O coração do Criador

Lições da Bíblia.

“O relato da semana da criação é extraordinário. Dia após dia, o Criador trouxe à existência, por meio da palavra, os sistemas de vida e as formas de vida que continuam a surpreender os cientistas. Até mesmo Deus Se referiu à extrema alegria desse momento.”

“3. Como Deus expressou a Jó a emoção que fez parte da criação da Terra?” “Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Dize-mo, se tens entendimento. Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel? Sobre que estão fundadas as suas bases ou quem lhe assentou a pedra angular, quando as estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus?” (Jó 38:4-7). “Deus afirmou que lançou os fundamentos da Terra, colocou suas medidas e estendeu o cordel sobre ela quando tudo foi criado. Nessa ocasião os anjos e outros filhos de Deus se alegraram e cantaram.”

“Uma sugestão da alegria no coração do Criador na primeira semana também pode ser encontrada em Gênesis 1:2: ‘O Espírito de Deus Se movia sobre a face das águas’. Estudiosos da Bíblia apreciam cada vez mais a fina arte literária do Pentateuco (os cinco primeiros livros da Bíblia), escrito por Moisés. Nesse exemplo, em que Moisés descreve o Espírito de Deus ‘pairando’ sobre a face das águas, no começo da semana da criação, ele deliberadamente escolheu uma palavra que usaria apenas mais uma vez, em Deuteronômio 32. Esse capítulo é parte de seu sermão de despedida ao povo de Israel.”

“4. Em que contexto Moisés usou a palavra ‘pairar’ pela segunda vez?” “Achou-o numa terra deserta e num ermo solitário povoado de uivos; rodeou-o e cuidou dele, guardou-o como a menina dos olhos. Como a águia desperta a sua ninhada e voeja sobre os seus filhotes, estende as asas e, tomando-os, os leva sobre elas,” (Dt 32:10-11). “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes!” (Mat. 23:37). “No contexto do cuidado de Deus por Seu povo no deserto. Como a águia protege e carrega seus filhotes, Deus nos ampara. Jesus cuida de Seu povo como a galinha cuida de seus filhotes.”

“Pense em como as aves mães amorosamente preparam o ninho para seus filhotes. Então, imagine essas aves pairando sobre seus filhotes, trazendo-lhes comida e depois lhes ensinando a voar. Moisés, que tinha tomado conta de ovelhas durante 40 anos, deve ter visto esse fenômeno natural acontecer a cada primavera, e isso o fez pensar no terno cuidado de Deus. Sob inspiração, ele descreveu as mesmas emoções no coração do Espírito Santo, enquanto nosso ‘ninho’ humano estava sendo construído.”

“Em contraste com os vários modelos evolutivos que retratam nossa criação como obra de forças competindo violentamente umas com as outras, no relato da criação tudo revela um Deus que ama Suas criaturas, que Se preocupa com elas, e que propositadamente e cuidadosamente as concebeu. Não há nada impessoal acerca da criação, nada destituído de emoção, nada sem propósito. O amor estava ali, no início da semana da criação. Que contraste com a evolução, que ensina que o amor surgiu de alguma forma, mas somente depois de bilhões de anos de violência egoísta! O amor motivou a criação, e o amor estará lá quando for recriada esta versão danificada da criação.”

“Pense nas maravilhas da natureza. Como você vê o incrível amor de Deus manifestado nelas?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 09 de janeiro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Semana da criação

Lições da Bíblia.

“1. Existe possibilidade de estabelecer um acordo entre a Bíblia e a evolução darwinista, com base nas primeiras palavras das Escrituras?” “No princípio, criou Deus os céus e a terra.” (Gn. 1:1). “Não, porque a Bíblia é clara, incisiva e definitiva ao dizer que Deus planejou e executou a criação.”

“O livro de Gênesis começa com Deus em ação como criador. Não é dada nenhuma explicação nem introdução sobre Deus. Nenhum dos escritores da Bíblia pensou que Deus precisasse de uma apresentação. A coisa mais próxima de uma prova da existência de Deus poderia ser o sentimento do salmista: ‘Diz o tolo em seu coração:’ ‘Deus não existe’ (Sl 14:1, NVI).”.

“Estudiosos têm notado uma incrível maestria, não apenas no ato da criação em si, mas na forma pela qual é apresentada na Bíblia. Gênesis 1:2 indica as condições básicas em que as divinas obras-primas materiais são organizadas: ‘A Terra era sem forma e vazia’ (RC). Nos primeiros três dias Ele ‘formou’ o que era ‘sem forma’. Nos três dias seguintes Ele ‘preencheu’ o que havia sido vazio ou ‘desocupado’.”

“Em outras palavras, a luz criada no primeiro dia é preenchida ou completada no quarto dia, com as grandes luzes do sol e da lua (e “também as estrelas”, Gn 1:16) [‘Fez Deus os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas.’ Gn 1:16]. O ar e a água que haviam sido o foco no segundo dia foram preenchidas com os pássaros e as criaturas da água, no quinto dia [‘E disse Deus: Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento e separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o firmamento. E assim se fez. E chamou Deus ao firmamento Céus. Houve tarde e manhã, o segundo dia.’ Gn 1:6-8; ‘Disse também Deus: Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus. Criou, pois, Deus os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam, os quais povoavam as águas, segundo as suas espécies; e todas as aves, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom. E Deus os abençoou, dizendo: Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei as águas dos mares; e, na terra, se multipliquem as aves. Houve tarde e manhã, o quinto dia.’ Gn 20-23). A terra seca, antes separada das águas foi, em seguida, preenchida com vegetação no terceiro dia [‘Disse também Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca. E assim se fez. À porção seca chamou Deus Terra e ao ajuntamento das águas, Mares. E viu Deus que isso era bom. E disse: Produza a terra relva, ervas que deem semente e árvores frutíferas que deem fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nele, sobre a terra. E assim se fez. A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie e árvores que davam fruto, cuja semente estava nele, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom. Houve tarde e manhã, o terceiro dia.’ Gn 1:9-13], e completada com os animais terrestres e os seres humanos no sexto dia. Por fim, tudo foi declarado ‘muito bom’ e, então, majestosamente comemorado no sétimo dia pelo próprio Deus. [‘Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.’ Gn 2:1-3].”

“A questão é: nada nesses textos deixa qualquer indicação de que algo foi deixado ao acaso. Ao contrário, os textos ensinam o oposto: tudo foi meticulosamente planejado e executado.”

“2. Que pessoas também acreditavam no relato bíblico da criação?” Jesus Cristo: “Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher” (Mt 19:4). Moisés: “Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.” (Ex. 20:8-11). O apostolo Paulo: “Porque, primeiro, foi formado Adão, depois, Eva.” (1 Tim. 2:13). E o profeta Isaías: “Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais ele chama pelo nome; por ser ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar.” (Is 40:26).

“Tudo na Bíblia atesta o fato de que o Senhor criou o mundo, trazendo-o à existência por meio de Sua palavra, como está descrito em Gênesis 1 e 2. As Escrituras não nos deixam liberdade para interpretação nesse assunto. Podemos escolher a criação, ou a evolução, mas a honestidade não permite a fusão dos dois. Os próprios textos não nos deixam essa opção.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – domingo 08 de janeiro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

No princípio

Lições da Bíblia.

“NEle, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a Terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dEle e para Ele” (Cl 1:16).

Pensamento-chave: A doutrina da criação em seis dias literais é fundamental para tudo que acreditamos.

“A crença na história bíblica da criação afeta não somente nossa aceitação de um Deus Criador Todo-poderoso, mas também nossa maneira de compreender o sábado, a cruz, a ressurreição, e muitas outras doutrinas.”

“É difícil imaginar duas visões mais diferentes das origens do que o modelo bíblico da criação e o modelo ateístico da evolução. O primeiro apresenta uma criação planejada, ponderada, calculada, sem deixar absolutamente nada ao acaso. Em contrapartida, o modelo evolucionista é totalmente voltado ao casual. Além disso, no relato bíblico, tudo foi criado com um propósito. Deus tinha um objetivo final, que os gregos chamavam de telos, uma finalidade para o que Ele criou. Por outro lado, a evolução funciona com base na premissa de que não há alvo final, nenhuma força impelida por um propósito motivando o processo evolutivo. Mutação aleatória e seleção natural (produtos do acaso) operam juntos cegamente, mantendo o que funciona e descartando o que não funciona. O relato bíblico ensina que os seres humanos foram feitos à imagem de Deus. A evolução ensina que eles foram feitos à imagem de qualquer primata que tenha precedido o homo sapiens.”

“Nesta semana, estudaremos a doutrina bíblica da criação e veremos de que maneira ela estabelece o fundamento de toda verdade bíblica que se segue. Se compreendermos a criação de modo equivocado, provavelmente entenderemos muitas outras coisas de forma errada. Por isso é tão importante o ensino do que cremos como adventistas do sétimo dia.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 07 de janeiro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Deus Conosco

Lições da Bíblia.

"Ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus conosco)." Mat. 1:23. O brilho do "conhecimento da glória de Deus" vê-se "na face de Jesus Cristo". Desde os dias da eternidade o Senhor Jesus Cristo era um com o Pai; era "a imagem de Deus", a imagem de Sua grandeza e majestade, "o resplendor de Sua glória". Foi para manifestar essa glória que Ele veio ao mundo. Veio à Terra entenebrecida pelo pecado, para revelar a luz do amor de Deus, para ser "Deus conosco". Portanto, a Seu respeito foi profetizado: "Será o Seu nome Emanuel." Isa. 7:14.

Vindo habitar conosco, Jesus devia revelar Deus tanto aos homens como aos anjos. Ele era a Palavra de Deus – o pensamento de Deus tornado audível. Em Sua oração pelos discípulos, diz: "Eu lhes fiz conhecer o Teu nome" – misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade – "para que o amor com que Me tens amado esteja neles, e Eu neles esteja" João 17:23. Mas não somente a Seus filhos nascidos na Terra era feita essa revelação. Nosso pequenino mundo é o livro de estudo do Universo. O maravilhoso desígnio de graça do Senhor, o mistério do amor que redime, é o tema para que "os anjos desejam bem atentar", e será seu estudo através dos séculos sem-fim. Mas os seres remidos e os não caídos encontrarão na cruz de Cristo sua ciência e seu cântico. Ver-se-á que a glória que resplandece na face de Jesus Cristo é a glória do abnegado amor. À luz do Calvário se patenteará que a lei do amor que renuncia é a lei da vida para a Terra e o Céu; que o amor que "não busca os seus interesses" (I Cor. 13:5) tem sua fonte no coração de Deus; e que no manso e humilde Jesus se manifesta o caráter dAquele que habita na luz inacessível ao homem. (Ellen G. White, O desejado de todas as nações, p. 19-20).

Pergunta para reflexão: João 8:58 diz: “Respondeu Jesus: ‘Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou!’” (NVI) Como esse texto revela poderosamente a plena divindade de Cristo?

“Resumo: Se quisermos aprofundar nosso amor pelo grande Deus infinito a quem servimos e ser levados a adorá-Lo, devemos primeiramente tentar entender o que Ele nos diz sobre Si mesmo. A Trindade é um mistério, mas nas Escrituras ‘mistérios’ são verdades profundas que um Deus infinito nos revela em nível finito. Assim, somente de joelhos dobrados podemos ter confiança ao falar de Deus.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 06 de janeiro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Trindade e salvação

Lições da Bíblia.

“O evangelho de João dá uma atenção direta e consciente à natureza única de Deus. João parece estar plenamente consciente da unicidade, e não obstante, ‘trindade’ de Deus.”

“11. Leia as palavras de Cristo nos capítulos 14 a 16 de João e conte o número de referências às três pessoas da Divindade. Como essas passagens nos ajudam a entender a realidade dessa importante verdade?” Alguns exemplos, disse Jesus: “Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes disse.” (Jo 14:26 NVI). “Quando vier o Conselheiro, que eu enviarei a vocês da parte do Pai, o Espírito da verdade que provém do Pai, ele testemunhará a meu respeito.” (Jo 15:26 NVI). “Tudo o que pertence ao Pai é meu. Por isso eu disse que o Espírito receberá do que é meu e o tornará conhecido a vocês.” (Jo 16:15 NVI). “Existem cerca de 275 referências as três pessoas da divindade, incluindo substantivos e pronomes (195 referências ao Filho, 55 referências ao Espírito Santo), o que confirma a realidade e a evidência da Trindade”

“Essa passagem do evangelho de João é a mais extensa concentração de referências ao Deus de três pessoas coiguais. Aqui, a dinâmica entre as pessoas da Trindade aparece repetidamente. A doutrina da Trindade, longe de ser uma especulação abstrata, é a conclusão inevitável que vem de um estudo sistemático das Escrituras.”

“De especial importância nesse contexto é a divindade de Cristo. Se Jesus não fosse plenamente Deus, então tudo o que tivemos foi o Senhor transferindo para outra pessoa o castigo pelos nossos pecados, em lugar de assumir a responsabilidade. O ponto central do evangelho é que o próprio Deus estava na cruz suportando os pecados do mundo. Qualquer coisa menos do que isso despojaria a expiação de tudo que a tornou tão poderosa e eficaz.”

“Pense nisto: se Jesus fosse apenas um ser criado, e não plenamente Deus, então, sendo uma criatura, como Ele poderia suportar toda a ira de Deus contra o pecado? Qual ser criado, não importando sua posição exaltada, poderia salvar a humanidade da violação da santa lei de Deus? Se Jesus não fosse divino, a lei de Deus não seria tão sagrada como o próprio Deus, porque a violação dela seria algo que um ser criado pudesse expiar. A lei apenas seria tão sagrada como aquele ser criado, e não tão sagrada como o Criador. O próprio pecado não seria tão mau se tudo que ele exigisse fosse a morte de uma criatura e não a do Criador para expiá-lo. O fato de ter sido necessário o próprio Deus, na pessoa de Cristo, para sanar o pecado, apresenta forte evidência da gravidade do pecado.”

“Além disso, nossa segurança de salvação por meio do que Cristo fez por nós e não por nossas obras, vem do fato de que o próprio Deus pagou a penalidade pelos nossos pecados. O que poderíamos fazer para acrescentar a isso? Se Cristo fosse criado, talvez pudéssemos acrescentar algo. Mas, com Deus, o Criador, sacrificando a Si mesmo pelos nossos pecados… seria quase uma blasfêmia acreditar que pudéssemos fazer algo para complementar esse sacrifício. Assim, se Cristo não fosse divino, a expiação teria sido fatalmente comprometida.”

“Pense por um momento: o Criador do Universo morreu em seu lugar, ocupando sua posição, para que você tivesse a promessa da vida eterna nEle. Como você pode obter esperança e certeza dessa incrível verdade? À luz dessa realidade, o que mais importa realmente?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 05 de janeiro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Unidade e igualdade

Lições da Bíblia.

“Por mais clara que a Bíblia seja no sentido de que Deus é um (echad), ela também fala sobre a pluralidade das pessoas da Divindade. Ao longo dos séculos os eruditos e estudantes da Bíblia têm visto em muitos textos do Antigo Testamento uma poderosa evidência da natureza plural de Deus. Essa verdade, como acontece com muitas outras, é revelada de maneira mais plena no Novo Testamento.”

“8. Como a pluralidade de Deus é revelada em Gênesis 1:26, 27?” “Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” (Gn 1:26-27). “Deus se referiu a Si mesmo como mais de uma pessoa, ao usar o plural: ‘Façamos’, ‘nossa imagem’, ‘nossa semelhança’.”

“Esse emparelhamento de plural e singular ao se referir a Deus também ocorre em Gênesis 11:7, 8, na edificação da torre de Babel [‘Venham, desçamos e confundamos a língua que falam, para que não entendam mais uns aos outros. Assim o Senhor os dispersou dali por toda a terra, e pararam de construir a cidade.’ NVI]. Deus falou novamente. O ‘Senhor’ é mencionado, mas Ele fala como um que faz parte de um grupo (‘Venham, desçamos’).”

“9. De que forma a pluralidade do ‘Senhor’ é revelada em Isaías 6:8?” “Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim.” (Is 6:8). “Deus usa o plural ao perguntar: ‘Quem há de ir por nós?’.”

“No Novo Testamento, como o sermão de Pedro no Pentecostes exaltou Jesus dentro da Divindade? ‘Exaltado, pois, à destra de Deus, tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vedes e ouvis.’ (At 2:33). Pedro, um devoto judeu monoteísta, consequentemente acreditava em apenas um Deus. Apesar disso, ele proclamou a plena divindade de Cristo, que estava no Céu. Em sua carta aos exilados judeus da dispersão, Pedro novamente apresentou evidência da natureza trinitária de Deus. ‘Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos eleitos que são forasteiros da Dispersão no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia, eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo, graça e paz vos sejam multiplicadas. Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos,’ (1 Pe 1:1-3).”

“10. Com que palavras Paulo incluiu a pluralidade de Deus em sua descrição do processo de salvação?” “Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio. Mas aquele que nos confirma convosco em Cristo e nos ungiu é Deus, que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração.” (2 Cr. 1:20-22). “(13-12) Todos os santos vos saúdam. (13-13) A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós.” (2 Cr 13:13-14). “As três pessoas aparecem: ‘Aquele que nos confirma […] em Cristo […] é Deus, que nos selou e nos deu o penhor do Espírito […]’.”

“Com nossa mente finita e caída, esse ensino não é fácil de compreender completamente. Mas que importa isso? Estamos lidando aqui com a natureza de Deus, o criador do Universo! Como seria tolo pensar que poderíamos compreendê-Lo na Sua plenitude, especialmente quando, como humanos, não entendemos ‘plenamente’ a maior parte das coisas. Pense até mesmo nas coisas mais ‘simples’ que você pode imaginar. Como muitos aspectos delas permanecem fora do seu alcance? Quanto mais verdadeiramente isso ocorre com algo tão grandioso como a natureza do próprio Deus?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 04 de janeiro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O Espírito Santo

Lições da Bíblia.

“Se Deus pode ser ‘um’, com as duas pessoas do Pai e do Filho, acrescentar a terceira Pessoa da Trindade não deve particularmente adicionar dificuldade. Estamos falando aqui sobre o Espírito Santo.”

“6. O que Gênesis 1:2 fala sobre o papel do Espírito Santo, que apareceu logo no começo do registro bíblico?” “A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas.” (Gên. 1:2). “O Espírito de Deis pairava sobre o abismo sem forma e vazio, participando da obra da criação da terra.”

“7. De que maneira Mateus 28:19 chama a atenção para os três membros da Divindade?” “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;” (Mt 28:19). “As pessoas devem ser batizadas em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. A conversão é obra da trindade.”

“Três pessoas da Trindade foram mencionadas quando Jesus instruiu sobre o batismo dos novos cristãos. Na verdade, essa ‘fórmula’ batismal ainda é usada na maioria dos batismos cristãos. A pessoa que escolhe seguir Jesus é batizada no ‘nome’ (singular, não plural, em grego), embora três pessoas sejam incluídas. Três seres divinos são vistos como um.”

“No batismo de Jesus, as três pessoas da Trindade apareceram juntas. Leia a descrição desse batismo em Marcos 1:9-11 [‘Naqueles dias, veio Jesus de Nazaré da Galiléia e por João foi batizado no rio Jordão. Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se e o Espírito descendo como pomba sobre ele. Então, foi ouvida uma voz dos céus: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo.’]. Ele menciona os céus ‘se abrindo’ (v. 10, NVI). A expressão teria sido mais bem traduzida como ‘rasgarem-se’ (RA). Marcos chamou a atenção para os três membros da Trindade divina, em uma incrível revelação de Deus, que afetou até a própria natureza.”

“Assim como aconteceu com Jesus, a obra do Espírito Santo foi atribuída às ações de Deus e está com elas relacionada. Considere as seguintes descrições das ações do Espírito Santo:”

“1. Ao anunciar o nascimento de Cristo, o anjo disse a Maria que seu Filho seria chamado ‘santo’, porque o Espírito Santo viria sobre ela (‘Respondeu-lhe o anjo: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus.’ Luc. 4:18).”

“2. Jesus afirmou que o Espírito do Senhor estava sobre Ele, ungindo-O para pregar (‘O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos,’ Lc 4:18).”

“3. Ele também declarou que estava expulsando demônios pelo Espírito de Deus (‘Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós.’ (Mt 12:28).”

“4. O Espírito, que deve continuar a obra de Cristo depois de Sua partida, é o outro Consolador, da mesma natureza (‘E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco,’ Jo 14:16).”

“5. Jesus soprou o Espírito Santo sobre Seus seguidores (‘E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.’ Jo 20:22).”

“6. Os novos cristãos terão o Espírito Santo habitando em seu coração (‘o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.’ Jo 14:17) e também terão a mente de Cristo (‘logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.’ Gl 2:20; ‘aos quais Deus quis dar a conhecer qual seja a riqueza da glória deste mistério entre os gentios, isto é, Cristo em vós, a esperança da glória;’ (Cl. 1:27).”

“Cristo e o Espírito Santo estão intimamente ligados, um com o ministério do outro. Além disso, há referências bíblicas que identificam o Espírito Santo como Deus. Leia Atos 5:1-11 [‘Entretanto, certo homem, chamado Ananias, com sua mulher Safira, vendeu uma propriedade, mas, em acordo com sua mulher, reteve parte do preço e, levando o restante, depositou-o aos pés dos apóstolos. Então, disse Pedro: Ananias, por que encheu Satanás teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo? Conservando-o, porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder? Como, pois, assentaste no coração este desígnio? Não mentiste aos homens, mas a Deus. Ouvindo estas palavras, Ananias caiu e expirou, sobrevindo grande temor a todos os ouvintes. Levantando-se os moços, cobriram-lhe o corpo e, levando-o, o sepultaram. Quase três horas depois, entrou a mulher de Ananias, não sabendo o que ocorrera. Então, Pedro, dirigindo-se a ela, perguntou-lhe: Dize-me, vendestes por tanto aquela terra? Ela respondeu: Sim, por tanto. Tornou-lhe Pedro: Por que entrastes em acordo para tentar o Espírito do Senhor? Eis aí à porta os pés dos que sepultaram o teu marido, e eles também te levarão. No mesmo instante, caiu ela aos pés de Pedro e expirou. Entrando os moços, acharam-na morta e, levando-a, sepultaram-na junto do marido. E sobreveio grande temor a toda a igreja e a todos quantos ouviram a notícia destes acontecimentos.’]. Como esse incidente nos ajuda a compreender a divindade do Espírito Santo?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 03 de janeiro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A divindade de Cristo

Lições da Bíblia.

“Adivindade do Pai raramente é discutida, se é que isso acontece. Os que questionam a Trindade geralmente desafiam a divindade de Cristo. Fosse Cristo qualquer outra coisa, exceto eterno e totalmente divino, o plano da salvação teria sido profundamente prejudicado (veja a lição de quinta-feira).”

“4. Paulo havia sido um rígido fariseu. O que ele falou sobre a divindade de Cristo?” “pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus;” (Filip. 2:6). “Embora sempre tenha sido Deus e nunca tenha perdido a divindade, Jesus Se tornou humano e não se apegou à igualdade com Deus.”

“Para um fariseu alicerçado no ensino do Antigo Testamento acerca da unicidade de Deus, essa foi uma afirmação surpreendente, porque revelou o profundo compromisso de Paulo com o conceito da divindade de Cristo.”

“O livro de Hebreus, escrito para judeus que eram vigorosos monoteístas, assim como Paulo, contém fortes declarações ressaltando a divindade do Filho de Deus. Em Hebreus 1:8, 9 a natureza divina de Cristo é revelada poderosa e explicitamente.” “mas acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; e: Cetro de equidade é o cetro do seu reino. Amaste a justiça e odiaste a iniquidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria como a nenhum dos teus companheiros.” (Heb. 1:8-9).

“O aspecto mais importante na revelação da divindade de Cristo é a autoconsciência de Jesus. Ele não marchava pelas ruas de Jerusalém com um coro triunfal proclamando Sua divindade. No entanto, os quatro evangelhos incluem muitos fios de evidências que revelam que era assim que Ele reconhecia a Si mesmo. Repetidamente, Jesus afirmava possuir o que corretamente pertencia apenas a Deus: Ele falava dos anjos de Deus como Seus anjos (Mt 13:41); alegava perdoar pecados (Mc 2:5-10) e reivindicava o poder de julgar o mundo (Mt 25:31-46). Quem, senão Deus, poderia legitimamente fazer isso?”

“5. Por que Jesus aceitou a adoração de várias pessoas, conforme o registro dos evangelhos? O que isso significa com relação à Sua divindade?” “E os que estavam no barco o adoraram, dizendo: Verdadeiramente és Filho de Deus!” (Mt. 14:33). “E eis que Jesus veio ao encontro delas e disse: Salve! E elas, aproximando-se, abraçaram-lhe os pés e o adoraram.” (Mt. 28:9). “Então, os levou para Betânia e, erguendo as mãos, os abençoou. Aconteceu que, enquanto os abençoava, ia-se retirando deles, sendo elevado para o céu. Então, eles, adorando-o, voltaram para Jerusalém, tomados de grande júbilo;” (Lc. 24:50-52). “Ouvindo Jesus que o tinham expulsado, encontrando-o, lhe perguntou: Crês tu no Filho do Homem? Ele respondeu e disse: Quem é, Senhor, para que eu nele creia? E Jesus lhe disse: Já o tens visto, e é o que fala contigo. Então, afirmou ele: Creio, Senhor; e o adorou.” (João 9:35-38). (Compare suas ações com as de Paulo em Atos 14:8-18). ”Em Listra, costumava estar assentado certo homem aleijado, paralítico desde o seu nascimento, o qual jamais pudera andar. Esse homem ouviu falar Paulo, que, fixando nele os olhos e vendo que possuía fé para ser curado, disse-lhe em alta voz: Apruma-te direito sobre os pés! Ele saltou e andava. Quando as multidões viram o que Paulo fizera, gritaram em língua licaônica, dizendo: Os deuses, em forma de homens, baixaram até nós. A Barnabé chamavam Júpiter, e a Paulo, Mercúrio, porque era este o principal portador da palavra. O sacerdote de Júpiter, cujo templo estava em frente da cidade, trazendo para junto das portas touros e grinaldas, queria sacrificar juntamente com as multidões. Porém, ouvindo isto, os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgando as suas vestes, saltaram para o meio da multidão, clamando: Senhores, por que fazeis isto? Nós também somos homens como vós, sujeitos aos mesmos sentimentos, e vos anunciamos o evangelho para que destas coisas vãs vos convertais ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles; o qual, nas gerações passadas, permitiu que todos os povos andassem nos seus próprios caminhos; contudo, não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria. Dizendo isto, foi ainda com dificuldade que impediram as multidões de lhes oferecerem sacrifícios.” (Atos 14:8-18). “Aceitou a adoração porque entendia que era correta. “No entanto, Paulo, que realizou obras semelhantes às de Jesus, não se considerou digno de adoração.”

“Em Seu julgamento, uma acusação contra Jesus foi que Ele afirmava ser o Filho de Deus (‘Responderam-lhe os judeus: Temos uma lei, e, de conformidade com a lei, ele deve morrer, porque a si mesmo se fez Filho de Deus.’ Jo 19:7; ‘Jesus, porém, guardou silêncio. E o sumo sacerdote lhe disse: Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste; entretanto, eu vos declaro que, desde agora, vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu. Então, o sumo sacerdote rasgou as suas vestes, dizendo: Blasfemou! Que necessidade mais temos de testemunhas? Eis que ouvistes agora a blasfêmia!’ Mt. 26:63-65). Se Jesus não considerasse a Si mesmo como Deus, essa teria sido a oportunidade crucial para corrigir essa ideia ‘equivocada’. No entanto, Ele não o fez. Na verdade, foi em Seu julgamento, diante de Caifás, que Ele afirmou Sua própria divindade sob juramento. Assim, temos poderosa evidência bíblica da divindade de Cristo.”

“Separe algum tempo para meditar sobre a vida de Jesus e, ao fazer isso, focalize o fato de que Ele era Deus, o Criador do Universo. O que isso nos diz sobre o amor de Deus pelo mundo? Por que você deve obter muito conforto e esperança dessa maravilhosa verdade?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 02 de janeiro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF