A Verdadeira Motivação.

Lições da Bíblia.

“Cristo não diz que o homem não servirá a dois senhores, mas que ele não pode fazê-lo. Os interesses de Deus e os interesses de Mamom não têm ligação ou correspondência. Justamente onde a consciência do cristão o adverte para deter-se, para negar o próprio eu, para parar, aí mesmo o mundano ultrapassa a linha a fim de condescender com suas propensões egoístas. De um lado do limite se encontra o abnegado seguidor de Cristo; do outro lado está o amante do mundo, complacente consigo mesmo, cortejando a moda, empenhando-se em frivolidades e regalando-se em proibido prazer. Àquele lado do limite não pede ir o cristão.

Pessoa alguma pode ocupar uma posição neutra; não há classe neutra que nem ama a Deus nem serve ao inimigo da justiça. Cristo deve viver em Seus instrumentos humanos, e operar mediante suas faculdades, e agir por meio de suas aptidões. A vontade deles precisa estar submissa a Sua vontade; eles devem agir com o Seu Espírito. Então, não mais vivem eles, mas Cristo é que neles vive. Aquele que não se entregou inteiramente a Deus, acha-se sob o controle de outro poder, escutando outra voz, cujas sugestões são de caráter inteiramente diverso. Um serviço pela metade coloca o agente humano do lado do inimigo, como bem-sucedido aliado dos exércitos das trevas. Quando homens que se dizem soldados de Cristo se empregam na confederação de Satanás, e ajudam o seu lado, demonstram-se inimigos de Cristo. Traem sagrados depósitos. Formam um elo entre Satanás e os verdadeiros soldados, de modo que, por meio desses instrumentos, está o inimigo operando continuamente para roubar o coração dos soldados de Cristo.

O mais poderoso baluarte do vício em nosso mundo, não é a vida iníqua do abandonado pecador ou do degradado; é a vida que, ao contrário, parece virtuosa, respeitável e nobre, mas na qual é nutrido um pecado; a vida em que há complacência com um vício. Para a alma que está lutando intimamente contra alguma gigantesca tentação, tremendo à beira de um abismo, tal exemplo é um dos mais poderosos estímulos a pecar. Aquele que, dotado de altas concepções da vida, da verdade e da honra, transgride ainda voluntariamente um preceito da santa lei de Deus, perverteu seus nobres dons, tornando-os um laço para o pecado. O temperamento, o talento, a simpatia, mesmo a generosidade e as boas ações, podem tornar-se um engodo de Satanás para seduzir almas para o precipício da ruína nesta vida e na futura.” (Ellen G. White, O maior discurso de Cristo, p. 93-95).

"Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo." I João 2:15 e 16.

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Sexta-feira, 13 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Fruto para a santificação. “Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação […]” (Rm 6:22).

Lições da Bíblia.

“Falo como homem, por causa da fraqueza da vossa carne. Assim como oferecestes os vossos membros para a escravidão da impureza e da maldade para a maldade, assim oferecei, agora, os vossos membros para servirem à justiça para a santificação. Porque, quando éreis escravos do pecado, estáveis isentos em relação à justiça. Naquele tempo, que resultados colhestes? Somente as coisas de que, agora, vos envergonhais; porque o fim delas é morte. Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna; porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Rom. 6:19-23).

“As palavras de Paulo aqui mostram que ele entendia perfeitamente a natureza pecaminosa da humanidade. Ele fala sobre a ‘fraqueza da carne’. Ele sabia do que é capaz a natureza humana caída, deixada sozinha. Assim, novamente, ele apela para o poder da escolha – o poder que temos de escolher submeter a nós e nossa carne fraca a um novo Senhor, Jesus, que nos capacitará a viver de forma justa. Romanos 6:23 é citado frequentemente para mostrar que o salário do pecado – isto é, da transgressão da lei – é a morte. Certamente, a penalidade do pecado é a morte. Mas, além de ver a morte como penalidade do pecado, devemos ver o pecado como Paulo o descreve em Romanos 6 – um senhor dominando seus servos, ludibriando-os e lhes pagando com o salário da morte.”

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Dois senhores em guerra.

Lições da Bíblia.

“Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça?” (Rom. 6:16).

“Tendo personificado o pecado como um rei governando sobre seus súditos, Paulo retorna à figura do pecado como um senhor que exige a obediência de seus servos. Paulo assinala que podemos escolher o senhor que desejamos servir. Podemos servir ao pecado, que leva à morte, ou podemos servir à justiça, que leva à vida eterna. Paulo não deixa terreno intermediário aqui nem qualquer espaço para meio-termo. É um ou o outro porque, no fim, enfrentaremos a vida eterna ou a morte eterna.”

“Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues;” (Rom. 6:17)

“Note como a obediência é ligada à doutrina correta. A palavra grega traduzida como doutrina significa ensino. Os cristãos romanos tinham sido ensinados nos princípios da fé cristã, a que agora obedeciam. Assim, para Paulo, a doutrina correta, o ensino correto, quando obedecidos ‘de coração’, haviam ajudado os romanos a se tornarem ‘servos da justiça’ (verso 18).”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Quarta-feira, 11 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Debaixo da lei? “[…] pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.” (Rom. 6:14)

Lições da Bíblia.

“Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.” (Rom. 6:14).

“[…] como a lei moral poderia ser revogada e o pecado ainda ser uma realidade? Pois é a lei moral que define o pecado! Se você ler tudo o que veio antes em Romanos, mesmo no capítulo 6, seria difícil ver como, em meio a toda essa discussão sobre a realidade do pecado, de repente, Paulo dissesse: ‘Além disso, a lei moral, dos Dez Mandamentos, que definem o pecado, foi abolida’. Isso não faria nenhum sentido.”

“Paulo estava dizendo aos romanos que a pessoa que vive ‘sob a lei’ – que está sob o regime judaico, de acordo com o que era praticado em seus dias, com todas as suas regras e regulamentos humanos – será governada pelo pecado. Em contraste, aquele que vive sob a graça terá vitória sobre o pecado, porque a lei está escrita em seu coração, e o Espírito de Deus guia seus passos. Aceitando Jesus Cristo como o Messias, sendo justificado por Ele, sendo batizado em Sua morte, tendo o ‘velho homem’ sido destruído, ressuscitando para andar em novidade de vida – essas coisas destronarão o pecado de nossa vida. Lembre-se: esse é todo o contexto em que este verso aparece, o contexto da promessa de vitória sobre o pecado.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Terça-feira, 10 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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O pecado personificado. “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, […]” (Rom. 6:12)

Lições da Bíblia.

“Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões;” (Rom. 6:12)

“Quando Paulo disse “não reine… o pecado”, disse que aqueles que são justificados podem evitar a entronização do pecado como rei sobre sua vida. É aí que entra o poder da vontade.”

“O que você deve compreender é a verdadeira força da vontade. Esta é o poder que governa a natureza humana, o poder de decisão ou de escolha. Tudo depende da reta ação da vontade. Deus nos deu o poder da escolha; e a nós compete exercê-lo. Você não pode mudar o coração, não pode por si mesmo consagrar a Deus as afeições; mas pode escolher servi-Lo. Pode Lhe dar a vontade. Então, Ele operará em você o querer e o efetuar, segundo a Sua vontade. Desse modo, toda a natureza será levada sob o domínio do Espírito de Cristo; as afeições ficarão centralizadas nEle; seus pensamentos estarão em harmonia com Ele (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 47).

“A palavra grega traduzida como paixões em Romanos 6:12 significa desejos. Esses desejos podem ser de coisa boas ou ruins; quando reina o pecado, ele nos faz desejar as coisas ruins. Se lutarmos sozinhos contra eles, os desejos serão fortes, talvez irresistíveis. O pecado pode ser um tirano cruel, que nunca se satisfaz mas sempre volta desejando mais. Unicamente pela fé, unicamente buscando as promessas de vitória é que podemos subverter esse senhor inflexível.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Segunda-feira, 09 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Graça abundante. “[…] mas onde abundou o pecado, superabundou a graça,” (Rom. 5:20)

Lições da Bíblia.

Sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça, (Rom. 5:20)

Em Romanos 5:20, Paulo argumenta “[…] que não importa quanto pecado haja ou quão terríveis sejam seus resultados, a graça de Deus é suficiente para lidar com ele. Que esperança isso deve trazer a cada um de nós, especialmente quando somos tentados a sentir que nossos pecados são muito grandes para ser perdoados! No verso seguinte, Paulo mostra que, embora o pecado leve à morte, a graça de Deus em Jesus derrotou a morte e nos dá a vida eterna.” “a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor.” (Rom. 5:21).

“Paulo segue uma interessante linha de raciocínio no capítulo 6, dizendo por que uma pessoa justificada não deve pecar. Para começar, ele diz que não devemos pecar porque morremos para o pecado. Então, ele explica o que significa isso.”

“Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos? Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição, sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; porquanto quem morreu está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos, sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem domínio sobre ele. Pois, quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus.” (Rom 6:1-11).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Domingo, 08 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Vitória sobre o pecado.

Lições da Bíblia.

“O pecado não os dominará, porque vocês não estão debaixo da Lei, mas debaixo da graça” (Romanos 6:14, NVI).

Se fomos batizados na morte de Cristo e ressuscitamos para a vida com Ele, cheios de Sua graça e justiça, Ele nos abençoa com santidade e vida eterna. A graça de Deus transborda de tal forma que cobre todo pecado e nos dá um poder que nenhuma tentação pode vencer.

No capítulo 6 de Romanos “[…] Paulo trata do que é entendido comumente como ‘santificação’, o processo pelo qual vencemos o pecado e refletimos cada vez mais o caráter de Cristo. Mas a palavra santificação, em si, não aparece em nenhum lugar em Romanos. (A palavra santificada ocorre uma vez, em Romanos 15:16.)"

“O mais precioso fruto da santificação é a graça da mansidão. Quando esta graça reina no coração, a disposição é moldada por sua influência. Há uma contínua confiança em Deus e uma submissão da própria vontade à dEle. O entendimento apodera-se de toda verdade divina, a vontade dobra-se diante de todo preceito divino, sem duvidar nem murmurar. A verdadeira mansidão abranda e subjuga o coração e prepara a mente para a palavra impressa. Leva os pensamentos à obediência de Jesus Cristo. Abre o coração à Palavra de Deus, como foi aberto o de Lídia. Coloca-nos com Maria, como aqueles que aprendem, aos pés de Jesus. "Guiará os mansos retamente; e aos mansos ensinará o Seu caminho." Sal. 25:9.” (Ellen G. White, Santificação, p. 14-15).

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Cristo, o Centro da Mensagem.

Lições da Bíblia.

“O […] grande centro de atração, Jesus Cristo, não deve ser deixado fora da mensagem do terceiro anjo. Por muitos que se têm empenhado na obra para este tempo, Cristo foi feito secundário, e deram o primeiro lugar a teorias e argumentos. A glória de Deus, revelada a Moisés, acerca do caráter divino, não tem sido feita preeminente. Disse o Senhor a Moisés: ‘Eu farei passar toda a Minha bondade por diante de ti.’ Êxo. 33:19. ‘Passando pois o Senhor perante a sua face, clamou: Jeová, o Senhor, Deus misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade; que guarda a beneficência em milhares; que perdoa a iniqüidade, e a transgressão, e o pecado; que ao culpado não tem por inocente.’ Êxo. 34:6 e 7.

Parece que tem havido um véu diante dos olhos de muitos que têm trabalhado na causa, de modo que, ao apresentarem a lei, não tinham uma visão de Jesus, e não proclamavam o fato de que, onde o pecado abundou, superabundou a graça. É junto à cruz do Calvário que a misericórdia e a verdade se encontram, que a justiça e a paz se beijam. O pecador tem de sempre olhar ao Calvário; e com a fé simples de uma criancinha, tem de descansar nos méritos de Cristo, aceitando Sua justiça e crendo em Sua misericórdia. Os obreiros na causa da verdade devem apresentar a justiça de Cristo, não como luz nova, mas como uma luz preciosa que por algum tempo o povo perdeu de vista. Devemos aceitar a Cristo como nosso Salvador pessoal, e Ele nos imputa a justiça de Deus em Cristo. Repitamos e tornemos preeminente a verdade descrita por João: ‘Nisto está a caridade, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou a nós, e enviou Seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.’ I João 4:10.” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 383-384).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Sexta-feira, 06 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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