Nossa mensagem profética

Lições da Bíblia.

“Vi outro anjo voando pelo meio do Céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o Céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap 14:6, 7).

“A mensagem do juízo em Daniel 7 e 8 está relacionada diretamente com o cenário do grande conflito descrito em Apocalipse 12–14, onde encontramos as mensagens dos três anjos, que contêm os temas da criação, juízo e evangelho (Ap 14:6-12). Esse texto apresenta o urgente chamado final a fim de que as pessoas se preparem para a segunda vinda de Jesus.”

“A mensagem do primeiro anjo é realmente o ‘evangelho eterno’, porque é a mesma verdade que os apóstolos pregaram quando disseram que as pessoas deviam se converter dessas coisas vãs ‘ao Deus vivo, que fez o Céu, a Terra, o mar e tudo o que há neles’ (At 14:15; compare com At 4:24). Realçando a importância da mensagem está o fato de que, no livro do Apocalipse, a palavra evangelho aparece somente nesse verso. Seja qual for a nossa pregação sobre os eventos finais, devemos assegurar que o ‘evangelho’ esteja no centro dela.”

Sábado, 07 de novembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES, veja sua versão original no site da Casa Publicadora Brasileira (CPB).

O Dia da Expiação escatológico – Estudo adicional

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Leia de Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 409-422: ‘O Santuário Celestial, Centro de Nossa Esperança?’, p. 423-432: ‘Quando Começa o Julgamento Divino’.”

“Em Daniel 9:24-27, o início das setenta semanas é marcado pela ‘saída da ordem para restaurar e edificar Jerusalém’ (Dn 9:25). Esdras relata a respeito de três decretos relacionados a Jerusalém e ao templo, mas apenas o terceiro (Esdras 7:12-26) é o mais eficaz. O rei persa Artaxerxes I emitiu o decreto em 457 a.C. Ele envolvia tanto a reconstrução do templo quanto a edificação de Jerusalém como centro político e administrativo (Ed 7:25, 26). Apenas esse decreto é seguido por ação de graças pela influência divina sobre o rei (Ed 7:27, 28). Somente tendo 457 a.C. como ponto de partida, as 70 semanas (490 anos) atingem o tempo de Cristo, o ‘Ungido’, o ‘Príncipe’ de Daniel 9:25-27. A profecia das setenta semanas apresenta o evento exato para datar o início das duas mil e trezentas tardes e manhãs. Elas começam em 457 a.C. e terminam depois de dois mil e trezentos anos, em 1844 d.C.”

2300 tardes e manhãs

Perguntas para reflexão

“1. Obtenha uma explicação mais detalhada da ligação entre Daniel 8:14 e a profecia de Daniel 9:24-27. O que essa ligação revela sobre a importância de Daniel 8:14?’

“2. ‘O assunto do santuário e do juízo de investigação, deve ser claramente compreendido pelo povo de Deus […]. Caso contrário, será impossível exercerem a fé que é essencial neste tempo […]’ (O Grande Conflito, p. 488). O que ela quis dizer com essas palavras? Por que é tão importante entender essas coisas?

“3. Daniel 7 e 8 lidam unicamente com Roma, e nada mais. Não com o comunismo (como alguns disseram no passado) nem com o Islã (como alguns dizem). Como podemos permanecer fiéis à Bíblia sem ofender outras pessoas? Por que devemos mostrar que nossa preocupação é com um sistema e não com as pessoas envolvidas nele?’

Sexta-feira, 06 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Daniel 8 e 9

Lições da Bíblia.

“A palavra para visão (em hebraico chazon), na pergunta de Daniel 8:13, se refere a toda a visão de Daniel 8:3-11 (veja Dn 8:1, 2, 13, 15) e inclui o tempo da Média-Pérsia (carneiro), Grécia (bode) e Roma papal (chifre pequeno). Quando a duração da visão é dada como ‘duas mil e trezentas tardes e manhãs’, devemos, portanto, entender que a visão se estende do tempo da Média-Pérsia até o tempo do fim. O texto enfatiza repetidamente que a visão se refere ao ‘tempo do fim’ (Dn 8:17, 19) e ‘a dias ainda mui distantes’ (Dn 8:26). Devido à sua extensão, um período literal de dois mil e trezentos dias não é de modo nenhum suficiente para cobrir o período de tempo da visão. Portanto, é preciso interpretá-la pelo princípio do dia-ano como sendo dois mil e trezentos anos, seguindo o exemplo de Ezequiel 4:5, 6 e Números 14:34.”

“A questão permanece: Quando os dois mil e trezentos anos começam?”

“Estudiosos da Bíblia, tanto judeus quanto cristãos, têm visto uma forte ligação entre Daniel 8:14 e 9:24-27, vista há muito tempo como uma poderosa profecia apontando para a vinda do Messias, Jesus.”

“5. Leia Daniel 9:24-27. O que acontece nesses versos? Qual é a relação entre esses eventos e Daniel 8:14?” “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniquidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos. Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas. Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele.” (Daniel 9:24-27 RA). “A profecia das 70 semanas ou 490 anos, período inicial da profecia das 2.300 tardes e manhãs. Esse período foi separado para que o povo judeu aceitasse a salvação em Jesus Cristo. Do contrário, perderia seus privilégios especiais.”

“Embora a palavra ‘visão’ (chazon) refira-se a toda a profecia de Daniel 8, outra palavra, mareh, traduzida como ‘visão’, aponta especificamente para a ‘visão [mareh] das tardes e manhãs’ (Dn 8:26). É essa mareh [visão], dos dois mil e trezentos dias, que Daniel não entendeu (Dn 8:27). O anjo havia explicado todo o restante.”

“Vários anos depois, o mesmo anjo, Gabriel, apareceu a Daniel para lhe dar uma mensagem a fim de que ele pudesse entender a visão [mareh] dos dois mil e trezentos dias (Dn 9:23). A profecia das setenta semanas nos ajuda a compreender o elemento de tempo profético de Daniel 8:14. O verbo ‘decretado’ [determinado], no início de Daniel 9:24, e que é melhor traduzido como ‘dividido’ ou ‘cortado’, sugere especificamente que as setenta semanas fazem parte do período maior de dois mil e trezentos dias. Assim, a profecia das setenta semanas é ‘cortada’ da profecia maior de dois mil e trezentos dias de Daniel 8:14. Isso nos dá o ponto de partida para o período profético descrito em Daniel 8:14.”

Quinta-feira, 05 de novembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Dia da Expiação em Daniel 8

Lições da Bíblia.

“4. Como resultado do Dia da Expiação, o que ocorrerá com o povo de Deus e com o chifre pequeno?” ”O povo de Deus será libertado e restaurado à sua legítima condição, enquanto o chifre pequeno será destruído.”

“O alvo do ataque do chifre pequeno é o santuário celestial de Deus e Seu povo. O que o futuro reserva para eles? Essa é a pergunta de Daniel 8:13 [‘Depois ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão relativamente ao holocausto contínuo e à transgressão assoladora, e à entrega do santuário e do exército, para serem pisados?’]. No entanto, somente o Dia da Expiação pode trazer o santuário e o povo de Deus de volta à sua legítima condição e, assim, justificar o procedimento divino. Portanto, a resposta em Daniel 8:14 [‘Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado.’] deve ser uma atividade do Dia da Expiação. Na verdade, o Dia da Expiação é o único dia sagrado que mostra a mesma combinação de temas importantes conforme apresentados no clímax da visão de Daniel 8: simbolismo do santuário, purificação do santuário e das pessoas, juízo e criação. Há também vários termos em Daniel 8 que fazem alusão ao Dia da Expiação. O chifre pequeno atua em ‘rebelião’ (Dn 8:12, 13), um termo que ocorre especificamente em Levítico 16:16, 21. Esse termo descreve um pecado desafiador, e somente no Dia da Expiação o santuário pode ser purificado desse pecado. A palavra santo (Qodesh) liga explicitamente Daniel 8:14 com Levítico 16, onde ela ocorre para designar o lugar santíssimo (Lv 16:2, 3, 16, 17, 20, 23, 27, 33). O fato de que o ‘santo’ é restaurado ao seu lugar de direito faz-nos lembrar o Dia da Expiação, quando o ‘santo’ era purificado da ‘rebelião’ (Lv 16:16). O uso específico das imagens de animais, do carneiro e do bode, também é uma alusão ao Dia da Expiação (Lv 16:5), assim como a designação adicional do bode como ‘peludo’ (Dn 8:21), descrição utilizada para os dois bodes no Dia da Expiação.”

“A guerra travada pelo chifre pequeno no reino da religião é combatida e interrompida pela intervenção divina realizada no contexto do Dia da Expiação escatológico. Por fim, o terror encontrará seu fim, e o povo de Deus, a verdadeira adoração e o santuário serão restaurados à sua legítima posição. Em última análise, o próprio Deus será vindicado. Como Deus demonstrava no Dia da Expiação que Ele é justo em Seus procedimentos e julgamentos, perdoando fiéis e condenando desleais e rebeldes, assim o Dia da Expiação escatológico comprovará que Deus é justo quando salva e quando pune.”

“Entre as coisas que aprendemos com Daniel 8:14, está o fato de que, mesmo depois de todos esses séculos, o Senhor não Se esqueceu de Suas promessas, e que Ele punirá o mal e recompensará Seus santos. Como você pode se apegar a essas promessas, especialmente nos momentos de provação? Afinal, sem elas, que esperança você teria?”

Quarta-feira, 04 de novembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Restauração do santuário

Lições da Bíblia.

“3. Leia Daniel 8:14. O que acontece no fim das ‘duas mil e trezentas tardes e manhãs’?” “Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” (Daniel 8:14 RA). ”O santuário é purificado. A mensagem da salvação em Cristo é restaurada no coração das pessoas.”

“A expressão ‘tardes e manhãs’ reflete a linguagem do relato da criação; portanto significa um dia (Gn 1:5, 8, etc.). Isso implica que Deus, usando Seu poder criador, combaterá as atividades destrutivas do chifre pequeno e seu exército. De acordo com o requerimento da pergunta de Daniel 8:13, o Criador provoca uma mudança na condição prevalecente.

“A resposta em Daniel 8:14 pode ser lida assim: ‘Até duas mil e trezentas tardes­manhãs, então o santo [santuário] será restaurado [purificado]’. Um estudo dos termos paralelos a ‘restaurar’ (a partir da palavra hebraica zdq) mostra que essa palavra tem três significados principais: no contexto relacional, denota restauração (Is 10:22); no contexto do santuário, indica limpeza ou purificação (Jó 4:17; 25:4), e no contexto legal, denota vindicação (Jó 34:5). O mesmo verbo é usado para se referir à intervenção de Deus no juízo, quando os retos são vindicados, ou declarados justos (1Rs 8:32; Is 50:8). A palavra santo, usada em Daniel 8:14 (geralmente traduzida como ‘santuário’), também é usada em associação com pessoas santas (Dn 12:7). Na verdade, Daniel 8:24 deixa claro que o poder do chifre pequeno, como ocorre em Daniel 7, ataca o povo ‘santo’ de Deus.”

“Assim, a restauração do ‘santo’ (ou ‘santuário’) em Daniel 8:14 inclui a solução para todos os problemas citados anteriormente na pergunta. Não apenas será pronunciado o julgamento contra o poder do chifre pequeno, mas o santuário será purificado. O povo de Deus e Seu santuário alcançarão sua legítima condição. Isso encontra paralelo no que acontecia no Dia da Expiação (Lv 16:20, 30).”

“A obra de restauração em Daniel 8 é igual ao juízo divino em Daniel 7, onde o julgamento foi proferido em favor dos santos e contra o poder maligno do chifre pequeno.”

“O mundo precisa saber que a justiça e o juízo, como preditos em Daniel 8:14, acontecerão e que agora é o tempo de aceitar a salvação oferecida em Jesus.”

“Leia Apocalipse 14:6, 7. Como esses versos se relacionam diretamente com o juízo de Daniel 7 e a purificação do santuário em Daniel 8?” “E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” (Apocalipse 14:6-7).

Terça-feira, 03 de novembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

"Até quando?"

Lições da Bíblia.

“A presunção do chifre pequeno leva ao clamor por julgamento. Como o carneiro e o bode se engrandeceram e foram destruídos (Dn 8:4, 7, 8), igualmente o poder nele representado se exaltou (Dn 8:9-11). Por isso, vem a pergunta: ‘Até quando durará a visão?’”

“2. Quais questões específicas motivam a pergunta de Daniel 8:13?” “Depois, ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do sacrifício diário e da transgressão assoladora, visão na qual é entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados?” (Daniel 8:13 RA). “O sacrifício de Cristo foi substituído pela transgressão assoladora; o santuário e o exército de Cristo foram pisados, o que gerou perplexidade no anjo que fez a pergunta.”

“Embora a pergunta enfatize algumas atividades do chifre pequeno, talvez as mais terríveis, ela ainda inclui a extensão de toda a visão, ou seja, abrange os eventos mostrados na visão de Daniel 8.”

“Nas Escrituras, a pergunta ‘até quando?’ sempre pede pela mudança nas condições prevalecentes em determinado momento. Deus e Seus profetas a dirigem ao povo (Êx 10:3; Nm 14:27 e 1Rs 18:21). O povo também a dirige a Deus (Sl 94:3; Ap 6:10) e o anjo faz essa pergunta ao Senhor (Zc 1:12). O clamor angelical ‘até quando?’ (Dn 8:13; 12:6) é um lamento a respeito de uma aflição contínua. É um apelo por mudança e uma súplica pelo julgamento divino. Tal pergunta expressa a expectativa de que Deus finalmente triunfará.”

“Como em Zacarias 1:13, onde o Senhor respondeu com ‘palavras boas, palavras consoladoras’, a resposta para a pergunta de Daniel 8:13 surge imediatamente: ‘Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado’ (v. 14). Uma vez que entendermos a condição humana e o tempo profético em que vivemos, não podemos permanecer em silêncio. O clamor ‘até quando?’ precisa avançar. Ao olhar para o mundo, como podemos deixar de suplicar que o Senhor venha e anuncie um novo mundo, no qual ‘habita justiça’ (2Pe 3:13)? Embora Deus esteja agora atuando, como prometido em Daniel 8:14, queremos que Ele acabe com o reino do mal e volte na glória que Ele prometeu muitas vezes.”

“Você já perguntou a Deus: ‘Até quando?’ Você continua acreditando que Deus está no controle, por mais tristes que pareçam as perspectivas imediatas, e não importando ‘quando’ as coisas serão resolvidas?”

Segunda-feira, 02 de novembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O ataque do chifre pequeno

Lições da Bíblia.

“1. Leia Daniel 8, focalizando principalmente os versos 9-14 e 23-25. Qual é o alvo do ataque do poder representado pelo chifre pequeno?” “De um dos chifres saiu um chifre pequeno e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa. Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou. Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército; dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. O exército lhe foi entregue, com o sacrifício diário, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou. Depois, ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do sacrifício diário e da transgressão assoladora, visão na qual é entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados? Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” (Daniel 8:9-14 RA); “Mas, no fim do seu reinado, quando os prevaricadores acabarem, levantar-se-á um rei de feroz catadura e especialista em intrigas. Grande é o seu poder, mas não por sua própria força; causará estupendas destruições, prosperará e fará o que lhe aprouver; destruirá os poderosos e o povo santo. Por sua astúcia nos seus empreendimentos, fará prosperar o engano, no seu coração se engrandecerá e destruirá a muitos que vivem despreocupadamente; levantar-se-á contra o Príncipe dos príncipes, mas será quebrado sem esforço de mãos humanas.” (Daniel 8:23-25 RA). “A mensagem do sacerdócio de Cristo no santuário celestial. O chifre pequeno procurou substituir a verdade da salvação em Jesus pela missa, confessionário, adoração à Maria e intercessão de santos.”

“O poder representado pelo chifre pequeno interfere na adoração ao divino ‘Príncipe do exército’ (v. 11; compare com Js 5:13-15) e remove dEle (Dn 8:11, 12) ‘o diário’ (em hebraico tamid), uma palavra que se refere repetidas vezes ao sacrifício diário no ritual do santuário terrestre. Uma vez que o agente das atividades diárias [tamid] no santuário era um sacerdote, muitas vezes o sumo sacerdote, o chifre pequeno tentou usurpar o papel do (Sumo) Sacerdote, ordenar seu próprio ‘exército’ falso, e tirar ‘o diário’. Nesse caso, dado o contexto profético (durante o tempo de Roma papal), obviamente o ataque é contra o ministério sacerdotal de Cristo.”

“Esse poder usurpa as responsabilidades do Sacerdote celestial e interrompe na Terra a adoração contínua a Deus. Ele age como outro ‘capitão do exército’, fazendo uma guerra espiritual contra o divino Príncipe do Céu, Seu santuário e Seu povo. Torna-se um instrumento terrestre de Satanás. É dito que ‘grande é o seu poder, mas não por sua própria força’ (Dn 8:24). Suas atividades refletem uma guerra cósmica travada em dois níveis, o terreno e o celestial.”

“O chifre pequeno surge logo após o carneiro (Média-Pérsia) e o bode (Grécia). Portanto, deve ser identificado historicamente com Roma, que sucedeu os reinos da Média-Pérsia (Dn 8:20) e Grécia (Dn 8:21). Embora o chifre pequeno tenha começado como Roma imperial, a maior ênfase está em Roma papal, o foco principal da visão.”

“Como foi dito anteriormente, o ‘diário’ (tamid) se refere à contínua mediação sacerdotal de Cristo no santuário celestial (Hb 7:25; 8:1, 2). A eliminação do ‘diário’ pelo chifre pequeno representa a introdução de tais inovações papais como a mediação sacerdotal, o sacrifício da missa, o confessionário, e a adoração de Maria, mediante as quais esse poder teve êxito em eliminar o conhecimento e a dependência do ministério contínuo de Cristo no santuário celestial.”

“Nenhum de nós está imune ao perigo de tentar assumir o lugar de Deus. Estamos nós fazendo isso, ainda que sutilmente?”

Domingo, 01 de novembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O Dia da Expiação escatológico

Lições da Bíblia.

"Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado" (Dn 8:14).

“Para melhor compreensão da mensagem do santuário, estude esta tabela, que mostra como a cena do grande juízo em Daniel 7 (estudada na semana passada) é o mesmo evento que a purificação do santuário em Daniel 8:14.”

Daniel 7

Daniel 8

Interpretação

Leão

 

Babilônia

Urso

Carneiro

Média-Pérsia

Leopardo

Bode

Grécia

Quarto animal

Chifre pequeno

Chifre pequeno

Roma pagã

Roma papal

Juízo pré-advento

Purificação do Santuário

Dia da Expiação escatológico

Transferência do reino aos santos (segunda vinda de Jesus).

 

Segunda vinda de Jesus e eternidade.

“Nesta semana, estudaremos Daniel 8. Descobriremos a verdadeira questão do conflito entre o poder do chifre pequeno e Deus, e veremos por que a purificação do santuário, iniciada em 1844, é a perfeita resposta de Deus a esse desafio.”

Sábado, 30 de novembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF