Emoções.

Lições da Bíblia.

“Em verdade, em verdade Eu vos digo que chorareis e vos lamentareis chorareis, e o mundo e o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se converterá em alegria.” (Jo 16:20).

“Emoções positivas e negativas têm grande impacto na saúde. Embora Cristo tenha experimentando os dois tipos de emoções, também mostrou o plano de Deus para lidarmos com emoções que Ele criou como uma parte muito importante da natureza humana. Deus nos criou com a capacidade de sentir grandes emoções, intimamente ligadas ao comportamento e a saúde. Por isso podemos olhar para Ele, em busca de caminhos saudáveis para lidar com as emoções.”

As emoções são uma parte vital da personalidade humana. Elas podem ser poderosos motivadores, tanto para o bem como para o mal. E, dependendo das emoções, elas nos deixam felizes, tristes, temerosos ou alegres.

“As emoções ‘positivas’ podem trazer um sentimento de satisfação e bem-estar; as “negativas” tendem a provocar dor e angústia. Embora as primeiras possam promover saúde mental, uma exposição prolongada às emoções “negativas” pode provocar problemas comportamentais e relacionais. Assim, as emoções podem desempenhar uma parte importante em nosso bem-estar global.”

“Deus quer que desfrutemos os efeitos de emoções positivas. No entanto, por causa do pecado, frequentemente enfrentamos os efeitos adversos de experiências emocionais negativas. Os personagens bíblicos também não estavam imunes às oscilações emocionais. Alguns tiveram sucesso em obter controle sobre elas; outros perderam o controle, permitiram que as emoções negativas os levassem a ações erradas.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Sábado 25 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Espírito de oposição à reprovação.

Lições da Bíblia.

“O espírito de oposição à reprovação, que levou à perseguição e aprisionamento de Jeremias, existe hoje. Muitos recusam atender a repetidas advertências, preferindo dar ouvidos a falsos mestres que lisonjeiam sua vaidade e revelam suas más obras. No dia da tribulação tais pessoas não terão refúgio certo, nem auxílio do Céu. Os servos escolhidos de Deus devem enfrentar com coragem e paciência as provas e sofrimentos que sobre eles recaem na forma de acusações, desprezo, deturpações. Devem eles continuar a desempenhar fielmente a obra que Deus lhes deu a fazer, sempre lembrando que os profetas do passado e o Salvador da humanidade e Seus apóstolos também suportaram abusos e perseguições por amor da Palavra.

Era propósito de Deus que Jeoaquim atendesse aos conselhos de Jeremias, e ganhasse o favor de Nabucodonosor, livrando-se de muitos pesares. O jovem rei havia jurado obediência ao rei de Babilônia. Tivesse ele permanecido fiel a sua promessa, e teria conquistado o respeito dos pagãos, e isto teria levado a preciosas oportunidades para a conversão de almas.

Desdenhando os privilégios fora do comum que lhe eram outorgados, o rei de Judá deliberadamente seguiu o caminho de sua própria escolha. Violou sua palavra de honra ao rei de Babilônia, e rebelou-se. Isto o levou, como também ao seu reino, a um caminho apertado. Contra ele foram enviadas "as tropas dos caldeus, e as tropas dos siros, e as tropas dos moabitas, e as tropas dos filhos de Amom" (II Reis 24:2), e ele foi impotente para livrar a terra de invasão desses piratas. Dentro de poucos anos ele encerrou seu desastroso reinado em ignomínia, rejeitado do Céu, malquisto por seu povo e desprezado pelos senhores de Babilônia cuja confiança ele traíra – e tudo isto como resultado de seu erro fatal de virar as costas aos propósitos de Deus como revelados por meio de Seu escolhido mensageiro.” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 437-438)

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sexta-feira 24 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O que há para mim?

Lições da Bíblia.

A pesar de toda a destruição que ocorreria sobre a terra, Deus, em sua misericórdia, concedeu a vida a baruque como o seu despojo. “Palavra que falou Jeremias, o profeta, a Baruque, filho de Nerias, escrevendo ele aquelas palavras num livro, ditadas por Jeremias, no ano quarto de Jeoaquim, filho de Josias, rei de Judá, dizendo: Assim diz o SENHOR, Deus de Israel, acerca de ti, ó Baruque: Disseste: Ai de mim agora! Porque me acrescentou o SENHOR tristeza ao meu sofrimento; estou cansado do meu gemer e não acho descanso. Assim lhe dirás: Isto diz o SENHOR: Eis que estou demolindo o que edifiquei e arrancando o que plantei, e isto em toda a terra. E procuras tu grandezas? Não as procures; porque eis que trarei mal sobre toda carne, diz o SENHOR; a ti, porém, eu te darei a tua vida como despojo, em todo lugar para onde fores.” (Jr. 45:1-5)

“Baruque estava triste, em angústia, inquieto e esgotado. Ele via todo o trabalho de sua vida sendo desarraigado, todos os seus sonhos desaparecendo como a névoa. O coração de Deus também estava aflito. Ele havia ternamente plantado e vigiado Israel. Como um pai torturado por um filho teimoso e rebelde, por mais de mil anos, o Senhor havia advertido e apelado a Seu povo. A dor e tristeza de Baruque não são mais que um débil reflexo da tristeza de Deus. Talvez seja por isso que o coração de Deus sempre é tocado por nossas tristezas. Nunca vamos chorar sozinhos. O Deus que conhece o “número de cabelos” em nossa cabeça tirou tempo para cuidar de um escriba desesperado e lhe deu esperança e encorajamento. No juízo que logo deveria cair sobre Israel, Baruque seria salvo. Deus preservaria sua vida. A expressão do verso 5 (‘Eu te darei a tua vida como despojo’) também está refletida em outras partes do livro de Jeremias (Jr 21:9; 38:2; 39:18). Ela faz lembrar a figura de um soldado que escapa com vida depois de uma derrota em batalha.”

“Somente quando estamos dispostos a deixar de lutar e submeter a Deus a vida, os planos e o futuro, então podemos encontrar segurança. É quando estamos totalmente dispostos a render tudo ao Senhor que ficamos seguros nEle.”

“Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes? Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves? Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida? E por que andais ansiosos quanto ao vestuário? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham, nem fiam. Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé? Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.” (Mat. 6:25-34)

“Em Jeremias 45, Deus lembra a Baruque o que é realmente importante. Em Mateus 6, Jesus nos lembra de que a vida é mais importante que nossas posses terrenas.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – quinta-feira 23 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Ai de mim!

Ai de mim!

Lições da Bíblia.

“O Senhor enviou uma mensagem especial só para Baruque (Jeremias 45). E não causa admiração, considerando as circunstâncias. Primeiramente, a referência histórica ao quarto ano de Jeoaquim em Jeremias 45:1 põe o capítulo 45 depois do capítulo 36. Mais provavelmente, Jeremias estivesse na prisão, e a perspectiva de um reavivamento em meio aos líderes de Judá não mais parecia possível. Em segundo lugar, o futuro de Baruque, pelo menos da perspectiva terrena, no mínimo, parecia desolador. Assim, como afirma Jeremias 45:3, Baruque estava passando pelo que poderia ser chamado ‘um dia ruim’.”

“Evidentemente, sentir-se abatido, triste ou deprimido é parte natural de nossa existência humana neste mundo pecaminoso. Existem muitas razões para sentir-se assim, e nunca se deve pensar que é errado ou pecaminoso ter esses sentimentos. Dependendo das circunstâncias, quase pareceria desumano não as ter. Certamente, muitos personagens bíblicos tiveram seus momentos de desespero (veja 1Rs 19:4; Jó 6:2, 3; Sl 55:4). Enganamos a nós mesmos se pensarmos que, de alguma forma, vamos escapar deles.”

O próprio Jesus, em seus últimos dias, foi afligido por intensa tristeza e agonia, situação predita muitos anos antes através do profeta Isaías. “Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do SENHOR? Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” (Isa. 53:1-5)

“Nos tempos de angústia e tristeza emocional, o mais importante é nos lembrar de que isso não significa que Deus nos abandonou. Significa só isto: como acontece com toda a humanidade caída, vamos sofrer nesta vida. Se o sofrimento é por nossa culpa ou não, em certo sentido, não importa. O que importa é que, em meio ao sofrimento, não deixemos que o mal use nosso pesar para nos afastar do Senhor ou nos tornar amargurados e ressentidos contra Ele. O que importa é que reivindiquemos as promessas divinas de perdão, cura, um futuro melhor e uma vida nova em um novo céu e uma nova Terra.”

“Todos ansiamos que as coisas vão bem; todos desejamos uma existência melhor, aqui e agora. Mas, frequentemente, considerando a natureza de nosso mundo, isso não acontece ou, pelo menos, não acontece como imaginamos que seria. Consequentemente, em meio a tudo pelo que estivermos passando, é importante que sejamos aprovados, não nos esqueçamos da grande esperança que nos aguarda quando houver terminado para sempre a experiência horrível de pecado, sofrimento e morte.”

“Quais são algumas de suas promessas bíblicas favoritas sobre o novo céu e a nova Terra? Leia-as, ore por elas e peça ao Senhor que lhe dê fé para que se apegue a elas até o tempo em que você, você mesmo, estiver vivendo por elas.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – quarta-feira 22 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Ambições contrariadas.

Lições da Bíblia.

“A seriedade da situação finalmente parece ter sido percebida pelo povo de Judá. Em Jeremias 36:9, o povo se reuniu no templo para um dia de jejum diante do Senhor. Por sua ligação profissional com outros escribas, Baruque conseguiu um bom lugar público, na janela de Gemarias na entrada do templo. Ali, Baruque fez a leitura do rolo que havia escrito pelo ditado de Jeremias. Depois que Baruque leu a mensagem, as autoridades lhe pediram que fizesse uma leitura reservada. Depois de investigar de onde vinha a mensagem, os oficiais decidiram levá-la à atenção do rei. Por um breve momento, parecia que poderia haver mudanças em Judá. Para Baruque, esse foi um momento de esperança. Caso as coisas mudassem, seu apoio a Jeremias teria sido compensador. Na possível reforma, ele seria um homem de importância, talvez elevado a uma alta posição no governo.”

O rei frustrou as esperanças de Baruque, que jamais cairia nas graças do rei para servir na corte real. “No quarto ano de Jeoaquim, filho de Josias, rei de Judá, veio esta palavra do SENHOR a Jeremias, dizendo: Toma um rolo, um livro, e escreve nele todas as palavras que te falei contra Israel, contra Judá e contra todas as nações, desde o dia em que te falei, desde os dias de Josias até hoje. […] Então, Jeremias chamou a Baruque, filho de Nerias; escreveu Baruque no rolo, segundo o que ditou Jeremias, todas as palavras que a este o SENHOR havia revelado. Jeremias ordenou a Baruque, dizendo: Estou encarcerado; não posso entrar na Casa do SENHOR. Entra, pois, tu e, do rolo que escreveste, segundo o que eu ditei, lê todas as palavras do SENHOR, diante do povo, na Casa do SENHOR, no dia de jejum; e também as lerás diante de todos os de Judá que vêm das suas cidades. […] Fez Baruque, filho de Nerias, segundo tudo quanto lhe havia ordenado Jeremias, o profeta, e leu naquele livro as palavras do SENHOR, na Casa do SENHOR. […] Então, todos os príncipes mandaram Jeudi, filho de Netanias, filho de Selemias, filho de Cusi, dizer a Baruque: O rolo que leste diante do povo, toma-o contigo e vem. Baruque, filho de Nerias, tomou o rolo consigo e veio ter com eles. Disseram-lhe: Assenta-te, agora, e lê-o para nós. E Baruque o leu diante deles. Tendo eles ouvido todas aquelas palavras, entreolharam-se atemorizados e disseram a Baruque: Sem dúvida nenhuma, anunciaremos ao rei todas estas palavras. […] e anunciaram diante do rei todas aquelas palavras. Então, enviou o rei a Jeudi, para que trouxesse o rolo; Jeudi tomou-o da câmara de Elisama, o escrivão, e o leu diante do rei e de todos os príncipes que estavam com ele. […] Tendo Jeudi lido três ou quatro folhas do livro, cortou-o o rei com um canivete de escrivão e o lançou no fogo que havia no braseiro, e, assim, todo o rolo se consumiu no fogo que estava no braseiro. Não se atemorizaram, não rasgaram as vestes, nem o rei nem nenhum dos seus servos que ouviram todas aquelas palavras. […] Então, veio a Jeremias a palavra do SENHOR, depois que o rei queimara o rolo com as palavras que Baruque escrevera ditadas por Jeremias, dizendo: Toma outro rolo e escreve nele todas as palavras que estavam no original, que Jeoaquim, rei de Judá, queimou. […] Tomou, pois, Jeremias outro rolo e o deu a Baruque, filho de Nerias, o escrivão, o qual escreveu nele, ditado por Jeremias, todas as palavras do livro que Jeoaquim, rei de Judá, queimara; e ainda se lhes acrescentaram muitas palavras semelhantes.” (Jr. 36)

“Baruque tivera esperança de chegar a ocupar uma posição honrada na corte, mas, a partir daí, percebeu que havia apoiado o jogador ‘errado’ e sabotado seu futuro como escriba na corte real de Jerusalém. Ele também havia provocado a ira do homem mais poderoso do reino. Este é um caso claro em que o apoio de alguém ao Senhor custou alguma coisa. Como Jeremias, Baruque era agora um homem marcado. Os oficiais do rei estavam vasculhando a cidade, em busca desses derrotistas.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – terça-feira 21 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Escriba de Jeremias.

Lições da Bíblia.

“O livro de Jeremias nos fornece alguns vislumbres únicos sobre o processo de escrita da Bíblia. Baruque, escriba de Jeremias, participou diretamente da transmissão e preservação da Palavra de Deus. Em Jeremias 36:4, Jeremias chamou Baruque e – conforme ditava uma mensagem ao povo – Baruque copiava tudo em um rolo de pergaminho. Essa é uma excelente ilustração de como funciona a inspiração. Primeiro, Deus não assumia fisicamente o controle do profeta Jeremias nem movia sua mão à medida que ele escrevia. Ao contrário, Deus dava a Jeremias visões e mensagens. Normalmente, o profeta, então, formulava a mensagem e a escrevia. Neste caso particular, não era o próprio Jeremias que fazia a escrita, mas ditava a Baruque, que então a anotava. Baruque também comunicava a mensagem em público. Visto que Jeremias estava em desgraça diante da corte e lhe fora negado acesso ao templo, Baruque leu a mensagem profética no templo em um dia sagrado. Baruque nunca afirmou estar falando por si mesmo e nem mesmo em nome de Jeremias; a mensagem vinha de Deus.”

A história de Hananias em Jeremias 28, confirma o princípio revelado em Isaías 8:20 “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva.”. “No mesmo ano, no princípio do reinado de Zedequias, rei de Judá, isto é, no ano quarto, no quinto mês, Hananias, filho de Azur e profeta de Gibeão, me falou na Casa do SENHOR, na presença dos sacerdotes e de todo o povo, dizendo: Assim fala o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel, dizendo: Quebrei o jugo do rei da Babilônia. Dentro de dois anos, eu tornarei a trazer a este lugar todos os utensílios da Casa do SENHOR, que daqui tomou Nabucodonosor, rei da Babilônia, levando-os para a Babilônia. […] Disse, pois, Jeremias, o profeta: Amém! Assim faça o SENHOR; confirme o SENHOR as tuas palavras, com que profetizaste, e torne ele a trazer da Babilônia a este lugar os utensílios da Casa do SENHOR e todos os exilados. Mas ouve agora esta palavra, que eu falo a ti e a todo o povo para que ouçais: Os profetas que houve antes de mim e antes de ti, desde a antiguidade, profetizaram guerra, mal e peste contra muitas terras e grandes reinos. O profeta que profetizar paz, só ao cumprir-se a sua palavra, será conhecido como profeta, de fato, enviado do SENHOR. Então, o profeta Hananias tomou os canzis do pescoço de Jeremias, o profeta, e os quebrou; e falou na presença de todo o povo: Assim diz o SENHOR: Deste modo, dentro de dois anos, quebrarei o jugo de Nabucodonosor, rei da Babilônia, de sobre o pescoço de todas as nações. […] Mas depois que Hananias, o profeta, quebrou os canzis de sobre o pescoço do profeta Jeremias, veio a este a palavra do SENHOR, dizendo: Vai e fala a Hananias, dizendo: Assim diz o SENHOR: Canzis de madeira quebraste. Mas, em vez deles, farei canzis de ferro. Porque assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Jugo de ferro pus sobre o pescoço de todas estas nações, para servirem a Nabucodonosor, rei da Babilônia; e o servirão. […] Disse Jeremias, o profeta, ao profeta Hananias: […] O SENHOR não te enviou, mas tu fizeste que este povo confiasse em mentiras. Pelo que assim diz o SENHOR: Eis que te lançarei de sobre a face da terra; morrerás este ano, porque pregaste rebeldia contra o SENHOR. Morreu, pois, o profeta Hananias, no mesmo ano, no sétimo mês.” (Jr 28).

“A mensagem de Deus não lisonjeia nem se curva à opinião pública. Não é sempre, nem mesmo com frequência, ‘politicamente correta’. Nem as mensagem de Deus se contradizem; as interpretações humanas da mensagem podem ser contraditórias, mas nunca a mensagem em si. A lição é que Deus nos deu não só Sua Palavra mas também motivos muito bons para confiarmos nessa Palavra, mesmo quando chegamos a partes que não entendemos ou que ofendem nossas sensibilidades. A Bíblia não nos salva, é Jesus que salva; mas Ele Se revelou a nós mais completamente nas Escrituras que em qualquer outro lugar.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – segunda-feira 20 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O mundo de Baruque.

Lições da Bíblia.

“O mundo de Baruque era construído ao redor de certas realidades políticas, econômicas e religiosas que dominavam sua nação naquele tempo. Falando politicamente, o país de Judá estava se desgastando sob o jugo da dominação babilônica. Fortes subcorrentes nacionalistas afetavam todas as áreas da sociedade. O povo queria ser livre de Babilônia. Economicamente, as coisas estavam indo bastante bem, pelo menos para um setor da população que enriquecia mediante a exploração dos pobres. E, claro, havia o sistema religioso do antigo Judá, que devia formar o fundamento de toda a sociedade.”

O povo enfrentava problemas cruciais no campo moral e espiritual: “Palavra que da parte do SENHOR foi dita a Jeremias: Põe-te à porta da Casa do SENHOR, e proclama ali esta palavra, e dize: Ouvi a palavra do SENHOR, todos de Judá, vós, os que entrais por estas portas, para adorardes ao SENHOR. Assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Emendai os vossos caminhos e as vossas obras, e eu vos farei habitar neste lugar. Não confieis em palavras falsas, dizendo: Templo do SENHOR, templo do SENHOR, templo do SENHOR é este. Mas, se deveras emendardes os vossos caminhos e as vossas obras, se deveras praticardes a justiça, cada um com o seu próximo; se não oprimirdes o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, nem derramardes sangue inocente neste lugar, nem andardes após outros deuses para vosso próprio mal, eu vos farei habitar neste lugar, na terra que dei a vossos pais, desde os tempos antigos e para sempre. Eis que vós confiais em palavras falsas, que para nada vos aproveitam. Que é isso? Furtais e matais, cometeis adultério e jurais falsamente, queimais incenso a Baal e andais após outros deuses que não conheceis, e depois vindes, e vos pondes diante de mim nesta casa que se chama pelo meu nome, e dizeis: Estamos salvos; sim, só para continuardes a praticar estas abominações! Será esta casa que se chama pelo meu nome um covil de salteadores aos vossos olhos? Eis que eu, eu mesmo, vi isto, diz o SENHOR.” (Jer. 7:1-11).

“O nome Baruque significa ‘aquele que é abençoado’, e Baruque parecia ser mesmo abençoado. Ele era escriba, o que significava que ele era altamente educado. Ele parece ter vindo de uma família de escribas, e tinha as conexões familiares corretas.”

“Exatamente como Baruque foi atraído para o serviço do sacerdote e profeta Jeremias, não sabemos. Talvez fosse a solidez da relação de Jeremias com Deus que haja atraído Baruque a ele. Realmente, o ideal social, político e econômico que Jeremias pregava está firmemente arraigado na revelação de Deus. Jeremias não tinha medo de se erguer em defesa da Palavra de Deus, mesmo quando fazer isso era considerado politicamente incorreto. Em suas visões, Jeremias alcançou uma compreensão sem igual sobre a falibilidade das estruturas em que sua sociedade confiava, e foi chamado pelo Senhor para advertir o povo mostrando-lhe aonde suas ações os levariam se não mudasse seus caminhos. Talvez fosse o desejo de fazer parte disso que tenha levado Baruque a seu papel especial.”

“Como essas palavras Jeremias 7:1-11 podem se aplicar a você, em sua experiência com o Senhor? Que coisas em sua vida precisam ser emendadas? Em que ‘palavras falsas’ você pode também estar confiando? Com que outros ‘deuses’ você pode estar caminhando? Quão aberto e honesto consigo mesmo você está disposto a ser ao confrontar essas perguntas?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – domingo 19 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Baruque: Legado em um mundo em pedaços.

Lições da Bíblia.

“À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (Isaías 8:20).

“Como escriba de Jeremias, Baruque escreveu e leu publicamente muitas das mensagens de Jeremias. Ele também partilhou do sofrimento do servo de Deus, como somos todos chamados a fazer. Deus é digno de confiança, especialmente durante períodos de aflição e circunstâncias difíceis.”

“Como Baruque sabia, o mundo estava chegando ao fim. Jerusalém e Judá estavam em seus últimos momentos. A Assíria, que dominara o antigo Oriente Próximo por mais de duzentos anos, estava dividida interiormente, envolvida em guerra civil e perdendo seu domínio sobre os estados vassalos. Enquanto isso, uma nova superpotência estava no horizonte: Babilônia. Por um pouco de tempo, Judá teve algum repouso e, sob o bom rei Josias (640-609 a.C.), a nação conseguiu expandir seu território e renovar seu compromisso de adoração ao Deus verdadeiro. Porém, com a mudança da maré no fim do sétimo século a.C., o tempo estava se esgotando para Jerusalém. O rei Josias morreu em batalha contra os egípcios (2Rs 23:29). Seus filhos, que reinaram depois dele, não tiveram o mesmo status que o pai e se rebelaram repetidamente contra Babilônia, um erro fatal. Finalmente, em 586 a.C., Jerusalém foi tomada, o templo, destruído, e muitos judeus foram levados cativos.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sábado 18 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF