Não dando motivo para escândalo. “[…] Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova.” (Rm 14:22).

Lições da Bíblia.

“Se, por causa de comida, o teu irmão se entristece, já não andas segundo o amor fraternal. Por causa da tua comida, não faças perecer aquele a favor de quem Cristo morreu. Não seja, pois, vituperado o vosso bem. Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. Aquele que deste modo serve a Cristo é agradável a Deus e aprovado pelos homens. Assim, pois, seguimos as coisas da paz e também as da edificação de uns para com os outros. Não destruas a obra de Deus por causa da comida. Todas as coisas, na verdade, são limpas, mas é mau para o homem o comer com escândalo. É bom não comer carne, nem beber vinho, nem fazer qualquer outra coisa com que teu irmão venha a tropeçar [ou se ofender ou se enfraquecer]. A fé que tens, tem-na para ti mesmo perante Deus. Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova. Mas aquele que tem dúvidas é condenado se comer, porque o que faz não provém de fé; e tudo o que não provém de fé é pecado.” (Rom. 14:15-23)

“E deste modo, pecando contra os irmãos, golpeando-lhes a consciência fraca, é contra Cristo que pecais. E, por isso, se a comida serve de escândalo a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo.” (1 Cor. 8:12-13)

“Nos versos 17-20, Paulo põe vários aspectos do cristianismo sob a perspectiva apropriada. Embora a alimentação seja importante, os cristãos não devem discutir sobre a decisão por parte de alguns de comer legumes em vez de carnes que poderiam ter sido sacrificadas aos ídolos. Ao invés disso, eles devem se concentrar na justiça, paz e alegria no Espírito Santo. Como podemos aplicar essa ideia às questões de alimentação hoje em nossa igreja? Por maiores que sejam as bênçãos advindas da mensagem de saúde, e especialmente os ensinos sobre alimentação, nem todos veem esse assunto da mesma maneira, e precisamos respeitar essas diferenças.”

“No verso 22, em meio a toda essa discussão sobre deixar as pessoas agirem conforme a própria consciência, Paulo acrescenta uma advertência muito interessante: “Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova”. Que significa isso?”

“Você ouviu alguém dizer: ‘O que eu como, visto ou aonde vou para me divertir não interessa a ninguém?’ Isso é verdade? Nenhum de nós vive em um vazio. Nossas ações, palavras e até a alimentação podem afetar os outros, para o bem ou para o mal. Não é difícil ver como. Se alguém observa que você está fazendo alguma coisa ‘errada’, pode ser influenciado por seu exemplo a fazer a mesma coisa. Enganamos a nós mesmos se pensamos de outro modo. Argumentar que, bem, você não forçou a pessoa, está fora de questão. Como cristãos, temos uma responsabilidade mútua, e se nosso exemplo pode levar alguém à perdição, somos culpáveis.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – terça-feira, 21 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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A medida que vocês usarem. “[…] com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.” (Mt 7:2).

Lições da Bíblia.

Tu, porém, por que julgas teu irmão? E tu, por que desprezas o teu? Pois todos compareceremos perante o tribunal de Deus. (Rom. 14:10)

“Às vezes, costumamos julgar os outros com severidade e, frequentemente, pelas mesmos coisas que nós mesmos fazemos. Com muita frequência, entretanto, o que fazemos não nos parece tão mau quanto as mesmas coisas que os outros fazem. Podemos enganar a nós mesmos por nossa hipocrisia, mas não a Deus, que nos advertiu: ‘Não julguem, para que vocês não sejam julgados. Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês. Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu?’ (Mt 7:1-4, NVI).”

“Como está escrito: Por minha vida, diz o Senhor, diante de mim se dobrará todo joelho, e toda língua dará louvores a Deus.” (Rom. 14:11)

“A citação de Isaías 45:23 apoia o pensamento de que todos devem comparecer ao juízo. ‘Todo joelho’ e ‘toda língua’ torna individual a intimação. A implicação é que cada um terá que responder por sua própria vida e suas ações (v. 12). Ninguém pode responder por outro. Neste sentido importante, não somos guardiães de nosso irmão.”

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O irmão fraco. “Quem és tu que julgas o servo alheio? […]” (Rm 14:4).

Lições da Bíblia.

“Acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões. Um crê que de tudo pode comer, mas o débil come legumes; quem come não despreze o que não come; e o que não come não julgue o que come, porque Deus o acolheu.” (Rom. 14:1-3).

“Em Romanos 14:1-3, a questão era o consumo de carnes que poderiam ter sido sacrificadas aos ídolos. O concílio de Jerusalém (At 15) decretara que os conversos gentios deveriam se abster de consumir esses alimentos. Mas sempre havia a pergunta se as carnes vendidas nos mercados públicos eram provenientes de animais sacrificados aos ídolos (veja 1Co 10:25). Alguns cristãos não se incomodavam com isso; outros, se porventura houvesse a mínima dúvida, escolhiam comer apenas legumes. O assunto não tinha nada que ver com a questão do vegetarianismo e viver saudável. Nem Paulo estava sugerindo nessa passagem que havia sido abolida a distinção entre carnes puras e impuras. Essa não é a questão em consideração. Se as palavras ‘que de tudo pode comer’ (Rm 14:2) fossem entendidas que agora qualquer animal, limpo ou impuro, pode ser comido, elas estariam mal-aplicadas. A comparação com outras passagens do Novo Testamento proíbe essa aplicação.”

“Enquanto isso, ‘acolher’ alguém que é débil na fé significava conferir-lhe plena capacidade e status social de membro. A pessoa não deveria ser objeto de discussão, mas ter direito a sua opinião.”

“Também é importante perceber que, no verso 3, Paulo não fala negativamente do ‘débil na fé’. Nem ele dá a essa pessoa o conselho de se tornar forte. No que se refere a Deus, o cristão extremamente escrupuloso (assim considerado, aparentemente, não por Deus, mas por seus irmãos) é aceito. ‘Deus o acolheu’.”

“Quem és tu que julgas o servo alheio? Para o seu próprio senhor está em pé ou cai; mas estará em pé, porque o Senhor é poderoso para o suster.” (Rom. 14:4).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – domingo, 19 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Todo o resto é comentário. “[…] todos compareceremos diante do tribunal de Deus” (Romanos 14:10, NVI).

Lições da Bíblia.

“Você, por que julga seu irmão? E por que despreza seu irmão? Pois todos compareceremos diante do tribunal de Deus” (Romanos 14:10, NVI).

“Embora todos possamos ter diferenças de compreensão sobre nosso dever para com Deus, ao nutrir aceitação e respeito, e aprender uns dos outros, o resultado será que podemos crescer em união. Os cristãos podem concordar em princípios das Escrituras mas discordar dos métodos de como viver esses princípios. Nesses casos, graça e compreensão devem ser mais importantes do que crítica e condenação.”

Conta-se que alguém se aproximou de um famoso rabino da antiguidade e lhe pediu que explicasse todo o significado da Torah enquanto se apoiava em uma só perna. “Não faça aos outros”, o rabino disse sobre uma perna, “o que lhe parece prejudicial; essa é toda a Torah. Todo o resto é comentário”.

Após “[…] definir claramente os termos em que Deus aceita uma pessoa […] Paulo então passa fazer (em Romanos 14 – 16) algum ‘comentário’. Embora seja muito enfático em alguns pontos, Paulo assume uma atitude muito mais livre quanto a outras coisas. Isso porque essas coisas não são essenciais, como se fossem ‘comentário’. Mas, ao mesmo tempo, embora em si mesmas não fossem cruciais, a atitude que os cristãos mantinham uns com os outros no trato desses assuntos, era, sim, essencial.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sábado, 18 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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A Espiritualidade da Lei.

Lições da Bíblia.

“Visto a lei do Senhor ser perfeita, e portanto imutável, é impossível aos homens pecadores satisfazer, por si mesmos, a norma de sua exigência. Foi por isso que Jesus veio como nosso Redentor. Era Sua missão, mediante o tornar os homens participantes da natureza divina, pô-los em harmonia com os princípios da lei celestial. Quando abandonamos nossos pecados, e recebemos a Cristo como nosso Salvador, a lei é exaltada. Pergunta o apóstolo Paulo: ‘Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma! Antes, estabelecemos a lei.’ Rom. 3:31.”

“A promessa do novo concerto é: ‘Porei as Minhas leis em seu coração e as escreverei em seus entendimentos.’ Heb. 10:16. Conquanto o sistema de símbolos que apontava para Cristo como o Cordeiro de Deus que devia tirar o pecado do mundo havia de passar com Sua morte, os princípios de justiça contidos no Decálogo são tão imutáveis como o trono eterno. Nenhum mandamento foi anulado, nem um jota ou um til foi mudado. Os princípios que foram dados a conhecer ao homem no Paraíso como a grande lei da vida, existirão, imutáveis, no Paraíso restaurado. Quando o Éden volver a florir na Terra, a lei divina do amor será obedecida por todos debaixo do Sol.”

"Para sempre, ó Senhor, a Tua palavra permanece no Céu." Sal. 119:89. "São… fiéis, todos os Seus mandamentos. Permanecem firmes para todo o sempre; são feitos em verdade e retidão." Sal. 111:7 e 8. "Acerca dos Teus testemunhos eu soube, desde a antiguidade, que Tu os fundaste para sempre." Sal. 119:152.

"Qualquer, … que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no reino dos Céus." Mat. 5:19.

“Isto é, não terá lugar ali. Pois aquele que voluntariamente violar um mandamento, não observa, em espírito e verdade, a nenhum deles. ‘Qualquer que guardar toda a lei e tropeçar em um só ponto tornou-se culpado de todos.’ Tia. 2:10.”

“Não é a grandeza do ato de desobediência que constitui o pecado mas a discordância com a vontade expressa de Deus no mínimo particular; pois isto mostra que ainda existe comunhão entre a alma e o pecado. O coração está dividido em seu serviço. Há uma virtual negação de Deus, uma rebelião contra as leis de Seu governo.” (Ellen G. White, O maior discurso de Cristo, p. 49 – 51).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sexta-feira, 17 de setembro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Mais próxima do que quando cremos. “[…] porque agora a nossa salvação está mais próxima do que quando cremos” (Rm 13:11, NVI).

Lições da Bíblia.

“Façam isso, compreendendo o tempo em que vivemos. Chegou a hora de vocês despertarem do sono, porque agora a nossa salvação está mais próxima do que quando cremos” (Rm 13:11, NVI).

“[…] Paulo tinha um enfoque muito específico nesta carta aos Romanos, e que devia esclarecer à igreja de Roma, especialmente ao cristãos judeus de lá, o papel da fé e das obras no contexto da Nova Aliança. O assunto era a salvação e como um pecador é considerado justo e santo diante do Senhor. Para ajudar aqueles que mantinham toda a ênfase na lei, Paulo pôs a lei em seu papel e contexto apropriado. Embora, idealmente, o judaísmo, mesmo nos tempos do Antigo Testamento, fosse uma religião de graça, o legalismo havia surgido e feito muito dano. Quão cuidadosos precisamos ser, como igreja, para não cometer o mesmo engano!

“E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz. Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências.” (Rom. 13:11-14)

“De que evento fascinante Paulo estava falando com os crentes, dizendo-lhes que despertassem e se aprontassem porque Jesus estava voltando! O fato de que isso foi escrito quase dois mil anos atrás não tem importância. Devemos viver sempre na antecipação da proximidade da vinda de Cristo. Até onde interessa a todos, mesmo até onde vão nossas experiências pessoais, a segunda vinda está tão próxima quanto o potencial de nossa própria morte. Seja na próxima semana, seja daqui a 40 anos, fecharemos os olhos na morte, e quer durmamos só quatro dias ou por 400 anos – não fará nenhuma diferença para nós. A próxima coisa de que teremos consciência é a segunda vinda de Jesus. Com a morte potencialmente sempre na próxima esquina para alguns de nós, o tempo é realmente breve, e nossa salvação está mais próxima do que quando cremos.”

“Embora, na carta aos Romanos, Paulo não trate muito da segunda vinda, nas epístolas aos Tessalonicenses e aos Coríntios ele trata disso com muito mais detalhes. Afinal, este é um tema fundamental na Bíblia, especialmente no Novo Testamento. Sem esse tema, e a esperança que oferece, realmente, nossa fé é sem sentido. Afinal, que significa “justificação pela fé” sem a segunda vinda para trazer essa verdade maravilhosa à plena realidade?”

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Relações com os outros. “[…] pois quem ama o próximo tem cumprido a lei” (Rm 13:8).

Lições da Bíblia.

“A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei” (Rm 13:8).

“Assim como Jesus, no Sermão do Monte, Paulo amplia neste texto os preceitos da lei, mostrando que o amor deve ser o poder motivador por trás de tudo que fizermos. Sendo a lei uma expressão do caráter de Deus, e Deus é amor, segue-se que o amor é o cumprimento da lei. Mas Paulo não substitui os preceitos detalhados com precisão pela lei por um padrão vago de amor, como alegam alguns cristãos. A lei moral ainda está em vigor, porque, novamente, é ela que assinala o pecado – e quem vai negar a realidade do pecado? Porém, a lei só pode ser obedecida verdadeiramente no contexto do amor. Lembre-se: alguns dos que levaram Cristo para a cruz correram em seguida para casa a fim de guardar a lei!”

“Pois isto: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não cobiçarás, e, se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor.” (Rom. 13:9-10).

“Curiosamente, o amor não foi um princípio introduzido recentemente. Citando Levítico 19:18: “Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo”, Paulo mostra que o princípio era parte integrante do sistema do Antigo Testamento. Paulo apela para o Antigo Testamento a fim de apoiar sua pregação evangélica. Com base nesses textos, alguns argumentam que Paulo ensina que só os poucos mandamentos mencionados aqui estão em vigor. Nesse caso, isto significa que os cristãos podem desonrar os pais, adorar os ídolos e outros deuses diante de Deus? Claro que não! Veja o contexto. Paulo está lidando com o relacionamento entre os cristãos. Ele trata de relações pessoais, e é por isso que especifica os mandamentos que se concentram nessas relações.”

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Relacionamento com o governo. “Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; […]” (Rm 13:1).

Lições da Bíblia.

Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor, quando se faz o bem, e sim quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela, visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo, também pagais tributos, porque são ministros de Deus, atendendo, constantemente, a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra. (Rom. 13:1-7)

“O conceito, o princípio de governo, é ordenado por Deus. Os seres humanos precisam viver em uma comunidade com regras, regulamentos e padrões. A anarquia não é um conceito bíblico.”

“Isso significa que Deus aprova todas as formas de governo ou como estes governos são dirigidos? Ao contrário! Não é preciso ir muito longe, na história ou no mundo de hoje, para ver alguns regimes brutais. Mas, mesmo em situações como essas, tanto quanto possível, os cristãos devem obedecer às leis da Terra. Os cristãos devem dar apoio leal ao governo, na medida em que suas reivindicações não estejam em conflito com as reivindicações de Deus. A pessoa deve considerar com muita oração e cuidado, e com o conselho de outros, antes de iniciar um caminho que o ponha em conflito com os poderes constituídos. Sabemos pela profecia que, um dia, todos os fiéis seguidores de Deus sofrerão a oposição dos poderes políticos que estiverem no controle do mundo (Ap 13). Mas, antes disso, devemos fazer tudo o que pudermos, diante de Deus, para ser bons cidadãos em qualquer país em que vivermos.”

“Cumpre-nos reconhecer o governo humano como instituição designada por Deus, e ensinar obediência a essa instituição como um dever sagrado, dentro de sua legítima esfera. Mas, quando suas exigências se chocam com as reivindicações de Deus, temos que obedecer a Deus de preferência aos homens. A Palavra de Deus precisa ser reconhecida como estando acima de toda a legislação humana. […] Não se exige que desafiemos as autoridades. Nossas palavras, quer faladas, quer escritas, devem ser cuidadosamente consideradas, para que não sejamos tidos na conta de proferir coisas que nos façam parecer contrários à lei e à ordem. Não devemos dizer nem fazer coisa alguma que nos venha desnecessariamente impedir o caminho” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 69).

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