Vivendo a esperança do advento – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Textos de Ellen G. White: Atos dos Apóstolos, p. 309-322 (“Chamado a Mais Elevada Norma”); O Grande Conflito, p. 653-661 (“Será Desolada a Terra”).

“Quando a voz de Deus põe fim ao cativeiro de Seu povo, há um terrível despertar daqueles que tudo perderam no grande conflito da vida. Enquanto perdurou o tempo da graça, estiveram cegos pelos enganos de Satanás e desculpavam sua conduta de pecado. Os ricos se orgulhavam de sua superioridade sobre aqueles que eram menos favorecidos; mas obtiveram suas riquezas transgredindo a lei de Deus. Negligenciaram alimentar o faminto, vestir o nu, tratar com justiça e amar a misericórdia. […] Venderam-se em troca das riquezas e gozos terrestres e não procuraram enriquecer para com Deus. O resultado é que sua vida foi um fracasso; seus prazeres se transformaram em amargura, seus tesouros em corrupção” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 654).1

“O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonioso júbilo vibra por toda a vasta criação. Daquele que tudo criou emanam vida, luz e alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor” (O Grande Conflito, p. 678).1

Perguntas para discussão

“1. Precisamos nos preocupar com esta vida e com este mundo se tudo vai ser destruído e reconstruído por Deus? Como evitar o uso da promessa da nova vida para negligenciar os necessitados ou para explorar outras pessoas?”1

“2. Como adventistas, compreendemos que o mal, as dificuldades e o sofrimento aumentarão à medida que nos aproximarmos do retorno de Jesus. Quando essas coisas ocorrem, muitas vezes nos referimos a Mateus 24. Como devemos ver essas tragédias à luz de Mateus 25?”1

Resumo:

“Deus não permitirá que o mal perdure para sempre. A grande esperança bíblica é a vinda de Jesus, para acabar com o mal, curar a injustiça e criar um novo mundo (como ele foi planejado para ser). Com base na ressurreição de Jesus, essa esperança transforma o presente e encoraja nosso serviço a Deus e aos outros, enquanto aguardamos Sua vinda.”1

Sexta-feira, 13 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019.

Não mais lágrimas nem dor

Lições da Bíblia

“6. Leia Apocalipse 21:1-5; 22:1-5 e tente imaginar como será a vida descrita nesses versos. Por que é difícil imaginar a vida sem pecado, morte, dor e lágrimas?”1

Apocalipse (21:1-5 ARA)2: “1 Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. 2 Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo. 3 Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.”

Apocalipse (22:1-5 ARA)2: “1 Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro. 2 No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos. 3 Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão, 4 contemplarão a sua face, e na sua fronte está o nome dele. 5 Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos.”

“As descrições bíblicas da vida após o pecado são indiscutivelmente maravilhosas e gloriosas e, sem dúvida, representam somente em parte o que nos espera. Mesmo nesses versículos, as descrições tratam quase tanto do que não haverá ali quanto do que haverá. Visto que esse mundo é tudo o que conhecemos, é difícil imaginar a vida sem dor, sofrimento, morte, medo, injustiça nem pobreza.”1

“Ali, não apenas não haverá mais essas coisas, mas a descrição do Apocalipse acrescenta um toque pessoal: ‘E lhes enxugará dos olhos toda lágrima’ (Ap 21:4). No contexto dos salvos, a compaixão de Deus pelos que sofreram ao longo da história humana atinge um clímax nessa sentença. O Senhor não apenas acabará com o sofrimento deles, mas também enxugará suas lágrimas.”1

“Feridos e marcados por uma vida de pecado e um mundo de injustiças e tragédias, podemos ver no livro do Apocalipse um processo de cura para todos os que foram vítimas do pecado de diversas maneiras. Descrevendo a árvore da vida, João explicou que ‘as folhas da árvore são para a cura dos povos’ (Ap 22:2). Mais uma vez, Deus mostrará Sua compaixão pelo ser humano, que sente, experimenta, testemunha e sofre o mal neste mundo. Seu plano de recriar a Terra inclui restaurar e curar cada um de nós.”1

“Até esse tempo, busquemos ser tudo o que podemos em Cristo, fazendo nossa parte, por mais que ela seja pequena, a fim de ministrar àqueles que precisam do que temos para oferecer. Seja o que for – palavras gentis, uma refeição quente, ajuda médica, atendimento odontológico, roupas ou aconselhamento – devemos fazê-lo com o amor abnegado que Jesus manifestou quando esteve aqui.”1

“Evidentemente, o mundo ainda vai piorar cada vez mais, apesar dos nossos melhores esforços. Jesus sabia disso; no entanto, essa verdade não O impediu de ministrar aos outros, e isso também não deve nos impedir.”1

Quinta-feira, 12 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A esperança do juízo

Lições da Bíblia

“4. Leia Eclesiastes 8:14. Qual é a dura e poderosa realidade descrita nesse verso? Assinale ‘V’ para verdadeiro ou ‘F’ para falso:”

Eclesiastes (8:14 ARA)2: “Ainda há outra vaidade sobre a terra: justos a quem sucede segundo as obras dos perversos, e perversos a quem sucede segundo as obras dos justos. Digo que também isto é vaidade.”

A. (   ) Todos somos pecadores.
B. (   ) Às vezes, os ímpios recebem o que os justos merecem, e os justos recebem o que os ímpios merecem.

Resposta sugestiva: F; V.

“Embora o sofrimento, a opressão e a tragédia sejam suficientemente difíceis de suportar, a injúria ou insulto são ainda mais difíceis se parecem sem sentido ou se passam despercebidos. A possível falta de significado da aflição é mais pesada que seu fardo inicial. Um mundo sem um livro de registro nem justiça final é um absurdo cruel em nível máximo. Não é de admirar que os escritores ateus do século 20 lamentassem o que acreditavam ser o ‘absurdo’ da condição humana. Sem esperança de justiça, de juízo, de que as coisas fossem corrigidas, nosso mundo seria de fato absurdo.”1

“Mas o clamor de Eclesiastes 8:14 não é o fim da História. No fim de seus protestos, Salomão fez uma reviravolta repentina. Em meio aos seus lamentos sobre falta de sentido, ele disse, essencialmente: Espere um minuto, Deus julgará a fim de que todas as coisas não sejam sem sentido; na verdade, tudo e todos têm significado.”1

“5. Leia Eclesiastes 12:13, 14. Por que tudo que fazemos na Terra é muito importante?”1

Eclesiastes (12:13, 14 ARA)2: “13 De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. 14 Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más.”

“A esperança do juízo resume-se à nossa crença sobre a essência da natureza de Deus, da vida e do mundo em que vivemos. Como vimos, a Bíblia insiste em declarar que vivemos em um mundo criado e amado por Deus, mas que foi arruinado pelo pecado, um mundo em que Deus está executando Seu plano de recriação mediante a vida e a morte de Jesus. O juízo divino é uma parte fundamental de Sua correção do nosso planeta. Para os que são alvos de muitas injustiças na Terra, os que são marginalizados, tratados brutalmente, oprimidos e explorados, a promessa do juízo é certamente uma boa notícia.”1

“O que significa para você o fato de saber que, um dia, e de maneiras inimagináveis, a justiça que tanto desejamos hoje finalmente será feita? Como essa promessa pode nos dar esperança?”1

Quarta-feira, 11 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Esperança da ressurreição

Lições da Bíblia

“A esperança cristã da segunda vinda de Jesus não significa apenas aguardar ansiosamente um futuro brilhante. Para os primeiros cristãos, a ressurreição corpórea de Jesus deu à promessa de Seu retorno uma sólida realidade. Se Ele pôde ressuscitar, o que eles haviam testemunhado por si mesmos, certamente voltaria para concluir o projeto de remover o pecado e seus efeitos e renovar o mundo

(veja 1Co 15:22, 23 [‘22 Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. 23 Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda.’]).

“Para o apóstolo Paulo, a ressurreição era o elemento essencial da esperança do advento. Ele estava preparado para apostar a credibilidade de tudo o que pregava nesse milagre supremo na história de Jesus: ‘E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé’ (1Co 15:17). Pense nas palavras do apóstolo nesse verso e na importância da ressurreição de Cristo para todas as nossas esperanças.”1

“3. Leia 1 Coríntios 15:12-19. Por que a verdade da ressurreição é tão essencial para a esperança cristã? Assinale a alternativa correta:”1

Coríntios (15:12-19 ARA)2: “12 Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? 13 E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. 14 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; 15 e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. 16 Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. 17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. 18 E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. 19 Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.”

A. (   ) Porque ela tira nosso desejo de viver aqui e ajudar os outros.
B. (   ) Porque Cristo ressuscitou; portanto, também ressuscitaremos.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“Presenciar o Cristo ressurreto transformou os primeiros discípulos. Como já vimos, Jesus os tinha enviado anteriormente para anunciar e expandir o reino de Deus (veja Mt 10:5-8), mas a morte de Cristo destruiu a coragem deles e esmagou suas esperanças. A comissão posterior

(veja Mt 28:18-20 [‘18 Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. 19 Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; 20 ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.’]),

dada a eles pelo Cristo ressurreto e fortalecida pela vinda do Espírito Santo

(veja At 2:1-4 [‘1 Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; 2 de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. 3 E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. 4 Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.’]),

levou-os a mudar o mundo e a viver o reino que Jesus havia estabelecido.”1

“Livres do poder e do medo da morte, os primeiros cristãos compartilharam e viveram corajosamente em nome de Jesus

(veja, por exemplo, 1Co 15:30, 31 [‘30 E por que também nós nos expomos a perigos a toda hora? 31 Dia após dia, morro! Eu o protesto, irmãos, pela glória que tenho em vós outros, em Cristo Jesus, nosso Senhor.’]).

O mal que trouxe a morte é o mesmo que traz sofrimento, injustiça, pobreza e opressão em todas as suas formas. No entanto, por causa de Jesus e Sua vitória sobre a morte, tudo isso terminará um dia. ‘O último inimigo a ser destruído é a morte’ (1Co 15:26).”1

“No fim, não importa a quem ajudamos hoje, todos acabarão morrendo. Por que é importante anunciar aos outros a esperança que eles podem encontrar na morte e ressurreição de Jesus?”1

Está chegando a Semana da Esperança (Evangelismo de Colheita) e o grande Batismo da Primavera. Será de 21 a 28 de setembro. Ore e leve pessoas a Cristo.

Terça-feira, 10 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Certo tipo de esperança

Lições da Bíblia

“A religião tem sido muitas vezes criticada por uma tendência de tirar o foco dos cristãos da vida presente e atraí-los a uma vida melhor no além. A crítica é que a ênfase em outro domínio se torna uma forma de escapismo santificado e torna o cristão menos benéfico para o mundo e para a sociedade. Por vezes, os cristãos têm se tornado vulneráveis a essas críticas, às vezes até cultivando, pregando e praticando essas atitudes.”1

“Também temos exemplos terríveis de pessoas poderosas dizendo aos pobres e oprimidos que simplesmente aceitem sua triste sorte aqui, pois, quando Jesus voltar, tudo será corrigido.”1

“Evidentemente, nosso mundo é caído, arruinado e trágico, e não há nada de errado nem inapropriado em almejar o dia em que Deus colocará o mundo em ordem, em que Ele acabará com a injustiça, a dor e a tristeza e substituirá a desordem atual por Seu reino glorioso e justo. Afinal, sem essa esperança e essa promessa, realmente não teríamos nenhuma perspectiva.”1

“Em Seu sermão sobre o fim do mundo (veja Mt 24 e 25), Jesus passou a primeira metade de Seu discurso detalhando a necessidade de fugir, chegando ao ponto de dizer que, se ‘aqueles dias’ ‘não tivessem’ ‘sido abreviados, ninguém seria salvo’ (Mt 24:22). Contudo, essa é mais uma introdução à Sua explicação sobre o significado das promessas de Deus. No contexto da esperança cristã para o futuro, concentrar-se unicamente no aspecto da ‘fuga’ é não entender algumas das questões mais profundas que Jesus estava apresentando.”1

“2. Leia Mateus 24 e 25. Quais são os pontos mais importantes da sua leitura desse sermão de Jesus? Como você resumiria as instruções de Cristo sobre como devemos viver enquanto esperamos Seu retorno?”1

Mateus (24 ARA)2: […] 12 E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos. 13 Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. 14 E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. […] 21 porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. 22 Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados. […] 37 Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. 38 Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, 39 e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. […] 44 Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá. […] 46 Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim. […]”

Mateus (25 ARA)2: “[…] 31 Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; 32 e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; 33 e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; 34 então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. 35 Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; 36 estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me. 37 […] 44 E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos? 45 Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer. 46 E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna.

“Nossas crenças acerca do futuro têm implicações importantes sobre nossa maneira de viver hoje. Uma confiança saudável nas promessas de Deus para o futuro do nosso mundo deve ser o catalisador do envolvimento ativo, a faísca de uma vida rica e profunda e que faz a diferença para os outros.”1

“Como a esperança e a promessa do retorno de Jesus devem influenciar nossa maneira de viver hoje, especialmente no contexto de ajudar os necessitados?”1

Segunda-feira, 09 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

“Até quando, Senhor?”

Lições da Bíblia

“Ao longo da história bíblica, há um repetido clamor do povo de Deus, especialmente dos que estavam vivenciando a escravidão, o exílio, a opressão, a pobreza ou outra injustiça ou tragédia, para que Ele interviesse. Os escravos no Egito, os israelitas em Babilônia e muitos outros clamaram a Deus para que Ele visse e ouvisse seu sofrimento e corrigisse esses males. E a Bíblia oferece importantes exemplos das ações de Deus para resgatar e restaurar Seu povo, às vezes até vingando-Se de seus opressores e inimigos.”1

“Mas esses resgates eram geralmente efêmeros, e os diversos profetas continuaram a apontar para uma intervenção final, quando Deus colocaria um fim ao mal e ergueria os oprimidos. Ao mesmo tempo, esses profetas continuaram clamando: ‘Ó Senhor dos Exércitos, até quando?’ Por exemplo, o anjo do Senhor perguntou sobre o exílio dos israelitas: ‘Ó Senhor dos Exércitos, até quando não terás compaixão’? (Zc 1:12).”1

“Os salmos estão repletos de lamentos sobre a aparente prosperidade e boa sorte dos ímpios, enquanto os justos são maltratados, explorados e pobres. O salmista repetidamente pediu a Deus que interviesse, crendo que o mundo presente não é ordenado da maneira que Deus o criou, e assumindo o clamor dos profetas e oprimidos. ‘Até quando, Senhor?’

(Veja, por exemplo, Sl 94:3-7 [‘3 Até quando, SENHOR, os perversos, até quando exultarão os perversos? 4 Proferem impiedades e falam coisas duras; vangloriam-se os que praticam a iniquidade. 5 Esmagam o teu povo, SENHOR, e oprimem a tua herança. 6 Matam a viúva e o estrangeiro e aos órfãos assassinam. 7 E dizem: O SENHOR não o vê; nem disso faz caso o Deus de Jacó.’]).1

“Em certo sentido, a injustiça é mais difícil de ser suportada entre os que acreditam em um Deus justo que deseja justiça para todo o Seu povo. O povo de Deus sempre terá um senso de impaciência para com o mal no mundo – e a aparente inércia de Deus é outra fonte de inquietação. Daí, às vezes, as duras perguntas dos profetas: ‘Até quando, Senhor, clamarei por socorro, sem que Tu ouças? Até quando gritarei a Ti: ‘Violência!’ sem que tragas salvação?’ (Hc 1:2, NVI).”1

“Um clamor semelhante é erguido no Novo Testamento, em que até mesmo a própria criação é retratada como se estivesse clamando, com gemidos, pelo resgate e recriação divinos

(veja Rm 8:19-22 [‘19 A ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus. 20 Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, 21 na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. 22 Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora.’]).

Em Apocalipse 6:10, esse clamor, ‘Ó Senhor dos Exércitos, até quando?’, é levantado em nome daqueles que foram martirizados por sua fé em Deus. Porém, é o mesmo clamor, pedindo a intervenção de Deus em favor de Seu povo oprimido e perseguido.”1

“1. Leia Lucas 18:1-8. O que Jesus disse sobre a resposta de Deus aos repetidos clamores e orações de Seu povo para que Ele agisse em favor deles? Como isso está ligado à necessidade de fé?”1

Lucas (18:1-8 ARA)2: “1 Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer: 2 Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum. 3 Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que vinha ter com ele, dizendo: Julga a minha causa contra o meu adversário. 4 Ele, por algum tempo, não a quis atender; mas, depois, disse consigo: Bem que eu não temo a Deus, nem respeito a homem algum; 5 todavia, como esta viúva me importuna, julgarei a sua causa, para não suceder que, por fim, venha a molestar-me. 6 Então, disse o Senhor: Considerai no que diz este juiz iníquo. 7 Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?

Domingo, 08 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Vivendo a esperança do advento


Lições da Bíblia

“Meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1Co 15:58).1

“Jesus anunciou o reino de Deus como uma realidade presente da qual podemos fazer parte hoje. Ele enviou Seus discípulos para fazer o mesmo anúncio e estabelecer Seu reino mediante a pregação do evangelho e serviço aos outros; isto é, dando gratuitamente como haviam recebido

(veja Mt 10:5-8 [‘5 A estes doze enviou Jesus, dando-lhes as seguintes instruções: Não tomeis rumo aos gentios, nem entreis em cidade de samaritanos; 6 mas, de preferência, procurai as ovelhas perdidas da casa de Israel; 7 e, à medida que seguirdes, pregai que está próximo o reino dos céus. 8 Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça recebestes, de graça dai.’]).”1

“Mas Jesus também foi claro em dizer que Seu reino é diferente, ao dizer que ele ‘não é deste mundo’ (Jo 18:36), e que ainda viria em plenitude. Por Sua encarnação, ministério, morte e ressurreição, o reino de Deus foi inaugurado; no entanto, Jesus também aguardava com ansiedade o tempo em que Seu reino substituiria totalmente os reinos deste mundo, e o reino de Deus seria pleno.”1

“Por definição, os adventistas, que aguardam essa vinda e esse reino, são pessoas esperançosas. Mas essa esperança não trata apenas de um novo mundo futuro. Enquanto a esperança contempla o futuro, ela também transforma o presente. Com essa esperança, vivemos no presente de acordo com o que esperamos viver no futuro, e trabalhamos para fazer a diferença hoje de uma forma que se harmonize com aquilo que esperamos que o mundo seja um dia.”1

Sábado, 07 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 

Vivendo o evangelho – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Textos de Ellen G. White: O Desejado de Todas as Nações, p. 19-26 (“Deus Conosco”), e A Ciência do Bom Viver, p. 95-107 (“Salvo Para Servir”).

“Deus reclama toda a Terra como Sua vinha. Embora nas mãos do usurpador, ela pertence a Deus. É Sua não menos pela redenção que pela criação. […] Diariamente, todo o mundo recebe bênçãos de Deus. Cada gota de chuva, cada raio de luz que cai sobre esta geração ingrata, cada folha, e flor, e fruto testifica da longanimidade de Deus e de Seu grande amor” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 301, 302).1

“Em Cristo não há nem judeu nem grego, servo nem livre. Todos são aproximados por Seu precioso sangue” (Gl 3:28; Ef 2:13).

“Há pessoas pobres e tentadas que necessitam de palavras de compaixão e atos de ajuda. Há viúvas que carecem de compaixão e assistência. Há órfãos, aos quais Cristo ordenou aos Seus seguidores que recebessem como um encargo divino. Muitas vezes são abandonados. Podem ser maltrapilhos, grosseiros e, segundo toda a aparência, nada atraentes; contudo são propriedade de Deus. Foram comprados por preço, e aos Seus olhos são tão preciosos quanto nós. São membros da grande família de Deus, e os cristãos, como mordomos Seus, são por eles responsáveis” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 386, 387).1

Perguntas para discussão

“1. Ao realizar boas obras e ajudar os outros, como resistir à tentação de pensar que isso nos torna melhores e nos traz mérito perante Deus?”1

“2. Sua igreja faz ‘distinção’ entre pessoas ou todos são iguais em Cristo? Como ser mais inclusivo?”1

3. Como encontrar o equilíbrio entre fazer o bem aos necessitados e, ao mesmo tempo, alcançá-los com o evangelho? Como fazer as duas coisas?”1

Resumo:

“O amor de Deus, expresso no plano da salvação, oferece perdão, vida e esperança. Como recebedores dessa graça, buscamos compartilhar isso com os outros não para obter a salvação, mas porque fomos criados e recriados para fazê-lo. O evangelho transforma relacionamentos e nos motiva a servir, especialmente aos mais necessitados.”1

Sexta-feira, 06 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor.