundo. Os cristãos ministraram aos doentes. Essas pragas mataram dezenas de milhares e deixaram aldeias e cidades inteiras com poucos habitantes. O ministério altruísta dos cristãos causou enorme impacto. Milhões de pessoas no Império Romano se tornaram crentes durante essas pandemias. O cuidado dos doentes e moribundos provocaram admiração por esses crentes e pelo Cristo que representavam.

O livro The Rise of Christianity, de Rodney Stark, é uma narrativa histórica moderna que retrata esses eventos sob uma luz nova e melhorada. Nela, o autor descreve como, durante a segunda pandemia, toda a comunidade cristã, que ainda era judaico-cristã em sua maioria, tornou-se praticamente um exército de enfermeiros, que proviam as necessidades básicas para a sobrevivência da comunidade sofredora. “No auge da segunda pandemia, por volta de 260 d.C., em uma carta de Páscoa, Dionísio escreveu um longo tributo aos heroicos esforços de enfermagem dos cristãos locais, muitos dos quais perderam a vida enquanto cuidavam dos outros.

“A maioria de nossos irmãos cristãos mostrou amor e lealdade ilimitados. Sem se importar com o perigo, se encarregaram dos enfermos, atendendo a todas as suas necessidades e ministrando-lhes em Cristo. Com eles partiram desta vida serenos e felizes, pois foram infectados por outros com a doença, atraindo sobre si a enfermidade de seu próximo e aceitando alegremente suas dores” (Rodney Stark, The Rise of Christianity [Princeton, NJ: Princeton University Press, 1996], p. 82).

Como aprender a morrer para o eu, para que manifestemos um espírito altruísta?

Quinta-feira, 11 de abril de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O grande conflito. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 516, abr. mai. jun. 2024. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Cuidando da comunidade

Lições da Bíblia1

A igreja cristã primitiva cresceu não apenas porque seus membros pregavam o evangelho, mas porque viviam o evangelho. Os crentes seguiam o modelo do ministério de Cristo, que “percorria toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do Reino e curando todo tipo de doenças e enfermidades entre o povo” (Mt 4:23). Jesus Se importava profundamente com as pessoas, e a igreja do NT também se importava. Foi esse amor altruísta, o compromisso de satisfazer as necessidades humanas e a pregação das boas-novas do evangelho no poder do Espírito Santo, que causou tanto impacto no mundo nos primeiros séculos.

6. Que princípios aprendemos sobre cristianismo autêntico em diferentes situações relatadas em Atos? At 2:44-47; 3:6-9; 6:1-7

At 2:44-47 (NAA): “44 Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. 45 Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. 46 Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, 47 louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, o Senhor lhes acrescentava, dia a dia, os que iam sendo salvos.”

At 3:6-9 (NAA): “6 Pedro, porém, lhe disse: — Não possuo nem prata nem ouro, mas o que tenho, isso lhe dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levante-se e ande! 7 E, pegando na mão direita do homem, ajudou-o a se levantar. Imediatamente os seus pés e tornozelos se firmaram; 8 e, dando um salto, ficou em pé, começou a andar e entrou com eles no templo, pulando e louvando a Deus. 9 Todo o povo viu o homem andando e louvando a Deus,”

At 6:1-7 (NAA): “1 Naqueles dias, aumentando o número dos discípulos, houve murmuração dos helenistas contra os hebreus, porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas na distribuição diária. 2 Então os doze convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: — Não é correto que nós abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas. 3 Por isso, irmãos, escolham entre vocês sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, para os encarregarmos desse serviço. 4 Quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra. 5 O parecer agradou a todos. Então elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. 6 Apresentaram estes homens aos apóstolos, que, orando, lhes impuseram as mãos. 7 A palavra de Deus crescia e, em Jerusalém, o número dos discípulos aumentava. Também um grande grupo de sacerdotes obedecia à fé.”

A igreja de Cristo era Seu corpo na Terra, e ela também, nesses primeiros séculos, expressou o amor sacrifical e a preocupação de Jesus pela humanidade ferida e quebrantada. Esses crentes eram exemplos vivos da compaixão do Senhor.

No grande conflito que assola o Universo, o diabo quer desfigurar a imagem de Deus na humanidade. O propósito do evangelho é restaurar a imagem de Deus no ser humano. Essa restauração inclui cura física, mental, emocional e espiritual.

Em João 10:10, Jesus revelou o Seu plano para nós. “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” Ele anseia que sejamos fisicamente saudáveis, mentalmente ativos, emocionalmente estáveis e espiritualmente íntegros.

Isso é especialmente verdadeiro à luz de Seu retorno prometido. Este mundo enfrenta uma crise. As predições de Jesus anteveem condições catastróficas antes de Seu retorno (Mt 24; Lc 21). Quando Cristo nos toca com Sua graça curadora, ansiamos tocar os outros com o toque curador de Cristo. Jesus nos envia como embaixadores Dele para tocar com o Seu amor um mundo quebrantado. O cristianismo do NT caracterizava-se pelo amor de uns pelos outros e por suas comunidades.

O que devemos fazer para provar que as acusações de Satanás contra Deus são falsas?

Quarta-feira, 10 de abril de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O grande conflito. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 516, abr. mai. jun. 2024. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Fiéis em meio à perseguição

Lições da Bíblia1

Apesar da perseguição, a igreja cristã cresceu rapidamente. Fiéis proclamaram a Palavra com poder; vidas foram transformadas e dezenas de milhares se converteram.

5. Quais foram os desafios que a igreja do NT enfrentou e como ocorreu seu crescimento? At 2:41; 4:4, 31; 5:42 e 8:1-8

At 2:41 (NAA)2: “Então os que aceitaram a palavra de Pedro foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas.”

At 4:4, 31 (NAA)2: “4 Porém muitos dos que ouviram a palavra creram, subindo o número desses homens a quase cinco mil. […] 31 Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e, com ousadia, anunciavam a palavra de Deus.

At 5:42 (NAA)2: “E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e de pregar que Jesus é o Cristo.

At 8:1-8 (NAA)2: “E Saulo consentia na morte de Estêvão. Naquele dia, teve início uma grande perseguição contra a igreja em Jerusalém. Todos, exceto os apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judeia e da Samaria. 2 Alguns homens piedosos sepultaram Estêvão e fizeram grande lamentação por ele. 3 Saulo, porém, queria destruir a igreja. Indo de casa em casa, arrastava homens e mulheres, lançando-os na prisão. 4 Enquanto isso, os que foram dispersos iam por toda parte pregando a palavra. 5 Filipe foi à cidade de Samaria e anunciava Cristo ao povo dali. 6 As multidões, unânimes, davam atenção às coisas que Filipe dizia, ouvindo-as e vendo os sinais que ele fazia. 7 Pois os espíritos imundos, gritando em alta voz, saíam de muitos que estavam possuídos por eles; e muitos paralíticos e coxos foram curados. 8 E houve grande alegria naquela cidade.”

Os discípulos enfrentaram ameaças (At 4:17), prisão (At 5:17, 18), perseguição (At 8:1) e morte (At 7:59; 12:2); contudo, corajosamente proclamaram o Cristo ressuscitado, e as igrejas se multiplicaram na Judeia, Galileia e Samaria (At 9:31).

O inferno foi abalado. As amarras satânicas foram desfeitas. A superstição desmoronou-se diante do poder de Cristo ressuscitado. O evangelho triunfou diante de probabilidades desanimadoras. Os discípulos já não se acovardavam no cenáculo. O medo foi embora como uma sombra que se desvanecia.

Um vislumbre do Senhor ressuscitado mudou a vida dos discípulos. Jesus lhes deu razão para viver. O Senhor não só lhes deu a Grande Comissão (Mc 16:15), mas também a grande promessa: “Vocês receberão poder, ao descer sobre vocês o Espírito Santo, e serão Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até os confins da Terra” (At 1:8).

O evangelho alcançou os cantos remotos da Terra (Cl 1:23). Embora o último discípulo, João, tivesse morrido no fim do primeiro século, outros pegaram a tocha da verdade. Plínio, o Moço, governador da Bitínia, na costa norte da atual Turquia, escreveu ao imperador Trajano por volta de 110 d.C. Sua declaração é significativa porque foi feita quase 80 anos após a cruz. Plínio falou dos julgamentos que conduzia para encontrar e executar cristãos: “Muitas pessoas de todas as idades e classes e de ambos os sexos estão sendo colocados em perigo pela acusação, e isso vai continuar. O contágio dessa superstição [cristianismo] se espalhou não apenas nas cidades, mas também nas aldeias e distritos rurais” (Henry Bettenson, Documents of the Christian Church [Nova York: Oxford University Press, 2011], p. 4).

O que a igreja do fim dos tempos pode aprender com a igreja primitiva?

Terça-feira, 09 de abril de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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Cristãos providencialmente preservados

Lições da Bíblia1

A graça e a providência de Deus são reveladas nos eventos que levaram à destruição de Jerusalém. Céstio Galo e os exércitos romanos cercaram a cidade. Em um movimento inesperado, quando seu ataque parecia iminente, eles se retiraram. Os exércitos judeus os perseguiram e obtiveram uma grande vitória.

Com a fuga dos romanos, os cristãos em Jerusalém fugiram para Pela, na Pereia, além do Jordão. “O sinal prometido fora dado aos cristãos que aguardavam, e agora todos tiveram oportunidade para obedecer ao aviso do Salvador. Os acontecimentos foram encaminhados de tal maneira que nem judeus nem romanos impediriam a fuga dos cristãos” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 23).

O que a Bíblia diz sobre o cuidado de Deus? Sl 46:1; Is 41:10

Sl 46:1 (NAA)2: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações.”

Is 41:10 (NAA)2: “não tema, porque eu estou com você; não fique com medo, porque eu sou o seu Deus. Eu lhe dou forças; sim, eu o ajudo; sim, eu o seguro com a mão direita da minha justiça.

Deus é soberano sobre os eventos na Terra para o cumprimento de Seus propósitos. Embora às vezes Ele altere Seus planos com base em nossas escolhas, Seu plano final se cumprirá. Os fiéis enfrentarão dificuldades e até a morte pela causa de Cristo. Porém, nos momentos mais difíceis, Deus sustentará e preservará Sua igreja.

4. Até que ponto vai a batalha contra o mal? Deus permite que alguns sofram e até morram como mártires pela causa de Cristo. Esse fato contradiz a ideia da proteção de Deus? Hb 11:35-38; Ap 2:10

Hb 11:35-38 (NAA)2: “35 Mulheres receberam, pela ressurreição, os seus mortos. Alguns foram torturados, não aceitando seu resgate, para obterem superior ressurreição; 36 outros, por sua vez, passaram pela prova de zombarias e açoites, sim, até de algemas e prisões. 37 Foram apedrejados, serrados ao meio, mortos ao fio da espada. Andaram como peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras; passaram por necessidades, foram afligidos e maltratados. 38 O mundo não era digno deles. Andaram errantes pelos desertos, pelos montes, pelas covas, pelos antros da terra.

Ap 2:10 (NAA)2: “Não tenha medo das coisas que você vai sofrer. Eis que o diabo está para lançar alguns de vocês na prisão, para que vocês sejam postos à prova, e passem por uma tribulação de dez dias. Seja fiel até a morte, e eu lhe darei a coroa da vida.

“Os esforços de Satanás para destruir a igreja de Cristo pela violência foram em vão. O grande conflito em que os discípulos de Jesus rendiam a vida não cessava quando esses fiéis líderes tombavam em seus postos. Com a derrota, venciam. Os obreiros de Deus eram mortos, mas Sua obra ia avante com firmeza” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 32).

Os escritores bíblicos certamente conheciam a dor e o sofrimento, mas escreveram sobre o amor de Deus. Como podemos experimentar o amor de Deus por nós?

Segunda-feira, 08 de abril de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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Um Salvador de coração quebrantado

Lições da Bíblia1

Olhando para Jerusalém, Jesus ficou com o coração quebrantado. João escreveu: “Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo 1:11). Jesus fez tudo o que pôde para salvar Seu povo da destruição iminente de Sua amada cidade.

O amor de Jesus por Seu povo é infinito. Ele repetidamente apelou para que se arrependesse e aceitasse Seu gracioso convite de misericórdia.

1. Qual foi a atitude de Jesus para com Seu povo e a resposta deste à Sua graça? O que isso revela sobre Deus? Lc 19:41-44; Mt 23:37, 38; Jo 5:40

Lc 19:41-44 (NAA): “41 Quando Jesus ia chegando a Jerusalém, vendo a cidade, chorou por ela, 42 dizendo: — Ah! Se você soubesse, ainda hoje, o que é preciso para conseguir a paz! Mas isto está agora oculto aos seus olhos. 43 Pois virão dias em que os seus inimigos cercarão você de trincheiras e apertarão o cerco por todos os lados; 44 e vão arrasar você e matar todos os seus moradores. Não deixarão pedra sobre pedra, porque você não reconheceu o tempo em que Deus veio visitá-la.

Mt 23:37, 38 (NAA)2: “37— Jerusalém, Jerusalém! Você mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, mas vocês não quiseram! 38 Eis que a casa de vocês ficará deserta.”

Jo 5:40 (NAA)2: “Contudo, vocês não querem vir a mim para ter vida.”

É difícil entender a destruição de Jerusalém à luz do amor de Deus. Milhares de pessoas morreram quando o general Tito liderou seu exército contra a cidade. Jerusalém foi devastada. Homens, mulheres e crianças foram mortos. Onde estava Deus enquanto Seu povo sofria? A resposta é clara. Seu coração estava partido. Durante séculos Ele estendeu a mão ao povo. Devido à rebelião, perderam a proteção do Senhor. Deus nem sempre intervém para limitar os resultados das escolhas de Seu povo. Ele permite que as consequências naturais da rebelião se desenvolvam. Deus não causou a matança de crianças inocentes. A morte dos inocentes foi um ato de Satanás, não de Deus.

Satanás se deleita na guerra, pois ela desperta os piores sentimentos humanos. Ao longo do tempo, tem sido seu propósito enganar e destruir e, depois, culpar a Deus.

2. Leia Mateus 24:15-20. Que instrução Jesus deu ao Seu povo para salvá-lo da vindoura destruição de Jerusalém?

Mt 24:15-20 (NAA)2: “15— Quando, pois, vocês virem, situado no lugar santo, o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel (quem lê entenda), 16 então os que estiverem na Judeia fujam para os montes. 17 Quem estiver no terraço não desça para tirar de casa alguma coisa. 18 E quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa. 19 Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! 20 Orem para que a fuga de vocês não aconteça no inverno, nem no sábado.”

A maioria dos cristãos que vivia em Jerusalém em 70 d.C. era de origem judaica. Deus desejava preservar as pessoas. Por isso, Ele deu a instrução de que, quando os exércitos romanos se aproximassem, eles deveriam fugir da cidade.

Reflita sobre a seguinte afirmação: não julgamos o caráter de Deus pelos eventos que vemos ao redor; em vez disso, filtramos os eventos através do prisma de Seu caráter amoroso, revelado na Bíblia. Por que esse é um bom conselho?

Domingo, 07 de abril de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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A questão central: amor ou egoísmo?

Lições da Bíblia1

“Não tema, porque Eu estou com você; não fique com medo, porque Eu sou o seu Deus. Eu lhe dou forças; sim, Eu o ajudo; sim, Eu o seguro com a mão direita da Minha justiça” (Is 41:10).

Imagine que você é um pastor cuidando de suas cabras nas encostas do Monte das Oliveiras com vista para Jerusalém. Você ouve as palavras de Jesus e fica surpreso com o que Ele diz. Enquanto o sol poente brilha no templo dourado e se reflete nas magníficas paredes de mármore, Jesus afirma: “Em verdade lhes digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada” (Mt 24:2). Os discípulos ficam confusos. O que Jesus queria dizer com essas palavras? Como elas se relacionam com o fim do mundo sobre o qual os discípulos de Jesus perguntaram?

Você ouve enquanto Jesus mistura de forma magistral os eventos que levariam à destruição de Jerusalém com os que ocorreriam antes de Seu retorno. Na destruição de Jerusalém, observamos um prenúncio da estratégia de Satanás para enganar e destruir o povo de Deus no fim dos tempos.

Estudaremos a dupla estratégia satânica para destruir o povo de Deus. O que o diabo não consegue fazer pela perseguição, ele espera alcançar através da concessão. Deus nunca é pego de surpresa, e nos momentos mais difíceis Ele preserva Seu povo.

*Esta lição está baseada nos capítulos 1 e 2 do livro O Grande Conflito.

Sábado, 06 de abril de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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A guerra por trás de todas as guerras – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

“Banindo Satanás do Céu, Deus declarou Sua justiça e manteve a honra de Seu trono. No entanto, quando o ser humano pecou, cedendo aos enganos desse espírito apóstata, Deus ofereceu uma prova de Seu amor, entregando o Filho unigênito para morrer pela raça decaída. Na expiação, o caráter de Deus é revelado. O poderoso argumento da cruz demonstra a todo o Universo que o governo de Deus não foi, de forma alguma, responsável pela conduta pecaminosa que Lúcifer adotou” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 418, 419).

“A cruz do Calvário, ao mesmo tempo que declara que a lei é imutável, proclama ao Universo que ‘o salário do pecado é a morte’ (Rm 6:23). No grito agonizante do Salvador – ‘Está consumado!’ (Jo 19:30) –, soou a sentença de morte de Satanás. Decidiu-se então o grande conflito que durante tanto tempo estivera em andamento, e confirmou-se a erradicação do mal. O Filho de Deus transpôs os umbrais do túmulo, ‘para que, por Sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo’” (Hb 2:14; O Grande Conflito, p. 421).

Perguntas para consideração

Se Deus sabia que Lúcifer pecaria, por que lhe deu o poder de escolha? Quando surgiu o mal, por que Deus não o aniquilou? Qual reação o Universo santo teria se Deus eliminasse Lúcifer de imediato? O conceito do interesse universal no plano da salvação (1Pe 1:12; Ap 5:13; 16:7) é importante para entender o grande conflito?

1Pe 1:12 (ARA)2: “A eles foi revelado que, não para si mesmos, mas para vocês, ministravam as coisas que, agora, foram anunciadas a vocês por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do céu, lhes pregaram o evangelho, coisas essas que anjos desejam contemplar.”

Ap 5:13 (ARA)2: “Então ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: ‘Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro sejam o louvor, a honra, a glória e o domínio para todo o sempre.’”

Ap 16:7 (NAA)2: “Ouvi uma voz do altar, que dizia: ‘Certamente, ó Senhor Deus, Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos.’”

Que razões houve para a morte de Cristo? Foi para revelar o caráter de Deus? Foi para pagar o preço do resgate pelo pecado? Nesse caso, a quem o resgate foi pago? Compartilhe seus pensamentos e justifique-os pela Bíblia.

O que significa a expressão “o grande conflito”? Discuta os vários aspectos do grande conflito e como a lição desta semana se aplica à sua vida.

Que textos bíblicos falam sobre o grande conflito? (Jó 1; 2; Ef 6:12).

Ef 6:12 (NAA)2: “Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, mas contra os principados e as potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestiais.”

Em que aspecto a compreensão dos adventistas sobre o grande conflito é singular em comparação com as demais denominações cristãs? O que os diferencia?

Sexta-feira, 05 de abril de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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Nosso Sumo Sacerdote

Lições da Bíblia1

O que Jesus fez por nós na cruz O habilita também a interceder por nós no Céu. Nosso Senhor ressuscitado é nosso grande Sumo Sacerdote, que provê tudo o que precisamos para ser salvos e viver no reino de Deus para sempre.

7. Leia Hebreus 4:15, 16; 7:25. Como esses versos nos dão segurança em um mundo de tentação, sofrimento, doença e morte?

Hb 4:15, 16 (NAA)2: “15 Porque não temos sumo sacerdote que não possa se compadecer das nossas fraquezas; pelo contrário, ele foi tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. 16 Portanto, aproximemo-nos do trono da graça com confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça para ajuda em momento oportuno.

Hb7:25 (NAA)2: “Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se aproximam de Deus, vivendo sempre para interceder por eles.”

Lemos que Ele “foi tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado” (Hb 4:15). E acrescenta: “Portanto, aproximemo-nos do trono da graça com confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça para ajuda em momento oportuno” (Hb 4:16).

Jesus nos apresenta diante do Universo revestidos de Sua justiça, salvos por Sua morte e redimidos por meio de Seu sangue. Tudo o que deveríamos ter sido, Ele foi. Em Cristo não há condenação pelos pecados do nosso passado. Em Cristo, nossa culpa não existe, e por Sua poderosa intercessão, o domínio do pecado em nossa vida é quebrado. As correntes que nos prendiam são soltas e somos libertos.

8. Leia João 17:24-26. Qual é o anseio de Cristo no grande conflito?

Jo 17:24-26 (NAA)2: “24 — Pai, a minha vontade é que, onde eu estou, também estejam comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo. 25 Pai justo, o mundo não te conheceu. Eu, porém, te conheci, e também estes reconheceram que tu me enviaste. 26 Eu lhes fiz conhecer o teu nome e ainda o farei conhecer, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles, e eu neles esteja.

“Ao ser consumado o grande sacrifício, Cristo ascendeu aos Céus, recusando a adoração dos anjos antes que apresentasse o pedido: ‘A Minha vontade é que onde Eu estou, estejam também Comigo os que Me deste’ (Jo 17:24). Então, com amor e poder inexprimíveis, veio a resposta, do trono do Pai: ‘E todos os anjos de Deus O adorem’ (Hb 1:6). Mancha alguma repousava sobre Jesus. Terminara a Sua humilhação, completara-se o Seu sacrifício, fora-Lhe dado um nome que é acima de todo nome” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 419). Acima de tudo, Jesus quer que estejamos com Ele no Céu. O Seu desejo, a razão de Sua morte e intercessão, é nos salvar. Você tem uma necessidade? Diga a Jesus. Onde há tristeza, Ele consola; onde há medo, Ele traz paz; onde há culpa, Ele perdoa; onde há fraqueza, Ele traz força.

Por que Cristo Se sacrificou por nós? O que nos torna tão valiosos para Ele?

Quinta-feira, 04 de abril de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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