O alto clamor

Lições da Bíblia1:

Como será concluída a obra de salvação? Ap 18:1-4; Hc 2:14; Mt 24:14

Ap 18:1-4 (NAA)2: “1 Depois destas coisas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a terra se iluminou com a sua glória. 2 Então exclamou com potente voz, dizendo: — Caiu! Caiu a grande Babilônia! Ela se tornou morada de demônios, refúgio de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo tipo de ave imunda e detestável, 3 pois todas as nações beberam do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria. 4 Ouvi outra voz do céu, dizendo: ‘Saiam dela, povo meu, para que vocês não sejam cúmplices em seus pecados e para que os seus flagelos não caiam sobre vocês.’”

Hc 2:14 (NAA)2: “Porque a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas cobrem o mar.”

Mt 24:14 (NAA)2: “E será pregado este evangelho do Reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim.

O anjo que anuncia a queda da Babilônia tem “grande autoridade”. Como os anjos de Apocalipse 14, esse anjo representa mensageiros humanos. Ele revela a glória de Deus tão plenamente que ilumina a Terra. A palavra grega para autoridade ou poder no NT é exousia. Muitas vezes se refere ao triunfo de Cristo sobre os principados e potestades do inferno. Em Mateus 10:1, é dito que Jesus deu aos discípulos autoridade sobre os principados e potestades do inferno. Ele enviou os discípulos com poder para vencer a batalha contra o mal. Em Mateus 28, Ele os enviou com “toda a autoridade […] no Céu e na Terra” para ir e fazer “discípulos de todas as nações” (Mt 28:18, 19).

Cheia do poder do Espírito Santo, saindo com a autoridade do Cristo vivo, que em Sua vida e morte triunfou sobre os principados e potestades do inferno, a igreja do NT iluminou a Terra com a glória de Deus. Em poucos anos, os discípulos proclamaram o evangelho ao mundo então conhecido (Cl 1:23).

No fim dos tempos, o Espírito Santo será derramado com poder sem precedentes, e o evangelho será proclamado rapidamente até os confins da Terra. Milhares serão convertidos em um dia, e a graça de Deus e a verdade impactarão o planeta. O mundo será advertido, e a esperança do evangelho será espalhada no mundo.

“Servos de Deus, com o rosto iluminado, irradiando uma santa consagração, se apressarão de um lugar a outro para proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes […] será dada a advertência. Haverá milagres, os doentes serão curados, e sinais e maravilhas acompanharão aqueles que creem. Satanás também realizará seus falsos milagres, fazendo até mesmo descer fogo do céu diante do povo (Ap 13:13). Assim, os habitantes da Terra terão que tomar sua decisão. A mensagem será levada avante, não tanto por argumentos quanto pela convicção profunda do Espírito de Deus. Os argumentos foram apresentados. A semente foi semeada e agora germinará e frutificará” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 508, 509).

O que está impedindo o poderoso derramamento do Espírito Santo, a chuva serôdia e o alto clamor? Por menor que seja nosso papel como indivíduos, como podemos ser abertos e receptivos ao derramamento do Espírito Santo?

Quinta-feira, 20 de junho de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O grande conflito. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 516, abr. mai. jun. 2024. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

As chuvas temporã e serôdia

Lições da Bíblia1:

6. Leia Joel 2:21-24 e Atos 2:1-4, 41-47. Que previsão se cumpriu no primeiro século? Que impacto esse evento teve?

Joel 2:21-24 (NAA)2: “21 ‘Não tenha medo, ó terra; alegre-se e exulte, porque o Senhor faz grandes coisas.  22 Não tenham medo, animais selvagens, porque os pastos do deserto reverdecerão, porque as árvores darão os seus frutos, as figueiras e as videiras produzirão com vigor. 23 Filhos de Sião, alegrem-se e exultem no Senhor, seu Deus, porque ele lhes dará as chuvas em justa medida; fará descer, como no passado, as primeiras e as últimas chuvas. 24 As eiras se encherão de trigo, e os lagares transbordarão de vinho e de azeite.’”

Atos 2:1-4, 41-47 (NAA)2: “1 Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. 2 De repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. 3 E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. 4 Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem. […] 41 Então os que aceitaram a palavra de Pedro foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas. 42 E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. 43 Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por meio dos apóstolos. 44 Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. 45 Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. 46 Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, 47 louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, o Senhor lhes acrescentava, dia a dia, os que iam sendo salvos.”

O derramamento do Espírito Santo no Pentecostes promoveu a igreja cristã. Três mil se converteram em um dia. “Muitos dos que ouviram a Palavra creram, subindo o número desses homens a quase cinco mil” (At 4:4). Apenas 120 crentes se reuniram para orar, mas a oração fez uma enorme diferença. Rapidamente a igreja ganhou milhares de crentes. Mesmo “um grande grupo de sacerdotes obedecia à fé” (At 6:7). Quando os discípulos foram perseguidos em Jerusalém, “iam por toda parte pregando a Palavra” (At 8:4). Igrejas foram plantadas na Judeia, Samaria e Galileia (At 9:31). Depois de sua conversão, Paulo proclamou Cristo no mundo mediterrâneo. Em Tessalônica, judeus que se opunham ao evangelho declararam: “Estes que promovem tumulto em todo o mundo chegaram também aqui” (At 17:6). Pelo poder do Espírito Santo, os discípulos alcançaram o mundo então conhecido em um tempo relativamente curto. A previsão de Joel sobre a chuva temporã cumpriu-se no Pentecostes, mas a chuva serôdia cairá com maior poder para preparar a colheita final da Terra.

7. Como a obra de Deus será concluída? Zc 4:6; 10:1; Os 6:3; Tg 5:7, 8

Zc 4:6 (NAA)2: “Ele prosseguiu e me disse: — Esta é a palavra do Senhor a Zorobabel: ‘Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito’, diz o Senhor dos Exércitos.”

Zc 10:1 (NAA)2: “Peçam ao Senhor chuva no tempo das últimas chuvas; peçam ao Senhor, que faz as nuvens de chuva, e ele lhes dará chuva abundante e a cada um, a vegetação no campo.”

Os 6:3 (NAA)2: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.”

Tg 5:7, 8 (NAA)2: “7 Portanto, irmãos, sejam pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. 8 Sejam também vocês pacientes e fortaleçam o seu coração, pois a vinda do Senhor está próxima.”

Os termos chuva “temporã” e “serôdia” são retirados do ciclo de colheita de Israel. A chuva temporã caía no outono para germinar a semente. A chuva serôdia caía na primavera para amadurecer a colheita. Isso descreve a obra do Espírito para a pregação do evangelho. “Assim como a ‘chuva temporã’ foi dada no derramamento do Espírito Santo, no início da pregação do evangelho, para fazer germinar a preciosa semente, a ‘chuva serôdia’ será dada no término da obra para fazer os campos amadurecerem. […] A obra do evangelho não será concluída com menor manifestação do poder de Deus do que a que marcou seu início. As profecias que se cumpriram no derramamento da chuva temporã […] se cumprirão novamente na chuva serôdia, na conclusão dessa obra” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 508).

Quarta-feira, 19 de junho de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O grande conflito. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 516, abr. mai. jun. 2024. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

A quem adoramos?

Lições da Bíblia1:

Nos últimos dias, o grande conflito se descortinará de forma dramática em torno da adoração. Adoramos o Criador ou adoramos a besta e a sua imagem? Não há meio-termo. O primeiro anjo de Apocalipse 14 exorta que todos adorem o Criador (Ap 14:7). Em apoio adicional ao apelo do céu, o terceiro anjo revelou as terríveis consequências de adorar a besta (Ap 14:10). Em contrapartida, os que adoram o Criador são descritos como os que guardam “os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12).

A criação é a base da verdadeira adoração (Ap 4:11). Uma vez que Deus “criou todas as coisas” (Ef 3:9), Satanás odeia o Criador e tenta, por meio de poderes terrenos, mudar o sábado, o memorial da criação (Dn 7:25). O conflito vindouro sobre a lei de Deus se concentrará na autoridade. Se Satanás puder erradicar a adoração no sábado, declarará que sua autoridade é maior do que a autoridade divina. Para conseguir isso, tentará convencer ou coagir o mundo todo a aceitar um falso sábado.

Por mais difícil que seja imaginar esse evento, o mundo está mudando drasticamente. A crise do Covid-19 mostrou que, da noite para o dia, tudo pode mudar. Embora não saibamos detalhes da execução da marca da besta, não é difícil imaginar. Num mundo instável, a profecia pode se cumprir mais rapidamente do que pensamos.

5. Leia Apocalipse 13:13-17. Que penalidades específicas serão impostas àqueles que não receberem a marca da besta?

Ap 13:13-17 (NAA)2: “13 Também opera grandes sinais, de maneira que até faz descer fogo do céu sobre a terra, diante de todas as pessoas. 14 Seduz aqueles que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi permitido realizar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que foi ferida à espada e sobreviveu. 15 E lhe foi concedido poder para dar vida à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse e fizesse morrer todos os que não adorassem a imagem da besta. 16 A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz com que lhes seja dada certa marca na mão direita ou na testa, 17 para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.”

Os fiéis que não seguirem a besta e a sua imagem sofrerão penalidades econômicas e ameaça de morte. A humanidade continua a ser o que sempre foi: corrupta, sedenta de poder e violenta. Embora não saibamos como os eventos finais se desenrolarão, não é difícil imaginar a perseguição. João escreveu que Jesus “não precisava que alguém lhe desse testemunho a respeito das pessoas, porque Ele mesmo sabia o que era a natureza humana” (Jo 2:25). Apesar de terem sido escritas em outro contexto, essas palavras de João nos ajudam a entender do que o ser humano é capaz.

Pense no que o ser humano é capaz de fazer. Isso mostra a facilidade com que os eventos finais podem acontecer? Como devemos guardar nosso coração?

Terça-feira, 18 de junho de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O grande conflito. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 516, abr. mai. jun. 2024. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Selados para o Céu

Lições da Bíblia1:

Na crise vindoura em torno da adoração, os fiéis não cederão às pressões do mundo (Ap 14:12). Eles serão selados pelo Espírito Santo (Ef 4:30) e não serão abalados. Antigamente, os selos atestavam a autenticidade de documentos oficiais. Eram uma marca distintiva e individualizada. Uma vez que o conflito final se concentra na adoração a Deus e na Sua autoridade, conforme revelado em Sua lei, é de se esperar que o selo divino esteja integrado à Sua lei (compare com Is 8:16).

3. Que elementos de um selo vemos no quarto mandamento? Êx 20:8-11

Êx 20:8-11 (NAA)2: 8 — Lembre-se do dia de sábado, para o santificar. 9 Durante seis dias você pode trabalhar e fazer toda a sua obra, 10 mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor, seu Deus. Não faça nenhum trabalho nesse dia, nem você, nem o seu filho, nem a sua filha, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu animal, nem o estrangeiro das suas portas para dentro. 11 Porque em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou.”

No mandamento do sábado há três elementos de um selo autêntico: (1) O nome Daquele a quem o selo pertence, “Senhor, seu Deus”; (2) Seu título, Aquele que “fez” – o Criador; (3) Seu território, “os céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há”. A Bíblia algumas vezes chama um selo de sinal (Rm 4:11). As duas palavras são intercambiáveis. Como sinal ou selo de Deus no centro da lei divina, o sábado está no centro do conflito final em torno da adoração (Ez 20:12, 20; Ap 12:17).

4. Compare Apocalipse 7:1-3 e 14:1 com 13:16, 17. Onde são recebidos o selo de Deus e a marca da besta? Por que existe diferença?

Ap 7:1-3 (NAA)2: 1 Depois disso, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, segurando os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma. 2 Vi outro anjo que subia do nascente do sol, tendo o selo do Deus vivo. Ele gritou com voz bem forte aos quatro anjos, aqueles que tinham recebido poder para causar dano à terra e ao mar, 3 dizendo: — Não danifiquem nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até marcarmos com um selo a testa dos servos do nosso Deus.”

Ap 14:1 (NAA)2: “Olhei, e eis que o Cordeiro estava em pé sobre o monte Sião. Com ele estavam cento e quarenta e quatro mil, que tinham escrito na testa o nome do Cordeiro e o nome de seu Pai.”

Ap 13:16, 17 (NAA)2: “16 A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz com que lhes seja dada certa marca na mão direita ou na testa, 17 para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.”

O selo de Deus é colocado na testa, que é um símbolo da mente e representa uma decisão consciente. A marca da besta é recebida na testa ou na mão, indicando que as pessoas estão convencidas mentalmente e por escolha própria aceitam as mentiras de Satanás ou, como alternativa, consentem com a falsa adoração para evitar a morte.

O diabo odeia os que são obedientes a Deus. O grande conflito chega a um clímax quando o dragão (Satanás) trava guerra contra o remanescente, os que “guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12). Eles estão firmados na lealdade a Cristo.

Por que a fidelidade diária ao Senhor é a chave que nos prepara para a crise final?

Segunda-feira, 17 de junho de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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Lealdade a Deus e à Sua Palavra

Lições da Bíblia1:

1. Como devemos nos relacionar com a verdade? Pv 23:23; Jo 8:32; 17:17

Pv 23:23 (NAA)2: “Compre a verdade e não a venda; compre a sabedoria, a instrução e o entendimento.”

Jo 8:32 (NAA)2: “conhecerão a verdade, e a verdade os libertará.”

Jo 17:17 (NAA)2: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.”

Ao longo dos tempos, o grande conflito tem sido uma batalha entre a verdade e o erro. Satanás é mentiroso e o pai da mentira (Jo 8:44). Jesus é o Autor da verdade (Jo 14:6). A verdade que liberta do engano está na Palavra de Deus. A Bíblia desmascara a estratégia satânica e revela os planos divinos. Ela é lâmpada para os nossos pés (Sl 119:105). “A revelação das” palavras de Deus “traz luz e dá entendimento aos simples” (Sl 119:130). As palavras de Deus “são em tudo verdade” (Sl 119:160).

2. Que garantia o apóstolo nos dá a respeito da profecia? Que ilustração ele usa em relação à importância da palavra profética? 2Pe 1:16-21

2Pe 1:16-21 (NAA)2: “16 Porque não lhes demos a conhecer o poder e a vinda do nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade. 17 Porque ele recebeu honra e glória da parte de Deus Pai, quando, pela Suprema Glória, lhe foi enviada a seguinte voz: ‘Este é o meu Filho amado, em quem me agrado.’ 18 Ora, nós ouvimos esta voz vinda do céu quando estávamos com ele no monte santo. 19 Assim, temos ainda mais segura a palavra profética, e vocês fazem bem em dar atenção a ela, como a uma luz que brilha em lugar escuro, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça no coração de vocês.20 Primeiramente, porém, saibam que nenhuma profecia da Escritura provém de interpretação pessoal; 21 porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo.

Não seguimos “fábulas engenhosamente inventadas”. As profecias iluminam o caminho. Elas nos ajudam a distinguir a verdade do erro. Sem a Bíblia, seríamos deixados aos caprichos da opinião humana e seríamos facilmente enganados. “As Escrituras Sagradas são apresentadas ao povo de Deus como a proteção contra a influência dos falsos ensinadores e o poder ilusório dos espíritos das trevas. Satanás usa todos os meios possíveis para impedir os seres humanos de obter conhecimento da Bíblia, pois os claros ensinos dela desmascaram seus enganos. […] Em breve, o último grande engano aparecerá diante de nós. Veremos o anticristo realizando seus atos miraculosos. A contrafação se parecerá tanto com o verdadeiro que será impossível distingui-los sem o auxílio das Santas Escrituras. […] Somente aqueles que têm fortalecido a mente com as verdades da Bíblia poderão resistir no último grande conflito. Todos terão de passar pela prova decisiva: Obedecerei a Deus ou aos homens? […] Será que nossos pés estão firmados na rocha da imutável Palavra do Senhor? Estamos preparados para permanecer firmes em defesa dos mandamentos de Deus e da fé em Jesus?” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 495).

O que nos manterá de pé na crise final? O que nos distrai de estudar a Palavra de Deus? O prazer pessoal tem comprometido nossa lealdade à verdade?

Domingo, 16 de junho de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Eventos finais

Lições da Bíblia1:

“Compre a verdade e não a venda; compre a sabedoria, a instrução e o entendimento” (Pv 23:23).

Imagine que sua filha está viajando para casa, vindo da faculdade para passar as férias de verão. Enquanto você espera que ela chegue, monitora com ansiedade os boletins meteorológicos. Você se preocupa quando o clima piora rapidamente. Nuvens de tempestade pairam no horizonte , e a chuva cai. Árvores são derrubadas. A estrada principal está intransitável. Você ouve de um vizinho que é possível passar por uma estrada secundária. Carros passam em torno de galhos de árvores derrubadas. Você consegue enviar uma mensagem para sua filha, detalhando uma rota segura.

Mais do que qualquer outra coisa, Jesus quer nos conduzir pelas tempestades e nos levar para casa. Ellen G. White escreveu: “Vem uma tempestade, implacável em sua fúria. Estamos preparados para enfrentá-la?” (Testemunhos para a Igreja [CPB, 2021], v. 8, p. 257). O propósito da vida, morte, ressurreição e ministério de Cristo no santuário do Céu é garantir que iremos para o Céu. As mensagens de Daniel e Apocalipse nos ajuda m no fim dos tempos, em meio às tempestades, de modo que um dia sinta- mos o abraço do Salvador.

A lição desta semana revela as profecias sobre os eventos finais e mostra a força de Cristo para nos conduzir no conflito e nos salvar.

Sábado, 15 de junho de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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Conflito iminente – Estudo adicional

Lições da Bíblia1:

Adorar a besta e a sua imagem lembra Daniel 3, onde Sadraque, Mesaque e Abednego receberam ordens para que se curvassem diante da imagem dourada, caso contrário, seriam lançados na fornalha ardente. Tanto na Babilônia antiga quanto na moderna a questão é a adoração. A verdadeira adoração brota de uma mente transformada pelos ensinos da Palavra de Deus. Então não seguiremos os padrões deste mundo (Rm 12:2), mas conforme a vontade de Deus, que está na Palavra. Essa é a nossa única segurança!

“Deus nunca força a vontade ou a consciência. Satanás, porém, recorre constantemente à violência para dominar aqueles que ele não consegue controlar de outro modo. […] Para realizar isso, ele age tanto pelas autoridades eclesiásticas quanto pelas seculares, levando-as a impor leis humanas em desafio à lei de Deus” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 492).

“Para suportar a prova que os espera, os fiéis devem compreender a vontade de Deus como está revelada em Sua Palavra, pois só poderão honrá-Lo se tiverem uma concepção correta de Seu caráter, governo e propósitos, e agindo de acordo com estes” (O Grande Conflito, p. 494).

“No entanto, Deus terá na Terra um povo que se fundamentará na Bíblia, e apenas na Bíblia, como norma de todas as doutrinas e base de todas as reformas. Nem a opinião de sábios, nem as deduções da ciência, nem os credos ou decisões dos concílios eclesiásticos, tão numerosos e discordantes como são as igrejas que representam, nem a voz da maioria, nada disso deve ser considerado como evidência a favor ou contra qualquer ponto de fé religiosa. Antes de aceitar qualquer doutrina ou preceito, devemos conferir se há um categórico ‘assim diz o Senhor’” (O Grande Conflito, p. 495).

Perguntas para consideração

Como compartilhar a esperança da volta de Cristo sem nos tornarmos alarmistas?

O que nossa vida, nossa rotina diária, nos diz sobre quem ou o que adoramos?

Como ajudar a nós mesmos e aos outros a encarar o futuro com confiança?

Que diferença prática a compreensão dos eventos finais exerce em nossa vida hoje?

Sexta-feira, 14 de junho de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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A besta da terra

Lições da Bíblia1:

7. Leia Apocalipse 13:11-18. Quais são as diferenças entre a segunda besta e a primeira de Apocalipse 13?

Apocalipse 13:11-18 (ARA)2: “11 Vi ainda outra besta emergir da terra. Tinha dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão. 12 Ela exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença e faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal havia sido curada. 13 Também opera grandes sinais, de maneira que até faz descer fogo do céu sobre a terra, diante de todas as pessoas. 14 Seduz aqueles que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi permitido realizar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que foi ferida à espada e sobreviveu. 15 E lhe foi concedido poder para dar vida à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse e fizesse morrer todos os que não adorassem a imagem da besta. 16 A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz com que lhes seja dada certa marca na mão direita ou na testa, 17 para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. 18 Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de ser humano. E esse número é seiscentos e sessenta e seis.”

A primeira besta surge “do mar”; a segunda vem “da terra” (Ap 13:11). O mar representa “povos, multidões, nações e línguas” (Ap 17:15). A terra, então, representa uma área escassamente povoada. A segunda besta surge perto do fim do período em que a primeira besta exerce autoridade (Ap 13:5), ganhando destaque por volta de 1798 d.C.

Os Estados Unidos se encaixam precisamente nessa descrição. O país declarou sua independência em 1776 d.C., adotou a constituição em 1789 d.C. e foi reconhecida como potência mundial no fim do século 19.

“Vi ainda outra besta emergir da terra. Tinha dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão” (Ap 13:11). Chifres na profecia simbolizam poder. Ao contrário da primeira besta, esta besta não tem coroas em seus chifres, sugerindo que não é uma monarquia. Os dois chifres representam os dois princípios governamentais primários que são a fonte do poder e do sucesso dos Estados Unidos – a liberdade política e religiosa.

8. Que mudança vemos nessa besta, e como ela fala? Ap 13:11, 12

Ap 13:11, 12 (NAA)2: “11 Vi ainda outra besta emergir da terra. Tinha dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão. 12 Ela exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença e faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal havia sido curada.”

Essa nação gentil e semelhante a um cordeiro, no fim fala como um dragão. Ela exerce “toda a autoridade da primeira besta” (Ap 13:12) e abandona seus princípios de liberdade religiosa, fazendo com que “a Terra e os seus habitantes adorem a primeira besta” (Ap 13:12). Os Estados Unidos serão os primeiros a exigir que todos na Terra adorem a primeira besta, reconhecendo a autoridade espiritual e secular do papado. De acordo com essa profecia, os Estados Unidos formam uma imagem para a besta – uma união entre Igreja e Estado – e exigirá que todos adorem essa imagem.

É interessante notar que, na época em que foram identificados pela primeira vez como esse poder da besta, os Estados Unidos não estavam nem perto de ser o gigante militar e econômico que se tornaram e permanecem sendo no presente.

A instabilidade política da América pode um dia levar ao cumprimento dessa profecia?

Quinta-feira, 13 de junho de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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